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... Bom, deobotar-te, queres irmãos, aqui a Jorge Campos.
Foi Pedro, o primeiro Papa? Isto é uma questão da primazia papal. E eu estou a falar hoje acerca deste assunto para demonstrar um ponto importante, um princípio importante das igrejas. Uma das causas grandes de divisões nas igrejas, historicamente, tem sido o doutrina, diferenças doutrinais, ou casos de situações acerca de pessoas, isto é, pessoas que não foram tratadas bem, e realmente a causa, raiz causa deste problema, é acerca de quem é o esfão, quem é a pessoa no controle dessa igreja. E este caso torna-se ainda mais sério, quando juntam essas duas causas, isto é, fazem com que a situação desta pessoa estar a ser o esfão, ou de ser o esfão, fazem isso uma questão doutrinal. Isto é uma questão de governo na igreja. E por isso dizem que existe o que eles chamam uma estrutura governamental de Deus. Por isso, fazermos um estudo acerca desta causa principal, da falta de unificação nas chamadas igrejas cristãs, vai ser um ponto educacional para todos nós. E por isso nós hoje queremos olhar a este grande tropeço, digamos assim, de unificação na igreja. Isto é, queremos observar a este ponto principal de discórdia, em todos os diálogos ou conversas de unificação, sejam elas e comênicos entre a igreja católica e outras, ou seja, o que for. Por exemplo, usando o exemplo da igreja católica, os católicos veem-se que é necessário que os outros grupos cristãos reconheçam a autoridade papal, do Papa, para os outros não católicos, para se unificarem com a igreja católica, seria necessário eles satisfazerem essa necessidade, posta pela igreja católica. Por isso a primazia papal torna-se, digamos assim, um obstáculo principal no processo e comênico. Mas o princípio que eu estou a falar aqui, queridos irmãos, é que certas igrejas, como por exemplo, eu estou a dar o exemplo da igreja católica, mas certas igrejas dizem, para unificar com aquela igreja, esta pessoa tem que ser o chufão.
Eu estou a falar deste princípio, que certos grupos de igrejas veem que certa pessoa tem que ser o chufão. E se essa pessoa, esse ser humano, não for ser o chufão, não pode haver unificação. Não podemos estarmos unidos com outros cristãos, com outros grupos cristãos. Este é um princípio importante de compreendermos. A igreja católica baseia este princípio de supremacia papal, no princípio de que Pedro esteve em Roma e que Pedro foi nomeado por Jesus Cristo, como o chefe humano da igreja do Novo Testamento. E por isso estamos aqui a ver um princípio importante.
Na igreja católica, o caso é que um homem foi declarado como chufão. E hoje em dia o Papa é simplesmente uma sucessão deste homem. Certas outras igrejas cristãs hoje em dia têm o mesmo princípio. Este homem é o chufão. Os outros, para ver a unificação, as outras igrejas têm que concordar que este homem é o chufão. Então, vamos ver por isso aqui este princípio.
O princípio é que pessoas ou certos grupos ou certas igrejas querem uma certa pessoa, um certo homem, um certo homem físico, ao cima da igreja. E entendem que isso é o que é necessário. E chamam, então, a forma governamental de Deus. Por isso, é importante a nós vermos este princípio. Se, de facto, por exemplo, como a igreja católica diz, Deus, de facto, apontou Pedro como, digamos assim, o líder da igreja do Novo Testamento.
E, ao mesmo tempo, vermos-se, de facto, Pedro esteve em Roma. Porque os católicos dizem que Pedro esteve em Roma e que foi o bishpo de Roma. Para começar, então, esse estudo, precisamos ver, então, o que a Bíblia diz. O que a Bíblia diz? Não vamos ver o que fontes seculares dizem? Vamos ver o que a Bíblia diz. E vamos, então, começar, primeiro, a entender o oner que Pedro esteve durante este período de cerca de 25 anos, do qual a igreja católica diz que Pedro esteve em Roma.
Ora, a igreja católica diz que Pedro esteve em Roma, entre cerca do ano 41 d.C., a 66 d.C. Então, vamos começar o nosso estudo por analisando o Gálatas capítulo 1, versículo 18. Ora, Gálatas foi escrito a volta do ano 52 a 53 d.C., isto é, cerca de 20 e poucos anos, depois de Cristo, foi no ano 51 a 52, cerca de 20 e poucos anos depois de Cristo. E aí, Paulo descreve que ele tinha ido a Jerusalém para ver Pedro cerca de 14 anos, antes da Conferência de Jerusalém. Ora, a Conferência de Jerusalém, em atos 15, foi no ano 49, e diz que...
Paulo diz que ele foi ver Pedro a Jerusalém cerca de 14 anos antes disso. E se podem ver em Gálatas 1, versículo 18. Diz assim, de corrido os 3 anos, então, subia Jerusalém para avistar-me com Pedro, estes Cefas ou Pedro, e permaneci com ele 15 dias. E, por isso, vê-se aí inicialmente que Paulo, no ano de cerca de 35, era corrente, foi a Jerusalém para ver Pedro.
