Quem é a Besta e o Falso Profeta?

O sonho de Nabucodonosor sobre a grande estátua, registrado em Daniel 2, fornece a chave para compreender os símbolos proféticos encontrados em Daniel 7 e 8, bem como em Apocalipse 13 e 17. Este sermão explica detalhadamente como a estátua de Daniel 2 ajuda a identificar a região do mundo de onde surgirão a Besta e o Falso Profeta.

Transcrição

Bom, deu-me boa tarde, queridos irmãos. Aqui é Jorge Campos.

Vivemos em tempos difíceis em que pessoas têm várias ideias acerca de profecias, e particularmente de quem é a besta e quem é o falso profeta. Por isso, hoje, irmãos, eu quero abordar o tema aqui acerca de quem é a besta e quem é o falso profeta.

Há uns meses de trás, eu dei um sermão entitulado, Visão Geral Profética. Foi no dia 9 de maio de 2026. Está no nosso site. Ou você o pode ver no nosso canal do YouTube.

E aí, expliquei que...

Expliquei nesse sermão que havia uma certas marcações importantes na profecia e a profecia, e dei uma visão geral desde os quatro cavaleiros, através da grande abominação e cenários celestes, até à vinda de Cristo. Nessa descrição, como vem aqui à esquina da parte de baixo do lado esquerdo, vemos que há sete coisas para observar. Quatro delas são geopolíticas, duas são a cerca da religião, e o outro é a cerca da moralidade, esses sete pontos que eu defini. Não estou a dizer que são só estes sete, mas são sete pontos que eu identifiquei. E desses sete pontos, eu hoje quero falar acerca de dois. Isto é quem é a besta e quem é o falso profeta.

Porque a besta vai ser uma unificação da Europa de dez reis sob um líder, desses dez reis, e vai ser vários desvios da verdade através da religião falsa, em que veremos quem é o falso profeta. E por isso hoje quero observar esses detalhes um bocadinho mais especificamente.

É muito importante entendermos o período após a queda de Juda, isto é, até quando Juda foi para a Babilônia, e daí, em diante, ver se um domínio dos reinos gentios que é descrito até a vinda de Cristo.

E por isso é importante entender esse domínio, porque tem um impacto histórico e profético sobre Israel. Isto é tanto Israel físico como o Israel espiritual. Uma das chaves mais importantes para entendermos este domínio dos impérios gentios profético de nações que afetam especificamente Israel, é muito importante entendermos Daniel 2 e a estátua do sonho do rei Nebuchadnezzar. É muito importante entender isso, porque esse capítulo de Daniel 2 nos dá uma compreensão, um parorama muito aprengente da história mundial, que foi revelada ao profeta Daniel, cobrindo o período deste século de 600 anos antes de Cristo até o retorno de Cristo. Por isso estamos a ver um século de quase 2.600 anos ou mais.

Ora, esse, por isso, Daniel 2 apresenta uma estrutura geral do desenvolvimento e do governo dos impérios passados e do futuro, que desempenharam e desempenham um papel fundamental no cumprimento da provocia bíblica, isto é, que afetam especificamente a nação de Israel.

Isto é importante também entendermos, aqueles que afetam diretamente a nação de Israel.

Por isso, a estátua de Daniel 2, quando esse significado é ignorado, muitas das provocias não são entendidas corretamente.

Ora, irmãos, entender Daniel 2 não é a única chave importante para o entendimento da provocia. Está claro a muitas outras. E há uma outra que eu demonstrei há uns meses atrás, a cerca do mês atrás, no dia 27 de junho, que é, através de um sermão entitulado, as promessas a Abrão serão completamente cumpridas.

E nesse sermão vão também ver a importância de quem é Israel hoje em dia. Isto também é importante para entendermos a provocia.

Mas hoje vamos focar no domínio dos impérios gentios.

Ora, o domínio dos impérios gentios é sumado num gráfico que eu produzi e que será disponível para vocês poderem baixar no site da igreja. E basta então ir ao nosso site e selecionar downloads ou baixar para baixar este gráfico. Ora, este gráfico, fazendo um zoom para vermos um bocadinho melhor deste gráfico, tem várias colunas na esquerda para a direita, começando com Daniel 2, Daniel 7, Daniel 8, Apocalypse 13, Apocalypse 17, e depois tem explicações dos símbolos, assim como acontecimentos que foram cumpridos na história, ou que serão cumpridos na história, que afetam essas provocias.

Por isso, uma vez mais, Daniel 2 é a chave que abre para todas as outras provocias. Por isso, Daniel 2 é como se fosse uma pedra fundamental, importante de entendimento dessas outras provocias.

Ora, vejamos então Daniel 2, como se anda a ler no versículo 32.

