O Dia das Trombetas marca um momento crucial no plano de Deus: o retorno de Jesus Cristo, a ressurreição dos santos e o estabelecimento do Reino de Deus sobre a terra. É, ao mesmo tempo, um alerta e uma mensagem de esperança, que nos chama a despertar, arrepender-nos, vigiar e viver desde já segundo as normas do Reino, preparando-nos agora para o retorno de Cristo.
Eu vou estar, queres irmãos, aqui, aos campos. Nós vivemos perto de um período que é um período decisivo na história humana. E sim, irmãos, os dias santos de Deus, particularmente neste período do fim do ano, apontam para um ponto decisivo na história do homem. Sim, todos os dias santos de Deus representam uma parte importante do plano de salvação de Deus. Por exemplo, a Páscoa representa o sacrifício de Jesus Cristo e que nós temos que aceitar a graciosa bondade de Deus, sem nós merecermos através da bondade do Dão que nos dá da redenção através do sacrifício de Jesus Cristo.
Depois, imediatamente após isto, temos os dias dispensásmos que representam a nossa necessidade de, então, de imediatamente nos arrependermos e deixar de viver em pecado vivendo, então, uma nova vida. Depois, temos o dia de Pentecostes, em que nós reconhecemos que precisamos da ajuda do poder de Deus, do Espírito Santo de Deus para nós vencermos as nossas fraquezas da carne. E assim, através dessa ajuda, com a ajuda do Espírito Santo, nós usamos o Espírito Santo, o somos guiados pelo Espírito Santo e a nós, então, com essa ajuda, com esse poder, com essa força, esforçámos-nos para vencer as nossas dificuldades e para continuarmos a viver uma vida que seja agradável e de acordo com a vontade do Pai.
E, por isso, a nossa responsabilidade individual é demonstrada pelos primeiros períodos de dias santos do plano de salvação de Deus. Mas, agora, conforme nós nos aproximamos do período das festas do fim do ano, encontramos vários festivais que são um ponto decisivo na história, começando com o dia das trombetas, que representam uma nova fase completa no plano de salvação de Deus.
Nós, então, movemos para o período em que Deus está a intervir no mundão, neste mundo, e, então, é um ponto de partida para a restauração de todas as coisas, para haver paz mundial. Esse, então, é o período em que vai haver uma restauração da Terra, para a Terra se tornar, sim, este planeta, esta Terra em que vivemos, estes países em que vivemos, todos se tornarem um verdadeiro paraíso. Hoje, no futuro, aqui, na Terra, nesta própria Terra. E, por isso, irmãos, este paraíso na Terra vai acontecer. E este simbolismo deste dia Santos, agora, do fim do ano, apontam para isso, irmãos, apontam para isso.
Toda a humanidade vai ser chegar a um ponto de mudar, de se arrepender, e, depois, finalmente, ao fim disso tudo, haverá um novo céu e uma nova Terra. Irmãos, por isso, este período, neste do fim do ano, das festas celenas de Deus do fim do ano, começando com a festa dos trombetas, apontam os nossos olhos para acontecimentos do futuro.
São sombras do futuro, como Paulo descreveu em Colossenses. E, por isso, são acontecimentos que vão completamente mudar o mundo, e, por isso, é um ponto decisivo na história. E, também, este período nos ensina como devemos viver hoje. Como devemos viver hoje. E, por isso, irmãos, vamos, então, hoje observar alguns acontecimentos proféticos, que são parte deste plano de modificação ou de mudança decisiva mundial? E como é que nós devemos, por isso, em prática, na nossa vida diária, para sermos contados, como aqueles dignos, de estarmos em pé na presença de Jesus Cristo.
Ora, começamos primeiro com as instruções de Deus à séquia destes dias santos. Em primeiro lugar, lemos em Levíticus 23, versículo 1 e 2, que diz que assim que estas são as solunidades do Senhor. Não diz que são as solunidades dos judeus ou dos israelitas, são as solunidades do Senhor. E, por isso, irmãos, são dias para nós todos.
