Temos Um Espírito Diferente Como Calebe?

Os israelitas continuamente se queixavam e desobedeciam a Deus desde os dias em que saíram do Egito. O apóstolo Paulo menciona que o mau exemplo deles serve como uma admoestação para nós, a fim de aprendermos com esse exemplo e não sermos como eles. Este sermão, portanto, aborda o novo Espírito que devemos ter e como ele deve refletir-se em nossa conduta, como um "novo homem".

Transcrição

This transcript was generated by AI and may contain errors. It is provided to assist those who may not be able to listen to the message.

Bom, deu-me a botar de cris irmãos aqui a Jorz Campos. Conforme nós observamos os dias de paisagmos, nós somos relembrados continuamente da importância de tirar o pocado da nossa vida completamente. Por isso, observamos este simbolismo por sete dias, sete simbolizando completamente, que é o número que para Deus representa completo, como por exemplo temos uma semana completa, que há de sete dias, e vários outros exemplos na Bíblia de que o número sete é usado como uma unidade completa. Então, nós observamos os dias de paisagmos por sete dias, como estava dizendo, para simbolizar que precisamos tirar de nós o pecado completamente.

Temos que nos mudar completamente. E este é um simbolismo que é importante para nós levarmos para o resto dos nossos dias, da nossa vida, particularmente depois do período dos paisagmos. Ora, vejemos aqui como Paulo descreve um princípio importante aos irmãos em Coríntios, a partir do capítulo 10 de primeiro Coríntios. Ora, irmãos, começa no versículo 1, não quero que ignoreis que nossos pais estiveram todos debaixo da nuvem, e todos passaram pelo mar. Significando aqui que os Israelitas estiveram, quando saíram do Egito, estiveram debaixo da nuvem, que era Deus a os guiar, mas como vamos ver, que era Cristo a os guiar, e passaram pelo mar, pelo mar vermelho.

E depois diz no versículo 2, e todos foram batizados em Moisés, na nuvem e no mar. E então, aí há um outro simbolismo que Paulo está aqui a deduzir, de eles estarem debaixo desta nuvem, desta água, digamos assim, pela nuvem, e passarem pelo mar vermelho. Isto é que foram batizados simbolicamente, estamos a ver aqui que é um simbolismo, mas que foram batizados em Moisés. Isto é para dentro dos princípios e das instruções que foram andadas a Moisés, e por isso foram batizados em Moisés, na nuvem e no mar. E depois diz no versículo 3, e todos comeram de uma mesma comida espiritual, simbolicamente, daquele maná, simbolicamente, uma vez mais, comeram da mesma comida espiritual. E todos beberam de uma mesma bebida espiritual, porque beberam da pedra espiritual, beberam aquela água da pedra espiritual, a água que estava, a pedra que estava com eles, que seguia na caminhada com eles, que estava com eles, e essa pedra era Cristo.

Quem os guiou, quem os estava a guiar, quem os tirou do Egito, foi aquele ser da família Deus, que veio a ser, quando veio a ser ser humano, veio a ser na carne, veio a ser conhecido como Jesus Cristo.

E por isso aquele ser, a quem tudo foi delegado pelo Pai Celestial, foi Jesus Cristo, que era conhecido como o verbo, aquele pelo qual falou, Deus falou aos Israelitas, através do ser Deus, que estava ao lado dele, e que veio do Pai, que veio para a Terra, e depois de morrer, voltou para o Pai. E por isso está agora sentado ao lado direito do Pai, com a glória que ele tinha antes de ter vindo, como se lê em João capítulo 17. Ora, por isso vemos aqui que os Israelitas foram batizados em Moisés.

Nós, por outro lado, usando o mesmo simbolismo de que nós fomos batizados, mas fomos batizados em Cristo, para dentro de Cristo. Vejam esse simbolismo descrito, descrevido ou descrito aqui, em Romanos capítulo 6. Em Romanos capítulo 6, vemos aqui, começando do versículo 1, Romanos 6, versículo 1.

Lembremos, porque, o que diremos, pois? Permanceremos no pecado para que a graça abunda da moda nenhum. Nós que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nela? Ou não sabéis que todos quantos foram batizados em Jesus Cristo? Aqui estamos a falar a série batizados em Cristo, como foram os israelíticos, que foram batizados em Moisés, que simboliza para dentro do corpo espiritual de Cristo, que é a Igreja de Deus. Fomos batizados em Cristo através da sua morte, na sua morte. E assim, figurativamente, nós morremos com ela. Por diz assim de sorte, que, versículo 4, que fomos suportados com ele, fomos batizados para dentro do corpo de Cristo, em Cristo, dentro de Cristo, e assim fomos suportados com ele pelo batismo na morte.

Isto é simbolicamente, em termos espirituais simbolicamente, para que, tal como Cristo foi ressuscitado dentro dos mortos pela glória do Pai, pelo poder do Pai, assim andemos nós também, quando, através de Cristo, andemos nós como um novo homem. O velho homem foi, digamos assim, suportado com Cristo, e agora saiu da água o novo homem. E por isso assim, andamos nós também, em novidade de vida. Andamos numa vida nova. Está claro, isto é, figurativamente. Por isso, como lemos no versículo 5, porque se fomos plantados juntamente com ele, isto é, batizados para dentro do corpo de Cristo e fomos plantados juntamente com ele, na semelhança da sua morte, estávamos dentro do corpo de Cristo, em Cristo, também os seremos na sua ressurreição, uma vez mais simbolicamente.

