Apocalipse 6:1-2

Estudo Bíblico 12 do Livro de Apocalipse

O primeiro selo. Como a falsa religião está conectada no tempo do fim com as "ressurreições" ocidentais do império romano, isto é de governos de grande impacto à Igreja de Deus na Europa.
 

Transcrição

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Pronto, então, muito obrigado e aqui vamos continuar então com o estudo bíblico acerca do livro do Apocalypse.

Eu hoje vou dar, digamos assim, como se fosse um estudo de pontos adicionais que alguns abordámos, outros não abordámos, que pontos adicionais à volta do livro do Apocalypse. E em primeiro lugar, vou rever brevemente o que cobrimos na última lição e disto que houve algumas perguntas que foram feitas.

Quero mencionar algumas das coisas acerca dessas perguntas para todos estarem a par disso. Temos aqui no capítulo 4 uma cena no trono de Deus, no céu, e basicamente isso conduce então ao capítulo 5 a dizer quem é digno de abrir o livro que tem este sete selos, que é o livro que o programínio que foi dado que estava ali para verem para abrir e que tinha sete selos. E a resposta vemos no apocalypse capítulo 5, versículo 5 a 7, eu vou ler então, apocalypse 5, versículo 5 a 7, dizia que todavia um dos aciões de Medellín se não chores, a excluião da tribo de Judá, a raiz da David, venceu para abrir o livro e os sete selos.

Então, vindo no meio do trono e dos quatro seres vivendos e entre os anciões, do pé, um cordeiro, com tendo sido morto, eu tinha sete cifres, bem como sete olhos, são os sete pinos de Deus enviados com toda a terra. Feio pois, o cordeiro está claro e tomou o livro da mão direita daquilo que estava sentado no trono. E por isso, vemos que o cordeiro, e está claro, entendemos que é Jesus Cristo e ele é que tem a oporidade de abrir este livro, este programinho com sete selos e é o que estamos a ver a partir do capítulo 6. Houve alguns outros pontos que mencionamos, mencionamos que no capítulo 4 e capítulo 5, estamos a ver vários seres angélicos e particularmente estamos a ver os seres dajélicos que tinham 24 tronos, estes eram os 24 anciões com rocas brancas e coroa de ouro, isso vemos no capítulo 4 e no capítulo 4.

E assim ao redor do trono há também 24 tronos, assentados neles 24 anciões vestidos de branco, em cujas cabeças estão coroas de ouro. Então, esses são seres angélicos e estão a exercer um papel na administração desse reino, o reino angélico, e vemos aqui que esses seres estão a adorar ao coro deiro e vemos no veículo 10 e 11 do capítulo 4, que diz os 24 anciões postraram-se diante daqueles que se encontravam para sentar no trono, por não estar adorando a Deus, ao que havia termina há pouco, estão adorando Deus aqui no versículo 10, e adorarão o que vive para os séculos e os séculos e depositarão-me a suas coroas diante o trono, reclamando-te-os adivino, Senhor e Deus, nosso, na respeira glória, ao honro e ao poder, por todas as coisas que Criares de Sim, por causa de Tua vontade, vieram vestir e foram criadas.

E por isso vemos que estão a adorar a Deus, mas também vemos na Apocalipse 5 versículo 8, e que, quando tomou o livro, os quatro seres viventes e os 24 anciões prostraram-se diante do Coroadeiro, tendo cada um deles uma rarta e taças de ouro, seis nascenses, que são as orações dos santos. Aqui, vemos também eles nesta ação da duração ao Pai e ao Filho. Também vemos nessa cena do trono de Deus no céu, vemos quatro seres viventes ao redor do trono, que vemos isso em Apocalipse 4 versículo 6, que lemos na semana passada, diz assim, adiante o trono, versículo 6, um como que o mar de vidro é semelhante ao cristal, e também no meio do trono e à volta do trono, quatro seres viventes cheios de olhos por diante e por trás.

Também houve uma pergunta à sério do mar de vidro, e uma pessoa perguntou-me, em particular, se isso era Jesus Cristo, não era Jesus Cristo, porque está azer aí, o mar de vidro estava ali na frente, não era uma pessoa como o mar de vidro, mas era o mar de vidro. E, por aí, depois continua assim a falar desses quatro seres ao redor do trono de Deus, que estavam cheios de olhos, como se vemos no versículo 6 há pouco, e no versículo 8 também lemos que, diz assim, os quatro seres, tendo cada um de eles, respectivamente, seis asas, estão cheios de olhos, por isso, esses seres viventes têm seis asas.

