Deus é Severo no Antigo Testamento e Amoroso no Novo Testamento?

Deus não muda

Por que Deus é severo no Antigo Testamento e amoroso no Novo? Então o caráter de Deus mudou? 

Transcrição

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Por que Deus é severo no antigo testamento e é amoroso no novo testamento? Em números 31, versículo 3, Lemos, falou pois Moisés ao povo dizendo, Armem-se alguns de vós para a guerra e saiam contra os medianitas, para fazerem a vingança do Senhor nos medianitas. E no versículo 7 diz, e plejaram contra os medianitas como o Senhor ordenara a Moisés e mataram todo varão. Em primeiro Samuel, capítulo 15, versículo 3, diz, Vai pois agora e fere a malec e destrói totalmente tudo o que tiver, e não lhe perdoes. Porém matarás desde o homem até a mulher, desde os meninos até aos de peito. E no novo testamento, Lemos, L. 6, versículo 27, Mas a voz que ouvisis digo, Amai os vossos inimigos, Fasei bem aos que vos aborrecem. Por que esta aparente diferença? Irmãos, a pergunta é acerca do caráter de Deus, No antigo testamento e o caráter de Deus, no novo testamento. Então vamos explicar, por que o caráter de Deus nunca muda.

Em Malacias 3,6 diz, Porque o Senhor não mudou. Em Hebreus 13, versículo 8, Lemos, Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e eternamente. Portanto, a questão não é que Deus era severo no antigo testamento e amoroso no novo, Deus sempre foi um Deus de amor, justiça e misericórdia e propósito. Mas ele expressa esses atributos de forma diferente dependendo da fase no seu plano de salvação e julgamento. No antigo testamento, Deus frequentemente agia diretamente como juiz, legislador e governador das nações, particularmente Israel. Os julgamentos que vemos em passagens como N. 31 sobre os medianitas e em Samuel 15 sobre os amalequitas não foram atos impulsivos de crueldade, mas execuções de julgamento divino longamente adiado.

Vejamos alguns princípios chaves. Esses princípios chaves nos ajudam a compreender estas passagens difíceis. Primeiro, estas nações não eram inocentes. Os medianitas e os amalequitas estavam profundamente enraizados na idolatria e moralidade sexual, sacrifício de crianças e violência. Estavam ativamente a trabalhar para destruir Israel espiritualmente e fisicamente. Estavam plenamente conscientes de poder e propósitos de Deus, mas resistiam-lhe a pertamente. Por exemplo, os medianitas deliberadamente levaram Israel ao pecado sexual à idolatria, como lemos em números 25. E os amalequitas atacaram os mais fracos e vulneráveis a Deus, como lemos em Deutronómio 25, 17 a 19. Além disso, Deus deu-lhes séculos de paciência para se arrependerem, antes do julgamento de Deus. Perdão, o julgamento que Deus executou nessa sociedade. A maleca foi julgada centenas de anos após os seus crimes originais, se comparar a êxodes 17, com primeiro Samuel 15. Ora, isso reflete a longanimidade da parte de Deus e não uma decisão emocional à pressa. O segundo princípio chave que desejo mencionar é que Deus como doador da vida tem autoridade sobre a vida e a morte. Esta é uma verdade fundamental. Deus é o Criador, é o Sustentador da vida e, portanto, tem o direito soberano de dar a vida e de atirar. Nós, seres humanos, não estamos moralmente qualificados para executar tais julgamentos para nossa própria autoridade. Mas Deus está qualificado e é justo. É por isso que estes comandos de Deus foram específicos, limitados e diretamente ordenados por Deus. Não foram permissões gerais para a violência. Sei que uma das questões mais difíceis é por populações inteiras, incluindo crianças. Ora, esta questão precisa ser abordada com cuidado e sobriedade. Lembre-se de que Deus vê além desta vida física. A morte nesta vida física não é o fim.

Aqueles que morreram serão ressuscitados. E o plano de Deus inclui uma oportunidade futura para a salvação, oportunidade que nunca tiveram. Em exíquio 37, versículo 1 a 14, é a secção do vale dos ossos recequidos. E vê-se aí que receberão o Espírito de s. Deus nesta resurreção. Em apocalipse 20, versículo 12, vemos esses ressuscitados, julgados e o livro da vida aberto. Assim, a morte física não é equivalente à condenação eterna. Todos viverão uma segunda vez. E aqueles que nunca souberam a verdade, então aprenderão a verdade que nunca souberam, serão julgados. E o livro da vida, o livro da vida eterna, será aberto. E poderão, por isso, receber a vida eterna no rei de Deus depois dessa segunda resurreção.

