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Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, aqui a George Campos, falando-vos da Cincinnati. Durante este período do ano, nos aproximamos de uma estação muito conhecida entre a cristandade, que é o período do Natal. Ora, hoje, neste sermão de hoje, eu não vou estar a estudar e aprovar as origens do Natal. Espero que possam estudar isso através de várias enciclopédias ou pelas nossas próprias publicações. Hoje é um fato bem reconhecido que a origem do Natal tem origens pagãs. Por exemplo, não existe, na verdade, um papai Noel. Como dizem no Brasil, ou como se chama em Portugal, um pai Natal. Sabemos muito bem que isso não é verdade, que ele não traz presentes pela Xamineé. Sabemos que, simplesmente, é, posto de uma maneira, digamos assim, muito direta. Sabemos que é uma mentira. Mas, neste sermão, hoje, eu quero falar acerca da verdade acerca do Natal. Isto é, por que é que é tão errado observar o Natal?
Conforme vou discutir este tema, hoje, vamos ver uns sub-temas. Primeiro que uma mentira impede um conhecimento melhor acerca de um assunto, que é um princípio importante. Depois, vamos ver ou perguntar, que mal pode haver em celebrar o nascimento de Jesus Cristo? E daí, então, vamos continuar no estudo deste tema e veremos que Deus é muito claro e muito exato nas instruções que Ele nos dá para nos dizer como devemos o adorar.
Depois, vamos ver o que é que Deus nos diz, na Bíblia, que devemos lembrar acerca de Cristo. Isto é, qual é o festival de comemoração de Cristo que somos instruídos na Bíblia? Depois, uma pessoa pode perguntar, mas por que que não incluir ambos? Por que que não ter ambos esses festivais, digamos assim? E vamos concluir, verificando e vendo da Bíblia, o que é que o Pai procura na duração? O que é que o Pai quer de nós, quando nós adoramos a Ele? Por isso, o tema é, a verdade, acerca do Natal, por que é que é tão errado? E dentro deste tema, como disse, vamos ter, digamos assim, vários sub-temas, como expliquei.
Houve um caso aqui, numa escola, aqui na América, em que a escola decidiu dizer às crianças certos conhecimentos acerca da verdade do Natal. Então houve certas pessoas que ficaram muito irritadas e, por exemplo, uma pessoa diz assim, a minha mulher e eu, isto é o que essas pessoas disseram, fizemos um grande esforço especial para manter a crença do Papai Noel na mente dos nossos filhos. Disseram essas pessoas e continuaram, porque acreditamos na mágica do Natal, na mágica que esse significado é para os nossos filhos. E por isso, esses pais perguntaram, quem dá à escola o direito de decidir quando as crianças devem ter o conhecimento da verdade, num assunto tão inocente como o dia Natal, quando sabendo a verdade, tirou o conhecimento mágico das crianças. Isso foi o que essas pessoas disseram, durante este caso, acerca do que aconteceu aqui, numa escola. Mas é assim mesmo o caso, que é um assunto tão inocente, e que continuaram a dizer, é tão inocente como o dia Natal, que quando sabendo a verdade, tirou o sentimento mágico. Sabendo a verdade, tirou alguma coisa? Queridos irmãos, é assim, na verdade, a situação, o caso. Ora, sabemos que o Festival do Natal, é o Festival principal cristão, do agendia, na nossa sociedade. Mas vejemos, por exemplo, a situação do Papai Noel, do Pai Natal. Quando é que inventar uma mentira, pode ser chamado como algo inocente? Como é que se pode ser chamado um sentimento de alegria e mágica?
Como é que é? Podemos perguntar, é assim, de facto, tão inocente? Por exemplo, se começamos com a ideia de Papai Noel e certas mentiras à sua volta, precisamos, então, criar mais mentiras, para protegermos essa mentira, quando somos questionados, ou perguntados certas coisas. Por exemplo, certas crianças podem prutar. Então, como é que o Papai Noel chega à casa de todas as pessoas numa só noite, à mesma noite, ao mesmo tempo? Como é que isso é possível?
Outro pergunte que as crianças possam fazer é, como é que a rena de Papai Noel pode voar?
Então, as pessoas começam a dizer, é por causa de isto ou daquilo, de que o outro. Mas o problema é que quando se começa com algo que não é verdade, tem que se construir nessa fundação irrada com mais falsidades. Aqui está outra pergunta que as crianças podem perguntar. O Papai Noel vê, ou podem dizer às crianças, o Papai Noel vê que é esbom ou mau. E depois recompensa-te de acordo. Ora, parece ser uma boa ideia dizer isso, mas aqui está o problema. Os filhos das pessoas mais ricas geralmente recebem mais presentes, ou melhores presentes, que as crianças de pessoas mais pobres. E então qual é, possivelmente, a interpretação disto em certas crianças? Certas crianças podem-as pensar, hein? Porque são ricas, podem-as pensar, ou dizer, são melhores, são boas. Enquanto que outras crianças, porque são pobres, são mais, porque recebem menos presentes. Está claro que não é a conclusão correta.
Queridos irmãos, certas pessoas dizem, nós mantivemos esta tradição com os nossos filhos por tantos anos. E eles sobreviveram, e agora são adultos, e sobreviveram. E por isso dizem, isto é uma coisa inocente, não faz mal nenhum. Mas é assim, verdade?
Deixe-me perguntar. Existe aqui uma gravura, uma visão, uma finalidade ainda maior, que está a ser escondido, ou bloqueado, ou fechado, para não compreendermos por causa desta mentira. Queridos irmãos, aqui está um princípio importante. Qualquer coisa que é falsa, seja qual for a intenção, substitui algo muito, muito maior em valor. Qualquer coisa que é falsa, como disse, bloqueia, obvia, cega as pessoas de algo muito maior. Outras pessoas dizem, ah, o Natal traz o melhor nas pessoas. Porque, por exemplo, há esta pessoa aqui que eu conheço, que não é lá muito agradável, não é lá muito gentil, mas durante o período do Natal, esta pessoa é tão agradável.