E se formos ver a Isaías capítulo 2, Isaías capítulo 2, e Isaías 6, versículo 2, e Isaías 6, versículo 2, e os serafins estão por cima dele, cada um tinha seis asas. E, por isso, entendemos que os serafins tinham seis asas. Depois, vi-me ver, foi conversado, depois do estudo na semana passada, acerca de várias escrituras que dão certas visões, celestes, e algumas delas até do céu, Isaías 6, ver essa chamada de Isaías para ser um profeta.

Isso foi cerca do ano de 733 a 793 a.C., foi quando ele profetizou, e se ver sair o período em quando ele teve essa visão e teve a chamada. Depois, vemos em Ezekiel 1, também, uma visão em que vence quatro seres viventes, mas neste caso tem quatro asas. Não é seres viventes com seis asas, vejam aqui Ezekiel 1, versículo 6.

Cada um tinha quatro rostos, como também quatro asas, que é estes quatro seres viventes que escrevem no Ezekiel 5 e no Ezekiel 1. E depois, ve-se também nessa representagem aqui Ezekiel 1, ve-se no Ezekiel 26, diz assim, por cima do firamento que estava sobre a sua cabeça, havia algo similhante a um trono, como a Safira, e sobre esta espécie de trono estava sentado uma figura similhante a um homem. Ora, vemos que ele viu esta figura similhante a um homem sentado no trono e vemos que no capítulo 2, versículo 1, diz Ezekiel 1, e esta voz me disse filho do homem, com o tempé e falarei contigo.

E ver-se então esta figura, similhante ao homem, estava no trono a falar com Ezekiel e isso nós olharmos outras escrituras como no João 118, 537, 646, Timóteus 636 e 1 João 4, no Silvido 12. Vemos que Jesus Cristo claramente disse que ninguém viu ou ou viu a voz do pai e por isso esta figura, similhante a um homem, temos que concluir que teria sido Jesus Cristo. Em Ezekiel 10, também há uma visão que demonstra a saída, mas aqui é a saída do templo, do templo físico em Jerusalém, a saída desse templo da glória de Deus, porque aquele templo tinha a glória de Deus e então essa glória de Deus saiu e quando lemos em Ezekiel 10, versículo 26, vamos lá ver então, vamos ver, 10 versículos 18, devia ter escrito, Ezekiel 10 versículos 18, saiu a glória do Senhor da entrada da casa e parou sobre os Corumbins, quer dizer, saiu do templo, Ezekiel 10 versículos 18, e depois, em Ezekiel 11 versículo 21.

Ezekiel 13, 24, vê essa glória do Senhor subiu do meio da cidade e se pôs sobre o monte que está ao oriente da cidade. Então, vê-se aí que este, a glória de Deus saiu do templo, depois estava na cidade, depois saiu da cidade, saiu para o monte, montou as aliveiras e depois daí, esta glória de Deus saiu dessa área. E, então, isso, vê-se que Deus tirou a sua glória do templo.

E é o que vemos aí, descrito, em Ezekiel 10. Em Daniel 7, também foi mencionado ver-se aí o Daniel a ter esse sonho, o sonho das sete bestas, que vamos cobrir um bocadinho hoje acerca disso, desse sonho, aliás, Daniel 2, particularmente Daniel 2 e Daniel 7. Vamos cobrir um pouco acerca disso. E vemos, então, que essas sete bestas vão receber um julgamento ao retorno de Cristo e vão ser destruídas, similhante àquela pedra que foi formada não por humanos humanos e destruiu a estátua de Daniel 2. E por isso vemos vários exemplos que existem, sim, de facto, a certa de visões.

E um dos pontos que eu mencinei na semana passada é que, como nós somos seres físicos, é difícil descrever em maior detalhe o que aconteceu, e não tem o que está escrito aqui. E, por isso, eu tento evitar, eu pessoalmente tento evitar especulação acerca de coisas espirituais quando não é diretamente escrita na bíblia. Tento evitar isso. E, como disse também na semana passada, existem outros livros que não são bígricos da apócrata, que descrevem certas visões, mas certas partes disso podem ser verdade, certas partes disso podem não ser verdade, porque sabemos que hoje em dia o mundo está cheio de...

