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Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, aqui, aos campos falando-vos da Sansanete.
Qual é a nossa grande finalidade para a vida? Qual é o nosso grande propósito para a vida? Hoje desejo-te falar acerca da maior objetiva, da maior finalidade que jamais poderia ter sonhado. O maior propósito e a razão de viver e o que é que podemos fazer e criar no futuro? Nem sempre atigimos os alvos e os golos e os objetivos que nós temos na nossa vida, nas coisas que desejamos poder e fazer, porque ao fim de contas somos o que somos, pessoas imperfeitas, mas o potencial de que podemos fazer e criar é um propósito maior que jamais poderia ter sonhado.
A nossa grande finalidade, o nosso grande propósito que Deus nos dá, é enorme. É a maior razão por que que vivemos? Sim, queridos irmãos, Deus tem uma finalidade, um propósito para toda a humanidade. No entanto, se estás enganado acerca desta razão, deste propósito, desta finalidade, se não sabes a nossa finalidade como seres humanos, então estarás enganado em todos os outros pontos da religião cristã, porque é necessário entender este ponto, é necessário compreendermos bem a finalidade, a razão, o propósito da nossa vida, por que é que nascemos?
Qual é a razão por que nascemos? Pois tudo, ao fim de contas, é como se fosse parte de um pacote, digamos assim, de uma coisa toda junta. E esta razão, este propósito, esta finalidade nossa nos dá coragem, nos dá forças e nos dá propósito à nossa vida.
Sim, nos encoraja, além do que nós possamos imaginar, para que possamos, por isso, por causa de termos conhecimento do propósito e razão por que vivemos, para que possamos vencer todas as dificuldades, todas as dores, todos os sofrimentos, todas as crises na nossa vida, nos nossos empregos, na nossa saúde e até mesmo na nossa igreja.
Pois, queridos irmãos, sim, porque através de isto tudo, através destas dificuldades, destas provas, destes testes, destes sofrimentos, Deus está a provar os nossos corações. E está-nos a fazer melhores pessoas. E, ao fim de conta, queridos irmãos, a recompensa não é para ser comparada com os sofrimentos e dores que temos hoje em dia. A recompensa é tão maior que nem é para ser comparada. Então, queridos irmãos, por que é que fomos criados?
Deus primeiro criou um jardim com a natureza em tal ordem perfeita, que era para dar ao homem, e está claro a mulher e a sua família, uma vida maravilhosa, uma utópia para o homem, a mulher e a sua família. Por que? Porque aquele tentinha e tem esta intenção? Vijemos, começamos a ler primeiro em Genesis 1, versículo 26. Aqui mesmo ele diz razão. Por que? Versículo 26 diz assim. Também disse Deus, façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança. Deus fez o homem à imagem de Deus, à semelhança de Ele.
Porque este é o propósito, esta é a grande finalidade, que foi revelada desde o início, para virmos a ser. Semelhante já a Ele, em imagem, em características, em atitudes, termos as mesmas atributos que Deus tem. Por isso Deus criou o homem à imagem de Deus. Mas por que? Sim, foi uma coração muito especial. Mas o que é que Deus estava a fazer? E sim, e por que Satanás estava lá? Se Deus estava a fazer um plano, uma grande finalidade para o homem, por que que Ele permitiu Satanás estar presente no Adam e tentar destruir este plano?
Como se o desencaminhar? Por que foi autorizado? Por que Satanás foi autorizado a estar lá? Sim, até falar com o próprio homem. Sim, uma vez mais. Por que foi autorizado? Por que Deus permite tanto sofrimento? Sim, por resultado, isto tudo é que houve sofrimento. Então, por que Deus permite isto? Como é que isto se encalha com o propósito de Deus? Como é que o sofrimento se encalha com o propósito de Deus? Sim, ou foi planeado? Tudo? Para deixar a autorizar Satanás estar ali, porque é parte do plano de Deus para nos desenvolver, para nos fazer melhores pessoas?
Ou então, não foi parte do plano? Foi uma coisa que Deus não tinha conhecimento, que não tinha autorizado? Claro que não foi, porque Deus está em supremo, absoluto, control, sobretudo. Deus está em absoluto control sobre o mundo, sobre as sociedades, sobre os países. Ele permite os líderes das vages e várias nações. Ele autoriza o que está a acontecer hoje em dia.
Ele... tudo que se passa no mundo está a andar de maneira que a grande finalidade de Deus seja, digamos assim, finalizada, seja executada. Então, como é que Deus permite o sufrimento? Como é que isto encalha com o propósito de Deus? E a violência que temos? Sim, a violência neste mundo, as tristesas, as doenças, doenças, as guerras.
O genocídio está a matar sem massa, a injustiça, a opressão de certos povos por certos líderes dessas nações para obter em poder sobre outros, para os subjugarem e as problemas, dificuldades que existem nas nações, nos países e até nas próprias igrejas. Queridos irmãos, se entende a razão do propósito que Deus criou a humanidade, isto é chave para isto tudo. Então, entenderás o resto, o que estas coisas todas significam. Como podemos entender o mundo à nossa volta, estas crises políticas, sociais, económicas, religiosas, isto tudo à nossa volta para a maioria das pessoas é um enigma.
Sim, para muitas pessoas no mundo aí, há umas contradiições enormes para essas pessoas, é uma dificuldade entender o que está a passar. Para essas pessoas, não consegue entender como é que pode haver um Deus que seja misericordioso de amor e ao mesmo tempo haver sofrimento e morte da maneira que há. Por que? Para as pessoas isto é um mistério. No programa de rádio, parece que foi ante-ontem, ouvi uma senhora a falar no rádio que estava a falar, uma senhora que tinha cancro. Aliás, tinha sido uma gravação, porque tinha sido uma gravação que tinha dito isso um ano antes, que já tinha falecido, mas nessa altura, quando estava a gravar e que foi tocado no rádio, parece que foi ante-ontem, quando eu ouvi.
A senhora já estava perto da morte, estava a dizer que não acredita em Deus. E disse francamente, disse, eu não acredito em Deus. Eu vi o meu filho, meu filho jovem, a morrer de uma maneira terrível. E agora eu sei que vou morrer. Porque estes sufrimentes, se há um Deus misericordioso e de amor, é impossível isto, disse ela.
Não acredita em Deus. E estava a perguntar como pode haver Deus, se isto tudo acontece. Como é que um Deus poderoso e amoroso permite isto tudo acontecer? Como é que Deus pode criar um diabo? As certas pessoas dizem, sim, Deus criou um diabo, por isso Deus não é bom, criou um diabo. Mas Deus não criou um diabo. Deus criou um ser com arbítrio livre, que decidiu seguir um caminho errado. Mas, por que que Deus autoriza isso? Por que que Deus deixa, continua a deixar esse ser a governar o mundo?
