Este sermão nos desafia a examinar se os anos na Igreja de Deus produziram verdadeira mudança espiritual. Cristo ensina que a justiça de Deus alcança o coração, exigindo misericórdia, perdão, humildade e mansidão, em vez de julgarmos os outros com justiça própria. Como o julgamento já começou pelo povo de Deus e a volta de Cristo se aproxima, precisamos urgentemente examinar a nós mesmos, vencer atitudes críticas, perdoar os outros e usar o tempo que nos resta para nos tornarmos mais semelhantes a Jesus Cristo.
Bom, deobotar-te, queris irmãos, aqui é Jorge Campos. O tempo passou sem que realmente tenhamos mudado. Irmãos, hoje tenho uma pergunta que cada um de nós precisa de fazer individualmente assim mesmo, e com muita seriedade. Quanto é que eu realmente mudei? A pergunta não é, há quanto tempo estou na igreja, a pergunta não é, quanto da verdade eu conheço, a pergunta não é, quanto se sermões já ouvi, e a pergunta não é, quantas festas de tabrodáculos já observei. Mas a pergunta é, quanto é que eu realmente mudei? Será que realmente mudamos? Porque o juiz está à porta. Esse é o meu tema hoje, irmãos. O juiz está à porta. Podemos estar na igreja há 10 anos, 20, 30, 40, 50 anos, e tornámos-nos muito familiarizados com a verdade Deus. Podemos conhecer toda a doutrina. Podemos ser pessoas, olha, sei todas as doutrinas. Podemos reconhecer o erro quando pessoas se desviam da doutrina. Podemos nos destronar muito bons em perceber onde a outra pessoa está errada. Mas será que nos tornámos mais semelhantes a Jesus Cristo? Somos mais misericuriosos? Somos mais pacientes? Estamos mais dispostos a perdoar? Somos menos críticos? Ou ofendemos-nos com facilidade? Somos menos desconfiados das motivações dos outros? Estamos mais dispostos a revelar a ofensa do outro? Estamos mais dispostos a perdoar? Estamos mais dispostos a reconhecer as nossas próprias falhas?
Irmãos, o tempo, por si só, não produz crescimento espiritual. Podemos deixar os anos passarem enquanto as mesmas atitudes em nós continuam dentro de nós. Isso, irmãos, deve-nos preocupar. Por quê? Porque não temos tempo ilimitado. Em Tiago 5, 9, vemos irmãos não vos queixéis uns contra os outros, para que não sejais condenados. Eis que o juiz está à porta. Observe o contexto. Não vos queixéis uns com os outros. Por quê? Porque, irmãos, porque o juiz está à porta. É nisso que eu quero que hoje pensemos. O juiz está à porta. Portanto, este não é momento para concentrarmos a nossa atenção principalmente no que está errado com os outros. Não, este não é o tempo para connosco estarmos a concentrarmos o que está errado com os outros. Mas a pergunta deve ser o que Jesus Cristo vê quando ele me julga. O que Jesus Cristo vê quando ele me julga. Irmãos, vocês sabem, um dos grandes temas do sermão de Monte é a justiça do reino de Deus. Buscai a justiça do reino de Deus. Cristo mostra repetidamente que a justiça de Deus vai muito além de simplesmente obter a letra externa da lei. Em essência Jesus Cristo diz, você ouvirão que foi dito? Eu porém vos digo. Sim, Cristo vai ao coração. O homicídio começa com o ódio. O adultério começa com a cubiça. A atividade religiosa pode se transformar em uma hipocrisia. Dar pode ser feito para ser visto pelos homens. A oração pode ser feita para impressionar as outras pessoas. O jejum pode-se tornar uma demonstração de justiça própria, de autogistica. Irmãos, Cristo está nos mostrando a diferença entre a justiça de Deus e a justiça própria do homem. E em Mateus 5, versículo 6, no meio das bem-aventuranças, lemos bem-aventurados fome e sede de justiça porque elas serão fartos. Devemos ter fome e sede da justiça de Deus. Não é da nossa própria autogistica. Não é de provar que estamos certos ou corretos. Não é de demonstrar que