Os quatro cavaleiros; O reinado dos reinos gentios (integrando as profecias de
Daniel com as de Apocalipse).
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Pris irmãos, então, vamos continuar hoje com o estudo do Livro da Apocalipse.
E agora queremos, como geralmente, que dar sempre uma revisão breve do que cobrimos até agora neste estudo.
Como vimos no primeiro capítulo, vimos que é a revelação de Jesus Cristo, que o Pai adeu.
Depois, vemos também no versículo 14.
Então, talvez seja bom ler aqui Apocalipse capítulo 1, versículo 14.
Virar aí, então, aí Apocalipse capítulo 1, versículo 14.
Isto é um ponto importante aqui, porque algumas pessoas entendem isto incorretamente.
Dizem que Apocalipse capítulo 1, perdão, não é no versículo 14, eu queria dizer no versículo 10.
Desculpa, não é no versículo 10.
Achei-me em espírito no dia do Senhor, e ouvi por trás de mim grande voz como trombeta.
O dia do Senhor, perdão, diz aí versículo 14, mas devia dizer no versículo 10. Pessoas, desculpa.
No dia do Senhor, algumas pessoas não entendem bem o que isto quer dizer, e por isso há certas pessoas que dizem, ah, isto foi por isso no domingo.
Não, não foi.
Vijamos aqui em Joel capítulo 2, versículo 31.
Joel capítulo 2, versículo 31.
Joel capítulo 2, versículo 31 diz, o sol se converterá em trevas e a lua em sangue, isto é os sinais celestas, que é, como sabemos, o 6º Celo, que falaremos disso mais noutros dias durante este estudo, é o 6º Celo, o sol se converterá entre as vagias lua em sangue, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor.
O dia do Senhor é o 7º Celo, que consiste de sete prombetas. E por isso vemos aqui em Apocalipse capítulo 1, que o apóstolo João foi levado numa visão em espírito a um dia do futuro, a um dia destes eventos do 7º Celo, do livro da Apocalipse.
Também no capítulo 1, o Jesus Cristo na sua glória, e ele está no meio dos 7 candieiros, que são as 7 igrejas. Estas igrejas, como cobrimos em vários estudos passados, também representam não só as igrejas daquela era, onde igrejas existiam, congregações existiam, mas também o desenvolvimento da igreja através das várias eras, até hoje em dia e até a vinda de Cristo, assim como representa atitudes que algumas pessoas podem ter e que precisamos de estar cientes dessas atitudes. Por isso Apocalipse 2 e 3 têm a mensagens a estas 7 igrejas e através de mensagens de encorajamento, mas também em avisos que foram dados aos anjos, entre aspas, isto é, ao mensageiro, e nós queremos que isto seria aos líderes destas eras das igrejas.
Em Apocalipse 4 e 5 vemos então uma cena para o antutrono de Deus, em que os seres angélicos de alta autoridade, como os vários anciões e conselheiros ali, estão a adorar a Deus e Deus entrando ao pregaminho, este é o livro do Apocalipse, com os 7 celos azus Cristo, que é o único que é digno de tomar o livro e abrir os celos, vê-se isso então no capítulo 4 e 5. No capítulo 6 da Apocalipse vemos os primeiros seis celos. No último estudo parámos depois de ler o versículo 1 e 2 de Apocalipse 6, isto é, o primeiro selo. Mas para um ponto de interesse da Apocalipse capítulo 7 adiante são os eventos do último selo, do sétimo selo. E este sétimo selo, como vimos, é simplesmente o dia do Senhor, que é referido, que eu referi há pouco no versículo 10 do capítulo 1, que é a visão que o discípulo João foi em visão, em espírito, tem uma visão do dia do Senhor. E por isso vemos que a maioria, a maior parte do livro da Apocalipse, é acerca de eventos durante este dia do Senhor. Então, continuando com isso, vamos agora falar um pouco acerca do Reino dos Reinos Gentios, que também falámos isso nos estudos anteriores, porque estamos a trazer o livro de Daniel e certas escrituras do livro de Daniel, que são importantes para nós termos uma perspectiva mais correta, mais bem completa, acerca de alguns dos significados de livro da Apocalipse.
E por isso um dos pontos importantes ainda do livro de Daniel é a estátua em Daniel 2, o sonho do rei Nama Kudnasar, que é importante para termos esta perspectiva correta nos eventos de tempo do fim. Se não, entivemos esta perspectiva correta, então podemos ser facilmente conduzidos a um mau entendimento, um entendimento incorreto de muitas profecias bíblicas. Se as pessoas dizem, olha, esta besta é isto, esta besta é aquilo, e veem com ideias individuais, as suas interpretações privativas. Mas precisamos depor tudo num contexto para termos um entendimento completo do que estas profecias são. Por isso, Daniel 2 é muito importante e nos ajuda para termos um quadro de referência correto em relação às revelações, particularmente das duas bestas na Apocalipse 13 e 17. Vamos ver um cadinho mais acerca disso do que o pouco. Por isso, Daniel 2 é importante. Isso já abordamos também, em parte, no estudo prévio.
Os eventos futuros do livro da Apocalipse são parte do que esta estátua desta imagem representa.
Por isso, não podemos estar a ler, por exemplo, Apocalipse 13 ou Apocalipse 17 como descrições independentes e tentar pôr as nossas próprias interpretações particulares ou privativas, porque senão vamos entender estas profecias num lugar incorretar.
Por isso, temos que pôr tudo isto em conjunto, Daniel com Apocalipse, porque um com o outro ajuda-nos a entender bem este significado.
Por isso, isto nos ajuda a identificar quem são as nações, quais são os pontos importantes para focar e não para dizer, olha, estes são estes líderes ou estes líderes de negocios ou estes negociantes, como por exemplo hoje em dia, como vocês devem saber, há um movimento muito forte por aí, que é liderado por um grupo de negociantes que se reúne anualmente e muitos presidentes de nações que se reúnem nesta reunião, que a Inglês se chama the World Economic Forum, o Forum Econômico Mundial, e por exemplo o líder deste forum está a apresentar algumas ideias de reiniciar tudo, de ter um novo, que se chama o grande, receto, por quer dizer, reiniciar as coisas. E muitas pessoas pensam, olha, isto é capaz de ser abesto ou coisa assim. Por isso é que eu digo que é importante termos o entendimento de Daniel e particularmente Daniel 2 para não ficarmos distraídos com estas coisas que não são abestas. Porque o diabo está a criar muitos engandos para enganar as pessoas, o que precisamos ter cuidado, para focar nos ensinos bíblicos da palavra, da Bíblia, e sem ser desviados.