Por isso, nesse período, ano 35, era corrente, Pedro estava em Jerusalém. Depois, vê-se a situação de Atos 15. Atos 15 foi a conferência de Atos 15, se virarem aí, Atos 15, se faz favor. Foi no ano 49, era corrente, depois de Cristo. Isto é, o ano 49, visto que Cristo nasceu cerca do ano menos 4, ou 4 antes de Cristo, morreu cerca no ano 31, era corrente.
E, por isso, vê-se que no ano 49 teria sido cerca de, digamos assim, uns 18 anos, depois de Cristo ter morrido, na conferência de Atos 15. Então, lê-se aí, na conferência, por exemplo, em versículo 2, tendo a vida a parte de Paulo e Bernabé, contenda e não pequena discussão com eles, resolveram que esses dois, e alguns outros, dentre eles, subissem a Jerusalém, aos apóstolos e prosbíteros.
Isto é um fato histórico que foi no ano 49, era corrente. Ora, os católicos dizem que Pedro estava em Roma, entre 41 a 66, da era corrente, por 25 anos, entre 41 e 66. Ora, esta conferência foi no ano 49, e Paulo foi a Jerusalém para falar com os apóstolos e prosbíteros com respeito a esta questão, questão que eles tinham. Então, vence, por exemplo, no versículo 7, que houve um debate nessa reunião, digamos assim, nessa conferência, e Pedro tomou a palavra e vence que Pedro estava lá.
Paulo foi a Jerusalém e Pedro estava em Jerusalém. Por isso, Pedro não estava em Roma. No ano 49, estava em Jerusalém. Depois vejam também em Gálatas 2, versículo 11. Algum tempo depois da conferência do Actos 15, Gálatas capítulo 2, versículo 11, algum tempo depois disso, diz assim, quando porém Pedro veio à Antioquia, se faz isto é Pedro, foi à Antioquia, resistir-lhe face a face, porque se tornara repreensível. Ele corrigiu Pedro.
Pedro tinha ido à Antioquia, pouco depois da conferência da Actos 15, e foi lá visitar o Paulo. Claramente, Pedro não estava em Roma. Isto foi cerca do ano 50. O ensino católico diz que Pedro devia estar em Roma já por 10 anos, nesse período de 25 anos, já devia estar lá por 10 anos. Ou por quase 10 anos, e ele não estava lá, como se vê aqui. Depois, fez-se também aqui, por exemplo, em Gálatas capítulo 2, versículo 7 e 8.
Diz assim, antes pelo contrário, quando viram que o vagélio da incircuncisão me fora confiado, como a Pedro, ou da circuncisão. Pois, aquilo que operou eficazmente em Pedro, para o apostolado da circuncisão, também operou eficazmente em mim, para congentios. Vê-se aqui que Pedro tinha uma certa responsabilidade, dada por ele, mas que não era para ir para os gentios, que não era para ir aos que não tinham sido circuncisados. Ora, Roma era, de uma maneira geral, uma congregação gentia. Por isso, Pedro não podia estar em Roma. Agora, vejemos a carta que Paulo escreveu aos romanos.
Virem-se para a Ceboa Romanos capítulo 1. Romanos capítulo 1, a carta que Paulo escreveu aos romanos. Ora, Paulo escreveu esta carta em cerca do ano 57 d.C., uma vez mais, neste período, de 41 a 66, no ano 57 d.C.
Vejam aqui, Romanos capítulo 1, versículo 7, e assim. A todos os chamados de Deus que estáis em Roma, por isso estáis escrevendo esta carta aos chamados de Deus que estão em Roma, aos cristãos que estão chamados à Igreja de Deus que estavam em Roma, chamados para ser santos, graças a vós outros de paz da parte de Deus, nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo. Por isso, neste período, cerca do ano 57, ele escreveu aos romanos. Mas note, como ao fim desta carta dos romanos, no capítulo 16, ao fim, quando fechando esta carta, ele, então, envia ou manda cumprimentos a 27 pessoas. Fejam-nos romanos capítulo 16, versículos 3 até 16. Diz assim, Saudai prescili Aquila. Depois diz Saudai igualmente a Igreja que sobrevivem em casa deles. Saudai, meus queridos, Ipenutu. Depois Saudai Maria. Saudai Andrónico e Júnior. Saudai Ampliato. Saudai Urbano. E ele continua. E ele dá a Saudações a 27 pessoas que estavam em Roma. Isto é, no ano 57 da Era Corrente. Mas ele não menciona Saudações a Pedro. Esqueceu-se de dar cumprimentos ao pispo de Roma? Está claro que não. Porque se ele tivesse feito isso, estava em Sultaulo e certamente os leitores estariam chocados, que ele cumprimentava a todas as pessoas, mas não cumprimentava o pispo. Está claro que este é outra prova que Pedro não estava em Roma neste período de 57 da Era Corrente. Isto é, no ano 57 depois de Cristo. Vejamos também, por exemplo, em Atos capítulo 28, vence quando Pedro, perdão, quando Paulo, quando Atos 28, vence quando Paulo foi a Roma. Ora, Paulo foi a Roma, depois da terceira viagem, isto é, digamos assim, na quarta viagem, por que já era um prisioneiro. E ele então chegou a Roma. E vence aí, então, a Atos capítulo 28, versículo 16 a 20, que quando ele chegou lá como um prisioneiro, isto é, no ano 60 da Era Corrente, ano 60 depois de Cristo, que teria sido, durante o período, em que os católicos dizem que Pedro era o bispo de Roma, porque eles dizem que era bispo de Roma entre 41 a 66 da Era Corrente. E ele, Paulo, chegou lá como um prisioneiro, no ano 60 da Era Corrente. E ele, então, Paulo chamou os líderes da comunidade judaica em Roma para falar com eles, como vem aqui, em Atos 28, versículo 16, a 20. Diz assim, uma vez em Roma, foi permitido a Paulo morar por sua conta, tendo em que sua companhia e o soldado que o guardava, três dias depois ele convocou os principais dos judeus. E quando se reuniram, lhes disse, varãos e irmãos, nada havendo feito contra o povo ou contra os costumes paternos, contudo, vim preso deste Jerusalém, entregue-nos mãos dos romanos, os quais, havendo-me interrogado, quiseram soltar-me sobre a preliminar de não haver em mim nenhum crime, passível de morte, mas diante a oposição dos judeus, sentimos-me cumplida a apelar a César, não tendo eu porém nada que acusar minha nação.
