A destruição da babilônia civil.
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Bem, bom dia, irmãos. Para falar um outro dia com o outro irmão. E eles disseram, mas por que que o irmão não diz boa noite? Bom dia, boa tarde, ou boa noite. Pronto, está tudo bem. Mas, queridos irmãos, então hoje estamos a continuar com o estudo bíblico número 27, do livro da Apocalypse. E, como minha prática dojo aumenta um pequeno somário, uma revisão breve, vemos como o João descreveu os acontecimentos à volta de Vingos de Cristo, até a última trombeta, abordamos isso, também abordamos as sete últimas pragas e no estudo passado estivemos a descrever a seca da destruição, o sistema religioso e governamental de Satanás. E, se for, começamos inicialmente a descrever Apocalypse 17, mas esta secção é de 17 a 19.
No Apocalypse 7, vimos a destruição da Babilônia, a Grande, isto é, a Mãe das Mutebrises, este sistema religioso e depois também vimos que está embriagada com o sangue dos Santos e das testemunhas de Jesus, isso vimos no versículo 6 da Apocalypse 7. E depois seguimos e vimos a identificação da Mulher e da Besta, no versículo 7 a 12. Viste que houve algumas perguntas, algumas pessoas que não entenderam tudo lá muito bem, eu decidi dar um género de uma revisão destes pontos.
E, por isso, é o que eu hoje vou fazer, vamos ver isto um pouco. Vamos começar, então, com a destruição da cidade da Grande Prostituta, isto é a Babilônia religiosa, e vamos, então, ver em Doutor Nómeon 17, versículo 6, diz que vi a Mulher embriagada do sangue dos Santos e do sangue das testemunhas de Jesus, e vendo-a, eu, maravilhei-me com grande admiração, admiração. Falámos que esta igreja está ativamente envolvida na perseguição dos verdadeiros cristãos, e vimos que essa não é simplesmente a Babilônia da Anticlidade, mas são as igrejas apóstatas cristãs de hoje em dia, porque vemos na secção de versículo 7 a 14, e no versículo 14 está a referir-se a que esses vão colugar contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos Sinors e o Rei dos Reis, no versículo 14. Por isso, estes vão estar a governar durante o período da vinda de Cristo. Em Apocalipse, versículo 7, começa a dizer assim ao anjo, porém me disseste, porque admiraste, dirte aí o mistério da mulher e da besta, que tem as certas cabeças e os dez xifres e que leva a mulher. Então, aqui está a dizer, no versículo 8, que a besta que viste era e não é, está para emergir do abismo. E eu mencionei, na semana passada, um estudo prévio, que isso aconteceu simplesmente num período, em que é muito específico em que essa era e não é.
E se vamos ver de novo, no versículo 10, daqui a pouco, diz das quais cairam 5 e 1 existe, é o mesmo contexto.
E depois vemos no versículo 9, que são sete montas, e sabemos que estas sete cabeças são sete montas, e na bíblia, o simbolismo de montes prefere-se de governos. E, como mencionei, quando li, há pouco, o versículo 8, a besta que viste era e não é, está para emergir, é semelhante ao versículo 10, que diz que cairam 5, 1 existe e o outro ainda não chegou. Não são contemporâneos, mencionei isso no estudo da semana passada, porém este facto perdura apenas por um certo período de tempo, e isso abordei, em maior detalhe, no estudo bíblico do livro Apocalipse, no estudo bíblico número 22. Agora, vejemos, então, isto, e estou agora a dar um género de revisão de assuntos que abordámos anteriormente, porque houve algumas perguntas na semana passada, e estou então a abordar e a juntar de novo Daniel 2, Daniel 7, Daniel 13 e Daniel 17, particularmente esses quatro. Em Daniel 2 vemos uma besta, e esta besta, aliás, é uma imagem que, em Daniel 2, representa, digamos assim, uma introdução, um capítulo chave para entendermos estes quatro capítulos, Daniel 2, Daniel 7, Daniel 13 e Daniel 17, Daniel 2 representa uma chave para entendermos estes outros três. E em Daniel 2 vemos que a cabeça de ouro, ou lemos aí em Daniel 2, Daniel 37 e Daniel 38, em que diz, Tu, o rei, és rei de reis, a quem o Deus do céu tem dado o reino, o poder, a força e a glória, e onde quer que habito em uns filhos de homens na tua mão, entregou os animais do campo e as águas do céu, e fez-se que rei nasce sobre todos eles, Tu és a cabeça do ouro.
O Império Caldeu, isto é, da Babilônia, é a cabeça e, dele, segue o resto do corpo desta estátua. Por isso, Babilônia representa a cabeça.
Essa Babilônia representa um sistema religioso e financeiro, está claro, governo civil e financeiro e religioso, que continua até hoje. E por isso tem um impacto duradouro como o ouro, desde os tempos da Babilônia. Desde os tempos da Babilônia, cerca de 600 anos antes de Cristo, quando esta visão foi dada a Daniel.
A Babilônia era, como vamos ler daqui a pouco, em Apocalypse 18, no ciclo 11. A trêles diz, era uma puderosa cidade, e sobre ela choram e planteiam os mercadores da Terra, e têm operado até almas humanas.
