Em Suas Próprias Palavras: Grandes Homens e Mulheres que Demonstraram um Grande Respeito pela Bíblia

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Grandes Homens e Mulheres que Demonstraram um Grande Respeito pela Bíblia

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Lorde Francis Bacon (1561-1626), conhecido como o pai do método científico, escreveu: “Há dois livros postos diante de nós para estudar e para evitar cairmos no erro: primeiro, o volume das Escrituras, que revelam a vontade de Deus, e depois o volume das Criaturas [a Criação], que expressam Seu poder”.

John Locke (1632-1704), o famoso filósofo inglês, escreveu: “A Bíblia é um das maiores bênçãos concedidas por Deus aos filhos dos homens. Ela tem Deus como seu autor; salvação é seu objetivo, e a verdade sem qualquer mistura é seu assunto. Ela é totalmente pura e sincera; nada mais, nada menos”.

O notável escritor e filósofo francês Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) escreveu: “A majestade das Escrituras impressiona-me com admiração, como, por exemplo, a pureza do Evangelho tem sua influência em meu coração. Mas folheie as obras dos nossos filósofos, com toda a pompa de sua dicção, como são ruins, como são desprezíveis, em comparação com as Escrituras! É possível que um livro que ao mesmo tempo é tão simples e sublime seja apenas obra do homem?”.

O brilhante professor catedrático e filósofo alemão Immanuel Kant (1724-1804) disse: “A existência da Bíblia, como um livro para o povo, é o maior benefício que a raça humana já experimentou. Toda tentativa de menosprezá-la é um crime contra a humanidade”.

O ilustre escritor alemão, poeta e pensador Johann Wolfgang von Goethe (1749-1832) disse: “A crença na Bíblia, fruto de profunda meditação, me serviu como guia de minha vida moral e literária . . . Foi meu capital investido com segurança e que me tem dado bastante interesse”.

O grande novelista, poeta e dramaturgo escocês Sir Walter Scott (1771-1832) escreveu: “O estudante mais instruído, intenso e diligente, em toda sua vida, não pode obter um conhecimento integral desse Volume único. Quanto mais ele se aprofunde em sua busca nessa mina, mais rico e abundante ele encontra o minério; uma nova luz continuamente brilha desta fonte do conhecimento celestial para orientar o comportamento, e esclarecer a obra de Deus e os caminhos dos homens; e, por fim, ele deixará o mundo confessando que, quanto mais estudava as Escrituras, mais convicto ficava de sua própria ignorância, e de seu inestimável valor”.

Daniel Webster (1782-1852), estadista norte-americano e líder político, disse: “Se mantivermos o respeito pelos princípios ensinados na Bíblia, o nosso país vai continuar prosperando”.

Horace Greeley (1811-1872), o famoso editor de um jornal do século XVIII e reformista, disse: “É impossível escravizar mental ou socialmente um povo que lê a Bíblia”.

William Gladstone (1809-1898), famoso primeiro-ministro britânico do século XIX, disse: “Tenho conheçido noventa e cinco dos grandes homens do mundo do meu tempo, e destes, oitenta e sete eram seguidores da Bíblia. A Bíblia é assinada com uma Especialidade de Origem, e uma distância incomensurável a separa de todos os seus concorrentes”.

Rainha Vitória (1819-1901), a monarca que mais tempo reinou na história britânica, declarou: “Esse livro [a Bíblia] é responsável pela supremacia da Inglaterra”.

Sir Winston Churchill (1874-1965), o grande primeiro-ministro britânico, estadista, historiador e escritor, disse: “Nós rejeitamos com desprezo todos esses mitos versados e trabalhados sobre Moisés ser apenas uma figura lendária. Acreditamos que a visão mais científica, e que a concepção mais atualizada e racionalista, encontrará sua satisfação plena ao considerar esta história da Bíblia literalmente”.

Isaque Newton (1643-1727), pai da física moderna e da astronomia: “Certamente, há mais traços de autenticidade na Bíblia do que em qualquer história profana [secular]”.

Wernher von Braun (1912-1977), considerado o pai do programa espacial americano, escreveu: “Nesta era de voo espacial, quando usamos as ferramentas modernas da ciência para avançar em novas regiões da atividade humana, a Bíblia—esta grandiosa e sensacional história da revelação gradual e do desdobramento da lei moral—continua sendo, em todos os sentidos, um livro atualizado”.

Muitos presidentes norte-americanos afirmaram a sua confiança na Bíblia:

George Washington (1732-1799), o primeiro presidente dos Estados Unidos, disse: “É impossível governar o mundo sem Deus e a Bíblia”.

Thomas Jefferson (1743-1826), terceiro presidente dos Estados Unidos, declarou: “Eu sempre disse e sempre direi que a leitura minuciosa do Volume Sagrado nos tornará melhores cidadãos, melhores pais, melhores maridos . . . a Bíblia cria as melhores pessoas do mundo”.

John Quincy Adams (1767-1848), sexto presidente dos Estados Unidos, escreveu: “Tão grande é minha veneração pela Bíblia que quanto mais cedo meus filhos comecem a lê-la mais confiante será a minha esperança de que eles provarão ser cidadãos úteis ao seu país”. Ele também declarou: “Meu costume é ler quatro ou cinco capítulos da Bíblia a cada manhã, imediatamente depois de levantar... Essa me parece ser a maneira mais adequada de iniciar o dia... Ela é uma mina de conhecimento e virtude de valor inestimável e inesgotável”.

Andrew Jackson (1767-1845), sétimo presidente dos Estados Unidos, disse: “A Bíblia é a rocha sobre a qual repousa nossa república”.

Abraão Lincoln (1809-1865), décimo sexto presidente dos Estados Unidos, declarou: “Eu acredito que a Bíblia seja o melhor livro que Deus já entregou ao homem. Toda a bondade do Salvador do mundo nos é comunicada através desse livro”.

Theodore Roosevelt (1858-1919), vigésimo sexto presidente dos Estados Unidos, declarou: “Um conhecimento profundo da Bíblia vale mais do que uma educação universitária”.

Woodrow Wilson (1856-1924), vigésimo oitavo presidente dos Estados Unidos, declarou: “Eu tenho uma coisa muito simples para pedir a vocês. Eu peço a cada homem e mulher aqui presente que a partir deste dia compreendam que parte do destino dos Estados Unidos América está na leitura diária deste grande livro [a Bíblia]”.

Harry Truman (1884-1972), trigésimo terceiro presidente dos Estados Unidos, disse: “A base fundamental do direito desta nação foi dada a Moisés naquele Monte. A base fundamental da nossa Declaração de Direitos vem do ensinamento que recebemos de Êxodo e São Mateus, de Isaías e São Paulo. Eu acho que não enfatizamos isso o suficiente nos dias de hoje. Se não temos a correta formação moral fundamental, acabaremos ao fim com um governo totalitário, que não acredita no direito de ninguém, exceto do Estado”.

Ronald Reagan (1911-2004), quadragésimo presidente dos Estados Unidos, disse: “Dentro da capa da Bíblia estão as respostas para todos os problemas que confrontam os homens”. E também declarou: “Das muitas influências que moldaram os Estados Unidos como uma nação e um povo inconfundível, nenhuma outra pode ser mencionada que tenha sido mais fundamental e duradoura do que a Bíblia”.