Foi por isso que vos chamei, vos chamei vocês, os líderes judaicos aqui em Roma, para vos falar, ver e falar, porque é pela esperança de Israel que estou preso com esta cadeia, que é pela esperança, a esperança para o povo Israelita que é subscrito, que é por esta esperança que estou preso. Vê-se que é aqui que ele então chamou os líderes da comunidade judaca para falar com eles. E sim, eles vieram, como se vê, eles vieram. E vence aqui, no versículo 21, 22, disse-te, então eles disseram, nós não recebemos da judéia nenhuma carta que te dissesse respeito. Também não veio qualquer dos irmãos que nos anunciasse ou dissesse de ti mal algum. Com tudo gostaríamos de ouvir o que pensas, porque na verdade é corrente a respeito desta seita. Isto é dos cristãos, do cristianismo, que chamavam-me seita, que por toda parte é ela empugnada. Porque entre os judeus estão-se em mal dos cristãos, mas nós não sabemos que é isso, por isso fala-nos acerca disso. Minha pergunta é, se Pedro já estivesse em Roma, como bicho de Roma, há 20 anos, por um período de já 20 anos, porque lembra-se, isto foi no ano, quando Paulo chegou a Roma, foi no ano 60, era corrente, e eles dizem que Pedro devia ter estado lá desde o ano 41 a 66, por isso Pedro já estava lá praticamente há uns 20 anos. Então, como é que os líderes judaicos não eram familiares com os ensinamentos do que eles chamavam este, como diz aqui, desta seita? Como é que eles não estavam familiares com os ensinamentos dos cristãos? Simplesmente, isto demonstra que Pedro não esteve em Roma. Então, vejemos também o que Pedro, ele próprio, escreveu. E vejemos, então, a primeira epístola de Pedro, que foi escrita à cerca do ano de 66 da era corrente. Isto é ano 66 depois de Cristo. No ano 66 da era corrente, que isto é mais ou menos o período em que os católicos dizem que foi a parte final de quando Pedro tinha estado em Roma, como bispo de Roma. Aqui no ano 66 da era corrente, Pedro escreve esta epístola, que foi no período ou no ano em que Paulo tinha morrido. Isto é, no ano do martírio de Paulo, no ano 66 da era corrente. E vejam o que ele diz aqui no primeiro Pedro, capítulo 5, versículo 13. A falar dele diz, Aquel que se encontra em Babylonia também eleita voçalda, como igualmente meu filho Marcos. Pedro estava a dizer que ele estava em Babylonia. Ora, a Babylonia era onde os judeus tinham sido levados cativos. Os judeus, o reino do Sul, tinham sido levados cativos para a Babylonia. Alguns dos judeus voltaram para a Palestina, mas a maioria ficaram na Babylonia. E por isso um grande número de judeus, isto é, pessoas circuncisas, viviam na área da Babylonia. E por isso é que Paulo, perdão Pedro, como opóstolo aos circuncisos, aos judeus e israelitas, foi à Babylonia para falar com eles e ver se que ele não estava em Roma, mas estava em Babylonia, onde existiam, onde viviam muitos judeus, onde viviam uma grande comunidade judaica.
E, queridos irmãos, isto não é uma referência à Babylonia, à grande Babylonia ou à Roma. Não, isto era referência à terra da Babylonia, que se encontra em Babylonia. Por isso, queridos irmãos, a Bíblia vimos várias escrituras, vários pontos históricos, que durante este período, de cerca de o ano 41 a 66 da Era Corrente, isto é, depois de Cristo, nesses anos, que Pedro não esteve em Roma. E, por isso, vê-se que a Bíblia rejeita claramente esta tradição católica.
A tradição católica, uma vez mais, é que Pedro foi para Roma cerca de 10 anos depois de Cristo ter sido curcificado. Isto é, no ano 41 da Era Corrente. E, como vimos, isso não é correto. Outra parte desta declaração católica é que Pedro era o líder da Igreja do Novo Destamento. Isto é, baseado nisso, por isso Pedro foi o primeiro Papa. Mas, foi de facto Pedro, o líder da Igreja do Novo Destamento. Ou digamos assim, foi de facto Pedro, foi ele de facto, nomeado por Jesus, como o primeiro Papa, como o primeiro líder humano da Igreja.