E tem estado, por causa de Satanás, está sempre cheio de meia-verdades aqui e meia-verdades acolá, e por isso é um problema. Mas nós temos o guia de estudo, que é o guia de estudo acerca dos anjos, e neste guia de estudo nas páginas 33 a 40 tem uma secção acerca de ver o nome do título, diferentes tipos de anjos, que podem ver aí que nessa secção está a descrever vários... Várias escrituras, ou várias versões bíblicos, ou não é versões, mas várias versos, ou versículos bíblicos, onde estas descrições de anjos são discutidas. E por isso vocês podem ler mais acerca desse assunto, se quiserem. O meu ponto aqui é que a cena do trono de Deus, em Apocalipse 4 e 5, era uma a demonstrar que nenhum ser vivente, nenhum anjo, nenhum ser angélico tinha autoridade de abrir o livro com os sete selos, este programinho, excepto Jesus Cristo.

E depois segue-se em diante para o capítulo 6, que foi onde parámos na semana passada, que é a abertura do primeiro selo, ou digamos assim, do cavalo branco. Como revisão, quero marcar alguns dos pontos, ou sublinhar alguns dos pontos que mencionámos na semana passada, um foi em Mateus 24, 4 e 5, em que diz que muitos virão em nome de Cristo e que isso representa a região falsa.

Vai haver muitos, muitos enganos, muitas pessoas a estarem erudidas e isso representa a região falsa. Por isso é preciso ter cuidado com pessoas que estão a dizer coisas, porque vai haver muito engano no mundo. Infelizmente, isto vai haver muito e vai causar muitos problemas na sociedade. Também, lemos na semana passada, em Coríntios, que pessoas se disfarçam como apóstolos de Cristo e por isso vai haver muito engano e preciso ter cuidado. Outro ponto que mencionei também acerca do cavalo branco, mas estava a falar acerca desses cavaleiros também, é que este cavaleiro montou ou tem montado o seu cavalo durante estas eras e continuará cavalgando até que seja deposto.

E por isso vemos que este ensino falso, estas doutrinas falsas, esta igreja falsa que tem existido, tem continuado a existir durante as eras desde que começou como uma igreja falsa organizada, que vamos ver nas profecias de Daniel daqui a pouco. Vamos ver, mas este tem continuado e este é o que é mencionado ainda, Daniel 7, como um pequeno chifre que apareceu.

Em concluindo, digamos assim, na semana passada, eu demonstrei esta secção do gráfico que mostra as profecias do reinado, dos reinos objetivos. E hoje, então, eu quero dedicar um tempo durante este estudo ao entendimento desta imagem de Daniel 2 e como representa acontecimentos que estão cumpridos na história, para depois podermos dar continuamento ao segundo selo do livro da Apocalypse, no capítulo 6. Não vamos continuar, então, com isso, vamos ver este reinado dos reinos objetivos, que é descrito na profecia de Daniel 2, após a queda de Judá.

Isto é importante entender-vos, porque algumas pessoas adreçam de contas, mas houve reinos antes disso, por exemplo, houve o reino egípcio, e não é mencionado aqui nestas profecias de Daniel 2 e adiante. Correto? Houve, e não estamos a dizer que não foram reinos importantes de impacto mundial, mas a profecia aqui está a sublinhar, está a marcar, está a definir o que se passa após a queda do reino, digamos assim, de Israel, Primeiro Israel e depois de Judá. Uma vez que esse reino tenha caído com esse rei, esse reino tenha caído.

Agora a profecia está a descrever os reinados gentios, daí adiante, até o dia 2. E por isso são reinados que têm um impacto principal e profético com Israel. E por isso, sim, há outros reinos, por exemplo, vemos que outros países, como a Rússia e a China, têm tido impacto mundial, mas com impacto profético neste momento até esta era, não tem sido, assim, de mencionar, um impacto profético.