a outra pessoa está errada, mas de nos tornarmos justos conforme Deus define a justiça. E então, depois de falar sobre dar, orar, joar, materialismo, ansiedade e buscar primeiro o rei de Deus e a sua justiça, então Jesus Cristo chega ao capítulo 7 de Mateus. E em sete versículo 1 e 2 diz, não julgueis para que não sejais julgados. Porquão o juízo com que julgar serei julgados e com a medida com que tiveres medido, vos tornarão a medir. Irmãos, isso deve chamar a nossa atenção. Porque a questão deixa de ser simplesmente como estou olhando para outra pessoa. E então passa a ser como é que Deus está a olhar para mim e para você, como Ele vai julgar e está claro quando. Mas observe-vos, observe bem, que nós já estamos sob julgamento. Às vezes pensamos que o julgamento seja algo que acontecerá muito no futuro. Mas para o povo de Deus, para a igreja de Deus, para nós, na igreja de Deus, o julgamento está acontecendo agora. Em 1 Pedro 4, 17, diz, porque já é tempo que começa o julgamento para a casa de Deus, e se primeiro começa por nós, qual será o fim daqueles que são os obdientes ao evangelho de Deus? Observe, já é tempo. Não diz simplesmente, simplesmente, um dia chegará o tempo. O julgamento começa conosco e Deus está nos examinando agora. Deus está examinando a você agora, está examinando a mim agora. Ele, Deus está a ver como reagimos à correção. Ele vê como tortamos o nosso marido e a nossa esposa. Sim? Como você trata o seu marido e sua esposa? Deus está a ver como falamos de outro membro da igreja. Como é que falamos acerca de Ele?
Como é que falamos em privado e ainda pior, em público? Deus está a ver se estamos a guardar recentimentos. Deus está a ver se perdoamos. Ele vê se nós estamos silenciosamente a nutrir um ressentimento contra alguém. Deus vê se estamos a atribuir motivações às pessoas que, na realidade, não conhecemos as suas motivações. Estamos a atribuir motivações às pessoas que, na realidade, não sabemos o coração deles? Há outras palavras. Deus está vendo se nós estamos a tornar mais semelhantes a seu filho.
Então isso faz com que Mateus 7 seja muito mais sério. Quando Cristo diz não julgueis para que não sejas julgados, está falando conosco que estamos de ela agora. Precisamos irmãos da justiça de Deus, porque nós não temos justiça própria da qual possamos nos gloriar. Paulo deixa isso bem claro em Romanos 4. No versículo 3 diz, pois que diz a Escritura, creou a Braão em Deus e isso lhe foi importado como justiça. E depois, no versículo 7 e 8, bem-aventurados aqueles cujas maldades são perdoadas e cujos pecados são cobertos. Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não inputa o pecado. Irmãos, pense nisso. Pense bem. Por que você pode comparecer diante de Deus? Porque você nunca pecou? Não. Porque somos melhores do que a pessoa sentada ao nosso lado, ou trabalhando ao nosso lado, no nosso emprego? Não. Irmãos, nós podemos comparecer diante de Deus porque Ele nos perdoou. Como pelo meio do sacrifício Jesus Cristo. A nossa posição diante de Deus depende da misericórdia de Deus. E por causa disso, nós devemos ser misericuriosos. Uma pessoa que compreende profundamente o quanto foi perdoada, deveria ser muito mais lenta em condenar outra pessoa. E Cristo faz uma ligação extraordinária entre receber perdão e conceder perdão. As pessoas perdoadas precisam-se tornar pessoas que perdoam. Imediatamente após Cristo apresentar a oração modelo, Cristo diz em Mateus 6, Mateus 6, versículo 14 e 15. Porque se perdoares aos homens as suas ofensas, também o Vosso Pai Celestial vos perdurará a Vos. Se porém não perdoares aos homens as suas ofensas, também Vosso Pai vos não perdurará a Vos. Se porém não perdoares aos homens as suas ofensas, também Vosso Pai vos não perdurará as Vos.
