As Solenidades Relacionadas à Primeira Vinda de Cristo

O significado impressionante das solenidades de Deus ligadas à primeira vinda de Cristo. A Festa da Sega (Êxodo 23:16) conhecida no Novo Testamento como o Dia de Pentecostes tem significados importantes para esta "idade da Igreja".

Transcrição

Bom, deobotar, queris irmãos, aqui aos joscampos.

Deus estabeleceu as Suas Solinidades Santas à volta de estações do ano, como, por exemplo, a estação das ceifas, das cegas, da istoeda, da sevada, do trigo, assim como a coleta de frutas, por exemplo. Mas por que? Porque Deus quer, no seu plano, ao fim deste plano, Ele quer vir a ter filhos e filhas de Deus, ressuscitados no reino de Deus, como parte da família de Deus. E estas estações têm um grande significado espiritual, não só físico, mas são analogias de grande significado espiritual. Assim, este plano de salvação de Deus tem vários estágios e é um plano glorioso. É importante nós nos relembrarmos deste plano numa maneira regular, e por isso é que Deus nos diz para anualmente celebrarmos estes memoriais, estes aniversários. E isto nos dá nova energia, isto nos dá nova força, para vermos a visão e a esperança que Deus nos dá, a visão e a esperança do reino de Deus.

Este significado maravilhoso das selunidades de Deus é o que vamos abordar hoje, e vamos especificamente mostrar como as selunidades do início do ano, no hemisfério norte, na primavera, são simbólicas da primeira vinda de Cristo. Estão ligadas ou conectadas à primeira vinda de Cristo, e como elas estão, digamos assim, desenhadas, planejadas, para que nos aponte para o processo de nós estarmos ouvirmos a nos qualificar, ou preparar um povo para reinar no reino de Deus. Vamos começar, então, pela lei de Deus. E vamos ver aqui em Deutronómio capítulo 5 versículo 12, porque lembrem-se que esta lei, particularmente aqui diz assim, a lei do sábado, guarda o sábado, o dia de sábado, Deutronómio 5 versículo 12, para os santificar como Te ordenou o Senhor Deu Deus.

Deus tinha ordenado e tinha estabelecido o sábado à criação. Você basta abrir o primeiro capítulo da sua Bíblia, Génesis capítulo 1, e vê-se aí no capítulo 1 e capítulo 2 como Deus criou o sábado, ao fim dos seis dias em que Ele reembleceu a terra depois de ter sido destruída pela rebelda, ou rebeldia de Satanás. E então, ve-se aqui a instrução que o sábado foi dado desde a criação, e diz assim, guarda o dia de sábado para Tu os santificar, ao fim de contas. Sabemos que foi Deus que o santificou ao início, mas nós, igualmente, temos que o manter santo e separado, como Te ordenou o Senhor Teu Deus. Seis dias trabalharás e farás-te todo o teu trabalho, mas ao sétimo dia é o sábado do Senhor Teu Deus. Não farás nenhum trabalho nele, nem Tu, nem o Teu Filho, nem a Tuha Filha. Isto é aquela questão parte da tua responsabilidade que inclui a Tuha Serva, aquela questão de baixo da tua responsabilidade, nem o Teu Boi, nem o Teu Jumento, nem animal algum Teu, nem um estrangeiro que está dentro das Tuas portas. Isto é aquele que esteja-lo dentro, por exemplo, de Seu control, de Sua responsabilidade, como disse. Para que o Teu serve, a Tuha serve, descansem como Tu.

Ora, irmãos, vemos aqui que o significado do sábado é para além de apontar para a criação, porque em Exodus, capítulo 20, diz o sábado que aponta para a criação, mas agora em Deutronómio 5, diz que o sábado nos faz lembrar de algo adicional. Vejam aqui no versículo 15, de Deutronómio 5. Porque te lembrarás que foste servo na terra do Egito e que o Senhor Teu Deus te tirou dali com mão forte e braço estendido. Por isso o Senhor Teu Deus Teu ordenou que guardasse o dia do sábado. Por isso o dia do sábado tem um significado adicional, um significado de libertação, libertação de escravidão. Sim, os Israelitas foram liberados de escravidão, porque diz assim, foste servo no Egito, como vocês sabem a história do Egito, mas nós somos escravos desta lei do pecado que está nos nossos membros.