Mas no futuro seremos ressuscitados, tal como Cristo foi ressuscitado, seremos ressuscitados para seres espirituais.

Em Galatas 3, versículo 27, lemos porque todos quando os fortes batizados em Cristo, veja que somos batizados em Cristo, já vos revestiste de Cristo, isto é, fomos batizados para dentro do corpo de Cristo e por isso, à volta de nós, nós estamos vestidos com Cristo, porque estamos dentro de Cristo ou Cristo está em nós, também é esse exemplo mencionado também, mas aqui, visto que nós estamos dentro deste organismo espiritual, que é a Igreja de Deus, que é o corpo de Cristo, nós, então, somos parte deste corpo espiritual. Vigemos também em Efezius capítulo 1, versículo 22 e 23. Efezius capítulo 1, versículo 22 e 23. E que diz? Isso é, isso é, e sujeitou todas as coisas a seus pés e sobre todas as coisas constituí-o como cabeça da Igreja, isto é, o Pai pôs todas as coisas debaixo de Cristo, tudo debaixo da autoridade de Cristo, porque, e ele, então, é o cabeça da Igreja, e a Igreja é o seu corpo, a Igreja é o corpo de Cristo, a plenitude daquilo que compre tudo em todos. Vejo também em Colocências capítulo 1, versículo 18. Colocências capítulo 1, versículo 18 diz, e ele é a cabeça do corpo da Igreja. Jesus Cristo é a cabeça do corpo espiritual de Cristo, isto é, ele é a cabeça da Igreja. Ele é o princípio e o primogênito entre os mortos, foi o primeiro que ressuscitou os mortos, e, por isso, em tudo, ele tem preminência. Uma vez mais, o ponto que eu estou aqui a sublinhar, irmãos, é que somos batizados para dentro do corpo de Cristo.

Não somos batizados para dentro de nenhuma seita ou organização religiosa. Somos batizados para dentro do corpo espiritual de Cristo. Isto é para dentro da família de Cristo, se somos batizados realmente em nome de Cristo. Isto é pela autoridade de Jesus Cristo. Se Jesus Cristo, de facto, está a fazer isso, e está a dar autoridade a esse ministro de Jesus Cristo para fazer isso, para pôr você dentro do corpo de Cristo, então você está no corpo de Cristo. E, por isso, há dois pontos aqui. É pela autoridade de Jesus Cristo. Isto é em nomes de Cristo. Somos batizados em Cristo para dentro do corpo espiritual de Cristo. Então, continuando agora, onde estávamos a ler, em 1 Coríntios, capítulo 10, versículo 4, estamos a ver aqui que os Israelitas beberam, dessa mesma medida espiritual, porque beberam da pedra espiritual, simbolicamente, que era Cristo. Cristo estava a guiar. Mas o ponto é que... Vemos aqui que Jesus Cristo estava a guiar os Israelitas para saírem do Egito, passaram pelo deserto, pela dificuldade, e o que vemos é que Deus não estava satisfeito com eles. Diz assim, versículo 5, mas Deus não se agradou da maior parte delas, por isso foram prostrados no deserto, por isso esses Israelitas morreram no deserto, esses que tinham mais de 20 anos quando saíram do Egito. E estas coisas, diz aqui, no versículo 6, foram-nos feitas em figura. Isto tudo é em figura, é analogia, é um exemplo. Para que? Para nós aprendermos destes exemplos, para não começarmos, para não sermos idólatras, para não fazermos fornecação, para não tentarmos a Cristo, como lemos nos versículos seguintes. Vigemos então, irmãos, um exemplo em números 14. Quando Deus chegou a um ponto que disse, vocês agora, por causa do que fizeram até aqui, basta, chega, vocês não vão entrar na terra prontida. Vejam aqui, em números, capítulo 14, versículo 22. Diz assim, e que todos os homens que viram a minha glória, e os meus sinais que fiz no Egito, se Deus fez muitos sinais no Egito, milagres em cima de milagre, vimos as 10 pragas caindo sobre elas, e também fez milagres no deserto, abriu o mar e fez, e deu água a eles, e deu cordonizes, e deu pão na forma de maná, muitos milagres. E diz assim, e me tentaram, puxaram, tentaram, Deus, estas, 10 vezes. Notem que Deus está a contar, 10 vezes. E não obceiram a minha voz, não obceiram ao que Deus estava a dizer a eles para fazerem. Por isso diz, no ver. 23, não verão a terra a que os seus pais jurei. Então quais são estas 10 vezes? Porque, irmãos, vemos aqui um padrão da natureza humana, que é interessante observar, e que existe no coração do homem. Vemos que tentaram, ou como diz aqui, provocaram, Deus duas vezes no mar, vence isso em Esdús 14, versículos 11 e 12. Esdús 14, versículos 11 e 12.

