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Bom dia, a boa tarde, queridos irmãos, aqui, a Jorge Câmiz, falando-vos de Cincinnati. As primeiras hipístolas que Paulo escreveu foram as hipístolas aos de Salonim de Censas. Neste estudo, vamos estudar a primeira carta aos de Salonim de Censas. Durado o início da sua viagem de Paulo, depois de ele se ter separado de Barnabé, ele escolheu Timóteo como seu companheiro de viagem. Podemos ver isso em Atos 16, versículo 1 a 3. Fejam comigo que se faça voo brevemente. Atos 16, versículo 1 a 3. Diz assim, chegou também a Derbi e a Lístra, havia ali um discípulo chamado Timóteo, filho de uma judia crente, mas de pai grego. De ele dava um bom testemunho aos irmãos em Lístra e em Córnio. Que is Paulo que ele fosse em sua companhia? E, por isso, vê-se que Paulo decidiu que Timóteo devia ir com ele na sua viagem. E, por isso, circuncindou-o. Aqui está um ponto interessante, queres irmãos. Notem que esta resolução de circuncidar o Timóteo foi praticamente um ano. Depois da resolução de Atos 15, na qual tinha sido concluído, ou concordado, que a circuncidão não era necessária para a salvação. Pois a conclusão dessa reunião foi que os gentios não precisavam de observar as leis cerimoniais e de purificação, as quais eram concentradas às várias cerimónias do templo, dos sacerdócios e dos sacrificios do templo. E essas leis está claro, como hoje em dia compreendemos, apontam, ou apontavam e apontam para o sacrifício de Jesus Cristo, para o sacerdócio de Jesus Cristo. E que a justificação é por Jesus Cristo e este era simplesmente pontos de educação, digamos assim, para nos ajudar a ver este princípio para nos apontar a Cristo.
Como sabemos também, a decisão de Atos 15, nesta decisão, não houve nenhuma alteração das leis morais, não houve nenhuma alteração no decálogo, isto era, nas leis de Deus. Mas as leis que estava a falar, as leis adicionadas, as leis de cerimoniais e de purificação, incluindo a circuncisão, mas particularmente as leis de cerimoniais tinham sido adicionadas por causa de transgressões, como podem lerem galatas 2-19. Mas aqui vemos, queridos irmãos, quando estamos a ler aqui em Atos 16, vemos que Timóteo foi circuncisado por Paulo, obviamente porque era filho de uma judia, e Deus ia usar Timóteo também com o judeus.
Por isso não foi uma questão de salvação, mas uma questão que diz aqui circuncidou por causa dos judeus, daqueles lugares, pois todos sabiam que seu pai era grego. Sim, todos sabiam, por isso que ele era grego pelo pai, mas, por outro lado, pela mãe era judeu, e por isso, por causa dessa descendência, Paulo viu que seria necessário circuncindar.
Timóteo e Maspaulo estavam como missão, depois da reunião de Atos 15, de ir pregar ao mundo dos judeus que a circuncisão não era necessária para a salvação. Bem, então aqui vemos que Timóteo tornou-se um companheiro de viagem de Paulo. Depois lê-se em Atos 17, que chegaram à Tessalónica e ir pregaram no sábado. Vejam aqui em Atos 17, versículo 1 e 2.
Diz assim, tento passar por Anfipolis e Apolónia, chegaram à Tessalónica, onde havia uma sinagoga de judeus. Paulo, segundo o seu costume, vemos aqui depois de Atos 15, o seu costume foi procurá-los e por três sábados arrasou com eles, acerca das escrituras.
Por isso, vemos aqui que, então, foi à Tessalónica e aí foi aí, nessa altura, então, que a igreja em Tessalónica foi, digamos assim, fundada. Continuando, então, no versículo 4, diz assim, alguns delas, estados judeus, foram persuadidos e unidos a Paulo e Silas, bem como, numerosa multidão de gregos, piadosos e muitas distintas mulheres. Por isso, aqui, vê-se que, além de Timóteo, Silas estava com Paulo ou Silvânio, como é escrito em outros locales, e, então, no versículo 10, diz assim. E logo durante o ano de noite, os irmãos aviaram Paulo e Silas para a Breia, porque vemos aqui que houve este caso, que lemos aqui nos versículos 5, 6 e 7, em que foram acusados, de que Paulo foi acusado, estava a afrimar ser Jesus ou Torreia contra o César.
