Obras de caridade e a oração modelo

No sermão do monte Jesus deu ensinos acerca de obras de caridade e de como orarmos.

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Bom, debo estar de crisir-meus aqui, em George Campos. Durante os últimos meses, tenho-os cobrindo, de vez em quando, o livro de Mateus. Não todas as semanas, mas tenho cobrindo durante os últimos meses, tenho cobrindo alguns capítulos. E particularmente a seca dos ensinos de Jesus Cristo. No seu primeiro discurso, que Jesus Cristo deu, que foi o que conhecemos como sermão do Monte, ele começou esse sermão falando as séquilas bem-aventuranças, ou digamos assim, boas atitudes para nós termos e os efeitos, os resultados dessas atitudes que devem-se causar uma pessoa a ser o sal da terra e uma luz para o mundo. Depois de Jesus falar acerca dessa primeira parte dos seus ensinos, ele então desviou, não desviou, mas focou a sua atenção na necessidade de pormos a justiça de Deus na nossa vida. A qual está claro é muito maior que a alta justiça que era exemplificada pelos escribas e fariseus. Então, Jesus Cristo explicou como ele viu a lei, porque a lei veio para magnificar ou amplificar a lei e por isso estava explicando que não veio para relaxar a lei como era praticado pela liderança judáica. E isso foi, até este ponto, foi o que eu cobri no último sermão que eu dei acerca dos ensinos Jesus Cristo, particularmente do livro de Mateus. Depois disso, ele começou Jesus Cristo a falar de obras de caridade, ou digamos assim, ações de caridade, particularmente ações como dar ajuda a pessoas, embora seja traduzida em português, dar as molas, não. O princípio que Jesus Cristo estava a falar não é só acerca de dinheiro, mas são atos de bondade, de caridade para outros. Também falou acerca da oração e deu, digamos assim, o modelo da oração, oração-modelo. E depois falou acerca de jejum. Eu hoje, queridos irmãos, quero cobrir duas partes desses atos, digamos assim, atos de caridade, obras de caridade, nomeadamente os atos de bondade e a oração. Todas as religiões, queridos irmãos, têm um foco, digamos assim, especial nestas três atividades religiosas. Isto é dar a outros, orar e joar. Algumas pessoas, alguns grupos chamam isso como uma retidão devotional, uma devoção justa.

E, de uma maneira, digamos assim como Jesus Cristo explicou, quando ele estava a apresentar a justiça de Deus, quando vemos isto na maneira que Jesus Cristo explicou, vemos que estas três atividades religiosas podem ser postas em prática, de uma maneira que seja inútil e em vão, para antes de Deus. Isto é o que Jesus Cristo estava a mencionar.

Então, vamos começar, então, a ler esta secção, que começa em Mateus 6. Mateus 6 e diz assim, começando a ler, guarda-vos de exercer a vossa justiça, ou a vossa bondade, ou as vossas obras de caridade, ou as vossas obras de bondade, diante os homens, com o fim de ser vistos por eles. Tenham cuidado com as obras de caridade que façam, seja de dar a pessoas, seja da oração, seja do jun, estas obras de caridade que fazemos, são obras de bondade para os outros.

Precisamos ter cuidado que não sejam feitas para sermos vistos por outras pessoas, ou de outra maneira, de outra sorte, diz assim, não trais galardão junto de vossa pai celeste. O que Jesus Cristo está a dizer é que, se estes atos de bondade que nós fazemos, seja isso, dar coisas físicas a outras pessoas, não devem de ser para nós parecermos pessoas muito boas à frente das outras pessoas. Isto é, não devem de ser parecermos vistos, porque se nós estamos a fazer isso, talvez pessoas fiquem impressionadas com o que nós estamos a fazer, mas Deus não fica.

Deus não fica. Está claro, isto não é em contradição, que precisamos de ser uma luz e um sal, que Jesus Cristo explicou em Mateus 5, 16 e 17, ou perdão, 14 a 16, que diz assim, a vossa luz do mundo e também no versículo 13, vosso és o sal da terra. Por isso não é uma contradição, isto, porque é-se para sermos uma luz para o mundo, para brilhar para o mundo, isto são simplesmente porque as obras espirituais que fazemos, o fruto do Espírito Santo de Deus, são uma luz, são um exemplo para outros.

Mas quando os Cristo está aqui a falar de obras de caridade, perdão, para ser imprivativas, é que estas ações físicas que façamos, não devemos desfazer, pretar, impressionar, dar uma boa impressão de nós a outros pessoas. Então vamos ler aqui, em Mateus 6, versículo 2 a 4, diz assim, quando depois deres esmola, isto é, quando tiveres estas obras de caridade e de bondade para outros, não toques trombeta diante de ti como fazem os hipócritas, nas sinagogas e nas ruas, para em ser glorificados pelos homens.

Em verdade vos digo que eles já receberam a recompensa. Tu porém, ao dar esmola ou a dar estas obras de caridade, ignora tua mão esquerda o que faz a tua mão direita, para que a tua esmola, obras de caridade ou bondade, fique-se em secreto e o teu pai que vê em secreto te recompensará. Como eu estou a mencionar aqui, não é simplesmente acerca de dinheiro, de dar esmolas, mas são obras. Por exemplo, vejam em Atos capítulo 10. Atos capítulo 10 versículos 1 a 4, 10 versículos, vis-as-se, morava em Cisarea, um homem do nome Cornelio, centurião da Corte chamada italiana, piedoso e tamentadeus, com toda a sua casa e fazia muitas molas ao povo.

Sim, fazia muitas molas, mas ele dava muitos atos de caridade ao povo. E continuava a Deus. Esse homem observou claramente durante uma visão, a cerca da hora 9h do dia, um anjo de Deus que se aproximou dele. Ele disse, Cornelio, e este fixando nos olhos e persuidando-te de moro, perguntou, que é, Senhor, e o anjo disse, as tuas orações e as tuas esmolas, as tuas obras de caridade para contrapossoas tinham necessidade, subiram para a memória diante de Deus. Por isso, estas obras de caridade podem ser em várias formas.