Então, no estudo prévio, nós abordámos este gráfico, que mostra as profissias do renado dos reiños entios, e vimos como Daniel 2 está diretamente relacionado com Daniel 7.
Importante entendermos que entre Daniel 1 a Daniel 6, se me lembro corretamente, são descrições de eventos ou sonhos ou atividades entre os reis ou os governantes e Daniel. De Daniel 1 a Daniel 6. Interessante, Daniel 1 a Daniel 6 está escrito em Arameico. A partir de Daniel 7, são visões e instruções, digamos, visões, coisas que Deus deu a Daniel, e não através dos reis. E, por isso, de Daniel 7 em diante temos o que foi revelado a Daniel, enquanto que Daniel 1 a 6 é o que foi revelado através de outro reis. E, por isso, há uma sequência de 1 a 6, e depois de Daniel 7 em diante, então, em paralelo, digamos assim.
Ora, Daniel 7 está diretamente relacionado com Daniel 2, e, por isso, em Daniel 7, em ciclo 1 a 4, que fala do leão, é relacionado com Daniel 2, a cabeça do ouro.
Em versículo 5, o urso, e vemos isto aqui neste quadro aqui, vemos aqui que o urso está diretamente relacionado com os peitos e braços de prata de Daniel 2, da imagem, desta estátua.
Depois vemos que, o versículo 6, que é este leopardo, tem ventre e quadrinhos de bronze, algumas versões traduz como cobra, e este representa o reino que veio da agressia e sobre a liberança de Alexandre, que teve quatro divisões.
Que teve quatro divisões, e, por isso, quando Alexandre faleceu, houve quatro divisões, o reino do norte, o reino do sul, o reino oeste e o reino o oeste.
E assim, essas quatro cabeças. Ora, por isso, vemos aqui que este Daniel 7, versículo 6, tinha estas quatro cabeças, mais o versículo 5, mais uma cabeça, e no versículo 1, 4, mais outra cabeça, faz um total até aqui de seis cabeças.
E, por isso, quando vemos aqui a quarta besta, que é estas pernas de ferro, então representa a sétima cabeça de Daniel 7.
Este é um animal terrível, forte como ferro, e esta besta de Daniel 7, vemos que tem 10 xifas.
Vejam, então, vamos ver aqui Daniel 7. Perdão, vamos, então, ler Daniel 7.
Daniel capítulo 7, vamos ler primeiro o versículo 7, diz assim, depois disto, eu continuava olhando nas visões da noite, e eis aqui, o quarto animal terrível, espantoso, sob um maluco forte, o qual tinha grandes dentes de ferro, eu devorava e fazia em pedaços, e pesava aos pés, o que subjava era diferente dos outros animais que apareceram antes dele, e tinha 10 xifras.
Então vemos depois que esses xifras representam reis que vêm, e que vamos ver um bocadinho mais daqui a pouco, esses 10 xifras.
Vemos, então, também em...
Aqui esses 10 xifras representam das resolversões.
Vemos, então, aqui também em Daniel 13, em Daniel 13, vejam aqui Daniel 13, está aqui a besta com 7 cabeças e 10 xifras.
Exatamente, em Daniel 7, está aqui estas 7 cabeças e os 10 xifras. Mas esta besta com 7 cabeças que têm estas características que são representadas por estes reinos antecedentes. Vemos, então, em Apocalipse Capítulo 13, Leira versículo 1 e 2. Vi emergir do mar uma besta que tinha 10 xifras e 7 cabeças e sobre os xifres 10 dia delas e sobre os cabeças no nome do blasfémia. A besta que vi era semelhante a Liopardo. Sim, Liopardo. Vem, é o ventre e quadrinhos do mar. Vemos, então, aqui em Daniel 7, Vem, é o ventre e quadrinhos de bronze, que era a terceira besta de Daniel 7 de Liopardo.
Depois diz com pés como de urso. Então, ve essas características da segunda besta de Daniel 7, como urso, o peito e os braços de prata, que era este reino médium persa, e continua a não ler, e a boca como de lião. A boca de lião que era a primeira besta, cabeça do ouro, Daniel 2, primeira besta como lião em Daniel 7. E, então, aqui vemos, digamos assim, talvez as partes mais dominantes, ou mais fortes desses animais representados. E, então, ve-se também aqui, em Apocalipse 13, versículo 2, continua a não ler, diz assim, e dele o dragão, o seu poder, o seu trono e grande autoridade.
E, por isso, vemos que é aqui uma besta que continua, que é parte, digamos assim, da imagem de Daniel 2, que continua através dessas pernas, e até ter os dedos dos pés da mesma imagem, da mesma estátua. E, por isso, esta besta, que é uma besta, esta besta de Apocalipse 13, tem que ser a besta que tem uma continuação desse governo. E essa besta, está claro, sabemos, representa um império romano, que representa um império europeu.
Sim, sabemos que tem duas pernas. Sim, tem duas pernas. Mas, a descrição desta besta, vamos ver mais a pouco, daqui um pouco mais, a descrição desta besta é focada no ocidente.
E, por isso, esta besta, com sete cabeças e dez xifres, é especificamente representando esta besta que subiu na Europa, o Império Romano. Vemos também, em capítulo Apocalipse 13, o Reciclo 3, diz-me assim, então, vim uma das suas cabeças, como golpeada de morte. Mas, essa ferida mortal foi curada, e toda a Terra se meravilou, seguindo a besta. Quer dizer, esta besta, que era o Império Romano, teve uma ferida mortal.
Então, diz-se assim, uma golpeada de morte. Mas, foi curada, quer dizer, que não morreu. Sim, caiu, o Império Romano caiu, mas continuou, em outras condições. E, assim, o Império Romano caiu, no ano 476, depois de Cristo, esteve a era corrente, que é a parte ocidental do Império.
