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Estados Unidos: Grande Até Quando?

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Estados Unidos: Grande Até Quando?

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Quando Donald Trump, em sua campanha a presidente dos Estados Unidos, emitiu o chamado para “tornar a América grande outra vez”, teria sido mais exato dizer: “tornar a América tão grande como era antes” — desde que o país ainda não deixou de ser realmente grande.

Considerando o status de superpotência moderna, os Estados Unidos da América é uma grande nação. Os Estados Unidos são, incomparavelmente, a única superpotência do mundo. Ele tem a maior economia do mundo. As forças armadas norte-americanas podem projetar seu poder em qualquer lugar do mundo para influenciar a política, para fins bélicos e também para ajuda humanitária. Politicamente, o mundo ainda olha para os Estados Unidos como liderança na defesa da liberdade, na promoção dos valores humanitários e na oposição ao terror e à tirania.

É muito importante compreendermos qual a Fonte dessa grandeza nacional. Os Estados Unidos são uma grande nação não devido aos seus próprios esforços, mas porque Deus o tornou grande — como parte do desdobramento de Seu plano para a humanidade através dos tempos.

O Estados Unidos não é grande por causa de qualquer bondade inata de seu povo, mas porque herdou as bênçãos que Deus prometeu há muito tempo a um homem chamado Abraão. Esse patriarca bíblico, um pioneiro da fé em Deus, recebeu uma promessa para seus descendentes, os quais teriam bênçãos, poder e prestígio como nação, e também uma promessa espiritual que foi cumprida na vida, morte e ressurreição de seu proeminente descendente, Jesus Cristo. Ambas as promessas ainda estão vivas e ativas na atualidade.

Os Estados Unidos foram abençoados com a manifestação moderna da dimensão física dessas promessas, que permanecerá grande enquanto Deus quiser que assim permaneça. O destino dessa poderosa nação, chamada por alguns de “a última e melhor esperança da humanidade”, depende totalmente de Deus. Nenhum presidente, atual ou futuro, pode determinar o destino final dos Estados Unidos. O futuro dos Estados Unidos está nas mãos de Deus.

Entenda isso e você compreenderá uma realidade fundamental detrás dos assuntos mundiais.

Entenda também isso: Quando os Estados Unidos não forem mais o poder dominante no mundo, como é agora, viveremos em um mundo muito diferente. Quando Deus remover Sua bênção e proteção dessa nação, o mundo entrará em um tempo muito obscuro e perigoso. Nós, editores desta revista, amamos os Estados Unidos e oramos pelo seu presidente e suas autoridades. Mas compreendemos a condição espiritual da nação. E sabemos que, a menos que haja uma grande mudança, o futuro dos Estados Unidos não será grande — mas sim uma grande tragédia.

Um momento crítico

O mundo ficou atordoado pela eleição presidencial norte-americana do ano passado. Contrário a todas as previsões, Donald Trump ganhou a eleição de um candidato que muitos pensaram que o derrotaria facilmente. Logo, em primeiro discurso, ele prometeu um novo começo para o país, também garantiu que vai cumprir todas as suas promessas de melhorar a economia, reconstruir a infraestrutura e, segundo ele, restaurar a antiga grandeza dos Estados Unidos. O presidente Trump começou um mandato de quatro anos, que poderá ser um dos mais decisivos da história norte-americana.

Os Estados Unidos e o mundo estão em um ponto crítico. O vento da mudança está varrendo as nações, despertando a incerteza e o medo. O terrorismo islâmico radical ameaça a atual ordem geopolítica enquanto as nações reagem ao impacto do Estado Islâmico, da al-Qaeda e da imigração massiva gerada pela guerra no Oriente Médio. Grandes mudanças culturais têm minado os tradicionais ensinamentos morais sobre família, sexualidade e gênero. Tudo isso criou uma onda de choque sísmico que tem assolado a sociedade com impacto devastador.

O que você precisa entender neste momento crítico da experiência humana? E que medidas você deve tomar para não apenas entender, mas para mudar sua vida e estar preparado para o momento em que a grandeza dos Estados Unidos desaparecer?

A origem ancestral e as profecias de futura grandeza

Vamos dar uma olhada no princípio da história dos Estados Unidos, começando com — certamente uma surpresa para muitos — Abraão na antiga Mesopotâmia. Numa época em que os homens não viajavam muito além de seus arredores próximos nem tinham sonhos de uma vida além do legado de seu nascimento, este homem atendeu a ordem de Deus e deixou sua casa, aventurando-se em uma nova terra e em uma nova vida.