E disseram-me, Osés, não havia sepulcos no Egipto para nos tirar lá, para que morremos neste deserto, porque se fizeste isto, fazendo-nos sair do Egito, provocaram a Deus. E não esta palavra que falámos no Egito, dizendo, Deixe-nos que sirvamos os egípcios, pois que melhor nos fora servir aos egípcios do que morremos no deserto, por duas vezes puxaram aí. E, irmãos, para nós, um exemplo ou seria, quantas vezes é que Deus nos liberou de dificuldades e problemas que nós tivemos? E quando encontramos uma nova aflição, uma nova aprovação, começamos a duvidar. Quando há uma crise, seja financeira, seja de saúde, seja na família, começamos facilmente a perder a fé.

Dessas duas vezes, duas vezes foi no mar, outras vezes foi acerca da água. Vejam em êxodes capítulo 15, êxodes capítulo 15, versículo 23 e 24. E depois fez-mos é, partir os israelitas no mar vermelho e serão ao deserto de sur e andaram três dias no deserto e não acharam água. Então chegaram a mará, mas não poderam beber das águas de mará porque eram amargas. E por isso chamou-se o lugar. Mará significa amargo. E houve duas vezes, uma vez é porque a água foi amarga, outra vez, mais tarde, como lemos, por exemplo, em 17, êxodes 17, versículo 2. êxodes 17, versículo 2. Vê-se aí, então contendeu o povo como êxodes disse, dá-nos água para beber. E o êxodes disse, porque contendais comigo, porque tentais ao Senhor. Porque estava a reclamar. Uma vez era a água, era amarga. E Deus fez com que a água fosse, depois, digamos assim, potável, que fosse para beber. E outras vezes é que não tinham água. E Deus deu-lhes a água, a água roxa. E essa roxa, como lemos em primeiro Coríntios 10, era Cristo. Esta água de vida. Significando isso espiritualmente. Simbolizando a Cristo, que simbolizava que era Cristo. Porque uma missão para nós é, depois de termos benções, a nossa tendência humana é reclamar, quando as coisas se tornam um bocado desconfortáveis. Várias frustrações de dia a dia. Pode ser stresso na vida, no trabalho. Posso-me estar fatigados, expectativas que não foram feitas, porque esperávamos uma coisa de uma pessoa. Essa pessoa não nos fez. Isso pode tudo causar as pessoas estarem a murmurar e a reclamar. Isso foi duas vezes por causa da água. Outras duas vezes foi por causa do maná. Vejam, é esse dos capítulos 16, versículo 2. Esse 16, versículo 2, vemos aí que toda a congregação dos filhos do Israel murmurou contra a Moisés e contra Arão no deserto, e depois desse no versículo 20, do capítulo 16, versículo 20. E diz, eles porém não deram a vida de Moisés. Alguns deles acharam dele, isto é, do maná para o dia seguinte, e criou bichos e cheirava mal, e por isso indignou-se Moisés contra eles. E é então, vê-se aqui que desobteceram. Veja também no versículo 27. E aconteceu ao sétimo dia que alguns do povo saíram para colher, mas não acharam o maná. E vê-se esta desobdiência. Deus providenciou para eles comida, no entanto desobteceram as instruções. Outros começaram a tratar essa benção como se fosse nada de valor. É possível a nós, irmãos, que estejamos a receber benções continuas, e depois estamos a ficar desatisfaitos. Às vezes aceitamos as coisas como se fossem normais, mas a palavra de Deus, esta palavra de Deus é uma benção. A verdade é uma benção. Há várias benções físicas que Deus nos dá de dia a dia. Estamos a recebê-las com gratidão ou com desprezo.

