1 Coríntios 7:1-16

Estudo Bíblico

Paulo aborda questões que os Coríntios perguntaram acerca do divórcio e recasamento na Igreja.

Transcrição

Bom, boa noite, irmãos. Nos últimos estudos começamos a abordar primeiro Coríntios e, nesta sua epístola, Paulo está a tratar de vários assuntos que, digamos assim, são divisivos na Igreja, particularmente que eram divisivos na Igreja em Coríntios, e ele começou a tratar estes assuntos num espírito de amor e gentileza. Vici sempre primeiro Coríntios 4, versículo 21, em que ele diz que queres irei ter convosco com vara ou com amor e com espírito de mansidão, um espírito de humildade, gentileza, querinho da abordagem que ele tem. Então, começou a abordar vários desses problemas ou dessas situações que existiam em Coríntios. Primeiro abordou a situação de imoralidade sexual, que vê-se isso em primeiro Coríntios, capítulo 5. Depois, no capítulo 6, falou acerca de assuntos de jogar um ou outro na igreja. E agora, no capítulo 7, vamos abordar um outro assunto que era parte das perguntas que eles fizeram a Paulo, que era acerca do tema do matrimônio. Nesta seção, em uma trimônio, tem vários detalhes que vamos abordar, mas vou sublinhar, neste momento, como dois pontos importantes das questões que ele tinha ou estavam a existir nessa altura. Uma delas era que, se os solteiros se deviam descasar nessa crise corrente em que eles se encontravam. E, em segundo lugar, era-se os casados na fé, ou que um dos membros estava na fé, estava a ter problemas por causa da fé com outro membro que não estivesse na fé, como é que deviam abordar esse assunto? Então, vamos começar, então, a ler no capítulo 1, capítulo 7, e eu estou a ler da Almeida Corrigida e Fiel. Ora, quanto às coisas que me escreveste, bom seria que o homem não tocase em mulher? Ora, em primeiro lugar, é que ve-se, diz assim, quanto às coisas que me escreveste? E, por isso, ve-se que eles perguntaram a Paulo acerca como se conduzirem ou o que fazerem em certas situações. Isto é em certas questões, ou temas, ou tópicos. E, então, ele estava a abordar uma dessas primeiro, e ele era acerca de bom seria que o homem não tocase em mulher. Por isso, ve-se aqui que havia certas perguntas acerca das pessoas, dos homens, de tocarem nas mulheres. E lembrem-se que havia dois, digamos assim, dois problemas. Não era na sociedade, Coríntios, que era uma cidade onde havia muitos marinheiros e pessoas que tinham, muitas vezes, assim, liberdade sexual e que estava a conduzir de maneiras incorretas. E, por isso, ve-se aqui um problema que estava a acontecer entre pessoas. Mas, lembrem-se que devemos ler isto no contexto da situação da época, porque nessa época os casamentos eram arranjados. O que isso significa é que os pais tinham cedido com quem é que os filhos, os filhas, se iam casar. E, está claro, isto não é o que acontece na nossa sociedade hoje em dia. E, por isso, estava a abordar assuntos específicos que lhes escreveram nessa sociedade. Depois, diz assim, diz que bom seria que o homem não tocasse a mulher. Agora, o que quer dizer não tocar numa mulher? Ora, aí está a falar de tocar numa forma inadequada, uma forma que fosse implicações sexuais, na maneira de tocar essa mulher.