Vejam, por exemplo, aqui em Deutronómio capítulo 15, Deutronómio capítulo 15, versículo 7, a 11. Diz assim, quando entre ti houver pobre de teus irmãos, alguma das tuas cidades na tua terra, que o Senhor Teu Deus te dá, não endurocerás o teu coração, nem fecharás a mão, a teu irmão pobre. Antes lhe abrirás de todo o Amão e lhe emprestarás o que lhe falta, está a falar aqui de emprestar. Não é só de dar as molas, a pessoa tem uma necessidade, tem certas dificuldades, uma pessoa pobre, precisa de qualquer coisa. Olha, está aqui uma coisa, ajuda-te, está ajuda-te, está obra de bondade, emprestar-te qualquer coisa para que tenha o que necessite, quanto basta para a sua necessidade.

Guarda-te e não haja pensamento vil no teu coração nem dias. Está próximo o sétimo ano, o ano da remissão de sorte, que os teus olhos sejam malígros para que o teu irmão pobre e não lhes deias nada, e ele clama contra ti, ao Senhor e à genti pecado. Liberamente lhe darás e não seja maligno, no teu coração, quando lhe deras.

Pois, por isso, te abençoe ao Senhor, teu Deus, em toda a tua obra e em tudo o que empreenderes. E porque depois diz que nunca deixará de haver pobres na terra, por isso eu te ordeno. Liberamente abrirás a mão para o teu irmão, para o necessitado para o pobre da tua terra. E quer dizer, ajudarei-o a essa pessoa, seja de que maneira que tenham uma necessidade, dar uma ajuda. E por isso não é só dar esmolas, mas era uma ajuda, um ato de bondade. Veja, por exemplo, em 1 João capítulo 3, 1 João capítulo 3, versículo 16 a 19.

Diz-se nisto, conhecemos o amor, que Cristo deu a sua vida para nós e devemos dar nossa vida pelos irmãos. Estas exemplos que os Cristo nos deu para nós fazermos obras de caridade pelos nossos irmãos. Não quer dizer que vamos morrer, mas fazermos um sacrifício de dar, de fazer coisas pelos outros, um sacrifício vivo. Diz assim, dá mais a que ler no versículo 16, no versículo 17. Ora, aquele que possui recursos deste mundo e vira o seu irmão para de ser na cidade e fechar-lhe o seu coração como pode para lhe vencer nele o amor de Deus. Quer dizer, não é só dar esmolas, mas ajudar a pessoa quando tem certas necessidades.

Filhinhos, não amemos de palavra nem de língua, mas de fato e de verdade. Isto é fazer coisas que ajudem essa pessoa. E nisto, conhecemos que somos da verdade, bem como perante ele, tranquilizaremos o nosso coração. Querias irmãos, isto é o que estamos a falar quando vemos uma necessidade em outras pessoas e mesmo que essas pessoas não estejam a pedir uma ajuda, devemos ver que precisamos de uma ajuda e devemos ajudar conforme pudemos. Está claro, às vezes não podemos fazer tudo, não estou aqui a falar simplesmente daara sem, como é que é, de explicar, numa maneira que, deja a pôr todas as pessoas iguais, não.

Estamos a ajudar para as pessoas quando têm necessidade, a ajudar quando há esta necessidade. Está claro que as pessoas têm de trabalhar, têm de fazer a parte deles, não estou a dizer olha, agora não preciso trabalhar porque para os outros vamos ajudar a mim, não, uma pessoa precisa trabalhar também. E, mas estamos a ferir aqui, é que para ajudar os outros, veja por exemplo em Efésios capítulo 4, Efésios capítulo 4 versículo 28, dizia, aquele que fortava não forte mais, aquele que roubava não roube mais.

Antes trabalho fazendo com as próprias mãos o que é bom, é que tenha com que acudir ao necessidade. Quer dizer, uma pessoa tem certas necessidades, não é porque não está já trabalhada, é porque tem certas necessidades. Por isso está aqui a falar do manamento, do oitavo manamento, que diz não fortais, não roubes as outras pessoas, então está a mudar o mandamento, a transformar o mandamento de uma maneira positiva, porque em vez de dizer só olha, não roubes, está a dizer, trabalha para ajudar ao outro que não tem, que tem necessidades.

Por isso é que diz, como estava a ler aqui no versículo 28 de Efésios capítulo 4, que diz, aquele que fortava não forte mais, antes de trabalho, fazendo com as suas próprias mãos o que é bom, para que tenha possibilidade de dar aos outros que têm necessidades. Isto é um ponto muito importante, que dizir irmãos, vocês sabem a história de Lázaro e o Homem Rico, e vemos que esse Homem Rico nunca deu atenção a Lázaro, e por isso foi um bocado, porque Lázaro tinha necessidades e o Homem Rico não abriu a mão a essas necessidades, a ajudar o Lázaro.

Vejam aqui, por exemplo, em Lucas 22, versículo 25. Mas Jesus lhe disse, os reis dos povos dominam sobre eles e os que exercem a autoridade são chamados bem feitores. Vê-se aqui um outro perigo, porque certas pessoas, como por exemplo líderes políticos, ou até líderes de gangues, fazem-se parecer, aparecem ou se apresentam com pessoas que querem ajudar os pobres, para dar, impressionar aquelas outras pessoas à volta delas e se então recebem a sua recompensa, por isso as pessoas vão segui-los, vão votar por elas e dizem, olha, essa é uma pessoa muito boa.

Os crísitos irmãos, o que os crísitos está a dizer aqui é que quando nós fazemos atos de caridade, não é para chamar a atenção a nós próprios, que são pessoas muito boas, porque isso é que os líderes políticos fazem. E por isso é que os crísitos dizem aqui, no versículo 25 de Lucas 22, diz assim, os reis dos povos dominam sobre elas e os que exercem autoridade são chamados bem feitores.