Irmãos, isso não significa que merecemos o perdão de Deus por perdoarmos aos outros. O perdão é possível por causa do sacrifício de Jesus Cristo e da Graça de Deus. Mas Deus não permitirá que recebamos continuamente a Sua misericória enquanto deliberadamente nos recusamos a estender misericória aos outros. Vou repetir. Mas Deus não permitirá que recebamos continuamente a Sua misericória enquanto deliberadamente nos recusamos a estender misericória aos outros. Pense nisso, Irmãos. Nós oramos, chegamos diante Deus e dizemos, Pai, perdoa-me. E Deus diz, e quanto é que perdoas o teu irmão? Então dizemos, ah, mas o que ele fez foi errado. E Deus diz, sim, talvez tenha sido. E depois, a pessoa diz, mas ela me amagou ou machucou. Sim, talvez tenha amagado ou machucado você. Mas tu não entendes o que aconteceu? Sim, Deus entende perfeitamente. Mesmo assim, Deus nos diz, perdoa.
Por que? Porque o perdão faz parte do caráter que Deus está desenvolvendo em nós. A pessoa que continuamente recebe a misericórdia de Deus, mas se recusa a demonstrar misericórdia aos outros, não compreendeu a magnitude da misericórdia que essa pessoa própria recebeu de Deus. Então, o que significa não julgueis? Precisamos ter cuidado aqui, irmãos. Cristo não está a dizer que os cristãos devem abandonar o discernimento. Precisamos distinguir o certo do errado. Em Hebreus 5, versículo 14, em Hebreus 5, versículo 14, lemos, o mantimento sólido é para os perfeitos os quais, em razão de restúme, têm os sentidos exercitados para discernir tanto bem como mal. Os cristãos mateduros têm os sentidos exercitados para discernir tanto bem como o mal.
A Bíblia também estabelece julgamento e autoridade legítima. Por exemplo, em Deutronómio 1, versículo 16, Moisés instruiu as juízes dizendo, ouvi a causa entre os vossos irmãos e julgai justamente.
Portanto, o julgamento bíblico pode envolver vários conceitos diferentes. Sim, existe o discernimento, que é determinar o que é certo e que é o errado. Existe o julgamento autorizado, quando Deus dá a alguém a responsabilidade de tomar uma decisão. Mas existe outro tipo de julgamento, irmãos, que é a condenação. Assumir a posição de Deus quanto ao coração da outra pessoa e à sua condição final diante de Deus, isso é uma condenação. É aí que então entramos em território perigoso. Em Tiago 4, versículo 11 e 12, lemos, Se alguém falar, fala, segundo as palavras de Deus, se alguém administrar, administre segundo o poder que Deus dá, para que em tudo Deus seja graficado por Jesus Cristo, a quem, ou perdão, estou aqui a ler primeiro Pedro, devia estar a ler Tiago 4. Perdão, Tiago 4, versículo 11 e 12. Perdão, irmãos, não faleis mal uns dos outros. Quem fala mal de um irmão e julga a seu irmão, fala mal da lei e julga a lei. Se tu julgas a lei, já não é só observador da lei, mas juiz. Há só um legislador que pode salvar e destruir. Tu, porém, quem é que julgas o outro? Irmãos, como lemos aqui, não faleis mal uns dos outros. Há só um legislador que pode salvar e destruir. Tu, porém, quem é que julgas os outros? Existe um legislador, existe um juiz supremo. E não sou eu, e não é você. Por que? Porque não conhecemos o coração das pessoas. E por isso é aqui que muitas pessoas podem entrar em sérias dificuldades espirituais. Há uma pessoa, alguém, faz uma coisa, e ela faz uma coisa, e ela faz uma coisa. Há uma pessoa, alguém, faz uma coisa, e nós não nos limitamos a avaliar a ação. Começamos a construir uma motivação. Olha, eu fiz isso porque... ou ela fez aquilo porque eu sei exatamente o que ela está tentando fazer. Se há uma motivação, está a construir uma motivação, ou ela não se importa, ou ela é arrogante, ela está consciente, ela está tentando me prejudicar. Como é que sabemos isso? Podemos saber, sim, o que alguém fez. Podemos saber o que alguém disse. Mas realmente não sabemos tudo o que aconseu dentro da mente daquela pessoa. Somente eu sabe. A suspeita pode se tornar o primeiro passo para a acusação. Então, esta suspeita, construindo esta motivação, se transforma numa conclusão. E a nossa conclusão se transforma no julgamento. E finalmente, podemos ficar completamente convencidos de que conhecemos o coração da outra pessoa. Mas não a conhecemos. Deus conhece. Paulo nos dá uma advertência muito séria em Romanos capítulo 2. Romanos capítulo 2, versículo 1 a 3. Romanos 2, versículo 1 a 3. Portanto, é as inuscusável, quando julgas ao homem, quem quer que sejas, porque te condenas a ti mesmo naquilo em que julgas ao outro, pois tu que julgas, fazes o mesmo. E bem sabemos que o juízo de Deus é a segunda verdade sobre os que tais coisas fazem. E tu, ao homem, que julga os que fazem tais coisas, cuidas que, fazendo-as tu, escaparás ao juízo de Deus?