E, por isso, veio-se certos problemas que ele abordou no capítulo 5 acerca da imoralidade sexual. E, aqui, veio-se também certas dificuldades nessa sociedade, e, particularmente, nos membros da Igreja, que estavam a ser influenciados por essa sociedade. E, por isso, não tocar uma mulher, isto é, não praticar qualquer atividade imoral com uma mulher. For-se adultério, isto é, como a mulher casada, ou fornicação com uma pessoa não casada, ou qualquer outro tipo de abuminação para ante Deus. E depois diz, continuando assim, no versículo 2. Mas, por causa da fornicação, cada um tenha sua própria mulher e cada uma tenha seu próprio marido. Para a palavra aqui fornicação, é traduzida da palavra porneia, que não é só com o significado de um relacionamento sexual antes do matrimônio, mas é a palavra porneia, é qualquer relacionamento ou atividade que seja imoral, qualquer atividade sexual que seja imoral. E, por isso, para evitar a imoralidade sexual, fosse-se luxúria, cubícia, cubícia, paixão, seja o que for, cada um tenha sua própria mulher e cada uma tenha seu próprio marido. E depois diz, em versículo 3, falando acerca desse assunto, digamos assim, do matrimônio, em que as pessoas estão casadas, ele então está a adicionar aqui um ponto importante e que diz que o marido paga à mulher a devida menovolência e da mesma sorte a mulher ao marido. Isto é, o marido tem certas obriações sexuais, casamento e vice-versa, e então diz aqui que paga à sua esposa e vice-versa, ou faça essas obriações sexuais no casamento um para com o outro. Noutras palavras, estas obriações sexuais não devem ser usadas como uma arma para forçar ou conseguir o que uma pessoa quer. Por exemplo, o homem deve dar o carinho devido a ela, abraços, beijos e deveres sexuais, conjugais, que são dentro do matrimónio, são legais, está claro, dentro do matrimônio. E por isso está a explicar aqui que veja, por exemplo, no versículo 4. Diz assim, a mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem no marido, e também, na mesma maneira, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem no a mulher. Aqui está a falar do ponto de que são uma carne, tal como lemos em genas, se apora um matrimônio, os dois se tornam uma carne, e então o corpo do outro pretende-se, quer dizer, a obriações sexuais temos que respeitar as necessidades dos nossos, digamos assim, dos nossos esposos, ou da nossa esposa, seja isso carinho, seja isso de Deus conjugar, conjugais, seja o que for. Por isso, a autoridade nessa área não é minha, mas é da minha esposa, ou vice-versa, não é da mulher, mas é do esposo. Esse é que tem a autoridade nessa área, no corpo do outro, porque somos uma carne. Depois, continuam a ler no versículo 5.

Dentro de um matrimônio, quiserem dar um período sem darem esses deveres conjugais um ou outro, isso precisam ter cuidado, que tem que ser com o sentimento do outro. Por exemplo, para vos aplicar a Jejun e a Oração. Está claro, podem ver outras situações como saúde, no momento em que talvez uma pessoa precisa de ver um caso específico, e então concordam, chega um acordo, durante essa situação, que estejam a se encontrar nesse momento.

Mas, aqui está a dizer, cuidado, que tem que ser com o sentimento, quer dizer, que concordaram, e para não dar assim oportunidades satanas, para ter uma vantagem sobre vocês, porque, então, vão criar um problema de tentação, ou de uma pessoa tarde, digamos assim, extraída, para não devia olhar, ou pensar em coisas que não devia pensar, por causa dessas deprivações que não seriam necessárias, a não ser que haja um consentimento mutuo. E, por isso, Paulo não está a encorajar uma situação em que haja uma tentação crônica entre um e outro, ou, por causa de, como é que é dizer, de não, como se diz aqui, a descabê-la aqui, não pagar a mulher a devida menovolência.

Por isso, tenham cuidado com isso, porque Paulo não está a criar uma situação, de criar tentação crônica. Continuando, então, no versículo 6. Digo porém isto como que promissão, promissão e não promendamento. Agora vai mencionar outra coisa. Aqui o ponto que teve a falar do casamento, que tem que dar o devido menovolência uns aos outros, e se vão passar um período, se vão privar um do outro, tem que ser consentimento muito.

E agora vai abordar, a partir do versículo 6, outro, digamos assim, outro assunto. É como se ele tivesse a dizer o seguinte, o que vou dizer agora, é como que, por promissão e não promendamento. Em outras palavras, é uma concessão ou uma permissão temporária. E se está a dizer, olha, o que vou falar agora é uma coisa temporária.

Vamos ver de que a pouco. Por que que era temporário? Porque diz assim, quando ele vai ler, porque queria que todos os homens fossem como eu mesmo. Ora, vê-se aqui, dá-se a entender que Paulo parece que era solteiro. E está a dizer, olha que se mantenham solteiros, como eu mesmo.

Mas cada um tem de Deus o seu próprio idão, um de uma maneira e outro de outra. É bem possível que Paulo talvez fosse o único apóstolo que era solteiro. Mas isto era o temperamento dele, uma capacidade que ele tinha e ele estava a dedicar a sua vida, a vida de Cristo, o caminho de Deus. E por isso ele decidiu manter-se deste modo, ele está possivelmente, seria isso.

E por isso está a dizer que queria que todos os homens fossem como eu, mas cada um tem de Deus o seu próprio idão. Por que ele queria isso? A resposta está um cadinho mais adiante no versículo 26. No mesmo capítulo, no versículo 26 diz, tenho pois, por bom, por causa da instante necessidade que é bom para o homem, costar assim. Algumas traduções, a Almeida Revista e Corujira, a Almeida Corujira e Fial diz, por instante necessidade. A Almeida Revista, autorizada, diz, pela angustiosa situação presente.

