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O Plano de Deus através dos festivais: Legendas em Português

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O Plano de Deus através dos festivais

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Seu Criador tem um plano incrível para toda a humanidade, revelado por meio de Seu ciclo anual dos Seus Dias Santos descritos na Bíblia.

Transcript

Você tem um lugar no plano de Deus. Infelizmente, é trágico o fato de muitos cristãos não entenderem essa revelação divina.

Quantas vezes você já ouviu alguém dizer: “Deus trabalha de uma maneira misteriosa?”.

Você sabe que esta frase não se encontra na Bíblia. Mas, frequentemente, ela é usada para descrever as dificuldades que enfrentamos ao tentar entender o que Deus está fazendo. E, honestamente, muitas vezes na vida não temos nem ideia do que Deus está fazendo.

Aqui estão algumas notícias boas. Deus revelou Seu plano supremo. E a maneira como Ele revela Seu plano é bem simples e também muito profunda. O fato é que Deus nos revela o grande mistério do que está fazendo e como está fazendo, além de Seu propósito para cada um de nós. Você tem um lugar nele. Você tem um lugar no plano de Deus. Realmente é trágico o fato de muitos cristãos não entenderem essa revelação divina. Então, como você pode entender o plano mestre de Deus para a humanidade? Como você pode entender melhor o plano de Deus para você e para seus entes queridos?

As respostas são reveladas nas misteriosas festas e cerimônias que Deus ordenou à antiga Israel. Nos Dez Mandamentos encontramos instruções para guardar o Sábado semanal. Então, as pessoas devem guardar o sétimo dia da semana, que chamamos de Sábado.

Mas você sabe que a antiga Israel também foi instruída a observar uma série de Sábados durante todo o ano. Esses são Sábados anuais que se encontram em três diferentes épocas festivas.

E em cada uma dessas épocas festivas Deus revela o que está fazendo, através de Jesus Cristo, para realizar Seu plano de salvação.

Essas festas foram observadas por Jesus e pela Igreja primitiva, e seu significado espiritual é revelado no Novo Testamento. Quando entendemos as verdades contidas nessas festas reveladas, e isso é muito importante, descobrimos que elas são profundamente cristãs. As festas do Antigo Testamento são profundamente cristãs.

Hoje vamos apresentar uma síntese de como o Novo Testamento revela os mistérios das Festas e dos Dias Santos do Antigo Testamento.

Cada um de vocês recebeu um guia de estudo bíblico deste quando chegou aqui. Gostaria que pegassem esse guia de estudo. Ele se intitula “As Festas Santas de Deus: O Plano de Deus Para a Humanidade”. Esses exemplares que estão com vocês são gratuitos, então podem levá-los para casa e estudar. Este guia de estudo tem um capítulo para cada um das festas que falaremos aqui hoje. E você, que está assistindo ao programa agora, também poderá obter um exemplar gratuito deste guia de estudo. Basta acessar nosso site www.revistaboanova.org.

Agora, durante esse curto período de tempo que temos aqui, vamos dar uma breve olhada em cada uma dessas festas. O primeiro dos capítulos deste livro que eu gostaria que vocês lessem está na página 12. Ele se intitula “A Páscoa: Por que Jesus Cristo Teve que Morrer?”. Realmente essa parece uma pergunta estranha. A Páscoa e também por que Jesus teve que morrer. O que a Páscoa e Jesus têm a ver um com o outro? Quero dizer, quando pensamos na Páscoa, o que geralmente vem em nossa mente? Pensamos no antigo Egito, nos israelitas e na escravidão e em como Deus os tirou daquela servidão. Na verdade, Ele fez isso destruindo, através de dez pragas, a maior superpotência daquela época. Ele destruiu totalmente a terra do Egito e a última dessas dez pragas resultou na morte de todos os primogênitos egípcios. Mas os israelitas foram salvos e a razão é que eles pegaram o sangue de um cordeiro e o passou nas ombreiras das portas, então o Senhor “passou” sobre eles.

Qual a importância dessa história do Antigo Testamento para os cristãos e o que isso tem a ver com esta pergunta que acabamos de ler neste guia de estudo: “Por que Jesus Cristo Teve que Morrer?”.