Portanto, é as inuscusável, quando julgas ao homem. Quando apontamos para os pecados e falhos dos outros, precisamos ter muito cuidado para não ignorar as mesmas atitudes, ou atitudes semelhantes, em nossa própria vida. É fácil perceber orgulho na outra pessoa, mas é difícil perceber o nosso próprio orgulho. É fácil perceber quando a outra pessoa está sendo crítica, mas é mais difícil reconhecer quando nós estamos sendo críticos. É fácil dizer, ele é muito julgador, mas ao dizer isso, talvez nós mesmos estejamos julgando. É fácil dizer, ela não demonstra amor, mas qual é a atitude que estamos demonstrando para com essa pessoa, para com ela? Por isso, precisamos voltar continuamente a pergunta para nós mesmos. Ora, então, quem é que está qualificado para julgar o coração? Paulo compreendia muito bem esta questão. Em 1º Corinthians 4, 1º Corinthians 4, percebi 3 a 5. Diz assim, todavia, a mim, muito pouco se me dá a ser julgado por vós, ou por algum juízo humano, nem eu tão pouco a mim mesmo me julgo, porque em nada me sinto culpado, mas nem por isso me considero justificado, pois quem me julga é o Senhor. Portanto, nada julgueis antes do tempo, até que o Senhor venha, o qual também trará à luz as outras, as coisas ocultas das trevas, e níveis terá os desígnios dos corações, então cada um receberá de Deus o louvor. Aqui vemos que Paulo demonstra que ele nem sequer confiava completamente na sua própria avaliação dele mesmo. Ele está a dizer em essência que, ele mesmo, que mesmo não tendo consciência de algo contra si, isso não o justificava, porque quem julga é o Senhor. Então Paulo diz, portanto, nada julgueis antes do tempo, até que o Senhor venha. Por que? Porque quando Cristo vier, Ele trará à luz as coisas ocultas das trevas e manifestará os desígnios dos corações. Nós não podemos fazer isso, mas Cristo pode. Nós não conhecemos plenamente os motivos do coração, mas Cristo conhece. Nós não conhecemos todas as circunstâncias, mas Cristo conhece. Nós não conhecemos toda a história de uma pessoa, mas Cristo conhece. E quando Ele jogar, o Seu julgamento será perfeitamente justo. Vejam em Romanos capiro 12, versículo 19. Romanos 12, versículo 19.