Na versão do Ray James, autorizada, diz, por causa dos problemas deste momento. Por causa da situação, digamos assim, das questões que haviam na sociedade, em Coríntios, nesta crise em que eles estavam a passar. Por isso, em Coríntios, estava a entreter uma certa crise, um certo problema temporário. Aqui não diz quais eram especificamente quais eram esses problemas. Eu posso conjeturar ou dizer, olha, deste problema ou aquele outro problema, mas isso seria simplesmente uma conjetura da minha parte. Porque não está descrito especificamente aqui. E por isso, por causa disso, ele diz aqui neste versículo 26, perdão, versículo 7, diz assim, mas cada um tem de Deus o seu próprio adão, de uma maneira ou de outra.

Por isso, diz que cada um fique na maneira em que está. Também diz isso assim, por exemplo, no versículo 26, por causa da instantecidade, que é bom para o homem o estar assim. Quer dizer, permanecer nesta situação, permanecer deste modo como está, nesta situação corrente. Mantenha-se como está. Por isso, algo estava acontecendo em Coríntios, que motivou Paulo a dizer isso. Ora, está claro que nunca seria o desejo de Paulo que o matrimônio, o casamento, se sasse entre os membros.

Porque sabemos, em Génesis 1, versículo 22, que diz a instrução de Deus a adão e a Eva, é que se multipliquem. E também lemos, por exemplo, que Paulo menciona outros pontos acerca do matrimônio. Por exemplo, em Efezios capítulo 5, vamos ver então, em Efezios capítulo 5, versículo 23 a 32. Efezios capítulo 5 versículo 23 a 32 está a falar acerca dos deveses, durante o matrimônio, das responsabilidades que um e o outro têm. Desde que o marido é a cabeça da mulher, como Cristo é a cabeça da igreja.

E por isso está a falar aqui claramente o matrimônio. E, mas um bocadinho mais adiante, vejam, por exemplo, no versículo 30, porque somos membros do seu corpo, da sua carne, dos seus ossos. E depois diz, por isso deixará o homem, seu pai, a sua mulher e a sua mãe, perdão, e se unirá a sua mulher e serão dois numa carne.

Voltando de novo à instrução em gências que o homem deixa os pais e se une, perdão, e se une a mulher e os dois são uma carne. Uma carne que é bem claro, que é uma expressão do ato sexual, para serem uma carne. Ora, por isso Paulo estava aqui, a ver-se que Paulo, baseado aqui em Infésios capítulo 5, que Paulo nunca tinha a impressão, ou deu a impressão, que o casamento fosse uma condição moralmente inferior. Porque veja no versículo 32 diz, em Infésios capítulo 5, grande é este mistério, disse porém a respeito de Cristo da igreja. E, por isso, veja aqui um importante significado do matrimônio, que dá um simbolismo do relacionamento entre Cristo e a igreja.

Por isso, em nenhuma maneira, Paulo estava a dizer que os membros da igreja não se haviam casado, porque se ninguém se casasse, não tínhamos filhos, e então seria o fim da igreja, se não tivéssemos descendentes. Está claro que este não é o caso. Mas o que Paulo está a dizer aqui, o temperamento de uma pessoa é tal, que ela ou ela não consegue controlar nesta condição presente, e está continuamente a pensar em coisas relacionadas, que possivelmente podiam ser coisas imburais, se não estavam casados. Se uma pessoa estivesse nesta situação corrente, isso por isso estiverem quietos, e se não conseguir estar à vontade, e se estiver cheio de desejos naturais, então, que se casem?

Diz assim. Então, casas, é o que ele está a dizer aqui, em 1º Corinthians capítulo 7, versículo 8, diz porém aos solteiros e às viúveis que é bom se ficarem como eu, mas se não podem conter-se, casem-se, porque é melhor casar do que arder. Por isso, o que ele estava a referir-se é a situação presente, como lemos no versículo 26. Havia uma crise existente em Corinthians e nesta situação estava a dizer, olha, não se casem na situação corrente, se vocês podem, se vocês conseguem fazer isso.

Vejam também em versículo 32 e 33, do 1º Corinthians capítulo 7, versículo 32 e 33, diz assim, e bem quiser eu que estivesse sem cuidar. O solteiro cuida das coisas do Senhor, em como há de agradar ao Senhor, mas o que é casado cuida das coisas do mundo, em como há de agradar a mulher.