Bem, vamos ao Novo Testamento para responder a essa pergunta. O apóstolo Paulo faz essa afirmação surpreendente em sua carta aos Coríntios, em 1 Coríntios 5. É melhor eu ler isso na Bíblia para vocês sentirem toda a essência do que ele está dizendo aqui. Ele diz: “Não é boa a vossa jactância. Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda? Lançai fora o velho fermento, para que sejais nova massa, como sois, de fato, sem fermento”. Agora prestem atenção nisso: “Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado. Por isso, celebremos a festa não com o velho fermento, nem com o fermento da maldade e da malícia, e sim com os asmos da sinceridade e da verdade” (ARA).

A antiga Israel foi salva da escravidão cruel pelo sangue de um cordeiro, morto como um substituto para suas vidas. Jesus Cristo, o Filho de Deus, pagou a pena por nossos pecados para que possamos receber a salvação eterna e ter um relacionamento com Deus.

Então, compreenda isso. Esse entendimento de Jesus Cristo como a Páscoa é o que significa ser cristão. Jesus é a Páscoa que veio do céu para morrer como um substituto de nossos pecados e ressuscitou para retornar ao Pai.

Infelizmente, hoje em dia existe um movimento no cristianismo que quer redefinir as declarações de Paulo para dizer que Jesus não morreu por nossos pecados. E, de fato, um pastor da Inglaterra deu uma declaração que logo se tornou notícia mundial. Ele disse que a crença de que Deus enviaria Seu Filho para morrer por nós é um “cósmico abuso de crianças”.

Não há chave mais importante no plano de Deus para a humanidade do que entender que Jesus Cristo é o Cordeiro pascal.

Os Evangelhos registram como Jesus observou uma cerimônia da Páscoa com Seus discípulos na noite anterior à Sua crucificação. Ele deu-lhes pão e vinho como símbolos de Seu corpo e sangue, “derramado em favor de muitos, para remissão de pecados”.

Se o entendimento, isso é muito importante e gostaria que todos vocês compreendessem, de que Jesus Cristo é o Cordeiro pascal de nossa salvação perder-se, todo o cristianismo estará perdido. Se isso for perdido não restará fé cristã. Por isso, estamos aqui falando sobre a Páscoa. Ela é fundamental para dar sentido ao fato de sermos cristãos.

Agora, voltando ao nosso guia de estudo bíblico. O próximo capítulo, “A Festa dos Pães Asmos: Substituindo o Pecado Pelo Pão da Vida”. O dia seguinte à Páscoa é o começo de uma festa de sete dias conhecida como “Festa dos Pães Asmos”.

Ela é chamada de pão asmo porque quando os israelitas deixaram o Egito, eles estavam com tanta pressa que não tiveram tempo de fermentar o pão. E o fermento é que faz o pão crescer. Portanto, celebrar a Festa dos Pães Asmos significa comer pão bem achatado. Este é um pedaço de pão feito de centeio. Não é exatamente como o daquela época, mas é um pedaço de centeio sem fermento. Um pão bem liso. Não é exatamente o tipo que você compra na padaria, certo? E assim, por sete dias, e ainda hoje é assim na comunidade judaica, eles não comem pão fermentado durante esse período de sete dias.

Então, o que o pão asmo tem a ver com os cristãos? Gostaria de voltar ao que li agora há pouco. Vamos voltar a 1 Coríntios e ler novamente e refletir sobre isso. Vocês sabem que estamos falando de Jesus como a Páscoa, mas vamos pensar no que realmente foi dito aqui.

Paulo escreve: “Não é boa a vossa jactância. Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda? Lançai fora o velho fermento, para que sejais nova massa”. Aqui ele está conversando com uma igreja gentia. Ele está tratando com uma igreja gentia e usando o fermento como simbolismo. Eles entenderam, pois todos preparavam seu próprio pão. Eles sabiam o que o fermento fazia, por isso, entenderam. Mas Paulo está falando disso de uma forma personificada. Ele diz que você precisa ficar sem fermento “para que sejais nova massa, como sois, de fato, sem fermento”. Então, ele está dizendo que todos os cristãos dali precisam ficar sem fermento. “Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado. Por isso, celebremos a festa não com o velho fermento, nem com o fermento da maldade e da malícia, e sim com os asmos da sinceridade e da verdade”.

