Saia do Mundo

Mas Não Traga o Mundo com Você

Deus chama-nos a sair deste mundo, não apenas para mudarmos as nossas crenças, mas para transformarmos o nosso caráter. Devemos abandonar os desejos mundanos, as conversas impróprias, a maledicência, o orgulho e o espírito excessivamente crítico, substituindo-os pela humildade, paciência, perdão e misericórdia. Através do Espírito Santo de Deus, devemos revestir-nos do novo homem.

Transcrição

Bom, deobotar-te, queridos irmãos, aqui a Jorz Campos.

Os Israelitas saíram do Egito, mas eles levaram o Egito com eles.

Eles levaram com eles a maneira de pensar dos Egitos, eles levaram com eles os assinamentos pagãos dos Egitos, os seus desejos, os seus valores, as suas influências.

Vejam em Salmos 16, versículo 8, diz assim, diz assim, não obstante, Deus os salvou por o amor do Seu Nome para fazer conhecer o Seu poder. Repreendeu também o mar vermelho, e este secou. E fez estes Israelitas caminhar pelos abismos, como pelo deserto, e os livrou da mão daquilo que os odiava, e os remiu da mão do inimigo.

E depois lemos um caninho mais adiante, no versículo 14, e treze por incêndios que aceram das suas obras, não esperaram o Seu conselho, mas deixaram-se levar a cubiça no deserto, e tentaram a Deus na solidão. Isto é continuar a levar com eles estas atitudes incorretas.

Veja no versículo 25, diz assim, antes murmuraram nas Suas tendas, e onde eram avidos a voz do Senhor. Veja, por exemplo, no versículo 35, antes se misturaram com os gentios, e aprenderam as Suas obras.

Irmãos, Deus os separou, os tirou do Egipto, mas eles continuaram a seguir as mesmas atitudes e práticas dos egípcios e daqueles que estavam a volta deles, os gentios. Sim, fisicamente deixaram o Egito, mas não abandonaram os caminhos ou as maneiras de viver do Egito. Há outras palavras, as circunstâncias físicas mudaram, sim, mudaram rapidamente, mas não o caráter deles. Consequências, eles quiseram ter coisas pagães, eles tiveram invejas, eles murmuraram, eles se tornaram rebeldes, eles duvidaram nas promessas de Deus, e ao fim de contas, uma geração inteira falhou de entrar na Terra prometida. Vejam em Hebreus 3, Hebreus 3, versículo 19, Hebreus 3, versículo 19, e vemos que não poderam entrar por causa da sua incredilidade. Eles não acreditaram, não tiveram fé em Deus, e por isso não obteceram. Vejam no versículo 1 e 2 do capítulo seguinte, do capítulo 4, temamos pois que, por ventura, deixada a promessa de entrar no seu repouso, parece que algum de vós fica para trás. Precisamos ter cuidado não seguirmos o exemplo dos egípcios, porque também a nós foram pregadas as boas novas, como a eles. Eles tinham boas novas de irem, tinham boas notícias para irem para a Terra prometida.

Mas a palavra de pregação nada lhes aproveitou. Por quê?

Porque não estava misturada com a fé, naqueles que ouviram, não acreditaram, não praticaram, não obteceram. Irmãos, não devemos permitir que o mundão, que o mundão continuo conosco. Sim, nós devemos ter saído do mundão quando fomos batizados, não é? Mas estamos a permitir que o mundão continue a afetar o nosso pensamento e a nossa conduta.

Em primeiro coríntios, capítulo 10, primeiro coríntios, capítulo 10, vejamos no versículo 6 a 11. Lembrem-se, e essas coisas foram nos feitas em figura, para que não cobicemos as coisas mais, como eles que obissaram. Não vos façais pois idolatras, como alguns deles. Como está escrito, o povo assentou-se a comer e beber e levantou-se para folgar. Isto é, não se arrependeram, trouxeram o Egito com eles, trouxeram o mundão com eles.

E não forniquemos, como alguns deles fornicaram e caíram no dia 23 mil. Versículo 9. E não tentemos a Cristo, como alguns deles também tentaram e cresceram pelos serpentes. E não murmureis, como alguns deles murmuraram e cresceram pelo destruidor. Ora, todas essas coisas se sobreviveram, sobreviveram como figuras, como tipos de uma realidade, do exemplo para nós. Estão escritas para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos.

Irmãos, essas coisas são exemplos para nós.

Nós saímos do Egito espiritual, do mundão. E nós estamos numa jornada espiritual.

Da servidão do pecado, a caminho do Governo de Deus, do Reino de Deus.

E nós irmãos, encontramos os mesmos desafios.

Se nós podemos ter saído do mundo, do mundão, fisicamente, religiosamente, socialmente. Mas mantemos esses hábitos do mundão nos corações.