Quer dizer que, em escravidão, negócios de pessoas vendem e compram pessoas, e isso acontece hoje, irmãos. Muitos pessoas não sabem, mas esse negócio hoje em dia dizem que é maior que o negócio de traficantes de drogas. E esse sistema migrou e dura até hoje, e esse sistema começou na Babilônia, e através desta imagem, vê-se que esse sistema emigrou através do Roma até hoje. Por isso, o espírito deste sistema tem sido combustível, ou foi o combustível da Europa. Como a Europa veio a ser uma região muito poderosa, e durante os séculos, milhões e milhões de pessoas morreram na Europa por causa deste sistema babilónico, que tem persistido até a era moderna, e que logo o ressuscitará, como vamos ver.
Então, Daniel 2 está diretamente relacionado com Daniel 7. Vamos ver aqui Daniel 2, temos aqui a cabeça, que é a Babilônia, temos o peito e braços da prata, vemos o vento e quadrinhos de bronze, e as pernas da ferra. E está diretamente relacionado com a profecia de Daniel 7, que depois expande ou adiciona detalhes ao significado de Daniel 2. Por isso, Daniel 7, de B1 a 4, vê-se o leão, que representa a cabeça de ouro. Daniel 7, de B5, é o urso que representa o peito e os braços da prata. Daniel 7, de B5, Daniel 7, de B6, é o leopardo que representa o vento e os quadrinhos de bronze, da imagem de Daniel 2.
Aí vemos que, até aqui, temos um total de 6 cabeças em Daniel 7. Por que? Porque a besta, esta terceira besta tem 4 cabeças. Este leopardo tinha 4 cabeças, disse 4 cabeças aqui, 5 e 6, um total de 6 até aqui.
Ora, Daniel 7, um reciclo de 7, que é o quarto animal, é um animal terrível, que é a sétima cabeça forte como o ferro, que é alinhada diretamente a Daniel 2, às pernas de ferro. E esta é a sétima cabeça. Pois temos aqui uma, duas, mais quatro, seis, mais um, sete. A sétima cabeça deste governo, governo que procedeu da Babilônia.
Esta última besta tem 10 chifres, que são das resurreições deste governo, ou este governo representa o Império Romano, o Império Romano caiu, vai a ser destruído, e depois, dessa destruição, houve resurreições do Império Romano. Os primeiros três são os primeiros três chifres, e por isso, veja aqui, estas sete cabeças e dez chifres são o mesmo que é representado em Apocalipse 13, que é esta besta da Apocalipse 13, que tem sete cabeças, são estas sete cabeças, e os dez chifres, que são os dez chifres que se seguem aqui adiante. Veja esta corrolação. Por isso, Daniel 2 é chave para entendermos Daniel 7, e então Daniel 2 e Daniel 7 são chaves para entendermos Daniel 13.
E depois vemos que esta besta sofreu uma ferida mortal em Apocalipse 13, no ciclo 3, que representa a queda do Império Romano, este Império Romano que terminou aqui em 476 d.C., esta era corrente. Esta é a parte ocidental do Império. Não estou a falar da parte oriental do Império, do Império Romano, porque o Império Romano, pois também houve uma divisão oriental, mas essa não tem impacto significante aqui nestas profecias, porque a Igreja Católica, como vamos ver, tomou posse destas as ressurreições do Império Ocidental, das ressurreições do Império Romano.
Então, continuando agora, estamos aqui a ver que houve este pequeno chifre, este pequeno chifre, agora estou a mostrar aqui a parte de baixo, que mostrei nos slides anteriores, então, esta é Daniel 2, Daniel 7, e depois, a Apocalipse 13, a parte civil e a parte religiosa, e, e ver se que teve a ferida mortal, houve três chifres, a queda do Império Romano foi em 476, a era corrente, depois houve estes três chifres que foram destruídos sob a instrução do Papa, e completaram a era da transição, e estes três chifres foram os vândalos, os hérulos e os ostrogotos. Que, ponto interessante, é que estes três governos seguiam a ideia religiosa do arianismo.
A ideia religiosa do arianismo é uma ideia que diz que Cristo era um anjo. A Eureja Católica, que veio estabelecer, arrancou essa ideia religiosa e estabeleceu a ideia da trindade, em vez do arianismo. Não dizer que o arianismo estava correto e o trindade está incorreto, dizer que ambos estão incorretos. É não simplesmente ideias incorretas, mas uma venceu. A ideia da trindade venceu a ideia do arianismo. Uma vez mais, a ideia da trindade é que é um ser, mas são três pessoas, digamos assim, não só pessoa, e o arianismo era a ideia de que Jesus Cristo era um anjo legal. E, como disse, há bastante erradas, mas estes três xifres seguiam essa ideia do arianismo. Continuando aqui, vemos a Igreja Falsa, que é este pequeno chifre de Daniel 7, que representa este dragão cordeiro que apareceu em Daniel 13 e que representa a mulher da mulher da mulher. A mulher da mulher da mulher da mulher que apareceu em Daniel 13 e que representa a mulher de Escarlata que monta a besta em Daniel 17.