E, por isso, houve uma grande multidão e uma grande confusão, e, digamos assim, perseguição, e, por isso, Paulo, os irmãos, enviaram Paulo e Silas para a Breia. E, depois, diz assim, no versículo 14, então, os irmãos promoveram-se, ainda tensa, a partir de Paulo, para os lados do mar, porém Silas e Timóteo continuaram ali, e foram, isto é, continuaram de volta na Salônica.
No versículo 15 e 16, diz assim, enquanto Paulo esperava em Atenas, então, depois Paulo foi para Atenas e esperava por Silas e por Timóteo. Vê-se por isso que Paulo, então, foi para Atenas. Depois, mais tarde, ele decidiu, pelo que vemos, enviar Timóteo de volta à Salônica. Veja, aqui, se faz favor, no primeiro livro dos de Salônica. Vemos, aqui, primeiro livro de Salônica. Capítulo 3, versículo 1 e 2. Pelo que não puder suportar mais o cuidado por vós, pareceu-nos bem ficar sozinhos em Atenas.
Isto é dado a impressão que o Timóteo e o Silas voltaram a Atenas, mas depois, tendo ouvindo que se passava na Salônica, suportaram que, pelo cuidado deles, pareçam-nos bem ficar o Paulo sozinhos em Atenas, e, por isso, parece que os enviou de volta, pelo menos, Timóteo de volta à Salônica. Veja, sim, em versículo 3. Continuamos, continuamos para dar um versículo 2. Enviámos nosso irmão, Timóteo, sim, enviaram, que, a primeira vez, tinha ficado lá. Agora, ele voltou.
E agora, enviaram de volta. Enviámos nosso irmão, Timóteo, ministro de Deus, no evangelho de Cristo, para em benefício da Vossa fé, confrimar-vos e exortar-vos, dar-vos mais coragem, porque tinham a ter certa perseguição. Versículo 3. A fim de que ninguém se inquieta com estas tribulações, porque tinham estas tribulações, porque vos mesmos sabéis que estamos designados para isto. Aqui, então, é um ponto importante, queres irmãos. Nós estamos designados para sermos perseguidos, para ver perseguições a nós como chamados na Igreja de Deus.
É uma coisa muito triste, muito triste, que conhecemos, mas como irmãos de Cristo. Cristo foi perseguido, houve polêmicas acerca de Cristo e até, ao fim de contas, acabaram por o matar. Mas houve polêmicas, houve dificuldades, houve perseguições à volta de Cristo. E diz assim, ninguém se inquieta com estas tribulações, porque vos mesmos sabéis que estamos designados para isto. Infelizmente vivemos no mundo em que Satanás é o rei e, por isso, quando estamos a pregar o Evangelho de Deus, há sempre pessoas que, às vezes, com muita sinceridade, não todos é que não sejam sinceras, mas que vão fazer perseguições à Igreja.
E, por isso, pois Paulo saiu da tênis para Coríntio e, depois, Timóteo veio de Salonónica, assim como Silas de Atenas da Macedónia, e vemos aqui, em primeiro, que Saloní-i-sense. Capítulo 3, versículo 6, agora porém, com o regresso de Timóteo, isto é, eles mandaram o Timóteo de volta, Paulo, quando estava em Atenas, matou o Timóteo de volta, e, depois, o Timóteo voltou. O que ocorre, regressa-se, Timóteo, vindo do vosso meio, trazendo-os boas notícias, etc., etc. Veis aqui, depois que Timóteo voltou de Tassalonica, trouxe notícias de Tassalonica, dizer, guardais gratis de imbrança de nós, de Jânio Mui de Vernos, como aliás, também, nós, a voz, e, quer dizer, trouxe boas notícias de Tassalonica.
E, por isso, então, Paulo escreveu esta carta, escreveu a carta dos primeiros salumicenses. Vigemos, então, voltando assim, a Atos capítulo 18, Atos capítulo 18, por ciclo 5. Quando Silas e Timóteo desceram de Macedónia, esse aqui, a Atos 18, 5, isto é, quando Silas e Timóteo voltaram de Macedónia, Paulo, então, estava em Coríntio. Foi aí que ele escreveu o de Silas e Timóteo, estava em Coríntio, quando Silas e Timóteo voltaram, como lemos em primeiro Silas e Timóteo 3, versículo 6.