Por duas vezes, como dissemos aqui, os Israelitas murmuraram e reclamaram contra Deus por causa destas situações. Há duas vezes que eles reclamaram acerca das cordonisas. Vigemos, por exemplo, em Exodus 16, versículo 12, tendo ouvido as murmurações dos filhos de Israel, falha-lhes dizendo, entre as duas tardas, comereis carne, e pela manhã vos fartareis de pão, e sabréis que eu sou o Senhor Deus. E aconteceu que à tarde subiram codronisas e cobriram o arreal, e pela manhã jazia o arválho ao redor do arreal. É seií que Deus lhes deu comida. Outra situação foi também em números, capítulo 11, versículo 4. Deus lhes deu comida, mas não estiveram contentos. Eles criam mais, e então se meteram-se a abusar ou a excesso, comer demais. E por isso, uma situação, a situação em não foi necessariamente que não tinham, mas que foi um desejo que não foi controlado. E por isso mesmo, na nossa situação diária, quando nós somos abençoados, ainda queremos mais, queremos mais, mais dinheiro, mais conforto, mais reconhecimento de outras pessoas. Este tipo de cabeça, começamos por mais. E depois, outra situação, a nona foi para Anto Bezerro, e isso vemos em exo de 32, versículo 1 a 7. Exo de 32, versículo 1 a 7. Vê se, mas vendo o povo como exo tardado em ser do monte, então diz, olha, faz-nos deusas. E depois, olha, Arão disse no versículo 2, arrancaios pendentes do ouro, que estão nas areias das vossas mulheres, vossas filhas, vossas filhas, e trazemos. Então, o povo arrancou os pendentes do ouro, que estavam nas suas areias, e os trouxeram Arão, e ele os tomou das suas mãos, e trabalhou o ouro com um burilo, e fez dele um bezerro de fundição. Então disseram, este é o teu Deus, o Israel, que te tirou da terra do Egito. Irmãos, Deus não ficou contente com isso. E, e vês aí, eles ofereceram alocastos, e ofertas pacíficas, temos as ís no versículo 6, e o povo assentou-se a comer, e a beber, e depois levantou-se a folgar. Aí vês-se que, não só, que foi uma idolatria, mas também houve imoralidade sexual que aconteceu aí. E hoje em dia isso é prevalente. Os ídolos modernos, o que são? Sim, as pessoas do mundo geral não têm status, ou statusinhas, embora alguns têm, mas os ídolos modernos são basicamente eu. Eu. Eu sou mais importante. Eu tenho que ser primeiro, e através disso, as prioridades incorretas, quando eu primeiro, à frente de tudo, que inclui esta perversão mundana de hoje em dia, particularmente sexual, para satisfazer o eu e o eu. O velho eu. E finalmente, esta décima situação que foi agravada, vês aqui em números capítulo 14. Em números capítulo 14, e vês isso começando no versículo 1, então, então toda a corungação levantou a zovoz, e o povo chorou naquela noite, e todos os filhos de Israel murmuraram contra Moisés e contra Arão. E toda a corungação lhes disse, quem dera tivéssemos morrido na terra do Egito, ou quem dera tivéssemos morrido neste Certo.

E porque o Senhor nos traz a esta terra para caírem-nos à espada, e para que nossas mulheres e nossas crianças sejam por presa, não nos seria melhor voltarmos ao Egito, e dizer uns aos outros, constituámos um líder, e voltemos ao Egito.

Aqui vês-se que Israel recusou entrar na terra prometida, porque tiveram medo destes gigantes, que os espias trouxeram em eles, e mesmo com as promessas de Deus e tudo que Deus tinha feito por eles, aquele medo os paralisou.

E será possível que nós possamos hesitar ou ter uma certa hesitação, a obter a Deus completamente, parar de ter fé, parar de andar na fé, parar de confiar nEle quando há decisões difíceis na nossa vida. Então vês-se, irmãos, por isso é que dizem que em Euse dos 14, no versículo 22, vocês me tentaram estas 10 vezes, estas 10 vezes, tentaram o poder de Deus, tentaram a Sua bondade, a Sua fililidade, a Sua justiça, e eles desafiaram Deus, eles murmuraram contra Deus, eles brigaram contra Deus, e contra tudo que Ele fez, Deus fez ou tinha feito, continuamente aturmentando e encontrando defeitos. Em números 14, versículo 23 diz então, Não verão a terra de que as Seus pais jurei, e nenhum daqueles que provocaram a verá. Porém, o meu servo calébe, por quanto nele houve outro espírito, e perseverou em seguir-me, eu o lhe darei à terra em que entrou, em que entrou, e eu e a Sua descendência a possuirá a enrança. E por isso vemos que calébe e também jose é, tiveram um espírito diferente, e eles entraram na terra prometida. Eles foram os dois únicos que entraram na terra prometida, daqueles que tinham mais de 20 anos. Nem Moisés, nem Arão, entrou na terra prometida. E por isso a pergunta é, irmãos, temos um espírito diferente. Temos um espírito diferente. Depois de 40 anos de andar em lado para o outro no deserto, quando eles, ao fim de 40 anos, estavam a caminho da terra prometida, veja também, então, aqui, em números 21. Vemos aqui que, então, depois de 40 anos, eles receberam a instrução de marchar para a frente. E veja aqui, em números 21, versículo 5 e 6. Diz assim, então, partiram no mundo error, pelo caminho do mar vermelho, arrodiar a terra de Edom, porém, a alma do povo angustioso naquele caminho, e versículo 5. E o povo falou contra Deus e contra Moisés. O povo falou contra Deus e contra Moisés. E disse, porque nos fizeste subir do Egito para morréssemos neste deserto, uma vez mais, após 40 anos, esta mesma atitude continuou.

Em números, vemos aqui que depois, no versículo 6, diz assim, numos 21, versículo 6, então, o Senhor mandou entre o povo serpentes arredentes, que picaram o povo e morreu muita gente em Israel. Muitos morreram. Irmãos, quem eles estiveram contra? Sim, ele diz aqui contra Deus, mas quem eles estiveram contra foi contra Jesus Cristo. Como eu mencinei, o ser Deus, da família de Deus, que esteve a guiá-los do Egito, que estava a guiá-los e a falar e que os deus, dez mandamentos e de tudo, esse ser foi o verbo, aquele que veio a ser Jesus Cristo. Vigemos, então, aqui, em primeiro Coríntios, capítulo 10, versículo 7, e diz assim, e não os façais pois idolatras, como alguns deles, conforme está escrito, o povo assentou-se a comer e beber, e aventou-se para folgar, e não fornequemos como alguns deles fornecaram e caíram no dia 23 mil. Nessa seção diz que caíram no total 24 mil, mas num dia só caíram 23 mil. E no versículo 9 diz, e não tentemos a Cristo, como alguns também tentaram e preceram pelas serpentes.