E estou a lendo aqui. A cabeça daquela estátua era do Ourofino, o seu peito e os seus braços de prata, o seu ventre e as suas coxas de cobre, as pernas de ferro e os seus pés em parte ferro e em parte de barro.

Estavas vendo isto quando uma pedra foi cortada sem auxílio e da mão, a qual feriu o estátua nos pés de ferro e de barro e os imiossou.

Está claro, esta pedra aqui refere-se à vinda de Cristo.

Mas precisa entendermos que vemos aqui quatro bases ou metais, quatro metais nesta imagem do rei Nabucodonosa, que são, sim, metais diferentes, que representam quatro grandes impérios mundiais.

E é preciso entender isso porque, como disse este Daniel 2, é chave para este entendimento.

Lê-lo um bocadinho mais adiante no versículo 37.

Então, aqui está a descrição, começa a descrição deste significado aqui.

E lemos aqui no versículo 37.

Tu, o rei, és rei de reis a quem o Deus do céu tem dado o rei no poder, a força e a glória. O versículo 38.

E, por isso, então, vemos que o Império Caldeau, ou da Babylonia, é a cabeça desta estátua.

É a partir dela que se desenvolve todo o restante da imagem. Isso é uma outra chave importante.

Por isso, vemos que a cabeça do oro, que é a Babylonia, que reinou entre os anos século 625 a 538 a.C., e depois foi conquistada pelos medos e persas.

E, por isso, acabamos de ler há pouco, que, desde assim, o seu peito e os seus braços são de prata.

Isso, então, representa os medos e persas.

A queda da Babylonia, como sabem, foi descrita, ou na profecia de Daniel 5, acerca desta escrita na parede, como podem ler, em Daniel 5, versículo 18 a 31. Vigemos aqui em Daniel 5, versículo 18 a 31. Diz assim, o rei Deus, o Altíssimo, deu a Nubucan-Nésar, teu pai, o reino, a grandeza, e depois está a dizer que ele tornou-se anorgante. E, então, veja aqui que esta escrita, que se escreveu, que lê-se no versículo 25, disse assim, Manny, Manny, tequel, o Farsim. E esta é a interpretação daquilo. Manny contou Deus o teu reino, e, se o acabou, tequel, pesado, forste na balança e forste achada em falta, pedes dividido foi o teu reino e dava os medos e persas, e, assim, vence que foi seguido pelos medos e persas. E, naquela noite, no versículo 30, foi morto Belsazar, rei dos Caldeus, e Dário, o medo, ocupou o reino, sendo da idade de 62 anos.

E esse foi, então, esse reino persa, então, o Vair Reinar. Está claro que começou a existir um cadinho mais cedo, cerca do ano de 558, e, então, continuou até cerca do ano 330. Irmãos, as datas são aproximadas, tanto quanto possível, porque, às vezes, pode ser, algumas pessoas dizem, que é um ano assim, mais passos, antes outras dizem que é um ano mais tarde, mas é aproximadamente, e, então, estamos a ter uma boa ideia, uma ideia geral. Ora, a profecia de Isaías 44, versículo 28, e o versículo seguinte, vejamos aqui Isaías 44, versículo 28, diz, te digo de Ciro, é meu pastor, e cumprirá tudo o que me foi a praxe.