Paulo usa o fermento aqui como um símbolo de atitudes erradas e pecados, e diz que os cristãos devem se tornar ázimos. Assim vemos que aceitar Jesus como nossa Páscoa é apenas o primeiro passo. O primeiro passo desse grande plano representado nessas festas. Precisamos ter Cristo vivendo em nós para seguirmos o Seu exemplo. Jesus disse diversas vezes isso que está escrito no livro de João: “Você deve vir a Mim porque Eu sou o Pão da vida”.

É impressionante que Paulo diz a esses cristãos de Corinto, na Grécia, para celebrarem “a festa”. Agora, de que festa ele está falando?

É obvio que se refere à Páscoa e à Festa dos Pães Asmos. Paulo diz para uma congregação não judaica celebrar a festa. E lembre-se que isso aconteceu muito depois de Jesus ter morrido e ressuscitado.

Quando estudamos essa passagem de Paulo devemos refletir sobre como nos tornar espiritualmente asmos. Quero dizer, pensar sobre o que isso realmente significa. Precisamos ter Cristo vivendo em nós e lidar com essa tarefa impossível. Eu e você não conseguimos ter Cristo vivendo dentro de nós por conta própria. Como podemos fazer isso? Ou seja, como podemos vencer o pecado sozinhos?

E isso nos leva à próxima festa, e você a encontrará em seu guia de estudo. Ela é a Festa de Pentecostes: Os Primeiros Frutos da Colheita de Deus. Essa festa anual ocorre um pouco mais tarde, na primavera. Portanto, esta é a segunda das três temporadas festivas. Em Atos 2, encontramos os cristãos, os discípulos de Jesus Cristo, reunidos no Pentecostes. E Atos 2 diz que, quando chegou o dia de Pentecostes, eles estavam todos reunidos no mesmo lugar. E aconteceu algo extraordinário enquanto os cristãos estavam reunidos, os seguidores de Jesus Cristo. Lembre-se de que esses são Seus discípulos. Esses são Seus seguidores. E que isso ocorreu muito tempo depois da ressureição de Jesus. E aconteceu que eles estavam reunidos naquela casa e ouviram o som de um vento muito forte.

E quando começaram a ouvir esse impetuoso som de vento, eles se assustaram. E, de repente, o culto foi interrompido. Então algo que parecia língua de fogo pairou sobre cada um deles, e começaram a falar em outras línguas. Este foi o derramamento do Espírito de Deus profetizado no Antigo Testamento. E, quando receberam o Espírito de Deus, eles começaram a falar em outras línguas. Logo depois as pessoas correram até eles para perguntar o que estava acontecendo ali. E eles começaram a pregar-lhes o evangelho na língua nativa daquelas pessoas que os procuravam. Houve um grande milagre quando Deus derramou Seu Espírito sobre essas pessoas.

A Páscoa revela a verdade sobre o sacrifício de Jesus Cristo. A Festa dos Pães Asmos nos diz como devemos nos tornar, simbolicamente, asmos e ter Cristo vivendo em nós. Mas não podemos fazer isso sozinho. O que vemos aqui no Pentecostes é que Deus derramou Seu Espírito sobre a humanidade e que a igreja do Novo Testamento estava guardando esse dia. E esse mesmo Espírito está disponível para você hoje. Está disponível para os cristãos de hoje.

Será que você está começando a perceber que essas festas não são apenas dos judeus? Quantas vezes você ouviu pessoas dizerem que essas antigas festas eram apenas dos judeus? Mas elas são notavelmente cristãs e estão profundamente enraizadas no Novo Testamento. Cada festa revela um passo no plano de Deus para aqueles que respondem ao Seu chamado.

Gostaria de lembrar aos que estão assistindo que solicitem seu exemplar gratuito deste guia de estudo bíblico que estamos tratando hoje, e continuaremos a tratar no restante do programa.  Tudo o que você precisa fazer é acessar nosso site www.revistaboanova.org e pedir seu exemplar gratuito.

Agora vamos dar uma olhada nas festas outonais, pois o restante dessas festas está agrupado no outono.