Vemos aqui que esta seção que acabamos de ler agora, em números 21, 5 e 6, que eles disseram mal de Deus e Moisés, está aqui a dizer, tentaram a Cristo. Foi Cristo que os estava a liderar. E por isso preceram pelas serpentes.

Vejam continuamente ao 9º versículo 11, de 1º Coríntios, capítulo 10. Ora, todas estas coisas lhes sobreviver vieram como figuras, estão escritas para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos. Irmãos, isto é um aviso para nós. É um aviso para nós.

A história de Israel, no deserto, não é simplesmente uma discrição do passado, é um aviso vivo, vivente para nós, hoje em dia. Sim, muitas pessoas pensam, ah, mas aqui não há aqueles israelitas, tal. Irmãos, também eu descrevi, dando alguns exemplos, quando fui por estas 10 vezes que são mencionadas aqui em números, são coisas que nós também passamos e, às vezes, perdemos fé em Deus ou duvidamos, precisamos ter cuidado. E, por isso, lembramos no versículo 12, aquele pois que cuida estar em pé, olha que não caia. Se você pensa, oh, isso foi Israelitas, mas eu, eu, pfff, são muito melhores que isso. Como é que os Israelitos podem ter feito isso? Nós, como cristãos, pff, somos muito melhores. Cuidado! Cuidado! Por isso, você pensa que está em pé, olha que não caia. É muito importante, irmãos, entendermos isto. Versículo 13, não veio sobre vos tentação ou provação ou aflição, senão humana. Vocês estão a ter dificuldades, nós teremos dificuldades, vocês terão dificuldades, todos nós teremos dificuldades. Mas são humanos. Mas fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podês, antes, com a tentação, com a provação, com as aflições, dará também o escape, para que a possas suportar.

Não tem bem. Não diz. Vos tirará de aflição? Não diz isso, mas diz que vai dar uma maneira de vocês conseguirem suportar a aflição.

No versículo 16 e 17 lemos, porventura, o calce de abenção, que abençoamos, não é comunhão do sangue de Cristo, o pão que partimos, não é porventura a comunhão do corpo de Cristo, nós observámos a páscoa. Tomámos do pão, tomámos do vinho, não é a comunhão de Cristo, ou nas outras palavras, não é a convivência, não é nós compartilharmos de um só corpo, do corpo de Cristo, do sangue de Cristo, porque somos um corpo, fomos batizados em Cristo para dentro de um só corpo. Porque nós, versículo 17, sendo muitos, somos um só pão, um só corpo, porque todos participámos do mesmo pão.

Falando espiritualmente, sim, irmãos no Brasil comeram um pão, irmãos em Angola comeram um pão diferente, irmãos na Argentina comeram outro pão, irmãos no Chile comeram outro pão, mas simbolicamente somos todos um pão. Espiritualmente somos um pão, um corpo espiritual de Cristo. Por isso fomos batizados para dentro de Cristo, batizados em Cristo, e sim, pela autoridade de Jesus Cristo. São duas coisas diferentes, como ensinem há pouco. Somos batizados num corpo pela autoridade de Jesus Cristo. Isto é pelo nome de Jesus Cristo. Em nome de Jesus Cristo somos batizados em Cristo. Mas, irmãos, esta batalha que você encontra e que eu encontro não é nada diferente de que o Paulo encontrou. Em Romanos 7, em V.13, Paulo diz, logo tornou-se o bom em morte, não, mas o pecado, para se mostrar-se pecado, operou em mim a morte. Pelo bem, afim de que pelo mandamento o pecado se fizesse excessivamente maligno. Irmãos, no nosso corpo físico, a nossa carnalidade tem esta tendência para o pecado. Por bem sabemos que a lei, os mandamentos de Deus, a lei de Deus, os ex-mandamentos são espirituais, mas nós somos carnais, vendidos sob o pecado. Porque eu faço numa prova, pois o que quero, isso não faço, mas o que eu mereço, isso faço. Isso faço, o que não quero, consinto com a lei que é boa. De maneira que agora já não sou eu que faço isso, mas o pecado que habita em mim, neste corpo físico. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, faço. Ora, se eu faço o que não quero, já não faço eu, mas o pecado que habita em mim. Irmãos, isto é a batalha que Paulo encontrou e nós encontramos. Nós queremos fazer o bem, mas vemos que às vezes, dizendo de uma coisa, de uma maneira que não queríamos dizer desse modo. Acho então esta lei em mim, que quando quero fazer o bem, o mal está comigo.

Irmãos, é importante entendermos isto, porque Paulo teve a mesma batalha. Você tem esta batalha, eu tenho esta batalha, nós todos temos esta batalha. Existe uma guerra, na sua mente, se você tem o Espírito de Deus, que você está a agriar.