Por isso o Natal faz com que esta qualidade boa da pessoa saia. E então dizem, por isso temos este Espírito da Ligria, esta atitude de dar, esta atitude que nos lembra de Cristo durante o período Natal. Queridos irmãos, se precisamos, necessitamos do Natal para nos dar uma alegria. Especialmente se temos uma certa disposição, que não é normalmente alegre ou agradável, que não é normalmente uma disposição como atitude de dar. Sim, se precisamos do Natal para nos pôr nessa atitude alegre temporária, para nos pôr nessa atitude de pensar em Cristo.
Então, isto nos está a bloquear de algo muito maior e verdadeiro que não temos conhecimento. Porque Deus tem um grande propósito da Sua Finalidade para a Humanidade, da Sua intenção e do Seu caráter, que quer que nós venhamos a desenvolver. E precisamos de pôr esta em plática, de uma maneira diária e não só durante um certo período do ano.
Muitos não compreendem isto, que esta mentira nos está a bloquear de algo muito melhor e maior. Por exemplo, vejam um exemplo simples que tivemos na nossa família. Quando os nossos filhos eram pequenos, nós não observávamos o Natal, está claro. Porque como cristãos, não observávamos o Natal, porque sabíamos que era uma festa pagando. As nossas crianças viam outros a observar o Natal. E nós então, parte da educação deles, comparávamos isso com a alegria e a festividade e o valor que eles recebiam quando celebravam a festa de Tabronáculos, que é uma alegria, um contentamento e uma festividade muito maior.
E por isso fazíamos coisas especiais para as crianças durante a festa. E por isso eles nos diziam que estavam tão contentes que observavam a festa de Tabronáculos, em vez do Natal, porque era algo muito melhor e muito maior para eles. Então, este é um exemplo simples para as crianças, mas para nós adultos, igualmente, o Natal nos bloqueia de algo muito maior.
Há cerca das promessas de Deus, através de Suscristo, que ele veio com uma mensagem do Deus-Pai, acerca do Reino de Deus, do Plano de Salvação e do que faremos nesse Reino para sempre. Veja como é que se faz favor em Lucas 1, versículo 30. Lucas 1, versículo 30, 33. Diz assim, mas o anjo lhe disse Maria, não temas, porque achaste graça diante Deus, e é isso que conceberás e darás à luz um filho, a quem chamarás pelo nome Jesus.
Esse será grande e será chamado filho do Altíssimo, Deus, o Senhor. Lhe dará o trono de David, seu Pai. Eu o reinará para sempre, sobre a casa de Jacob, e o seu reinado não terá fim.
Está a falar aqui do período da segunda vinda de Cristo, que reinará para sempre. Está a falar aqui do reino de Deus, que vai haver e de grandes promessas para a salvação mundial deste mundo, destas crises mundiais. E este plano de salvação mundial está a ser cegado, porque este plano é revelado pelo significado da festa de tabernáculos, mas em vez disso o mundo está a ver uma festa, digamos assim, muito inferior em valor, em vez das festas que Deus nos dá.
Vejamos aqui outro exemplo, em João capítulo 18. Versículo 37. Então ele disse, Pilatus, logo tu és rei? Respondeu Jesus. Tu dizes que sou rei. Eu para isso nasci. Jesus Cristo disse ao Pilatus, eu nasci para ser rei. E para ser rei, vim ao mundo. E vim ao mundo para dar testimonio desta verdade, que sou rei e que é vir-me-se uma vez para ser rei. E todo aquele que é na verdade, houve minha voz.
Vê-se aqui um propósito muito importante da vinda de Cristo, que a festividade do Natal não realça, porque põe um foco diferente nesta verdade. Vixemos outro princípio aqui em Mateus capítulo 6, 6 capítulo de Mateus, versículo 33, que diz assim, buscar, pois, em primeiro lugar, o seu reino é o que nós, como cristãos, devemos de buscar primeiro.
Deve ser a nossa primeira prioridade na vida, de buscar o reino de Jesus Cristo, o reino de Deus, e a sua justiça, a justiça desse reino, que vai ser uma justiça para o mundo inteiro, é o que nós devemos buscar, é o que nós devemos ter como foco número um da nossa vida.
E a festividade da do Natal tira esse foco, põe-no outro foco, que não é assim tão grande, como significado destas promessas de Deus através do reino de Deus e do plano de salvação para o homem e para a humanidade. Queridos irmãos, sim, a crença do Natal impede-nos de entender as verdadeiras liquezas do reino de Deus e da sua justiça.
E, por isso, o Natal bloqueia e cega essa grande verdade. Mas, é importante também, quando estamos a falar do Natal, compreender que o cristianismo e cristandade incorporou ideias que não vieram de Jesus Cristo e que não vieram de Deus durante esta celebração. Por isso, o que se vê no Natal hoje em dia são coisas que não foram mandadas por Deus.
Sim, não há uma única escritura na Bíblia, queridos irmãos, para dizer a ti e a mim para observar-nos o dia de Natal. Não há uma única escritura na Bíblia a dizer-se para observar-se o dia de Natal. Não há nada, nada. Há dias sagrados anuais que Deus nos manda observar na Bíblia, os dias sagrados anuais de Deus, mas o Natal não é parte desses.
E por isso, o Natal, como essa festa, a festividade cristã hoje em dia, nos bloqueia ou nos segue contra as festividades que Deus nos ordena e manda observar na Bíblia.
Queridos irmãos, o Natal é descrito, é posto, é explicado, como há sociedade a todos nós, como representando o nascimento de Jesus Cristo. É representado a nós como o dia em que Jesus Cristo nasceu, o Salvador do mundo. E por isso, pessoas podem perguntar. Então diz-me lá, que mal pode haver em celebrar o nascimento de Jesus Cristo? Sim, porque pode ser isso errado.