Dizendo também a Jerusalem, tu serás edificada, e ao templo, tu serás fundado. E, no capítulo 45, versículo 1, assim diz o Senhor ao seu ungido, a Ciro, a quem tomo pela mão direita, para bater as nações, diante tua face, e de cingir os lombos dos reis, para abrir diante delas portas, e as portas não se fecharão. Aqui, ve-se, esta profecia de Isaías, que perdisse, que esta profecia de Isaías foi dada cerca no ano 700 a.C., vê-se que esta profecia de Isaías, cerca de vários anos antes, antes de que os judeus fossem ou retornassem a Jerusalem, e então, eles de facto, esse rei, com esse próprio nome, cerca de 170 anos, ou 180 anos depois, esse rei apareceu, e então, depois dessa profecia, ter sido dada, ele, de facto, o siro permitiu aos judeus para ir de volta para Jerusalem, para reconstruírem o templo. Por isso, ve-se que isso aconteceu, e na realidade, um ponto interessante, assim, histórico também, para incluir aqui, que é um simplesmente um ponto interessante, é que o livro da Esther demonstra a soberania de Deus, quando está a impedir o genocídio dos judeus, durante este domínio persa. Por isso, Deus preservou o Seu povo, para que se compreenssem todas estas profecias. Então, depois disso, vai a ascensão de Alexandro Grande, então vemos a cultura grega torno-se predominante, cerca dos anos 333 a.C., e então, vê-se aí, em Daniel 2, Trilha 2, que acabem de ler há pouco, diz que o seu ventre e as suas coxas eram a de bronze. Então, após a morte de Alexandre, agora sabemos que Alexandre Grande tomou, ganhou muito terreno, muito rapidamente, mas pouco depois, faleceu, e esse Império grego foi dividido em quatro partes, o Norte, Sul e Este Oeste. Mas as outras duas Este Oeste ficaram sem grande influência histórica, e as duas principais divisões tornaram-se a ser conhecidas como o Rei do Norte e o Rei do Sul. Esses conflitos entre os dois reinos, do Rei do Norte e do Rei do Sul, são descritos detalhadamente em Daniel 11. Daniel 11 é, na realidade, talvez um dos capítulos proféticos, em que está a descrever esta luta entre os dois reinos norte e do sul, em extremo detalhe, primeiramente antes da vinda de Cristo, e depois tem um ponto profético também para o futuro. Isso é muito importante entender isso, e o nosso Guia de Estudo, que está no nosso site, na seção de Guia de Estudo, para vocês verem, podem baixar e podem ler. E nas páginas 23 a 28 tem uma explicação detalhada de Daniel 11. Ora, o Reino do Norte, o Reino grego do Norte, acabou predominando, e este império, representado pelo bronze, durou aproximadamente 260 a 300 anos. Isso foi o Império grego, até ter sido substituído pelo quarto império, que era o de Ferro, que simboliza a força, o Ferro simboliza a força e a severidade do Império romano. Esse Império romano começou a cerca de 30 anos antes de Cristo, até quase 500 anos depois de Cristo, cerca do ano 476. Por isso foi um Império que demorou muito tempo, mas depois caiu. Ora, então vemos que Babilônia é a cabeça da estátua. Esse sistema, que é um sistema financeiro e religioso, que veio da própria Babilônia, continua exercendo influência até os nossos dias, assim como o ouro, a sua influência permanece. A poderosa Babilônia é descrita em Apocalipse 18, e em Apocalipse 18, lembremos, regemos brevemente, Apocalipse 18, a ver, vemos aqui a partir do Reciclo 11. Apocalipse 18, Reciclo 11, diz assim, e sobre ela, choraram e lamentaram os mercadores da Terra, porque ninguém mais compra as suas mercadorias. E depois diz também no Reciclo 13, ao fim do Reciclo 13, e diz assim que vai fazer negócios em várias coisas, perfume, incenso, vinhas, etc. E corpos e almas de homens.

Este é o tráfico de pessoas, de mulheres e crianças, e é o que se vê hoje em dia neste sistema babilônico, que existe, que é uma coisa terrível. Ora, por isso, ver se este sistema financeiro e religioso passou de um império para o outro, desde a babilônia para a pérsia, da pérsia para a Grécia, e da Grécia para a Roma, e continua influenciando o mundo de hoje. Ora, esse espírito deste sistema babilônico, é o espírito que no passado alimentou ou ajudou o crescimento da Europa através dos séculos, e milhões e milhões de pessoas morreram na Europa por causa deste sistema, o qual continua existindo e que em breve voltará a manifestar-se em sua forma final, o que às vezes dizemos é um ressurgimento, uma ressurreição, um ressurgimento deste sistema babilônico. A imagem de Daniel 2, por isso, nos ajuda a identificar quem é o rei do Norte, e consequentemente o poder da Besta, que em breve surgirá no cenário mundial. Então, temos aqui este gráfico, que podem baixar do site, como mencionei há pouco, que na coluna da esquerda tem Daniel 2, depois Daniel 7, 8, Apocalipse 13, 17, e a explicação dos símbolos. Vou então mencionar um pouco a seca deste gráfico, e vou agora mostrar simplesmente a esquina deste gráfico, a esquina do lado esquerdo de cima. Eu movi aqui a esquina do lado esquerdo de cima, aqui para o lado, e então vemos que Daniel 2 está diretamente relacionado com Daniel 7. Vejam, Daniel 7, no versículo 1 a 4, fala acerca de uma primeira Besta, que é um leão, como um leão. Veja isso no versículo 4. Isso é relacionado diretamente com a cabeça de ouro. Isto é a Babilônia. Em versículo 5 de Daniel 7, vê-se a segunda Besta como um urso, que corresponde ao peito e aos braços de prata, que é o Império Médo Persa. Daniel 7, versículo 6, fala acerca de Liupardo, e se corresponde ao ventre, as coxas de bronze, que é a Grécia. O Liupardo possuía quatro cabeças, porque vemos que representava o Alexandre Ogrê, o Grande, e depois se dividiu em quatro. Norte, Sul, Este e Oeste, quatro cabeças. Assim, as duas primeiras cabeças, o Leão e o Urso, mas estas quatro cabeças do Liupardo, fazem uma soma de seis cabeças. E depois, em Daniel 7, versículo 7, vemos o Quarto Animal, que é uma besta completamente derrível, que então representa a sétima cabeça forte como o ferro. Essa vez aqui, por isso, estamos a ver aqui, e que Daniel 2 é diretamente relacionado com Daniel 7.