Então Paulo se entrogou totalmente à palavra, dismonhando aos judeus que o Cristo, isto é, que o Messias é Jesus. E, então, vê-se assim que Paulo, depois disso, vê-se que esteve um período em Coríntios, de cerca de um ano e meio, como vê no versículo 11, e lhe promesseu um ano e seis meses ensinando entre eles a palavra de Deus. E foi durante este período que ele escreveu a Carta aos Coríntios. Quando é que foi este período? Bem, no versículo 2, dá-nos uma data aqui. Atos 18, versículo 2, diz assim, lá encontrou certo judeus chamado Aquila, natural do ponto, recentemente chegado da Itália com Priscilla, sua mulher, em vista de ter Claudio decretado que todos os judeus se retirassem de Roma.
Aqui está um ponto de uma data. É que Claudio tinha decretado que todos os judeus se retirassem de Roma. Então, isto foi um decrel que foi dado por Claudio e que a história diz que foi cerca de do ano 49 da Era Corrente. Por isso, o que está aqui a escrever depois de Atos 18, 2 foi depois de do ano 49 da Era Corrente. Porque virecem versículo 5, diz quando-se, as itimotos se eram de Macedónia e de vez que eles tiveram aí em Coríntios, então, por um ano e meio.
Outro ponto de data está também escrito em Atos 18, versículo 12, que diz assim, quando porém Gálio era procónsulo da Acáia, levantaram-se os judeus concordamente contra Paulo e levaram ao tribunal. Isto é outro ponto de data, quando é que foi Gálio pro consul de Acáia. Isto, a história diz que em cerca de, entre, digamos assim, julho de 51 da Era Corrente, a junho de 52 da Era Corrente. E por isso, põe-se a data da escrita dos primeiros de Salunicenses, a auguros entre os fins de 49 da Era Corrente, até, digamos assim, mais ou menos, ao meio de 51 da Era Corrente.
Uma possibilidade é que pôr a data de primeiro de Salunicenses, digamos assim, 51 da Era Corrente, enquanto que a data de segundo de Salunicenses, seja, talvez, aos fins de 51 da Era Corrente ou ao início de 52 da Era Corrente. As datas, exatamente, não são importantes, não são necessárias para a salvação, são simplesmente um ponto interessante para estudarmos isto e vermos a sequência de certas coisas conforme estão escritas na Bíblia, para vermos o contexto e termos uma ideia dessa sequência.
A de Salónica era um centro comercial, também é um centro, digamos assim, de estradas que vinham do Oriente e para o Ocidente, um ponto central de estradas, por isso era um centro importante, tinha cerca de 200 mil pessoas. E outro ponto que a Carta dos Tres Salunicenses tem é que, na Carta dos Tres Salunicenses, não é uma única vez citada uma cotação, digamos assim, ou um trecho do Bíblico do Antigo Justamento.
Por isso, é outra prova que a Carta dos Tres Salunicenses foi escrita a um grupo de pessoas que, na maioria, eram predominantemente gentios. Vejamos outro ponto aqui, se faz favor, que em Atos 17, versículo 1 e 2, diz assim que, temos agora a dar um bocadinho para trás, quando a Igreja de Salónica foi inicialmente formada ou fundada, diz assim que, tendo Paulo passado por anti-Pólias e Apelónia, chegaram a Tessalónica, onde havia uma sinagoga de judeus.
Paulo, segundo seu costumo, foi procurá-los e, por três sábados, arrasou com eles a cerca das Escrituras. Por isso, teve a explicar aos judeus a cerca das Escrituras, durante os sábados, e, está claro, também haviam aí fiéis, piadosos, gregos, que iam a assinagogas, nesse tempo, e também aprendiam. Aprendiam a cerca do Lei de Deus.
E estava a ver-se aqui, que, por isso, a maioria dessas pessoas, conheciam sábado e conheciam as Leis de Deus, mas não entendiam que Jesus Cristo era o Messias. Estão, porém, importantes a compreender. A sociedade, a que Paulo, inicialmente, foi pregar, o Evangelho, a sociedade em que ele foi, era, inicialmente, uma sociedade judaica. Daí, então, se propagou para os gentios, à volta dos judeus.