Porque, versículo 22, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus. Versículo 23, mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros. Existe uma lei, uma carnalidade no nosso corpo físico humano, que tem esta tendência para o pecado. Mas, com o Espírito de Deus, em mim, nós queremos obedecer à lei de Deus. Não há nada errado com a lei de Deus. Nós queremos obedecer à lei de Deus. Por isso, há uma guerra em nós.

O Espírito de Deus, com o Espírito do homem, estamos a querer fazer o que é Deus, mas há esta carnalidade, nesta lei da carne. Por 5-24, miserava o homem que eu sou. Quem me liberará do corpo desta morte? Uma coisa que você pode dizer, que eu posso dizer. Quem me vai liberar do corpo desta morte?

Dou graças a Deus, por Jesus Cristo nosso Senhor, assim que eu mesmo com o entendimento sirva a lei de Deus, mas com a carne há lei do pecado. Eu quero esforço, ao ser a lei de Deus, mas a minha carnalidade tem esta tendência. Não estou a dizer que eu estou a matar pessoas, não estou a dizer que eu estou a roubar, não estou a dizer que... Mas existem às vezes os pensamentos incorretos, que às vezes saem palavras que não são como deviam ser, que não são assim tão encurajadoras como deviam ser. E, por isso, precisamos ter cuidado para ter... dizer coisas de uma maneira que sejam encurajadoras. Precisamos ter este cuidado.

Ora, portanto, capítulo 8, versículo 1, portanto, continuando o seu de facto confio que Deus Jesus Cristo é que me vai dar um corpo novo para tirar estas coisas, é que me vai dar um corpo novo, é que me vai liberar. Quem me vai liberar deste corpo é Jesus Cristo. Portanto, agora, nenhuma condenação há em você e em mim. Nós que estamos em Cristo somos batizados para dentro de Cristo, em Cristo, que não andamos, não estamos a viver segundo esta inclinação da carne, mas segundo a inclinação do Espírito de Sata Deus. Por isso não há condenação. E por isso é que diz no versículo 10. Se Cristo está em você e a nós, se nós estamos parte de Cristo, Cristo está em nós, nós estamos dentro de Cristo, Cristo está em nós, esta unidade, o corpo, na verdade, está morto. Isto é a tendência do corpo carnal de fazer as coisas irradas. Nós estamos a tentar evitar, a não fazer isso, e por isso estamos, digamos assim, a matar este corpo. Isto é não fazer o que este corpo quer fazer.

Mas o Espírito vive por causa da justiça. Então, o nosso corpo vive, faz, vivemos, pensamos, falamos, cada vez mais e mais, da maneira que Deus quer e que nós falemos, e encorajamos, e falamos coisas boas e agradáveis, por causa da justiça que vem através do Espírito de Sata Deus. Continuando, então, no versículo 11. E se o Espírito daquele que, dentro dos mostros sessitosos Cristo Jesus habita em vós, este é o Espírito do Pai, daquele que, dentro dos mostros sessitosos, que foi o Espírito do Pai, o Espírito do Pai celestial, este poder, esta essência do Pai espiritual está em nós, habita em nós, aquele que, dentro dos mortos, os sessitou a Cristo, que é o Pai, que os sessitou a Cristo, pelo poder do Espírito Santo, também vivircará os vossos corpos mortais pelo seu Espírito que, em vós, habita. E como sabemos, toda autoridade no céu e na terra foi dada a Jesus Cristo, como lemos em Mateus 28-18, por isso Deus vai executar através de Jesus Cristo.

O Pai celestial delegou tudo a Jesus Cristo, como vemos na Bíblia, o Pai delegou a Jesus Cristo a criação do homem, e dos céus e da terra foi tudo feito pelo verbo que veio a ser Jesus Cristo, que se tornou carne, que saiu do Pai e voltou para o Pai, e que está ao lado do Pai agora. E por isso tudo foi feito por Jesus Cristo. Ora, como é que Jesus Cristo fez isto com o poder que ele tem, com o poder do Pai, com o Espírito de Santo Deus? Está claro, quando Jesus Cristo esteve morto, foi o Pai ao próprio que atuou com esse poder, mas agora que Jesus Cristo está vivo, Pai está a delegar a Jesus Cristo esta responsabilidade, porque Jesus Cristo é quem nos vai ressuscitar, que nos vai mudar o nosso corpo de um corpo corruptível, para um corpo incorruptível, de um corpo mortal, para um corpo imortal. E no versículo 14, do Romano 8, todos são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus. Se você e eu estamos a ser guiados pelo Espírito de Deus, nós temos o arbítrio livre de seguir a Deus ou não. Nós temos este livre arbítrio, nós temos esta vontade livre.

É a nossa decisão de seguir ou não seguir. O Espírito de Deus não força você, guia. Eu disse aqui, são guiados, guia aponta, ajuda, dá você a força, mas você tem que a usar. Você não pode extinguir o Espírito de Santo Deus, você tem que usar o Espírito de Santo Deus. E por isso, se você está a usar o Espírito de Santo Deus, então você é de certeza, vai ser, vai ressuscitar como um filho de Deus. Por isso é que diz, esses são filhos de Deus, por isso estão a seguir o caminho de Deus. Estão a ser guiados pelo Espírito de Santo, e estão a viver o caminho de Deus. Estão a pôr em prática a vida de Deus.