Por que? Por que que há maldade no mundo? Sim, parece haver muitas contradições. É mesmo um mistério, um enigma. E para muitas pessoas isto não encaixa. Não encaixa, porque não entende o propósito de Deus, o seu grande propósito, a sua grande finalidade. Que Ele tem para o homem um grande propósito. E Deus vai completar este plano-mestre, de uma maneira maravilhosa, que nem muitas pessoas entendem, que as pessoas não entendem, e que o mundo todo vai estar astónito, vai estar surpreendido, como Deus fez isto tudo.
As circunstâncias, por isso, queridos irmãos, há volta da nossa vida, debaixo destas condições que vivemos. Vivemos em condições difíceis. Alguns de nós têm condições financeiras que são muito apertadas, muito difíceis. Além disso, têm talvez alguns de nós condições de saúde, provas de saúde muito difíceis para eles, ou para familiares muito perto deles. Coisas de saúde muito difíceis. Para outras pessoas, têm problemas no emprego, falta de emprego, ou muito pouco ordenado, ou problemas ou dificuldades a se desenvolverem mais para poderem ter um melhor emprego. Outros encontram dificuldades com os patrões, ou encontram com dificuldades como, por exemplo, na igreja.
Vem dificuldades, vem situações. Isto de tudo torna-se muito esgotante, muito cansativo, muito debilitante a pessoas. E parece, estas pessoas, que isto de tudo não tem fim, que nunca sairemos destes predicamentos, porque estamos prisioneiros, somos como que sejamos escravos desta sociedade. Mas, queridos irmãos, se sabemos que Deus tem um propósito, tem uma grande finalidade. Se entendemos esta grande finalidade a Deus para conosco, então Ele te dará a Ti e a mim a nós individualmente. Um ânimo na vida. Por isso é muito importante, que Tu e eu e nós tenhamos um conhecimento bem claro, na nossa mente, predominante, na nossa visão, de qual é o grande propósito de Deus para nós. Precisamos de compreender bem a grande finalidade a Deus para nós, porque é que Deus nos criou, porque isto nos vai dar coragem.
Deixe-me dizer, neste ponto, que isto é uma matéria muito grande, para entender todas as ramificações, e por isso hoje só vou tocar em certos pontos. Mas é importante entendermos o que Ele está a fazer para termos esta visão mais clara, e é muito importante, porque precisamos sempre ter-as nas nossas mentes bem claras, a esta visão. Isto é o seu propósito para o homem e para a mulher, está claro? Porque? E como é que Ele está a executar, a fazer este propósito, a realizar este propósito?
Isto, queridos irmãos, então nos vai dar ajuda nas nossas vidas. Para vivermos nos dias a dias à frente, porque, queridos irmãos, deixem-me vos dizer sinceramente, que este mundo vai ficar muito pior.
Vivemos no mundo muito perigoso. Como Paulo disse em 2 Timothy 3, 1, fizemos aí brevemente, se faz favor, 2 Timothy 3, 1.
Diz assim, sapós porém isto nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis. Esta é a tradução em português, mas em certas outras tradições diz que há um período, não só difícil, mas perigoso. É traduzido esta palavra difícil como perigoso. Vivemos no mundo em que os homens são egoístas, avarentos, e então aí descreve uma quantidade de características da humanidade e dos homens, que só estão interessados em si próprios. E por isso vivemos no mundo perigoso em que pessoas que não tenham muito poder, muita posição da autoridade, tenham um poder enorme. Através da internet ou através de coisas, podem fazer grandes, digamos assim, problemas à sociedade. Pessoas com pouco poder. E por isso vivemos no mundo muito perigoso, no mundo perverso, num século mau. Vejam se faz chegou comigo em Galatas 1, versículo 4, diz assim. O qual se entregou, assim mesmo, pelos nossos pecados, para nos desarraigar deste mundo perverso. Segunda vontade de nosso Deus Pai. Vivemos no mundo perverso, no mundo, num século mau. É o onde vivemos hoje em dia. E por isso, queris irmãos, Deus começou a revelar o que ia fazer no início do Novo Testamento. Sim, Deus começou a revelar o que ia fazer no início do Novo Testamento. Fijamos, brevemente aqui, em Lucas capítulo 1, que tem, cronologicamente, digamos assim, o primeiro... Os acontecimentos que abriram, ou que se encaminharam, para toda a história do Novo Testamento e que esta história do Novo Testamento se desenvolveu. Para o que chamamos a nova aliança e esta nova aliança, que é a nossa esperança, a nossa grande finalidade através desta nova aliança. Mas vejemos, em Lucas capítulo 1, e vamos ler daqui a pouco, no versículo 76 e 77, mas deixe-me falar um pouco acerca de Lucas capítulo 1, dizer o que se passa aqui, para não estar a ler o capítulo todo. Vemos aqui o anjo Gabriel a falar as acrias, porque as acrias servia no templo, e estava a servir no seu turno, haviam 24 turnos, e as acrias veio a ser o pai do João Batista, que o João Batista que ia indicar, ou preceder, ou vir antes do Messias. E João Batista pregou o arrependimento de pecados que as pessoas tinham feito, através do batismo, para redimir, para pagar por esses pecados. Perdão, mas o que o João Batista estava a dizer, o que as pessoas, a primeira coisa que as pessoas tinham que fazer, é que tinham que se arrepender. Isto é, voltaram-se dos seus pecados, e então, quando se voltavam desses pecados, isto é, paravam, mudavam a maneira de viver, paravam de ter esses pecados, e então seriam perdoados. Seriam perdoados, isto é, não só espiados, isto é reparados, ou indiminizados, pela lei, mas seriam perdoados. Então, vejemos, então, quando o bebê nasceu, o menino, então o pai, ou os acrias, debaixo da inspiração do Espírito Santo, disse o seguinte, no versículos 76 e 77. O menino será chamado profeta do Altíssimo. Está a falar ao João Batista, porque precederás o Senhor. Isto é o Messias, que é Jesus Cristo, preparando-lhe os caminhos para dar ao seu povo conhecimento da salvação no redimilo dos seus pecados. Para dar ao seu povo conhecimento da salvação no redimilo dos seus pecados. O que João ia pregar é uma coisa diferente do que tinha dito, sim, dito anteriormente. Vijamos aqui um pouco mais à frente. No capítulo 3, versículo 1, aqui nos dá uma data, digamos assim, uma maneira de datar e, quando isto aconteceu, porque diz assim, no décimo quinto ano do Renado de Tiber e César, sendo Ponsio Pilates do Venerador da Judeia, Irodes da Traca da Galileia, o seu irmão Felipe da Traca da Região da Itureia, e Traconiches e Lisânias da Traca de Abilém, e isto é, dá na data, quando isto foi.