E, por exemplo, um carinho mais adiante, no versículo 23 a 25, falando particularmente do dia de expiação, está a descrever como observar estas solunidades. E vemos, por exemplo, em Levítico 23, versículo 23 a 25. E diz assim, fala aos filhos de Israel dizendo, está claro, no dia de expiação, é gostar a referir-se aqui especificamente, mas está a dar instruções de como observar os dias santos de Deus. Diz três descanso, três memorials, com sonido de trombetas, e três santa convocação. Aqui vemos três coisas que devem acontecer neste período de descanso, uma santa convocação e um memorial com trombetas. Em números 29, números 29 versículo 1, números 29 versículo 1, vemos estes mesmos três pontos sublinhados de novo, números 29 versículo 1.
Números 29 versículo 1.
Semelhantemente, três santa convocação no sétimo mês, no primeiro dia do mês. E, por isso, vemos aqui agora referindo ao primeiro dia do mês, mas vemos os mesmos pontos. Nenhum trabalho-se-rvil fareis, será para vos dia de sonido de trombetas, e depois diz, também, ofereceis um alocáusto, um sacrifício. E nós, hoje em dia, não oferecemos sacrifícios físicos, mas oferecemos um sacrifício da nossa vida, como lemos em Romanos 12 versículo 1, da mudança da nossa vida. Como nós vemos, é um sacrifício que temos que mudar a maneira de pensar e a maneira de viver. E, por isso, é uma convocação santa, é um dia de descanso, sem trabalho-se-rvil, e é um dia de sonidos de trombetas. E, por isso, vemos estes três pontos. Era como eles celebravam estas festas na antiguidade. O primeiro ponto é que era um dia de descanso, era um dia que não fareis trabalho-se-rvil nenhum. Ora, isso é parte do mandamento do sábado, não é? Em Exodus 20 versículo 8 está a descrever-nos acerca desse princípio, que é Exodus 20 versículo 8.
Então, lembrem-se, Exodus 20 versículo 8, que lembra-te do dia do sábado para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra, todo o trabalho-se-rvil, mas o sétimo Deus sábado, Senhor, e não farás nenhuma obra neste trabalho-se-rvil. E, por isso, irmãos, vemos aqui que Deus diz assim que é o dia que Deus santificou. E lembra do dia para o santificar. Sim, Deus o santificou à criação, como lemos em Génesis capítulo 2, lemos que Deus o santificou, mas este tempo santo tem que ser tratado como tempo santo por nós.
E, por isso, não é simplesmente um dia de férias, mas é um dia em que o tempo pertence a Deus, de por do sol ao por do sol. Em Levíticus 23, versículo 32, descreve claramente, perdão, que o dia é de por do sol a por do sol. Também lemos em Génesis capítulo 1, versículo 5 e diz, então, foi... Eu diria, vigemos, vamos ler, então, em Génesis, que foi mesmo a criação, começando os dias.
Vemos como Deus conta os dias. Génesis capítulo 1, versículo 5. Diz assim, chamou... e Deus chamou à luz dia e às trevas de noite, chamou a noite e foi à tarde e amanhã o primeiro dia. A tarde, este depois do por do sol, esta tardinha, esta noitinha e a parte em que o sol está claro durante o dia, está... está a iluminar o dia, então temos a noite e o dia e, por isso, Deus conta os dias de por do sol a por do sol. É como Deus conta os dias e, por isso, em primeiro lugar, vemos que estas solunidades de Deus são dias de descanso, dias de descanso das nossas obras-servis.
Isto é, das nossas empregos, do que nós fazemos para ganhar dinheiro. Em segundo lugar, diz que é um dia de convocação santa. Deus quer que nós nos congreguemos. Isto é que estejamos convocados, congreguemos, se temos possibilidade de o fazer. Sabemos que alguns irmãos vivem muito longe dos outros, mas mesmo assim podem congregar-se virtualmente, ou congregar-se de uma maneira falando ou telefonando e falando com os outros, se estão muito longe dos outros irmãos.