A próxima é chamada de Festa das Trombetas. É interessante que, no seu guia de estudo, quando vamos ao tópico Festa das Trombetas, lemos a frase: “Um Ponto Crítico na História”. Mas, por que isso seria um ponto crítico na História?

As festas da primavera dizem respeito a Jesus Cristo e a Sua obra de nos conduzir a Deus. Elas são sobre a Páscoa e a fundação da Igreja do Novo Testamento. As últimas festas são sobre as profecias que ainda não foram cumpridas, mas que serão cumpridas por Jesus Cristo. Então, voltamos ao Novo Testamento.

Na antiga Israel, a Festa das Trombetas envolvia o toque de uma trombeta de chifre de carneiro. E aqui está um chifre de carneiro. E você pode imaginar o tamanho desse animal. Esse chifre é apenas de um lado da cabeça. E eles tocavam shofar nesse dia.

O que é interessante é que no Novo Testamento encontramos muitas profecias sobre trombetas e toques de trombetas. Na profecia do Monte das Oliveiras, Jesus Cristo fala sobre Seu retorno “com rijo clamor de trombeta”. O apóstolo Paulo disse: “Porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis…”.

O livro de Apocalipse menciona o toque de sete trombetas anunciando eventos que culminam na sétima trombeta, que configura o retorno de Jesus e a ressurreição de Seus seguidores.

Na Festa das Trombetas encontramos detalhes surpreendentes do papel de Cristo no julgamento vindouro.

A Festa das trombetas é seguida, dez dias depois, pelo Dia da Expiação. Há um capítulo inteiro em seu guia de estudo bíblico sobre o Dia da Expiação. E o título desse capítulo é “O Dia da Expiação: A Remoção da Causa do Pecado e a Reconciliação com Deus”. O que é interessante sobre o Dia da Expiação é o fato de que na antiga Israel, voltando ao Antigo Testamento, esse dia continha mais símbolos, rituais e mistérios do que qualquer outro Dia Santo anual. Ele era considerado o dia mais solene do ano.

Agora eu gostaria de dizer-lhes, pelo fato de haver tantas cerimônias no Dia da Expiação, é que vocês deveriam acessar nosso site e assistir ao programa intitulado “O Dia da Expiação e o Evangelho” para entender a importância do Dia da Expiação e o que revela o evangelho sobre esse o Dia da Expiação. A mensagem do evangelho. Porque não conseguiríamos cobrir todas as cerimônias desse dia apenas neste programa de curta duração.

Então, naquele programa, vocês verão que se tratava de dois bodes e que nesse dia havia uma cerimônia envolvendo os dois animais, que eram separados por Deus. Um era para Deus e o outro era levado para o deserto. Isso tinha a ver com a causa do pecado. E a causa do pecado é Satanás. Portanto, esse dia tem a ver com o afastamento de Satanás. E também tem a ver com Jesus Cristo como Sumo Sacerdote. Esse dia se concentrava no sumo sacerdote, que fazia um sacrifício a Deus pelos pecados do povo. Por todos os pecados do povo. Na antiga Israel, se o sacrifício do Sumo Sacerdote não fosse aceito nesse dia significava que Deus o havia rejeitado.

Permita-me ler algo aqui no livro de Apocalipse, capítulo 20, sobre o retorno de Cristo. E o que Ele faz? Esta é uma das primeiras coisas que Jesus faz depois de voltar. Aqui diz: “E vi descer do céu um anjo que tinha a chave do abismo e uma grande cadeia na sua mão. Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o diabo e Satanás, e amarrou-o por mil anos. E lançou-o no abismo, e ali o encerrou, e pôs selo sobre ele, para que mais não engane as nações, até que os mil anos se acabem”. Que coisa surpreendente! Satanás é o deus deste mundo, de acordo com Paulo. Isso explica a existência da maldade. Eu e você vivemos em um mundo mau, porque Satanás está governando este mundo. Então, Jesus Cristo vem e o prende por mil anos. Isso é parte do que aprendemos no Dia da Expiação. Isso é seu significado do Novo Testamento. Isso tem um significado futuro e profético.