E por isso esta libertação não só em ponto físico que aponta o que aconteceu aos Israelitas, mas em ponto espiritual representa nós saíremos desta escravidão do pecado, da libertação do pecado, para ser liberados do pecado.

E por isso irmãos, não é só apontando ao físico, porque o sábado não só aponta para a criação física, mas o sábado aponta para o dia de descanso espiritual que está por vir, que é o grande descanso no rei de Deus e isto é no nosso futuro.

Lembrem-se irmãos, por exemplo, em Romanos capítulo 7, Paulo, quando estava a falar de como ele era um escravo da carne, porque havia uma lei do pecado na carne no corpo físico dele, que era contra a lei da mente, porque ele com o Espírito de Deus estava a pensar e querer fazer algo diferente.

E por isso ele diz a quem em Romanos 7, ao fim deste capítulo, no versículo 23, lá para o fim, não é exatamente o último versículo, mas diz-se-me, mas vejo nos meus membros outra lei, vejo no meu corpo físico, nos meus membros, no meu corpo físico outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, de maneira que eu entendo, de maneira que eu sei, de maneira que eu tenho o Espírito de Deus, eu entendo que tenho, copo de ser, as leis de Deus, que são espirituais, que a lei é boa, que é perfeita, a lei é boa.

Mas ele diz, mas esta lei, outra lei, que está nos seus membros, diz assim, me prende debaixo da lei do pecado. Esta lei que está nos meus membros, estava a fazer preso, é uma lei de pecado, que está nos meus membros.

Irmãos, é preciso entender que todos nós somos escravos desta carne, e temos que pedir a Deus para nos ajudar, um dia, para nos redimir, para nos tirar desta carnalidade, desta carne, deste corpo físico, que é corruptível.

Por isso é que ele diz no versículo 24, me esarrava o homem que eu sou, quem me livrará do corpo desta morte.

Está claro, D. Graças a Deus, por Jesus Cristo, nosso Senhor. Porque, Jesus Cristo, quando nós formos os suscitados, vai nos dar um corpo novo, que não vai estar sujeito a esta escravidão do pecado.

E, por isso, vemos esta analogia, tal como Deus liberou os israelitas, da escravidão do Egito.

Nós estamos a ser liberados da escravidão do pecado.

Simbolicamente, Egipto representa a pecado. Estamos a sair, Deus nos está a dar o Espírito Santo, para nós tirarmos da nós o velho homem e pôrmos em nós o novo homem, uma pessoa diferente. E, por isso, lemos que Deus liberou os israelitas com uma mão forte, com uma mão, com uma mão forte. E nós, igualmente, não é fácil nós seguirmos das coisas deste mundão.

As pessoas levam tempo para realizar que se precisam mudar completamente.

E, por isso, o sábado aponta para este significado, mas mais detalhadamente, o sábado dos anuais tem significados especiais, mais detalhados, que são memoriais ou aniversários de passos extremamente importantes, neste plano de salvação, a caminho deste grande sábado, este grande repouso, este grande descanso, que nós teremos no mundo da manhã e no reino de Deus. Então, como é que Deus nos está liberando e nos vai liberando hoje em dia, ou criou o ambiente para nós podermos ser liberados hoje em dia, através dos vários acontecimentos à volta da primeira vinda de Jesus Cristo?

Notem que a primeira vinda de Jesus Cristo é simbolizada pelo nome Jesus Salvador, enquanto a segunda vinda de Cristo é simbolizada pelo nome de Messias, o ungido, que significa Cristo.

Ora, por isso, o plano de salvação de Deus é memorializado, isto é, é perpetuado na nossa memória anualmente, através dos aniversários anuais, dos solididades anuais de Deus.

Isto é, estes dias santos e estas solididades que ele nos dá. E estas solididades de Deus anuais estão à volta de estações, estações do ano. Por isso é que o calendário de Deus tem os seus dias santos nas suas próprias estações.

Então, temos primeiro o sábado semanal, que sim, como disse, aponta para a criação física, mas também aponta para a criação espiritual.

E depois temos os sábados anuais, que têm um foco mais detalhado acerca da criação espiritual.

Estes de marcam ou explicam ou apontam para acontecimentos específicos neste plano de salvação, uma sequência importante.