O impacto profético tem sido, à volta, naquela estátua de Daniel 2, e por isso Daniel 2 para-nos um ponto chave, um ponto chave para entendermos esta profecia de Israel até ao dia 2. E por isso, isto é importante mencionar-nos, a razão por que Daniel 2 foca nesses reinos e não, por exemplo, em outros reinos que também têm existido desde então. E que existiam antes disso. Por isso, é importante também entender que não é o único ponto chave para o entendimento profético, é um ponto importante, mas não é o único ponto chave para o entendimento profético.

E por isso, vemos que a imagem abrangente da história mundial, de Daniel até ao retorno de Cristo, é o que esta imagem produz. Esta imagem dá uma história mundial dos pontos proféticos, quer dizer, dá-nos uma imagem mais abrangente, uma imagem que cobre em maiores detalhes a história mundial de Daniel até à vinda de Cristo. E por isso, é de cerca dos anos 600 a.C. até aos dias 2, quer dizer, quase o excesso de 2.500 anos.

Por isso, vemos que Daniel 2 temos uma estrutura geral do desenvolvimento desses reinos que vão ter um impacto principal na profissia bíblica. E por isso, é importante entendermos Daniel 2, mas também disse, não é o único ponto de chave, há outros pontos de chave. Por exemplo, entendermos quem é Israel e quem ajuda também é importante. No mundo hoje em dia, pensa que Israel são simplesmente os judeus, que é a nação de Judah, mas Israel também são outros tribos, inclui outros tribos importantes. É importante ter conhecimento de quem esses são. Não estou a abordar esse assunto hoje, mas estou simplesmente a mencionar que há vários pontos de chave, outros críticos importantes para entendermos da profissia. Ora, se nós vamos descartar o sísvico de Daniel 2, como algumas pessoas descartam isso, se vamos descartar isso, então vamos chegar a um ponto que está a acontecer com muitas pessoas, é que não entendem as profissias de uma maneira correta. Porque quando estão a descartar a importância dos indicados de Daniel 2, isso, então, leva às pessoas a chegarem a conclusões erradas, a setor das profissias. Por exemplo, profissias em Apocalipse, a seta da Besta, isso, porque nós estamos a pôr tudo junto, temos que pôr tudo junto para entendermos tudo. E por isso, Daniel 2 nos dá o que nós chamamos, ou chamamos aqui uma estrutura geral do desenvolvimento dos reinos, tem um ponto chave para entendermos os reinos gentios. Então, vamos ver aqui esta estátua do Reino Gentil e vamos então ler em Daniel capítulo 2. Vamos começar a ler no ciclo 32-34. A cabeça daquela estátua era do Ourofino e o seu peito e os seus braços de prata, o seu ventre e as suas coxas de cobre, as pernas de ferro, os seus pés em parte ferro e em parte barro, e estávais vendo isto quando uma pedra foi cortada sem auxílio de mão, a qual feriu a estátua dos pés de ferro e de barro e os esmios so. Aqui vemos por isso que é uma estátua que representa estes reinos até a vinda de Cristo. A vinda de Cristo é representada por esta pedra que foi cortada sem auxílio de mão e que destruiu esta estátua.

Completamente. Os reinos e pés de toda esta estátua completam e caiu. Depois vemos também Daniel 2 que descreve a interpretação desta estátua. E inicialmente está a dizer que Daniel está a explicar aqui ao rei, dizendo que o rei é o rei de reis a quem o Deus do céu tem dado o reino de poder, a força e a glória. E onde quer que habitem os fios do homem, na tua mão, entregou os animais do campo, exares o céu e fez que reinasse sobre todo eles. Tu és a cabeça do Oro. Por isso vemos que o rei Nabakudnozar, que era representando do Império Caldeu, da Babilônia, é a cabeça desta estátua e dele segue o resto do corpo desta estátua. Isto que vemos é um ponto importante para entendermos. Ele era a cabeça do Oro, a Babilônia. A Babilônia começou a estabelecer-se no ano 625. Não veio a ser uma grande superpotência até um pouco mais tarde, mas começou a estabelecer o seu poder e caiu a cerca do ano 538 a.C. Depois a Babilônia foi destruída pelos medas e peças, é o que lemos a pouco em Daniel 2, Versículo 22, que era o seu peito e os seus braços de prata. Depois também lemos a cerca da queda da Babilônia, quando se lê a cerca da Escritura na parede, em Daniel 5. Vamos ler então, e Daniel 5, Versículo 18 a 31.