Sendo o sumo César Doth ananás e Cáfaz, veio a palavra de Deus a João, filho de Zacarias do Deserto. Vemos aqui onde Deus estava, estava no Deserto. E diz assim, versículo 3, Ele procurreu toda a circunvisingança do Jordão pregando batismo de arrependimento para remissão de pecados. Batismo de arrependimento para perdoar os pecados. Como diz isto, é uma coisa nova, não é? É uma coisa diferente do que faziam anteriormente. Porque os judáicos, nessa altura, tinham uma tradição, já tinham começado uma tradição, de ter um batismo, e um banheiro de água fresca, onde as pessoas podiam ir lá, por si próprias, e depois de se submergerem, e isto é, depois de se lavarem, ter as submersas nesse banheiro, ir ao local da duração, e isso então chamavam os banheiros de limpeza, e porque tinham feito esta limpeza, através deste batismo, era um batismo, digamos assim, de limpeza, de, digamos assim, de para limpar. Não era feito uma só vez, como entendemos hoje, o batismo, porque somos batizados uma vez, é o nome do pai, do filho e do Espírito Santo, mas, João, agora, quando veio, estava a dizer a eles uma coisa diferente, foram batizados, no batismo de arrependimento, para perdoar os pecados. Uma coisa diferente do batismo, digamos assim, da lavagem que eles tinham, e apontava o perdoar aos pecados, que, digamos assim, era um simbolismo, que apontava o que Jesus Cristo, Messias, ia fazer.
Não é que Deus simplesmente, teria perdão, por arrependimento e batismo. Não é simplesmente arrependimento e, iam para água e seriam perdoados, mas era simbólico de que o próprio Messias, Jesus Cristo, morreria com... sacrificando a sua vida, pagando pelos nossos pecados, e, por isso, o batismo seria um simbolismo de morrermos como Cristo, e vivermos uma vida nova, de uma maneira diferente, porque íamos sido lavados simbólicamente, pelo sangue de Cristo. Por isso, João referia-se àquele que viria depois dele. Vigemos, então, no versículo 16. Diz, assim, Diz-se, João, a todos, Eu, na verdade, vos batizo com água, mas vem o que é mais poderoso que eu. Este é Jesus Cristo, do qual não sou digno de desatar-lhe as Correias das Sandalhas.
Eu, não é? Eu sou muito inferior. A Jesus Cristo está aqui, o João Bataí está a dizer. Eu não sou capaz de fazer o que este homem vai fazer. Jesus Cristo, como o homem que vai fazer. Eu nem sou capaz de desatar os seus sapatos, digamos assim.
Ele está claro, não deu detalhes do que Jesus Cristo faria, mas referiu, apontou, a Jesus Cristo, ao Messias, e disse que ele morreria por esses, ou por esses pecados, que diz assim, e do qual não sou digno de desatar as Correias das Sandalhas, ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo.
Por isso, o sangue de Jesus Cristo nos purificaria, nos limpa dos nossos pecados. Podemos ler isso, em primeiro João, primeiro João, capítulo 1, versículo 7, diz assim, se perém, mandarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu filho, nos purifica de todo o pecado. Ele estava a zero, o sangue de Jesus. A lavagem, é o que nos purifica de todo o pecado, é o que o batismo simbolizava. Por isso, o João Batista estava a falar aqui de algo novo que ia acontecer, algo bem diferente. Vigemos então, continuando, quando estávamos a ler, em Lucas 3, estávamos a ler aqui, o que o pai, perdão, o João Batista, começou a fazer em Lucas 3, versículo 6.
Vigemos aí, Lucas 3, versículo 6.
Porque ele estava a falar, vamos começar a ler, do versículo 3, pregando o batismo de arrependimento da missão de pecados. Isto é, João Batista, percorreu a vizinhança do Jordão, dizendo, conforme está escrito, nos palavras do profeta Isaías, a voz que clama no deserto, prepara-me, Camino Senhor, enretei as vossas varedas, todo vale será aterrado, enivelados todos os nomes e montes e auteiros, os cabinhos torturosos serão rectificados e os escaprosos aplanados, e toda carne verá a salvação. Isto é um ponto novo. Toda carne verá a salvação. Isto é bem diferente. Porque notem, o povo de Israel esperava a salvação em forma de serem libertados dos seus inimigos, por exemplo, dos romanos. A salvação do ponto de vista do antigo justamento era uma libertação da nação dos inimigos.
Podia ser uma pessoa era salva, libertada, desse tipo de calamidade, ou maldade. Mas aqui o João Mateus está a dizer e toda a carne. Ora, toda a carne significa não só os realitas, todo mundo. Por isso, não é só uma salvação, ou libertação física, de um povo, de outro povo, porque tem que ser toda a carne, porque se fosse só os Israelitas seriam salvos, por exemplo, dos seus inimigos. Mas quando isto toda a carne, então fala não só dos Israelitas, mas dos inimigos também, toda a carne, se verá a salvação. Por isso é mais do que uma libertação física.
E o que é que afeta todas as pessoas, mais cedo ou mais tarde? É a morte. E por isso é uma salvação da morte. E por isso diz assim, e toda a carne verá a salvação de Deus. Por isso vemos a salvação aqui no Novo Testamento, uma coisa completamente, não é só a salvação de Israel, mas é a salvação de Deus.
Sim, como vemos antes deste período, Deus trabalhou através de uma nação, que seria diferente às outras. Doce tribos de Israel, e se obtecessem a Deus, seria uma nação diferente, especial.
Mas isso era simplesmente, digamos assim, um antecedente da maior realidade, da maior finalidade, da grande finalidade, que é um povo de Deus mundial.
Porque estamos a falar aqui, a finalidade de Deus não era só uma nação física, mas é uma nação espiritual. Por isso Israel era simplesmente um simbolismo, um antecedente, apontando para o grande plano, a grande finalidade de Deus, que é eventualmente ter uma nação espiritual. As pessoas, por exemplo, é nações israelitas hoje em dia. Digamos assim, sabemos que as nações israelitas, no grande significado da palavra israelita, que é mais do que as pessoas judacas, mas as pessoas da Ifraim, Manassez e outras, que incluem nações como a Inglaterra e a América.
Muitas dessas pessoas podem glorificar-se ou gabar-se de certas bênções, ou de certas liberdades que tiveram ou que receberam, mas são simplesmente por causa das promessas que foram feitas a Abrão. E estas são simplesmente uma indicação, um simbolismo da maior finalidade que haverá na nação espiritual. Por isso, estas bênções que as nações receberam, as nações israelitas receberam, são um tipo, simplesmente, das bênções ainda muito maiores que Deus faria a uma nação espiritual. Uma menção que o povo de Deus vai receber no futuro na nação espiritual. Vejam comigo, se faça a vôr, em primeiro Pedro, em primeiro Pedro, em primeiro Pedro, capítulo 2, versículo 9. Vós porém, sóis, raça e leita. Sóis, raça e leita.