Mas, inicialmente, ia a assinagoga, e, por isso, é, digamos assim, uma sociedade judaica. Não era um país judaico, está claro, mas eram as pessoas, uma comunidade, digamos assim, uma comunidade judaica. E, por isso, essa comunidade com que eles falavam, tinha um bom conhecimento do sábado e das Leis de Deus, porque é o que o conhecimento que recebiam durante todos os sábados na sinagoga. Mas, o que eles não entendiam, uma vez mais estou a repetir, mas o que eles não entendiam é que Jesus Cristo era um desíus. Hoje em dia, a nossa situação é diametricamente oposta. Por que? Porque, hoje em dia, quando pregamos ao mundo, à nossa volta, a maioria das pessoas, principalmente no mundo cristão, sabe que Jesus Cristo é um desíus.
Ou pelo menos, tem um certo entendimento acerca desse conhecimento. Mas, o que não sabem, ou o que não conhecem, é o sábado e a importância das leis de Deus. Vemos por isso que as coisas estão de uma maneira oposta. Mas, entretanto, Paulo abordou o assunto com esse judeus, vê-se aqui, no versículo 3, atos 17, versículo 3, dizendo, Aisponde demonstrando, isto é, a maneira que Paulo abordou o assunto, porque a maioria das pessoas conheciam o sábado e as leis de Deus, mas não entendiam que Jesus Cristo era um desíus.
Por isso, abordou o assunto começando com três pontos principais. Primeiro ponto, diz assim, demonstrando ter sido necessário que o Cristo patisse. Em outras palavras, ele estava a demonstrar aos judaicos que era necessário que o Messias patisse.
Por que? Porque eles precisavam de compreender, das escrituras do antigo testamento, que o Messias tinha que sofrer e morrer. Ora, que tipo de Messias é que os judaicos, nessa era, estavam à espera? Eles estavam à espera de um rei conquistador. É a mentalidade, a cultura deles nessa altura, para eles o Messias seria um rei conquistador ou libertador, um grande libertador que os ia libertar do governo romano. E, por isso, tinham em mente as escrituras de Jesus Cristo, talvez, digamos assim, não entendendo perfeitamente, mas tinham em mente as escrituras de Jesus Cristo, ou digamos assim, do Messias, tinham em mente as escrituras do Messias, mas é as escrituras relacionadas à segunda vinda de Cristo. Isto é a vinda do Messias como rei para reinar a sociedade. Por isso, para eles, para os judaicos dessa altura, como é que Cristo podia ser um Messias? Porque eles estavam à espera do Messias, que fosse um rei conquistador, que fosse, digamos assim, um libertador, digamos assim, por exemplo, hoje em dia, em termos de hoje em dia, fosse, por exemplo, uma pessoa que fosse às notícias, e que fosse um libertador do país, e que, digamos assim, fosse uma salvação desta nação, por exemplo, digamos assim, uma pessoa que fosse, por exemplo, à França, e fosse um francês, que fosse libertar a França dos problemas, as dificuldades que têm. Ou, por exemplo, a Grécia, onde têm hoje em dia tantos problemas, e que fossem um libertador, que fossem a Grécia, e que fosse libertar a Grécia dos problemas, e das dificuldades que têm. É o que eles estavam a pensar nessa altura. Um libertador que ia libertá-los do governo romano, em que eles estavam sujeitos. E, por isso, Paulo teve que lhes explicar das escrituras do antigo justamente, porque nesse momento eram as únicas escrituras que tinham, as escrituras, que eram necessárias que o messias sofrece, patecesse, morresse.
E, por isso, para os judeus, era uma coisa difícil de entender, que tinha um mau entendimento, ou talvez a palavra correta não seja mau entendimento, mas tinha um entendimento que o messias tinha que ver como um rei, mas não tinha um entendimento da primeira vinda de Cristo, tinha só um entendimento da segunda vinda de Cristo. E, por isso, foi uma coisa difícil para eles compreender. E, por isso, Paulo teve que demonstrar que o messias tinha que ser um messias sofrador, continuando a ler. E ressurgisse dentro os mortos. Isto é, e que fosse ressuscitado dentro os mortos, se ele tivesse que morrer e que tivesse que ressuscitar. E, esse, dizia ele, esse, esse que morria, esse messias que morria, dizia ele, esse messias é o Cristo. E esse, messias, o Cristo, é Jesus que eu vos anuncio. E, por isso, ele teve que explicar que o ressuscitado Jesus Cristo de Nazaré era, de facto, o messias.