Por causa da grandeza que lhe deu, povos, nações e homens de todas as línguas, tremiam e temiam diante dele, matavam a quem queria e a quem queria deixava com a vida, e a quem queria exaltava e a quem queria abatia. Quando porém o seu coração se elevou, e o seu espírito se tornou subérbio e arrogante, foi o rei na Bracadernésia, foi derribado do seu trono real e passou dele a sua glória, como sabem, ele veio a reagir como se fosse um animal. Foi exposto dentro dos filhos do homem, o seu coração foi feito semelhante ao do animal, e a sumorada foi com os jumentos e montezas. Dero-lhe o comer erva, como depois, e o orvalho do céu foi molhado ao seu corpo. Aí, dá-se a entender que, possivelmente, o que aconteceu é que certas capacidades do espírito homem no homem foram tiradas dele, até que ele chegou a um ponto que conheceu que Deus, o Altíssimo, tem domínio sobre o reino dos homens e a quem quer constituir sobre ele. E tu, Dal Sazari, que é seu filho, não humilhaça o teu coração, ainda que sabias tudo isto. E te levantaste contra o Senhor do céu, pois foram trazidos os utensílios da casa dele para ti e tu, e os teus grandes, e as tuas mulheres, e as tuas concubinas, bebeste, vinho, neus. Também disse destes louvoras aos teus de prata, de ouro, de bronze, de ferro, de madeira, de pedra, que não venham, que não ouvem, nem sabem. Mas adeus, a cuja mão está à tua vida e todos os teus caminho, a ele não glorificaste. Então, da parte dele foi enviada aquela mão, que traçou esta escritura, esta, pois, é a escritura que se traçou, meni meni tekel, parci, esta interpedição meni contou deus do teu reino e deu cabelo, tekel, pesado fosse na balança e achado em falta, e pedis dividido foi o teu reino e dado aos medos e aos pérsars. Então, mandou o Bel-Sazar, que vestissem danial de pôrpura e posessem cadeia de ouro, a piscouço e programassem que seria o ser a ser o terceiro no governo do seu reino. Aquela mesma noite foi morto o Bel-Sazar, rei dos Caldeus, e Dário, o medo, com cerca de 62 anos, se apodrou do reino. E por isso vemos, então, que aqui a dubilónia foi destruída pelos medas e em seguida pelos pérsars, e por isso vence que os medos e pérsars é parte da profecia, e, em ponto importante, por exemplo, sabemos a profecia de Círo, essa foi concrida, que era dessas dos medos, que permitiria que os judeus o tornassem júlis além e reconstruíssem um templo. Por exemplo, vocês também veem, durante esse período da história, a história de Esther, que demonstra a soberania de Deus pela prevenção do genocídio dos judeus durante o reino peça, e vence assim esta intervenção de Deus. Deste modo, este povo foi preservado para o comprimento profético da vinda de Cristo e o estabelecimento da igreja. Este povo judaico continuou, não foi eliminado, e assim continuou a reinar na área da terra prometida, e por isso vemos como Deus tem tido esta intervenção através desses reinos que têm, de influência profética até a vinda de Cristo.

Depois, foi Alexandre O Grande, que sucedeu e, com ele, a cultura grega se tornou predominante. Ele tomou este controle sobre a medepéria, em século de 1333 a.C., e este é o que o Daniel 32 está a referir-se, o seu ventre e as suas coxas. O Vê-se-O-Ventre e as suas coxas da bronze, Daniel 2.32.