Em Gênesis 12, este peculiar homem de fé, antes chamado Abrão, obedeceu à ordem de Deus, que lhe disse: “Sai-te da tua terra, da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que Eu te mostrarei. Eu farei de ti uma grande nação; abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome; e tu, sê uma bênção” (Gênesis 12:1-3 Gênesis 12:1-3 1 Ora, o Senhor disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. 2 Eu farei de ti uma grande nação; abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome; e tu, sê uma bênção. 3 Abençoarei aos que te abençoarem, e amaldiçoarei �quele que te amaldiçoar; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.
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).

Abrão obedeceu a Deus, e aí começou a história. Mais tarde, Deus mudou seu nome de Abrão (“pai exaltado”) para Abraão (“pai de muitos”). Ao seu filho Isaque e ao neto Jacó, Deus repetiu e expandiu essa promessa. Os descendentes de Abraão seriam um grande e inumerável grupo de povos. Eles possuiriam as portas de seus inimigos, uma promessa de poder global moderno, além da própria terra da promessa, que se estenderia até nosso mundo atual. Quando Jacó impôs as mãos sobre os dois filhos de seu filho José, conferindo seu nome (Israel) e as promessas físicas de uma única grande nação e um conjunto de nações (comparar Gênesis 35:9-11 Gênesis 35:9-11 9 Apareceu Deus outra vez a Jacó, quando ele voltou de Padã-Arã, e o abençoou. 10 E disse-lhe Deus: O teu nome é Jacó; não te chamarás mais Jacó, mas Israel será o teu nome. Chamou-lhe Israel. 11 Disse-lhe mais: Eu sou Deus Todo-Poderoso; frutifica e multiplica-te; uma nação, sim, uma multidão de nações sairá de ti, e reis procederão dos teus lombos;
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; 48:8-19), preparava-se ali o palco para o futuro.

Nenhuma dessas promessas foi cumprida nos antigos reinos de Israel e Judá. Embora eles tenham tido alguns períodos de poder regional, sob o comando de Davi e Salomão, eles não chegaram nem perto de cumprir a grandeza nacional e o poder que Deus prometeu a Abraão e repetiu a Isaque e a Jacó. Se Deus foi fiel às Suas promessas, então devemos procurar em outro lugar e noutro tempo o cumprimento de tudo isso.

O cumprimento das promessas de Deus

Através dessa linha de promessas e bênçãos, Deus nos fornece a chave para compreender o mundo moderno e o papel dos Estados Unidos e das nações de língua inglesa na formação dos eventos de nosso tempo. Embora essas promessas tenham sido expandidas e repetidas aos descendentes de Abraão, é na bênção de Jacó a José que realmente temos a chave para o cumprimento dessas promessas.

Em Gênesis 49, José é descrito nos últimos dias como um “ramo frutífero junto a uma fonte” cujos “raminhos se estendem sobre o muro” (versículo 22) — uma nação que se espalharia muito além de suas fronteiras como uma videira estende seus ramos em todas as direções. A profecia descreve a luta dos descendentes de José contra os ataques de inimigos, que são contrários ao seu papel dominante, mas José é fortalecido “pelo Poderoso de Jacó” (versículos 23-24).

A prometida ajuda de Deus vem com “bênçãos dos céus em cima, com bênçãos do abismo que jaz embaixo, com bênçãos dos seios e da madre” (versículo 25). José, à parte de seus irmãos, é destinado a receber as incríveis bênçãos de seus pais. Essas bênçãos são extensas, quase ilimitadas, que “excedem as bênçãos dos montes eternos” (versículo 26).

A profecia de Jacó aponta para os “dias vindouros” (versículo 1). E quando olhamos para o mundo moderno, apenas uma nação, ou agrupamento de nações, se encaixa nesta descrição. Não é o povo judeu, embora sejam israelitas também. Sem dúvida, a descrição se encaixa apenas nos Estados Unidos e nas principais nações de língua inglesa, que compartilham uma ascendência comum. Sob qualquer ótica, a Grã-Bretanha e, por conseguinte, os Estados Unidos têm estado à frente das nações e têm liderado o mundo nesses últimos dois séculos e meio. O papel das nações de língua inglesa nesse período tem sido o de conduzir os povos do mundo por um longo caminho de desenvolvimento em que o grande primeiro-ministro britânico Winston Churchill chamou de terras “onde o sol nunca se punha”.