E, como vemos em Daniel 2, tem duas pernas, e por isso a parte ocidental e a parte oriental. Mas a parte ocidental foi a que descreve esta continuação, aqui, que vamos ver deste Império. Depois, continuando a ler em Daniel 7, vejamos, então, em Daniel 7, vamos ler Daniel 7, faça agora, voltamos, então, a Daniel 7, Daniel 7, versículo 8, Daniel 7, versículo 8, e diz assim, está-me-o a observar os chifres, é isto que entre eles subiu outro pequeno, isto é, outro chifre pequeno, diante do qual três dos primeiros chifres foram arrancados, e é isto que neste chifre havia óreos, como os do homem, e uma boca que falava com insolência.
Vejam também, no versículo 20 e 22, de Daniel 7, diz assim, e também o respeito dos dez chifres que tinha na cabeça, e de um outro que subiu, isto é, este chifre pequeno, diante do qual caíram três, naquele chifre que tinha óleos e uma boca que falava com insolência, e parecia mais robusto do que os seus companheiros. No versículo 21, eu olhava e achava que este chifre fazia a guerra contra os santos, e este chifre pequeno, que representa, como sabemos, esta igreja, que fez uma guerra contra os santos, esta igreja que foi formada, com força, sim, no ano de 325 AD, depois de Cristo, quando houve o Conselho de Isaia, e daí então começou a perseguição dos santos, a guerra contra os santos, e para você contra eles.
E isto continua, como diz aqui no versículo 22, até que veio o anção de dias, e fez a justiça aos santos do Altíssimo, e veio o tempo em que os santos possuíram o reino. Quer dizer, até que o Pai disse, o tempo agora é correto, Jesus Cristo vem, a vinda de Cristo, Cristo vem, estabeleceu o reino de Deus a governar na terra, e então os santos possuíram o reino, os santos, os versos citados santos possuíram o reino. Por isso vemos aqui esta chifra que aparece, que é este ponto aqui neste quadro, que é no chifre, que arrancou os primeiros três chifres.
O pequeno chifre, então, aparece, e vejam também em Daniel 22 a 7, perdão, Daniel 7, 24, Daniel 7, 24 a 27. Diz assim, os dez chifres correspondem a dez reis, que se levantarão daquele mesmo reino, e Deus se levantará pelo outro, este é um pequeno chifre, o qual será diferente os primeiros, e abaterá três reis. E, versículo 25, preferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei. Ora, foi isso que aconteceu, cuidou em mudar os tempos e a lei. Como? Por exemplo, o Conselho de Niceia, no ano de 325, mudou a mudança de guardar o sábado para o domingo, e passaram a lei que devia guardar o domingo.
Mudou a Páscoa, no dia 14 de Niceia, para o domingo de Páscoa. E a Igreja Católica mudou os dez mandamentos. Vocês podem ler o catequismo, uma Igreja Católica, e vocês vão ver que, primeiro e segundo o mandamento da lei de Deus, foram postos debaixo de um mandamento. Por que? Porque, segundo o mandamento, está a dizer que não tenham ídolos, e assim, escondendo o segundo o mandamento debaixo do primeiro, as pessoas vão tomar, assim, tanta atenção ao princípio de não ter ídolos.
Porque a Igreja Católica está cheia de imagens e ídolos.
E, para manter dez mandamentos, tiraram o último, que diz que não cobriçam, o dez mandamento, e fizeram dez mandamentos, dois mandamentos. Como vocês conferiram isso no catequismo da Igreja Católica. E, por isso, cuidaram mudar os tempos e a lei. E é o que vemos. Hoje em dia, não só isso, introduziram.
Dias Santos pagamos, que não são santos. Dias de festas, como o domingo de Páscoa, como o dia de Natal e outros. E, por isso, essa Igreja, esse reino de Páscoa de Roma, está claramente identificado pela história. E, por isso, o que vai continuar daqui, o que vai continuar daqui, tem que ser uma continuação do que começou com essa cabeça, que foi a Babilônia. Daniel 2 e 7 claramente identificam um sistema desde a Babilônia, que tem persistido até Roma. E, assim, esta última besta, essa última besta é identificada como um sistema gentil, europeio e a Igreja de Roma, que tem tido uma influência sobre o que chamam do Império Sacro Romano. Também, o sistema financeiro e religioso continuam até hoje. E tem um impacto duradouro como o ouro. O ouro, a Babilônia, a cabeça, o ouro tem um impacto duradouro e continua através dessas histórias desses anos. Por isso, a Babilônia é uma poderosa cidade. Sobre ela choram em pranteia aos mercadores da Terra. Porque, diz-me, a Babilônia caiu, a Babilônia caiu, vai cair. Caiu e vai cair de novo, como lentamente. E tem operado até almas humanas. Físicamente e espiritualmente. Em escravidão e particularmente espiritualmente. Destruindo pessoas. Ora, o espírito e o sistema têm sido combustível para o crescimento da Europa. A Europa, durante os períodos da Idade Média. Recebeu muito dinheiro e hoje em dia, em partes da Europa, há certas entidades que chamam dinheiro antigo e têm bastante dinheiro que têm sido combustível nesse sistema. Por isso, vence durante os séculos, que passaram. Milhões de pessoas sofreram e morreram na Europa por causa desse sistema babilônico que tem persistido até era moderna e que logo vai ressocitar. Vai haver uma última ressoreção deste, digamos assim, sacro-império romano. E isto não é uma dessas ideias que pessoas dizem, olha, este país, aquele país, outro país, um grupo de pessoas, tem que ser focado nesta linhagem da besta que vem de Daniel 2. Tem que ter esta continuidade. E por isso é que eu digo que é muito importante nós entendermos a importância de ligar a Apocalypse com Daniel para podermos identificar quem é este sistema religioso e da besta que se vai levantar ao tempo do fim. Por isso vimos, e eu dei este quadro no último estudo bíblico, vimos que este quadro e aqui a interpretação e a explicação dos símbolos através de conversando com a Biblónia, com a Persa, com a Grécia, o Império Romano, a cara do Império Romano, a Claro, o Ocidental. Depois houve três, digamos assim, desenvolvimentos romanos que, interessantemente, de um ponto religioso, esses três sistemas, os vândalos, os hérulos e os ostrogodos, tinham um sistema religioso baseado no arianismo. O que é o arianismo? O arianismo é a crença de que Cristo foi um ser criado, especialmente foi um anjo.
E estes três tinham esse ensino. Quando esta igreja foi formada no ano 225, digamos assim, no Conselho de Miceia, essa ideia do arianismo foi, digamos, arrancada e, posta em vez do arianismo, foi posto o ensino da trindade.
