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O Valor das Consequências

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O Valor das Consequências

Por exemplo, suponha que um garoto chuta uma bola e quebra janela de um vizinho. Esperamos que tenha sido um acidente em vez de um ato deliberado de vandalismo. De qualquer maneira, o garoto deve ser responsabilizado por seus atos.

Em vez de eximir o filho de consertar a janela, dizendo que foi apenas um acidente e fazendo você mesmo o conserto, os pais sábios vão usar a situação como uma oportunidade para educar. Eles vão ensinar a seu filho que ele é o responsável, que vai precisar pagar (ou pelo menos ajudar a pagar) pelo conserto da janela e ir até ao vizinho para pedir desculpas sinceras pelo dano causado.

Pelo fato de ter que trabalhar para ganhar dinheiro para o conserto da janela e ter que pedir desculpas, o menino aprende sobre comportamento moral—assumir a responsabilidade por suas ações. Os filhos que nunca têm estas oportunidades de aprender crescem com um senso de direito egocêntrico—que todo mundo está lá para servi-los e que eles não têm responsabilidades para com os outros. A isenção de toda e qualquer consequência ao longo da vida de um filho é uma ótima maneira de prepará-lo para a desobediência civil e para a prisão. Também é uma receita certa para o sofrimento dos pais.

As chaves importantes que trazem benefícios aos filhos ao enfrentar as consequências também incluem certificar-se de que eles tenham idade suficiente para tomar decisões sábias, antes de dar-lhes opções (um erro frequentemente cometido pelos pais), dar-lhes a certeza que estão seguros em sua integridade física e, em seguida, deixá-los saber que um erro não é o fim do mundo. É algo que acontece com todo mundo e que saber tratar a situação com responsabilidade é uma lição importante.