E, por isso, nós estamos a fazer um vídeo de um vídeo de um dia, e falando com os outros, se estão muito longe dos outros irmãos. Isto é um princípio que é apoiado também no Novo Distamento. Lemos isso em Hebreus 10, versículo 24 e 25. Diz assim, e consideremos uns aos outros para nos estimularmos a amor e às boas obras, não deixando nossa mútua congregação, como é o costume de alguns, mas antes a demonstrando-nos uns aos outros, e quando mais, quando vejo que se vai aproximando aquele dia.
E, por isso, conforme temos oportunidade de nos congregarmos, devemos nos congregar. E, particularmente, durante os dias santos e, particularmente, por exemplo, durante o período da festa, que é um período de pregrinação, é uma oportunidade ideal para os irmãos, mesmo que estejam longe uns dos outros, de se esforçarem, poupando o segundo dízimo, e, então, estarem e irem observar a festa, como somos instruídos na palavra de Deus. E, assim, quando nos congregamos, seja fisicamente ou virtualmente, se não podemos estar presentes fisicamente, seja por distância, ou seja por saúde, ou problemas que as pessoas possam ter, então, temos oportunidade de cantar durante o culto de orar, temos oportunidade de ouvir o ensino, a palavra de Deus, e, também, temos oportunidade de ter uma convivência.
E, em terceiro lugar, temos uma memorial de som de trombetas. Mas, por quê? Vejam comigo se faz favor em números capítulo 10. Por que é que usavam as trombetas? Números capítulo 10, vigemos no versículo 1 e 2. Números 10, versículo 1 e 2.
Vemos assim, falou mais do Senhor Amor Zeste dizendo, faz-se duas trombetas de prata, da obra batida as farais, e elas te servirão para a convocação da congregação e para a partida dos arreais. E aqui vemos, então, que o significado das trombetas é para chamar as pessoas para se convocarem, para se convocarem, para se congregarem.
E depois também lemos que tinham outras funções, por exemplo, no versículo 9. E quando na vossa terra saíres a plejar contra o inimigo, que vos oprime, também te crês as trombetas, retinindo, e, parâmetros vossos Deus, haverá lembrança de vós e serei salvos de vossos inimigos. Então, digamos assim, era um aviso de guerra para congregar as pessoas para se prepararem para esta batalha.
Também vemos, no versículo 10, um terceiro propósito para as trombetas, que diz, semelhantemente, no dia da vossa alegria e nas vossas solenidades. Vemos em os princípios do mês. Também te crês as trombetas. E, então, as trombetas eram para ser tocadas com o princípio de alegria, para regurgir-se um dia da alegria, um dia das solenidades de Deus. Então, as trombetas tinham vários significados possíveis. Um aviso de guerra, um período de regurgir-se, e também está claro uma chamada para nos reunirmos, para nos congregarmos.
E todos estes significam, perante o significado inicialmente do dia das trombetas e dos dias que se seguem, após o dia das trombetas, nestes festivais do fim do ano. Vejam comigo, se faz favor, em Ezekiel capítulo 33. Ezekiel capítulo 33, versículo 3 e 4. Ezekiel 33, versículo 3 e 4. E diz assim, e vendo ele que a espada vem sobre a terra, tocar a trombeta e avisar o povo, isso é aquele que ouvir o som da trombeta, não se der por avisado e ver a espada e o alcançar, o seu sangue será sobre o seu cabeça. E aqui vemos que a trombeta era um aviso. Era um aviso para as pessoas se prepararem, para estarem prontas.
Mas as pessoas não se prepararem, então acloperam delas, porque a trombeta tinha sido, digamos assim, tinha soado, tinha soado. Em Joel capítulo 2, Joel capítulo 2, vemos o mesmo conceito da trombeta, Joel capítulo 2, mas aqui vemos a conectada com o dia do Senhor.