Continuando. Esta mulher aparece na cena depois de arrancar os três primeiros xifres. Tudo bem, já falávamos nisso. Por isso, esta mulher só monta a besta a partir deste momento na história. Por isso, a mulher que monta a besta não aparece a mulher montada sobre estes passos anteriores. Por isso, a mulher que monta a besta só demonstra a partir daqui adiante.
Esta mulher, de Escarlata, que monta a besta é a Igreja Capálica Romana e o Papado, que representa a imagem do governo imperial romano.
E por isso, essa explicação da Apocalipse 17 porque esta mulher só monta uma parte deste governo. Isto é, a partir daqui para baixo, a partir deste momento adiante. Uma vez que ela começa a existir, então, monta esse governo ali adiante.
Então, vemos aqui.
A história, talvez, mostrando um bocadinho, a maior detalhe. Nós estamos aqui, Daniel 2, que representava a cabeçador e essas partes, que explicamos como explica Daniel 7, já cobrimos isso. Depois, vimos Apocalipse 13, que tem a parte do governo, do Estado e a parte da Igreja. E, como vemos, vimos esta Apocalipse 13, que o Estado representava o Estado romano, mas que depois teve os seus xifros, que foram estas resurreições, que eram exatamente comparadas com Daniel 7. Então, este seria, destes 10 xifres, este é o primeiro dos restantes 7, porque três foram arrancados e, por isso, sobraram 7. Este é o primeiro dos restantes 7, isto é o quarto, este é o quinto, este é o sexto.
Este é o sete, este é o oitavo, este é o nono e este é o décimo. São os 10 xifres, mas este é o primeiro dos outros 7. E depois temos aqui a Igreja, que é o Cordeiro Dragão, que tem este controle, que fala com a Igreja, que é o Cordeiro Dragão, que tem este controle, que fala como, digamos assim, como um Cordeiro, mas é um Dragão, e que estabeleceu, em um período, que cobrinou, ou que montou, esta grande Babilônia. E vemos aqui o período das primeiras 5 xifras, que foi a restauração imperial, o reino de Carlos Magno, o Império Romano do Altão, a dinastia de Carlos da Áustria, e o governo que veio do Napoleão, e depois, essa foi terminado, e esse período, este período foi um período de 1260 anos, em que isto aconteceu, desde 554, até ao período aqui, em 1814, exatamente 1260 anos depois da ferida mortal ser curada, o Sacro Império Romano foi dissolvido, e assim fechou-se o governo datado desde Augusto César. Depois, durante o período da Segunda Guerra Mundial, foi quando a igreja veio entender este significado, por isso, nessa altura, não existia, como lembramos há pouco, em Daniel 17, e essa é a sexta cabeça, que foi montada pela mulher, isto é, o nono chifre, ou o sexto, do Justano Céquil, e por isso, vê-se aqui, que essa, hoje já não existe, porque isso existia no momento, mas o outro ainda não chegou, e hoje em dia estamos, neste período, no meio entre os dois, que vai subir do abismo, esta besta que vai subir do abismo, que vai aparecer, vai ser uma ressurreição do Império Romano, por dez ditadores, que vão dar o poder a um chefe delas, que o que é chamado, a besta. E, então, isso é comparado com os dez dedos dos pés, de Daniel 2, ou o décimo chifre de Daniel 7, ou, em A Coquilipse 13, também o décimo chifre, mas o séptimo e o último desses sete restantes, que tinham sobrevive aí.
E, por isso, esta é o que estamos à espera hoje em dia, que está breve a acontecer.
E, por isso, lemos aqui, em Apocalipse 19, versículo 6, e estive a rever isto, porque houve algumas perguntas na semana passada, então já abordei aqui, a estes pontos, o tec, e o versículo 10, e depois vemos no versículo 11, de Apocalipse 17, Apocalipse 7, versículo 11, que diz que a besta, que era e não é, também é ele o oitavo rei e procedo dos sete e caminho para a destruição. O oitavo rei, porque estes são estes sete que foram suscitados, mas representa daquela besta que teve uma ferida mortal, e, por isso, é o oitavo rei deste grupo. Os dez chifres, no entanto, são contemporâneos, porque diz aqui no século 12, os dez chifres que vistos são dez reis, os quais ainda não receberam reino, mas vão receber autoridade como reis com a besta durante uma hora, e, pois, lece no versículo 14, que diz, peligerão contra o cordeiro. Por isso, estes são contemporâneos ao período do fim, que ainda é por aparecer. Esses são também os dez, tênis dos pés de Daniel 2. Prit, se o vemos aqui, que é este grupo ainda a vir. Ficou o mundo só para mim, ou para os outros também? O seu som no mundo está chevando?
Então, vamos continuar.
Ora, os dez chifres são contemporâneos, e os já vimos, e esses vão dar o seu poder à besta.