E por isso é que esse foi arrancado, por isso hoje o arianismo não é assim tão, digamos assim, popular como a trindade, mas era uma disputa que havia entre um ou outro, mas ambos são errados, ambos são errados. E por isso vemos o Apocalipse 17, quando aparece a mulher de Escarlata montada numa besta, que esta mulher de Escarlata não é nenhuma outra, mas a igreja católica, esta mulher de Escarlata, a igreja católica, montada numa besta, tem que ser esta besta que vem daqui, mas só montou na besta a partir deste momento, na história. E por isso a mulher de Apocalipse 17 só monta a besta depois dela, dela, a mulher, e existir, está claro. E por isso a besta de Apocalipse 7, que na realidade, em Apocalipse 7 refece a duas bestas, perdão, Apocalipse 13 refece a duas bestas, mas a besta de Apocalipse 7, que ela está a montar, está só a referir ao resto do Império Romano, porque ela não montou o período anterior, porque ela não existia o período anterior. Isso é importante para entendermos esta comparação destas profecias bíblicas. Ora, continuando com o resto do quadro, porque na página anterior eu estava a ver até esta secção aqui, que é a mulher de Escarlata, montada numa besta. Por isso, vamos ver em um bocadinho atrás, foi o que eu mostrei. Esta aqui é o fim desta página, mas na página a seguir, agora estou simplesmente a mostrar daqui para baixo. Vemos aqui, daqui para baixo, apocalipse 7, que é esta mulher de Escarlata, montando uma besta, e vejo que esta besta tem 7 cabeças e 10 xifres. E estas 7 cabeças desta besta, que é a mulher de Escarlata, monta, é comparada às outras bestas daqui de Daniel 7 e apocalipse 13. E vejo, então, para fazer um relacionamento completo na apocalipse 13, onde estes reinos eram representados como xifres, ou na apocalipse 7, onde estes reinos eram representados como xifres, vejo-se que aqui, na apocalipse 17, porque os reinos anteriores não são mencionados, por isso agora, estes xifres são representados como cabeças que a igreja está a montar, estes são montados pela mulher. E estes últimos 10 xifres aqui, ao fim, são estes 10 dedos de Daniel 2. Esse ainda vai ser necessitado. E por isso é importante ver isto, quero um entendimento destas, assim, um entendimento geral, para podermos continuar com o estudo. Por isso, estamos a ver aqui que estas partes aqui, digamos assim, do Império Romano, são resurreições do Império Romano, e estas resurreições do Império Romano começaram com a restauração imperial de Justiniano no ano de 154. Ele reconheceu, e sobre o Mateus, a submacíado Papa, e os outros cinco que existiram aqui, perdão, todos foram cruados pelo Papa, assim como Mussolini e Hitler também, nesses períodos, também tiveram uma representação com o Papa. E por isso, vê-se que, como os estudam em conjunto, o único que falta aqui, e não é futuro, é esta sétima cabeça da Apocalipse 17, com dez xifres, que é esta última xifre da Apocalipse 13, e que é também os dez dedos do pé, dos pés. Interessante, que realmente, ou podemos referir, que são cinco dedos do pé esquerdo e cinco dedos do pé direito. E, por isso, é bem possível, que seja uma representação europeia, de volta ao oriente e ao ocidente. Mas isso ainda é futuro. Então, continuado. Agora, onde paramos? Porque foi importante rever isto de uma maneira assim bem detalhada de Apocalipse. Ora, onde paramos em Apocalipse 6, vamos então ver aqui Apocalipse capítulo 6, que é o que nós comparamos, na última vez, no versículo 1 e 2, que representa o primeiro selo, que era o cavalo branco. E, por isso, abordamos isto. Comparamos cavalo branco com Mateus 24, versículo 4 e 5.
Mateus 24, versículo 5 e 5 diz. E ele respondeu e vê que ninguém nos engano, porque virão muitos em meu nome, dizendo, eu sou o Cristo e, em general, a muitos. Virão muitos em nome de Cristo. E isto representa religião falsa. Muitos. E é o que está acontecido, porque eles disfarçaram como apostos de Cristo. Vigemos, então, em segundo coríntios capítulo 11. Segundo coríntios capítulo 11. Vamos ver aqui, segundo coríntios capítulo 11.
Versículo 13 a 15.
Por que os tais são falsos apostos, obreiros, fraudulentos, fraudulentos, crismãos, fraudas, coisas de mentiras são originadas por Satanás, que ele é o pai das mentiras. Satanás é o pai das mentiras. E depois, que ele é o assassino e das mentiras, e o pai, que é o pai delas. E diz assim, pois tais são falsos apostos, obreiros, fraudulentos, transformando-se em apostos de Cristo. Sim, mas não são apostos da Cristo.
E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjos de luz. Não é muito pois que os seus próprios ministros, os ministros de Satanás, se transformem em ministros de justiça, ministros de Cristo. Interessante aqui a falar disto de justiça. Interessante que não está a dizer simplesmente ministros de graça, da graça. Porque, sim, Deus nos dá a graça, a graça de Deus. Temos um guia de estudo acerca da graça de Deus, que encorajam a vocês a lerem cuidadosamente, a estudarem cuidadosamente. E quando acabar esta série de estudos acerca da Apocalipse, gostava talvez de iniciar uma série de estudos bíblicos acerca da graça. Mas continua. Diz aqui, se transformem ministros de justiça. Isto é de obediência à lei de Deus, ministros de Cristo. Por isso, os ministros de Satanás estão se dispersando como ministros de justiça. Mas diz, e o fim delas será conforme suas outras. Por isso, como Jesus Cristo disse em Mateus 24, muitos virão em nome de Cristo. Cristo irmãos, o que é que a palavra Cristo quer dizer? Cristo quer dizer o ungido. Comecias, o ungido. Por exemplo, o rei saou, foi ungido. O rei David, foi ungido. Ungidos, Jesus Cristo foi ungido como o rei dos reis e Senhor dos Senhores. Ele dirá, como governante mundial, como o rei do mundo, do mundo da manhã, do reino mileniar. Ele vai estabelecer o reino de paz na Terra, inicialmente, como sabemos por mil anos, e depois haverá outros eventos, que falaremos no trocadão, e depois haverá uma segunda ressoreção, e o juízo final, e depois haverá uma nova Terra e um novo céu, que o Pai, então, virá para a Terra. Mas, como vemos aqui, Cristo, a palavra Cristo, a palavra Messias, representa, representa, não só Jesus Cristo, como uma pessoa religiosa, mas, como o Senhor do Senhor, o Senhor do Senhor, mas representa como rei dos Reis. E hoje vemos muitos governantes, clamando que vão trazer grandes soluções ao nosso país. Isto, de uma maneira ver, praticamente estão a dizer que vem em nome de quem vai salvar o país, o mundo. E, por isso, pode ser interpretado também como estes governantes que vêm trazer um falso entendimento às pessoas que votam por eles, pensando que, olha, que vai resolver os problemas do nosso país, mas não resolvem nada, só trazem mais problemas. E isso é o que está a acontecer hoje em dia.