Joel capítulo 2, versículo 1, primeiro versículo 1, tu cai a trombeta, em Sião, e clamai em alta voz, no meu santo monte, tremo-o todos os moradores da terra, porque o dia do Senhor já está perto. E assim o significado da trombeta é um aviso do dia do Senhor. Então, vemos esta trombeta a um simbolismo do dia do Senhor. Ora, o que é o dia do Senhor? Ora, o dia do Senhor, lembramos em Apocalipse capítulo 6, versículo 12 a 15. Apocalipse capítulo 6, versículo 12 a 15. Vemos aqui um período, em Apocalipse 6, que vemos aqui dos sinais celestes. Vemos aqui o Seito-de-Celo, do livro Apocalipse, sendo aberto, no versículo 12. Então, vemos aqui o grande tremor da terra, o sol se tornou negro, as treles do céu caíram, e o céu retirou-se como um livro que se enrola.
E vença aqui, por isso, o que nós chamamos, estes sinais celestes e grandes atividades, como a terra que estivesse assim, a ser achucalhada e grandes atividades. E, por isso, então, este período, descrito aqui, neste Seito-de-Celo, da Apocalipse, é um período de sinais celestes que representam a ira do cordeiro. Leia no versículo 16, Apocalipse 6, versículo 16. E diziam aos montes e aos roxetes caem sobre nós, escondendo-nos do rosto daqueles que está sentado sobre o trono e da ira do cordeiro. É o dia da ira do cordeiro. E assim vemos que, durante a selunidade das trombetas, que é um aviso, que é um aviso de que Deus vai intervir.
E é um aviso que Deus vai intervir brevemente, irmãos, brevemente. Mas o que vai acontecer, irmãos, é que Deus vai permitir que os governos humanos cheguem a um ponto tal, cheguem a um ponto tal, que vai ser plenamente evidente que o homem não é capaz de se autogovernar.
Sem Deus. E por isso eu já abordei, em vários estudos prévios, várias, digamos assim, passos importantes de eventos que vão acontecer. E eu dei um sermão, há uns semanas atrás, acerca de uma visão geral profética, que aborda, em maior detalhe, este gráfico que estão a ver agora. Mas vai chegar um período em que a besta e o falso profeta vão aparecer na cena do mundo e em seguida, após isso, vai, então, haver uma grande tribulação por três anos e meio no mundo.
Ao fim de dois anos e meio desse período, então, vemos que vai haver os sinais celestes e, depois, destes sinais celestes, temos, que representa, como vimos, a ira do Cordeiro, então, depois disso, temos o dia do Senhor, que é symbolizado por sete trombetas, como veem neste gráfico. Sete trombetas. E a sétima, a última dessas trombetas, representa o retorno de Jesus Cristo, como lemos em Apocalipse 11, versículo 15, que este é um grande evento.
Vejamos aqui, em Apocalipse 11, versículo 15. Apocalipse 11, versículo 15. E diz, e o sétimo anjo tocou a sua trombeta e houve no céu grandes vozes, que diziam, os reinos do mundo vieram a ser da Nossa Senhor e do Seu Cristo, e Ele reinará para todo sempre. Irmãos, este é o período decisivo, o ponto decisivo na história humana, em que os governos humanos param de governar o mundo e daí, em diante, vai começar o governo de Deus, o reino de Deus, a governar na Terra.
E assim, este período, este sério de eventos que se seguem, representam o retorno de Cristo. Irmãos, é importante que entendamos que o retorno de Cristo não é só simplesmente ele chegar à Terra. Há vários eventos que são parte deste acontecimento, digamos assim, que, ao fim de contas, representa o fim do domínio humano sobre a Terra e que o reino de Deus vai ser estabelecido sobre as nações.
Mas, como lemos, por exemplo, no versículo 18 de Apocalipse 11, vemos aqui em que, por exemplo, três eventos principais, três acontecimentos importantes, sobretudo, debaixo de um período de tempo, breve, período de tempo, talvez alguns dias, mas eventos muito importantes, que são relacionados com a vinda de Cristo. Vocês, vemos, leirem aqui, então, no versículo 18 e diz assim, no versículo 18, iraram-se às nações, sempre que veem Cristo, e então as nações ficam iradas e vemos que, em outros versículos aqui, que não vou abordar todos os detalhes hoje, vemos que se vão reunir no Val da Armagadão para lutar contra Cristo.