Precisamos de poder responder a esta pergunta. Temos aqui duas questões importantes, irmãos. Devemos separá-las. Primeiro, o Natal, o Natal, de facto, celebra mesmo o nascimento de Jesus Cristo? E a segunda questão é, e se celebrar-se? Deveria de ser celebrado? Primeiro, vamos ver então. Selebra mesmo o nascimento de Jesus Cristo? Em primeiro lugar, é porque não pode celebrar o nascimento de Jesus Cristo, porque era uma prática antes de Jesus Cristo ter nascido. Como é que pode celebrar o nascimento de Jesus Cristo se já era praticada antes de Jesus Cristo ter nascido? Ah, certas pessoas podem ser. Ah, mas sabiam que ele ia nascer e, por isso, é uma profecia acerca disso, digamos assim. Querias irmãos, isso também não é correto. Porque sim, sabiam que o Messias viria? Sim, sabiam que o Messias viria, como podem lerem Daniel 9, 25-26. Diz-me, desde a saída da ordem para restaurar e edificar Jerusalem até ao Messias. O príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas, etc., está aqui a falar. Aí, em Daniel 9, há cerca de contar o número de anos, desde quando certa coisa acontece, a cerca da riidificação de Jerusalem, até quando o Messias vier. Está aí em Daniel 9, explicar-te a dar um período de tempo quando é que o Messias vier. E diz assim, e até haverá a do soluções e as soluções e problemas. Fala aí assim. Querias irmãos, sabiam, sim sabiam a altura, digamos assim, praticamente o ano, principalmente aqueles que eram mais bem conhecidos, deviam saber quando Jesus Cristo viesse como Messias. Sabiam quando? Sim, até sabiam Donde, por exemplo, em Micaiah 5, versículo 2, diz assim, e tu, Belém e Frata, após-te que pequena entre milhares desjuda, de ti, me sairá o que será o Senhor em Israel, e cujos origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade. Sim, estava profetizado onde Ele nasceria, estava profetizado o ano em que Ele nasceria, sim, as profecias tinham declarado quando e onde é que Ele a parceria, mas não sabiam exatamente o dia, a data. Por isso, por exemplo, no caso dos magos, que eram pessoas muito capazes, inteligentes e sabedoras das Escrituras, os magos tiveram que ser indicados por anjos porque não sabiam exatamente quando. E por isso, por essa razão, por essa razão, essa celebração que celebravam antes de Cristo, desse nascimento, que já celebravam antes de Cristo, não podia ser a celebração do nascimento Jesus Cristo, porque não sabiam exatamente quando Ele viria. Por isso, essa celebração desse nascimento, que era celebrado antes de Cristo, era uma celebração pagã, era parte das comumerações do feriado de Saturnália, que era uma semana de anarquia celebrada entre cerca de 17 a 25 de dezembro, em lovordo deus romano Saturno, no solstício de inverno.
Os romanos tinham uma economia agrícola e um modo de produção escravista antigo. E nestas festas que duravam cerca de cinco dias, a ordem romana era subvertida, os cravisados tinham então, digamos, liberdade de festejar, os romanos trocavam presentes, era croado um rei que fazia o papel de Saturno e havia várias orgias sexuais e outras práticas, tais como aglutonaria. Além da Saturnália, o 25 dezembro também celebra o solstício de inverno, em adoração ao deus sol, o sol invictus, o deus sol, que, digamos assim, é uma indicação de Nimrod, em gênesis X, a 10.
Este festival de inverno era chamado a Natividade do Sol, isto era a festa solar de Natalis Invicti, que isto é a Natividade do Sol Enconquistado, durante esse dia de 25 dezembro. Por isso, Cris Irmão, vemos que esta tradição do nascimento no 25 dezembro era uma celebração pagã, antes de Cristo, que não tinha nada a ver com Cristo.
E foi introduzida na igreja católica de Cristo ao fim do século IV e não tem nada a ver com o nascimento nisto de Cristo. Foi introduzida e mascarada, como se fosse o nascimento de Cristo, mas era porque já celebravam para onde é espanhão e simplesmente mudaram o título, o rótulo e posaram no rótulo de Cristo.
Por isso, destas duas questões que eu tive, quando eu perguntei em que mal, podem ver em celebrar o nascimento de Jesus Cristo. A primeira questão era que eu fiz é, se lembra mesmo o nascimento de Cristo? Já vimos que não se lembra o nascimento de Cristo. Agora, vejamos a segunda questão. Mesmo que fosse o nascimento de Cristo, deveria ser celebrado? Sim, algumas perguntas. Mas que importa? Sim, importa muito, querido irmãos.
Importa muito, porque Deus é bem claro. Vejamos, então, em Jeremias, capítulo 10, o décimo capítulo de Jeremias. Vejamos aqui, versículo 2 a 4. Assim, diz o Senhor, não aprendez o caminho dos gentios, se os caminhos dos pagões. Não aprendem o caminho dessas nações pagãs à Valsa-Volta. Nem vos espantais com os sinais dos céus, porque com eles os gentios se te memorizam. Porque os costumos dos povos são vaidade. Se os costumos dos povos são em vão, são uma coisa vaidade, em vão. Pois cortam-te um bosc, um madeiro, cortam-te uma madeira do bosc. Combras das mãos do artifice, com machado. Com prata e ouro, enfeitam o madeiro, com pregos e martelos o fixam, para que não oscilam.
Se certas pessoas pensam que aqui está a descrever da árvore do Natal. Eu acho que não é, digamos assim, exatamente a árvore Natal. É acho que está aqui a falar de ídolos. Estão a fazer ídolos e estão a cortar do bosc da madeira. Estão a fazer com machado um ídolo dessa madeira. Então, enfeitam esse ídolo com ouro e com pregos e martelos o fixam, para que não oscilam.
Estão a falar de ídolos. Não é necessariamente, acho eu, da maneira que vejo aqui o contexto, não está a falar necessariamente a árvore Natal. E diz assim a E versículo 5. Os ídolos são como um espantalho de papinal. Não podem falar, necessitam de quem os leve, portanto não podem andar. Não tenham receio destes ídolos, porque não podem fazer mal e não está a nem eles o fazer bem. Está a falar aqui de ídolos, ídolos que fazem da madeira, e os que os cortam e com as mãos do artífice fazem caras e fazem coisas nesta madeira.