Sons um povo de uma raça especial e leita. Sacerdose real, nação santa. Povo de propriedade exclusiva de Deus. Afim, de proclamar as virtudes daqueles que vos chamou das trevas. Para a sua maravilhosa luz. Fomos chamados das trevas, da escuridão, da escuridão deste mundo. Neste mundo onde vivemos. Não de uma nação, de uma raça, sim, não somos de uma raça, de uma raça. Seja, somos chamados da escuridão deste mundo. Isto é, seja qual cor, seja qual raça que nós sejamos.
Somos chamados e somos eleitos para esta raça especial, para esta nação santa. Por isso não eram só os judeus. Mas eram os judeus sim, mas outros, além dos judeus. Os judeus também. Chamados para uma finalidade especial, algo bem diferente do que era compreendido no antigo testamento. Por que? Para hertarmos a vida eterna, que é mencionada uma e outra vez constantemente no novo testamento. A vida eterna, no reino de Deus? Sim, não é no reino de Israel. Só de Israel, no reino de Deus. Por isso estamos a falar aqui, continuando no versículo 10. Um p. 2, versículo 10.
Vosso sou e sim que, antes, não éres povo? Sim, vocês não eram numa raça, porque são certas pessoas que são brasileiros, certas pessoas são de Portugal, certas pessoas são anulanos, certas pessoas são americanos, certas pessoas são italianos, certas pessoas são ingleses, certas pessoas são espanhais, certas pessoas são argentinos, certas pessoas são australianos, etc. Porque não eram um povo, porque eram dessas nações todas, mas foram eleitos, foram chamados, chamou das trevas, como lembramos, mas vosso sim que, antes não eram um povo, mas agora sois povo de Deus.
Não eram uma nação física, como a nação física de Israel, mas são agora estas pessoas chamadas e leitos, chamadas da escuridão, esta raça e leita são povo de Deus, que não tínhais alcançado-me recórria, mas agora alcançaste-me recórria. Continuar no versículo 11. Amados, exórtivos como pregrinos e furasteiros. Se pregrinos e furasteiros, por quê?
Porque não teremos, como cristãos, não temos uma pátria. Como cristãos, a nossa pátria não é Portugal, não é Brasil, não é Itália, não é América, não é Espanha, não é Angola, não é Monsambique, não é Japão, não é China, não temos pátria. Não temos terra-pátria, digamos assim.
Porque somos pregrinos e furasteiros queções. A igreja, queridos irmãos, não tem território específico. Sim, não há um país que seja o país da igreja de Deus. Não. Somos pregrinos e furasteiros. Mas tal como qualquer nação, qualquer país, tem certas guerras a batalhar. Sim, o Brasil tem suas dificuldades, tem suas lutas, tem suas coisas.
Também tem Portugal, vejam o Estado História que lutou, houve guerras, houve certas guerras e certas coisas que tiveram que lutar. Nós, como uma nação cristã, como uma raça eleita o povo. De Deus, também temos certas guerras a lutar, que diz assim. Continuando a ler no versículo 11. E vos amester-les de paixões carnais que fazem guerra contra a alma.
Isto é a nossa guerra, queridos irmãos. Temos uma guerra. Temos que lutar. Temos que lutar com o que? Não é contra as pessoas? Não temos que lutar com o irmão ali, com o nosso vizinho à esquerda ou à direita, ou com a pessoa da maneira que ele guia o carro? Esta não é a nossa luta.
Não é contra as pessoas. Não é contra outros irmãos na igreja, ou contra este ministro, ou aquele ministro, ou coisa assim. Não é a nossa luta, não é a nossa guerra, irmãos. Temos que lutar contra as paixões carnais.
Seja quem nós, sejamos, queridos irmãos, temos que lutar contra paixões carnais. Queridos irmãos, se eu sou o ministro, também tenho que lutar contra paixões carnais. Se eu tenho sido o ministro, lial por 10, 20, 30, 40, 50 anos, também como o ministro, tenho que lutar contra paixões carnais. Não sou isento nisto. É uma guerra contínua. Por isso temos que fazer guerra com estas paixões carnais que tentam destruir a nossa vida. Vida!
Queridos irmãos, é uma guerra de vida e morte. Que guerra é esta? Vejam comigo brevemente. Vamos voltar aqui a Pedro, mas vejam... Por isso mantenham um dedo, uma marcação aqui em Pedro, mas vejam brevemente em 1 João, 1 João capítulo 2 versículos 15 e 16. Não ameis o mundo, nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pá não está nele, porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, isto é a natureza humana, a concupiscência dos olhos, isto é, digamos, a vontade de agradar a vista, a agradar os olhos, a soberba da vida, o orgulho da vida. Estes são os paixões da carne que temos que lutar, porque estas coisas estão a tentar destruir a nossa vida. Luta contra a concupiscência da carne, com a natureza humana, contra a vontade da vista e de ver certas coisas, o orgulho da vida, se é o que temos que estar a lutar constantemente. Então, continuamos, então, em Pedro, onde estávamos há pouco, em Pedro 2, e vigemos, então, continuando a ler no versículo 12. Mantendo exemplar o vosso procedimento no meio dos jeitinhos, mantendo um bom exemplo à frente das pessoas, com quem que vocês trabalham, com quem onde vocês vão para um emprego, para onde vocês vão, para que, naquilo que falam contra vós, outros como malfeitores, observando-vos, em vossas boas obras, glorifiquem a Deus no dia de visitação. Glorifiquem a Deus no dia de visitação. Compreendem isto. Essas pessoas, à volta de vocês, vão glorificar a Deus no dia de salvação. Por quê? Porque não estão chamados hoje. Nós somos chamados hoje. Sim. Diz-nos, chamou das trevas. Somos uma raça eleita. Somos chamados, como lemos, em versículo 9. Mas diz assim, essas... temos de ser um exemplo à frente dos gentios, à nossa volta. Isto é as pessoas no mundo. Para que glorifiquem a Deus no dia de visitação. Isto hoje não é o dia de visitação. Por isso nem todos vão receber esta chamada. Esta chamada agora. Nós somos chamados agora. Mas as outras pessoas verão o teu último exemplo, o vosso exemplo. As pessoas vêm. Diz-nos, não haver. Tenha uma certa associação contigo. Por exemplo, no teu emprego, ou na igreja, ou na maneira de conduz-os, quando vais trabalhar, da maneira que guias, que a maneira que falas com eles. Todas as pessoas têm uma associação contigo. E tis estão a observar. E tis estão a ver como vives de uma maneira diferente. Não compreendem. Mas um dia vão glorificar a Deus, nesse dia da visitação.