E por isso, eu estava a dizer, ela achava que os homens solteiros, nesta situação presente, nesta condição presente, que estariam mais disponíveis para focar na obra de Deus. E, portanto, ele não poderia deixar desigar, se possível, que, embora ele soubesse que não era possível para todas as pessoas, todos os solteiros, mas havia certas vantagens em não ser casado temporariamente. Mas, lembrem-se que há grandes vantagens de felicidade no casamento. Mas está claro, também há grandes problemas no casamento, se o casamento não é um casamento correto, tal como o casamento pode trazer grande alegria, um casamento pode trazer grandes problemas e tristezas, mas o casamento não é correto.

Por isso, vos vamos ter cuidado, que não pensem que o casamento vai ser a solução da sua felicidade. Sim, casamento é parte do plano de Deus, para significar do plano de Deus, para ter filhos e tudo bem. Mas, não pensem que o matrimônio vai resolver todos os problemas, porque se temos problemas, temos que analisar os problemas que temos, talvez sejam por causa de nós. E se vamos casar e trazer esses nossos problemas para outra pessoa, ainda vamos criar mais problemas.

Da Código 1, 1-40, capítulo 7, versículo 7 e 8, que já li, diz assim, cada homem tem o seu próprio dom, o seu próprio dom de Deus, o que é melhor para você. O que é bom para o homem, neste aspecto, não é necessariamente bom para o outro. Cada um tem as suas próprias capacidades. E por isso, cada pessoa deve identificar o que é melhor para eles. Alguns sentem-se incompletos e insatisfeitos, como membros da sociedade, até se casarem, pensando que o casamento os fará felizes.

Mas não é o casamento que os fará felizes. Sim, casamento é importante, como disse, mas não é a solução para a infelicidade de pessoas. Sim, o casamento é um dos caminhos para a felicidade, mas para o ser de casamento ter sucesso, requer autosacrifício. E por isso, uma pessoa não é uma pessoa que está a dar e a sacrificar e a fazer coisas para outros, casar-se, possivelmente, vai criar ainda mais problemas.

Ora, por outro lado, Deus manda e dá-nos a instrução para nos multiplicar, mas Deus usa todas as pessoas no seu reino, pessoas que estejam solteiras e que lhe tenham ficado solteiras a vida inteira, ou não, Deus usa todos. E por isso, uma pessoa quando está a solteira, o que o Paulo está a dizer, é que tem mais tempo, tem mais oportunidade de estar a pensar como é que posso servir o Senhor melhor.

Porque uma pessoa que esteja casada, tem outras considerações, tem outras responsabilidades, família, esposa, filhos, apoio dessa família, etc. Continuando a ler no versículo 9, que já li mas vou ler de novo, diz assim, se você não se consegue controlar as suas paixões, então casas mesmo nesta situação difícil que a situação presente. No versículo 10, todavia há os casados, e agora está a falar, há cerca de instruções para os casados.

Porque lembre-se que ele estava a escrever a cerca de vários pontos, que eles fizeram perguntas a ele, por isso é que disse no versículo 1, quantas coisas que me escrevestes, por isso está a abordar valores assuntos assim. Agora, no versículo 10, diz assim, há cerca dos casados, agora está a dar certas instruções para os casados.

Diz assim, todavia há os casados, o mando, não eu, mas o senhor. Em outras palavras, o senhor está a referir-se a o que Jesus Cristo disse quando ele esteve fisicamente na terra. Por isso, a Daseiro estou a dar aqui uma instrução, mas não é minha instrução, foi o que o próprio Cristo disse quando esteve na terra. Foi o que ele disse quando esteve na terra, que a mulher não se aparte do marido. Aqui, vê-se a palavra a parte. Isto é na Almeida Corrigida e Fiel, na Almeida Revista e Corrigida. A palavra grega é a palavra, na concordância número 5563, que significa, apartar, separar ou divorciar. Vê-se a palavra, apartar, como lhe aqui, na Almeida Corrigida e Fiel, a palavra separar, na Almeida Revista e atualizada. O que Jesus Cristo disse está citado em Mateus 19, versículo 6 a 9. Vamos então ver Mateus 19, versículo 6 a 9.

Começando assim, assim, não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou, não separe o homem. Aqueles estão casados e que Deus os ajuntou, que o homem não os separem, que o homem não os divorce. Dizem-lhe, então, porque mandou Moisés dar-lhe carta de divorce e repudiá-la. E ele respondeu, disse Moisés, por causa da dureza dos vossos corações, vos permitiu repudiar vossas mulheres. Mas essa não foi a intenção de Deus no princípio. Isto é que Deus está a permitir isto às pessoas no mundo, não convertidas, que não sabem a verdade, por causa da dureza do coração. Mas não é isso a intenção de Deus.

Não é isso a intenção de Deus. A intenção de Deus é que o homem e a mulher não se separem. Isto é, não se divorciem.