Agora observe algo no que acabamos de ler. Depois que Satanás for preso, o próximo grande evento profético diz respeito ao período de mil anos, que é chamado de Milênio. Este é o único lugar na Bíblia onde descobrimos quanto tempo Jesus governará na Terra. Mil anos, um milênio. E é por isso que o próximo capítulo em seu guia de estudo é “A Festa dos Tabernáculos: Jesus Cristo Reina sobre Toda a Terra”.

Jesus Cristo está voltando para governar esta Terra. Exatamente como disse a Seus discípulos que faria. Há dezenas de profecias no Antigo Testamento que falam sobre o Messias reinando na Terra. Mas saiba que quando Ele voltar, não será como um bebê. Ele não voltará como ser humano.

O capítulo anterior ao que lemos agora em Apocalipse fala sobre Jesus prendendo Satanás. Ali fala sobre a Sua vinda e Seu retorno, como vimos na Festa das Trombetas, e isso é complementado no Dia da Expiação. Em seguida, Ele estabelece Seu reinado na Terra. “Vi o céu aberto, e eis um cavalo branco. O seu cavaleiro se chama Fiel e Verdadeiro e julga e peleja com justiça. Os seus olhos são chama de fogo; na Sua cabeça, há muitos diademas; tem um nome escrito que ninguém conhece, senão Ele mesmo. Está vestido com um manto tinto de sangue…” (ARA). Jesus Cristo é o sacrifício. É por isso que se não entendermos a Páscoa, seguindo as ideias desses supostos pastores cristãos, o cristianismo estará perdido. Ele não será mais cristão, porque não seguirá mais a Cristo. E aqui continua: “… e o Seu nome se chama o Verbo de Deus” (ARA). O Verbo é outro nome para Cristo. E segue dizendo: “Sai da Sua boca uma espada afiada, para com ela ferir as nações; e Ele mesmo as regerá com cetro de ferro e, pessoalmente, pisa o lagar do vinho do furor da ira do Deus Todo-Poderoso. Tem no Seu manto e na Sua coxa um nome inscrito: REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES” (ARA).

Sabemos que Jesus Cristo voltará usando uma coroa. Literalmente, o REI DOS REIS. Este é um tipo de coroa que um rei da idade média usava. Um rei da Idade Média não era apenas um governante, ele também era o comandante do exército. O rei era o líder do exército. Jesus voltará como governante e como Rei dos reis.

Essa festa de uma semana celebra o tempo em que Cristo trará paz e prosperidade para toda a humanidade. Ele vai erradicar a fome, acabar com todos os conflitos civis e religiosos e revelar a verdade do Supremo Deus.

Não haverá mais necessidade de exércitos porque Ele governará como Rei dos reis e Senhor dos senhores. Esta é a esperança e o desejo de todos os cristãos. E essa é a mensagem profética da Festa dos Tabernáculos.

Contudo, há mais um sábado anual que é mencionado na Bíblia e isso está no próximo capítulo de nosso guia de estudo. Ele ocorre logo no final da Festa dos Tabernáculos. No Antigo Testamento, ele é simplesmente chamado de Oitavo Dia. Mas há muito pouca coisa sobre esse Oitavo Dia no Antigo Testamento. Ou seja, se você acabou de ler o Antigo Testamento, você nem saberia dizer o que é o Oitavo Dia. Agora é interessante a explicação neste guia sobre esse dia, que é um dia de salvação. A Bíblia não ensina a salvação universal, mas também não ensina que todos os seres humanos já foram condenados por Deus e que eles não têm nenhuma esperança de salvação.

Para entender esse dia, o que precisamos fazer é analisar o livro de Apocalipse. O que acontece depois do milênio? Sabemos o que a Festa dos Tabernáculos representa. O milênio, é claro, significa um reinado de mil anos. Depois disso, temos um período chamado julgamento do Grande Trono Branco. E nesse Julgamento do Grande Trono Branco há uma segunda ressurreição. Você pode ler sobre isso nos capítulos 21 e 22 de Apocalipse.