Continuando no versículo 13. Sujeitá-vos a toda instituição humana. Cris irmãos, isto é um ponto importante. Temos que nos sujeitar por causa disto. Temos que estar humildes. Temos que estar sujeitos a toda instituição humana. Compreendemos isto? Temos que estar sujeitos ao governo, sim. Quer seja ao rei, isto é o governo, como se o morano, por exemplo, no Brasil, temos que estar sujeitos às leis brasileiras, em Portugal, temos que estar sujeitos às leis portuguesas. Quero a autoridades, versículo 14, como enviadas por ele. São enviadas por Deus.
Tanto para o castigo dos malfeitores, como para o lavôr dos que praticam bem, temos que nos sujeitar a toda instituição humana. Cris irmãos, há instituições humanas. Há organizações humanas que Deus permite instituir até mesmo a igreja de Deus, que Deus instituiu. E temos que estar sujeitos a toda a instituição humana por causa do Senhor. E temos que estar sujeitos a que a igreja de Deus nos diz e isto aplica a todos os ministros. Por exemplo, quando somos ministros e estamos a trabalhar para a igreja por tempo inteiro, temos um código. Todos os ministros têm um código, digamos, ética de etiquete, que temos como observar para sermos credenciados como ministros da igreja, na igreja de Deus. Eu tive que eu recebi um código e disse que me submeteria a esse código da ética, de etiqueta. Esse código é de respeitar as leis, os princípios e as maneiras de governância que concordamos que, como ministros da igreja, vamos se soltar. Eu não tenho direito a não me soltar. Diz assim, sujeitáveis a toda a instituição humana por causa do Senhor, desde que estejam a observar as leis de Deus, é como num casamento. Quanto a mulher, quando se casa, diz assim, se sujeita ao marido, no Senhor. Desde que o marido esteja a dizer coisas que sejam dentro da lei do Senhor, tem que se sujeitar. Querias irmãos, como estamos aqui a ver? Estos eleitos, vejam no versículo 9, pois vos, sois, raça e leita. Estos eleitos, esta palavra grega eleita, é eclectus, que é de uma raiz daqueles que chama, que Deus chama. Aqueles que Deus chama são os que são chamados, os que são chamados são a iglesia. Os eleitos, os chamados, de muitas pessoas, e a iglesia, é o que é traduzido pelo nome, em português, a igreja. É o que Deus chama a igreja, está aqui a falar, da igreja de Deus. No versículo 9, vos, sois, raça e leita. A igreja de Deus, que são chamados do mundo, das trevas. Vejam o que Jesus Cristo disse, acerca da igreja, Mateus 16, Mateus 16, versículo 18. Viz assim.
E as portas da sepultura, da morte, isto em grego é Hades, não prevalecerão contra a igreja, se manterá. E por isso, o raiz desta palavra aqui, em Pedro, onde estávamos a ler, esta raça e leita, primeiro Pedro capítulo 2, versículo 9, esta raiz desta palavra, é a igreja, os que são chamados, os eleitos. Significa que, se somos chamados, tem que haver um grupo maior de onde somos chamados. Somos chamados para fora deste grupo do mundo de onde somos chamados. Por isso, queridos irmãos, também temos que ver que quando Jesus Cristo vier reinar no mundo, se estiver reinar no mundo todo, no mundo inteiro, não haverá necessidade de serem chamados do mundo, pois a verdade estará aberta a todo mundo para todos, plenamente, verem. Por isso, para sermos chamados, significa que a verdade não é disponível a todos neste período. E por isso, é que fala dos primeiros frutos ou das primícias. Vejam comigo, se faz favor em Tiago capítulo 1. Tiago 1 capítulo 1, versículo 18. Bom, versículo 18. Pois, segundo o Seu querer, Ele nos gerou, pela palavra da verdade, para que fôssemos como que as primícias das Suas criaturas.
Gerou primeiro. Gerou primeiro, porque somos as primícias, é só os primeiros. Há verá outros depois. Mas as primícias foram chamadas, foram eleitas, a raça eleita, antes do resto.
Por isso, estamos a ver esta grande finalidade de Deus, este grande plano de Deus. Conforme, ainda lemos ainda mais, conforme lemos estas coisas, começamos a entender melhor a grande finalidade do plano de Deus. Do que Ele está a fazer? Vejam comigo, se faz chavôr em Hebreus capítulo 2. Segundo capítulo de Hebreus capítulo 2.
Versículo 10. Porque convinha que aquele, este é Jesus Cristo, por cuja causa e por quem este é Jesus Cristo, todas as coisas existem. Sim, Jesus Cristo é por cuja causa e por quem todas as coisas existem, todas as coisas existem, por Jesus Cristo. Ele foi o Criador, o verbo. Conduzindo muitos filhos à glória, aperfeiçoasse por meio de sofrimentos o autor da salvação de Deus.
O autor, em outras versões diz o príncipe. Na tradução inglesa diz o capitão. Aquele por quem foi feito primeiro o autor, o capitão. Aperfeiçoasse como? Por meio de sofrimentos. É estranho, não é? Então, como é que podia ser aperfeiçoado? Aperfeiçoado por sofrimentos. Por sofrimentos. Jesus Cristo foi aperfeiçoado por sofrimentos. Vejam aqui, em Hebreus capítulo 5, versículo 8, diz assim. Embora sendo filho, aprendeu a ciência e pelas coisas que sofreu. Aprendeu por aquilo que padeceu, que sofreu. Como podia ser? O que veio a ser a carne, o que era o verbo, que existia sempre com o Pai. Precisou que viesse a ser aperfeiçoado por sofrimentos?
Sim, estava a ser aperfeiçoado. Isto é maduro ter experiência para poder fazer decisões corretas. Por exemplo, veja o exemplo da jovem de juventude, adolescentes. Não tem experiência. E por isso não são suficientemente maduros, experientes para fazer as decisões corretas. Mas com experiência aprendemos a fazer as decisões corretas. Não quer dizer que tenhamos a força de executar, de realizar essas decisões corretas, mas temos capacidade de fazer decisões corretas por causa de que temos uma mente mais madura. Assim, o autor, o capitão da nossa salvação, foi aperfeiçoado por testes, por provas, por dificuldades, por sofrimentos. Sim, porque Jesus Cristo foi tentado em todas as coisas. Vejam comigo em Hebreus 4, versículo 15. Diz assim. Por não temos subsas de redor que não possa combatir estas nossas fraquezas, antes Ele foi tentado em todas as coisas. A nossa semelhança, mas sem pecado. Ele foi tentado em tudo, mas sem pecado. Tal como nós somos tentados. Ele, o capitão, o autor, o primeiro a passar essa prova, por isso é o autor, Ele foi tentado em tudo e passou a prova.
E por isso Ele foi o primeiro que nasceu dos mortos. Vejam comigo se faz favor em Romanos 1. Romanos 1, versículo 4.