Este Império grego, depois da morte de Alexandre, foi sucedido por quatro divisões, e as duas principais que vieram a sobreviver foram o Reino do Norte e o Reino do Sul. Para as lutas entre estes dois reinos, os do Norte e do Sul, estão descritas detalhadamente em Daniel 11. Recomendo que vocês vejam no nosso Diado Estudo Bíblico, o Médio Oriente, na profecia bíblica, que nas páginas 23 a 28 dá uma explicação detalhada de Daniel 11, do cumprimento da profecia de Daniel 11. O Reino do Norte veio a ter predominância, como lemos em Daniel 11, embora, ao tempo do fim, veste, vai ver, digamos assim, o reaparecimento do Reino do Sul. Ora, este Reino, digamos assim, do bronze ou do cobre, durou 260 a 300 anos e foi suplantado pelo quarto Reino. Para este Reino, foi o Reino de Ferro, que representava a dureza do Império Romano, que começou no ano 31 a.C., e que durou praticamente quase 500 anos, até o ano 477 a.C. Por isso, vemos que a babilônia, em somário, acerca do que isto significa, é que vemos que a babilônia representa a cabeça, a cabeça desta visão. Mas, como a cabeça, e como é ouro, representada em ouro, vê-se que este sistema financeiro e religioso continua ainda hoje e tem um impacto durador, tal como o ouro tem um impacto durador. Por isso, vemos que este sistema babilônica, esta religião babilônica, continua existindo, de uma maneira ou de outra. A babilônia, como uma poderosa cidade, vai ser uma cidade em que vão chorar e frontear os mercadores da Terra e têm operado até em almas humanas. E, como se fossem apocalipse capítulo 18, versículo 11 a 13. Vamos ver, então, apocalipse capítulo 18, versículo 11 a 13, falando desta babilônia.

Apocalipse 18, versículo 11 a 13. Vês assim e sobre ela choram e fronteiam os mercadores da Terra, porque já ninguém compra a sua mercadoria. Mercadoria do ouro, de prata, peras preciosas, de perlas, de linho, finíssimo, de pôrpura, de aceda, de escarlata, escarlata e toda a espécie de madeira. Odorifra, todo o género do objeto de marfim, toda a qualidade móvel de madeira, preciosíssima, de cobra, de ferro e de mármula. Canela de cheiro, especiarias, incênsulo, um gento, bálsamo, vinho, azeite, pôr de ferrinha, trigo, gado e oveiras. E cavalos de carros descrados e até almas humanas. Este foi o sistema que começou na Babilônia e que tem persistido e existe, ainda hoje, que ainda migrou, tentado migrar, andar de um para o outro até hoje, através de Roma. Ora, este sistema, o espírito deste sistema, digamos assim, este sistema tem sido o combustível do crescimento da Europa. Durante o período da era média e tem sido, através deste sistema, que a Europa se tornou uma grande, poderosa entidade e há muitas riquezas na Europa, que chamam riquezas antigas, existe isso muito na Europa, através deste sistema. E, durante os séculos, por causa deste sistema europeu, não só da Roma, não só deste governo europeu, mas também da religião predominante na Europa, deste pequeno chifre que mencionamos em Daniel 7 há pouco, este pequeno chifre, este pequeno chifre tem ficado a dominar e tem influenciado muito as nações europeias e muitas pessoas, muitos milhões de pessoas morreram na Europa por causa deste sistema, que tem persistido até hoje e que vai suscitar como um sistema muito forte. Sim, existe, mas não assim completa força, mas vai suscitar, vai aparecer de novo, com muita força, na cena mundial. Então, olhando a este gráfico que mostra o reinado dos reinos gentios, vemos que Daniel 2 está diretamente relacionado com Daniel 7. Por exemplo, em Daniel 7, B1 a 4, vamos ler aí, Daniel 7, B1 a 4.

Vemos, no primeiro ano do Bel Cesar, rei da Babilónia, teve Daniel um sonho de visões entre seus olhos, quando estava no seu leito, escreveu logo o sonho de relator a suma de todas as coisas. Falou de Daniel e disse, eu estava olhando durante a minha visão da noite, e os que os quatro ventos do céu agitavam o mar grande. Quatro animais grandes, diferentes uns dos outros, subiam do mar. São esses animais subindo do mar, são animais que subiu das nações, da agitação, do povo, de motinhos, de agitação.

E o primeiro era como um mião, e tinha asas de águia, enquanto eu olhava, foram-lhe arrancadas as asas, foi levantado da terra e posto em dois pés, como homem, e foi dadamente de homem. Este é comparado com a cabeça do ouro, Daniel um, é o primeiro reino. Depois, vemos no versículo 5 de Daniel 7, continuando a ler, continuei olhando e eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou sobre um dos seus lados, na boca entre os dentes trazia três costelas e lhe diziam, levanta devora muita carne.

Então, esse é esse urso relacionado com o peito e braços de prata, que representa este reino medo persa. Depois, no versículo 6, vemos, depois disso, continuei olhando e eis aqui outro, semelhante a um leopardo e tinha nas costas quatro asas de ave, tinha também este animal, quatro cabeças e lhe foi dado de mítio. Então, vemos que aí, que é o Alexandre Grande, que, como grande, rapidez, como se tivesse voar, conquistou várias nações. E quando, bem, isto representa o vento e os quadris de bronze, de Daniel 2, e que vemos também, tinha quatro cabeças.