Sim, porque fazem coisas que parecem ser muito boas pessoas, com muito bocarinho, algo com um ou outro aqui e dá muita publicidade a esta ação que é para parecerem bem feitores, mas depois são, como diz aqui, pessoas que exercem autoridade. Exercem autoridade para dominar as outras pessoas. E isso é exatamente o que Jesus Cristo está a dizer para evitarem. Quando fazemos atos de caridade, precisamos ter cuidado, que não seja para dar uma impressão da que somos grandes pessoas. Fazemos isto em secreto, para ante Deus. Por que? Porque estas pessoas amam mais a glória de homens do que a glória de Deus, como dizem João 12, 43.

Um ponto interessante que um escritor escreveu chamado Nicolò Maquiavalé, escreveu um livro chamado Príncipe, no capítulo 6, disse que não há nada mais importante do que parecer ou dar uma aparência que somos religiosos. Pense nisso. Este homem disse, não há nada mais importante do que dar a aparência que somos religiosos. Por que? É porque estas pessoas dão esta aparência, estão a tentar causar uma impressão a homens e isto é uma hipócracia.

E isto é exatamente o que Jesus Cristo está a criticar, esta aparência de ser religioso, dar uma aparência que seja uma pessoa muito boa, tem um ou outro ato de caridade e depois põe isto nas manchetes. E isso não é o que Jesus Cristo está a dizer.

Jesus Cristo está a dizer quando fazemos atos de caridade, como lembramos aqui em Mateus, capítulo 6, quando deres mola, quando deres fizeres atos de caridade, não toques uma trombeta diante de ti como fazem os hipócritas. E, por isso, diz no versículo 3 de Mateus 6, quando dares esta esmola, quando fizeses estes atos de caridade, ignora à tua mão esquerda o que faz da tua mão direita. O que é isso? O que é isso? Não, nem sequer penses no teu coração.

Olha, sou uma pessoa muito boa. Nem nem penses no teu coração. Não tejas a dizer bem de ti mesmo dentro de ti. Não te digas assim, não se alto felicitos para o que você fez, porque se você está a fazer isso, você já teve a sua recompensa. Porque para que, versículo 4, a tua esmola, o teu acto de caridade, fiquem segredos, secreto, e o teu pai, que vê em secreto, te recompensará. Vai ver uma recompensa. Sim, há uma recompensa. Vejam em Salmos 58.

Salmos 58. Versículo 11. Então se dirá, na verdade, há recompensa para o justo. Há um Deus com efeito que julga na terra. Na verdade há recompensa para o justo. Nós recebremos a nossa recompensa à 20 de Cristo, como lém Apocalipse 22.12, quando ele vier, ele trará o nosso galertão com ele. Continuando, então, em Mateus 6, a outra ação de caridade que fala é a oração. Sim, porque oração é, digamos assim, uma ação de caridade para com os outros.

Ele diz assim, no versículo 5 de Mateus 6, e quando oradas, não sereis como os hipócritas, porque gostam de orar em pé nas sinagogas e nos cantos das praças, parecerem vistos dos homens. O mesmo problema para causar uma impressão, uma aparência que são muito religiosos, parecerem vistos dos homens. Em verdade, vos digo que eles já receberam a recompensa. Damos a fazer uma oração de uma maneira que as pessoas pensam, oh, esta pessoa, a sabora muito bem, todo, disto.

Precisamos ter cuidado, precisamos ter cuidado. Na verdade, a oração destas três, digamos assim, atos de caridade, isto é, dar coisas a outras pessoas, quando têm a necessidade, orar e jujún, orar está no meio destas três. E na verdade, esta parte da oração está no meio do sermão do monte. E é como se que Deus Jesus Cristo tivesse a dizer que no centro das nossas ações de caridade, no centro das nossas atitudes cristãs, precisamos de ser um povo ou pessoas que oramos sem parar, orando sempre, sempre conectado com Deus.

É como, por exemplo, o seu computador está sempre conectado à internet. Está sempre, você tem que estar conectado a Deus. Desculpa a analogia, ser assim um bocado fraca, mas te disse a analogia, simplesmente para mostrar a vocês a importância de estarmos conectados a Deus. Então continuando a ler aqui no Mateus 6 e diz, quando orares não sereis como hipócritas, por gosto de orar em pé, na sinagoga e nos cantos das praças para serem vistes dos homens. Em verdade, vos digo que eles já receberam a recompensa.

E tu porém, quando orares, entram no teu quarto e, fechada à porta, orarás até o Deus, até o Deus, que está em secreto. E teu pai, que vem em secreto, te recompensará. E por isso está a falar dos mesmos dinheirancinhados de caridade, que devem ser feitos em secreto. Este ato de caridade é uma oração. Ooração é um ato de caridade para outras pessoas. Um ato de bondade. A nossa comunicação regular com o pai deve ser um a um privativo, em particular com Deus, em que nós damos a nossa atendição completa a esta oração.

Caras irmãos, estamos a orar, porque qual é a nossa motivação? Para sermos vistos pelos homens? Não, porque é privativo, em secreto. Ora, está claro que existem ocasiões em que é próprio orar em público. Por exemplo, ao início, ao fim do oculto. Por exemplo, quando o Salomão dedicou o templo, houve oração em público. Jesus Cristo fez uma oração em público, em João 17, à frente dos seus discípulos. Mas a maioria das orações de Jesus Cristo não sabemos exatamente o que ele... Não vemos uma descrição, digamos assim, das orações, porque foram feitas em privativo, em particular, entre ele e o Pai. Vamos continuar a ler, então, no versículo 7. E orando, não useis davãs repetições, como os gentios, por presumem que, pelo seu muito falar, serão ouvidos.