E foi designado o Filho de Deus com poder, segundo o Espírito de Santidade, pela resurreição dos mortos.
Por uma resurreição dos mortos. Ele foi o primeiro que nasceu de Deus, como Filho de Deus, pela resurreição dos mortos. Jesus Cristo desenvolveu tudo que era necessário. A cerca da mente de Deus, como o ser humano, como o carne, aprendeu a obviência como o carne, como o ser humano. E por isso Ele demonstrou-nos a nós, seres humanos, homens e mulheres, pessoas, que temos a mesma natureza, as mesmas tentações, demonstrou-nos que podemos vencer, podemos ter a mesma madureza através do sofrimento e podemos vencer.
Há algo muito especial, por isso, que Deus está a fazer, pelas pessoas aqui, que Ele chama, algo muito especial, está a fazer-nos uma nação santa. Tal como Pedro disse. E continuando, então, a ler em Hebreus capítulo 2, Hebreus 2 capítulo, onde estávamos há pouco, voltamos lá, Hebreus capítulo 2, Hebreus 2, versículo 10, onde lemos, convinha-se que, por cuja causa e por quem todas as coisas existem, conduzindo muitos filhos à glória, a perfeiçoar-se por meio do sofrimento, o autor da salvação, deles.
Pois, tanto que santifica como os que são santificados, todos vêm de um só, pois, por isso, é que ele não se envergonha de chamar irmãos.
Vemos conduzindo muitos filhos e filhas à glória e não se envergonha de chamar irmãos. Compreende? Jesus Cristo não se envergonha de nos chamar a nós, homens, mulheres, cristãos, esta raça e leita chamada da escuridão, que estamos a vencer e a lutar e a ser tentados e a ser provados, através de sofrimento, como ele teve que ser provado e nunca pecou, ele não se envergonha de nos chamar irmãos, porque nos está a conduzir à glória, sendo ele o primeiro autor da salvação.
E não se envergonha de nos chamar irmãos. Isto quer dizer que nos põe numa equalidade de irmãos, seres humanos criados para um grande propósito, para uma grande finalidade e nos eleva a um nível, a uma posição, a um nível de irmãos, irmãos de Jesus Cristo. Continuado assim, então, no versículo 13 e 14. E outra vez, eu porém, nela, a minha confiança, ainda, eis aqui estou, eu e os filhos que Deus me deu, visto pois que os filhos têm a proteção comum de carne e sangue, desde também ele, igualmente, participou para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte a saber o diabo. Se o diabo teve um certo sucesso, um sucesso em matar Jesus Cristo, mas Jesus Cristo ressuscitou três dias depois, por isso não foi lá grande sucesso.
E por isso ele agora, não está a destruir aquele que tem o poder da morte a saber o diabo. Por isso Jesus Cristo foi o primeiro que nasceu entre os primeiros, entre muitos irmãos. E que Paulo é muito claro acerca disso.
É muito claro, nesta ideia, que ele é o primeiro que nasceu. Jesus Cristo é o primeiro que nasceu.
Perdão, mas também Paulo, é muito claro, a dar-nos a entender, que nosso humano, nos temos que nascer de novo, para estarmos na mesma posição, ou iguais, a Jesus Cristo. Está claro, não estou a falar em autoridade. Estou a falar em posição, isto é, em tipo de existência. Não estou a falar de autoridade, vamos ser muito menos, em autoridade que Jesus Cristo. Mas, na mesma, tipo de existência, um tipo de ser, do mesmo tipo, digamos assim, estes seres humanos vão ser dados, por isso, os mesmos privilégios de partilhar na herança, que Jesus Cristo tem. Isto nos é dito, vejemos, então, em Romanos capítulo 8, Romanos capítulo 8, versículo 28. Romanos 8, versículo 28.
Diz aqui, sabemos que todas as coisas cooperaam para o bem, daquelas que amam a Deus, daquelas que são chamados, segundo o seu propósito.
Aqui três coisas muito importantes. Primeiro, coopera para o bem. Todas as coisas cooperaam para o bem. Estão a trabalhar conjuntas, estas coisas, a nossa volta, para o bem.
Não está a dizer que estas coisas são coisas boas.
Não diz estas coisas, as nossas voltas são coisas boas. Não. Mas estas coisas, todas juntas, estão a cooperar para esta grande, boa, finalidade de Deus.
Segundo ponto, diz aquele, daqueles que amam a Deus, a Deus, daqueles que são chamados, segundo o seu propósito. Por isso, precisamos amar a Deus, amar a Deus, as leis de Deus são amores, as leis de Deus são amor, e por isso, é um outro, matéria completamente importante, mas que não estou a falar hoje em dia, mas estou aqui, daqueles que são chamados, sim, são eleitos, eclesia, eleitos, uma raça, eleita, uma nação santa, a igreja, são chamados, segundo, por isso vemos que são chamados, e o terceiro ponto é que, são chamados de acordo com o seu propósito.
De acordo com a sua grande finalidade. Conheça-se.
Desculpe. Por isso são chamados de acordo com o seu propósito, a sua grande finalidade. Este propósito, esta finalidade, nos chamar, torna-se muito confundido na mente de muitas outras pessoas. Pessoas que não sabem qual é o propósito de Deus. Por exemplo, se as pessoas pensam que o propósito de Deus é para as pessoas ir para o céu.
Se é, se é, é o seu propósito de Deus, o que vais fazer com relaxar-se? Pode explicar isso, há algo na Bíblia que explique isso, que vais fazer no céu, pode procurar na Bíblia e não vais encontrar nenhum sítio a dizer que vais para o céu.
Outras pessoas têm a ideia que o grande final de idade, o grande propósito de Deus é que venham a vir ao mundo uma segunda vez, outra vez. Ah, se as pessoas dizem bem, eu já estive aqui, eu conheço este sítio, onde já estive aqui, já estive aqui anteriormente, e por isso venham a esta vida outra vez. Vou viver outra vez, de outra maneira, no mundo. Isto é uma reincarnação, voltar como algo mais alto ou mais baixo, de onde estou hoje. E penso que isto acontece uma vez, e outra vez, e outra vez repetidamente. E assim existe uma religião inteira baseada nessa crença. Ou a grande finalidade de idade, de idade, de idade, ou a grande finalidade de Deus, o seu propósito, é que uma alma, alma simplesmente, vai para o céu, ou vai para o inferno, e que se queima para internamente. Então, como uma alma, que não seja física, sente dois físicas de calor.
Essas são várias crenças, várias ideias que existem do propósito de Deus para a humanidade. Mas esse não é o seu propósito. E existem outras ideias. A certa pessoa, por exemplo, tem ideias que nada acontece depois da morte, que simplesmente a morte é o fim da estrada.