Também, Daniel 7 é explicado um cadinho em maior detalhe, em Daniel 8. Vê-se alguns detalhes adicionais acerca desse carneiro, com dois chifres, e também do bode, com um chifre notável e quatro chifres.

Esse é descrito também em Daniel 8, e com este gráfico aqui ajuda a entender este relacionamento. Além disso, irmãos, Daniel 7 está diretamente relacionado com Apocalypse 13, porque desde que assim, a besta de sete cabeças e dez chifres, descrita em Apocalypse 13, está diretamente relacionada com Daniel 7, porque vemos em Daniel 7, essas sete cabeças, que é esta besta que tem sete cabeças. Esses dez chifres são, digamos assim, a besta vai ter uma ferida mortal, como vem neste gráfico, ao lado esquerdo, para dar o lado direito, ver se em Apocalypse 13, que vai ter uma ferida mortal, que é Apocalypse 13, versículo 3, e, então, isso representa a queda do Império Romano do Ocidente, no ano 476.

Uma vez mais, vemos este relacionamento neste gráfico entre Daniel 2, Daniel 7, Apocalypse 13 e Apocalypse 17. Estas estão diretamente relacionadas, como estou a mostrar aqui.

E, então, vê-se aqui um pequeno chifre que aparece em Daniel 7. Vejamos, então, agora aqui Daniel 7. Vamos ler Daniel 7, se faça agora. Daniel 7, versículo 8. Daniel 7, versículo 8. E diz assim, estandeu a considerar os chifres, ex que entra, ele subiu outro chifre pequeno, diante os quais três dos primeiros chifres foram arrancados, e ex que neste chifre havia olhos como os de um homem e que falava grandes coisas. E também lemos, no versículo 25, de Daniel 7, e proferirá palavras contra o Altíssimo, este pequeno chifre, que diz assim, e falará palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em cuidar, e cuidará em mudar os tempos da lei, e eles serão entregos na sua mão, por um tempo, tempo limitado do tempo. E assim, eles vêm-se que houve uma mudança do sábado para o domingo, e da páscoa do dia 14 para o domingo de páscoa, e isso foi uma das coisas que foi profetizada aqui, que ele diz assim, que cuidará em mudar os tempos da lei. Então, ve-se isso aí. Então, ve-se também que, em Apocalypse 17, está a falar de uma mulher, a mãe das prostitutas, uma mulher vermelha, da escarlata, e então essa mãe das prostitutas aparece na profecia, depois dos três primeiros chifres serem retirados. E aí, a partir desse momento, a mulher passa a cavalgar a besta. Por isso, esses primeiros três chifres são retirados, e depois a mulher começa a montar a besta daqui em diante.

E por isso, isso é um ponto que esta mulher, a mãe das prostitutas, é aqui descrita aqui em Apocalypse 17, versículo 5, a mãe das prostitutas, Apocalypse 17, 5.

Se formos comparar com Apocalypse 6, que é o primeiro selo dos certos selos do livro da Apocalypse, vemos também em Mateus 24, capítulo 4 e 5, que muitos virão em nome de Cristo, como Macias, e representa isso uma falsa legião, falsos sistemas ideológicos, e isso liga-se com este pequeno chifre. Também lemos em segundo coríntios, capítulo 11. Viremos então, segundo coríntios, capítulo 11, versículo 13 a 15. Deixem-me cá ler, segundo coríntios, capítulo 11, 13 a 15. Vemos aqui porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos transfigurando-se em apóstolos de Cristo. E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz. Não é muito pois que os seus ministros se transfigurem em ministros da justiça, o fim dos quais será conforme as suas obras. E por isso esses falsos ministros disfarçam-se de apóstolos de Cristo.

Lembrem-se que o primeiro selo é uma vez que o selo é aberto, continua aberto. E assim, ao mesmo é verdade, conserva um selo, terceiro selo, etc. Então este cavaleiro, este cavalo branco e o seu cavaleiro, cavalga através dos séculos e continuará cavalgando até que Satanás seja deposto.

Em Daniel 7, versículo 1 a 8, vemos este pequeno chifre que representa esse sistema religioso, como já li há pouco. Daniel 7, versículo 8, vou ler de novo. Na nossa secção, Daniel 7, versículo 1 a 8, mas eu vou chamar a vocês a atenção aqui de novo, a versículo 8, porque diz assim, estando-e-o a considerar os chifres, é que entre eles subiu outro chifre pequeno, diante os quais três dos primeiros chifres foram arrancados. Neste chifre, vi olhos como do homem e uma boca que falava grandes coisas, e como lembramos no versículo 25, esta falará coisas contra o altíssimo e destruirá os santos do altíssimo.