Vão dar o seu poder à besta. Isso, veja-se no versículo 13, e existirão a vinda de Cristo. Por isso, são contemporâneos. Agora, vamos andar para a frente, porque, após a eliminação rogiosa da Babilônia, isto é, desta igreja que teve a sua destruição, das mãos da besta, agora vamos abordar Apocalipse 18, porque, uma vez que estou repetido, até aqui foi em modo de revisão, que trata Apocalipse 18, trata da força política. Isto é da força civil. Isto é política e financeira. política e financeira. É só política e financeira, civil. Da Babilônia, que também está destinada a ser destruída. Então, vamos ler Apocalipse 18, versículo 1. Isto, após destas coisas, vi do ser, do céu, o outro anjo, que tinha grande autoridade e a terra se iluminou com a sua glória.
Aqui vemos Apocalipse 18, versículo 1, depois destas coisas. É uma certa sequência, que está aqui. Depois da destruição do sistema religioso, é que vai haver a destruição do sistema civil.
Depois, vê-se aqui outro anjo. Por isso, é um anjo, ou outro anjo do mesmo género, que o anjo da Apocalipse 17, por ciclo 1, porque está a dizer que foi um dos sete anjos, por isso está, é um ser do género de anjo, não é, não é Jesus Cristo. Porque a razão que estou a dizer isto, é porque algumas pessoas, como disseram, não, este é Jesus Cristo, não, não é Jesus Cristo, é outro anjo. É outro anjo que tem grande autoridade, que Deus deu ele grande autoridade, mas não é Jesus Cristo. E depois lê-se no versículo 2 e 3. Então, exclamou com um potente voz, dizendo, caiu, caiu! A grande babilônia, isso tornou-me morada de demônios, covido de toda a espécie de Espírito e Mundo, escondorizo de todo o género de ave e munda, e de estado. Esta, que vence aqui, que é, caiu, caiu! Dizendo a palavra duas vezes, um dos possíveis significados, e é correto, claro, mas tem outro significado, que vamos ver, a possibilidade, que vamos ver no momento, mas aqui é que é finalidade. É finalidade. Outro significado seria que caiu a antiga babilônia, a babilônia da Antiquidade, e esta nova babilônia, que tem continuada a existir de várias formas, finalmente vai cair, caiu de novo, mas também pode ser, representando um significado religioso e civil. Caiu o sistema religioso, e caiu o sistema civil.
E depois diz aí, toda a espécie de Espírito e Mundo, escondorizo de todo o género de ave e munda, e de destável. Por isso todo o género de demônios, e várias autoridades, e vários tipos de demônios, e várias maneiras que se representam, e de tudo, que diz aqui, representando para Espíritos e Mundos, e aves e mundas, e de destáveis, representa várias representações de mônica, de sistema e mundo. Todo esse género existia, ou tinha, digamos assim, esconderijo, lugar para esconderem, nesta babilônia humana, ambas civil e religiosa, e então isto finalmente caiu. Ora, ve-se também, no versículo 3, diz, todas as nações têm bebido de vinho do foror da sua constituição. As nações se enriqueceram deste sistema político, e com elas se prostituíram os reis da terra, também os marcadores da terra se enriquecem à costa da sua luxúria, do seu luxo das suas britesas. Cris e mãos, é bem possível, e eu acho que estamos a ver agora, eu acho, é a minha opinião, estou a dizer, é a minha especulação, mas acho que estamos a ver agora os passos do estabelecimento deste sistema mundial. E este sistema mundial, pode-se ver nas reuniões de Davos, e que se chamam este Great Recete, este grande reinício do capitalismo, que estão a falar, dizer, vamos construir coisas de novo, e que vão por dinheiro como, usar dinheiro e quem vai ficar rico com isto vão ser os ricos. É simplesmente aqueles ricos vão ficar mais ricos. De baixo das desculpas a dizer que estamos a tomar conta do povo e fazer isto para o povo, quem vai ficar rico, é os ricos.
A uns dias atrás, o presidente dos Estados Unidos deu um discurso dar trilhões de dólares, entre três atividades que ele fez nos últimos 100 dias, já após na mesa, seis trilhões de dólares. Que vai pôr este país em dívida enorme, que isto demora uns anos, mas daqui a uns anos, as pessoas vão ter que pagar esta despesa e não existe, não há alinhado. Vai ver uma desvalorização enorme do dólar, vai ver uma completa caos por causa disso, mas o que estão a fazer é tudo de acordo com este plano de Davos, que várias empresas mundiais e vários governos estão a fazer o que chamam este grande reinício do capitalismo. Então, usar palavras como a inglês dizem a palavra Build Back Beira, construir de novo melhor. Não sei o que termos que vão usar em português, mas vão ouvir termos desse género, ou reconstruir de novo. Criz e mãos, isto é simplesmente um aumento, uma criação deste sistema. Como eu disse, não estou a especular, mas é deste sistema desta babilônia mundial que está a se formar e que vai precisar de países como a China, como a Rússia e como os Estados Unidos para estar envolvidos nisso. E por isso está este desenvolvimento. Isto vai crescer numa coisa mundial, enorme. De capitalismo, de abusos, de crimes, de ricos ficarem mais ricos. Vai ser uma coisa terrible, irmãos. Vai ser uma coisa terrible. Estamos a ver isso que está a acontecer. E por isso, lê-se aqui, em Apocalipse 18, versículo 4-5, diz, ouviu outra voz do céu dizendo, retira-os dela. Povo meu, não ser das complices em seus pecados e para não te participares dos seus flagelos, porque seus pecados se acumulam até o céu e Deus se lembrou dos seus actos inicos que ela praticou.