Mas, queridos irmãos, há uma finalidade, há um propósito, porque diz assim todas as coisas que o peram para a mãe, aqueles que amam Deus, segundo o seu propósito. Há um propósito. E esse propósito é tão fantástico! É muito mais que simplesmente o que está a acontecer aqui.
Vijamos, então, outra ideia que é predominante hoje em dia. O que é que Jesus Cristo faz hoje em dia para você?
Para si!
As pessoas dizem bem, se for um cristão, se for uma boa pessoa, vamos ter uma vida melhor.
Sim, as pessoas dizem, se eu obedeço a Deus, estou a fazer as coisas da maneira que Deus quer, estou a ser bençoado e estou a viver uma vida fantástica.
Precisamos ter cuidado com isso, quer dizer, irmãos.
Precisamos ter cuidado com esse entendimento, porque ele está a falar aqui de sofrimento. Como é que entendemos sofrimento?
Sou chamado, sim, sou obteço, estou grato, e as pessoas perguntam, então, onde estão as minhas pensões? Pensões! Muitos cristãos pensam que por serem cristãos, esperam uma vida melhor, hoje em dia, mas na Bíblia, é que há uma grande razão para a vida. Sim, para virmos a ter uma vida eterna. E o que virémos a ser para a eternidade adiante?
Isto é que deve estar bem marcado nos nossos mentos. Não é a vida hoje em dia, é a vida no futuro.
E por isso, precisamos ter isto bem, bem, bem, envizado na nossa mente, para nos dar forças para suportarmos o sofrimento, os ouestestes, as provas, que vamos ter através das nossas experiências aqui e hoje.
Por isso, temos que ver o que a Bíblia nos promete.
Isto, é o que é falado na Bíblia. Isto, é o que encontrarás na Bíblia, que é uma promessa de vida eterna. Isto é o que nos está a dar, está a dar-nos um plano, uma possibilidade de estarmos no reino de Deus. Isto é aquele que quer que tenhamos em mente, a promessa da glória e da vida eterna. Isto é que nos vai, temos isto bem focado na nossa mente, é que nos vai ajudar a suportar o sofrimento, quando compreendemos a grande finalidade, porque que nos temos?
Sim, Jesus Cristo entendia, entendeu e nos diz que há sofrimentos, mas também entendeu a promessa, a recompensa, depois deste sofrimento.
Há uma grande recompensa deste sofrimento. O próprio Jesus Cristo reconheceu quando viveu, quando viveu, que tinha que sofrer, mas ele lembrou-se da sua existência anterior, e lembrou-se que tinha que lutar. E que, então, isso lhe deu uma grande ajuda, grande motivação e suporte. Sabia que tinha tido poder, mas agora não tinha, porque se esvaziou de tudo isso, como lém em Philippe II, 7.
E, por isso, ele entendeu que como um ser humano, não tinha forças, não tinha autoridade, não tinha capacidade de fazer o que tinha feito anteriormente. E, visto por isso, tinha que fazer tudo com força com o pai em ele. Teve que viver com o pai em ele.
E, por isso, posto-se completamente na vida dele, nas mãos do pai. E, quando viveu na sua vida física, como ser humano, o pai viveu nele.
E ele disse, não creias que eu estou no pai e o pai está em mim, as palavras que eu vos digo, mesmo o pai que permanece em mim faz as suas obras. Podem ler isso em João 14.10. Ele entendia que o pai vivia nele, permanecia nele. E, por isso, disse constantemente que nós, igualmente, temos que ter Jesus Cristo a viver em nós, como lém em Galatas 2, 20. Para podermos ter sucesso, não podemos ter a nossa própria força.
Mas, sim, temos que ter confiança em Cristo a viver em nós. Por isso, ele disse que nunca nos deixará, ebreus 13.5. Nunca nos deixará. Jesus Cristo vem viver conosco em nós. Isso é a verdade. Jesus Cristo e o pai viviremos em ti. Viviremos para ele e ele viramos para ele, disse Jesus Cristo, e faremos nele morada. Pode-se ele poderem ler isso em João 14, 23. Jesus Cristo e o pai vão viver em nós. Tal como Jesus Cristo quando viveu, o pai viveu nele. Fez tudo só com a força, tenho confiança no pai. Nós só podemos fazer quando temos confiança que Jesus Cristo vive em nós. É a mesma coisa, o mesmo exemplo que Jesus Cristo nos deu. Ele foi o autor da salvação. Ele foi o capitão da salvação. Ele foi o primeiro a demonstrar o caminho do que como fazer e nós temos que fazer andar pelo mesmo caminho. Tal como ele sofreu, nós temos que sofrer.
E então, Jesus Cristo foi o primeiro gerado e nascido de Deus dos mortos, como lém em Apocalipse 1, versículo 5. Esteve morto e foi o primeiro nascido da morte, porque na carne viveu pelo Pai. E nós na carne temos que viver por Jesus Cristo, com os Cristo em nós.
É a única maneira de vencermos, queridos irmãos. Não temos a nossa capacidade, não temos a habilidade. Omanamento não conseguimos vencer o mundo. Mas pelo facto que Jesus Cristo vive em nós, fomos gerados pelo Espírito Santo, fomos gerados pelo Espírito Santo, então tornámos-nos um Filho de Deus. Note bem, simplesmente porque fomos criados como seres humanos, porque fomos procriados por um Pai físico, não nos faz automaticamente filhos de Deus.
Simplesmente, por termos sido criados, por termos nascido como seres humanos, não somos filhos de Deus. Sim, pode ser que sou um Filho de Deus, por fui criado por Deus. Sim, pode ser isso. Mas é algo mais diferente, é algo muito mais do que isso que estamos aqui a falar, porque diz que somos filhos de Deus, estamos a falar, a virmos a ser um Filho de Deus, porque Ele nos gerou e vive em nós. É muito diferente. Quando Deus criou o Adão, o Adão não teve o Espírito de Deus, sim, Ele podia ter tido, se tivesse escolhido a Arv da Vida.
Mas Ele não escolheu a Arv da Vida. Adão podia ter sido gerado por Deus, e Deus podia ter vivido nele e na Eva, e na família de Elas, mas tinham que ter feito a escolha correta. Eles tinham que ser dado uma escolha, porque são seres de Arbitrio livre, e nós somos seres de Arbitrio livre, e temos que aprender a desenvolver o caráter, temos que aprender a escolher as coisas corretas, e ter a força de vontade, e energia, e o caráter de fazer as corretas decisões.
E por isso é que há sofrimentos, porque temos que vencer estas fraquezas da natureza humana, da carne, e por isso precisamos de fazer as escolhas para decidirmos, porque estas escolhas são sempre oferecidas a nós. Temos que vencer. Então nós, porque Jesus Cristo vivem nós, receberemos a ressovereção dos mortos, e isto é porque Ele vivem nós, e nós agora somos Seus filhos. Podem estudar mais acerca disto, lendo na Bíblia estes princípios, que são claramente escritos no nosso livro, qual é o Seu destino?