Irmãos, não é uma segunda oportunidade? É a primeira oportunidade. Pois nunca tiveram essa oportunidade. Notem também que Deus interveio para impedir que culturas se tornassem permanentemente destrutivas. Noutras palavras, para evitar que gerações futuras fossem criadas em sistemas de extremo mal. Deste modo, Deus evitou a repetição do que aconteceu antes do dilúvio. Isto é a humanidade inteira vir a chegar a um nível de tal corrupção que todos tiveram que ser destruídos, como lemos em Génacos 6, versículo 5 a 7. Nesse sentido, irmãos, o julgamento de Deus a essas sociedades também foi uma contenção de catástrofo moral e espiritual. Noutras palavras, foi um ato de manter algo muito prejudicial a todos sob control ou dentro de certos limites. Adicionalmente, Deus protegeu Israel de ser absorvido em práticas que eliminariam o plano de Deus. Quanto ao que é diferente no Novo Testamento, a diferença não é a natureza de Deus, mas o seu papel na cronologia do seu plano e seu julgamento. Cristo não veio para julgar o mundo? Não, ainda não. Porque Jesus Cristo disse em João 3 versículo 17, porque Deus não enviou o seu filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo através de Ele pudesse ser salvo. Esta era, era do chamamento, do arrependimento e graça. O julgamento mundo está temporariamente adiado, mas não está eliminado. Jesus Cristo virá na segunda vida para julgar o mundo. No entanto, é importante compreender que o julgamento ainda existe no Novo Testamento. Vejam o caso de Ananias e Safira em Atos 5, em que vê-se os avisos de julgamento final também, em Mateus 25 e Apocalipse 20. E no fato de que o próprio Jesus Cristo vai retornar como rei e juiz, Atos 19. Portanto, o Novo Testamento revela-me recorde primeiro, julgamento depois.

O ensinamento bíblico central que devemos abraçar é que amor e julgamento não são opostos. O amor de Deus inclui justiça, e a sua justiça é motivada pelo amor. Amor sem justiça leva ao caos.

E justiça sem misericórdia leva ao desespero. Deus equilibra perfeitamente ambos, o amor e a justiça. No Antigestamento, esse equilíbrio às vezes exigia julgamento nacional imediato. No Novo Testamento, então vemos uma enfatização ou uma importância sobre o arrependimento individual e a transformação espiritual de cada um de nós. Por isso, irmãos, recomendo três guias de estudos bíblicos que você pode baixar gratuitamente do nosso site. O nosso site é português.ucg.org e isso ajudará você a entender melhor o plano de Deus. E aborda em maior detalhe estes princípios. Primeiro guia de estudos que recomendo a você é quem é Deus. Este guia explica a natureza e o caráter de Deus, incluindo o seu amor e a autoridade como criador. Ajudando a você a ver que a justiça de Deus no antigo estamento flui do mesmo caráter amoroso revelado no novo estamento. O segundo guia de estudos que desejo recomendar a vocês é as crenças fundamentais da Igreja de Deus unida. Este guia delineia os ensinos centrais sobre quem é Deus, incluindo o seu amor, justiça e a lei, pecado e o julgamento. Estabulecendo uma função ou uma fundação importante para compreender porque Deus age como juiz, mas propanece consistente no seu corpo e no seu corpo. E o terceiro guia de estudos do Bíblico desejo recomendar a você que pode baixar no nosso site é a nova aliança. Embora focado na relação da antiga aliança, este dia também discute ou fala ou abrange a lei, a justiça e o julgamento a Deus, tanto no antigo como no novo Justamento, mostrando como o mesmo Deus administra o seu propósito ao longo da história. Então, irmãos, estes recursos lembrem-se, são gratuitos. E o juradarão a você é entender que a justiça e o julgamento de Deus refletem o seu carácter santo e não em consistência no seu amor. As ações de Deus no antigo Justamento incluindo julgamentos são parte do seu plano geral para a salvação e justiça. Expliquem também, estes dias de estudos, a justiça bíblica, o pecado e o plano abrangente a Deus, ajudando a conectar os julgamentos de Deus com os sumos ricórdia e amor. O mesmo Deus da amor no novo Justamento é revelado no antigo Justamento. O seu carácter não muda. Deixe-me resumir com esta prospetinha de Deus, Deus nunca é arbitrário. Ele é paciente, muito mais do que nós seres humanos. Quando o julgamento de Deus vem, vem após longo aviso. A morte física não nega a esperança futura. O objetivo final de Deus sempre foi a salvação e não a destruição. O que muda do antigo Justamento para o novo Justamento é a fase do plano de Deus e não o coração e caráter de Deus.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).