Não está aqui a dizer que não devemos repetir. Está aqui a dizer que não devemos ter vãs repetições, porque, diz assim, porque, presumem que o seu muito falar serão ouvidos. Falar e falar e repetir, dizer as mesmas coisas. Continuamente, em vão. Repetir as mesmas coisas uma e outra vez, usar muitas palavras ociosas, abalduciar.

Isto é o que está a falar aqui, nesta secção, de vãs repetições. Por exemplo, em Mateus 26,44, vemos que Jesus Cristo se aproximou do Pai e pediu três vezes. A ver essa história também da viúva que estava à procura da justiça e que se aproximou do juiz e, repetindo, está frente do juiz, foi ouvida pelo juiz. Jesus Cristo disse bem dessa viúva. Por isso não está a falar de repetições, mas está a falar quando temos, assim, uma fórmula de palavras ou orações alongas, ou uma duração longa em repetições vãs. É o que Jesus Cristo está a falar aqui. A dizer, perdão, palavras de novo e de novo e de novo, como, por exemplo, dar ou ler ou recitar o Pai nosso, como, por exemplo, a volta do Rosário. Isto é a volta do Terço. A andar sem a volta, sempre repetir, repetir, repetir isso. Também está a dizer aqui, quando orar as, não use isso, porque está a falar aqui que há um relacionamento com o nosso Pai. Veja aqui no versículo 7, continuando a ler. Quando orando, não useis de várias repetições, como os gentios, porque, presumem, que para o seu muito falar, serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, ae-les, porque Deus, o Vosso Pai, sabe o que tendes necessidade antes que lhe pensais. Antes que lhe peças. Ele já sabe o que você necessita. Porque é o nosso Pai. Há um relacionamento pessoal entre nós e o Pai, porque Deus é compassivo, é compassivo, é amoroso, é carinhoso para conosco. E Ele entende as nossas necessidades. Mas interessante, irmãos, que podemos lembrar, é que a necessidade que o Pai vê, pode ser diferente do que a necessidade que nós pensamos que temos necessidade. Por exemplo, nós pensamos, olha, preciso de isto ou daquilo.

Mas o Pai pode pensar que precisas de uma coisa diferente. E por isso a resposta dele pode muitas vezes ser diferente do que nós queremos. Nós estamos a pedir por X. Mas ele diz, não, não é isto que precisas. Precisas é disto. E ele então nos dá uma oportunidade para desenvolvermos isto. Por exemplo, o Jesus Cristo pode pensar, o Pai pode pensar, quando nós oramos, que precisamos de paciência. E por isso é capaz de não responder imediatamente a esse pedido específico, porque vê que nós precisamos de paciência. Ou, pode ver que, pode ver, o Pai pode ver que nós precisamos de perseverança, de nos manter fiéis e de mostrar essa fidelidade por mais tempo.

Pode ser que ele veja que nós precisamos de ter uma atitude, de estarmos contentes com o que temos. E, por isso, pode ver que, ou pode decidir, que não vai dar mais a nós, porque temos que aprender a estar contentes com o que temos. Ou, pode ser que o Pai entenda que precisas de desenvolver, ou crescer na fé. E, por isso, para crescer na fé, ele pode decidir que vais ter que esperar mais tempo, para crescer na fé. E, por isso, o que nós pensamos, o que nós necessitamos, pode ser diferente de que Deus vê e entende do que nós necessitamos.

Então, Jesus Cristo continuou, porque diz assim, Deus sabe o que temos necessidade. Melhor que nós! Melhor que nós! Então, Jesus Cristo e Deus, digamos assim, o que nós chamamos, o modelo da oração. Um exemplo da oração. Muita pessoa chama o Pai nosso, mas já um modelo da oração. Não é, digamos assim, uma repetição em vão de palavras repetidas, estas palavras repetidas, estas palavras repetidas, e recitar estas palavras. Não, mas é um modelo, para nos ajudar a entender os assuntos que devemos dourar diariamente. No primeiro lugar, diz assim, continua a ler no versículo 9, portanto, Vós orareis assim. Portanto, Jesus Cristo diz, aqui está uma instrução. Instrução de Jesus Cristo, uma educação de Jesus Cristo, para nos ensinar a comorar. Isto é, para nos dar um princípio básico de comorar. E diz assim, pai nosso. Primeiro lugar é pai nosso. Deus é pessoal, é nosso pai. Não é meu pai, é nosso pai, para nós. Mas é pai. Tem um relacionamento pessoal, de pessoa a pessoa como um pai. Um pai que tem querinho pelos filhos. E por isso é mãe de importante nós, como pais de nossos filhos, ou avós de nossos netos e netas. Precisamos de demonstrar este amor, de pai, para os nossos filhos poderem ter um bocadinho do entendimento, do amor de Deus para conosco quem é maior. É muito importante sermos um bom pai. Então vamos ler esta secção aqui, de versículo 9 a versículo 13. Pai nosso, que estás nos céus. Santificado seja o teu nome. E vem ao teu reino, faças a tua vantada, assim na terra como no céu. O Pão nosso, de cada dia, dá-nos hoje. E perdou-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores. E não nos deixeis caírem em tentação, mas livre-nos do mal, pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém.

Como disse, precisamos de direcionar as nossas orações ao Pai. Algumas pessoas dizem, ah, e então, Jesus Cristo? Posso dizer que ambos estão a ouvir o Pai e o Filho estão a ouvir. Porque diz, concluímos as orações, como Jesus Cristo explicou mais tarde, como vemos em João, cerca de João capítulo 16, que diz, ora em meu nome, e nós oramos em nome de Jesus Cristo. Está claro?