Está claro, não vão lutar contra Cristo no Val da Armagadão, vão reunir-se no Val da Armagadão e depois vão se mover para Jerusalém, onde vão lutar contra Cristo no... em Jerusalém. Ora diz assim, iraram-se às nações e veem a tua ira. Então, vemos aqui a ira de Deus. E o tempo dos mortos, para que sejam julgados, primeiro, segundo, o tempo de dar-os o garardão aos profetas, e terceiro, isto é, aos profetas, e aos servos, e aos santos, e aos que até meio-teu nome, grandes e pequenos, e em terceiro, o tempo de destruí-os, os destruem a terra.
E vemos assim três coisas principais acontecer. Então, quando Jesus Cristo vier a este período que está breve a acontecer, perante nós, irmãos, este período está breve, as coisas estão a desenvolver-se tão rapidamente que este período vai acontecer brevemente. E quando Jesus Cristo vier, ele não vai retornar, como digamos assim, simplesmente o Salvador, mas ele vai tornar como reis-reis e Senhor dos Senhores, que vai governar como vara de ferro, vai governar e, por isso, o mundo vai finalmente receber o que tem sempre necessitado, o que é um governo verdadeiramente justo na terra, um governo sem corrupção.
Então, voltando a este gráfico dos acontecimentos, de uma maneira geral profética, que eu mostrei brevemente, é onde nós estamos agora. Estamos agora neste período entre o dia das trombetas e o dia de expiação. O simbolismo deste período entre o dia das trombetas e o de expiação é este período em que estamos agora, em que estas coisas vão acontecer. Então, durante este período, vai haver as sete últimas pragas, ou sete flagelos, acontecimentos catastróficos que vão acontecer na terra, uma série de vários acontecimentos catastróficos, catastróficos que vão acontecer.
Sete últimas pragas. É importante não confundirmos as sete trombetas com as sete pragas, porque as sete trombetas é durante o período de um ano. As sete pragas são diferentes, não são durante um período de um ano, são durante um período pequeno de quando a sétima trombeta toca, e antes de aqueles que destruem a terra serem completamente destruídos, finalmente sendo aquele que é o Satanás, que vai ser posto na prisão. E por isso é importante diferenciar estas duas pontos.
Ora, este período, então, representa o que vai acontecer na terra, em que vai haver acontecimentos catastróficos na terra, que as nações vão tentar lutar contra Cristo. Então, esse período das sete flangelos, das sete pragas, é descrito, vejamos aqui, nos capítulos 15 e 16 da Apocalipse, nos capítulos 15 e 16 da Apocalipse, as taças da ira de Deus. E por isso, irmãos, vamos então dar uma vista de olhos breve, de volta ao que cobrimos até agora, começando com a sétima trombeta.
A sétima trombeta, que é um dia, digamos assim, de julgamento. Um dia que temos que estar de pé, do perante Cristo. Vejam, em Apocalipse 11, versículo 18. Apocalipse 11, versículo 18.
Apocalipse 11, versículo 18. E diz assim, aqui, em que vai haver o período, em que o tempo dos mortos para serem julgados e o tempo de lhes darem o galardão aos profetas, seus servos. E por isso, então, vemos aqui este período em que vai haver o período da ressurreição. Da ressurreição, em que os mortos vão ser julgados. E isto é, então, vão-se ressuscitar e vão estar em pé. Jesus Cristo falou deste acontecimento em Mateus 24, Mateus 24, versículo 30. Vejamos aqui, Mateus 24, versículo 30.