Fazemos coisas às vezes religiosas do mundão. Continuamos com algumas dessas práticas, sem mudar. Ou, por exemplo, homens falam acerca das damas de uma maneira que não é correta. Ou damas, sim, guardam um sábado, por exemplo, fielmente, mas estão cheias de fofocas e falam mal do outro.

Membros da Igreja sabem a verdade, mas têm atitudes de suspissão, de amargura. São excessivamente críticos quando alguém não está de acordo com eles.

E assim, a velha natureza humana continua.

Essa natureza humana, nós precisamos de vencer. Deus quer que nós vençamos essa natureza humana. E aqui está a lição de dois irmãos. É que sair do Egito para eles foi simplesmente o início da viagem. Não foi o seu final. E para nós, na Igreja de Deus, sairmos do Mundão é simplesmente o início da nossa transformação do velho homem para o novo homem. Não é ao fim.

Irmãos, vocês, eu e nós fomos chamados do Mundão. Nós aprendemos a verdade de Deus. Nós guardamos o sábado, guardamos os dias santos, conhecemos o plano de salvação, desejamos estar no rei de Deus. Mas a pergunta é, deixámos realmente o Mundão para trás. Em segundo Corinthians capítulo 6, segundo Corinthians capítulo 6, versículo 17, lemos. Por isso sai do meio delas.

E apartai-vos, diz o Senhor, e não toqueis nada em mundo e a ovo-us receberei. Precisamos ser separados, irmãos. As nossas mentes precisam de ser diferentes do Mundão. Saímos da religião falsa, mas estamos a continuar a praticar algumas das suas práticas, ou atitudes. Se engordamos o sábado, participamos aos cultos ao sábado, observamos os dias santos, sabemos pondes proféticos, no entanto, falamos, pensámos e conduzimos, como éramos antes de prendermos a verdade.

E se é o seu caso, é o seu caso que você continua a ser a mesma pessoa como era? Sim, nós não participámos nas atividades físicas do Mundão? Espero que não. Mas o que podemos dizer acerca da nossa conversa, na maneira que falamos e pensámos e atuamos para com os irmãos? Como é que falamos acerca das damas? E como é que as damas falam acerca dos homens? Há fofocas, há críticas, há ressentimento, há inveja, há uma tendência de ficar super sensível e ofendido, ou temos humildade, temos um desejo de mostrar misericórdia, temos uma habilidade de dar aos outros benefício de, talvez não saibamos realmente por que as façam isto aquilo.

Irmãos, saindo do Mundão, não é simplesmente mudar da sociedade. A sociedade é ação. Olha, não vou para uma igreja ao domingo, vou para uma igreja ao sábado. E se não chegue, irmãos, é uma mudança de coração, de atitude mental, de caráter e da maneira como nos conduzimos. Em Romanos capítulo 12, versículo 2, e não ser conformados com este mundo, mas ser transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimentais, que o que seja boa, agradável e perfeita vontade de Deus.

Irmãos, vamos ser conformados, mas precisamos ser transformados em que a nossa mente é renovada, uma renovação da nossa mente, do nosso entendimento. Não é parecer diferente, olha, não vou ao culto, ao domingo, vou ao sábado, mas tornar-me nos diferentes. E este irmão tem que ser evidente na nossa vida diária.

E, por isso, hoje, irmão, quero abordar três lições importantes. Primeiro, temos que rejeitar os desejos e atitudes do mundão. Segundo, temos que tirar o velho homem, particularmente na maneira de falarmos e na maneira como nos conduzimos à frente de outras pessoas. Mas isto é, no nosso relacionamento com outras pessoas. E terceiro, precisamos de pôr de fora a crítica, a super sensibilidade, com humildade, paciência e misericórdia.

E, irmãos, nós só podemos realizar esta transformação com a ajuda do Espírito Santo de Deus. E, por isso, vigemos, então, o primeiro, que é sair do mundão. Significa que precisamos rejeitar as suas cubiças e os seus desejos e as suas atitudes.

Vejam em 1 João 2, 1 João 2, começando no versículo 15. Não há mais o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está dele. Porque tudo que está no mundo, a concupiscência da carne, estes desejos da carne, a concupiscência dos olhos, estes desejos do óleo, dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo.

E o mundo passa e o seu concupiscência, mas o que ele faz à vontade de Deus permanece para sempre. A palavra aqui, a concupiscência da carne, a palavra concupiscência, é a palavra grega 1-9-3-9. E potomia, que se refere a um grande, forte desejo, ou digamos assim, apetito. E dependendo do contexto, esse desejo pode ser um desejo bom, correto, um desejo mal, incorreto.