Por isso, em primeiro lugar, para o plano de salvação poder ser realizado, Deus teve que enviar o Seu Filho para pagar pelos nossos pecados e nos ajudar a fazermos a nossa parte para pararmos de pecar.

Porque, a fim de contas, irmãos, nós não podemos pagar pelos nossos pecados por nós próprios, porque o salário do pecado é a morte.

E a única maneira de eu pagar por isso é morrer, mas uma vez que esteja morto, estou morto.

E por isso era necessário que Jesus Cristo viesse para pagar para nós podermos viver. Isto é, pagou ou comprou a nossa vida de volta para nós podermos ser resuscitados e viver de novo.

E por isso foi um grande preço, a vida do nosso Criador.

Sim, o Pai mandou, deu instrução, com o mandou o Filho Jesus Cristo, que nesse período era conhecido como verbo, fez com, vemos pela Bíblia que ele criou tudo debaixo da instrução, o do comando ou da vontade do Pai.

E por isso ele, então, o Pai enviou o seu único Filho para morrer para nós.

E então aí temos o primeiro festival, a primeira solunidade, que é a Páscoa, que representa o sufrimento e a morte de Jesus Cristo. Vemos isso em Levítico 23, versículo 6. Levítico 23, versículo 6. E aos 15, perdão, ao versículo 5, diz assim, 23, versículo 5, diz assim, e no mês primeiro, aos 14 do mês, pela tarde, é a Páscoa do Senhor. E sabemos que Jesus Cristo é o nosso Cordeiro Pascal.

Vemos, por exemplo, em Primeiro Coríntios, 1 Coríntios capítulo 7, versículo 23.

Lemos, fomos fortes comprados por bom preço, novos façais servos nos homens. Fomos comprados pelo preço do Corpo de Cristo. E, por isso, o sufrimento e a morte de Jesus Cristo faz isso possível, abre a porta, para nós podermos seguir o caminho da salvação.

E, assim, agora nós temos que fazer a nossa parte.

Em Levitico 23, versículo 6, depois diz que, ao 15 deste mês, é a festa dos pães ágimos, do Senhor, sete dias que moreis pães ágimos. Então, temos sete dias de não comermos pão com fermento, simbólico que sete representa completamente, e, por isso, precisamos de aceitar o sacrifício de Jesus Cristo e reconhecer e arrependermos completamente. E isso é acelado com dois dias santos, no primeiro dia dos pães ágimos e o último dia dos pães ágimos.

E assim, a páscoa vai imediatamente causar a necessidade de nós nos arrependermos e vivermos sem pecado, porque o fermento simboliza o pecado nesta analogia.

E, tal como a páscoa que simboliza o sacrifício a morte de Jesus Cristo vai causar a necessidade de nós obtermos a Deus em resposta à graça de Ele de nos justificar gratuitamente pela fé, agora, uma vez que estamos justificados, precisamos de obter ser a Deus, precisamos de ouvir a lei e a praticar, mas tal como a páscoa vai, digamos assim, disparar ou causar imediatamente a necessidade de nós nos arrependermos, nós também reconecemos e Deus reconhece que precisamos de ajuda, não podemos fazê-lo por nós próprios, então Ele nos dá a Sua ajuda, o Seu poder, que é o Espírito Santo Deus, e por isso vemos que, começando em Levíticos, vemos que há a contagem de 50 dias até ao dia de Pentecostes, Pente, que significa contar 50 a essa contagem. Como é que essa contagem acontece? Acontece no dia em que houve o movimento do molho. Quando é que foi esse movimento do molho? O movimento do molho foi no primeiro dia da semana, durante os dias de paisajmos. Isso é explicado em Levítico 23 e é bem explicado nos nossos guias de estudo, à seca do plano de salvação e as surminidades de Deus.

Mas, então vemos aqui que houve esta, digamos assim, cerimônia, no primeiro dia de semana, em que havia este molho movido, em que tinha que ser oferecido.

Este molho movido simbolizava Jesus Cristo a ser aceito a nosso, para o nosso favor, a favor de nós. Vemos isso em Levítico 23, versículos 10 e 11. Diz assim, e fala aos fios de Israel e diz-lhes, quando Hoverdes entrado na terra que vos ei de dar, e fizeres a sua colheita, entrou-te-reis um molho dos primícias da vossa sega, aça sardote. Isto é, tinham que tirar esta sevada e seifar, ou esta sega, e diz assim, e em diz assim, terás um molho das primícias da vossa sega, aça sardote. Este molho das primícias era das primícias de sevada.