Vejam, então, quando irão ler-lhe, no versículo 10. Mas o Senhor é verdadeiramente Deus, sim, estes ídolos não são deuses de verdade. Mas o Senhor é Deus verdadeiro. Ele é o Deus vivo e o Rei Eterno do Seu furor trema terra e as nações não podem suportar a Sua indignação. O Senhor é o Deus vivo. É o verdadeiro Deus. Aqui está a diferença, queridos irmãos. Aqui está a diferença. Deus tem todo o poder. Criou tudo. Criou a vida. Criou tudo à nossa volta. Ele nos sara, Ele nos salva, Ele nos abençoa. Ele pode estar tão perto de nós para responder às nossas orações.
É o Deus vivo. É o Deus cheio de poder e de sabedoria. Não é como estes ídolos que nem podem andar, nem podem falar, têm que... não podem fazer bem, nem podem fazer mal. É a estereferência. Por isso importa. Importa celebrar uma coisa ou outra. Devemos... sim, importa muito. Vejam aqui, por exemplo, um dutronomio capítulo 4. Dutronomio capítulo 4.
Versículo 7.
Diz assim. Pois que grande nação há, que tenha deuses tão chegados a si, como o Senhor nosso Deus, todas as vezes que o invocamos. Sim, nós temos problemas, temos dificuldades, podemos chegar a Deus, podemos invocar a Ele e chamá-lo para Ele nos ajudar. Para Ele nos dar forças e nos ajudar quando temos problemas. Por isso importa muito. Importa muito estar a observar a Deus e estar a agradar a Deus e fazer as coisas que Ele quer. Por isso esta é a diferença. Que quando precisas de Deus, quando temos de dificuldades, quando nós nos conduzimos para com Deus, em termos da duração, em termos da audiência, aqui está a diferença. Importa muito de fazermos isso como Ele quer. Porque, ou temos um Deus que não faz nada para nós, que é um ídolo morto, não faz nada para a comunidade em que vivemos, não faz nada. Ou temos um Deus que intervém, que atua, que criou o sol, criou as estações, criou as coisas à volta de nós para que nós possamos cuidarmos uns dos outros. Um Deus que trabalha com grande poder, que tem uma finalidade, uma direção para a nossa vida. Então este Deus, capítulo 12 da Deutronómio, capítulo 12, versículos 29 a 31, diz assim, Quando o Senhor teu Deus, eliminar-te diante, ti as nações para as quais faz para persuí-las, ias desaposares e habitares na sua terra, guarda, não te enlaças com imitalas, não imites os pagãos, as crenças, as doutrinas, as práticas, os íblos, pagãos, após terem sido destruídas de adetite e que não endagas acerca dos seus deuses, como a Saturnália e o Deus que se lembram acerca do dia de Natal, como expliquei há pouco, que é o Deus Sol e isso tudo, e o Durante o Solstício do Iverno, diz assim, assim, não endagas acerca dos seus deuses, dizendo assim, como serviram estas nações aos seus deuses, do mesmo modo também farai-o, não devemos fazer do mesmo modo que fizeram. Então isto importa, importa porque temos um Deus que faz coisas para nós, que nos estáia aqui a ajudar quando nós precisamos. Versículo 31. Não farás assim ao Senhor Teu Deus, porque tudo o que é abominável ao Senhor e que Ele, ou Deus, fizeram Elas, esses pagãos fizeram tudo o que era abominável ao Senhor e que Ele, fizeram Elas a seus deuses, pois até seus filhos e seus filhos queimaram a seus deuses. Tudo o que Eu Te ordeno observará-as, nada lhe acrescentará-as nem diminuirás.
Deus manda-nos um mandamento muito claro. Ele põe tudo em grande detalhe da maneira que ele quer que o adoremos. Se a data de Jesus Cristo nasceu era para ser observada, Ele tinha que nos dar essa data muito claramente, porque diz assim, o que Teu Deus observará-as, nada lhe acrescentará-as. Por isso, Ele tem que nos dar muito claramente na Bíblia para observar. O dia 25 dezembro, muito claramente, porque diz aqui, nada acrescentará-as nem diminuirás. Por isso, tínhamos que ter uma data muito clara descrita na Bíblia, tínhamos que ter um mandamento acerca disso, mas não há nada, nada, nada. Nada mesmo nada, na Bíblia, que digamos para observar o nascimento de Jesus Cristo, nem a data.