Os avanços da ciência, da medicina, da agricultura, da economia e dos direitos civis, que salvam vidas, se originaram nas terras habitadas pelas nações de língua inglesa. A maioria dos prêmios Nobel, das patentes benéficas e dos avanços tecnológicos surgiu dessas nações mais do que de qualquer outro grupo de nações na história. Outras nações seguiram o caminho da tirania, sendo que muitos povos estão vivos hoje por causa dessas imensas bênçãos que Deus entregou às nações de língua inglesa através de Abraão.

Você pode até ignorar essa verdade, se quiser. Mas aí você estaria negando a clara evidência de fatos comprovados e históricos. A obra do autor Andrew Roberts, de 2006, Uma história dos Povos de Língua Inglesa Desde 1900 conta essa história com detalhes irrefutáveis. Ele começa seu livro com esta citação do professor Deepak Lal, um economista britânico que nasceu na Índia: “Se alguém refletiu sobre os eventos mais importantes do último milênio em comparação com o primeiro, a ascensão dos povos de língua inglesa à predominância no mundo certamente pode ser classificada como o principal” (p.1).

Do ponto de vista de Roberts, “os povos de língua inglesa continuariam sendo a última e melhor esperança para a humanidade. As crenças que eles trouxeram ao século vinte seguem vivas; seus valores ainda são os melhores disponíveis em um mundo conturbado; as instituições que os tornaram grandes continuam inspirando-os até hoje. De fato, as crenças, os valores e as instituições dos povos de língua inglesa ainda estão vigentes atualmente” (p.2).

Valores radicados na Palavra de Deus

Os valores tradicionais das nações de língua inglesa têm raízes na Bíblia. Não é coincidência que a tradução da Bíblia para o inglês, e sua propagação em todo o mundo pela Grã-Bretanha e depois pelos Estados Unidos, tenha sido um fator chave na promoção dos valores que tornaram grandes essas nações.

Em 1848, o primeiro-ministro britânico, lorde Palmerston, justificou a ação do governo dizendo: “Creio que a verdadeira política da Inglaterra é ser o campeão da justiça e do direito… por não se tornar o Quixote do mundo [uma referência ao personagem literário Dom Quixote, que combatia inimigos imaginários], mas dando o peso da sua sanção moral e apoio aonde achar necessária a justiça e aonde achar que tem algo errado” (citado por Roberts, página 6).

As palavras de Palmerston ainda regem a política norte-americana entre as nações de hoje. Em 2003, a invasão do Iraque para libertar a nação do regime ditatorial de Saddam Hussein e acabar com seu apoio ao terrorismo pode ser atribuída a esse sentimento. Por gerações, vidas e recursos norte-americanos foram comprometidos pela causa da liberdade e da libertação.

Esses valores, políticas e virtudes que fizeram os Estados Unidos ser grande não vieram da razão humana, da antiga filosofia ou dos valores do Iluminismo. Eles foram revelados pela primeira vez nas Escrituras. A grande lei dada por intermédio de Moisés à nação de Israel personificou a liberdade pessoal, a liberdade econômica e a responsabilidade e as leis morais e espirituais, que foram o verdadeiro fundamento das nações de língua inglesa.

Uma escultura de Moisés com as tábuas da lei divina entalhada no lado leste do edifício da Suprema Corte dos Estados Unidos reconhece o papel monumental desse grande legislador. E hoje isso serve como um sério alerta para os Estados Unidos, que precisam reconhecer seu alicerce bíblico e continuar mantendo sua obrigação de obedecer aos Dez Mandamentos de Deus. O mesmo Deus que deu as promessas nacionais a Abraão foi Quem revelou essa lei aos descendentes de Abraão, através de Moisés. O fracasso em viver de acordo com a lei de Deus é o núcleo dos crescentes problemas dos Estados Unidos e que ameaçam sua própria existência!

Quatro grandes ataques — e a maior ameaça

O livro de Roberts sobre as nações de língua inglesa mostra quatro ataques desde 1900 que tentaram retirar esse poderoso status delas. Os dois primeiros foram as duas guerras mundiais do século vinte, ambas lideradas pelo militarismo da Alemanha. O terceiro foi a tentativa da ex-União Soviética de criar um estado comunista mundial baseado na doutrina marxista-leninista. Os três fracassaram em grande parte devido ao papel desempenhado pelos Estados Unidos.