Ora, outro ponto importante aqui é que estes cavaleios, não só este cavaleio, mas estes cavaleios, têm amontado, durante as eras, os seus cavalos, e continuarão cavalgando e continuarão cavalgando até que sejam depostos. Não só o cavaleo branco, que é a região falsa, e, mais especificamente, a Eureja Católica, mas também estes falsos líderes que dizem que vão trazer paz e soluções ao nosso país, mas vão trazer nada, só trazem mais problemas.
Mas este sistema de liderança religiosa, falsa, e este sistema de liderança civil, falsa, vai continuar até a vinda de Cristo. Por isso, o primeiro selo, que é o cavaleo branco, não para quando o segundo selo é aberto, mas continua, e o segundo selo não para quando o terceiro selo é aberto, mas continua, e assim continua, até a vinda de Cristo. Também lemos em Daniel 7, acerca deste pequeno chifre. Este pequeno chifre, como vimos, fala coisas contra Deus, e então ele é estes ensinos falsos, esta falsa religião.
Isso aqui é este chifre. Este pequeno chifre, religião falsa, ensinos pagãos, que, irmãos, infiltraram a igreja desde o início, desde o início, desde quando Jesus fundou a igreja. E desde aí, e está claro, sabemos que já existiam ensinos falsos, ensinos pagãos já existiam desde os dias da Unhaeva. Mas, estou a falar aqui a sério de infiltrar a igreja desde o início, que a igreja foi fundada. E veio-se a desenvolver até o que se cristalizou, digamos assim, o que se formou a igreja católica romana, Roma.
Então, essa igreja misturada com a besta governamental tem causado guerras, fomes, doenças e mortes. Umas causadas por um lixão, outras causadas pelos governos, ou pelos dois, em combinação. E por isso, ao fim de 1260 anos, quando foi iniciado, durante o Conselho de Niceia e a perseguição dos cristãos, houve um período em que a igreja teve que fugir, e durante esses 1260 anos causou muitas mortes. É importante entender que o período de 1260 anos é diferente quanto a falar ao que eu conheceu com o Império Romano. Como vimos no quadro, é um período de 1260 anos um bocado diferente, mas é mesmo assim, 1260 anos. Agora, estou a falar aqui acerca da perseguição da igreja, que causou muitas mortes, e parou quando houve vários protestos contra a igreja católica, daí desenvolveu-se, o que vai ser, por exemplo, as igrejas protestantes, essas nasceram, e também houve, há volta desse, desenvolveu-se mudanças nos governos, e então houve um desenvolvimento que se chama do Novo Mundo, dos pregrinos que foram para a América, e então veio este, digamos assim, novo mundo que trouxe uma possibilidade da igreja, da deus crescer de uma maneira como cresceu até hoje.
Também têm as suas filhas, as suas filhas nasceram. Sabemos, por exemplo, que vai John Lear aqui, em Apocalypse, capítulo 17, versículo 5, está aqui a falar das suas filhas, e diz assim, na sua fronte achava-se escrito um nome mistério, Babilônia, a grande amém das meretrizes, as suas filhas, estas igrejas protestantes, que um dia se vão reunir de volta para formar, digamos assim, um ecomênico, um sistema ecomênico dessas igrejas. E que nós, está claro, que a igreja de Deus somos separados.
Sempre fomos separados da Igreja Católica, porque a Igreja de Deus se tem existido antes da Igreja Católica, e continuará. Porque Jesus Cristo disse que os portões da morte nunca conquisterão a Igreja. A Igreja de Deus sempre sobrevivirá. Não é só um ponto de defesa, mas é um ponto de ataque. A Igreja nunca caerá, continuará. Sim, a força vai ser diminuída. Nos dias de futuro, vai haver uma diminuição da força por causa dos ataques de Satanás. Mas quando o poder dos santos for completamente destruído, é a vinda de Cristo, é o que lemos em outros escritores. Bem, continuado, então. Apocalipse capítulo 6, versículo 3 a 4. Apocalipse capítulo 6, versículo 3 a 4. Diz assim, quando abriu o segundo selo, ouvi o segundo ser vivente dizendo, Vem, e saiu outro cavalo vermelho.
E ao seu cavaleiro, foi lidado tirar a paz da terra para que os homens se matassem uns aos outros, também foi dada uma grande espada. E vê-se, então, que isso é em paralelo com Mateus 24, versículo 6 a 7. A primeira parte do versículo 7. E ouvirei isto de guerras e de rumores de guerras. Aliás, não vocês, porque é mistre que isso acontece.
Mas ainda não é o fim, por quanto se levantará a nação contra a nação e o reino contra o reino. Este é o cavalo vermelho. Como disse, quando Jesus fundou a igreja, houve falsos ensinos, mas foi durante um período em que havia um querido paz, uma certa paz no Império Romano. Mas não durou muito tempo, depois disso houve guerras, ou muitas guerras. E essas guerras têm continuado através das eras e continuarão cavalgando até que os governos e as regiões de homens sejam depostos à vinda de Cristo. O auge deste cavalo vermelho, digamos assim, o último cavalgar deste cavalo vermelho, está em Apocalipse 16, versículo 14.
Vejam com isso, vai xavor. Apocalipse 16, versículo 14. Aqui é falar porque estes são os Espíritos de Mónios, operadores de sinais, e estirem aos reis do mundo inteiro. Quer dizer que estes reis do mundo, com as suas guerras, com as suas lutas, vão continuar e vão juntar estes reis do mundo para a pleja do grande dia de Deus Todo-Poderoso. O auge, o ponto final desta cavalgada do cavalo vermelho é a vinda de Cristo.