Irmãos, isto vai ser uma coisa tão grande, mundial, que vai estabelecer e, uma vez que seja estabelecida, vai virar e vai destruir os Estados Unidos da América, como vimos isso em outras escrituras, outras profecias. Vejam-me, por exemplo, aqui em Jeremias capítulo 50. Jeremias capítulo 50, versículo 8. Jeremias capítulo 50, versículo 8. Há muitas escrituras, ou versículos, acerca da cara da Babylonia, mas simplesmente quero mostrar algumas, não muitas, mas algumas, Jeremias 50, versículo 8. Fugido meio da Babylonia e saída terra dos caldeus, sede como os bodas que vão adiante do Rebanio. Sim, é sábio, sai destas coisas, sai das coisas, não estejas envolvido com outro Rebanio que está misturado com a Babylonia. Sai da Babylonia. Vejam também, no capítulo 51, no capítulo 51 de Jeremias, versículo 6 a 7, dizem, fugido meio da Babylonia e cada um salva sua vida, não por saís na sua maldade, porque é tempo da vingança do Senhor, Ele liderá a sua paga. Vai haver uma retribuição e vai ser castigada. No século 7, a Babylonia era um copo do ouro na mão do Senhor, o qual embriagava a toda a terra. E o Seu vinho beberam as nações e, por isso, enlouqueceram. O Seu vinho da riqueza, da luxúria, do luxo, dos seus abusos de coisas. Vejam no século 44, do mesmo capítulo 44 e 45. Castigarei a Bel na Babylonia e farei que lance de sua boca o que havia tragado, e nunca mais concorrerão a Elas Nações. Também o muro de Babylonia caiu. Saí de uma ir dela ao povo meu e salve cada um a sua vida do brazume, da ira do Senhor. Deus vai destruir a Babylonia.
Isto é semelhante, irmãos, à instrução que Ló recebeu para sair do Sodoma. Vejam em Génacias capítulo 19. Génacias capítulo 19, versículo 15 a 22.
Ao amanecer, apertaram os anjos com Ló dizendo-lhe, Toma a tua mulher e as suas duas filhas, que aqui se encontram para que não pareças no castigo da cidade. Compurem-se de morar-se, pegaram-lhe os homens pela mão, a ele, a sua mulher e as duas filhas, sendo-lhe o Senhor misericulioso e o tiraram e o puseram fora da cidade. A vendo-os levado fora disse um deles, livre-te, salva a tua vida, não olhes para trás, nem pares em toda a campina. Foge para o mundo, para que não pareças. Por si, com sorte, responde-os-lhe lá, assim não, Senhor meu, eis que o teu servo achou a mercer diante-te e a engredecer-te a tua misericórdia, que me mostraste, salvando-me a vida, não posso escapar no mundo, pois eu sei o que o mal me empenhe e eu morra, eis ali uma cidade perto para a qual eu posso fugir e a pequena, permite que a fuja para lá, a preventura, não é pequena, e nela liderá-me a alma. E então ele disse, apressa-te e foge, mas aqui está o ponto, que temos de sair desta babilônia, temos de sair desta babilônia. E por isso continuando, então, em Apocalipse 18, no ciclo 5, o Dê-lo no ciclo 5 de novo, por que os seus pecados acumularam até ao céu, e Deus se lembrou dos atos inicos que ela praticou. A palavra acumularam é interessante, porque a palavra acumularam é do Ibraico Folaou 2853, quer dizer, colaram, quer dizer, posaram em cima do outro e colaram como cimento antijolos.
Usaram estes cimentos, estes blocos e colaram um a um os outros como cimento, como fizeram, vejam, em Gênesas capítulo 11, versículo 5 a 9. Diz assim, então, diz o Senhor para ver a cidade, que os filhos dos homens significavam, e o Senhor diz, eis que o povo é um e todos têm a mesma linguagem, isto é apenas o começo, mas agora não haverá restrição para tudo o que intentam fazer. Vindo, decemos e confundamos ali a sua linguagem, para que o Senhor se ajude a se sentir, para que o Senhor os dispessou da Lí, pelo surpresa da Terra, e se cessaram de edificar a cidade. Estavam a fazer este torro de Babel, e estavam a usar tijolos e construir um em cima do outro, fazendo tijolos. Chamos-se, por isso, o nome Babel, porque ali confundiu o Senhor a linguagem de toda a Terra. O Senhor, de Babel, disse que o Senhor estava a fazer, e confundiu o Senhor a linguagem de toda a Terra, e da Deus o Senhor os dispessou por toda a superfície da Terra. E a vez este espírito, este conceito humano que acumulou, podemos aqui, em Apocalipse 18, por 5,5, que os pecados foram acumulados, como esta construção desta cidade, os pecados se acumularam até o céu, tal como a torna de Babel, que queriam que chegasse ao céu. E Deus se lembrou dos atos initos, dicos que ela praticou. Ora, continuando, vemos então, no ciclo 6 a 8.
