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Por Que Deus Permite o Sofrimento?

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O sofrimento não é um assunto agradável para se discutir, mas necessário.

A tecnologia nos contemplou um objeto de valor dúbio—a capacidade de ver pessoas sofrendo, ao vivo na televisão, através das notícias em quase qualquer lugar do planeta.

O autor e historiador britânico Paul Johnson escreveu acerca de um dos maiores dilemas teológicos da humanidade em seu livro Em Busca de Deus, dizendo: “Suspeito que o problema do mal tenha afastado da religião mais pessoas sérias do que qualquer outra dificuldade” (1996, p. 61).

O sofrimento mais difícil de compreender talvez seja aquele que parece surgir do nada e sem motivo aparente.

Hoje em dia, não está na moda acreditar que Satanás, o diabo, é um ser real.

Sigmund Freud atuava como conselheiro para livrar as pessoas de dificuldades psicológicas. No entanto, ele foi bastante honesto ao admitir sua ajuda era limitada. Ele confessou que “curava as misérias do neurótico somente para mostrar-lhe às misérias normais da vida” (Ernest Becker, A Negação da Morte, 1973, p. 271).

Theodoro Roosevelt, o vigésimo sexto presidente dos Estados unidos, se fortaleceu através de seu sofrimento. Ele era dotado de um raciocínio rápido e hábil, porém ele tinha a saúde frágil e sofria de asma aguda.

Raramente, queremos refletir sobre a morte—seja a nossa ou a dos outros. Quando morre algum ente querido nosso, sofremos—como deve ser.

No capítulo anterior vimos que Deus tem um propósito para nós, que vai além desta vida.

No Salmo 23, o rei Davi escreveu sobre andar pela “sombra da morte”. Provavelmente, isto é uma metáfora relativa às vicissitudes da vida em geral, contudo também pode se tratar de uma pessoa enfrentando a sua própria morte ou a morte de um ente querido.