E por isso este é um sistema religioso, que está ligado com Pócalip 6, está ligado com Mateus 24, está ligado com 2 Coríntios 11. Por isso esta religião falsa vai influenciar o poder da besta, o poder político, e ela constitui uma das principais causas de guerras, de fome, das doenças e da morte ao longo da história.

Ora, as guerras, as fome, as doenças e a morte são os outros celos, o segundo, o terceiro e o quarto celo do livro da Apocalipse.

E então, vemos aqui, uma vez mais, estas escrituras, aqui Daniel 2, Daniel 7, Daniel 8, Apocalipse 13, vemos aqui as cabeças, e depois vemos aqui que este que é o Império Romano, esta sétima cabeça, que é o Império Romano, que acaba por cair em 476, e isso, então, tem esta ferida mortal, que é a queda do Império.

Depois, existem, vêm os chifres, porque as cabeças são relacionadas com estas cabeças, uma, duas, mais quatro aqui, como eu mencionei, mais uma aqui, faz sete, uma, duas, mais quatro, seis, mais uma, sete, são as sete cabeças, e os chifres depois seguem pelo usar nos seguintes, que são, digamos assim, vão surgir consequentemente. E vemos então aqui o primeiro chifre, que simboliza os vândalos, o segundo chifre, que representa os air-urus, o terceiro chifre, que representa os estrogodos.

E vê-se que estes reinos vieram e que foram destruídos, como lém aqui, pela introdução do Papa, e assim completando esta era de transição, como o comentarista Maias menciona no seu livro.

Ora, depois disso vemos, então, que é este pequeno chifre, este pequeno chifre, que acabei de ler de Daniel 7, e que, em Apocalipse 3, se fala que é este cordeiro dragão, e que, em Apocalipse 7, que é a mulher de Scarolata, e que este chifre veio aparecer mais tarde, como vamos ver daqui a pouco.

Ora, é importante aqui entender que o Império Romano, durante o período do Império Romano, o cristianismo estava a espalhar, e, como sabem, houve vários falsos professos começaram a influenciar. Mas, o grande evento importante que deu uma grande fase no movimento religioso foi o Concilio de Niceia, que foi no ano 325 d.C., e, se formos a adicionar 1260, um tempo, tempos, e meio tempo, que é 3 anos e meio, ou 3 dias e meio, e cada dia representa o ano, e o ano são 360 dias, dá um total de 1.360 anos, ou, adicionando esses 1.260 anos a 325, chegamos ao ano de 1.585.

E vamos ver daqui a pouco, um bocadinho mais, acerca do simbicado desse período. Tudo aconteceu exatamente no ano, mas foi um período em que as coisas começaram a acontecer, e durante esse período, houve um período de 1.260 anos em que a Igreja de Deus teve de esconder, por causa da influência deste Igreja do Império Romano.

Também, como ponta interessa, o Conselho de Niceia foi aquele que mudou o sábado para o domingo, e que mudou a Páscoa do dia 14 do calendário Ibraco para o domingo de Páscoa. Eles criam também, já havia movimentos para mudar o ensino de quem é Cristo e quem é Deus, e então só chegaram a acordo acerca disso, que eles disseram então, que seria então a Trindade, no ano de 385. Aí, então, formaram oficialmente como a Doutrina da Igreja, a Trindade da Igreja Católica.

Um pouco depois, uns anos depois, foi quando não queriam que os judeus informassem aos cristãos, quando era o dia 14, para observarem a Páscoa, correta a Páscoa Bíblica, então, eles quiseram destruir o sinédeo da judácia. Então, o sinédeo teve que esconder, mas antes disso, digamos assim, o Nazim, ou chamas assim, era o presidente do sinédeo, divulgou ou espalhou ou distribuiu a maneira de calcular o calendário, e por isso é que hoje temos o calendário ebraico, porque foi distribuído nesse ano. Pouco depois disso, o sinédeo foi proibido de continuar a existir, e por isso foi muito importante, Deus inspirou para que o calendário fosse divulgado para outras nações e ajudar as avoltas do mundo, e assim, hoje em dia, temos o calendário ebraico, mas o que vemos aqui é que esta igreja começou a puxar a ideia de trindade, e, e depois, mais tarde, vemos que este pequeno chifre que começou a ter força, e como uma entidade misturada com religião, essa força romana que tinha uma imagem do governo começou, então, a implantar, digamos assim, a sua posição. Daí veio, então, como vamos ver um pouco daqui a pouco, vou explicar um bocadinho mais de detalhes acerca do que se passou, mas lembrem-se que, voltando aqui a este quadro, para entendermos Apocalipse 13, lembrem-se que Apocalipse, o livro de Apocalipse foi escrito por volta do ano 90 pelo apóstolo João, e aí, o vesse que está profetizado foi que o Império Romano receberia uma ferida mortal, e sim, realmente, o Império Romano foi, digamos assim, teve a sua queda no ano de 476 d.C., depois, como disse, vieram-os estes outros chifres.