E um quarto ataque está em curso hoje em dia. É a tentativa do fundamentalismo islâmico radical de destruir o “grande Satã” da América e, junto com ele, a cultura ocidental. Essa ameaça terrorista conseguiu algo que nenhum dos três ataques anteriores havia conseguido — um ataque direto ao continente norte-americano em 11 de setembro de 2001, que ceifou a vida de quase três mil pessoas.

Uma invasão ao Afeganistão, liderada pelos norte-norte-americanos, imediatamente após o ataque, e suas ações subsequentes ainda não puseram fim a esse flagelo de décadas. Hoje a guerra contra o terrorismo continua. O terrorismo radical islâmico é considerado por alguns como a maior ameaça aos Estados Unidos, especialmente diante da possibilidade de o Irã desenvolver armas nucleares. E pode ser mesmo, mas a maioria das pessoas não entende a verdadeira razão disso.

A cegueira espiritual e a má vontade dos Estados Unidos em identificar a ameaça mortal representada pelo islamismo radical, pela imigração descontrolada e, acima de tudo, pelo pecado moral, que é um câncer mortal espalhado por todo o corpo, e isso o torna incapaz de discernir o certo do errado e de encontrar o caminho para sair desse deserto. Praticamente, o país não compreende ou reconhece como se tornou grande — pelas mãos de Deus. Ao abandonar, essencialmente, o forte núcleo moral baseado na Bíblia, a maioria dos norte-americanos já não acredita mais na fonte de suas grandes bênçãos.

A questão da posição de liderança dos Estados Unidos

Quando o presidente Trump promete “tornar a América grande outra vez”, ele tem em mente retornar a nação ao seu papel preeminente de poder econômico e político após a Segunda Guerra Mundial. Sua ênfase está nos empregos e na economia norte-americana, o que ele chamou de “os Estados Unidos em primeiro lugar”. Seu desejo declarado é reconstruir as forças militares norte-americanas, e em seu primeiro orçamento ele adicionou mais de cinquenta bilhões de dólares para alcançar esse objetivo.

O presidente Trump também chamou a Europa a assumir mais responsabilidades com sua própria defesa. Seus comentários sobre a aliança da OTAN e a União Europeia deixaram muitos europeus se perguntando sobre o rumo da política norte-americana quanto a essa parte crítica do mundo. A estabilidade na Europa é uma mercadoria valiosa. As guerras mundiais do século vinte começaram lá. Manter a paz nessa região é de grande interesse do mundo.

Outra questão também é a posição dos Estados Unidos sobre a Ásia. O crescente papel da China está fazendo com que seus vizinhos reexaminem suas relações históricas entre si e com os Estados Unidos. As Filipinas, um aliado norte-americano de longa data na região, indicou que pode passar a ter um relacionamento mais próximo com a China. O papel da China na estabilidade asiática é crucial, dadas as tensões com o Japão e a capacidade nuclear da Coreia do Norte.

O papel dos Estados Unidos na Europa e na Ásia é fundamental para o equilíbrio do poder e para a paz no mundo de hoje. O papel norte-americano em ambas as regiões tem sido decisivo para manter a ordem mundial e a paz desde o fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945. Se a influência norte-americana nessas duas regiões continuar diminuindo, como aconteceu na administração de Obama, o mundo vai enfrentar mudanças históricas. Não haverá paz sem a influência estabilizadora dos Estados Unidos nessas regiões.

Em 1991, com o colapso da União Soviética, protagonista do terceiro ataque, segundo Robert, aos povos de língua inglesa, muitos pensavam que a história havia acabado. Imaginou-se que o conflito e a guerra iriam desvanecer e que uma ordem mundial democrática, liberal e esclarecida poderia ser criada por meio da contínua liderança dos Estados Unidos.

Entretanto, eventos subsequentes na Ásia, na Europa e no Oriente Médio provaram que essa teoria geopolítica estava errada. Como acontece frequentemente no decorrer da história, os vácuos de poder levam a uma grande desordem, fruto do aparecimento do aspecto mais sombrio da natureza humana. E isso poderia levar ao desejo de ter um líder forte para restaurar a ordem em um mundo que descamba para o caos.

A questão agora é a seguinte: Os Estados Unidos vão ter a vontade estratégica de continuar sendo a mesma influência estabilizadora do mundo que tem sido há mais de setenta anos? Não cobrimos o Oriente Médio neste artigo, mas a contínua instabilidade naquela região afetará todas as outras nações — e, novamente, o papel dos Estados Unidos tem sido grande e indispensável para manter a ordem. Você não pode ignorar ou sobrestimar a importância dos Estados Unidos para o mundo.