Estas quatro cabeças foi que, quando ele morreu, Alexandre Grande, o reino foi dividido em quatro reinos, norte-sul, este e oeste. E estas quatro cabeças, com as outras duas cabeças do leão e do urso, fazem um total de seis cabeças. Daniel 7, então, vemos depois disto, eu continuava olhando nas visões da noite, e este aqui, o quarta-animal terrível, espantoso e sobremoto, um modo forte, o qual tinha grandes dentes de ferro.

Ele devorava e fazia em pedaços e pisava aos pés, o que se vejava era diferente de todos os animais que apareceram antes dele e tinha dez xifros. Então, vê-se que este é o quarta-animal terrível, assim torna-se, vejamos, assim, a sétima cabeça, que representa esta quarta-besta. Por isso, Daniel 7, estas quatro bestas, vemos aqui que tem que ter uma cabeça de leão, cabeça de urso, este, como no Ipad, tinha quatro cabeças, e esta tinha uma cabeça, fazendo um total de sete cabeças.

Neste governo, neste estado. E era forte como ferro, forte como ferro. Depois vemos aí que disto tem dez xifros, que representa dez ressoeções, ou dez vindas, porque esta besta, com sete cabeças e dez xifros, é relacionada com a besta de Apocalipse 13. Se fomos ver agora Apocalipse 13, versículo 1 e 2, e por isso é que eu disse que é importante manter a visão de Daniel 2, muito importante que abra chave ao entendimento das outras bestas que aparecem mais tarde, em Apocalipse.

Para ver daqui, em Daniel 13, versículo 1 e 2, vi emergir do mar, uma vez mais estas bestas imagens do mar. Uma besta que tinha dez xifros e sete cabeças, e sobre os xifros, dez diademas e sobre os cabeças, nomes de Bologifémia, a besta que vi era semelhante a Diopardo, com peixe como de urso, e boga como lião, e dele o dragão, o seu poder, o seu trono e granotrinar. Por isso, vence esta cedilhança desta besta de Apocalipse 13, com a besta de Daniel 7, e que é relacionada com Daniel 2.

Vemos que esta besta, em Apocalipse 13, teve uma ferida mortal. Vê-se em Apocalipse 13, versículo 3. Então, vi uma de suas cabeças como golpeada de morte. Mas, esta ferida mortal foi curada e toda a Terra se medilhou seguindo a besta. Vemos que esta ferida foi mortal, vamos ver isso no outro estudo bíblico, mas, neste momento, vamos ver aqui que esta besta teve uma ferida mortal, que representa, isso é, representando a queda do Império Romano no ano de 476 AD. Vemos aqui que, em Daniel 7, vamos então ver Daniel 7, versículo 8, em Daniel 7, versículo 8, porque vimos que esta besta de Apocalipse 13 é a mesma que estas sete cabeças de Daniel 7.

Mas, vemos aqui, em Daniel 7, versículo 8, Daniel 7, versículo 8, dizia que, estando em observar os chifres, eis, que entre eles subiu outro pequeno, um pequeno chifre, diante do qual três dos primeiros chifres foram arrancados, eis que neste chifre haviam olhos como os do homem e uma boca que falava com insolência.

Ou seja, uma boca que dizia mal dos santos e de Deus. Vejam também, no versículo 24 e 25, de Daniel 7, diz assim, profeirá palavras contra o Altíssimo, megorá os santos do Altíssimo, isto é este aqui no chifre, e cuidará de mudar os tempos e a lei. E sim, vimos que esta igreja, que assumiu, que sabemos que é a igreja católica, mudou, por exemplo, o sábado para o domingo, mudou os dias santos de Deus para dias pagãos, mudou, por exemplo, o páscoo do catorze para o domingo de páscoa.