Ele movirá o molho perante o Senhor, para que sejais aceitos, para nós sermos aceitos.

No dia seguinte ao sábado, e o sassardote o movirá, isto é, no domingo, durante os dias de paisagmos. Irmãos, é uma outra história completa que Cristo não ressuscitou no domingo, ressuscitou ao fim do sábado, esteve na sepultura por três dias e três noites, e os nossos dias de estudo estudam e provam isto claramente da Bíblia. Não estou a provar hoje, porque a minha intenção, o meu propósito, o meu tema, é explicar um princípio importante acerca de que estes festivais do início do ano estão todos ligados à primeira vinda de Cristo. E isso vai nos dar um grande entendimento acerca do Festival de Pentecostes. Isso é muito importante. E por isso vemos aqui que esta oferta, este molho, não era oferta, este molho, que era movido, é para nós sermos a seite. E este molho se symbolizava Jesus Cristo a ser a seite. Vemos que Ele representou, foi ao trono de Deus neste domingo do manhã, como lemos em João 20, versículo 17, por exemplo, que diz que não me detanhas, não me atrasas porque eu tenho que subir ao Senhor e não subir para quê? Para fazer esta cerimônia especial.

E qual foi esta cerimônia? É de levar este molho das primícias da sega, e para isso ser movido este molho perante o Senhor.

Então este molho era movido, que representava esta responsabilidade de Jesus Cristo. Uma vez ressuscitado, uma vez ressuscitado porque ressuscitou ao sábado, à tardinha, ao volta do Porto Sol, pois se tivesse de estar na sepultura por três dias e três noites, ele faleceu na quarta-feira à tarde, cerca das três da tarde, e depois foi sepultado lá perto do Porto Sol, e teve na sepultura por três dias e três noites, de acordo com o que ele profetizou em Mateus 12, versículo 40. Ele teve três dias e três noites na sepultura. E, como eu disse, os nossos institutos provam isso em grande detalhe.

Mas qual foi, então, esta responsabilidade oficial que Jesus Cristo teve que fazer? Esta responsabilidade foi de que ele apresentasse o seu sacrifício, o seu corpo, o sacrifício do corpo e o seu sangue, e esse, então, foi aceito pelo pai, oficialmente, nesta cerimônia, e que era simbolizada pelo movimento do molho na terra, pelo sacerdote, mas Jesus Cristo, então, foi aceito, como o sacrifício de Ele foi aceito para nós, para o nosso bem, para que nós sejamos aceitos também, e, então, Jesus Cristo se tornou o nosso sumo sacerdote, de acordo com o ordem de Melchizedec.

E, então, vemos que, em 1 Coríntios capítulo 20, 1 Coríntios capítulo 20 faz referência a isto, ou estando falando disto, talvez não esteis referindo diretamente, mas está a dizer deste significado, que em 1 Coríntios capítulo 15, versículo 20, diz assim, mas, de facto, Cristo ressuscitou durante os mortos e foi feito as primícidas que dormem.

E, por isso, assim, como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem.

22, porque assim como todos morrerão, morrem em Adão, assim todos serão vivificados, todos serão ressuscitados em Cristo.

Mas cada um em sua ordem. Cada um em sua ordem.

Cristo primeiro, as primícias, era este simbolismo que Ele ressuscitou e depois Ele, no dia seguinte, foi aceito durante esta cerimônia para nós, a favor de nós.

E, por isso, há um simbolismo muito importante com isso. Ora, a partir desse momento, desse momento em que Ele foi aceito, em que houve esta cerimônia do mover do molho, vemos, então, que há uma contagem que começa, como vemos em Levítico 23, versículo 15, depois para Vos contareis, desde o dia seguinte ao sábado, isto é, desde este domingo, domingo de 1, 2, 3, desde o dia em que trouxeres o molho da oferta de uma vida, contareis sete semanas inteiras, de sábado até, perdão, deste domingo até sábado, uma semana, depois deste domingo ou outro sábado, de duas semanas, e assim, sete semanas inteiras serão. Até o dia seguinte, ao sétimo sábado, está claro, é o domingo, contareis 50 dias. Então oferecereis nova oferta de alimentos ao Senhor.