Mas aqui está um ponto importante que precisamos de entender, que o Pai nos chama, nos aponta a Jesus Cristo. Jesus Cristo, então, nos ensina a cerca do Pai. Vê-se aqui que os dois trabalham em conjunto. E, por isso, conhecer o Pai é essencial para a nova aliança. E, por isso, sabemos também que não há outro caminho para o Pai a não ser através de Jesus Cristo. E, por isso, a vida eterna é dependente em nós sermos chamados pelo Pai, sermos ensinados por Cristo, para virmos a saber e a conhecer o Pai e Cristo ambos, para podermos ter a vida eterna.

Vejam como isso faz favor em Mateus capítulo 11. Mateus capítulo 11, versículo 25 a 27. Diz assim. Mateus 11, versículo 25, 25. Por aquele tempo, exclamou Jesus Graças-te do Pai. Jesus Cristo demonstrou este relacionamento íntimo com o Pai. Senhor do céu e da terra, por que ocultaste estas coisas dos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos. Sim, o Pai, porque sim foi do teu agrado. Tudo me foi entregue. Ou, como na almeida revista e corrigida, ou na almeida corrigida e fiel, todas as coisas me foram entregues. Tudo me foi entregue para o meu Pai. Ninguém conhece o Filho, senão o Pai. E ninguém conhece o Pai, senão o Filho. E, por isso, o Pai nos chama... Ninguém pode vir ao Filho, não ser que o Pai o chama, em João 6.44. O Pai nos chama, e o Filho, então, depois nos ensina, nos revela, nos dá o ensinamento acerca do Pai. E diz por isso que diz, ninguém conhece o Pai, senão o Filho. E aquela quem o Filho, o quiser revelar. E aquela quem o Filho, o quiser revelar. Por isso, vemos aqui que a vida eterna, depende, em nós sermos chamados pelo Pai, sermos ensinados por Cristo, e virmos a ter conhecimento, a conhecer o Pai e o Filho, através do Filho. E vejam aqui outra situação, em João 8. Versículo 37, 44. João 8. Versículo 37. Pensei que sois descendência e d'abraão, com tudo procurais-me a dar-me, porque minha palavra não está em voz. Estava Jesus Cristo aqui a falar com os Friseus e com os Cribas, e eles queriam matá-lo. E depois eu disse, eu falo das coisas que vi junto do meu Pai. Jesus Cristo estava a revelar o Pai, eles. E eles queriam matar Jesus Cristo. E Jesus Cristo disse, eu sei, eu vi, porque vi junto do meu Pai, eu estava junto do meu Pai, eu estava ao lado do meu Pai. Ele era o verbo, que se esvaziou, que se humilhou e que veio para a Terra. E então foi gerado pelo Pai, como se lembre-os, um, o Pai disse, eu hoje desgerei, foi gerado pelo Pai, e então se tornou filho de Deus. Na Terra era o verbo, tudo foi criado por Jesus Cristo para o Pai, o Pai criou tudo através de Jesus Cristo, que nesse momento não era o Jesus Cristo, era o verbo, o Pai criou tudo, o Altíssimo criou tudo pelo verbo, através do verbo. O verbo depois, de um certo período, se esvaziou desse poder, continuou com a identificação de ser aquele ser que era, mas agora era um ser humano, sem os poderes que tinha como verbo. Completamente debaixo da confiança que o Pai o ajudasse e orou. Depois de morrer e ser recitado, voltou a ser na posição em que estava ao lado do Pai. Por isso é que vemos oramos, vemos a oração dos os cristãos, João 17, que disse, que era uma glória que eu tinha contigo antes, mas dá a mesma glória que eu tinha contigo. Então ele foi recitado e recebeu essa glória. Por isso vemos que era o verbo, foi gerado e se esvaziou de livre vontade para ser humano, e depois da sua morte e recorreção, voltou à posição que tinha com os poderes e autoridades que tinha.

E por isso é que diz aqui, continua na ler aqui, como estávamos a ler no versículo 38, eu falo das coisas que vi junto de meu Pai.

Vos por ênfaseis o que vistos em vosso Pai.

Então responderam, nosso Pai abraão, Jesus disse Jesus, se as suas filhas abram, praticai as obras da raão, porque as obras da raão eram o quê? Era andar em fé, e estes cribas e fariseus, eles não estavam a andar nas obras da raão.

O versículo 40, mas agora procurais matar-me, a mim, que vos tenho falado a verdade, que ouvi de Deus. Por que é porque eu estava ao lado de Deus? Era o verbo que estava com o Pai, com o Altíssimo.

E assim não procedeu o abraão. O abraão não procedeu dessa maneira. Versículo 41, vos fazais as obras de vos Pai.

Jesus disse, Jesus, vos tenses a fazer as obras de vos Pai. Ele estava a dizer, vos Pai, essa está mais. E disseram eles, nós não somos bastardos, ou filhos de fornicação. Quer dizer, eles disseram que Jesus Cristo tinha sido, era um bastardo. É o que eles estavam a dizer. Porque, como sabemos, ele não teve um Pai físico, foi um milagre que veio, como lembramos em Mateus 1, pelo poder do Espírito Santo, foi gerado pelo Pai, como lembramos também em Hebreus 1. O Pai disse, eu hoje desgerei. E por isso, os fariseus disseram, nós temos um Pai que é Deus. Versículo 42, replicou de Jesus. Se Deus fosse, de facto, vosso Pai, certamente na vias de amar. Porque eu vim de Deus. Eu estava lá de Deus, e a vim desse era o verbo, vim de Deus. Para a terra, como um ser humano. Eu era da forma de Deus, como lembramos em Philippe, capítulo 2, versículo 6 e 7. Eu era da forma de Deus, mas se esvaziou, os escritos se esvaziou para ser da forma do homem, de um serfo, da humanidade, de um ser humano.

Porque eu vim de Deus, e aqui estou, pois não vim de mim mesmo, mas Ele, o Altíssimo, o Pai me enviou.