Então, apareçar no céu o sinal do Filho do Homem e todos os tribos da Terra se lamentarão. E sobrevimos, por exemplo, os sinais celestes. E verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu. Isso, então, seria mais tarde. E por isso, é bem possível aqui que neste versículo esteja a falar de um período ao início do dia do Senhor, e também ao fim deste dia do Senhor, deste ano. E Ele enviará aos seus anjos com o Rígio Clamor de Trombeta, os quais ajuntarão os seus escolhidos, desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus. E, então, vence assim que foi o que Jesus Cristo mencionou, que vai haver esta resolução. Vemos também, em primeiro de São Licença, capítulo 4, versículo 16. Porque o mesmo Senhor do Serado o céu com alíduo e com voz de arcanjo e com a trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Esta é a sétima trombeta. Este é um período em que os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro. Irmãos, irmãos, irmãos, irmãos e irmãs, irmãs, irmãs, irmãs, irmãs, irmãs, irmãs, irmãs, irmãs, irmãs, irmãs. Esta é, talvez, a mais encorujadora verdade que é revelada, que é explicada, que é simbolizada por este dia das trombetas.
É maravilhoso esta verdade. É maravilhosa. Vejam também em primeiro coríntios, capítulo 15. Primeiro coríntios, capítulo 15. E vejamos aqui, então, primeiro coríntios, capítulo 15, por ciclo 51 a 52. Exaqui-vos diga-vos um mistério. Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos teremos transformados, no momento, no abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta, que é a sétima, última trombeta. Porque a trombeta se hará e os mortos se resuscitarão incorruptíveis e nós seremos transformados. Este é a resolução, a última trombeta, que é em completa harmonia, com o que lemos no livro da Apocalipse. Esta sétima e última trombeta anuncia quando o Governo Jesus Cristo vai tomar posse do Governo Mundial, como vimos há pouco. E Paulo diz que esta última trombeta é a resolução, é quando a resolução dos santos acontece.
Agora leiam aqui no versículo 53. No momento, no abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta, porque a trombeta se hará e os mortos se resuscitarão incorruptíveis e nós seremos, nós que estaremos vivos nesse período seremos transformados. Considerem o que isto significa. Todos os servos fiéis, durante todos os séculos do passado, vão resuscitar, porque lembrem-se que estão mortos, estão a dormir, não estão no céu, após a morte estão a dormir. Estão a dormir, à espera da ressoleção. Isto é a Braão, Jo, Moisés, Josué, David, Ilias, todos esses profetas e apóstolos estão à espera desta ressoleção.
Por isso é o que lemos em Hebreus 11, todos eles morreram na fé, esperando por nós. Todos estes que morreram fielmente, fiéis a Cristo, serão resuscitados a uma vida espiritual e imortal. Para o mundo, este dia é um aviso. Aviso da destruição daqueles destruem o mundo. Para os servos de Deus é uma grande esperança. Continuando, então, a ler em primeiro São Licensos, capítulo 4, acabamos de ler a pouco o versículo 16, mas para pôr no contexto, vamos ler de novo o versículo 16, primeiro São Licensos, capítulo 4, e assim, porque o mesmo Senhor do Céu será, do céu conlerido e com voz da arcângio contra ombeta de Deus, e os que morreram em Cristo, resuscitarão primeiro.
Depois nós, os que estamos vivos, os que ficarmos vivos seremos arbetados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos áreas, e assim estaremos sempre com o Senhor. É assim como vamos estar sempre com o Senhor. Os mortos resuscitarão primeiro, e nós que estamos vivos, depois de os resuscitar, imediatamente após, digamos assim, no próximo segundo de seguir, digamos assim, seremos transformados e levados com eles para as nuvens para nos encontrarmos o Senhor nas nuvens. É deste modo que vamos estar com Jesus Cristo para sempre, e depois leiam cuidadosamente o versículo 18, que diz, portanto, consolaivos uns aos outros com estas palavras.
Irmãos, isto é uma consolação. Precisamos estar consolados com estas palavras. Assim, pensem, pensem o significado disto, que vai haver uma trombeta. Essa trombeta vai ser um ponto decisivo na história humana. Os mortos vão ser resuscitados, e nós estaremos alegres por causa dessa período, dessa grande resurreição. E depois, como leemos em Apocalipse 11, versículo 18, vai ser o período de os servos de Deus receberem o seu galardão. Mas aqui dá uma pergunta, irmãos. Está aqui uma pergunta. Você está pronto?