Agora, uma pergunta. Se tu tivesse na posição de Paulo e tivesse que provar que o messias tinha que sofrer e tinha que ressuscitar, é-se capaz de provar que Jesus Cristo tinha que sofrer?
Isso é um bom ponto para um estudo bíblico. E, talvez, um bom ponto, um livro para vos ajudar nesse estudo que vos aponta a várias escrituras ou trechos bíblicos a provar isso, seja o nosso livro Jesus Cristo, a verdadeira história, e recomendo que estudem esse livro cuidadosamente. Estudem as escrituras nesse livro para poderem provar este ponto que Paulo teve que provar aos judacos. Consegues provar, se uma pessoa te perguntar por que que o messias teve que sofrer, conseguias provar isso do antigo estamento? Com Paulo teve que provar? Conseguias provar que ele tinha que morrer? Com Paulo teve que morrer? O que estou a dizer aqui é que estou a sugerir, talvez, a vocês um bom ou um estudo bíblico muito interessante para vocês. É que, portanto, o que se passou é que continuamos a ler que alguns deus versículo 4 dos judeus foram persuadidos, unidos a Paulo e Silas, mas a maioria, como numerosa multidão de gregos, que numerosa multidão. Por isso, a maioria eram gregos, a maioria desconvertidos, em tessa lónica eram gregos.
Eram gentios.
Por isso, os judeus, digamos assim, talvez por inveja, algo que diz aqui no versículo 5, os judeus porem movidos de inveja e trazendo consigo alguns homens maus dentro da malandragem, acusaram Paulo de programar outro rei e aí começou, digamos assim, a perseguição. Que a perseguição, afim de contas, foi, digamos assim, uma polêmica. Vemos aqui que a perseguição foi à volta de, digamos assim, de discursões e desacordos que se tornou em grande polêmica e grande divisão entre essas pessoas.
Versículo 7. Atos 17, versículo 7. Os quais Jezão hospedou, todos estes procedem contra os decretos de César, afirmando ser Jesus outro rei. Este foi a polêmica que estavam a citar. Tanta multidão como as autoridades ficaram agitadas a ouvir estas palavras, porque, oh, vão tão a dizer que vai haver um rei, em vez do César, que é o que eles entendiam, digamos assim, como messias, mas o Paulo estava a explicar é que Jesus Cristo tinha que ter morrido e tinha que ter falecido, tinha que ser sofrido.
Teve que um messias sofrente. Perdão, e que viria uma segunda vez, mas não entendiam bem quando era a segunda vinda de Cristo. Não entendiam isso bem. Por isso aqui vemos que a maioria dos irmãos na tecelônica eram gregos, mas havia alguns judeus. E por isso, como disse há pouco, Paulo não cita nenhum trecho do antigo testamento na Carta Austrolisces, Tecelonicensos.
Mas o ponto importante aqui é o seguinte, queridos irmãos, visto que a maioria dos irmãos em tecelónica eram gregos, ou eram gentios. A maioria daqueles, por isso, com o que Paulo estava a escrever, eram pessoas que tinham saído da prática de idolatria. E não era a maioria delas que tinham saído dos costumes e tradições judaicas, ou dos princípios do sábado e das leis de Deus. Repito isto. A maioria das pessoas dessa era eram as que tinham saído da prática de idolatria.
Tínham por isso, deuses tradicionais que, por exemplo, serviam em tecelónica. Podem estudar várias referências históricas. Um desses deuses era o Serapis, que era o guardião do submundo e a fonte de toda a vida e cura. Era um dos deuses que eles adoravam. Outro deuses que adoravam era o deusa. Era a Frodite, também conhecida em outros cites como Avernus, deusa da amor. E também tinham deuses como se fossem emperadores. Adoravam os emperadores, como Augustus, Julicisar e outros.
E assim, estas eram as raízes da cultura dos tecelonicenses. Digamos assim, isto era a base da maneira como tinham sido educados, como tinham crescido, de paz, deste conhecimento de deuses tradicionais, de ídolos e de emperadores, adorar os emperadores, sendo estas as raízes deles, então Paulo vem e proclama um deus diferente para eles. O deus dos Ibreus. Isto é importante compreender qual era a situação, o problema, digamos assim, social, que existia, ou digamos assim, o polêmica e a razão da polêmica que existia nessa área.