Ora, notem que Apocalipse 13 descreve duas bestas. Se formos ver brevemente aqui Apocalipse 13, vem que do versículo 1 até o versículo 10, está a falar acerca de uma besta que sobe do mar, e do versículo 11 até o fim desse capítulo está a falar de outra besta que sobe da terra, e por isso vemos aqui que Apocalipse 13 está a falar de duas bestas.

Uma é a besta por si própria, que é o Estado, que é este Governo, que vamos ver mais, que era o Império Romano, mas que caiu, teve uma ferida mortal, mas que veio ressurgir, como vamos ver daqui a pouco, e Apocalipse 13 também fala de outra besta que sobe da terra, que é uma entidade religiosa, que é esta Igreja Romana.

Ora, também é evidente que Apocalipse 17 temos aqui uma mulher que monta esta besta, esta mulher, que então é esta Igreja, que vai montar, mas só aparece, está claro, na sequência hiprofética, quando este pequeno chifre, de facto, toma, a tomar uma influência mundial, e é quando ela, a Igreja, vai influenciar governos que terão semelhança ao governo romano. Isto é, que chamam o Império Sagrado Romano, o sagrado império romano. Ora, essa é a prioridade que a Igreja se empolhe, a partir do ano de, como devemos ver aqui, do ano 554, foi quando o Papa, ou que foi, quer dizer, o Imperador Justiniano, no ano 554, foi recondecido e se meteu-se à submacia do Papa. Então, vemos aqui que esta é a primeira cabeça, que é quando esta mulher, a Scarleta, o pequeno chifre, apareceu e começou, então, a montar, a cavalgar sobre estes seguintes sete chifres, porque os três primeiros tinham sido arrancados, que eram reinos arianos. Se eu for andar um bocadinho para trás aqui, vemos que estes três aqui, estes três esvândulos, erulus e os ostrogodos, eram arianos. Se eu voltar um bocadinho mais atrás, venho aqui que eu mencinei, que eram reinos arianos. Ora, alguns de vocês não sabem o que é reinos arianos. O mais arianos é aqueles que acreditavam que Jesus Cristo tinha sido criado, que era um anjo como Miguel, e que essa ideia de que Jesus Cristo era um anjo criado foi esta disputa grande que houve aqui no Concilho do Constantinópila, e que, então, a trindade ganhou esta luta entre Jesus Cristo, um anjo Miguel ou Jesus Cristo, uma trindade, a parte de uma trindade. Nenhum desses é verdade, mas o ponto é que houve esta luta entre essas duas ideologias, e, então, esses três reinos, esses três chifres foram arrancados, esses primeiros três chifres foram arrancados, porque eram baseados, ou, aliás, além de serem estes Juvanos, Erolos e os Ostrogodos, tinham uma ideologia ariana do conceito ariano.

Então, voltando aqui a esta mulher de Escarlata da Apocalipse 17, ver se ela então começou a montar sobre estes ressurgimentos desta besta, ou do Império Romano, que, digamos assim, tinha sofrido uma lei, digamos assim, como é que ia dizer, de Escarlata, usar a palavra correta, que tinha recebido uma ferida mortal. E, então, depois deste período, aqui, esta ferida mortal foi, digamos assim, curada. Aqui, então, vemos, então, aqui, que esta ferida mortal foi curada na Apocalipse 13, que é dizer, o Império caiu, houve aqueles três chifres que não foram cavalgados pela esta Igreja Romana, mas depois, quando essa ferida mortal foi curada, foi quando houve a restalação imperial. Então, deste período, depois da restação imperial, veio a ver o reino Frankish de Carlos Magno, também foi curado pela Papa, e depois veio a ver o Sacro Império Romano, pelo puro Otão Grande, também curado pela Papa, e depois houve a Dinastia de Habsburg, de Carros da Áustria, também curado pela Papa, e depois vem o Renado Napoleão, Napoleão Moulaparte, curado também pelo Papa. E depois, isso caiu em 1814.

Ora, se forem ver, do ano 554, foi aqui, quando esta restalação imperial, quando este pequeno chifre abasceu, este primeiro, do ano 554, até o ano de 1814, houve 1260 anos em que a besta continuou. Vê-se aqui, em 1214, exatamente, 1260 anos depois da furida mortal, mortal ser curada, foi aqui quando foi curada. O Sacro Império Romano foi dissolvido, assim fechou-se, a um governo datado deste Augusto César, que, como diz o este historiador ou comentarista, West, no livro dele da Pazha 377.