Não vos vingueis a vos mesmos amados, mas dê lugar à ida, porque está escrito Minha é a vingança, eu recompensarei, diz o Senhor. Não precisamos assumir a responsabilidade de executar a retribuição de Deus. Deus sabe exatamente como e quando lidar com cada situação. O julgamento de Deus não é em razão, mas é em razão, quando o Senhor lhe dá a interromper. O julgamento de Deus não é influenciado pelo ego, não é influenciado pelo ressentimento, não é influenciado por informação incompleta, não é influenciado por favoritismo. O julgamento de Deus é perfeitamente justo. E por isso, irmãos, precisamos lembrar que todos nós compareceremos diante do juiz. Em Romanos 14, versículo 10, lemos, mas tu, porque julgas teu irmão, ou tu também, porque desprezas teu irmão, pois todos avemos de comparecer ante o Tribunal de Cristo. Observe duas coisas aqui, duas coisas. Jugar e desprezar. Podemos olhar para alguém e considerá-lo espiritualmente inferior. Podemos pensar, oh, eu jamais faria isso! Como ele pode ser assim, ou ela devia de saber melhor? Mas, Paulo, imediatamente nos lembra, todos avemos de comparecer ante o Tribunal de Cristo. E Cristo explica isso em João 5, versículo 22. João 5, versículo 22.
E também o Pai a ninguém julga, mas deu ao Filho todo o juízo. Jesus Cristo recebeu a autoridade do Pai para julgar. Portanto, quando falamos do julgamento de Deus, precisamos compreender que comparecemos diante de Jesus Cristo. Jesus Cristo é o nosso Salvador, Jesus Cristo é o nosso Sume Sassardote, Jesus Cristo é o nosso irmão mais velho, mas Jesus Cristo também é o nosso Juiz.
Em Romanos 14, versículo 12 a 13, de maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus. Assim que não nos julguemos mais uns aos outros, antes seja o nosso propósito não por tropeço ou escândalo ao irmão.
Veja onde Paulo coloca a atenção. Não está a falar na falha do irmão, mas Paulo está colocando, enfatizando que quando fazemos isso, estamos colocando uma pedra de tropeço diante do irmão. Vocês ou eu estou contribuindo para o crescimento do irmão, ou estou tornando a caminhada desse irmão mais difícil? Presteu-me se pensar nisso. Irmãos, precisamos lembrar que todos somos imperfeitos. Cristo nos dá por isso uma outra advertência muito séria. É Mateus 18, versículo 6.
Mas qualquer que escandalizar um desses pequeninos, que crêem em mim, melhor que fora que se lhe pendurasse ao pescoço um modo e a zanha e se submergisse na profundeza do mar.
Aqui fala, Jesus Cristo, de que se estamos a fazer tropeçar um dos pequeninos, uma das pessoas que acabaram-os tão a entrar na igreja com os seus dificuldados, que crêem em ele. Cristo está a dizer que seria melhor para nós que uma pedra de moinho fosse pendurada ao pescoço daquela pessoa que está a causar esse problema a esse irmão. E assim vemos a seriedade com que Deus considera a nossa influência sobre as outras pessoas. Porque estamos a causar, ao fazer, um irmão pequenino que entrou na igreja recentemente pela nossa ação, pela nossa maneira de falar com ele, ou de atuar para com ele. Jesus Cristo está a dizer que se estamos a machucar esse irmão, esse irmão seria melhor que uma pedra de moinho fosse pendurada no pescoço daquela pessoa que está a amaguar esse irmão pequenino, novo, novo na fé. Foi chamado por Deus. Sim, imperfeito. Mas todos somos imperfeitos. Isso assim demonstra, irmãos, a seriedade com que Deus considera a nossa influência sobre as outras pessoas. Não quer dizer que nunca haverá ofensas? Porque no versículo 7 diz, Mateus 18, versículo 7, Há-i do mundo por causa dos escândalos, porque é míster que venham os escândalos, venham ofensas, mas há-i daquele homem por quem os escândalos venham. Há-i do mundo por causa dos escândalos, porque é míster que venham os escândalos. Irmãos, vivemos em terceiras humanos que são imperfeitos. Por isso, precisamos de esperar imperfeições dos outros, que vão fazer coisas imperfeitas para nós. Precisamos esperar que alguém diga algo de maneira errada