Quer dizer, 50 dias depois deste movimento do molho, e este movimento no molho, como vimos, é diretamente conectado com o sacrifício de Cristo, com a primeira vinda de Cristo, com a sua resurreção, e depois, dê-lo ter suscitado, o sacrifício que ele fez foi a seite no dia seguinte pelo Pai, como nosso sumo sacerdote.

E depois, 50 dias depois, que é sete semanas completas, mais um dia que se torna, então, no outro domingo, 50 dias depois, ve-se aqui, no meio do versículo 16, contareis 50 dias, então oferecereis nova oferta de alimentos ao Senhor.

Das vossas habitações, trareis dois pães de movimento, de duas dízimas de farinha serão, levadados, se cozerão, primícias são ao Senhor.

Então, vemos aqui que, ao fim, nesses 50 dias, vai haver um outro movimento, mas agora não é do molho, mas é da dois pães, dois pães movidos, que acontecem depois de 50 dias do molho movido. Porque há 50 dias, bem possivelmente, é porque 50 geralmente aponta para o dia de jubilêu, de libertação, e assim 50, como vamos ver, é o dia de Pentecostes, que recebemos o Espírito Santo, que nos libera, que nos dá esta ajuda para nos liberar desta carnalidade que temos. É um jubilho, uma alegria, que recebemos o Espírito Santo, e, por isso, possivelmente, esse é o significado de 50, e que é esta liberdade que recebemos com a ajuda do Espírito Santo, para nos ajudar a lutar contra as fraquezas da carne.

Ora, aqui, por isso, vemos que há aqui alguns envenicados. Primeiro, vemos que há dois pães.

O que são esses dois pães?

Em primeiro lugar, vemos que são levados. Dizem aqui que, no versículo 17, duas dízimas de farinha serão levados, se cozerão. Por isso, são levados. Isto tem um framento, que simboliza que têm pecado. Isto ainda são seres humanos com pecado. Não é aquelas que, quando são os suscitados, não são corruptivas, mas são incorruptivas. Mas isto aqui, antes de serem incorruptivas, porque ainda têm pecado, são levados.

O segundo lugar, que são duas dízimas de farinha, serão. Quer dizer, têm peso igual.

São iguais, em valor, digamos assim. Seria...

Isto está claro, não sabemos. Certesamente, porque a Bíblia não diz que um pão representa e o outro pão representa. Mas poderia ser, por exemplo, aqueles que passaram pelo antitistamento e aqueles que são santos do novo testamento, têm valor igual. Por outro lado, podia simbolizar judeus e gentios. Ambos são iguais e têm acesso ao trono de Deus. Por outro lado, podia ser que vai haver dois tipos de ofícios, de baixo de Cristo, reis e senhores ou sacerdotes.

Seja o que forem.

Vemos que aqui é dois grupos que têm pecado, são novedados, que têm peso igual e que foram e que são cozidos. Isto é que estão a ser testados no fogo.

Como nós estamos a ser testados no fogo nesta vida, que temos muitas dificuldades e provações, estamos a ser testados.

E por isso, veja aqui que representa nós.

Aqui está um ponto importante de entender, é que nós estamos a ser preparados.

Somos um povo a ser preparado nesta vida.

E conforme Deus nos chama e nós respondemos a esta chamada, nós vamos crescendo no caminho de Deus. Vamos crescendo da maneira que Deus quer que nós venhamos a ser.

E por isso é que Jesus Cristo, quando estava a falar aos Friseus, em João 4, versículo 35 diz, não dizem aí que ainda há quatro meses até que venha a seifa.

Quer dizer, ele devia ter falado cerca de novembro, ou à volta desse período, e ele estava a dizer isto. Então, vocês dizem que ainda faltam quatro meses para a seifa, isto é, para o período da sega, ou desta festa da sega, que é a primeira festa simbolizada com a sevada, e Pentecosti, que era simbolizado com o trigo, mas em ambos casos era uma seifa. Então, a dizer, olha, não tem mais a dizer que ainda faltam quatro meses para a seifa, porque ele está a dizer, aí que eu vos digo, levantar os vossos olhos e ver as terras já estão brancas para a seifa.