Ao fim de contas, na Bíblia temos indicações que Jesus Cristo não nasceu no inverno, não nasceu perto desse período do ano. Sim, temos indicações, mais ou menos, de quando ele nasceu, podemos até chegar a certas conclusões muito perto da data de quando ele nasceu, mas isso tudo é uma aproximação e não temos a data exata. Podemos especular quando tenha sido, mas não temos a data exata. Sim, achamos, pensamos que foi à volta de setembro ou tubro quando ele nasceu, se estas pessoas podem especular quando foi, até um certo período, durante isso, mas não temos prova exata de quando foi. E por isso, instituir uma prática que pareça estar a honrar Cristo. Quando ele nasceu e a data de quando ele nasceu, quando isso não é indicado na Bíblia, então estamos a acrescentar ao que Deus diz. Por isso, tudo o que eu te ordeno observará, nada, nada lhe acrescentará, nem diminuirás, em Deut. 9. 12. 32. Então, o Natal deve ser celebrado? Não, porque não há nenhuma instrução para o celebrar. Por isso, Deus é muito claro nisto para não acrescentar e não diminuir. É muito claro como QUER que o adoremos. Por exemplo, vejamos aqui em Genesis 2, o segundo capítulo de Genesis 2, quando fala acerca do dia da semana para o adorarmos, é muito claro e diz quando começa e quando acaba, vejamos aqui em Genesis capítulo 2, versículo 1 e 3. Assim, pois foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército e, havendo Deus terminado no dia sétimo, sua obra que fizera descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito e abençoou Deus o dia sétimo e o Sandificou, que nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera. Ele foi muito claro exatamente qual é o dia para nós descansarmos. Deu uma instrução muito clara. Leam outro exemplo, podem ler, em Jesus dos capítulo 12, quando fala da Páscoa, a instituição da Páscoa, em Jesus dos capítulo 12, é muito claro, é muito exato, quando é que devemos observar a Páscoa. Por exemplo, o Leia ou o Jesus Cristo nos manda, nos instrui, nos comanda, um mandamento de Jesus Cristo no Novo Testamento acerca da Páscoa. Vigemos aqui em Lucas capítulo 22. Lucas capítulo 22, assim como vimos, podem ler, em Jesus dos capítulo 12, diz claramente, exatamente, quando celebrar a Páscoa. Mas agora, vigemos em Lucas capítulo 22, o que Jesus Cristo disse acerca desta celebração da Páscoa. Lucas capítulo 22, versículo 15, e diz-lhes, Tenho desejado ansiosamente comer com vosco esta Páscoa, antes do meu sofrimento. Jesus Cristo estava a falar aqui exatamente da Páscoa, no dia exato, na hora correta, quando chegou a celebrar isso, porque podem ler no versículo 14, chegada a hora. Isto é a hora exata, não é só o dia exato, mas a hora exata de celebrar a Páscoa. Então, continuando a ler no versículo 19 e 20, diz assim, E tomando o pão, tendo dado graças, partiu, e lhes deu, dizendo, Este é o meu corpo, oferecido para o vos, fazei isto em memória de mim. E, semelhante, depois de sear, tomou o calis, dizendo, Este é o calis da nova aliança, da meu sangue, de ramado, em favor de vos. Ele nos deu um mandamento, uma instrução, do que devemos de fazer em memória dele. E, querido irmãos, é muito claro o que eu quero que nós façamos em memória dele. Isto fazei em memória de mim, e eu fiz isso quando na hora exata da Páscoa. É tão claro que é difícil que as pessoas não podem entender, no entanto, muitos, muitos não observam o que ele nos manda fazer, em memória dele, no dia correto, na hora correta, que ele nos manda fazer isso. Vemos, queridos irmãos, que Deus nos diz como devemos lembrar de Cristo. Sim, diz aqui, o que é que devemos de fazer em memória de Cristo?
Não diz, celebrem o dia do nascimento de Cristo. Em 25 dezembro, não diz isso na Bíblia, mas diz assim, na Páscoa, chegada a hora, tomei o pão e o cálice em memória da mim. Fazei isto em memória da mim.
Queridos irmãos, a Páscoa e os dias asmos, como meram a sua morte, a morte de Cristo, e como Ele viverá, viverá, depois disso, em termos de viver em nós.
A Páscoa e os dias asmos, o propósito da Páscoa e os dias asmos, não tem nada a ver acerca do seu nascimento, mas é para nos lembrar da morte Dele, e que nós vivemos pelo poder de Cristo, do Cristo vivente, que vive dentro de nós, através do poder do Espírito Santo, para podermos lutar e vencer o pecado. É a única maneira, queridos irmãos, de podermos que temos para lidar com o pecado. E, por isso, precisamos de instituir a obediência a Deus vivendo pelo pão da vida que é Jesus Cristo, e este princípio é que nos foi dado pelo significado da Páscoa, que é simbólico pelo ato de comer o pão e beber o vinho, e que vivemos pelo poder de Cristo, que vivem nós simbolicamente, pelos sete dias adiante, que representa viver comendo o pão asmo. Isto é o pão sem pecado, com o pão que representa Cristo dentro de nós vivendo com Cristo em nós. Foi o que ele nos disse. Vejam que o Mingo se faz favor em João capítulo 14 versículo 18. Isto é o mandamento de Cristo. Sim, temos que observar os mandamentos de Cristo, queridos irmãos. Não é só os dez mandamentos. É mais do que os dez mandamentos. Está aqui o mandamento de Cristo. João capítulo 14 versículo 18. Que diz assim? Não vos deixarei órfãos. Volterei para vós outros. Sim, muitas igrejas dizem isso. É como Cristo virá, já veio, já vivem nós. Sim, já vivem nós. Mas lembras-se que quando diz que voltarei para vós outros, tem significado duplo. Vem viver em nós, através do significado, do pão dos dias asmos, do pão que podemos atumamos e o cálice que tomamos durante o dia da páscoa, em memória de Cristo. Mas também ele voltará literalmente em corpo durante a segunda vinda de Cristo, porque esta é a crença e o significado de mais um outro dia santo, que nos explica o plano de salvação de Deus, que é o dia das trombetas, e estes dias santos tem que Deus nos manda, estes dias friados, que Deus nos manda observar, que nos revelam, que nos explicam o plano de salvação de Deus. E quando observamos o Natal, em vez destes dias santos, perdemos este significado ainda maior. Vejam, continuando a ler aqui em João 14, continuamos a ler no versículo 19. Ainda por um pouco, e o mundo não me verá mais, pois porém me veréis, vós porém me veréis, porque eu vivo, vós também vivereis. Naquele dia, vós conhecereis que eu estou em meu pai, e vós em mim, e eu em vós. E eu, em vós, Cristo vive em nós pelo poder do Espírito Santo, que é o simbolismo de comermos o pão asmo por sete dias, que representa vivermos sem pecado, mas também representa Cristo o pão da vida dentro de nós, a viver em nós, através do poder do Espírito Santo. Vejam comigo o que Paulo disse aqui em Galatas capítulo 2, o segundo capítulo de Galatas capítulo 2, versículo 20. Galatas capítulo 2, versículo 20.
Paulo disse, eu vivo pelo Filho de Deus. Paulo falou do poder do Filho de Deus vivendo em nós. Então aqui vemos como Cristo vive em nós e como o significado dos dias santos, dos festivais de Deus, que são descritos tão claramente na Bíblia, estão repletos do significado para nós, o que representa o que Deus faz para nós, para sempre, eternamente, para o futuro, não só por uma semana durante os asmos, mas durante o ano, sendo o durante os asmos simbólicos, de continuamente, por sete dias, ser completo, que completamente viverem nós.