E depois lemos o versículo 17, e se nós somos filhos, somos logo herdeiros, também verdadeiros, verdadeiramente herdeiros de Deus. Vamos herdar para estar na família de Deus, vamos herdar esta glória de Deus. Está claro, não a nível de Deus, uma glória inferior, mas vamos herdar a este mesmo gênero de filhos de Deus. E com herdeiros com Cristo, o que Cristo vai governar, nós vamos governar com Ele. Se é certo que com Ele patecemos, também com Ele sejamos glorificados.

E por isso irmãos, Palentão diz, no versículo 18, e este é parte encorajador, irmãos, porque para mim tenho por certo que as dificuldades, que as aflições, que as provações, que as tristezas deste mundo presente, deste tempo presente, não são para comparar-a com a glória que é nós, há de ser revelada, com filhos e filhas de Deus. E irmãos, não há comparação, não há comparação.

E Deus quer que todas as pessoas venham a ser filhos e filhas dele na família dele. Isso é o que Deus quer. Infelizmente, nem todos vão responder à chamada, porque temos livre habítio. Mas todos vão ter a oportunidade de fazer essa escolha, ou de uma maneira ou de outra.

Nós, como lembramos aqui no versículo 23, diz assim, mas nós, mesmo que temos as primícies do Espírito, nós somos os primeiros, os outros vão ter também o Espírito Santo Deus. Também jamemos em nós mesmos, esperando a filiação. Seria talvez uma melhor tradução da palavra ser postos na posição de filhos, que traduziram para a adoção. Mas a filiação, virmos a ser filhos, a saber a redenção do nosso corpo, quando o nosso corpo vai ser redimido desta carne e vai ser então um corpo espiritual. Irmãos, isto é uma fantástica oportunidade para todos os seres humanos. Mas cedo ou mais tarde, Deus é justo, todos vão ter essa oportunidade de ser... Se ainda não ativeram, Deus sabe quem sabe, a verdade e quem não sabe. Deus é que sabe, Deus é que julga, não sou eu. Não vou dizer, olha esta pessoa assim e aquela pessoa não. Isso não é minha responsabilidade, responsabilidade de Jesus Cristo. O Pai delegou toda a autoridade a Jesus Cristo. Mas o que nós temos que fazer é como lemos em Romanos capirodosa. Em Romanos capirodosa. Versículo 1 diz assim, roga-vos, pôs irmãos, pela compaixão de Deus, que apresentais os vossos corpos em sacrifício, o vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados. É uma metamófase, transformados pela renovação do vosso sentimento, para que experimentéis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Irmãos, este é o sacrifício que nós temos que trazer quando vimos perante Deus. Durante as suas festas, temos de trazer um sacrifício. Qual é o nosso sacrifício que trazemos hoje em dia? Não é um bode, não é um cordeiro, é a nossa vida, a nossa vida. Sacrificarmos a nossa vida física, a nossa vida carnal e obtecermos a Deus. Este é o sacrifício que apresentamos. Para outro lado, isso foi o que Jesus Cristo fez. Vejam em Hebreus capítulo 10. Vigemos então, começar no versículo 5. Por isso, Jesus Cristo, entrando no mundo, diz, sacrifício e oferta não quiseste ao Pai, mas corpo me preparaste. Jesus Cristo, então, recebeu um corpo, filho do homem, através de Maria, e diz assim, holocostes e obelações pelo mercado não te agradam. Então, diz, eija aqui e venho. Jesus Cristo disse, eu venho aqui, no princípio dos livros está escrito de mim. Foi parte do plano que eles tiveram. Foi descrito. Cristo viria para a terra. O verbo viria para a terra. Se ia de estar ao lado de Deus. E, como sabemos, voltou para estar ao lado de Deus com a Glória, que ele tinha antes, como leem, em João 17. E diz assim, eija aqui e venho para fazer ao Deus, ao Deus, ao Pai Celeste Celestial, a tua vontade. Ele veio para fazer a vontade do Pai. Então, no versículo 14, leemos assim, no versículo 14, porque com uma só oblação, só com um próprio sacrifício, o sacrifício do seu corpo, uma única vez, Jesus Cristo a perfeiçoou para sempre. A perfeiçoou você e eu para sempre. Fez tudo necessário para perfeiçoar você e eu. Os que são santificados. Isto é os que estão a ser santificados durante esta vida, através deste processo da santificação do Espírito. Nós estamos a ser santificados. Estamos a andar neste processo. Mas o sacrifício de Jesus Cristo, um único sacrifício, é perfeito. Completou. Fez tudo possível para você estar a receber a vida eterna. Desde você continuou no caminho com a ajuda do Espírito Santo no processo da santificação. Versículo 19. Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário. Isto é, no próprio, simbolicamente, trono de Deus no céu, pelo sangue de Jesus Cristo, pelo novo e vivo caminho que Jesus Cristo nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne, pelo sacrifício do seu corpo que ele fez por nós. E nós temos, então, um grande sacerdote sobre a casa de Deus, que é Jesus Cristo, a casa de Deus, que é a Igreja de Deus. Nós somos o templo de Deus, a Igreja de Deus.