Isto é que há várias pessoas neste mundão que estão prontas agora para serem chamadas, estão a ser chamadas, para responderem à chamada e para tarem a crescer, sendo um povo a ser preparado, para se qualificar, para se manterem fiéis até ao fim, quando é ao fim, quando morra, ou a vinda de Cristo, mas serem fiéis até ao fim, e por isso aqueles que morreram no passado, tiveram que crescer, na verdade. E como é crescer, na verdade? Com a ajuda do Espírito Santo, com a ajuda do Espírito Santo que nos é dada no dia de Pentecostes. E essas pessoas que, por exemplo, viveram no Antigo Estamento, ou que viveram há uns anos atrás, ou muitos anos atrás, que foram membros da igreja que obteceram a Deus, que seguiram o caminho e que morreram. O que aconteceu? Eles foram seifados da terra, foram colhidos, digamos assim, na terra, ouvesta cega deles, mas não os suscitaram ainda, ainda não os suscitaram, porque em Hebreus capítulo 11, Hebreus capítulo 11 versículo 39 e 40 diz assim, e todos estes, tendo tido testemunho pela fé, não alcançaram a promessa, ainda não os suscitaram, provendo de Deus alguma coisa melhor a nosso respeito, para que eles, sem nós, não fossem aperfeiçoados. Então, eles foram, digamos assim, seifados da terra, foram, a cega deles já aconteceu, porque já morreram, foi um povo, ficou preparado, mas que agora, Deus está a guardar o Espírito-Homem desses homens, a espera da segunda-vinda de Cristo, ao Última Toroberta, quando serão ressuscitados e convertidos de corruptíveis para incorruptíveis e de mortais para imortais, como lemos em 1º Coríntios, capítulo 15, 51 e 52, a volta dessa área.

E por isso, nós hoje em dia somos as primícias. Mas as primícias de que é?

Vejam em Romanos 8, versículo 23. Romanos 8, versículo 23. Aí explica que somos as primícias do Espírito. Romanos 8, versículo 23. E não só ela, mas nós mesmos que temos as primícias do Espírito. Nós temos as primícias do Espírito. Nós fomos os que primeiros, entre os primeiros, a receber o Espírito Santo. O resto do mundo não tem Espírito Santo. O resto do mundo não tem Espírito Santo.

Mas nós temos esta esperança que nós seremos libertados da servidão da corrupção para a liberdade da glória dos filhos Deus, como se lê no versículo 22 de Romanos 8. E por isso temos o Espírito Santo.

Nós temos as primícias, nós somos os primeiros a ter o Espírito Santo. E por isso, como diz aqui, no continuando a ler no versículo 23, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a filiação, porque a palavra grega aqui e autísia, que poderia ser traduzida como adução, mas também pode ser traduzida como filiação. E realmente, vamos ser realmente filhos e filhas de Deus. E por isso, uma melhor tradução dessa palavra grega seria esperando a filiação, a saber a redenção do nosso corpo.

Descorpo físico, escravos desta lei da carne, para sermos redimidos para um corpo espiritual que não vamos ser escravos desta lei da carne.

Vejam também em Tiago capítulo 1. Tiago capítulo 1 versículo 17 e 18. Tiago 1 versículo 17 e 18. Toda a boa dívida e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das Lusas, em quem não há mudança nem sombra de variação. Segundo a sua vontade, ele nos gerou, pela palavra da verdade, para que fôssemos como primícias das Suas criaturas. Ainda não somos as primícias de Deus, mas somos como as primícias de Deus, ou um tipo, um gênero de primícias.

Mas ainda não somos as primícias.

Isso é de acordo com a vontade dele.

Segundo a sua vontade, a vontade do Pai, ele é que planejou isto.

E diz assim, que diz assim, nos gerou. Como é que nos gerou? Pela palavra da verdade. Sim, pela palavra da verdade. Mas realmente somos gerados, porque recebemos o Espírito Santo, a semente de Deus, e que nos gera, somos regenerados, gera pela segunda vez, agora, como filhos e filhas de Deus. Mas ainda gerados, mas ainda não nos seremos de novo.

E por isso somos, digamos assim, um tipo do que viremos a ser na ressurreição. É o que viremos a ser na ressurreição. Então, o que que o Espírito de Deus deve fazer em nós, irmãos? O Espírito de Deus é o poder de Deus que nos guia, nos ajuda a crescer. Atos 1, versículo 8, é o poder do Altíssimo. E o poder de Deus tem várias características, como Léa Engarde, das capítulos 5, 22 a 23, amor, gozo, e pagem, e gentileza, várias características.