E daí, dali em retribuição, como também ela retribuiu, pagalhe em dobro, segundo as suas obras, e no calo sem que ela mistrou bebidas, misturá-la e dobrado para ela. O quanto assim mesmo se gloriou e viveu em luxúria, dali é igual à medida, tormento e pranto, porque diz que consigo mesmo, estou sentada como reiinha. Vívara não sou, pranto nunca é dever, é como aquela atitude de lado-seia, estou rico, não é? Por isso, em um só dia sobrevivirão os seus flagelos, morte, pranto e fome, e será consumido no fogo, porque poderoso é o Senhor Deus que a julgou. Por isso, vai haver uma retribuição, e o poder dela não se compara com o poder de Deus, não se compara. Veja também aqui, no versículo 8, que diz, em um só dia. Em grego começa esta frase, com um só dia. Ora, isto é semelhante, em princípio aqui, é Daniel 5, versículo 1 a 5. Vejamos então Daniel 5, versículo 1 a 5.
Daniel 5, versículo 1 a 5.
O rei Balçazar deu um grande baquete a mil dos seus gramas, e bebê o vinho na presença dos mil. Enquanto Balçazar bebia e apreciava o vinho, mandou trazer os utensílios do ouro e da prata, que na boca do nozar, seu pai quedara do templo, que estava em Jerusalém, para que nele os bebessem o rei e os seus grandes e os seus mulheres, e concubinas. Então trouxeram os utensílios do ouro, foram tirados no templo na casa de Deus, que estava em Jerusalém, e beberam neles o rei, os seus grandes e as suas mulheres, e concubinas. Feberam o vinho e deram alvoros aos deuses do ouro, da prata, de bronzo, de ferro, de madeira, de pedra. Vê-se aí, continuando no mesmo instante, no mesmo instante, naquele momento, apareceram os dedos de mão do homem, e escreveram de fronte do candeiro, na caedura da parede do Palácio de Real.
E o rei via os dedos que estavam escrevendo. Então, continuam um bocadinho mais adiante, no veículo 10. Então, veio a rei-a-mãe, porque o rei ficou muito preocupado, então, o rei-a-mãe veio por causa do que havia acontecido ao rei, e aos seus grandes, e entrou na casa do banquete e disse, o rei, vive eternamente, não deturbe-a-se aos seus pensamentos, nem se tume o teu semblante. Há no teu rei, no homem que tem os Espíritos de Deus Santos, nos dias de teu pai se achou-ne a luz, e em pregência, e sabedoria como a sabedoria dos deuses. Teu pai, o rei na bocuda do nosso or, sim, teu pai, o rei, o constituí-o-chefe dos magos, dos encantadores, dos caldeus e dos feitiçados. Por quanto, o Espírito é excelente, conhecimento, incrigência, interpretação dos olhos, de gloração de inimigos e solução de casos difíceis que acharam deste Daniel. A quem o rei posera o nome del César, chame-se, pois, a Daniel, e ele dará a interpretação. E, pois, vê-se no reciclo 25. Então, da parte dele foi enviada a a gente, a gente, a gente, a gente, a gente dele foi enviada a, aqui, Danielas, a explicar, a, a, a, descrever, foi enviada da, aquela mão que trouxe esta escritura. Esta, pois, é escritura que se traçou Manny, Manny, Takell e Parsim. Esta é a interpretação daquilo. Manny contou o Deus, o Teu reino e deu o cabo dele, Takell, pesado o força na balança e achado a infalta, e Pérez, dividido foi o Teu reino e dado aos médios e aos pérsas.
Então, mandou Bel-Sazar, que vestissem Daniela de Cúrpura, e posessam cadeia de ouro ao pescoço, e programassem que passaria a ser o terceiro do Governo do Seu reino, do Seu reino. Naquela mesma noite, foi morto Bel-Sazar, rei dos Caldeuses, naquela mesma noite, em um só dia, naquela mesma noite, foi imediato. E Daniel, o médio, com cerca de 62 anos, se o pudrou do reino. Por isso, a cada da Babilônia aconteceu num dia a pouco, repentinamente, em um só dia. E a mesma coisa aqui que estamos a ler, em Apocalipse 18, em um só dia, como lemos no século 8, sobrevirão os seus plagealos, morto, perante e fome, e será consumida de fogo, será completamente destruída.