A escritura que os católicos usam para provar esse ponto de que Jesus Cristo apontou Pedro como líder da Igreja do Novo Destamento, isto é como o primeiro Papa, a escritura que usam é Mateus 16, 18. Por isso, vamos ver, então, a Mateus 16, 18. Diz assim, também eu te digo, que tu, estes Pedro, e sobre esta pedra, edificarei a minha Igreja, e as portas do Inferno não prevalecerão contra ela.
Os católicos dizem que Pedro, Pedro, é esta pedra sobre a qual a Igreja será edificada. É isso o que esta escritura diz? Diz esta escritura de facto que Pedro foi o primeiro Papa? Ou, de outra maneira, de perguntar, será que Jesus, então, instituiu uma estrutura piramidal, um tipo de uma piramide, dentro da sua Igreja, com um homem, ao topo, ao cima, como esfão? Bem, um dos primeiros princípios do estudo bíblico, para entendermos a Bíblia, é que devemos de ler o versículo dentro do seu contexto. Então, vamos ler este versículo 18 de Mateus 16, dentro do seu contexto. O seu contexto começa no versículo 13, do capítulo 16.
Mateus 16, versículo 13. Diz assim, indo Jesus para os lados da Cisarea de Felipe, perguntou aos seus discípulos, quem diz o povo ser o filho do homem? Jesus Cristo perguntou aos discípulos, quem é que as pessoas dizem que eu, Jesus Cristo, sou? Quem é que as pessoas dizem que eu sou? E eles responderam bem, uns dizem que é João Batista, outros dizem que é Elias, outros dizem que é as Germias, e outros dizem às Algunes Prefectas. Então Jesus Cristo perguntou, mas vocês, mas vos, continuou-o-e-lhe, quem dizais que eu sou? Quem é que vocês dizem que eu sou? Então Pedro, Simão Pedro, respondeu, dizendo, tu és o Cristo, o filho do Deus vivo.
Versículo 17. Então Jesus lhe afirmou, bem-aventurado, a este Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue que te revelaram, mas o meu pai, que está nos céus. Vê-se aqui, foi uma confeção de fé, de Pedro. Pedro deu a sua confeção da fé, e a confeção da fé dele é aqui. Ele tinha fé, que Jesus Cristo, como ele diz aqui, Jesus Cristo era o filho de Deus vivo. Este foi a confeção de fé de Pedro. Ele deu esta confeção de fé. E este texto, no versículo 18, seguindo esta confeção de fé, Jesus Cristo respondeu assim, desta maneira. E imaginem que, pensem como Jesus Cristo tenha, talvez, gesticulado a Pedro.
E diz assim, também eu te digo, que tu, tu, Pedro, és Pedro, tu. E sobre esta pedra, edificarei a minha igreja. Tu és Pedro, mas sobre esta pedra, edificarei a minha igreja. Imaginem que a gesticulação de Jesus Cristo teria sido esta maneira. Porque, ao fim de contas, quando diz assim, também te digo que tu, Pedro, a palavra Pedro, no grego aqui, é Petros. Pedrinha. Tu, Pedro, tu, é uma pedrinha, é uma pedra.
Mas sobre esta pedra, no grego, é Petra. Petra, que é uma rocha. Sobre esta rocha, sobre esta, digamos assim, rocha angular. E edificarei a minha igreja. Algumas pessoas dizem, ah não, mas isto, eles estavam a falar em Aramaico e por isso não há esta diferença.
Mas o ponto aqui, isto foi escrito em grego. O novo testamento foi preservado para nós em grego e, no manuscrito, existe essa diferença. Tu, é uma pedrinha, uma pedra. Mas sobre, é Pedro, é uma pedra, uma pedra, um Pedro, é Pedro, uma pedra. Mas sobre esta rocha, Jesus Cristo apontando-se a si mesmo, edificarei a minha igreja. Jesus Cristo estava a responder à confinção de fé de Pedro.
A confinção de fé de Pedro foi, sim, eu acredito, que tu és Cristo, o filho de Deus vivo. E, então, Jesus disse, sim, foi o Pai que te deu esse conhecimento, mas deixemos-me dizer mais, deixemos responder à tua fé, que tu és uma pedra neste fundamento da igreja de Deus, que és uma pedra, como os outros apóstolos são pedras, no fundamento da igreja de Deus, mas eu, Cristo, sou a pedra angular da igreja de Deus que eu estou a fundar.
Jesus Cristo, então, digamos assim, complementou a confinção da fé de Pedro. Ora, deixem-me fazer uma outra pergunta. Foi isso, então, o que Pedro entendeu? Pedro, de facto, entendeu que ele, Pedro, era uma rocha, ou Pedro entendeu que Jesus Cristo era a rocha?