Atualmente, os Estados Unidos são uma grande nação. Mas sofre de grandes problemas internos que, se não forem tratados, levará a que não tenha nem caráter nem vontade de exercer seu papel de liderança no mundo. Os Estados Unidos tem que encarar a verdade de que ignoraram e se esqueceram do Deus que o tornou grande em riqueza, poder, status e influência, e assim tem colocado a nação em um grave perigo (comparar Deuteronômio 8:11-20 Deuteronômio 8:11-20 11 Guarda-te, que não te esqueças do Senhor teu Deus, deixando de observar os seus mandamentos, os seus preceitos e os seus estatutos, que eu hoje te ordeno; 12 para não suceder que, depois de teres comido e estares farto, depois de teres edificado boas casas e estares morando nelas, 13 depois de se multiplicarem as tuas manadas e es teus rebanhos, a tua prata e o teu ouro, sim, depois de se multiplicar tudo quanto tens, 14 se exalte e teu coração e te esqueças do Senhor teu Deus, que te tirou da terra o Egito, da casa da servidão; 15 que te conduziu por aquele grande e terrível deserto de serpentes abrasadoras e de escorpiões, e de terra árida em que não havia água, e onde te fez sair água da rocha pederneira; 16 que no deserto te alimentou com o maná, que teus pais não conheciam; a fim de te humilhar e te provar, para nos teus últimos dias te fazer bem; 17 e digas no teu coração: A minha força, e a fortaleza da minha mão me adquiriram estas riquezas. 18 Antes te lembrarás do Senhor teu Deus, porque ele é o que te dá força para adquirires riquezas; a fim de confirmar o seu pacto, que jurou a teus pais, como hoje se vê. 19 Sucederá, porém, que, se de qualquer maneira te esqueceres de Senhor teu Deus, e se seguires após outros deuses, e os servires, e te encurvares perante eles, testifico hoje contra ti que certamente perecerás. 20 Como as nações que o Senhor vem destruindo diante de vós, assim vós perecereis, por não quererdes ouvir a voz do Senhor vosso Deus. rovas, de sinais, de maravilhas, de peleja,
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). Deus tornou os Estados Unidos grande e somente Ele pode mudar seu papel histórico. Está na hora de se fazer uma avaliação honesta e criteriosa desse problema.

Novamente, Deus é quem decide quando vai acabar o papel de liderança dos Estados Unidos no cenário mundial. Nenhum presidente ou partido político será capaz de mudar o rumo da história espiritual que está nas mãos do Deus de Abraão. O que isto significa?

Declínio moral, julgamento iminente

Há mais de quarenta anos, os Estados Unidos começou a sofrer um declínio vertiginoso em seu antigo senso moral, removendo Deus dos assuntos públicos. Em 1962, a Suprema Corte proibiu a oração nas escolas públicas. No ano seguinte, o tribunal também proibiu a leitura da Bíblia nessas mesmas escolas.

E seguiu assim no resto da década de sessenta — uma década de revolta social e revolução sexual. Em seguida, a Corte novamente fez uma decisão histórica, legalizando o aborto — o assassinato de nascituros — em 1973. Desde então, quase sessenta milhões de abortos foram realizados no país, negando assim o direito à vida a toda uma geração de crianças.

Em 2015, a Suprema Corte reconheceu e legalizou o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Através dessas decisões judiciais Estados Unidos retiraram Deus da educação pública, do útero materno e da sagrada instituição do casamento. Passo a passo, a nação tem torcido o nariz para Deus e ido em direção à condição espiritual das cidades bíblicas de Sodoma e Gomorra.

O que mais precisa acontecer para que Deus retire Sua mão protetora sobre os Estados Unidos e deixe o curso da história trazer sua vingança? As palavras do profeta bíblico Oséias descrevem com precisão as nações de língua inglesa de hoje:

“Ouvi a palavra do SENHOR, vós, filhos de Israel; pois o SENHOR tem uma contenda com os habitantes da terra; porque na terra não há verdade, nem benignidade, nem conhecimento de Deus. Só prevalecem o perjurar, o mentir, o matar, o furtar, e o adulterar; há violências e homicídios sobre homicídios”.