Vamos então no século 9 e 10. Ora chorarão e se lamentarão sobre ela os reis da terra, que com elas se prostituíram e viveram em luxúria, quando virem a fumaçaira do seu incêndio, e, constrovando-se de longe, pelo medo do seu tormento, dizem, Ai, ai, tu grande cidade, Babilônia, tu poderosa cidade, pois, em só uma hora, chegou o teu juízo. Então, estes governantes, estes pessoas que estavam a admirar, os admiradores, estes governantes, os reis da terra e os que com elas se prostituíram e viveram em luxúria, essas pessoas importantes, estes ricos, este sistema governamental e esse sistema financeiro, choraram por causa desta destruição deste sistema financeiro e governamental mundial. Um bom interessante aqui, é que, na ovelamentação, quando a mulher foi destruída em Apocalypse 17, na ovelamentação neste período. Continuando, vamos agora ler a Isaías 13, por ciclo 6, porque esta destruição vai ser durante o período do Dio do Senhor. Eu já descobri isso previamente, que este período é o último ano que vai ser destruído durante este período deste ano. Vai ser destruído em várias fases, vários castigos e várias, digamos assim, essas sete trombetas e finalmente os sete últimos flagelos. Então, Isaías 13, Isaías 13, por ciclo 6.
O Ibai, pois está perto o Dio do Senhor, vem do todo poderoso como a solução. E aí, que vem o Dio do Senhor, Dia cruel, com ira e ardente furore, para converter a terra em insulação e dela destruir os pecadores. Também vimos, irmãos, em estudos de prédios que houve uma proteção daqueles que durante o período da grande tributação se arrependeram. Uma grande multidão de pessoas, abrigamos, eles estão protegidos, por isso é que diz é destruir os pecadores, que os outros vão estar protegidos. Prociso 10. Por que as estrelas e constelações dos céus não darão a sua luz, o sol logo ao nascer se escursará e a luz não fará para esplencear a sua luz.
Isso é o sinal celestio que acontece depois. No ver ciclo 11. Castiguei o mundo por causa da sua maldade e os proversos. Por causa da sua iniquidade, farei-se acessar a arrogância dos atrevidos e abaterei a soberba dos violentos. Por isso, vei-se que é este período do Senhor, esta sete.
São Berdas. Leandro, querido e mais adiante do ciclo 19. Babilónia, a joia dos reinos, glória e orgulho dos Caldeus, será como Sadoama e Gomorra, quando Deus as transformou. Nunca jamais será habitada. Ninguém morará nela de geração em geração. O Orábia não armará ali a sua tenda. Nem tão pouco os pastores farão ali deitar os seus robanhos. Note que este reciclo 20 começa com nunca jamais será habitado. Vamos ver a repetição dessa palavra jamais, nunca jamais, a ser repetida em Apocalipse de Soto.
Reciclo 21. Porém nela, as férias do deserto repousarão e as suas casas se encherão de cruzes. Ali habitarão as avestruzes e os sátiros, pularão ali. As gienas, o ivarão nos seus castelos, os chacais, nos seus palaces de prazer, está prestes a chegar o seu tempo. E os seus dias não se prolongarão. Esta destruição, por isso, deste sistema civil, vai ser durante este período do dia do Senhor. Concluindo a continuada, então, em Apocalipse 18, Reciclo 11 a 19. Apocalipse 18, Reciclo 11 a 19. E vê-se a alimentação dos mercadores. Como dizem aqui, e sobre elas, que xoram e pranteiam os mercadores da Terra. Ora, agora não é só os reis e os governantes, mas é a alimentação dos negociantes.
Desta secção de 11 a 19. A alimentação desses negociantes, sendo essas empresas mundiais, dessas pessoas que estão a ganhar dinheiro deste sistema da Babylonia. Diz assim os mercadores da Terra, porque já ninguém compra a sua mercadoria. Porque vai haver, digamos assim, um desastre financeiro e isto vai cair. Vejam continuar a ler no Reciclo 12 e 13. A gente tem uma mercadoria de ouro, de prata, de perlas preciosas, de perlas de linho finíssimo, de púrpura, de sede, de escarlato.
Vejam-se aqui que é de materiais, vários materiais para fazer coisas de pedras preciosas. Antigamente, pedras preciosas seriam, por exemplo, ouro e prata e essas. Mas hoje em dia, pedras preciosas são os minerais raros que fazem coisas para computadores, e esses minerais muito caros e muito especiais, que também isso incluem.
Essa mercadoria desses materiais, coisas que fazem essas coisas técnicas, de linho finíssimo, de púrpura, de sede, de escarlato. Estas são essas coisas de riqueza. Por isso, estamos a ver aqui este caráter econômico da Babylonia, que é indicado com esta riqueza, com estas coisas que várias coisas têm muito dinheiro.
Vejam mais ainda. E toda a espécie de madeira, ou do rifra, e todo o género do objeto de merfinho, toda a qualidade móvel de madeira, por siosíssima, de bronze, de ferro, de marmo. Quer dizer, coisas são preciosas hoje em dia. Talvez sejam coisas técnicas, coisas de computadores, e certa técnica moderna. E isto traz às pessoas muito dinheiro e ganha muito dinheiro com isso. E depois diz também, a de canela de cheiro, especiarias, incenso, o gen, o gento, a bálsamo, vinho, azeite, flor de farinha, trigo, gado e oveias. Vamos falar aqui de bastante riqueza, bastante comida, bastante riqueza. E de cavalos e de carros.