Ora, vejemos quando Pedro esteve a falar ao Sinédrio. Quando Pedro esteve a falar ao Sinédrio, depois de Cristo ter morrido, Pedro enfatizou que a igreja estava a ser edificada na rocha, e esta rocha era Cristo. Pedro entendeu que a rocha era Cristo, não era ele. Vejam comigo em Atos 4, 8 a 12. Diz assim, então Pedro, cheio do Espírito de Santo, lhes disse, esteve-lhe falando ao Sinédrio, autoridades do povo e anciãos, visto que hoje somos interrogados a propósito de benefício feito a um homem enfermo, e do modo por que foi curado, tomar conhecimento vós todos e todo o povo de Israel, de que, em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, a quem vós se exclui, e a quem Deus os suscitou dentro dos mortos? Sim, em seu nome, é que este está curado perante vós. Este Jesus é a pedra. Rejeitada por vós os construtoros, Pedro reconheceu que Jesus é a pedra. Rejeitada por vós os construtoros a qual se tornou a pedra angular. É a rocha pedra angular sobre o resto do fundamento da igreja que é construído depois sobre a pedra angular sobre os 12 apóstolos. E não há salvação em nenhum outro, porque, baixo do céu, não existe nenhum outro nome, dado entre os homens pelo qual importa que sejam os salvos. Por isso vemos que Pedro entendeu muito bem que Jesus Cristo era a pedra, a rocha, sobre a qual a igreja era edificada. Vejam também que 35 anos depois, cerca do ano 66 da Era Corrente, Pedro disse a mesma coisa. A sua ideia não se tinha mudado. Em 1 Pedro 2, 1 Pedro 2, versículo 4 a 8. Chegando-vos para ele, a pedra que vive, que este é Cristo, rejeitada sim pelos homens, mas para com Deus, eleita e preciosa. Também vos mesmos como pedrinhas, como pedras que vivem. Sons edificados, casas espiritual, para ser sacerdose e santo, a fim de oferecer sacrifícios espirituales, agredáveis a Deus por intermédios os Cristo. Pois isto está na Escritura, as que ponham em sião uma pedra angular, que é Jesus Cristo, que é esta rocha sobre a qual fundou a igreja de Deus. Uma pedra angular eleita e preciosa, e quem nela querer não será de modo algum e avergonhado. Para vós, portanto, os que quererdos é preciosidade, mas para os suscrentes, a pedra que os construtores rejeitaram, essa vai ser a principal pedra angular. Jesus Cristo, a pedra que os construtores rejeitaram, veio a ser a pedra angular, a pedra principal. Vemos que Pedro entendeu muito bem que ele não era esta rocha sobre qual a igreja seria fundada, mas que Jesus Cristo era rocha sobre a qual a igreja era fundada. Como vimos, da base do contexto, lendo o contexto e lendo o que Pedro entendeu, isso demonstra que a pedra sobre qual a igreja está ser edificada é Jesus Cristo e não Pedro. Outro princípio do entendimento bíblico é considerar todos os versículos a cerca deste assunto. E por isso existem mais versículos a suportar o ponto de que Jesus Cristo é a pedra angular. Vejam comigo se faz favor, começando primeiro em Lucas 22. Lucas 22, versículo 24 a 27. Lucas 22, 24 a 27.
Lucas 22, 24 a 27. Aqui vê-se que havia, digamos assim, um argumento, uma disputa, durante a própria noite da páscoa. Entre os apóstolos. Para saber qual deles era o maior. Qual deles era o esfão? Ora, se Jesus Cristo tivesse feito Pedro o esfão uns dias antes, ou uns meses antes, não haveria problema nenhum. Bastavas-os Cristo dizer, olha, o esfão é Pedro. Porque, diz assim, no versículo 24, Lucas 22, diz assim, sussistaram também entre si uma discussão sobre qual deles seria o maior. Qual deles seria o mais importante, o esfão? Mas Jesus lhes disse, Os reis dos povos dominam sobre eles e os que exercem autoridades são chamados para enfeitores. Mas vos não sois assim, pelo contrário, o maior, o mais importante, entre vós, seja como menor. Seja humilde, seja submisso, e aquele que diria isso, seja como que serve. Pois qual é o maior quem está à mesa ou quem serve? Proventura não é quem está à mesa, pois no meio de vós, eu sou como quem serve. Jesus Cristo era o maior de entre eles, e não era Pedro.
Jesus Cristo é a Pedra Angular. Vejam também em 1 Coríntios capítulo 3. 1 Coríntios capítulo 3, versículo 9 a 11. 1 Coríntios 3, versículo 9 a 11.
1 Coríntios 3, versículo 9 a 11. Porque de Deus somos co-opradores, lavoura Deus e difícil de Deus sois vós. Segundo a Graça de Deus, que me foi dada, lancei o Fundamento como Prudente Construtor.
E outro edifica sobre ele, porém cada um veja como edifica. Todos nós somos pedrinhas nesta construção da Igreja de Deus do Corpo de Cristo. Porque ninguém pode lançar outro Fundamento, ninguém pode lançar outra base fundamental, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo.