Versículo 43. Qual a razão, porque não compreendeis a minha linguagem? É porque sou incapaz de ouvir a minha palavra. Vós sou is do Diabo, que é o Vosso Pai, e criei, satisfezer, os desejos. Ele foi homicida desde o princípio, e jamais se filmou na verdade, porque nele não há verdade. Isto é satãs, não há verdade. Quando ele prefere mentira, fala do que é próprio, porque é mentiroso e Pai dá mentira. Quando satanás citou a Bíblia em Mateus 4, estava a mentir, embora estava a citar a Bíblia. Por que? Porque ele estava a dar um entendimento que não era correto.

E por isso citar a Bíblia por si próprio não é suficiente.

Temos que a usar essas situações no próprio contexto, de maneira correta. E por isso hoje em dia nossa sociedade está cheia de mentiras. Cheia de mentiras.

Desdemunhas falsas.

Notícias falsas. Em todos os países, em todos os países é uma sociedade mentirosa. Depois Jesus Cristo continua aqui a dizer.

Versículo 45 Mas porque eu digo a verdade não me crêdes. Quem dentro de vós me convence de pecado. Se vos diga a verdade porque a razão não me crês. Por que eu estou a dizer a verdade? Porque não estou a ouvir o que estou a dizer. Eu não seibabá-las de Deus ouvas palavras de Deus. E por isso não me dais ouvidos porque não sou-es de Deus. Para eles era difícil ouvir a verdade mas os filhos de Deus querem fazer o que Deus diz, porque tenham este mesmo Espírito, ten Themen de Deus. Vejam, por exemplo, em Romanos Mateus 18, versículo 9. Começando no versículo 9. Vós porém não estáis na carne, mas no espírito.

Se, de facto, o Espírito Deus habita em vós. E se alguém não tem o Espírito Cristo, que é o Espírito Deus, o mesmo Espírito, está a falar o Espírito de Deus, o Espírito Cristo, esse tal não é dele. Algumas vezes é referido como o Espírito de Deus. Algumas vezes é referido como o Espírito Cristo. Mas é mesmo o Espírito. Só há um Espírito. Só há um Espírito. Pois continua.

Se porém Cristo está em vós, através desse Espírito, do Espírito Deus, desta mentalidade, desta maneira de pensar, desta atitude, deste poder que vem de Deus, se Cristo está em vós, o corpo, na verdade, está morto por causa do bocado. Vocês não querem fazer as coisas do bocado e, por isso, vão, digamos assim, matar as vossas paixões. Não vão satisfazer os desejos das vossas paixões. E por isso é como se o corpo tivesse morto.

Mas o Espírito é vida por causa da justiça, da justiça de Deus. O Espírito é vida. Nos dá esta força à ajuda para vencermos. Se habita em vós o Espírito, no Espírito de Deus, que é o Espírito Cristo, se habita em vós o Espírito daquela que ressuscitou-as-os, este é do Pai, que ressuscitou-as-os, o Espírito de Deus, dentro dos mortos. Esse mesmo, que ressuscitou-as-os, Cristo, dentro dos mortos, vivirá também o vós corpo mortal, por meio do seu Espírito, que em vós habita. Por isso, esse mesmo Espírito, esse mesmo Deus, o Pai, também vos vivirá.

Mas, por outro lado, também diz que é. Os Cristo que nos vai trazer à vida, os dois estão a trabalhar em conjunto. O Pai está a fazer as coisas através dos os Cristo. Continuando aqui. Versículo 12. Assim, pois irmãos, somos devadores. Não há carne, como se constrangidos a viver-se de onde há carne, porque se viver-se de onde há carne, caminhais para a morte. Mas se pelo Espírito mortificar-os, os feitos do corpo certamente vibrem. E pelo Espírito, é o Espírito que nos dá a força, que nos dá o poder.

O Espírito de Deus é o poder da Deus, esta força. Nós vamos mortificarmos os feitos do corpo da carne, então vivreis. Pois todos são guiados pelo Espírito de Deus, são filhos de Deus, são guiados. O Espírito nos guia. Pois não recebesse o Espírito de escravidão, para viver-os outra vez, a tumorizares, mas recebesse o Espírito de adução, que devia ser de filiação, de sermos filhos, baseados no qual chamamos a Aba Pai. O próprio Espírito, que significa que é o nosso Espírito, que somos filhos de Deus.

Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus. E com herdeiros com Cristo, se com ele sofremos, também com ele seremos glorificados. Cantirem-me, irmãos, temos um Pai que é amoroso, que nos ama e, por isso, temos que orar a Ele. E continuando, então, nesta Oração Modelo, continuando a ler aqui no versículo 9, 13, vemos, digamos assim, duas partes. Nesta Oração Modelo primeiro, tem um foco, uma concentração a pensar nas coisas de Deus.

Por exemplo, no nome de Deus, no rei de Deus e na vontade de Deus. E depois tem um foco nas nossas necessidades. O Pão Diário, isto é comida para nós, física e espiritual, o perdão e a libertação de vencer, de nos dar ajuda para vencer. Faltam como os dez mandamentos. Os primeiros partes dos mandamentos é amor para com Deus e as outras partes é amor para com o próximo. Da mesma maneira. E continuando assim, no versículo 9 diz assim, Pai nosso que estás no céu, santificado, seja o teu nome.

Ora, o nome de Deus já é santo. Mas o que está aqui a dizer é que estamos a antecipar o período em que todo o mundo, todo mundo, vai dar honra e glória ao nome de Deus. Vai fazer, como diz o mandamento, para ser o mandamento, é-se dos 20 versículo 7, tomar o nome do Senhor, teu Deus, não em vão. Não tomar o nome de Deus em vão.

Tocar quer dizer, não quer dizer dizer, tomar não é dizer, sim embora dizer o nome de maneira incorretas não seja incluído, parte do mandamento, mas tomar é como carregar, é como levar, fazer com que o nome de Deus seja, digamos assim, destruído, em vão, destruído.