Para compreendermos melhor a carta. Por isso, qual é o propósito desta carta aos tecelonicenses? Bem, o propósito desta carta aos tecelonicenses, é em primeiro lugar, encorajar a igreja e em segundo lugar, para lhes dar forças durante a perseguição que tinham. Para encorajar a igreja, a se manterem liais e ao mesmo tempo dar-lhes forças durante esta perseguição que tinham, porque era uma perseguição destas polêmicas, destas dificuldades, destas aflições que tinham por causa destas disputas, destas discussões, destas zangas, digamos assim.
Queridos irmãos, se tu vivesses nessa época e tivesses que obtecer uma nova religião, dizemos assim, sim para essas pessoas gregas, era uma nova religião. Enquanto o mundo todo, à tua volta, obtecia e seguia deuses pagãos, então apreciarias para receber uma carta de encorajamento. E por isso foi exatamente o que Paulo está a escrever em Salunicenses, um dos objetivos do propósito desta carta, uma das finalidades desta carta, era encorajar a igreja para lhes dar forças durante esta perseguição que tinham, esses são os dois primeiros pontos.
Em terceiro ponto, ou terceira razão, terceiro propósito que tinha nesta carta, é para corrigir uns certos maus entendimentos acerca de acontecimentos proféticos em relação à segunda vinda de Cristo. Ora lembre-se que, em primeiro lugar, era uma igreja nova. Eram gentios que não tinham, digamos, um fundo histórico, um conhecimento bíblico, como os judarcos. E por isso ficaram um pouco confundidos acerca da segunda vinda de Cristo, porque tinham muito conhecimento, que não tinham conhecimento, muitas coisas, as criaturas do anteitocimento que não sabiam.
E, por outro lado, alguns deles, talvez, tivessem falecido e para eles teriam perdido a oportunidade, digamos assim, ou a alegria de estarem vivos durante a segunda vinda de Cristo. Durante a segunda vinda de Cristo, porque eles estavam a esperar que Cristo, segunda vinda de Cristo fosse breve. Por isso, é que estavam a atacá-los, dizendo que estavam a proclamar que a Viria, que Paulo e os cristãos estavam a proclamar, o rei que ia atacar ou derrubar o César.
Por isso esperavam a segunda vinda de Cristo a qualquer momento. É preciso notar que, nesta altura, os apóstolos, nenhum dos apóstolos, no ano de 50, 51, 52, nesta altura, nenhum dos apóstolos tinha o livro da Apocalipse. Porque o livro da Apocalipse, ele foi escrito ou revelado, digamos assim, cerca do ano de 90. Isto é quase 40 anos mais tarde. Por isso, é importante termos o livro da Apocalipse para começarmos a entender o livro de Daniel, porque, lembra-se, o livro de Daniel foi selado até o tempo do fim. E a revelação, ou digamos assim, apocalipse, a revelação de Jesus Cristo, de Deus Paica, de Deus Jesus Cristo, para nos dar a nós através de João.
A revelação, ou apocalipse, é necessária para entendermos, digamos assim, certas períodos de tempo que seriam necessárias vir a acontecer antes da segunda-devinda de Cristo. Nós, hoje em dia, temos, digamos assim, mil e novecentos anos. Depois disso, temos um certo conhecimento do livro Apocalipse e, por isso, vemos as coisas de uma perspectiva diferente.
Mas para eles era difícil entender as sequências que vemos em Apocalipse, porque não tinham esse livro. E, por isso, Paulo escreveu a eles para corrigir uns certos maus entendimentos acerca de certos acontecimentos proféticos à volta da segunda-devinda de Cristo. E, em quarto lugar, também é para os encorajar a ter uma certa pureza de moralidade, porque, tendo vindo no mundo pagão, tinham que arrepender e mudar dessa impureza que os pagãos tinham.
E, por outro lado, porque certas pessoas pensavam que Cristo estava a vir brevemente, por isso, de uma maneira espiritual, disseram, porque precisamos trabalhar. Se Cristo vem brevemente, porque precisamos trabalhar, porque temos aqui irmãos que têm melhores condições financeiras, talvez eles nos possam ajudar, e, então, nós esperamos aqui por Cristo e por isso, torná-los preguiçosos.