Se não leu este livro, leia. Estuda. Estuda este livro e prove da Bíblia, e estude pela Bíblia para provar o Seu destino. Há um grande propósito para nós, uma grande finalidade de nós, porque somos chamados por Deus, uma grande finalidade que Deus nos oferece. Continuem a ler, então, em Ruma dos capítulo 8, versículo 16. Diz assim. O próprio Espírito testifica com o nosso Espírito que somos filhos de Deus. Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e com herdeiros com Cristo, se com Ele sofremos, também com Ele seremos glorificados.
Se sofremos com Ele. Este grande propósito, queridos irmãos, de sermos herdeiros de Deus, com herdeiros de Cristo, isto é a grande finalidade de Deus, seremos co-herdeiros Cristo, porque Ele nos chamou irmãos. Isto nos dá a esperança e nos ajuda a vencer e nos dá a capacidade de entendermos por que o que há sofrimento e por que há problemas e por que há crises.
E, então, este entendimento, quando vivemos da maneira que Cristo nos quer viver, quando somos batizados, quando somos arrependidos, quando recebemos o Espírito Santo de Deus através da imposição das mãos, e, então, somos chamados para uma nação santa, uma raça eleita, e, então, vivemos de acordo com o propósito de Deus. Então, usamos o Espírito de Deus e Cristo viver em nós através do Espírito de Deus. Então, lutamos estas guerras à nossa volta, estas guerras do diabo, porque estamos numa guerra contra sangue, não é contra sangue e carne, mas é contra demónios e contra anjos, podem ler isso em Efezes 6, versículos 11 a 12.
E, então, quando estamos lutando nesta guerra, estamos a vencer. Queridos irmãos, temos que entender, temos que ter confiança que tudo está em supremo controle de Deus, em controle absoluto, de Deus. Quando Deus permitiu Satanás no Édan, a tentar a dão, foi porque Deus permitiu para a sua grande finalidade para nos testar e nos provar e nos dar uma oportunidade de fazer um exercício, de fazer um vencimento, de ganharmos através destes sofrimentos, destas dificuldades para a sua vida.
Quando o Jó teve problemas e Satanás o tentou e teve certas dificuldades com ele, só fez quando Deus o permitiu. Podem ler em Jó capítulo 1, versículo 8 a 12, Satanás veio a Deus e Deus diz, sim, podes fazer isto, mas não toques nele. Só deu a toque, mas o Jó, que a gente tem, ele tem que ter um vencimento, podes fazer isto, mas não toques nele. Só deu a autorização até um certo ponto. Deus está em absoluto controle.
Depois Satanás veio a Deus e disse, olha, e Deus diz, vejo como o Jó é meu servente e obdiente, Satanás disse, ah, mas é porque não toquei na cara dele, não me deixaste tocar na cara dele. Então Satanás teve a autorização de fazer mais, como podem lerem Jó capítulo 2, versículo 13 a 16, Satanás teve a autorização de fazer mais. E mas foi só uma prova e teste do caráter de Jó, tudo só com a autorização de Deus.
Crizes irmãos, precisamos de entender, precisamos de compreender que tudo que se passa no mundo, as nações, só podem fazer o que Deus autoriza.
Deus está em absoluto controle. Se embora Satanás seja o Deus deste mundo, Ele está, só pode fazer o que Deus o autoriza.
O país, o Brasil, Espanha, Portugal, Argentina, só podem fazer o que Deus os autorizam. Os nossos patroes, a polícia, as autoridades a nossa volta, só podem fazer o que Deus autoriza.
A igreja, o que acontece na igreja? É só o que Deus autoriza e permite. Está tudo em completo controle de Deus.
Vejam, por exemplo, em 1 Coríntios capítulo 10, versículo 13. Não vos provei o tentação que não fosse humana, mas Deus é fiel e não permitirá. Deus está em controle, queridos irmãos. É fiel e não permitirá que se já estentados, além das vossas forças, pelo contrário, juntamente com a tentação, vos provará livremente de sorte que possais suportar. Queridos irmãos, está tudo absolutamente sob o controle de Deus, na própria nossa própria vida. Nada acontece na tua vida e na minha vida, que não esteja passado pelas mãos de Deus e que tenha autorização Dele. Ele conhece de bem, ele sabe o que está a fazer, ele sabe o que pode aguentar, ele está a provar o teu coração, está a provar o meu coração, está a provar o coração da igreja, está a provar o coração dos lindas na igreja, e está a ver os corações das pessoas. Não passa nada pela tua vida e pela minha vida, que Deus não autorizou. Ele está em absoluto controle. Há uma grande finalidade, queridos irmãos, para nós. Somos chamados deste mundo para um grande propósito. Temos que ter isto em mente. Isto, então, nos ajuda, nos dá coragem, nos dá força para continuar a vencer com a ajuda do Espírito Santo e para termos e a sempre Jesus Cristo a viver em nós. E para concluir, quero, então, ler Romanos capítulo 8, Romanos capítulo 8, versículo 19 a 23. Que diz assim? Bem, deixe-me começar a versículo 18. Desculpe, versículo 18. Porque para mim, tenho por certo que os sufrimentos do tempo presentam. Não podem ser comparados com a glória a ser reveladas em nós. Mas que grande confiança que isto nos dá, queridos irmãos? Precisamos ter isto em mente. Precisamos ter bem gravado nas nossas cabeças. Versículo 19. Há ardente espetativa da criação a guarda a revelação dos filhos de Deus. Aquel dia de visitação. Todo mundo, toda a criação, toda a sociedade, toda a humanidade espera. A revelação dos filhos de Deus quando Jesus Cristo vier, então vai revelar os eleitos, a iglesia, os chamados da escuridão, vai revelá-los, vai dar-lhes a posição como filhos e filhos de Deus, no reino de Deus, como reis de baixo do rei dos reis e sacerdotes de baixo do sacerdote de sacerdotes. Esta revelação dos filhos de Deus vai ser uma espetativa da criação enorme. Pois a criação está sujeita à vaidade, não voluntariamente, mas por causa daquilo que a sujeitou, na esperança daquia própria criação será redimida do que tiveiro da corrupção para a liberdade da glória dos filhos de Deus. Esta é a nossa esperança, queridos irmãos, esta é a grande finalidade que temos, porque sabemos que toda a criação há um só tempo, gem e suporta angústias até agora.
E, não somente ela, mas também nós, que temos as primícias dos Espíritos, somos os primeiros. Igualmente, gememos, em nosso íntimo, aguardando a filiação de filhos, como devia ser escrito, a filiação de filhos, a redenção do nosso corpo.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).