“Por isso a terra se lamenta… O Meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento… Quanto mais eles se multiplicaram tanto mais contra Mim pecaram… e de coração desejam a iniquidade… castigá-lo-ei conforme os seus caminhos, e lhe darei a recompensa das suas obras” (Oséias 4:1-9 Oséias 4:1-9 1 Ouvi a palavra do Senhor, vós, filhos de Israel; pois o Senhor tem uma contenda com os habitantes da terra; porque na terra não há verdade, nem benignidade, nem conhecimento de Deus. 2 Só prevalecem o perjurar, o mentir, o matar, o furtar, e o adulterar; há violências e homicídios sobre homicídios. 3 Por isso a terra se lamenta, e todo o que nela mora desfalece, juntamente com os animais do campo e com as aves do céu; e até os peixes do mar perecem. 4 Todavia ninguém contenda, ninguém repreenda; pois é contigo a minha contenda, ó sacerdote. 5 Por isso tu tropeçarás de dia, e o profeta contigo tropeçará de noite; e destruirei a tua mãe. 6 O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Porquanto rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos. 7 Quanto mais eles se multiplicaram tanto mais contra mim pecaram: eu mudarei a sua honra em vergonha. 8 Alimentavam-se do pecado do meu povo, e de coração desejam a iniqüidade dele. 9 Por isso, como é o povo, assim será o sacerdote; e castigá-lo-ei conforme os seus caminhos, e lhe darei a recompensa das suas obras.
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). Assim como Deus puniu a antiga Israel por seus pecados, Ele punirá seus descendentes modernos por sua persistente desobediência.

A prova de Deus e Suas promessas de grandes bênçãos para todas as nações

A história é testemunha de que os Estados Unidos e as outras nações de língua inglesa têm sido uma bênção no mundo moderno. Seus avanços científicos, seus ideais democráticos e sua generosidade tornaram a vida melhor para muitos que foram afetados por doenças, tiranias ou, simplesmente, por causa do lugar e época em que nasceram.

É fácil usar a situação da condição humana como descrença e negar a existência de Deus. Mas esse Deus, a quem muitos negam, é o mesmo que se revela como Aquele que abençoou os descendentes de Abraão com extraordinárias bênçãos físicas e espirituais. E Sua existência está demonstrada no fato de que a grandeza dos Estados Unidos não é mérito dos norte-americanos, mas sim porque Deus abençoou essa nação e seu povo.

Hoje está na moda culpar os Estados Unidos pelos inúmeros problemas do mundo e desejar ver sua queda. Sem dúvida, os Estados Unidos não têm sido um exemplo perfeito em todos os assuntos. Mas, como Robert diz em seu livro, essa nação tem sido “um império muito decente, honesto, generoso, imparcial e abnegado” (p. 648). Se comparado com o critério da história mundial, realmente isso é verdade. E o fato de os Estados Unidos existirem hoje deve ser encarado como um sinal divino de que Deus pretende estender Sua promessa de bênçãos espirituais e físicas a todas as nações e povos através de Jesus Cristo.

Nosso mundo de hoje se encontra afastado do verdadeiro conhecimento do Deus de Abraão. Por isso é que vemos o sofrimento incalculável de pessoas em guerras, fome, pestilência, pobreza e engano espiritual. Contudo, Deus não condenou o povo da Terra a um futuro sem esperança. A única e verdadeira esperança que este mundo tem de experimentar essa classe de bênçãos prometidas aos descendentes de Abraão — que, no total, é muito mais do que os Estados Unidos têm recebido até agora — é através da promessa do retorno de Jesus Cristo, como Rei desse Reino vindouro de Deus.

Os Estados Unidos, a única e grande nação que é a prova viva da promessa e da intenção de Deus de engrandecer todas as nações e povos e levá-los a uma paz e prosperidade nunca antes vista. Deus inverterá a triste história da humanidade, que tem sido pautada pelo caos e pela destruição, fruto de guerras, e criará um paraíso na Terra sob o justo reinado de Jesus Cristo. A mensagem de A Boa Nova é um chamado claro para se entender o mundo de hoje e refletir no que Deus está fazendo para guiar o curso da história até Sua conclusão profetizada.

Os Estados Unidos ainda são uma grande nação, e toda a humanidade tem se beneficiado do compromisso de Deus com Sua promessa ao homem chamado Abraão, que conhecemos através da Bíblia.

O único caminho para os Estados Unidos continuarem grande é através do retorno a Deus e a Suas leis. E mesmo se essa nação não fizer essa correção de rumo, você pode fazer . Vivemos em um tempo crítico da história. Você está disposto a ouvir o aviso de Deus, voltar-se para Ele e mudar sua vida?