Isso, neste contexto, por estar a falar a sério de coisas contra a vontade do Pai, está a incluir imoralidade sexual, apetites descontrolados, ambições egoístas, inveja e outros desejos ou concupiscências contrárias à lei de Deus. Em 1 Pedro 2, versículo 11, 1 Pedro 2, versículo 11, leemos amados, péssivos como pregrinos e furasteiros, que os abustanhais das concupiscências carnais que combatem contra a alma. Estas concupiscências carnais, estes desejos, estas cubiças carnais combatem contra a sua vida. Note bem que estes desejos, estas concupiscências, não são coisas que são inocentes que não amagam a nada, porque na realidade temos uma batalha espiritual e essa batalha começa na nossa mente.

Em Tiago 1, versículo 14 e 15, leemos, mas cada um é tentado. Se alguém... Perdão, Tiago 1, versículo 14, mas cada um é tentado quando é traído e engudado pela sua própria concupiscência. Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado e o pecado sendo consumado gera a morte. Aqui, veja, digamos assim, esta progressão começa com desejo e depois afeta a sua consciência, a sua mente. E depois dá à luz o resultado pecamos. Sim, ser tentado não é pecado, mas quando permitimos isso estar na nossa mente e afetar a nossa consciência e causar uma ação ou um pensamento incorreto, isso é pecado.

E, ao fim, contas, o pecado gera a morte. O pecado gera a morte. Então, esse é o primeiro ponto, é com a comprensência da carne, do mundão. Precisa ter cuidado com isso. O segundo ponto é a comprensência dos olhos. Precisamos ter cuidado com esses desejos, essas cubiças entram na nossa cabeça e entram pelos olhos. Vejam, em Mateus 5, versículo 27 a 28. Mateus 5, versículo 27 e 28 diz, E 28 diz, Para cubissar.

Este é uma cubissa em que uma pessoa começa a detalhar as coisas de uma maneira mais gráficamente, mais descritiva.

E, então, acabamos nos nossos pensamentos e, às vezes, em palavras, não tratar as pessoas do sexo oposto, na maneira correta. Irmãos, isso pode acontecer aos homens ou às damas?

Os padrões de puridade cristã são aplicáveis tanto aos homens como às damas. Em primeiro Timótio capítulo 5, primeiro Timótio capítulo 5, começando no versículo 1 e 2.

Não repreendas esperadamente o ancião, mas o do mestre ou como a pai. Aos moços como irmãos, as mulheres idosas como amães e as moças como irmãs em toda a pureza. Precisamos tratar as damas mais jovens, as moças, como irmãs com toda a pureza.

Como, então, é que um cristão pode olhar para uma moça como uma irmã com toda a pureza? Então, como é que uma cristã pode olhar para um moço ou um jovem como um irmão com respeito e pureza? Isto, irmão, irmãos, irmãs, é sairmos do mundão. E o terceiro ponto que lemos, a ponto, é esta honra, este orgulho da vida. Este orgulho manifesta-se de muitas maneiras.

Pode ser, olha, eu fiz isto, sou tão grande, ou vai-dade, o materialismo, o desejo de impressionar as outras pessoas. Este orgulho pode aparecer nos nossos relacionamentos com outras pessoas.

Por exemplo, pensamos que o nosso julgamento está sempre certo. Ou podemos assumir que os nossos motivos são puros, enquanto os motivos dos outros são questionáveis. Quer dizer, são assim duvidosos. Podemos insistir que os outros peçam desculpas a nós, enquanto nós não estamos dispostos ou preparados a examinar a nossa própria conduta. Nós podemos tornarmos-nos convencidos da nossa própria autogistisa, que não somos capazes de receber correção. Em provérbios 16, versículo 18, lemos a suberba procede a ruína. E ao invés do espírito, procede a cada. Vamos pensar nisso, esta suberba, vem antes da destruição. Vejam em Tiago 4, Tiago 4, versículo 6.

Demos antes da maior graça, porque, portanto, diz Deus resiste aos subérbios, mas da graça aos humildes. Deus resiste aos subérbios, mas da graça aos humildes. O mundo encuraja você ter uma autoconfiança, ou dizer, olha, eu estou certo. O mundo encuraja dizer, olha, você tem direito a isto, aquilo. E o mundo encuraja você a defender o seu orgulho. Por outro lado, o Deus ensina humildade, autodomínio e amor. Por isso, sair do mundão não simplesmente significa rejeitar prazeres e morais, mas também rejeitar a ti. As atitudes de cubiço de altiveis, de soberba.