Porque saber ou conhecer a profecia toda não é suficiente, não chega. Entender o que isto tudo representa, se é importante para nós sabermos o que vai acontecer e estarmos assim na fé e fortes, mas isso não é o ponto importante, crítico. O ponto é o que leemos em Mateus 24, 42. Vejam, Mateus 24, 42. Vejam, pois, porque não sabéis a que hora a devir o Vosso Senhor. Embora sabemos várias coisas acerca das profecias bíblicas, não sabemos tudo. E o Bíblio diz que não sabemos a hora. E, por isso, irmãos, precisamos estar prontos. Um bocadinho mais a diante, no versículo 44, diz, por isso, estáis Vos preparados também, porque o Filho do Homem há de vir a uma hora em que não pensem.
E, por isso, precisamos estar prontos, irmãos. Alguma vez demais, a pergunta. Então, a pergunta não é quando é que Jesus Cristo vem. A pergunta mais importante é quando Ele vier. Nós vamos estar prontos? Nós vamos estar prontos? Nós vamos estar prontos? Nós vamos estar prontos? Nós vamos estar prontos? Nós vamos estar prontos? Para quê? Para estarmos em pé, perante Cristo, presentes, com julgamento. E, por isso, então, estar em pé, perante Cristo significa, está claro, um significado era suscitado, mas o outro significado, e como lembramos, por exemplo, em Lucas 21, versículo 36, um outro significado é que estamos em pé, perante o trono do julgamento de Cristo, Lucas 21, versículo 36.
Lucas 21, versículo 36. E que diz? Vigiar, pois, em todo o tempo, orando para que sejais avidos por dignos, de evitar todas estas coisas que andam a acontecer e de estar em pé diante do filho do homem. Todos mais seram mais tarde, vamos estar em pé diante do filho do homem, mas vamos estar dignos para estar em pé para receber uma recompensa, ou vamos estar em pé para receber um castigo? E, por isso, irmãos, esta chamada deste período, de Trombetas e este período do fim do ano, é também uma chamada ao orpendimento.
Em Joel 2, Joel 2, versículo 1, Tu cai a Trombeta em Siam e, quelamar em voz alta, no meu santo monte, trema-o os seus moradores da terra, porque o dia do Senhor vem, já está perto. Sim, e lemos isso há pouco. O dia do Senhor vem, está perto. E vejam, no versículo 12 e 13, do mesmo capítulo, ainda assim, agora mesmo, diz o Senhor, Converta-vos a mim de todo o coração, e isso com os juz e com o choro e com o pranto.
Resgai o vosso coração, e não as vossas mentes, Convertei-vos ao Senhor vosso Deus, porque Ele é mais recorrioso e compassivo e tardiu em herarse, e grande em benignidade e se arrepende do mal. Irmãos, Deus não quer mal para você, Deus quer que você se arrependa, Deus quer que eu me arrependa, Deus quer que nós mudemos e temos que esforçar, e por isso este toque da trombeta é um aviso, é um aviso para nos arrependermos, para mudarmos, para mudarmos o nosso coração.
Não é por fora, mas é por dentro, por dentro do nosso coração, render o coração. Isso é por isso que a verdadeira preparação para a vinda de Cristo tem que ser espiritual. Nós temos que perguntar a mim mesmo, a você mesmo. A minha atitude mudou, está a mudar.
Alguém que eu preciso de perdoar, que não perdoei, estou a crescer espiritualmente, estou a permitir que Deus governe a minha vida agora, de acordo com os padrões e com as regras do Governo de Deus. Somos cidadões, não é só pregar o evangelho de Deus, é viver a justiça de Deus, como lemos em Mateus 6, versículo 33. Irmãos, como estão os seus pensamentos? Como estão os meus? Como estão as suas palavras, que dizemos as outras pessoas e as minhas?