Quando o Cristo vier, estes se vão reunir no vale de Armar Gadon, e depois vão marchar da Mar Gadon para a Genuselém para a guerra, ou a batalha, do grande dia de Deus Poderoso. Não é a batalha da Mar Gadon, o Mar Gadon é onde se vão reunir. Depois da Mar Gadon vão para a Genuselém para lutar contra Cristo. A batalha, o grande dia de Deus Poderoso, é o que vemos na Apocalipse XIX, versículo 11 a 21.
Apocalipse XIX. Vê-se aí. Viu o céu aberto. E é um cavalo branco. Então este cavalo branco é o verdadeiro Cristo. O cavalo branco, inicialmente, de Apocalipse 1 e 2, é Rúgio Alfaça. Mas este cavalo, cavalo branco, de versículo 11, apocalipse XIX, é o verdadeiro Cristo. Porque diz o seu cavaleiro se chama Fiel e verdadeiro e julga em peleja com justiça. Os seus olhos são em chama de fogo. A sua cabeça há muitos dias, mas tem um nome escrito que ninguém conhece não é o mesmo.
Está vestido com o manco tinto de sangue. E o seu nome se chama Verbo de Deus. Verbo, ao Coteiro, é Suos Cristo. E seguiram-nos os exércitos que há no céu, montando o cavalo branco, com vestiduras de linho, lintiníssimo, branco e puro. Saiu da sua boca uma espada afiada para com ela ferir as nações. E ele mesmo as regerá com o centro de verbo. E pessoalmente pisa o lagar do vinho, do furor, da ira, de Deus Todo-Toroso.
Tém no seu manto e na sua coxa o nome escrito, rei dos reis, e Sr. do Senhor. Então, viu um anjo posta em pé no sol e clamou com um grande voz, falando a todas as aves que vão pelo meio do céu. Vim de reuni-vos para a grande saia de Deus, para que comeis carnes de reis, carnes de comandantes, carnes de pudrosos, carnes de cavalos e seus cavalheiros, carnes de todos, quer de livros, quer de graus, tantos pequenos com grandes. É isto que eles que vão lutar contra Cristo, que vão estar reunidos, que se vão reunir para esta batalha do grande dia do Deus Todo-Poderoso, para que continuem a ler no ver. 519. E via Besta e os reis da terra com seus exércitos, congregados para pelejarem contra aquele que estava montado no cavalo e contra seu exército. Estavam preparados para lutar contra Cristo e as suas tropas espirituais, de Angélicas, de Anjos, e nós vamos estar com ele também. Está claro, aqueles Anjos são pessoas que vão lutar, não vamos nós, não vamos lutar. Teremos sido acabados de nos suscitar como seres espirituais, praticamente seremos bebés em termos espiritual, de maneira de aprender a usar este corpo novo. Vamos ter Anjos à nossa volta, a nos ajudar, porque somos, e nós assim, estamos a aprender a andar e a gatinhar como seres espirituais, mas aqueles seres fortes, Angélicos, vão lutar com Cristo. Mas a besta foi aprisionada e com ela o falso profeta, com os sinais feitos diante dela. Se desiu aqueles que receberam a marca da besta e eram os lendedores da sua imagem. Os dois foram lançados vivos dentro do lago de fogo que arde com enxofra. Os gestantes foram mortos, com a espada que saía na boca daquele que estava montado no cavalo, e todas as aves se vacaram das suas carros. E por isso vemos este cavalo vermelho. Vai continuar, vai continuar a cavalgar. Durante o período da grande trimulação, durante o período das trobetas, e só vai parar de cavalgar na batalha do grande dia de Deus Todo-Cubrânio. Depois vem o cavalo preto, que vemos aqui em Apocalypse 6, versículo 5 e 6. E diz assim, quando abriu o terceiro selo, ouviu o terceiro ser vivendo e dizendo bem, então vi e eis de um cavalo preto. E o seu cavaleiro com uma balança na mão, e eu vi uma como que vos, nos meios, os quatro seres viventes, dizendo, uma vida de trim, para um danário, 3 milheiros de sabada, para um danário, e não danifiques, o aceito e o vinho. E então, isso é paralelo a Mateus 24, na porção de uma parte de Mateus 24, que diz que haverá fome. Isso são consequências, não só da perseguição religiosa, que vai haver, nas guerras também. E então, o que acontece? A extrema escassez de alimentos e de outras necessidades básicas da vida. Quando há guerras, quando há a perseguição religiosa, a falta de comida.
E por isso vemos que conflitos militares é transversões, ou resultados de dictaduras, ou resultados de discriminação contra certos povos ou grupos étnicos, certas pessoas, certas raças, certos grupos, e de discriminação.
Isso faz uma destruição das propriedades.
E por isso vai interromper a produção agrícola, levando a grave e generalizada escassez de alimentos e outras necessidades. Esse é o cavalo preto.
E depois, no versículo 7 e 8, vem o cavalo amarelo. Algumas traduções do hebreu dizem que é um bocado amarelo e verde, verdeado.
Amarelo é um bocado verdeado.
Quer dizer, é como se o orte está doente, está palido, está assim, uma cor assim, assim, em cada amarelo, palido, um cavalo amarelo, que representa, vejamos aqui, em Apocalipse capítulo 6, no século 7 e 8, quando o culo da ira abriu o quarto selo, ouvia a voz do quarto ser vivente, dizendo, dizendo, vem, e eis um cavalo amarelo, e o seu cavaleiro, sendo este chamado, morte e o inferno. Ora, inferno, a palavra grega, rados, que quer dizer, sepultura. A morte e a sepultura. Sim, quando há grande morte, quantidade de pessoas mortes, que abrem grandes bracos e põem as pessoas todas aí, e não as sepulturas grandes e coisas assim, sendo este chamado, morte e rados, e sepultura, o estava seguindo e foi-lhe estar autoritado sobre a quarta parte da Terra para matar, a espada, pela fobe, pela mortandidade, que isto seja de várias doenças, pragas, ou seja, o gosto, e promém o das feras da Terra. O que é estas feras da Terra? Feras da Terra são doenças que só estêm, que curarvas, ou curar micróbios, ou será que mais? Estas são as feras da Terra. Bem, a Terra, estas coisas assim, que nem vemos, isso é paralelo também à segunda parte da Mateus 24-7, que diz, e pastes e permotos em vários lugares. Estou a referir aqui à versão Almeida Corrigida e Fiel, e ao meio da revista em Corrigida, por quê? Porque a palavra pastes está no greve, não aparece na versão ao meio da revista atualizada. Está lá, pastes. Pastes são doenças, através de, digamos assim, por exemplo, doenças que vêm de animais salvagens da Terra, que se tornarão uma preocupação de rotura da sociedade. Isto é uma aplicação, pode ser animais que sejam hospedeiros de doenças, como ratos, ou até mesmo agentes patológicos, microscópicos.