Por isso, digamos assim, é o primeiro ponto que estou a me ensinar hoje. Devemos reconhecer estes problemas que nós temos, estas dificuldades que nós temos, rejeitando as suas cubiças e as suas atitudes do mundão. O segundo ponto é que sair do mundão significa tirar o despir do velho homem e principalmente isso, na maneira que falamos com as outras pessoas. Em Efezius 4, versículo 17, Efezius 4, versículo 17, digo isto e testifico-me o Senhor para que não andais mais como andam também os outros gentinhos na vaidada da sua mente. Entrenebrecidos no entendimento, separados da vida de Deus pela ignorância que há neles, pela dureza do seu coração, os quais havendo perdido todo o sentimento, se entregam à dissolução, com a videz, como terem toda a empresa. Mas vos não aprendeste-se assim em Cristo, se é que o tendo ouvido e nele fosse ensinado como está a verdade em Jesus, que quanto ao trato passado vos despojeis do velho homem, que se corrompe pelas concupiscências do engano e vos renovéis no espírito da vossa mente. Temos como dar, irmãos, de maneira que pensamos, a atitude tem que ser diferente. E vos revistais do novo homem que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santilhada. Temos que remover, despojar os hábitos antigos. E temos que pôr, em vez disso, o caráter de Deus. E isto é particularmente aplicável à maneira como falamos. Por isso precisamos de tirar a linguagem terrível, palavrões e coisas incorretas que saiam da boca e conversas que sejam sexualmente negativas para as damas. Em Efezius 5, versículo 3 a 4 lemos.

Mas a forrificação e toda a impureza ou avareza nem ainda se nomei entre vós, como convém a santos. Nem torpesas, nem troliços, nem zombarias que não convém, mas antes ações de graças. Palavras incorretas. Eu que diz aqui, toda a impureza, toda a impureza ou avareza não se nomei entre vós, nem torpesas, nem troliços, nem zombarias. Precisamos ter cuidado com o que sai da boca. Precisamos de examinar como falamos. Como é que você fala? Quando os homens se juntam, só homens falando entre homens, o que eles falam? O que eles estão a falar? Estão a falar de uma maneira respeitosa, a certa das damas, a certa das suas esposas, a certa das suas filhas, irmãs, ou não? Ou as conversas entre os homens, por exemplo, quando estão num grupo de homens, tornam-se sugestivas sexualmente? Isso não está certo, irmão. Eles estão a descrever o corpo das damas, em maneiras gráficas, ou em palavras negativas, não sejam encorajadoras. Estão a dar andotes e iram dizer, olha, eu só estou a brincar. Mas irmãos, isso também aplicava às damas. As damas às vezes entram em conversas que estão a pôr os homens em certas como objetos sexuais, digamos assim. Falam-se acerca dos corpos de outros homens, ou assuntos íntimos, de maneiras que não são corretas para cristãos? Nós temos que entender algo muito importante, irmãos e irmãs. Uma conversa não se torna aceitável porque os participantes nessa conversa são adultos. E certamente não devemos ter essas conversas na presença de crianças ou jovens. Porque irmãos, leiam em Mateus 12, Mateus 12, versículo 36 a 37. Mas eu vos digo que toda a palavra ociosa que os homens disseram honde dar conta no dia do juízo. Você e eu vamos ter que dar conta das nossas palavras, porque tuas palavras serão justificadas e por tuas palavras serão condenadas. Irmãos, acho que isto é assunto sério. Estamos a sair do mundão, mas estamos a trazer um mundão conosco.

As nossas palavras, ao fim de conta, revelam o nosso coração. Uma pessoa pode dizer, oh, eu sou maduro espiritualmente, eu sei estas palavras, eu sei citar a Bíblia de Corre e Salteado, eu sei isto, eu sei as profecias, eu sei isto e aquilo do outro. Mas a maneira de falar é vulgar, é negativa, está a degradar a outra pessoa, é sexualmente incorreta. Irmãos, isto é uma inconsistência muito séria, porque diz que a Cristão tem um padrão alto, mas a conduta, as palavras não são consistentes com o que a pessoa diz que é. A Bíblia chama-se hipocrisia, não é? Em Colossenses 3, Colossenses 3, versículo 8, leemos Tendo Cuidado, não, perdão, 3, versículo 8, Colossenses 3, versículo 8, mas agora, despojá-vos também de tudo, da ira, da colra, da malícia, da maldicência, das palavras torpes da vossa boca. Temos que tirar da nossa boca palavras que não são de acordo com o caminho de Deus. A nossa conversa, as nossas palavras devem de refletar ou de mostrar a mente de Jesus Cristo. E por isso, as palavras não é só, digamos assim, carnais, mas as palavras que temos que tirar da nossa vida também têm de ser palavras que estão a dizer mal das outras pessoas, fofocas, ou que estejam a falar negativamente das outras pessoas. Em Efezius 4, 9, diz, Ora, isto ele subiu, que senão também tenha sido, que também tenha sido descido às partes mais baixas da terra, não, não, perdão, é, em Efezius 4, versículo 29, perdão, 4, versículo 29, diz assim, Não saia da vossa boca, não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só é que for boa para promover a edificação para que dé graça aos que houve. Vejam a direção positiva. A direção positiva, aqui no versículo 29, é, em vez de ter palavras torpes negativas, fofocas, falar negativamente acerca das outras pessoas, qual é a direção? Promover a edificação. Para quê? Para que dé graça aos que houve.