Vejam aqui um outro exemplo, se faz favor, em 1 Coríntios, capítulo 15, versículo 3 e 4. Diz assim, antes de tudo vos entreguei, o que também recebi, que Cristo morreu, pelos nossos pecados, segundo as escrituras. E que foi sepultado, os recitou, a terceira-dia, segundo as escrituras. Vem aqui o que Paulo está a dizer. Paulo está a dizer que Cristo morreu, pelos nossos pecados, segundo as escrituras.
E foi sepultado, os recitou, a terceira-dia, segundo as escrituras. Vejam como o Paulo aqui descreve. E diz assim, segundo as escrituras. Ora, Cristo está claro que o nascimento de Jesus Cristo também está nas escrituras. Mas não é o que o Paulo está a falar aqui em Coríntios 1 Coríntios 15. Ele está a falar que ele morreu, foi sepultado e foi reciclado, e ele fala aqui agora, no capítulo 15, acerca da resurreção dos mortos. O foco aqui, queridos irmãos, o foco de Deus, o foco de Paulo nas escrituras aqui, é na morte, na sepultura e na resurreção de Jesus Cristo.
Isto é o que devemos de como morar. Vejam então, 1 Coríntios capítulo 11. No Coríntios capítulo 11, fala aqui sermos de imitadores. E então, capítulo 11, versículo 1c, meus imitadores, como eu também sou de Cristo. Vejam então, em diz assim, no versículo 23, porque eu recebi do Senhor, o que também vos entreguei, que o Senhor Jesus na noite em que foi traído, tomou o pão, isto é, durante a paixa, como vimos há pouco em Lucas, e tendo dado graças, o partiu e disse, isto é o meu corpo, que é dado por vós, fazei isto em memória de mim.
E versículo 25, por semelhante modo, depois de haver seado, também tomou o cálice, dizendo, este é o cálice, a nova aliança do meu sangue, fazei isto todas as vezes que o bebeiras, isto é, durante anualmente, durante a celebração que fazem quando devão beber, durante este período da paixa, o que ele nos instruiu, exatamente quando deve ser, em memória de mim.
Porque todas as vezes, versículo 26, que comer este pão em bebeiros e o cálice, anualmente, todos os anos, quando fazem isto, fazem esta comemoração anual, dizesse anunciando a morte do Senhor até que ele venha. Cris irmãos, aqui o ponto todo é que falou, Paulo falou, de comemorar a morte de Cristo. Fala isto, disse tudo à congregação em Coríndios, mas não fala nada.
Há cerca do nascimento de Cristo? Sim, Cristo vai à terra, sim, Ele veio à terra, mas o importante, o valor para nós, de Cristo vir à terra, é manifestado na Sua morte e não no Seu nascimento. Assim, temos uma observância que Deus nos manda nos dias sagrados, nas festas sagradas, que é uma observância acerca de Sua morte, que Ele vivem nós dentro, e depois disso, que é simbolizado viver de nós pelos pães ásmos por sete dias consecutivos, simbolizando a nossa salvação sendo santificadas nas nossas vidas aqui, hoje em dia, através do ato de comer o pãesmo, que representa viver pelo pão sem fermento de Cristo.
E esta é a única maneira que Tu e Eu podemos vencer o pecado. Mas que que se significado tão grande, tão enorme? O que, o dia de Natal, cega? Por isso, cris irmãos, não podemos ter uma aparência de piedade e negar o Seu poder.
Vejam comigo, se faz favor, em segundo Timótios, segundo livro de Timótios, segundo Timótios e vejemos Capítulo 3. Segundo Timótios, Capítulo 3, versículo 5. Tendo a forma de piedade, negando entretanto o poder. Foge também destes. Cris irmãos, é muito mau substituir práticas emprestadas do paganismo e usá-las para servir a Deus. É muito mau fazer isso.
Temos que realizar o que isso, o significado disse, quando vamos ao longo dessa estrada, desse caminho, emprestando práticas do paganismo e usando-as para servir a Deus. Vejam aqui o que o mandamento nos diz em Exodus Capítulo 20. Exodus Capítulo 20, versículo 3 a 6. No primeiro mandamento diz assim, não terás outros deuses diante de mim.
Cris irmãos, quando estamos a observar algo que foi emprestado do paganismo, estamos a pôr outros deuses diante dele. E no versículo 4, não farás para ti imagem da escultura nem similhança alguma do que há acima nos céus, em baixo na terra, nem nas águas, seja uma árvore natal, seja o que for, não farás nada, não as o durará, adurarás. Sim, as pessoas olham para esta árvore, ó, é tão bela, ó, mas que beleza, que a duração, não adurás, nem lhes darás culto, porque eu sou o Senhor, teu Deus, Deus zeloso, que visite o iniquidade dos pais, dos filhos, até a terceira e a quarta geração, daqueles que me aburrassem.
Porque eles dizem, não façam isso, e vocês me estão a borrer a fazer isso. E Deus é zeloso. A palavra zeloso é traduzida em inglês, interessante, que dizem irmãos, em vez da palavra zeloso, é o Deus seumento. A inglês, na Bíblia em inglês, é traduzida em Deus seumento. Não é no senso de inveja, mas é no senso que ele é o único Deus, e não partilhará a Sua glória com nenhum outro Deus, com nada mais. Vejam comigo, se faz favor, em Isaías 45. Isaías 45, versículo 5. Isaías 45, versículo 5.
45, versículo 5. Eu sou o Senhor, e não há outro. Além de mim, não há Deus.
Eu sou o Senhor, e não há outro.
Queridos irmãos, precisamos compreender aqui o que é a questão. A questão e o problema que os juralitas tinham, e a questão e o problema que pessoas têm hoje em dia. A questão não é que abandonam o verdadeiro Deus completamente.
Compreendem isto bem. Não é que os Israelitas, no antigo destamento, estavam a abandonar o Iaoa, o Deus, o Senhor completamente. Não, não estavam. Mas é que estavam a incluir a duração de Deus, a duração de Deus falsos. Isto é, instituir práticas pagãs em adição à duração do verdadeiro Deus.