Ou separem. Em Marcos 10, versículo 9-12 diz basicamente a mesma coisa. Diz assim, começando no versículo 9, portanto, o que Deus ajuntou não separe o homem. E em casa, tornar os discípulos a interrogar, lá cerca disto. E Ele os disse, qualquer que deixar a sua mulher e casar com outra, adulterá contra ela. E se a mulher deixar o seu menino e casar com outro, adulterá. Aqui vence, primeiro lugar, que o casado, o casamento, que é um compromisso, é uma promessa de dedicação de um a outro dos pôs, as pôs, a irisversa, até à morte. Na doença, ou na saúde, ou na riqueza, ou na pobreza, é uma dedicação de um a outro até à morte.

E por isso está a dar este ponto muito importante aqui. Diz-se, no versículo 11 e versículo 12 de Marcos capítulo 10, qualquer que deixar a sua mulher e casar-se com outra, adulterá com ela. Por exemplo, está aqui um casal, ficou divorciado, então esta pessoa foi-se casar aqui com outra pessoa, então estes dois aqui estão a cometer a loutério, por causa que esse casamento é significado, particularmente quando a pessoa está na igreja. Vê-se aqui Jesus Cristo e diz, olha, está no mundo. Essa não é a intenção de Deus, porque estão a quebrar as leis de Deus. Mas na igreja, uma vez que estão convertidos, este é o padrão. Este é o padrão. Então vamos continuar a ler, em 1º Corinthians capítulo 7, versículo 11. Se porém se apertar, que fique sem casar. Como eu expliquei, estes dois estão casados e um divorcia-se, agora vai casar com outro, estão a cometer a loutério. Por isso diz-se, se estão casados e agora se um se separar, não se case de novo. Se houver um divórcio entre duas pessoas na igreja, não se devem casar de novo. O que a Bíblia diz é a intenção de Deus. Por isso diz-se que fique sem recasar. Isto é, não se recase de novo. Ou, preferivelmente, que se reconcilie com o marido. Quer dizer que esta separação venham a se reconciliar e que o marido não deixa mulher. Isto é, não se parem. Esta é a intenção de Deus. Por isso, duas pessoas na igreja, ambas na fé, essas duas pessoas não estão livres para se divorciarem e se recasarem de novo. Então, quando você se casa com alguém na igreja, você é uma pessoa na igreja, na fé. Você faz casas com outra pessoa na igreja e na fé entenda esta intenção de Deus, que é até a morte. Entenda que se houver zangas e quiserem divorciar-se, que tem que se manter separado ou reconciliar.

Há duas opções, manter separado ou reconciliar. Aqui no versículo 11 diz aqui se porém se apertar. A palavra apertar aqui é a palavra grega afieme, a grego com a concordância 863, que diz aqui apertar.

Mas que, em algumas... Perdão, a palavra deixar, a palavra apertar no versículo 11, se porém se apertar, é mesmo que no versículo 10. Mas no versículo 11, o marido não deixa a mulher, esta é a palavra afieme, quer dizer, não separa, não deixa, não se divorcia.

Na nova versão internacional, usa a palavra divorciar, na versão do rei James, usa a palavra divorciar. Por isso, e que o marido não divorcia a mulher. É aqui. Por isso, uma vez, uma vez mais, se estão na Igreja, se estão na Igreja, casem-se com olhos abertos. Isto é, esforça-se bem em conhecer a outra pessoa bem, antes de se casarem, porque sabem que não se devem divorciar ou separar. E se o fizerem, tem que se manter, digamos assim, separados ou reconciliar, não há recasamento. Porque se depois de divorciar, se se casar de novo, que era membro da Igreja, então estará vivendo em antutério. Isto é o que Jesus Cristo disse e que é, corretamente, aplicável a duas pessoas na fé. Esta foi a intenção de Deus desde o início. Por isso, é que Paulo, aqui, no versículo 10 e 11 diz, todavia aos casados mando, não eu, mas o Senhor, a instrução que os Jesus Cristo nos deu. Esta é a condução como nós devemos conduzir na Igreja de Deus. Mas, mas... Agora, vamos ver outra situação. E aqui está, no versículo 12. Mas aos outros, digo eu. Algumas versões diz, aos mais, digo eu, ou a todos os demais. Então quais são os outros? Os outros são em que um irmão está na Igreja, um irmão está na Igreja, isto é, é convertido e o outro, a esposa ou o marido não é convertido, não está na Igreja.

Ok, então um está na Igreja e o outro não está na Igreja. Ora, não há nenhuma instrução de Jesus Cristo neste assunto. Com outras palavras, quando Jesus Cristo viveu, esteve na terra, não deu instrução à cerca deste assunto.