Ora, assim vemos, irmãos, que há dois períodos de 1260 anos. Este período de 1260 anos, até 1814, que é, a igreja teve ou montou estes reis, estes governos estaduais, e também há um período de 1260 anos desde o ano de 325, quando houve o Conselho de Niceia, até cerca do ano de 1585, que vou falar um pouco mais daqui a pouco.

Ora, também falando acerca desta Apocalipse 17, que é a mulher do Escarlata, vemos aqui, em Apocalipse 17, por ciclo 10, que diz, e são também sete reis. Cinco já caíram, e um já é, e o outro ainda não é vindo. Então, vence aqui, cinco reis, um, dois, três, quatro, cinco. E depois há um sexto, que diz aqui um já é, e o outro diz aqui que é vindo, que é para vir, ainda está para vir, ainda não chegou. Ora, estas são os resurgimentos do Império Romano, são os sete resurgimentos ou resurreições do Império Romano.

Cinco aconteceram durante o que chama o Sacro Império Romano, uma outra, diz assim, existe. Ora, isso significa que existe durante um período específico. Hoje em dia não existe, porque representa o período da Segunda Mundial, um bocadinho antes, disse que foi o período da Mussolini e da Itila, durante esse período que foi quando este gráfico foi entendido pelo Sr. Armstrong e um outro ainda não chegou, que está para vir. E por isso, este período, quando isto foi entendido, foi exatamente um período na história em que isto era a realidade. E por isso é muito interessante por isso também mencionar esse ponto importante. Ora, então, repetindo, o cavalo branco de Mateus 24, diz que, Mateus 24, diz que muitos virão em meu nome e que representa a falsa religião, também lemos em Segundo Corrínio os falsos ministros e também lemos em Daniel 7, este pequeno chifre.

Então, vemos este cavalo branco, que é esta religião, estes ensinamentos pagãos que foram infiltrados na igreja desde o início da igreja, logo após Cristo ter fundado a igreja e depois essas doutrinas pagais provocaram uma separação dessas pessoas que tinham se infiltrado com essas ideias pagais dos verdadeiros cristãos. Então, surgiu a igreja católica romana e lê-se isso na história.

Essa igreja ao envolver-se na política e ao unir-se ao governo romano, como vimos acerca do governo Sácaro do Sácaro Império Romano e essas cinco fases desse Sácaro Império Romano, que estava em busca de poder e influência, passou a perseguir aqueles que permaneciam fiéis aos ensinos bíblicos e por isso ofeça perseguição. Então, essa perseguição foi contra aqueles que guardavam sábado e que observavam a páscoa bíblica. Isto é no dia 14 do Canadário Ibraico e por isso esse cavalo branco tem continuado pelos séculos.

Esse é o primeiro selo que tem existido há anos e anos e anos e continuem a continuar até a vinda de Cristo e depois vemos guerras religiosas e com ideologias. Guerras causam fomos, causam doenças e causam morte e esses são simbólicos de outros cavalos, o cavalo vermelho, que é guerras, o cavalo preto que representa fome e o cavalo amarelo pálido que são estas doenças, epidemias e finalmente a morte, que são paralelos não só em Apocalipse mas também em Mateus.

Ora essa perseguição começou a diminuir com a reforma protestante porque vemos que houve esta reforma protestante lá para os anos, lá para o século XVI, lá para a volta dos anos 1500, ao início dos anos 1500 e depois em 1585, um ponto específico importante é que a Rainha Elizabeth I promogou uma rigorosa rei, a lei perdão, que tornava alta traição a entrada ou permanência na Inglaterra de qualquer sacerdote católico romano ordenado fora da Inglaterra sobre a alteridade do Papa.

Então começou a ver esta influência do Papa sobre a igreja, a igreja começou a diminuir e assim vence este período de 1260 anos desde o Conselho de Nisseia no ano de 325 até 1260 anos depois até quando a volta deste período a igreja começou a ter mais liberdade para a igreja de Deus começar a se espalhar pelo mundo. Mas como consequência disso surgiram várias igrejas protestantes que saíram da igreja católica que são identificadas profeticamente como as filhas da igreja da Roma.

Lembrem-se isso em Apocalipse 17 por ciclo 5, diz assim, e na sua testa Apocalipse 7.5 diz estava escrito o nome mistério, a grande babilônia, a mãe das prostituições e abominações da Terra. Para lembra-se que este cavalo branco representa este selo que foi aberto e continuou aberto. E estes cavalos não só o branco, mas os outros e os seus cavaleiros continuam cavalgando e continuarão cavalhando até ao retorno de Cristo.