Vê-se aqui, então, uma tendência, uma direção positiva. As nossas palavras deviam de dar, de mostrar graça, devem de edificar. Mas, considerem como uma fofoca, como essa. Uma pessoa compartilha uma certa preocupação. Então, outra pessoa adiciona a sua opinião. E depois, outra pessoa repete o que ouviram. E um bocadinho mais adiante, chegam a certas suposições que se tornam fatos. Olha, isto é verdade. É um fato, uma realidade. E depois, motivos são atribuídos a essas pessoas, sem saberem o que está no coração delas. E então, o caráter, a reputação dessa pessoa, é estragada, é destruída. Proverbios capítulo 18, versículo 8. Proverbios capítulo 18, versículo 8. Proverbios capítulo 18, versículo 8. As palavras do intrigante são conferidas. Elas descem ao íntimo do ventre. Estas palavras de uma pessoa que está a dar uma fofoca, descem ao íntimo, íntimo do ventre. Penetram profundo no coração. Em capítulo 16 de Proverbios, proverbios 16, versículo 28, lembrem-os. O homem perverso instiga a contenda. E o intrigante separa os maiores amigos. Irmãos, não devemos de ter esta conduta na Igreja de Deus. Em Mateus 18, versículo 15, temos esta instrução quando há um problema, devemos de falar com essa pessoa diretamente. Agora, se o teu irmão pecar contra ti, vai repreendo entre ti e ele só. Se tu ouvi-te, ganhaste-se o irmão. Mas se não tu ouvi-te, isto é, de facto, tem certeza que é um bocado, então, precisas de ir lá contra o estamunho. Diz assim, leve ainda contigo um ou dois para que, na boca de duas ou três estamunhas, toda a palavra seja confirmada. Então, temos um segundo estágio de aproximar esta pessoa contra o estamunho. E o versículo 17 diz, e se não as escutar, é preciso ter este segundo estágio, meu irmão, este segundo passo. Primeiro ir à pessoa diretamente, segundo ter testemunhas que sabem de facto o realidade, não é fofoca. Tem este problema, este pecado. Sério, sério. Por depois, leve à igreja. E se não escutar à igreja aos irmãos, aos ministros, não é dizer a um, todos os membros da igreja, não, como a pessoa dizer, ah, então, quer dizer, não, é a liderança aos líderes da igreja. Então, se não escutar, considera-o como gentil e publicano. Quer dizer, o resultado final deste progresso, destes três passos, é que a pessoa vai ser expulsa da igreja. E por isso, irmãos, temos que considerar isto muito seriamente. Se o assunto não é assim tão sério, é necessário levar a este nível. É necessário levar a este nível. E além disso, em Galatas, capítulo 6, por ciclo 1, dá-nos uma maneira de como abordarmos o assunto. Porque eu já tive uma situação, uma pessoa bem a mim, olha, eu sei que isto é errar contigo, mas a atitude desta pessoa não refletia o que está aqui em Galatas, capítulo 6, por ciclo 1. Irmãos, se há algum homem chegar a ser surpreendido em alguma ofensa, isto é, irmãos, de facto há uma verdadeira ofensa, não é? Uma meia interpretação que foi exagerada e aumentada. Vosso sou espiritualmente espirituais, encaminhar o tal ajuda a encaminhar-se com o espírito de mansidão, olhando para ti mesmo que não sejas também tentado.

Um espírito de mansidão, os mansos vão errar a terra, como Jesus Cristo diz em Mateus 5.7. Temos que ter um espírito de mansidão. Ora, isso não é espalhar informação que vai destruir essas pessoas? Não.

Mas precisamos ter certeza que temos os fatos, estamos certos, não há exageros. E, entender, não haverá outra explicação para a situação, por precisamos ter cuidado, por isso aqui, para que não sejas também tentado.

Essas coisas todas viram-se a nós. E, por isso, então, precisamos fazer é mudar a nossa conversa, como lemos em Colocenso 4, 6, e Colocenso 4, 6, diz, a vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibas como vos convém responder a cada um. Por isso, então, a nossa palavra seja sempre agradável. Isto é congraça, agradável, temperada com sal. Não é às vezes, é sempre, sempre verdadeira e congraça. Se isso é necessário, há uma certa correção, isso precisa ser respeitoso. Devemos evitar fofocas, mas isso não quer dizer negligenciar preocupações ou situações legítimas, e devemos rejeitar palavras ou humor ou andotes, não sejam corretas para a situação. Lembrem-se que cada pessoa que você está a falar a seca desta pessoa, daquela outra pessoa, cada pessoa é feita na imagem de Deus. E Deus tem um plano para esta pessoa, para esta pessoa estar no rei de Deus.