Está claro que não deu, porque a Igreja ainda não tinha sido edificada. A Igreja foi edificada no dia de Pentecostes, depois de ele ter ressuscitado no ano 31, quando o Espírito Santo foi dado e a Igreja foi edificada. Em Mateus 16, versículo 18, eu também te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra, referindo-se a Jesus Cristo, por tu és Pedro, pedrinha pequena, pedra-se para a Igreja, pedra-se para a Igreja, pedra-se para a Igreja, pedra-se para a languages, por tu és Pedro, pedrinha pequena, mas sobre esta pedra, esta rocha, representando Jesus Cristo, sobre Jesus Cristo, e edificarei futuro, edificarei futuro a minha Igreja. Quando é que Jesus Cristo começou a edificar a Igreja? Depois da ressurreição dele, ele foi ser aceite como sumo sacerdote, de acordo com o ordem de Melchizadec, e ele então enviou a promessa do Páno de Ependicostes, e assim, vários irmãos foram batizados, e então foi o início, digamos assim, a fundação, o início da Igreja de Deus, na nova aliança. E as portas do inferno não por avaliação contra ela. A Igreja de Deus nunca será destruída, nunca será destruída. E por isso, vê-se aí que a Igreja de Deus só foi dedicada depois de Cristo morrer. Por isso, Jesus Cristo, quando esteve a viver na Terra, durante o seu Ministério, não abordou o assunto acerca de que quando um irmão está na Igreja, um outro pessoa não está na Igreja. E por isso é que diz no versículo 12, mas aos outros, daqueles que encontram, está na fé, e o outro, isto é, é convertido, está batizado na fé, recebeu o Espírito Santo Deus pela imposição dos mãos, e o outro, não. Não tem Espírito Deus, não está na fé. E aos outros digo eu, não o Senhor. Por que? Porque Jesus Cristo não disse quando viveu na Terra como um ser humano este assunto, mas agora Paulo está nos instruir nesta situação que não existia anteriormente. E diz assim, se algum irmão tem mulher descrente, isto é, se um irmão na fé tem uma mulher que não está na fé e ela consente habitar com ele, não a deixe. Ok? Não a deixe. Ora, a palavra, em primeiro lugar, a palavra descrente é o... é aqui, vê-se aqui, que é provando que não é uma... desculpa para o divórcio, porque aqui a palavra não a deixe, é mesmo a palavra que foi usada no versículo 11. Não a deixe, e também é usada no versículo 13. Quer dizer, não é motivo para divórcio. Por que? Porque consentem, se está disposta, ou está disposto a viver consigo, então não se divorcia.

Por isso, lembramos aqui-se, algum irmão na fé, patizado, tem irmã que não está na fé, e ela consente habitar com o irmão na fé, não se separa, não se divorcia. E se alguma mulher está na fé, tem marido descrante que não está na fé, e ele, este marido que não está na fé, consentem habitar com ela, viver com ela, não o deixe.

Ora, consentir, não é só falar, não é só palavras.

Concentir é também ações. Não é dizer, olha, eu consigo viver contigo, viver contigo. Mas, por exemplo, se uma mulher está na igreja e o marido, pelas ações, não está a conduzir como uma pessoa na fé, está a abusar a ela emocionalmente, então, não está a consentir, está a fazer a vida dela um pesadelo, uma prisão, uma coisa horrível, uma vida impossível.

Então, ele, pelas ações, não está a consentir viver com ela. Estou a dar aqui este exemplo. E, por exemplo, a gente está a consentir, a gente está a consentir, a gente está a consentir, a gente está a consentir. É o mesmo exemplo. E, por isso, é a mesma coisa no versículo 13, se é ao contrário, versículo 14. Porque o marido descrente é santificado pela mulher na fé, crente. Ou, no outro caso, a mulher descrente é santificada pelo marido dos seus filhos, ou de outra sorte, se não fosse isso, os vossos filhos seriam imundos. Mas agora são santos.

Um ponto muito importante, um ponto extremamente importante, que é a zerca, o marido descrente, ou a mulher descrente. Então, numa categoria, digamos assim, separada, santificada, e que um dia podem vir a ser membros da igreja. É possível que tejam a ser chamados, ou que venham a ser chamados, por causa do exemplo da esposa ou que está na fé, ou do marido que está na fé.

E por isso, e já conhece casos em que demorou 50 anos de um na fé e o outro não está na fé. E depois de 50 anos, o outro vai para a fé.

E tem o benefício mais importante de todos é porque os filhos os filhos são santos. Isto é, os filhos estão a ser chamados. Por isso, o marido descrante é santificado pela mulher e a mulher descrante é ser encarada pelo marido. De outra sorte, os vossos filhos seriam amulos, mas agora são santos porque estão numa classe especial.