Em Mateus 24 vemos vários sinais que devemos estar a observar, nós como cristãos. Mas um ponto que quero sublinhar, irmãos, é que eu queria mostrar esta continuidade de começando com Daniel 2, esta continuidade para entendermos quem é a besta. Porque a besta desta continuidade vem diretamente de Roma e é uma continuação europeia, como vemos. E por isso não é, por exemplo, a China ou não é a Rússia ou não é os Estados Unidos, mas é um governo baseado na Europa. Ora, em Mateus 24, coisas que devemos estar a observar agora é que estamos no princípio de que é o princípio das dores.

Vê-se aqui que muitos vão escandalizar, traerão uns aos outros e odiarão. Há muitos falsos profetas, vão enganar a muitos e a iniquidade vai multiplicar, o amor de muitos vai esfriar e aqui nós temos que perseverar até o fim.

E isso será salvo. Então, este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo, em distoemunha todas as nações e então virá ao fim. Portanto, diz assim, quando vir já a abuminação de exulação, de que falou o profeta Daniel situado no lugar Santo, quem lê a indenda, então o que é a abuminação de exulação?

Então, aqui está este sermão que eu dei alguns meses atrás, acerca da visão profética geral, que eu mencinei mais anteriormente, e por isso esta abuminação de exulação é que vai acontecer antes da grande tribulação, que é um período de três anos e meio, mas antes disso ainda vivemos neste período dos quatro cavalos e seus cavaleiros, de branco, vermelho, preto e assim amarelo pálido. Então, vence este continuar e comecinei a observar várias coisas para observar. A unificação europeia, este 10 reis, que é a besta, e esta unificação da igreja romana, que vai haver mudanças aí também.

E por isso são pontos importantes para nós entendermos. No entanto, lemos em 2 Pedro 3, versículo 9 a 11, que diz, o Senhor não retarda a Sua promessa, ainda que algum até em portadia, mas é longánymo. Deus é longánymo para nós, para conosco, não querendo que ninguém se perca, senão que nos venham a arrepender. Irmãos, o ponto da profecia é para nos arrependermos.

Mas o Díido o Senhor virá como um ledrão de noite. Aqui está a falar a sério deste grande contexto desde a vinda de Cristo até ao ponto final. Aqui neste contexto está a falar acerca de um grande período de vários centenas de anos, no qual, quando esse dia final do juízo final, diz assim, os céus passarão com um grande estrom do e os elementos ardendo-se de farão e até reazobras que nela há se queimarão.

Há vindo pois de parecer todas estas coisas, irmãos. O que é o ponto importante isto tudo? Qual é o ponto importante da profecia toda? Irmãos, é que Deus quer que nós nos arrependamos. Deus quer que nos arrependamos e, por isso, nós temos que ser santos, em maneira como tratamos, como vivemos, e em maneira como semos como Deus é.

Isso é o ponto importante da profecia. Irmãos, vimos então, em resumo, Daniel 2 revela a sequência dos impérios mundiais. Daniel 7 identifica o desenvolvimento deste sistema político e religioso. Apocalipse 13 revela a besta e o Valdos profeta nos últimos dias.

Apocalipse 7 explica a relação entre o poder político e o sistema religioso. E finalmente, Mateus 24 mostra o que devemos de observar enquanto aguardamos a volta de Cristo. Irmãos, a profecia não foi dada para satisfazer a curiosidade. Não, esse não é o propósito da profecia. A profecia não é para satisfazer a nossa, digamos assim, inteligência e curiosidade. Para isso, a profecia foi dada para nós nos arrependermos, para ver arrependimento, para nós sermos fortalecidos na fé em Deus e confiar em Deus. E para nós termos esta oportunidade de sermos preparados para a volta de Cristo. Esta é a razão da profecia, irmãos. Não é para, olha, eu sei estudo, eu sei quem é besta. Não, irmãos. O ponto é, as coisas estão a dar depressa. Precisamos de nos arrependermos, precisamos de mudar. E por isso, ao compreendermos o simblicado da besta e do falso profeta, devemos estar ainda mais determinados a permanecer firmes, na verdade, a vigiar, a perseverar e a cumprir a obra que Deus nos confiou aguardando o estabelecimento do seu reino. Por isso, irmãos, precisamos manter fiéis até o fim. Entendem que a besta vai ser um governo europeu, entendem que vai ser uma influência entre governo e política-ice e também de religião, vai ser uma mistura e precisamos ter cuidado, irmãos, para não estarmos envolvidos nisso. Mas o importante, precisamos nos arrepender. Temos que mudar, porque o tempo é curto, irmãos. Temos que ter fé e temos que estar prontos para a vinda de Cristo, que Deus vos abençoe nesta caminhada adiante.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).