E depois também lemos em segundo, de Imótio capítulo 1, versículo 7, que o Espírito de Deus não é um Espírito de tumor, mas é um Espírito de poder e amor e equilíbrio do Mamente Sá. E isto representa uma pessoa que tem domínio próprio também. E, por isso, o Espírito de Deus nos ajuda a mover do velho homem para o novo homem. Ou, em outras palavras, o Espírito de Deus nos ajuda a qualificarmos para podermos entrar no rei de Deus.

Como lemos em 1 Pedro capítulo 1, vejam aí, vejamos melhor, assim, se faça o ouro. 1 Pedro, que eu acho que é capítulo 1, para conferir, de facto, o rei de 1 Pedro, que não esteja a citar um ciclo irado. É segundo o Pedro capítulo 1, diz assim, começando no versículo 4 ou no versículo 3, e, visto como o seu divino poder, que é o Espírito de Santo Deus, nos deu tudo que diz respeito à vida e piedade, e depois diz, é pelos quais coisas todas dos Espíritos de Deus que nos têm dado, temos grandes promessas para sermos participantes da natureza divina.

E assim, temos que pôr, como lê-se no versículo 5, toda a diligência para acrescentar a fé de virtude, a virtude de conhecimento e conhecimento de temperança, a temperança paciência, paciência piedade, piedade, amor fraternal, e amor fraternal, amor de Deus, HPE, porque se vocês tiderem isto, como diz, vocês não vão tropeçar. Como diz no versículo 10, não vão tropeçar. Mas assim, como diz no versículo 11, de segundo o Pedro capítulo 1, versículo 11, que diz assim, vos será amplamente concedida a entrada no reino eterno do nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. Assim, através desta ajuda de vos nós usarmos o Espírito de s. Deus, que é este poder de santificação para a obediência, como lemos em primeiro Pedro capítulo 1, versículo 2.

Então, vamos crescendo. Vamos... isto é, estar preparados, estar responsable de preparar um povo. Para quê? Para sermos concedidas ou concedidos a entrada no reino de Deus. Isto é para nos qualificarmos com a ajuda do Espírito de Deus, porque Deus nos dá ao seu Espírito. Ele quer que nós estejamos no reino de Deus. O Espírito de s. Deus é garantia que você e eu vamos estar no reino de Deus, se você não voltar as costas a Deus. E por isso, aqueles que morreram no passado, amigos nossos, que conhecemos e já fazeram na igreja, eles já qualificaram-se.

Já foram, digamos assim, seifados da Terra. Este simbolismo destes dois pães, que simboliza não só nós nos apresentarmos para antotrono de Deus, como lemos em Hebreus 10, podemos apresentar por antotrono de Deus, por um novo e vivo caminho, mas quando formos fieis somos seifados, simbolizado nesta festa de sega, que é a festa de Pentecostes, e então nós estamos prontos para quando Jesus Cristo vier à sua segunda vinda. Por isso vemos que estes dias santos até este momento estão alinhados com a primeira vinda de Cristo, incluindo o dia de Pentecostes.

E sim, eles foram, digamos assim, seifados, foram colhidos, foram apanhados da Terra e estão prontos agora à espera da resurreção. Agora, a resurreção é a segunda vinda de Cristo. Por isso é que lemos em 1º Coríntios capítulo 15, 1º Coríntios capítulo 15, versículo 22 e 23. 1º Coríntios capítulo 15, versículo 22 e 23 diz, por isso também, avustém sido impedido de ir... Perdão, estou aqui, estes dias romanos, quero ler. 1º Coríntios capítulo 15, 1º Coríntios capítulo 15, versículo 22 e 23. 1º Coríntios capítulo 15, versículo 22.

Porque assim, como todos morram em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo, como lia há pouco, mas cada um por sua ordem, Cristo as primícias. Ele suscitou e, como sabemos, ao fim deste sábado, no dia seguinte ao domingo, houve um movimento molho em que ele foi aceito, o sacrifício dele foi aceito, ele se tornou o nosso sumo sacerdote para nós, para o nosso benefício.