No século 15, mas se o descrante se apartar, se o descrante quer se separar, se quer se divorciar se o descrante diz tchau! A parte divorci-se.

Aqui, ve-se um caso em que um cristão pode se divorciar. Porque neste caso, o irmão ou a irmã, o crente, não está sujeito à servidão. O edício, esta pessoa estaria a fazer deste crente uma vida impossível abusando esta pessoa emocionalmente e, por isso, isso não está sujeito a essa servidão.

Porque Deus chamou-nos para a paz. Deus chamou-nos para a paz.

Ora, vemos aqui, em Somário, que há várias situações aqui acerca do divórcio e recasamento. Duas razões para o divórcio. Basicamente. Um, é imerulidade sexual por neia.

Pode ser, está claro, adultério. Militário. Pode ser uma condução imoral.

Quer dizer, olha, fez um ato agora vou separar e se a pessoa diz que eu fiz um erro, perdoa-me isso de facto pelos frutos depois de um tempo de monstro que de facto se arrependeu e não devemos perdoar.

Está claro que devemos perdoar, se queremos ser perdoados. Por isso, esta imerulidade sexual se há uma infração foi uma fraqueza e a pessoa se arrepende e há frutos deve-se aprender a perdoar.

Sim, não vai ter a mesma confiança porque há consequências.

Mas, aqui está a falar que é a imerulidade sexual, que é a porneia, que eu falei que é que é várias condutas sexuais irradas. Pode ser do tério, pode ser formicação, seja logo for. Essa é uma razão for-divórcio, mas como disse, se há arrependimento e se, de facto, há frutos de arrependimento devemos te demonstrar, perdão. O segundo ponto é o incrédulo que não consente viver com o crente, como leemos no veículo 15, de 1º, 40 e 7. Em somário, são essas duas situações, ou as duas razões permitidas bíblicamente para o divórcio. Há uma variante, digamos assim, que chama, o que nós chamamos, anulação, que é um casamento fral do lento, porque houve uma fralda, um engano planejado.

Leemos, por exemplo, em Mateus capítulo 1, Mateus capítulo 1, em que, versículo 18 e 19, fora no cimento de Jesus, que isto foi assim, que estando Maria, sua mulher, disposada com José, antes de se juntarem, achou-se ter concebido o Espírito Santo. Então, José, seu marido, sendo justo e não queria inflamar, tentou deixá-la secretamente.

Ele pensou que ela tinha cometido uma fralda, tinha cometido a lutaéria, ou fronicação, digamos assim.

E por isso, o que houve uma fralda aqui, porque ela não declarou.

Exemplos de engano, ou de fralda, referem, por exemplo, informações do esposo, da esposa, que se soubesse, não se casaria.

Exemplo, a moça não é virgem, mas não diz que há o futuro esposo, que não é virgem.

Ou teve uma vida no passado, agora arrependida, digamos assim, que era uma pessoa de má fama, digamos assim, uma prostituta, ou seja, que for. Mas que se arrependeu e mudou a vida.

Deve declarar isso ao esposo, antes de se casar, porque se não é uma fralda. Por que? Seria um caso que a outra pessoa diz, se soubesse isso, não teria casado. E como texto uma fralda, não me dizia estício, digas assim, enganaste-me.

E outro exemplo é, por exemplo, uma pessoa tinha vício de drogas, ou tinha vício de beber.

Deve declarar isso ao futuro esposo, ou ao futuro esposa, antes de se casar, olha, eu tive este problema no passado, mas eu me arrependi, quero que saibas, antes de casar. O problema tem, a pessoa tem uma doença mental. Deve de dizer isso, ou tem vício de drogas, ou seja, que for. O parceiro, o futuro esposa, ou a futuro esposa, tem o direito de saber isso antes do casamento. Ora, não é necessário explicar todos os minúsculos detalhes, mas já simplesmente dizem, olha, eu tive este problema, estou a vencer, vencei, pode, se queres, para-me esperar um pouco, vejo-me, vejo-me os frutos, vejo-me os frutos, mas, pelo menos, a pessoa, o futuro esposo, o futuro esposa, teve conhecimento, ou tem conhecimento disso antes do matrimônio, para não ser um caso temporal de... Ora, há muitas outras questões, ou problemas, que podem acontecer e que venham a criar assuntos difíceis para abordar. Embora eu tenha dito que sejam duas razões principais para o divórcio, mas, por exemplo, O que se passa quando um crente se torna incrédulo?