a nós. Precisamos esperar mal-entendidos. Precisamos esperar diferenças de personalidade. Precisamos esperar fraquezas. Precisamos esperar que outras pessoas, assim como nós, ainda estão crescendo. Irmãos, isso não significa que podemos fechar os olhos ao pecado. Isso não significa chamar mal de bem. Isso não significa abandonar o discernimento. Mas simplesmente significa que não podemos esperar perfeição das outras pessoas. Enquanto nós mesmos, ainda somos imperfeitos. Então, Cristo nos dá uma das instruções mais memoráveis no sermão do monte. E essa é em Mateus 7, versículo 3 a 5. Mateus 7, versículo 3 a 5. E por que reparas-te-o no argoeiro que está no olho do teu irmão e não ves a trave que está no teu olho? Ou como dirás a teu irmão, deixe-me tirar o argoeiro do teu olho e eijo uma trave no teu olho. Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho e então verás claramente para tirar o argoeiro do olho do teu irmão. Pense nesta imagem, irmãos. Aqui temos uma pessoa com uma enorme trave, saindo de seu olho. E essa pessoa está tentando realizar uma delicada cirurgia no olho do irmão. Cristo diz, Cristo diz, hipócrita, Cristo diz primeiro, tira a trave do teu olho e somente então, depois de fazer isso, cuidarás em tirar o argoeiro do olho do teu irmão. Note-me bem que Cristo não diz que o argoeiro não existe, o outro irmão talvez realmente tenha um problema, talvez realmente precise da ajuda. Mas Cristo diz primeiro, examina-te a ti mesmo. Talvez o nosso próprio problema seja maior do que aquele que estamos tentando corrigir. Cristo desenvolve exatamente este princípio em Lucas 18,9. Lucas 18,9. E essa é a parábola do fariseu e do publicano. E diz assim, e disse também esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, creando que eram justos e desprezavam os outros. Aqui está o perigo, irmãos. A auto-justiça produz desprezo pelos outros. O problema é que não vemos esta auto-justiça porque é como se fosse uma trava. Não vemos a auto-justiça em nós mesmos. E vemos aqui no versículo 11. O fariseu está em pé, orava consigo mesmo desta maneira, oh Deus, graças de dor, porque não sou como os demais homens, robadores, injustos e de outros, nem ainda como este publicano.
O fariseu estava de dentro de Deus. Mas a sua atenção estava sobre o pecado dos outros. Ele estava orando, mas estava comparando a sua justiça com a da outra. O publicano, por outro lado, nem sequer queria levantar os olhos ao céu. Ele simplesmente dizia no versículo 13. Esse aqui, o publicano, porém, está em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito dizendo, oh Deus, temos recorde de mim, pecador. E Cristo diz, no versículo 14, digos que este é o seu justificado para a sua casa e não aquele.
Acho que isto deve fazer a nós pensar. Não é? O homem que via claramente os pecados dos outros não estava vendo corretamente a si próprio. Assim mesmo, e o homem que reconhecia o seu próprio pecado recebeu-me sericólia. Como devemos ajudar alguém que está errado? Então, como é que podemos ajudar essa pessoa? Então devemos simplesmente enlourar alguém que está caminhando para o pecado? Não! Em Galatas 6, versículo 1, diz, se algum homem chegar a ser surpreendido em alguma ofensa, vos que sou espirituais, encaminhar o tal com o espírito de mansidão olhando por ti mesmo para que não sejas também tentado. Observe, encaminhar o tal. Isto é restaurem. O objetivo não é condenar, mas o objetivo é restaurar. E como? Com mansidão. Com mansidão. Não com superioridade, não com arrogância, não como como você pode fazer uma coisa dessas, mas com a cumpriação. O objetivo não é condenar, mas o objetivo é restaurar. E como? Com mansidão. O que é para fazer uma coisa dessas? Mas com a cumpriação de que eu também sou fraco, eu também preciso da misericórdia de Deus, eu também poderia ser tentado. A pessoa verdadeiramente espiritual não sente prazer em descobrir os pecados dos outros, mas deseja ajudar aquela pessoa a voltar para o caminho da vida.