Como estão os nossos relacionamentos com as outras pessoas? Entre marido e mulher, com os nossos filhos, ou filhas, ou com os nossos pais. Quais são as nossas prioridades? Estamos a pôr Deus primeiro. Que decisões é que estamos a fazer? Decisões boas ou mais? Irmãos, as trombetas devem-nos motivar a uma mudança. Leiam Romanos capítulo 13, versículo 11. E digo isto, conhecendo o tempo, que já é hora de despertarmos do sono, porque a nossa salvação está agora mais perto de nós, do que quando aceitamos a fé, do que quando fomos chamados, do que quando fomos batizados.
E por isso é hora de despertarmos do sono ou não. É hora, porque a nossa salvação está mais perto, de certeza está mais perto. É tempo de acordar, é tempo de ouvirmos o som da trombeta. A trombeta é um som muito forte, que nos deve acordar. E que diz que o tempo está aqui, é um aviso. E por isso leiam em Romanos capítulo 13, versículo 12. A noite é avançada e o dia está próximo.
Rejeitamos, pois, as obras das trevas e vista-mos-nos das armas de luz. Irmãos, temos que mudar, temos que mudar. E temos que ter a visão do mundo da manhã. A visão de que Deus vai estabelecer um mundo maravilhoso. Lembrem-nos, por exemplo, em Isaías capítulo 2. Isaías capítulo 2, versículo 4. Isaías 2, versículo 4. E ele jogará entre as nações e repreenderá a muitos povos. Que beleza quando Jesus Cristo vier para a terra e vai ver estas pessoas com as suas atitudes, as suas demonstrações.
E, ah, não quero fazer isto e tal. E Deus, através de Jesus Cristo, vai repreender a muitos povos. E eles converterão as suas espadas em sedões e as suas lances em foices. E uma nação não avanterá a espada contra outra nação. Nem aprenderão mais a guerriar. Mas que beleza, mas que maravilhoso mundo da manhã. Mas que maravilhoso. Leiam também, por exemplo, Isaías capítulo 11, versículo 9.
Lembrem-se, não se fará mal nem dano algum em todo o meu santo monte, porque a terra sem cheirado o conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar. Mas que coisa bela. Mas que beleza, quando o mundo mudar, quando a trombeta estucarem o resultado disso, que as nações vão ser destruídas, essa então vai ser o fim de uma era e o começo de uma nova era. Vai ser um ponto decisivo na história humana. Os governos humanos vão dar oportunidade para o Governo Deus.
A guerra vai parar e vai haver paz. A deceção e engano vai parar e vai haver verdade. E os santos recocitados vão estar com Cristo. E por isso, irmãos, como é que devemos guardar estes dias santos? Precisamos de os guardar respeitando, parando as nossas obras de serviço. Devemos ter uma santa convocação e congregarmos com o instruído, particularmente, particularmente, na festa dos tabernáculos. E devemos usar essa oportunidade para adorar a Deus e ter convivência um com o outro. Por isso, a trombata, irmãos, este período diz, Acorda! Acorda! Vigia! Arrepende-te e prepara-te, porque Jesus Cristo está vindo e precisamos de ter esperança. Os reinos deste mundo vão se tornar os governos do nosso Senhor e do seu Cristo. Isto é, o Governo de Deus a reinar na terra e Cristo vai reinar para sempre e sempre. E quando, então, esta última trombata tocar, os mortos em Cristo serão ressuscitados, nós seremos transformados e Cristo vai assumir o Governo Mundial, mas que nova era maravilhosa para toda a humanidade. Irmãos, que este significado, por gentileza, irmãos, que este significado vos dê motivação, não só para entenderem o plano de Deus, mas para viverem diariamente de uma maneira diferente, preparados para o maravilhoso momento, o glorioso momento, quando finalmente a última trombata tocar, Jesus Cristo retornar, e o reino de Deus ser estabelecido na terra, que Deus vos ajude a entender e a mudar os vossos corações nesses dias adiante.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).