E por isso vemos que cuidará de mudar os tempos e a lei, e os santos lhe serão entregues nas mãos. Falando a sério de mudar a lei, vocês forem ver os dez mandamentos de uma igreja católica, veem que mudaram, por exemplo, o primeiro e o segundo mandamento juntos, põe o sábado, se torna o terceiro mandamento em vez do quarto, e depois, no último mandamento, no décimo, amplificam isso em dois mandamentos, em Kubiseta, faz isso o 9º e o décimo mandamento. E os santos que mudaram a lei também, os tempos e a lei, isso é o que eles cuidaram em fazer, e isso é o que tem acontecido debaixo deste ensino desta igreja.

Continuando a ler aqui no V. 25, que os santos lhe serão entregues nas mãos por um tempo, dois tempos, imitado de um tempo. Por isso, vamos ver um bocadinho mais, em outra lição, não hoje, mas vamos ver um bocadinho mais, a seca desse período de tempos, tempos imitados de tempo, usual, a rara também.

Essa, então, é a igreja falsa, a mãe das prostitutas, que é mencionada na Apocalipse, vê-se que esta mulher, esta igreja falsa, que é uma mulher, aparece na cena, depois de arrancar os três primeiros chifres. E por isso vemos aqui que tem, aparece esta mulher dos carlatas, esta mulher aqui, este pequeno chifre, aparece depois de arrancar os primeiros três chifres aqui.

E esta mulher, por isso, esta mulher, por isso, é a besta a partir deste momento, só monta, a besta, é o que eu digo escrito, esta mulher, por isso, só monta a besta a partir deste momento. Porque não existia esta mulher, como digamos assim, a igreja católica.

A igreja católica romana e o papado, se o vieram existir mais tarde, como organização. E, debaixo disso, então, acabou por arrancar estes primeiros três chifres e, então, se estabeleceu como uma união com o governo romano. E por isso explica Apocalipse 17, porque esta mulher monta uma besta a partir daí. Diz assim, a mulher descarlata, em Apocalipse 7, monta uma besta. Mas essa é uma besta, porque esta mulher não montou uma besta antes disso, porque a mulher não existia, a igreja católica não existia antes disso.

Por isso, essa mulher, esta igreja católica, esta igreja católica romana, esta igreja, digamos, baseada da Europa, só está a montar governos a partir deste momento à frente.

Então, estamos agora a voltar ao onde deixamos na semana passada. Vimos que a cena no céu, que Jesus Cristo é quem tem o poder de abrir os sete celos neste livro, com sete celos neste programinho. Vimos que o primeiro céu era o cabalo branco. Vimos que muitos diriam enganar em nome de Jesus Cristo, que representa a religião falsa, neste caso, mais especificamente, a legião falsa, falsa, digamos assim, liberada pela igreja católica romana. Viz que muitos desses se disforçaram com a posta de Cristo. Vimos também que este cabaleiro tem montado o seu cabalo durante todas as eras, enfim, este cabalo tem, tem estado a cavalgar por aí e continuará cavalgando até esta igreja falsa ser deposta, até Satanás, ser deposta, até a Vila de Cristo, quando isto vai ser deposto. E por isso este selo, primeiro selo, o cavalo branco, ainda está a cavalgar. Depois vimos, e por isso é que eu tirei este desvio assim para explicar, há sete a destes, o que aconteceu com estas profecias de Daniel 2, Daniel 7 e Apocalipse 13, para ver que este pequeno chifre representa, esta igreja que se estabeleceu na Europa, a igreja católica. Esta região falsa, misturada com a besta governamental, que é uma combinação de duas bestas, uma besta religiosa e uma besta civil, estas duas trabalhando em conjunto causaram, não só, para a região falsa, mas causaram muitas guerras religiosas, muita fome do mundo, muitas doenças e a morte. E por isso é que vemos os outros celos, que representam a guerra, fome, doenças e a morte, os quatro celos do livro de Apocalipse, os quatro cabalos. É aqui, irmãos, não vou terminar hoje, porque eu queria dar simplesmente a cobrir o ponto para vermos como este selo branco veio existir em combinação com o governo mundial, para entendermos isto, e para vermos como esta falsa região, tem causado guerras, fome, doenças, morte, etc., que representam os outros, digamos assim, celos, os outros três celos do livro de Apocalipse, no capítulo 6. E que estes celos continuarão abertos, mesmo durante o período da grande tribulação. Mesmo para lá disso, porque uma vez que estão abertos continuam, e estes problemas vão continuar a existir até a vinda da Cristo.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).