E estava na fé, mas os frutos e a conduta já não estavam mais na fé. E depois começa a tratar o esposo ou a esposa incorretamente. São assuntos que têm que ser abordados individualmente pela igreja, e às vezes pessoas veem situações destas e começam a julgar, sem saber todos os detalhes ou fatos individuais dessa situação. E as outras pessoas não devem de julgar e não precisam de saber. Mas estou a falar aqui de assuntos que são muito difíceis que o ministro tem que lidar. Outro exemplo. Se há uma pessoa que não estava na fé, casou-se, não estava na fé, divorciou-se, não estava na fé, recasou-se, não estava na fé, e depois veio para a fé. Por isso temos aqui uma pessoa que, antes de ser batizado ou abatizada, tinha-se casado, tinha-se divorciado, tinha-se recasado, e agora este casal, ele ou ela agora, é batizado. Então temos aqui uma pessoa que está agora a ser batizada e que no passado, antes do batismo, se divorciou e recasou. Então essa pessoa agora está recasada, mas que só agora é que veio para a fé, então essa pessoa tem que se separar, por estar a viver em loutério? Não. Por que? Porque diz aqui, no versículo 16. No versículo 16, primeiro coríntios 7, versículo 16. Porque de onde sabes, aliás, eu queria mencionar a versículo 17, mas vou ler 16 depois 17. Por de onde sabes, ou mulher, se salvarás o teu marido, ou de onde sabes o marido, se salvarás-se do mulher? Um está na fé, o outro não está na fé, mantenha-se na igreja, que um está na fé, o outro está na igreja, o outro permite. Quem sabe, pelo teu exemplo, vai influenciar o outro para vir para a fé, porque, como eu disse, está numa classe separada. Mas falando acerca do assunto que eu estava a falar ultimamente aqui, acerca do recasamento antes de ser batizado, diz assim, e assim, cada um, ande com Deus, lhe repartiu, cada um, como o Senhor o chamou.

É o que coordeno em todas as igrejas. Quando a pessoa é chamada, quando a pessoa é convertida e vem para a igreja, o que aconteceu no passado, é lavado, é perdoado. E, por isso, esse recasamento que aconteceu antes da pessoa ser batizada e ser convertida, essa pessoa pode continuar nesse casamento, porque cada um mantém-se como o Senhor o chamou. E, por isso, vemos que as condições, as várias situações podem ficar muito complicadas. Mas aqui diz, a igreja aceita você no estado em que você está. Se você está divorciado, aceita você no estado. Se você está recasado, aceita você no estado. Mas daqui a diante, tem este padrão. Daqui a diante, este padrão. Isto era um batismo, Deus perdou-a os seus pecados passados, porque o arrependimento e perdão é de todos e quaisquer pecados passados. Isso não é desculpa para continuar a viver em pecado, porque a situação aqui é diferente. Se uma pessoa estão a viver juntos mas não estão casados e agora um belas quer ser batizado, não pode continuar a viver em pecado. Porque estão, digamos assim, juntos mas não estão casados, estão a viver, digamos assim, em pecado. Por isso, essa união tem que ser separada e então essa pessoa tem que se casar ou então tem que se parar estar a viver em pecado. Por isso, não é desculpa de continuar a viver em pecado, porque o batismo representa arrependimento para ar de pecar.

Não é continuar a viver sem se casar com outra pessoa.

E por isso, vemos aqui que há muitas coisas, muitos detalhes que às vezes a igreja tem que fazer decisões. Por exemplo, há pessoas que têm problemas, não se reconciliam, não estão a nos reconcilir, estão a viver na igreja. Temos como ministros ser ajudar as pessoas a ter paz e ter alegria, ajudar a elas. Estão a lutar há 20 anos, estão a cuidar de um do outro, estão a ter amor um com o outro. Isto tudo tem que ser considerado. Não estou a falar que isso é desculpas para divorciar, mas tem que resolver os problemas. Reconciliar, porque o nosso Ministério é o Ministério de Reconciliação. E temos que ajudar a reconciliar, a ajudar nesse caminho. Olha, estás a ver estes pontos. Vem isto, reconcilirem, muda, arrepende-te, porque é o Ministério de Reconciliação. E por isso é um assunto muito importante, que às vezes pode haver casos específicos, que as pessoas queiram ajuda. O Ministério está aqui para ajudar e na Igreja deus unida, quando é necessário, temos vários ministros que são mais experientes. Podem formar, digamos assim, um grupinho de aconselhamento para ajudar o pastor local a resolver um certo assunto complexo nessa situação local que possa existir. Na próxima semana, irmãos, então continuaremos no versículo 17, adiante.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).