Quer dizer que o nome de Deus vai ser dito mal por causa do nosso exemplo. Por exemplo, há certas pessoas dizem, olha, isto é uma cristão e olha como ele está a comportar. Olha, se isso é que é ser um cristão, não quer nada a ver com ser um cristão. Quer dizer irmãos, então nesse caso estamos a tomar o nome de Deus de uma maneira que seja em vão. Por que? Porque não estamos a dar um bom exemplo e porque não estamos a dar um bom exemplo, estamos a destruir o bom nome de Deus. E por isso é por isso que diz, não tomes o nome do Senhor e teu Deus em vão, para não o destruírem. Não desuma o nome de Deus. Pois continuar no versículo 10, venha o teu reino, seja feita a teu vontade. Este é o reino de Deus. Eu já tenho vários sermões acerca do reino de Deus, mas que o teu reino de Deus venha para a terra, quer dizer que o reino de Deus não está aqui. Por isso quando as pessoas dizem, olha, o reino de Deus é a igreja.

Porque o reino de Deus vai reinar na terra toda, nas nações todas, o mundo todo. E está claro, não é o reino de Deus no nosso coração. O reino de Deus é o governo de Deus a governar na terra para trazer paz a esta terra, porque hoje em dia não há paz na terra. Vai ser um governo mundial que vai completamente mudar o mundo da maneira que está hoje em dia para um mundo que esteja em paz. E seu reino de Deus na terra venha esse reino. E depois diz, o pão nosso de cada dia nos dá hoje. Esse pão nosso de cada dia, o que é? O pão nosso de cada dia é quando nós oramos e então quando oramos, praticamos e quando praticamos recebemos o Espírito Santo de Deus. Esse Espírito Santo é o pão da vida. E a nós recebemos esse pão da vida que é o que nós precisamos. Precisamos desse pão da vida. E por isso, darmos o pão nosso, se precisamos trabalhar, se precisamos trabalhar, mas além disso, precisamos do Espírito Santo de Deus. E por isso precisamos mudar a nossa maneira de viver. Também, eu saltei aqui um ponto que disse no versículo 10, faça-se a tua vontade. Precisamos fazer a vontade de Deus. Não é a minha vontade, é a vontade de Deus. A verdadeira conversão, a verdadeira transformação de uma pessoa é quando fazemos a vontade de Deus. Vejam aqui se faz chivourem. Mateus 12 versículo 40 e 50. Falava ainda Jesus ao povo e éis que a sua mãe e os seus irmãos estavam no lado de fora, procurando falar-lhe. E alguém disse, tu, o mãe e os seus irmãos estavam fora querendo falar-te. Porém, ele respondeu, ó, que trouxeram o aviso que é a minha mãe e quem são os meus irmãos. E estendendo a mão para os discípulos, disse, éis a minha mãe e os meus irmãos. Por qualquer que fizer a vontade do meu pai, Celeste, esse é meu irmão, irmã e mãe. Precisamos de fazer a vontade do pai. Vejam-me também em Romanos capítulo 12. Romanos capítulo 12. Versículo 1. O rogo-vos, pôs irmãos, pelos meus recordes de Deus, que apresenteis o vosso corpo, o sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional, e não vos conformeis como este século, mas transforma-vos pela renovação da vossa mente, como com a ajuda do Espírito Santo a Deus para renovar, transformar a nossa mente, a nossa maneira de pensar, a nossa mentalidade, para que experimentais, qual seja a boa, agradável e perfeita.

A vontade de Deus.

A vontade de Deus é perfeita, e nós precisamos saber qual é essa vontade e fazer essa vontade. Por isso é que diz, no versículo 10 de Mateus 6, faça-se a tua vontade, assim, na terra como no céu.

Como disse, estes três pontos aqui são acerca de se desvazer o que Deus quer. Isto é ter um bom nome, o nome de Deus, o governo de Deus e a vontade de Deus. E pois os outros três, que descreva a seguir, a partir do versículo 11, que é o pão nosso, que soltei aqui um bocadinho a sequência há pouco, desculpem-me, mas é o pão nosso cada dia, que é, está claro, o que nós trabalhamos e que precisamos trabalhar, fazer as obras, não é só dizer, olha, Deus dá-nos o pão e nós não fazemos nada, não trabalhamos. Não, não é assim. Trabalhar é importante, temos que trabalhar, temos que trabalhar.

E além disso, depois diz, também, é o pão nosso que representa também o pão nosso espiritual, que é o Espírito Santo de Deus. Podem ler isso, entender isso, quando estudam o Lucas 11, versículo 5, 13, que está a falar, a falar desse pão, que é o Espírito Santo de Deus.

Depois, no versículo 12 de Mateus 6, diz assim, perdou-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores. O pecado é uma dívida, porque o salário do pecado é a morte. E, por isso, quando pecamos, temos uma dívida.

Jesus pagou essa dívida com a vida de Ele. Ele pagou as nossas dívidas. Pagou as nossas dívidas. E, por isso, nós precisamos ter uma atitude de perdoar as outras pessoas. E, está claro, quando nós vemos, depois de vários anos e mais anos e mais anos, quando vemos as nossas fraquezas e os nossos pecados, nós ficamos mais e mais misericordiosos pelos outros. Porque nós reconhecemos que precisamos de misericórdia do Pai. No entanto, se nós estamos sempre à pontária, a dizer, olha, que ele tem pecado, que ele tem pecado, que ele tem pecado, nós provavelmente não vemos os nossos próprios problemas.

Vocês sabem a história daquele servente que tinha uma grande dívida, como descrevem Mateus 18, versículo 23 e 35, e recebeu perdão dessa dívida, mas depois não queria perdoar os seus outros servos, dívidas mais pequenas.

E então disse, olha, tu não perdoaste o seu patrão, disse tu não perdoaste, então não devou perdoar também. Precisamos de perdoar aos outros. E depois, no versículo 13, disse, não nos deixes cair na intentação.