Então, há o Julgamento Grande do Trono Branco, a segunda ressurreição e o afastamento definitivo de Satanás. Mas ele ainda ficaria solto por pouco de tempo. E então, acontece algo surpreendente. Vemos uma descrição de Deus Pai descendo para esta Terra com uma Nova Jerusalém. O próprio trono de Deus vem para cá. A humanidade não vai viver eternamente no céu, o Pai é que vem para a Terra, depois de Jesus Cristo. E aqui diz que Jesus entrega o Reino ao Pai. Portanto, o Oitavo Dia não pode ser compreendido se você não entender o Novo Testamento.

Essas não são apenas Festas do Antigo Testamento. Vamos agora recapitular um pouco o que estudamos até aqui sobre todos esses Dias Santos.

Vimos “A Páscoa: Por que Jesus Cristo Teve que Morrer?”. Bem, Jesus é a Páscoa. Jesus é a Páscoa. Ele é o cordeiro pascal. Sem esse substituto, eu e você não teríamos esperança de salvação porque continuaríamos mortos em nossos pecados e, pela lei de Deus, estaríamos condenados.

A Festa dos Pães Asmos denota que devemos viver uma vida sem fermento. O fermento do pecado precisa ser removido de nós. Isso significa que Cristo deve viver em nós. Adoramos e honramos a Jesus Cristo ressuscitado, e não a um Jesus Cristo morto. Mas como isso é possível?

Então, vimos A Festa de Pentecostes: Os Primeiros Frutos da Colheita de Deus. Nesse dia o Espírito Santo foi derramado sobre a Igreja. E, de todos os Dias Santos, esse é o dia mais impressionante. Ele é descrito detalhadamente no Novo Testamento. Pois é aqui que vemos o começo da igreja do Novo Testamento.

Também vimos a Festa das Trombetas, que retrata o retorno de Cristo para estabelecer o Reino de Deus nesta Terra.

O Dia da Expiação, e todos os seus rituais e sacrifícios incríveis, diz respeito a Jesus Cristo como Sumo Sacerdote. E nos informa como Satanás vai ser afastado para nosso bem, não apenas para o bem da igreja, porque o Dia da Expiação não é apenas para a igreja. Ele diz respeito a toda a humanidade. Toda a humanidade será reconciliada com Deus.

A Festa dos Tabernáculos. O reinado de mil anos de Jesus Cristo, e sem Satanás, trará paz e prosperidade a este mundo.

E então vimos o Oitavo Dia, onde temos o simbolismo de um Trono Branco. O Julgamento do Grande Trono Branco, onde haverá uma segunda ressurreição. Isso é o que diz Apocalipse 21 e 22. E como vimos, em Apocalipse 22, Deus trará Seu trono para esta Terra.

Esses dias são importantes. Para entender completamente o significado do Novo Testamento, sem dúvida, precisamos estudar sobre esses Dias Santos. E para entender esses Dias Santos, você deve observar todos eles.

Essas festas bíblicas deveriam estar na base do calendário cristão. Elas deveriam ser a maneira como os cristãos celebram a obra de Jesus Cristo. Eu sei que essa é uma afirmação controversa. Devemos celebrar Jesus Cristo através dessas antigas festas? Sim. Vocês sabem que tenho observado essas festas desde criança, e à maneira do Novo Testamento. E elas me ajudaram a ter um relacionamento mais íntimo com Deus e Jesus Cristo e também uma compreensão mais profunda do plano de Deus e uma expressiva esperança no futuro.

E Deus pode fazer a mesma coisa em sua vida.

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Muitos acreditam que as sete festas anuais de Deus são apenas ordenanças do “Antigo Testamento” e que elas não têm importância para nós hoje em dia. Mas esses Dias Santos foram observados pelo próprio Jesus, junto com Seus discípulos, e mais tarde pelo apóstolo Paulo e pela igreja cristã.

Este guia de estudo bíblico gratuito “As Festas Santas de Deus: O Plano de Deus Para a Humanidade” abrirá seus olhos para o incrível plano de Deus para a humanidade, e como ele é revelado pela celebração dessas Suas festas anuais.

Deus deseja que você conheça profundamente o significado espiritual da Páscoa, da Festa dos Pães Asmos, de Pentecostes, da Festa das Trombetas, do Dia da Expiação, da Festa dos Tabernáculos e do Oitavo Dia.

Cada dia santo desses prenuncia um aspecto único do plano de Deus para você.

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