O Fundamento, a Pedra Angular, a Rocha Principal, é Jesus Cristo. Ele é o líder da Igreja. Vejam também, um bocadinho mais adiante, no capítulo 10, de 1 Coríntios. Recicle 1 a 4. Ora, irmãos, não quero que ignoreis que nossos pais estiveram todos sob a nuvem e todos passaram pelo mar, sendo, tendo sido, todos batizados, assim, na nuvem como no mar, com respeito a Moisés. Todos eles comeram de um só manjar espiritual e beberam da mesma fonte espiritual, porque pebiam de uma pedra espiritual que o seguia e a pedra era Cristo. A pedra é Cristo. Sobre esta pedra Cristo, edificarei a minha Igreja, foi que Jesus Cristo disse em Mateus 16, 18. Vejam também, no apocalipse capítulo 21, ao fim do livro diz assim, apocalipse 21. Diz assim, a moralha da cidade tinha 12 fundamentos. Isto é a Nova Jerusalém, tinha 12 fundamentos. Estavam sobre estes os 12 nomes dos 12 apóstolos do Cordeio. Os 12 apóstolos eram vistos como um grupo simbólicos da Fundação da Igreja, mas a pedra angular é Cristo. Sobre ele, os 12 apóstolos são parte do Fundamento da Igreja, os apóstolos e também os profetas. Vê-se aqui que Pedro não tinha preeminência sobre os outros apóstolos, mas que era igual aos outros. Até Paulo disse que a posição dele era igual a de Pedro. Vejam, por exemplo, em Galatas 2, versículo 6 a 9.
Diz assim, há aqueles que pareciam ter de maior influência, pois tinham sido outra hora, não me interessa, Deus não aceita a aparência de homem, e eu te digo que me pareciam ser uma coisa, nada me acrescentaram. Antes, pelo contrário, é quando viram que o evangelho da circuncisão me fora confiado como a Pedro da circuncisão. Ele compara-se numa posição de responsabilidade igual à de Pedro, embora não fosse um dos 12 apóstolos. As responsabilidades, coisas que tinham a fazer, a parte da obra que tinha a fazer, ele viu-se em posição semelhante à de Pedro. E, por isso, Paulo não reconeceu, vês aqui, que Pedro fosse o Xifão, porque, vês aqui que Paulo, vês igual a Pedro.
Queres e irmãos, vemos aqui por isso que os impostos não trabalharam numa hierarquia, mas, aliás, trabalharam como uma equipe, trabalharam como equipe juntos, trabalho de equipe. Vejam, por exemplo, em Atos capítulo 2, perdão, Atos capítulo 6, versículo 2. Atos 6, versículo 2, diz assim, então os 12 convocaram a comunidade dos discípulos e disseram, porque eles viram que havia a necessidade de terem diáculos, então os 12, não foi Pedro que fez essa decisão, foram os 12, como uma equipe, como um time, trabalharam como este time, como esta equipe, convocaram a comunidade dos discípulos e disseram.
E por isso, vê-se que trabalharam juntos. Irmãos escolheram entre vós e todos, e então agranteu, e no versículo 6, apresentaram-nos, por ano, os apóstolos e estes, os apóstolos, os 12, orando, les imposaram as mãos. Vê-se que os apóstolos, então, o conjuntamente, trabalhando como uma equipe, não foi Pedro, como o chifão, que fez uma decisão aqui. Pedro foi um deles, dos 12, mas trabalharam como uma equipe. Vejam que ele mais tarde, no capítulo 8, versículo 14. Diz assim, ouvindo os apóstolos que estavam em Jerusalém, que chamaram a receber a Palavra de Deus, os apóstolos que ouviram que a Samária tinha recebido a Palavra de Deus, através de Felipe, que tinha sido declarado como um diálogo, e então eles precisavam que o Ministro fosse lá para os impor as mãos, para poder receber o Espírito Santo.
Então, os apóstolos, o grupo de 12, enviaram Pedro e João. Os 12 decidiram enviar Pedro e João. Não foi Pedro que fez essa decisão, foi os 12 e Pedro submeteu-se, foi enviado pelos seus colegas. Vê-se aqui outro ponto, que Pedro não foi o esfão. Vejam também em Atos, capítulo 15. Isto foi na Conferência de Jerusalém. Atos, capítulo 15. Havia esta situação, e então diz assim no versículo 2, havia esta situação de que diziam que se não fossem circuncidados, não podiam ser verdadeiros cristãos, não podiam ser salvos.
Então, por causa dessa questão, tendo a vida à parte de Palha e Bernabé contendo, e não pequena discussão, veja aqui no versículo 2, resolveram que estes dois fossem, a Jerusalém, aos apóstolos e presbítulos, aos apóstolos e aos anciões. Foram aos apóstolos e aos anciões para fazer uma decisão. Não foi a Pedro para fazer uma decisão, foram aos apóstolos e aos anciões para fazer uma decisão conjunta, como um grupo, através, digamos assim, de uma conferência geral de anciões.
Houve uma conferência geral de anciões, e então estes anciões reuniram para fazerem esta decisão. Pois vem aqui no versículo 7, sim, houve um debate entre eles, falaram, houve um período em que Pedro falou, como lê-se aqui no versículo 7, Pedro tomou a palavra e disse, da da da, disse que tinha a dizer, e pois vence no versículo 12, e toda a multidão silenciou, passou a ouvir então a Barrabéia Paulo, depois foi Barrabéia Paulo que falou, que disse a sua parte da história, da da da, deu a sua parte da história.