E por isso precisamos ter cuidado com o que sai da nossa boca. Vejam em Tiago 3, versículo 8 a 10. Mas nenhum homem pode domar a língua. É o mal que não se pode refriar esta cheia de peçonha mortal. Com ela benizemos a Deus, Pai, e com ela amaldiçoamos os homens feitos à semelhança de Deus.

Da mesma boca procede a benção e maldição. Irmãos, não convém que se faça assim. Não convém que se faça assim. E então, a nossa palavra, a maneira como falamos, talvez seja o indicativo mais claro de que o velho homem está a ser mudado para com o novo homem.

E além disso, irmãos, além destes pontos de reconhecer estas palavras incorretas e estas atitudes, estas cubistas, estas... e também tirar o velho homem por o novo homem, é também substituir a hiper-sensibilidade, pela misericórdia.

Irmãos, sermos super sensíveis também é um problema. Precisamos de evitar, está claro, palavras vulgares, torpes e fofocas, mas pode ser que ainda estejamos a trazer o mundão conosco. Por quê? Porque nos tornamos super críticos. Estamos a pensar o mal sempre dos outros. Estamos a ficar ofendidos muito rapidamente. Estamos a insistir em justiça para nós, enquanto não demonstramos misericórdia.

E estes são perigos espirituais muito grandes. Por isso devemos de evitar, a ficarmos ofendidos facilmente. Vejam em Iglesias 7, Iglesias 7, versículo 21.

Iglesias 7, Iglesias 7, versículo 21.

Tão pouco apliques o teu coração a todas as palavras que se disserem. Por quê? Para que não venhas a ouvir o teu servo a mal de sua arte. Sim.

Interessante. Não leves ao teu coração tudo que as pessoas dizem. Porque o teu coração também já conversou que muitas vezes tu a mal de suas tis a outros.

Ponto de importante, hein?

Nós próprios dissemos coisas que não devíamos ter dito. Então, isso é uma lição em quê? Em humildade. Irmãos, todos nós fazemos erros, cometemos erros. Todos nós às vezes falamos descuidadosamente.

Todos nós às vezes não entendemos corretamente os outros. E às vezes podemos, sem intenção, machucar outra pessoa.

Por isso, se cada palavra ou comentário que uma pessoa faça, talvez, assim, um comentário que não devia ter sido dito, mas que seja pequeno, mas que não foi um bom comentário, não foi uma boa maneira de pôr ou dizer, se isso se torna uma grande ofensa, os relacionamentos entre as pessoas se vão tornar extremamente difíceis.

Em Proverbes 19, versículo 11, em Proverbes 19, versículo 11, Proverbes 19, versículo 11, lemos, a preudência do homem faz rater a sua ira, e a glória sua o passar por cima da transversão.

Por isso, passar por cima uma transversão é uma expressão de sabedoria, não é? É ser sábio, porque não é sempre necessário confrontar todos os divios que nós pensamos que vão pegar. Olha, Mateus 18, 15, levar isto de estomulho, levar a igreja. Não é necessário estar sempre a dizer, eu quero uma desculpa, por todas as ofensas que nós venhamos a pensar que sejam uma ofensa.

Às vezes, a resposta mais cristã é simplesmente estender graça à outra pessoa.

É ser gracioso, é perdoar, é demonstrarmos ricórdia.

Irmãos, preciso ser claro aqui que não estou a falar que o vamos ignorar abuso ou ações seriamente incorretas, ou coisas que estejam a afetar a nossa segurança.

Estamos aqui a falar, irmãos, acerca de maus atendidos, digamos assim, ordinários, digamos assim, ou irritações, ou diferenças pessoais, que imeditalmente vão aparecer em relacionamentos entre pessoas.

O que fazemos muitas vezes é que fazemos um julgamento prematuro. Primeiro coríntios, capítulo 4, primeiro coríntios, capítulo 4, versículo 5. Portanto, nada julgueis antes do tempo. É um julgamento prematuro, antes do tempo, até que o Senhor venha, o qual trará a luzas, coisas ocultas das trevas e manifestará os desígnios dos corações, porque nós não sabemos corações das outras pessoas. Então, cada um receberá de Deus o louvor.

Nós podemos observar as ações de outras pessoas.

Nós podemos estar a avaliar a conduta das outras pessoas.

Mas nós não sabemos a motivação do coração das pessoas.

Oh! Ele passou por mim na igreja e não me comprimentou. Ou não me comprimentou de uma maneira mais agradável e calorosa.