Práticas que parecem práticas boas pelas pessoas. Práticas que as pessoas pensam que Deus talvez esteja satisfeito com isso. Mas como vimos no mandamento, que diz isto me aburrece, disse Deus. Deus já é um Deus zeloso e isto me aburrece. Cris irmãos, a situação dos Israelitas da Antiguidade, quando estavam a adorar os balins e quando a introdução da duração dos balins, nos Israelitas, foi introduzida, não é que tivesse rejeitado o Deus Senhor, o Ia'ua não tinham rejeitado.
Não era que decidiram aceitar o balim em vez do Deus Senhor, mas é porque incluíam ambos. Foi isso o que Elias disse. Leam comigo, se faz favor, em primeiro reis 1821. Primeiro reis 1821. 1821. Então Elias chegou a todo o povo e disse ''Ai, até quando cuchirais entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, seguiu. Se é bal, seguiu. Porém o povo nada não respondeu.
Até quanto cuchirais entre dois pensamentos? Esta era a questão, querido irmãos. Compreendem? A situação é que tinham ambos. Era a situação na maioria dos casos de idolatria na nação de Israel. Tienham ambos. Não é que tinham negado Deus, o Criador de Deus, o Senhor Deus. Era um caso que estavam, digamos assim, a adorar Deus. E ao mesmo tempo introduziam, misturavam outros deuses. Deuses inferiores, com práticas pagãs. Usaram algumas das suas práticas e misturando-as para adorar o verdadeiro Deus. É exatamente o que acontece com o Natal.
Então, a misturar uma prática pagã com a duração do verdadeiro Jesus Cristo. Quando isto acontece, eventualmente, uma prática torna-se mais popular que outra. E, como vimos, o Natal vem das profundezas do paganismo. Estas profundezas do paganismo, desta celebração de Natal, na sua raiz, não têm nada. Nesta celebração há cerca de honrar o verdadeiro Deus Criador. E, visto que Deus é um Deus celoso, é um Deus-se-umento, que quando outros deuses que não são Deus, são misturados, quando estamos a dar honra a Deus, e principalmente quando uma pessoa, depois de ter o conhecimento do verdadeiro Deus, e cumpriendo isto, ainda permite isto. Sim, porque Deus é o Deus Criador, é o Deus que criou a Terra, criou a vida, criou o Sol, criou as estações do ano, e, então, o que acontece que as pessoas fazem?
Usam o Sol e usam as estações do ano, e começam a adorar estas coisas, a criação em vez do Criador. Por isso, Deus que é o Deus Zelozo e ciumento, para Ele isto importa. Para Ele isto importa. Por exemplo, se algum de Vós, como Paz, tivessem que alguém se aproximasse aos seus filhos, e que dissessem aos seus filhos, como essas ao Teu Pai e à Tua Mãe, porque Te vão aguar um dia, como Te sentirias?
Querias Irmãos, é a mesma coisa quando estamos a introduzir estas ideias, a substituir estas práticas da duração, é um passo em que estamos a remover a verdadeira glória de Deus, estamos a remover o Seu poder, estamos a remover a Sua verdade, o Seu plano, o Seu plano de salvação, que é nos dado pelos Seus dias sagrados. Estamos a remover a Sua verdade da nossa vida. E todos os atos da duração, da maneira que praticamos, mudam a nossa opinião de Deus. Sim, porque as pessoas têm a Sua própria ideia de Deus e por isso há tantas religiões e tantas práticas.
É como se pessoas se tornam. Querias Irmãos, várias pessoas de nós têm os Seus ídolos. É como a Raquel e o Jacó. Raquel tinha o Seu ídolo. Sim, as pessoas... ah, não temos ídolos hoje. Sim, temos os nossos ídolos. Os nossos ídolos são as nossas ideiasinhas, as nossas ideias que temos, que temos que removê-las. Mas as pessoas lutam por estas ideias e lutam por isto, lutam por estes ídolos. E por isso, quando vais a alguém e uma das ideias dessas pessoas, que começam a ser, digamos assim, atacada, as pessoas se tornam muito sangados.
Por quê? Porque estão a tocar no ídolo dessas pessoas. Querias Irmãos, só há um Deus. A prática de como adoramos a Deus determina como ficaremos. Vijamos aqui, se faz favor, em Mateus 15, Mateus 15, versículo 8 e 9.
Aqui temos outro mandamento de Cristo, que nós temos que seguir além dos dez mandamentos. Temos que seguir os mandamentos de Cristo, que dizirmãos. Aqui está o outro mandamento, diz assim, Mateus 15, 8 e 9. Este povo, orra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim.
Em vão me adoram ensinando doutrinas, que são perceitos de homens.
Este povo, orra-me com os lábios, queridos irmãos. Estamos com os nossos lábios, com nossa boca, estamos a dizer Jesus e Cristo e Deus. Estamos a orrar Deus e Jesus com a boca, com o que dizemos.
Sim, porque é o que ouvimos de outras pessoas, é o que ouvimos deles, a orrarem a Jesus, a orrarem a Deus. Mas onde está o coração dessas pessoas?
Aonde está o coração dessas pessoas?
Por quê? Porque diz assim, em vão me adoram. Estão a adorar, estão a dizer, oh, Deus e Jesus Cristo, estão a dar honra a Deus e Jesus Cristo em vão. Porque o adoram com os lábios? Porque o coração está longe, por quê? Porque ensinam doutrinas práticas que são preceitos de homens.
A prática do Natal é um preceito de homem. Não está essa prática, essa doutrina do Natal, não existe em nenhum local na Bíblia.
Por isso, cris irmãos, só Deus é que tem autoridade de declarar como nós o devemos adorar.
Porque se não estamos a adorar a Ele, da maneira que Ele nos diz, de acordo com os preceitos de Deus, então o nosso coração está longe dela.
O nosso coração está longe de Deus, se não estamos a praticar a fazer o que Ele nos diz para fazer. O nosso coração está longe dele, se estamos a praticar preceitos de homens, preceitos pagãos, em vez dos preceitos bíblicos na Bíblia.