E depois vence no versículo, e por isso vence que, que, que houve uma discussão aqui, uma conversa, nesta, nesta conferência, digamos assim, e discutiram isso. E depois chegaram a uma conclusão, e essa conclusão foi feita por, por Tiago, Tiago chegou à conclusão final, que vence no versículo 13. Depois que eles terminaram, falou Tiago dizendo, irmãos, a tentar as minhas palavras, e ele então deu a sugestão. Tiago, que talvez digamos assim fosse o chefe da mesa diretiva, daquele grupo, e então Tiago disse, olha, isto é minha sugestão, então todos eles concordaram com a opinião de Tiago, e então fizeram isso.
Vence que não foi a decisão de Pedro. Ora, não foi Pedro, então, um líder? Sim, Pedro era um líder. Era um líder, tinha uma personalidade dominante, e era um líder. Vejam, por exemplo, em Mateus 10, versículo 2.
Diz assim, ora os nomes dos 12 apóstolos são estes. Primeiro Simão, que era Pedro, por sobre o nome Pedro, e Andrécio e o irmão, pois Tiago, etc., etc., etc. Ele tinha uma personalidade dominante, e por isso muitas vezes ele era mencionado primeiro. Mas não queria dizer que ele fosse o apóstolo-chefa. Não quer dizer isso que ele fosse o esfão. Não quer dizer isso que ele tivesse sido nominado por Jesus Cristo. Para ser, para ter a autoridade, digamos assim, papal. Não. Sim, ela era uma pessoa de personalidade dominante. Mas ele foi esperado, ou esperavas, Jesus Cristo esperava, que ele se portasse ao opinião dos outros apóstolos. Trabalhasse com os outros e se portasse ao opinião dos outros. Vejam comigo, se faz favor, em Lucas 22, versículo 31 a 32.
Diz assim, Simão, Simão, eis que Satanás vos reclamou para vos peneirar como trigo. Eu porém roguei por ti para que o teu feno desfaleça. Tu pois quando te converteres, quando ficares convertido, porque ainda não és convertido, ainda tens o momento carnal, mas quando te converteres, fortalece os teus irmãos. Trabalha com eles, trabalha com os teus colegas apóstolos e ajuda-lhes a forçar, porque tens esta personalidade dominante, usa essa personalidade de maneira positiva para ajudar os outros irmãos. Não quer dizer que ele fosse o chefão, mas quer dizer que devia de usar essa, digamos assim, esse talento que ele tinha, de uma maneira positiva para encorajar os outros. Na verdade, em Mateus 16 18, onde estávamos a ler ao pouco, em Mateus 16 versículo 18, vemos assim, também te digo, tu és Pedro, isto é uma pedrinha, uma pedra pequena, e sobre esta rocha, este pedrão, que sou eu Cristo, disse-lhe, e de ficarei à minha igreja, depois de Jesus Cristo ter dito isso, pouco depois, vence que Jesus Cristo corrigiu Pedro de uma maneira muito forte, por causa de uma atitude incorreta que ele tinha acerca do sacrifício de Jesus Cristo que estava às portas. Vejam, por exemplo, no versículo 21 a 23. Desde esse tempo, começou Jesus Cristo a mostrar aos seus discípulos que era necessário seguir para o Jerusalém e sofrer muitas coisas dos anciãos, dos principais sacerdotes e dos escribas e de ser morto e ressuscitado no terceiro dia. E Pedro, falando-lhe à parte, começou a reprová-lo a Jesus Cristo, dizendo, teia compaixão, ti, senhor, isso de modo algum te acontecerá. Então, porque Pedro tinha esta atitude errada, entendimento errado, cerca de necessidade do sacrifemício de Jesus Cristo, do sacrifício de Jesus Cristo, Jesus Cristo voltou-se para Pedro e disse, a rede satanás, tu és para mim pedra de tetropesso, porque não cogitas das coisas de Deus e sim das dos homens. Vê-se que pouco depois Pedro foi corrigido fortemente. Vê-se aqui, queridos irmãos, que Pedro, sim, de facto, tinha uma personalidade dominante, mas Pedro não foi dado nenhuma autoridade de governar sobre as outras pessoas, de render alguma autoridade sobre os outros, alguma determinidade governamental, ou de julgamento sobre os outros.
Pedro foi um líder entre os apóstolos, sim, mas ele não tinha autoridade governamental ou autoridade de julgamento sobre os seus colegas. Ele foi muito respeitado, mas ele não era o apóstolo-chefe, ele não era o chefão. Jesus Cristo usou Pedro para pregar, para dar a pregação do grande primeiro sermão no dia de Pentecostes, como vem em Atos 2. Jesus Cristo usou Pedro para curar o homem coxo, a fora do templo, como lém em Atos 3.
Jesus Cristo usou Pedro para abrir as portas da fé aos gentios, como lém em Atos 10. Mas você não vê Pedro a dar ordens aos outros apóstolos no novo testamento, ou você não vê Pedro a enviar os outros apóstolos em certas missões, ou você não vê Pedro a prestar, a ter as outras pessoas sobre o seu domínio, ou a se assenhorar.
Não, não vemos Pedro em nenhuma destas posições. Mas vemos que, como vimos pelas escrituras aqui e pelo estudo bíblico que dí, vimos que, na Bíblia, vês que Pedro nunca foi a Roma. E vimos também que Pedro não foi o chefão na Igreja do novo testamento. Mas vemos que, entre os apóstolos do novo testamento, eles todos trabalhavam em equipe. Eles trabalhavam como se fossem uma equipe, como lemos, por exemplo, em Atos 15, versículo 2, que foram aos apóstolos e aos prosbítulos.