E também termótons. A palavra termótons no grego, é a palavra da concordância de Stronches, número 4578, que é a palavra sasmos, que quer dizer movimentos sismográficos, que quer dizer da Terra não só terromotos, mas pode ser movimentos, por exemplo, temporais, ventos fortes, quer dizer, ventanias muito fortes e tornados e sei lá mais. Isto e tudo é parte desta palavra no grego, não é só terromotos, ventanias, folcões e sei lá, estes ventos muito fortes em vários lugares. E quando isto acontece, estas peças, estas mortes, as lutadas guerras e estudas da precisão religiosa, o que é que acontece? Morte e estrutura. O resultado é morte e estrutura.
Então, irmão, vamos agora ver a Mateus 24. Mateus 24, vemos aí muitos detalhes acerca deste período, dos quais não sabemos, em grande precisão, o que são exatamente, porque está a dar coisas gerais, não está a dar coisas específicas. Primeiro, disto, mas todas estas coisas são o princípio de Dors, do recíclo 8. Quer dizer que é o começo das dor? Quer dizer que as dor, depois vão ficar pior e pior. Eu acho, irmão, que estamos no princípio das dor. Mesmo agora, isto aqui vai piorar, acelerar muito. Mas os detalhes, como são estas coisas específicas que vão acontecer, não sabemos. Sim, sabemos que a Bíblia nos dá, digamos assim, estas marcações importantes.
Estas marcações importantes para nós sabermos ao bom do olhar. Mas vai haver muitas coisas que vão causar pessoas para ficarem ofendidas. Por isto, neste tempo muitos serão escandalizados. Quer dizer, irmãos, pessoas hoje em dia estão a ficaram ofendidas a cerca de coisas pequeninas. Por exemplo, estão a ficaram ofendidas por causa de máscaras, ou usaram ou não usar máscaras. Quer dizer, irmãos, isto não é o problema principal. Se as pessoas estão a ficaram ofendidas com estas coisas pequenas, imagine quando vier as coisas grandes. Se estamos a batalhar quando corremos assim, imagine quando tivermos que correr contra cavalos, como diz o Profeta, se não é o meu correto, Mente Aba Coupe.
Imagine quando tivermos os grandes problemas mesmo. E por isso, as pessoas começam a trair uma a outra, começam a dizer coisas. Por exemplo, no Facebook ou na mídia social, começam a dizer coisas que magoam, que magoam. Queriam dizer como cristãos, mas dizem, irmãos, são demonstrações nessas palavras que estão a dizer de que não estão a demonstrar grande amor pelo nosso país.
Por isso, precisamos ter cuidado com isto. Isso vai acontecer. Mateus 24, reciclo 11 diz, e vão surgir muitos falsos Profetas. E ainda não há muitos. Irmãos, vai haver ideias que as pessoas dizem, olha isto, vai ser a besta. Ou isto é a marca da besta.
Ou aquilo é a marca da besta. Ou a vacina é a marca da besta. Ou a vacina vai entrar em você e vai mudar a sua maneira de pensar. E depois vão poder fazer um RAI-X e por isso você tem a marca da besta por causa desta vacina, seja logo for. Falsos Profetas, e ganharão muitos. Muitos. Por que? Porque estas ideias vão ser muito fortes. Vão ser muito fortes. E além disso, vai haver muito iniquidade.
E sempre estas atitudes, L, D, G, T, e sei lá o que mais outro lepre, atitudes falta de amor, falta de amor verdadeiro. Falsificação de mentiras, mentiras, falsificação, e de durar para as pessoas. Isto vai multiplicar. E por isso o amor de muitos se vai esfriar. Se vai esfriar infelizmente. Mas nós temos que perseverar. Por isto, isto vai ficar pior, irmãos. Vai ficar pior. Muito pior. Isto é só o começo.
É só o princípio e os dois. Temos que perseverar até ao fim. Não há outro alternativo. Estes detalhes dessas coisas pequenas que vão acontecer, vão tornar-se muito grandes, vão enganar a muitos, e vão escandalizar a muitos. Não sei o que são esses detalhes. O dia pode ser a cerca de votar ou não votar. O outro dia pode ser usar máscas ou não usar máscas.
O outro dia pode ser tomar uma vacina ou não tomar uma vacina. O outro dia pode ser qualquer outra coisa. E vamos causar problemas. Mas, um sinal importante, é que este evangelho do Reino de Deus, a boa nova do Reino de Deus, vai ser pregada. Isso é nossa responsabilidade. Isso é o que nós temos que fazer. Isso é o que a Igreja de Deus tem que fazer. E sim, nós com irmãos podemos ajudar-nos. Sim, muitos irmãos pensam-nos, olha, eu fico escondido, não faço nada. Temos uma responsabilidade também. Não estou a dizer para serem ministros, não estou a dizer para serem pregadores.
Isso é uma decisão de Deus. Mas, podemos ajudar. Podemos ajudar a distribuir o revista da boa nova. Podemos ser uma luz, um bom exemplo. Podemos ser pessoas que sejam agredáveis a outros. Por exemplo, você tem um prato, por exemplo, um prato, parece muito bonito. Você toma um bocadinho e diz, ah, falta sal, temos por assim que nem de sal, agora está bom, já saldo bem, não é? Mas você puser saldo mais, também não saldo bem.
E por isso tem que ser sal do quanto dá um bocadinho, o suficiente para dar um bom sabor. Como é que você está a ser um exemplo? Está a ser um exemplo com outras pessoas, a falar com outras pessoas de uma maneira que seja salgado demais, ou que não tenha sal nenhum? Acho que às vezes, é minha opinião, às vezes nós, na igreja de Deus, misturamos um bocadinho, digamos assim, insípidos, sem sal nenhum, tendo muito medo de ser um exemplo, e dizer, olha, não sei o que isso vai acontecer, olha, não sei, não há solução, não há solução.