50 dias contando deste dia, 50 dias depois, é o dia de Pentecostes, o dia de Contar 50, que é a festa da sega, em que estes dois pães com fermento e cozidos são apresentados, simbolizam nós em que ainda estamos a desenvolver. E, então, parte deste período, desta cerimônia da sega, é que nós estamos a ser preparados, um povo a ser preparado. Para quê? Para nós, à vina de Cristo, então, seremos resuscitados.

E, por isso, é que diz cada um por sua ordem, Cristo as primícias, depois os que são da Cristo, na sua vinda, à segunda vinda de Cristo, à segunda vinda de Cristo.

E, então, o que se segue depois são a série de festivais e solunidades de Deus, que são, digamos assim, causadas pela vinda, da segunda vinda de Cristo, que é simbolizado primeiro pela última trombeta, e todos esses acontecimentos, à volta da segunda vinda de Cristo, que são, digamos assim, essas solunidades são, digamos assim, sombras de coisas a vir, sombras de coisas a vir, Cristo está a vir, o rei de Deus vai ser estabelecido na Terra, são coisas a vir, são aniversários de coisas a vir, aniversários do futuro, por isso é que esses são sombras do futuro, e apontam, por isso, a redenção dos nossos corpos e a redenção deste mundo de ser governado por Satanás, para vir a ser governado por Deus e por Jesus, através de Jesus Cristo e pelos santos, que é o que lemos em Apocalipse capítulo 11 versículo 15, Apocalipse capítulo 11 versículo 15, que se lê em o sétimo anjo de Corso e o Trombeta, e houve no céu grandes vozes que dizem, reinos do mundo virão a ser do nosso Senhor e do seu Cristo, e Jesus Cristo renará para todo sempre.

E, Sirmãos, aqui vemos que o plano de salvação, o plano de salvação, que é este plano espiritual, é revelado e recordado a nós anualmente pelas soledades anuais de Deus. Como vimos, começa pelo sábado semanal, que não só aponta para a criação física, mas aponta para a criação espiritual.

E essa criação espiritual é o plano de salvação que é detalhado pelos sábados anuais, sete sábados anuais que demonstram essa sequência de eventos, destes principais, estes memorials, estes aniversários importantes, que apontam para o completo plano de salvação. Por isso, hoje, irmãos, nós analisamos o primeiro estágio do plano de salvação, que é festivais simbolizados pela primeira vinda de Cristo, que inclui a Páscoa, que inclui os paisajmos, que inclui o dia de Pentecostes, que é esta solididade da festa da sega, em que vai a seifa do campo, isto é, a preparação do povo até o povo estar preparado.

E depois temos o segundo estágio, do futuro, que será o fim do ano.

Esse segundo estágio representa a segunda vinda de Cristo, que é iniciada ou simbolizada pelo dia dos trombetas, que, então, aponta a uma série de eventos que acontecem a partir dessa última trombeta.

Então, esse é um pivô, é um fulcro principal no plano de salvação, em que o mundo muda de ser um mundo de Satanás para ser um mundo de Deus.

Porque hoje em dia o Deus deste mundo é Satanás, mas a partir desse momento o Deus deste mundo vai ser Jesus Cristo, debaixo do comando e da instrução do Pai.

E por isso, irmãos, nós somos bem abençoados para sermos as primícies do Espírito Santo.

E nós e Deus fez tudo, e está a fazer tudo para você se qualificar, para você ser, digamos assim, seifado deste mundo, e preparado, e qualificado.

Se você morrer antes da vinda de Cristo, você está preparado, está seifado, esperando a segunda vinda de Cristo, quando você será resucitado, que é simbolizado, pelo dia das trombetas e esses acontecimentos todos que seguirão através desse dia das trombetas, desse simbolismo.

Nós estaremos, não há dúvida, porque Deus nos deu o Espírito Santo que é uma garantia.

Mas se você rejeita a garantia, então isso é sua culpa. Espero que você não rejeite essa garantia, mas que nós sejamos realmente gratos, demonstremos gratidão a Deus pela sua graça e pela sua grande sabedoria deste plano de salvação, que é tão lindamente ilustrado por estas analogias das estações do ano e que, além disso, nos demonstra com o poder que Deus nos dá, que é o Espírito Santo, para ajudar a você e a mim a vencermos as fraquezas da carne, para podermos estar no reino de Deus. Deus quer que você esteja lá. Por favor, não desista.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).