Não, realmente, a pessoa verdadeiramente espiritual não sente prazer em descobrir e declarar e dizer a todo mundo que está na guerra. Mas deseja ajudar aquela pessoa a voltar para o caminho da vida. Irmãos, eu comecei com uma pergunta. Quanto é que eu realmente mudei? Estamos na igreja há anos, alguns de nós há décadas. Já ouvimos centenas, talvez milhares de sermões. Já aguardamos centenas de sábados. Temos observados os dias santos de Deus ano após ano. Temos orado, temos joado, temos estudado a palavra de Deus. Mas será que mudamos? Somos mais misericuriosos do que éramos há cinco anos? Somos mais pacientes? Perdoamos mais? Ofendemos-nos com menos facilidade? Somos menos desconfiados das motivações das outras pessoas? Somos menos inclinados a criticar? Perdoamos mais rapidamente? Somos mais mansos quando alguém está passando por dificuldades? Estamos nos tronando mais semelhantes a Jesus Cristo? Essa é a pergunta. Estamos nos tronando mais semelhantes a Jesus Cristo? Porque, irmãos, o tempo por si se passa, só não nos converte. Simplesmente passar mais um ano na Igreja de Deus não nos torna automaticamente mais justos.
Podemos envelhecer na Igreja sem necessariamente crescer espiritualmente. E isso devia nos preocupar. Aquela que esta mensagem, irmãos, se torna urgente. Irmãos, não temos ilimitado tempo para mudar. O tempo é curto. A vinda de Cristo está perto. Em Romanos 13, versículo 11. Romanos 13, versículo 11. E isto digo, conhecendo o tempo, que já é hora de despertarmos do sono, porque a nossa salvação está agora mais perto de nós do que quando aceitamos a fé. A nossa salvação hoje está mais próxima do que quando fomos chamados. Mas, o nosso julgamento também está. Cada dia que passa nos aproxima, um dia mais do momento em que compareceremos diante de Cristo. O juiz está à porta. E agora que nos aproximamos da festa das trombetas, isto se torna-se uma coisa muito pessoal. Porque à medida que nos aproximamos da festa das trombetas, isto então se torna muito significativo. Porque as trombetas nos lembram que Cristo está voltando. Ora, estas notícias são maravilhosas. Trazer um mundo em paz, um maravilhoso mundo da manhã. Mas a volta de Cristo não é simplesmente um acontecimento profético, em que colocamos num gráfico e estamos a ver as coisas num gráfico. Mas, na realidade, é um momento em que nós nos vamos encontrar com Jesus Cristo. O Cristo a quem adoramos também é aquele diante de quem compareceremos. Portanto, a pergunta não é como está aquela outra pessoa. A pergunta é como eu estou pronto, digno, para estar em pé para ante Cristo. Eu tenho seguido a liderança do Espírito de Deus e, através dessa liderança, seguindo essa liderança, tenho mudado a maneira que penso sobre as outras pessoas? Tenho mudado como reage quando sou ofendido? Tenho mudado como falo sobre alguém que me dissesionou? Tenho seguido a liderança do Espírito de Deus e mudado a minha disposição para perdoar? Eu me tornei mais manso? Eu me tornei mais paciente? Mais misericordioso? Mais semelhante a Jesus Cristo? Senão, não devemos ficar com a vida de Jesus Cristo. Não devemos ficar desanimados, mas devemos ficar suficientemente preocupados para agir, porque ainda há tempo, mas o tempo não é ilimitado. Irmãos, o juiz está à porta, Cristo está vindo, o nosso julgamento está acontecendo agora. Portanto, em vez de perder tempo e gastar tempo, o tempo que nos resta, medindo as falhas de nós outros, precisamos de permitir que Deus nos mostra o nosso próprio coração. Precisamos ter fome e sede da justiça de Deus, e não buscar a nossa própria auto-justiça.
Perdoemos? Precisamos de perdoar? Porque desesperadamente precisamos de perdão. Mostremos misericórdia aos outros, porque desesperadamente precisamos de misericórdia. Restauremos os fracos com ansiedão, porque nós também somos fracos. E usemos o tempo que Deus nos dá, o tempo que ainda temos, o tempo que nos está dando para verdadeiramente mudarmos. E assim, quando os Cristo voltar, estivermos diante o seu tribunal, não sejam as pessoas que apenas conhecemos a verdade, mas que sejam as pessoas que permitiram que a verdade nos transformasse.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).