Na verdade, o próprio Pedro disse, vejam comigo, em primeiro Pedro, capítulo 5. O próprio Pedro disse o seguinte, primeiro Pedro, capítulo 5. Primeiro Pedro, capítulo 5, versículo 1, diz assim, rogo pois aos prosbitros que há entre vós. Sim, estou a rugar aos anciões, aos ministros que há entre vós, aos ministros da Igreja que há entre vós.
Eu, prosbito, como vós, como eles. E distimunha-se dos sufrimentes de Cristo, e ainda compartilha-se tanta glória e cá de ser revelada. Pastoriai o rebanho de Deus. Sejam pastores, sejam serventes. Tenham cuidado com o rebanho. Eu sou um prosbítro como vós. E depois vejam um carinho mais adiante, diz assim, rogo igualmente aos jovens. Isto é aos jovens ministros, aos novos ministros, aos ministros mais novos, aos jovens cedo, submissos, aos que são mais velhos. Outro sim, no trato de uns com os outros, singivos todos do humildade.
Como ministros, como anciãos, como prosbitros na Igreja. Singivos todos do humildade. Porque Deus resiste aos soberbos. Com tudo, aos humildes, concede a sua graça. Cristo e irmãos, vejam que Pedro sublinhou a importância de todos os anciões serem submissos uns aos outros. Não é que um seja um esfão, mas dentro da Igreja deus, precisam de sumeter uns aos outros e trabalharem como uma equipe.
O conceito de que há uma certa forma governamental de Deus, em que um homem está no topo, que um homem é o escofão, não é encontrado na Igreja do novo Justamento. Jesus Cristo lembrou-nos de como devemos de evaluar as situações e as pessoas quando há divisão. Ou seja o que for. Vejam que dizem que é Mateus 7. Como devemos de evaluar as pessoas e as situações? Mateus 7, versículo 18 a 20.
Diz assim, não pode haver a árvore boa produzir frutos maus? Nem a árvore má produzir frutos bons? Não dá a árvore que não produz bom fruto é cortada e lançado ao foco, assim pois, pelos seus frutos os conhecereis. Cris irmãos, vimos pela história das igrejas durante os centenas de anos atrás. Vimos que o resultado de preeminência de um homem sobre os outros na igreja causa e causou divisão.
Ter uma intenção de ser uma imprimidência sobre outros entre cristãos é uma fonte de controvérsia e divisão, é um mau fruto. É um mau fruto. Pois diz assim, pelos seus frutos os conhecereis. Vejam o que Cristo disse aqui em Marcos capítulo 10 versículo 41. Marcos capítulo 10 versículos 41 a 44. Diz assim, ouvindo isto, indignaram-se os 10 contra Tiago e João. Porquê? Porque um queria ser o chefão sobre o outro, um queria estar a lado esquerdo e outro a lado direito, queriam ser os fãos.
Mas Jesus, chamando-os para junto, se disse-lhe, Sabéis que são governadores dos povos, tenham-os sobre seu domínio e sobre eles os que maiorais isessem autoridade. Mas entre vós não é assim. Entre vós, entre vós anciãos, entre vós membros da igreja de Deus não é assim. Doutor contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós será esse o que vos sirva. Se quem quiser ser o primeiro entre vós será servo de todos. Cris irmãos, Jesus Cristo disse que precisamos nos submeter uns aos outros e servir uns aos outros.
O relacionamento que existia na igreja do Novo Testamento entre os apóstolos, entre Pedro e os outros apóstolos e entre Paulo também. Foi um relacionamento de trabalharem em equipe em vez de terem disputas sobre quem é que estava em autoridade. Sim, tiveram isso antes de Cristo morrer, mas uma vez que se arrependeram é ficaram verdadeiros cristãos. Entenderam que não deviam fazer isso. E, por isso, ver se na história da igreja do Novo Testamento foi uma de submissão de uns aos outros. Jesus Cristo é roxa, é a pedra angular, em cima de qual, ou da qual, a igreja é edificada. Jesus Cristo é o cabeça da igreja.
Não é nenhum homem. Não é nenhum homem chevão. Jesus Cristo é o cabeça. O caminho para a unidade e para a unificação e para a edificação da igreja. É através de coopera, cooperação e trabalho em equipe. Por exemplo, no corpo humano, cada membro, braço, mãos, pés, joelhos, juntas, articulações, seja o que for.
Cada membro, cada músculo, faz a sua parte para o bem do corpo. Nenhum deles é o chefão. Nenhum deles é o chefão. Todos eles se submetem à cabeça. Igualmente, no corpo de Cristo, que é a igreja de Deus. Todos nós nos devemos se manter à cabeça, que é Cristo. Tal como diz em Efésios 4, 16.
Diz assim, todo o corpo, debaixo de Cristo, o cabeça, é bem ajustado e consolidado pelo auxílio de toda junta, segundo a justa cooperação de cada parte, e fetua o seu próprio aumento para a edificação de si mesmo, em amor.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).