Oh! Ele me respeita. Ele me desrespeita. Mas como é que você sabe? Talvez se ele tivesse distraído, ou se tivesse cansado, ou se tivesse a pensar, a século de certos problemas que tem que resolver.

Ou aquela pessoa não concorda comigo? Então, está contra mim? Não.

Oh! Uma pessoa está a passar tempo com outra pessoa que eu tenho um desacordo com outra pessoa.

Oh! Então isso significa que essa pessoa está a provar tudo que a outra pessoa fez ou não fez? Não. Não podemos controlar com quem é que as pessoas falam ou não falam ou conversam ou não falam.

Irmãos, por exemplo, ter muito cuidado de não transformar as nossas interpretações em acusações. Tiago 1, versículo 19. Portanto, meus amados irmãos, todo homem seja pronto para ouvir. Ter dio para falar. Ter dio para se irar. Nós precisamos buscar entendimento antes de chegar a conclusões.

Nós precisamos demonstrar misericórdia.

Porque em Tiago capítulo 2, versículo 13, diz, Tiago 2 versículo 13, porque o juízo será sem misericórdia sobre aquilo que não fez misericórdia. E a misericórdia triunfa do juízo.

Irmãos, sermos ercorriosos não quer dizer que vamos chamar o que é errado. Bom, sermos ercorriosos não significa que vamos abandonar padrões justos.

Sermos ercorriosos não quer que vamos deixar ter precauções corretas. Mas sermos ercorriosos representa que nós reconhecemos que nós também somos pecadores que precisamos de perdão.

Lembram-se da parábola de Jesus Cristo em Mateus 18, versículo 21. Mateus 18, versículo 21, acerca do servo que foi perdoado uma dívida muito grande. Mateus 18, versículo 21.

Então Pedro, aproximando-se dele e de Senhor, até quando às vezes pecará o meu irmão contra mim, e deus-te-o-arei, de sete, e deus-te-o-não-te-digo, até sete, mas até setenta vezes sete. Por isso o rei dos céus pode comparar-se a um certo rei que quis fazer contas com seus servos, a analogia de Deus, que quer fazer contas com o nosco, e começando a fazer contas, fui apresentado um que devia dez mil talentos, e não tendo ele com que pagar, o Senhor mandou que ele e as mulheres-as-físse fossem vendidos, contudo quanto tinha para que dívida de pagar. Então aquele servo, por estranhos, o reverência abriu dizendo, Senhor, seja generoso para comigo, e tudo o que peguei. Então o Senhor daquele servo, movido de íntima compaixão, soltou e perdoou-lhe a dívida. Irmãos, é o nosso caso, nós temos uma dívida enorme para ante Deus, mas depois vemos que aquele servo não perdoa as outras, uma dívida muito mais pequena.

Depois dizes, porque tu recusaste ser uma misericóriosa, por outra pessoa que devia muito pouco. Deus disse a essa pessoa, não podes receber misericória de mim.

E por isso a lição é que você e eu não podemos receber a misericória de Deus, se nós não mostramos um espírito de misericória para com os outros.

Em Efezes 4, versículo 31 e 32. Toda a margura e ira e colre e gritaria e blasfémia e toda a malícia sejam tiradas entre vós.

Antes de ser uns para com os outros meninos, misericuriosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo. Diz aqui muito bem, perdoado-vos uns aos outros, ser uns para com os outros meninos.

E, irmãos, precisamos ter esta atitude de misericória, de benignidade, de um coração benigno.

E, por isso, Deus não quer que nós tenhamos um coração duro, desconfiado, permanentemente ressentido, mas quer que nós tenhamos um coração benigno, misericurioso, perdoando uns aos outros. Deus quer um coração macio. Em Salmos 85, Salmos 85, versículo 10. Salmo 85, versículo 10. A misericória e a verdade se encontraram. A justiça e a paz se beijaram. Mas que lindo Salmo! Mas que lindo Salmo!

A verdade sem misericória, a misericória torna-se o quê? Uma dureza. E a misericória, sem verdade, torna-se o quê? Uma promessividade. Deus requer ambos. Assim, a justiça e a paz se beijam. Quando ações incorretas acontecem, sim, tem que ser resolvidas da maneira correta. Quando uma pessoa está sinceramente machucada, devemos devolver com compaixão você e a com essa pessoa. Quando arrependimento é necessário, isso deve ser encorajado. Mas nós devemos evitar desenvolver uma atitude com cada desacordo que se torna uma evidência de fazer mal.

Por isso, precisamos evitar isso. Cada desacordo não pode ser uma evidência de fazer mal. Cada erro não pode se tornar uma ofensa. E cada relacionamento não pode ser medido se os outros concordam comigo ou não.