E, então, continuamos, então, aqui, e pensa neste ponto. Pensem que vimos e falámos aí que não pensem que você está seguro, está em pé, pela sua própria carne, mas que você está a usar o Espírito de Santo a Deus. Se nós continuamos a continuar a fazer o que devemos fazer, mas, continuando em humildade, continuando, não sendo arrogantes e soberbos, então, no versículo 22, diz, chegámos-nos, então, com verdadeiro coração, em inteira certeza da fé, tendo os corações purificados da má consciência, com a ajuda do Espírito de Santo a Deus, e o corpo lavado com água limpa, retenhamos, por isso, os corações purificados da má consciência, pelo sangue de Cristo, e o corpo lavado com água limpa, que é pelo Espírito de Santo a Deus. Retenhamos firmes à confissão da nossa esperança, porque fiel é o que prometeu. Retenhamos firmes à confissão da nossa esperança. Qual é a nossa esperança? É termos a vida eterna, com filhos e filhas de Deus no rei de Deus. Esta é a nossa esperança. Se nós estamos a ser guiados pelo Espírito de Santo a Deus. Deus planejou isto para todos os seres humanos, desde o início, irmãos. Isto é o plano de Deus, que Deus predestinou, ou planejou desde o início para todos os seres humanos. Não planejou isto para os ângios, não planejou isto para outros seres que criou, mas sim planejou isto para os seres humanos. Por isso, aclemos em Efezios capítulo 1. Efezios capítulo 1, versículo 3.

Como sã-bendito, o Deus e Pai do nosso Senhor Jesus Cristo qual nos abençoou, com todas as bênções espirituais nos lugares celestiais, em Cristo? Deus nos abençoou com este plano, com esta esperança. Devemos a ser filhos e filhas de Deus nos lugares celestiais, através de nós estarmos dentro de Cristo, batizados em Cristo, e também nos elegeu, nela, antes da fundação do mundo. Deus planjou isto antes da fundação do mundo, para que nós fossemos santos e reprensíveis diante de Ele, em amor. Este é o plano que Deus tem para você e para mim. Ele nos predestinou para filhos de adoção. Isto é de filiação por Jesus Cristo. Para si mesmo, segundo Beneplásio da sua vontade. Este é a vontade do Pai, que nos irmãos. Esta é a razão por que você nasceu? Esta é a razão por que você nasceu? Desde que você responda a esta chamada, para você ter livre habítrio, você precisa responder, precisa ser guiado pelo Espírito Santo e você precisa seguir esta guia. E por isso, o que é que precisamos fazer, irmãos? Vejam em Cronocenses 3. Cronocenses 3.

Versículo 12 a 14 diz assim. Os vestívos pôs, com milheitos de Deus santos e amados, de entreinhas de misericórdia, de benedade, de humedade, de mansidão, de longa namidade, suportando-vos uns aos outros, perdoando-vos uns aos outros e se alguém tiver queixa contra o outro, assim como Cristo nos perdoou, assim fazei vós também. Irmãos, esta é a nossa chamada e sobre tudo isto, revestivos de amor, que é o vínculo da perfeição. Irmãos, nós tiramos o fermento da nossa vida. Nós tiramos este mal exemplo que vimos nos Israelitas, mas que também pode estar em nós por causa da nossa mente carnal. E nós simbolicamente estamos a tirar este fermento da nossa vida por sete dias. Simbolicamente, que representa que nós temos de tirar este pecado espiritual da nossa vida completamente, significa completo. Nós estamos comendo pão sem fermento por sete dias durante o período dos dias de pensásmos, porque nós permitimos Cristo, Espírito Santo de Deus, simbolicamente o pão da vida, a estar em nós completamente por sete dias. Simbolicamente, quer dizer, que nós temos de viver este caminho toda a nossa vida. E por isso, irmãos, precisamos de pôr em nós o novo homem. Precisamos ter um Espírito de diferente, como Kaleb, que é o Espírito de Deus. Então, vejam aqui no versículo 15. E a paz de Deus, para qual também fostes amados em um corpo, domina em vossos corações e sede agradecidos. E a paz de Deus, domina em vossos corações.

Quando nós temos a paz de Deus a dominar nos nossos corações, isso é prova de que você e eu estamos justos, perante Deus, porque temos paz. E diz assim, chamados em um corpo. Nós somos chamados por dentro deste um corpo. E por isso, precisamos ter unidade, união, precisamos estar unidos dentro de um corpo. E diz assim, para qual também fostes chamados? Nós somos chamados para ser um, unidos, espiados com Deus como um.

E por isso, sede agradecidos. Irmãos, irmãos, irmãs, isso é uma grande pensão. Algo para de facto estarmos muito gratos a Deus. Por isso, irmãos, temos um espírito diferente como Caleb.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).