Só Deus é que tem autoridade de declarar como o adorar, e não as tradições ou as práticas que pensamos que são superioras, acho que Deus nos dá na Bíblia. Não podemos estar a pensar, oh, Natal é tão linda, tão bela, é superior a qualquer coisa que está na Bíblia. Cris irmãos não é. Porque o céu é um preceito do homem e estamos a adorar a Ele. Dessa maneira, estamos a adorá-lo em vão, e o nosso coração está longe dele, e por isso estamos a dizer com os lábios, a dizer Jesus e Deus é em vão. Estamos a honrar a Ele com os lábios em vão. Isaías 29, versículo 13, faça-me ver. Isaías 29, 23, ah, perdão, 13. Isaías 29, 13. Vigíamos isso um pequeno mais aqui. Isaías 29. O Senhor disse, visto que este povo se aproxima de mim, com Sua boca e com Seu lábios me honra. Visto que este povo se aproxima de mim, sim, aproximam-se de Deus, com Sua boca e com Seu lábios me honra. Então, a honrar, a adorar a Deus, estão a honrar e a adorar a Jesus Cristo com a boca e com Seu lábios, com o que dizem, com as palavras, com as orações, estão a honrar a Deus. Mas, o Seu coração está longe de mim, porque não praticam os preceitos de Deus, porque não praticam os mandamentos de Deus, não praticam os dias santos que Deus nos manda fazer, além de muitas outras mandamentos de Deus e de Jesus Cristo. Por isso, não praticam, por isso, o coração está longe de mim. E o Seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens que, maquinalmente, aprendeu. O temor para com Deus destas pessoas que não têm o coração perto de Deus, é em seguirem mandamentos de homens. Queridos irmãos, quantas legiões cristãs têm atos de devoção, exprimindo grande amor e devoção com a boca e com os lábios? Mas, com os corações, não estão perto de Deus porque não obtecem a Deus. Este medo que tem é muito menor do medo que devia ser, porque substitui práticas que não são, se não são bíblicas, ou que sejam adições à bíblia, e por isso temos um produto diferente. Não é o que Deus quer que nós façamos. Por isso, qual é a duração que é aceitada por Deus Pai? Vejam comigo em João 4, João 4, no século 23 e 24. João 4, 23 e 24. Diz assim, que tem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores, sim, queridos irmãos, há adoradores que são verdadeiros. Há pessoas que adoram a Deus, que são verdadeiros para Deus, e há pessoas que estão a adorar a Deus, mas que não são verdadeiros, da maneira que Deus vê. Os verdadeiros adoradores são o Pai em espírito e em verdade, porque são estes que o Pai procura.
Para seus adoradores, são estes que o Pai procura.
Isto é uma frase muito importante. O Pai procura. Está a procurar. Aquelas que são verdadeiros, adoradores, aquelas que não adoram só com os lábios ou com a boca, mas que têm o coração a seguir a Deus. Deus é espírito e importa que os seus adoradores o adoram em espírito e em verdade. Não é comendidas, em verdade.
Então, esses, Deus diz que é o nosso Deus que nos perdurá e que nos ajudará, porque o Pai procura os verdadeiros adoradores. Queridos irmãos, como vimos hoje neste tema a verdade lá cerca do Natal, porque é tão errado, vimos que o Natal não é a verdade. O Natal tem uma raiz pagã. Embora, nos lábios e na boca seja uma adoração a Deus, não é uma prática, uma doutrina, que seja de preceitos de Deus. Vimos também que a mentira impede um conhecimento maior e esta mentira impede um conhecimento muito maior do plano de salvação de Deus, que nos é revelado pelos dias sagrados de Deus pelas festas de Deus. Também vimos qual é o mal em celebrar o nascimento Jesus Cristo, vimos que não é o nascimento Jesus Cristo, mas era o nascimento celebrado antes de Cristo de um Deus pagão.
E isto é muito importante, que significa que é importante, porque estamos a falar-te de um Deus vivente, que faz muito por nós e por isso importa que nós façamos o que seja agradável a ele. Deus também é muito claro e exato na maneira como o devemos adorar. E por isso, teria que ter dado um mandamento exato, porque diz para não andar e ensinarmos ou subtrairmos, teria que ter dado um mandamento exato para observarmos o Natal e não há tal mandamento na Bíblia. Também vimos que o devemos lembrar acerca de Cristo, a comemoração de Cristo é que devemos comemorar a sua morte e ressurreição, que é um conhecimento muito maior e que é Cristo viverem nós diariamente, através do Espírito Santo, para nos dar a força e a capacidade de vencer o pecado. E vimos que não podemos incluir ambos. Não devemos de misturar a duração a Deus com, ao mesmo tempo, misturar com tradições e práticas pagãs. Porque Deus é zeloso, é ciumento e afeta o que somos e o que viremos a ser. E vimos, finalmente, o que é que o Pai procura na duração. Porque o Pai procura um adorador verdadeiro. Porque Ele te quer abençoar, queris irmãos. Ele quer dar tudo que Ele tem. Ele te quer encorajar. Ele te quer se sarar. Sim, certamente queris irmãos. Neste processo, há muitas provas, há muitos testes, há muitas dificuldades, há muitas aflições. Por quê? Porque são para o nosso bem. Porque Ele está, através destas aflições e dificuldades, a desenvolver, a moldar o nosso caráter. Porque Ele tem carinho para com nós e quer nos desenvolver numa imagem, num caráter melhor. Para concluir, queris irmãos, quero que leem aqui o segundo livro de Cronicas, capítulo 16, versículo 9. Tem aqui um versículo muito interessante, escondido aqui, em duas Cronicas, capítulo 16, versículo 19, a versículo 9, que diz assim, porque, quanto ao Senhor, seus olhos passam por toda a terra, para mostrar-se forte, para com aqueles cujo coração é totalmente DELO. O Pai procura os verdadeiros adoradores, os olhos dele passam por toda a terra, procurando os verdadeiros adoradores, aqueles que têm um coração, não só palavras e boca, mas têm um coração correto, perfeito para com ele. Estes são o que ele procura. Por isso, queridos irmãos, a nossa adoração a Deus tem que ser completamente honesta para que Ele nos fortaleça como quando temos este coração perfeito para com ele. Até à próxima, queridos irmãos. Aqui é Jorge Câmer.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).