E de carros está a falar aqui, de meios de transporte modernos, está claro. E de escravos e até almas humanas. Os irmãos, um dos negócios maiores do mundo hoje em dia, mais do que o que eu me ensinei há pouco, de traficantes de drogas, é de tráfico de pessoas. Por exemplo, vender mulheres para prostituição, em coisas de género. Chronografia e coisas de género. Muitos são escravos desses sistemas. Pessoas que são pagas e pagam para ir para um outro país e depois tornam escravos dessas pessoas, por que têm que pagar de volta. E coisas desse género. Irmãos, há uma corrupção enorme, que nem começamos a entender, está a frente dos nossos olhos, não está fechado como que não vemos.
Mas há uma grande, grande tipo de preversão humana hoje em dia, que as pessoas não é reconheçada. E vejam no versículo 14, o fruto sazonado que a tua alma tanto aperteceu, estes desejos, esta cubiça, esta cubiça de coisas, que a tua alma tanto aperteceu e se apartou de ti e para ti se extinguiu tudo que é delicado e esplêndido e nunca jamais serão achados. Aqui é a primeira vez que a palavra jamais aparece neste capítulo 18. Vamos ver mais vezes, mas simplesmente mencionar que é a primeira vez que mencionar aqui, nunca jamais serão achados. Está aqui a falar destas cubiças de coisas. Vejam, por exemplo, em Mateus capítulo 6, versículo 19 a 21.
Assim, que não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem que roem e onde ladrões escavam e roubam, mas juntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem que roem e onde ladrões não escavam nem roubam. Porque onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração. E o coração destas pessoas, na Babilônia, está em coisas. O Deus delas é coisas. Ela o chura, é uma idulatria. E depois continuando a ler no versículo 15 os mercadores dessas coisas que por meio delas se enriqueceram, conservar-se-ão.
Desculpe, perdeu o caminho. Os mercadores dessas coisas que por meio delas se enriqueceram, conservar-se-ão.
Desculpe, perdeu o caminho. Por sírilo 15.
Os mercadores dessas coisas que por meio delas se enriqueceram, conservar-se-ão, de longe, dormendo no seu tromento, chorando e ranteando.
Dizendo, ai, ai da grande cidade que estava vestida de clíneo finíssimo, de púrcura, de scarlete, adornado de ouro, de pelas preciosas e de perlas, por quem só uma hora ficou devastada também a riqueza. Todo piloto, todo aquele que navega livremente, marinhheiros, e quando ladoam no mar, conservam-se, conservaram-se de longe. Então, vendo a fumaçaira do seu incêndio e gritavam, que cidade se compara a grande cidade. Que sistema de negócio, este que era tão grande como caiu, do dia para o outro, caiu, sistema de negócio, finanças e do governo mundial caiu, do momento para o outro.
Lançaram pó sobre a cabeça, chorando e ranteando, gritavam, ai, ai da grande cidade. Na qual se eliquceram todos que possuíam navios no mar, à costa da sua apolência, por quem só uma hora foi devastada. Vai ser destruída, no momento, esta da bilônia, este sistema civil, político e financeiro. Então, no versículo 20, Lessa.
A querer servir Cristo, esforçando-nos tanto quanto possível e vemos essas coisas neste mundo, e vemos tanto sofrimento, vemos pessoas com grandes dificuldades, a serem muito magoadas, grandes dificuldades. Por isso, vemos este sistema e diz assim, exaltar-se sobre ela, porque Deus contra ela julgou a vossa causa. Vai haver uma completa destruição da ba bilônia, e é o que se vê nos quatro versículos finais desta seção. Então, um anjo forte levantou uma pedra como grande pedra de moínio e arrojou a paradembro do mar, dizendo assim como índito, será arrojada a ba bilônia, a grande cidade, e nunca jamais. Será achada a segunda vez que a palavra jamais aparece. E voz de rapistas, de músicos, educadores, de flauters e de clarins, jamais em ti, terceira vez, se ouvirá. Não é difícil qualquer arte, quarta vez, jamais em ti, se achará. E nunca jamais, quinta vez, jamais em ti, se ouvirá o ruído da pedra de moínio, o ciclo 23. Também jamais em ti, sexta vez, brilhará a luz de Candéia, nem voz de Noivo ou de Noivo. Sétima vez, jamais em ti, se ouvirá, pois os teus marcadores foram os grandes da terra, por que todas as nações foram produzidas pela tua feiticearia. Vejamos esta palavra aqui, sete vezes, que representa completamente, completamente destruída. Jamais se achará de Novo, jamais existirá. Sete vezes, e jamais se verá. Sete vezes. E, por seguir o vinicuado, em Nela se achou o sonho do profeta, de Santos e de todos os que foram mortos sobre a terra. Este sistema civil vai ser destruído, este sistema financeiro vai ser destruído. E também vimos, e será depois, do sistema religioso ter sido destruído. Então vemos esta igreja que unificou o mundo civil e um governo e mercado mundial que foi formado e que está a ser formado. Acho eu agora, estamos a ver esta formação deste sistema de negócio mundial. Querida vai demorar uns anos, irmãos. Vai demorar, não sei quantos anos, mas talvez mais alguns anos. A se estabelecer. Esses vão ser completamente destruídos. Então, irmãos, esta é a conclusão do meu estudo hoje.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).