Porque nós somos tentados pelas várias coisas à volta do mundo, pelas nossas fraquezas, pelas nossas pensamentos fracos da carne, somos tentados. E devemos que pedir à ajuda de Deus para não nos deixar cair, para não nos necessar de ser induzidos por estas tentações. Precisamos de vencer.

E, por outro lado, diz assim, para nos livrar do mal, ou do maldoso.

Porque o maldoso quer destruir-nos. Temos de estar a pedir estes vários temas. E, por isso, durante a nossa oração ao Pai, no nosso modelo da oração, deve, digamos assim, de cobrir estes temas durante a oração. E depois conclui, pois esteu é o reino, o poder e a glória para sempre. Sim, porque o poder é de Deus. É Deus que opera em nós, para nós, a recebermos a salvação. Vejam em Filipenses capítulo 2. Filipenses capítulo 2, versículo 12 a 13.

Filipenses capítulo 2, versículo 12 a 13. Diz assim, assim, pois amados meus, como sempre ao Pai 16, não é só na minha presença, porém, muito mais agora, na minha ausência. Desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor, porque Deus é quem infectua em vós tanto o querer, como o realizar, segundo a sua boa vontade. É Deus que tem este poder e a glória é Deus. Ele é o reino, Ele é o reino, Ele é o poder e Ele é a glória para sempre. E, por isso, precisamos orar, digamos assim, estes temas, neste modelo da oração, pensando nesses assuntos com profundidade, para as nossas orações serem mais eficazes, poranto, o Pai em secreto, em particular.

E, por isso, queridos irmãos, precisamos de tomar atenção aos ensinos de Jesus Cristo. E, como vimos hoje, precisamos de fazer ações de caridade em privativo, em particular, em secreto com o Pai, e ações de caridade de dar a outros que tenham necessidades, fazer isso também em secreto, sem querer dar ou chamar atenção a nós próprios. Queridos pais, da próxima vez, vou continuar com este tema, vou então cobrir o assunto de Juju, o qual já cobri, em parte, há umas semanas atrás, mas vou cobrir um bocadinho mais disso, e depois vamos continuar à frente com os ensinos de Jesus Cristo.

Todas as religiões têm estas três atividades religiosas: oração, atos de caridade e jejum.   Jesus deu ensinos em relação a essas atividades religiosas públicas. Ele também disse que se não seguimos os Seus ensinamentos sobre essas atividades devocionais, tais atividades se tornam completamente inúteis e em vão.   Mateus 6: 1 - obras de caridade / esmolas / atos de bondade: Não são para ser visto pelos homens - não são para impressionar outras pessoas.    Mateus 6: 2-4 - Não é apenas acerca de dinheiro Deuteronômio 15: 7-11 - emprestar 1 João 3: 16-19 - quando vemos uma necessidade devemos de ajudar.  Ef 4:28 - trabalhar (e não furtar - Êx 20:15) para poder ajudar os outros Lucas 22:25 - Líderes políticos, por exemplo, geralmente - se apresentam como pessoas que ajudam os pobres - Deus vê sa intenção do coração.    - "Não há nada mais importante do que parecer ser religioso" (escreveu Niccolò Machiavelli no livro "O Príncipe", parte 6).   João 5:44 - as pessoas que dão / ajudam em segredo estão buscando a honra de Deus, não a dos homens.   Mateus 6:5-6 - A oração é a seguinte dessas obras de cariade: é central para a vida cristã. Deve ser regular com o Pai - uma vez mais não é para ser visto pelos homens. - Há ocasiões para orar em público - por exemplo: Salomão orou em público durante a dedicação do templo.   Mat. 6:7-8 - Jesus não disse qu não podemos repertir, isto é pedir de novo. O que Ele disse é que não devemos repetir em vão - repetir com muitas palavras ociosas, balbuciar.  Mateus 26:44 - Jesus pediu trêz vezes.  Devemos evitar longas, repetivivas orações, e repetir continuamente (como uma reza). Por exemplo repetir o Pai Nosso como o uso repetitivo no terço.    Nosso Deus é compassivo - e sabe as nossas necessidades. Mas Ele pode ver que precisamos de algo diferente do que nós pensamos. Por exemplo, Ele pode ver que em vez do que pedimos, precisamos primeiro de paciência ou perseverança, ou demonstrar contentamento com o que temos. Ou pode ser que Ele vê que precisamos ter mais fé.     Mateus 6:9-13 - Dirija nossas orações ao Pai.  Mateus 11:25-27 - Deus nos chama a Jesus Cristo, e Cristo nos ensina sobre o Pai.   - A vida eterna depende de ser chamado por Deus, ser ensinado por Cristo a conhecer o Pai e Cristo.   João 8:37-39 - Os filhos de Abraão são os que fazem o que ele fez: caminham pela fé   João 8:42-44 - Satanás citou a Bíblia (Mateus 4) - e ele estava mentindo - tenha cuidado !!! Apenas citando a Bíblia não significa que o uma pessoa esteja dizendo é exatamente certo. Temos que usar a Palavra de Deus corretamente.    Mateus 6:9 - O nome de Deus é santo! Estamos orando e antecipando quando todo o mundo honrará a Deus e ao Seu nome! V10 - O Reino já não está aqui (em seu coração, ou a igreja)   Mateus 12:46-50 - Faça a vontade de Deus Rom 12:1-2 - Mente transformada para a perfeita vontade de Deus.   Nossas necessidades: Pão diário, perdão e libertação. Mat 6:11 - Alimentos físicos e espirituais   Jesus pagou por nossas vidas. Ele pagou nossas dívidas!   Uma vez que vemos nossos pecados - nos tornamos muito mais misericordiosos. Mas se estamos constantemente a ver os pecados dos outros - provavelmente não vemos nossos problemas.   Mat 6:13 - ajude-me a ficar longe da tentação   O poder é de Deus: Fil 2:12-13 - É Deus que opera em nós para nós nos mudarmos.    

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).