Por isso, isso não é a atitude da mente de Cristo. Em Philippeis 2, versículo 3 a 5, lemos a mente de Cristo. Philippeis 2, versículo 3 a 5.

Philippeis 2, versículo 3 a 5.

De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, que sendo em forma de Deus, não teve posibilização ser igual a Deus, mas fez-se assim mesmo de nenhuma reputação, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens. Por isso diz, não façais, no versículo 3, por contenda houve, houve glória. Nada faças por contenda houve glória, mas por humildade, cada um considera aos outros superiores assim mesmo. Não atende cada um para o que é propriamente seu, mas cada um também o que é dos outros. E, por isso, precisamos ter esta mentalidade de Deus, esta mentalidade de Jesus Cristo, que Ele deu a Sua vida por nós. Irmãos e São Novo Homem, humilde, paciente, pronto a ouvir, distinguindo uma séria ação incorreta com imprefeições humanas sejam ordinárias. E uma mente que deseja restauração em vez de divisão.

O propósito de nosso não devia ser de estar a humilhar, o condenar, ou permanentemente dar um rótulo a outra pessoa por causa das suas falhas. O nosso propósito deve ser de ajudar as pessoas a se arrependerem, a mudarem e a crescerem. Isso precisa ser abordado com sabedoria e com guardas, com cuidado. Portugualmente se está a envolver pessoas que podem ser machucadas. Mas a atitude cristã nunca deve ser uma de vingança pessoal. Temos que lembrar que Deus está trabalhando com seres imperfeitos, incluindo nós. O novo homem não é permissivo contra o pecado, nem é o que não perdoa o pecador. E a lição importante, o ponto importante que eu quero deixar com vos, que irmãos, é que nós não podemos mudar a nós próprios. Eu falei acerca de concupiscência, soberba, conversa incorreta entre homens, ou acerca de damas, ou fofocas, ou ser super crítico ou super sensível, ou ressentimento ou falta de misericórdia. Falei de vários assuntos. Como é que a gente vencemos estes irmãos? Andando no espírito Galatas 5, versículo 16.

Porque a carne comiça contra o espírito e o espírito contra a carne, e este só opõe um ao outro para que não façais as coisas que queres, mas digo porém, versículo 16, andai em espírito, e não cumprirais a concupiscência da carne. Andais em espírito. Irmãos, não diz, olha, tenta com mais força. Diz, andai no espírito. Estamos numa guerra espiritual, temos obras da carne, que incluem, como lemos aqui, invejas, homicídios, etc., que não é só coisas imorais, como adultério, fornecação e impureza, mas também outras coisas, lutanias, ciúmes, iras, pelejas, dissemções, erasias. E por isso, há obras da carne. Mas temos que cuidar, irmãos, de pensar, olha, o grande pecado é sexual, mas eu posso assim ter hostilidade, inveja, ou estar zangado, como pessoa, e causar revisão? Não, ambos são carnais, ambos são coisas do mundão, e todas essas coisas pretensiam ser o velho homem. E por isso, o fruto do espírito, no versículo 22 e 23, é amor, goso, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé. Irmãos, nós sabemos essas coisas. Sabemos essas coisas. Por isso, em vez de comacopiscência, precisamos ter autodomínio. Em vez de fofoca, precisamos ter gentileza. Em vez de ressentimento, paz. Em vez de ser super sensível, ter paciência, longanimidade. Em vez de ser super crítico, ou severas críticas, ter gentileza. Em vez de ser egoísta, ter amor para o próximo. Porque, como diz no versículo 95, se vivemos em espírito, andemos também em espírito. E por isso, irmãos, precisamos renovar as nossas mentes. Temos uma grande salvação, nossa espera. Temos que renovar as nossas mentes.

Precisamos, irmãos, de ter cuidado, de não trazer o mundão para a nossa vida diária. Os israelítas saíram do Egito, mas trouxeram o Egito com elas, arrastaram o Egito com elas. Eles falharam de entrar na terra prometida. Esse exemplo é um aviso para nós. Deus nos chamou deste mundão e nos está a dar uma grande responsabilidade muito maior para nós entrarmos na família dele, no rei de Deus.

Mas Deus quer mudança no coração e na mente, no Suamento, no Seu coração. Não podemos permitir, com cumpriscência, fofoques, criticismo, ira, vanglória, suberba, controlar os nossos relacionamentos. Temos que ter, como incluições 3, versículo 14 diz, fortalecidos nesta força do amor. Irmãos, isso é que é o novo homem. O novo homem, esta pessoa diferente, que está a mudar a sua maneira de pensar e falar e actuar.

Deus nos chamou do mundão, irmãos. Precisamos ter a certeza que não estamos a permitir que nós tenhamos a trazer conosco o mundo na nossa vida diária.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).