Porque nós dizemos, sem há uma solução, porque eu acredito que existe Deus, e Deus virá para a Terra e vai trazer uma solução à Terra, e deixar, você beza isso, e não puxar mais. Pois se a pessoa estiver interessada e ver o nosso bom exemplo, tudo bem. Respontemos com humildade e com carinho. Mas não devemos ter vergonha de Jesus Cristo.
Não devemos ter vergonha de Jesus Cristo. Não estou a dizer para ser uma coisa completamente de oposto, nós temos que ser um bom exemplo. Temos que ser como o Sol e como a Luz. A Luz também eu digo, se a Luz está a fazer barulho, eu vou tirar essa lata.
Se nós estamos a fazer barulho, vou tirar. Desligado, não estou a editar nessa pessoa. E aí, por isso, há um certo equilíbrio. Mas é a Igreja, como a organização. Sim, a verdadeira Igreja de Deus é um organismo espiritual. Mas para fazermos a obra de Deus na terra, temos de estar juntos como uma organização, como uma equipe para fazer a obra. Por exemplo, como é que podemos distribuir a boa nova se todos nós tivéssemos nas nossas próprias direções e não tivéssemos a ajudar um ao outro?
Por isso, temos irmãos, como o Brasil, que ajudam a levar, por exemplo, perdão os PDFs a uma gráfica. Temos irmãos que ajudam a pôr as boas novas envelopes. Temos irmãos que ajudam a traduzir. Temos irmãos que ajudam, por exemplo, a fazer o layout da revista. Temos irmãos que ajudam a pôr as coisas no website. Temos irmãos que ajudam a responder às perguntas que vêm e que mandam as perguntas para nós e que apanham e trabalham no website para tudo estar a funcionar. Isso tudo requer uma equipe. Ou, nas palavras, requer uma organização física de membros da Igreja de Deus. Sim, membros da Igreja de Deus, brasileiros membros, devem ser o corpo espiritual de Cristo.
Mas, temos que nos organizar juntos. Temos que migalizar as nossas ações. Temos que, por exemplo, no Brasil, temos que estar registados e ter um CRPJ para podermos ter uma conta bancária e para pagar a gráfica e coisas desse gênero. Cris irmãos, sim, a Igreja de Deus é um organismo espiritual. Mas temos que estar organizados fisicamente como uma organização para fazer a obra. E sim, e sim, precisamos de estar comprometidos não só os Cristo e ao corpo espiritual de Cristo, mas precisamos estar comprometidos a fazer a obra para trabalharmos e seportarmos e ancorajarmos um ao outro a fazer a obra fisicamente.
Por si não fizermos isto, o evangelho do reino não vai ser pregado em todo o mundo, em destemunha todas as nações. E isso tem que ser feito. E bem dito à tela que, quando os Cristo e o Vierres estiver ocupado a fazer o que deve fazer.
Porque isto vai acontecer, isto vai ser realizado. Você tem uma oportunidade, como chamado, de cooperar e ajudar na obra. Se você ajuda ou não, é a sua decisão. É a sua decisão. Então, virá o fim. Durante o período do II Grande Guerra, este evangelho do reino de Deus não estava a ser pregado.
Mas hoje está. Ou se hoje está, o fim está perto. Porque isto é um sinal do fim. Seu bom novo do reino de Deus tem que ser empregado. No V. 15, depois disso, quando o Vierres, que é a abogneção da desolação, que falou o profeta Daniel, está no lugar santo, quem lê entenda, ou atenda, se increem os irmãos, este vai ser o que vamos abordar no próximo estudo. Vamos começar a falar acerca da abominação da desolação. Eu tenho demonstrado este quadro, este gráfico, de, digamos assim, uma sequência de eventos até a Vinda de Cristo. A Vinda de Cristo, symbolizado aqui, que vem como um relâmpago, representa a sétima trombeta, mas estas sete trombetas representam o sétimo selo.
Antes disso, ao sexto selo, que é os sinais celestes, antes disso, a grande tribulação, que é o quinto selo, e antes da grande tribulação, a abominação desoladora, que foi o que acabamos de ler há pouco, e antes disso, a este quatro primeiros selos, que estes quatro cabalos, que não só têm cavalgado, mas continuam cavalgando até a Vinda de Cristo.
É importante entendermos isto. É importante entendermos isto.
Ora, entretanto, coisas estão acontecendo, coisas que temos que estar a olhar e a ver.
É a nação de Israel, na área de Oriente, e sacrifícios. Hoje em dia, sacrifícios não estão sendo oferecidos lá.
Quando é que isso vai acontecer?
Para serem parados. Interessante. Vamos ver esta besta. Eu dediquei bastantes momentos a explicar a importância desta besta, e destes tés reis, que virão, que são os tés dedos do pé, da NEL 2, mas que são parte da mesma estátua, da mesma imagem, desta besta que tem existido na Europa, através do Império Romano. É a continuação disso. Não pode ser um governo romperamente diferente. Tem que ser parte desta estátua, desta imagem.
Vemos também profecias como em Daniel 11, acerto do Rei do Norte e do Rei do Sul, em pontos interessantes, temos que entender isso. Vemos, por exemplo, as nações de Israel, as nações de fala inglesa, a perda da honra, a perda do poder, a perda de reconhecimento internacional.
Vemos esta Igreja Católica e a unificação das suas filhas, das suas maratrises, das igrejas protestáticas, do Unicomunismo, o desenvolvimento da Igreja de Deus, de pregar o reino de Deus, e a imoralidade deste mundo. Em tudo está a ter um estrolar. O bem é atípico, e o mal é atípico ao bem. É muito influente, parece mentira. Eu nunca pensei que seria como é hoje em dia. Coisa terrível! A decadência da morilidade, uma coisa inimaginável. São os sete pontos para observar. Detalhas distos que não sabemos, mas são bastantes coisas. Aqui, para termos bem focados, bem concentrados nestas marcações importantes. O falso professor, profeta, que tem que aparecer, a admissão desiladora e os senais celestes. E depois vemos aqui como o livro da Apocalipse se descreve alguns destes departos. Aqui, para nós, vemos isso. Bem, irmãos, aqui vou concluir hoje, e no próximo estudo continuaremos deste ponto.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).