Então, a fim de todos os capítulos deste livro, falam acerca da vinda de Cristo. Vejam, por exemplo, capítulo 1, versículo 10, ao fim do capítulo 1, para aguardar-os dos céus o seu filho a quem ele recitou, de anos mortos. Perdão, Jesus que nos livra da ira vindora. Aguardar-os dos céus o seu filho. Estavam a aguardar o seu filho. Perdão, vejamos, então, ao fim do capítulo 2, versículo 19, pois quem é a nossa esperança, ou alegria, um de Salunicenses 2, 19, pois quem é a nossa esperança, ou alegria, ou coroa, em que soltamos na presença do Senhor Jesus, em sua vinda.
Então, afucar-a uma vez mais a poramento dos cristãos pela espera, pela vinda de Cristo. Vejamos capítulo 3, versículo 13, uma vez mais ao fim do capítulo 3, diz assim, a fim de que seja o vosso coração confirmado em santidade, e isento de culpa na presença de nosso Deus Pai e Pai, na vinda do nosso Senhor Jesus Cristo. Por isso, continuamente, o foco era a vinda de Cristo. Vejamos, então, o capítulo 4. Vamos ler aqui capítulo 4, no versículo 13 a 18, vou só ler o versículo 15, porque este é uma secção acerca da ressurreição.
Mas, no versículo 15, diz assim, ora ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto, nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de algum modo, os que dormem. Nós, os vivos, Paulo, nessa altura ainda não entendia que haveria mais mil e novecentos anos antes da vinda de Cristo. Por isso, ou pelo menos mais mil e novecentos anos, não estou a dar ratas aqui, Cristo e irmãos, mas vemos aqui que dizemos, nós, os vivos.
Por isso está a falar para nós hoje em dia. Foi assim que Deus inspirou a Carta para ser escrita, mas para eles, eles pensavam que Jesus Cristo deveria na era deles. Vejamos então, capítulo 5, versículo 1 a 4, vamos ver especificamente versículo 2, que diz assim, pois vos mesmos estáis enterados com precisão de que o dia do Senhor vem como ladrão de noite.
O dia do Senhor, isto é a vinda de Cristo, o dia do Senhor, o dia em que o Senhor vem. Vejamos então, em versículo 23, capítulo 5. O mesmo Deus da Paz vos santifica em tudo, e o vosso Espírito, alma e corpo, sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda do nosso Senhor Jesus Cristo. Vejamos por isso. Continuamente, na primeira Carta, aos tecelonicenses, fala acerca da vinda de Cristo. E, então, no segundo livro de tecelonicenses, isto também é repetido.
Vejamos aqui, no capítulo 1, versículo 7, do segundo tecelonicenses, diz assim, avançou outros pessoas atributados alívio, juntamente com nós, quando do céu se manifestar o Senhor com os anjos do Seu poder. Quando do céu se manifestar o Senhor, isto é a vinda do Senhor Cristo. E vejamos aqui, no capítulo 2, versículo 1, irmãos, no que diz respeito à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa reunião com Ele.
Vejamos aqui, mais uma vez mais, a falar acerca da vinda de Jesus Cristo. Por isso, a vinda de Jesus Cristo é uma coisa, um grande foco, no livro de tecelonicenses. Agora, quero dizer o seguinte. A minha intenção nesses estudos bíblicos, em primeiro lugar, ver o que está escrito em contexto. E por isso é que tenho usado bastante tempo para dar um contexto claro da sociedade, da comunidade, nessa altura, para ver os tipos de dificuldades que tinham, para compreenderem essas coisas. Por isso, o primeiro ponto da minha intenção nesses estudos bíblicos, é para vermos isto em contexto da situação, digamos assim, social e política dessa altura.
Irligioso, está claro. E, em segundo lugar, a minha intenção nesses estudos bíblicos, é de extrair os princípios que Paulo fala nesses estudos bíblicos, estrair os princípios que são aplicáveis, isto é, que são aplicáveis a nós. E, por isso, como é que nós devemos de viver baseado nesses princípios que são aplicáveis hoje em dia? E, assim sendo, vejamos, então, a saudação de Paulo, em capítulo 1, versículo 1.
Paulo, Silvano, Osilas e Timótio, a Igreja dos Tessalonicenses, em Deus Pai e nos Senhores Jesus Cristo, graça e paz a vós outros. Vejamos aqui que é uma saudação comum de Paulo, dizendo graça e paz. As setanas e pistolas pasturais em que ele diz, ou digamos assim, adiciona misericórdia, quando o homem diz que ele tem um sucesso, o sucesso, o sucesso, o sucesso, o sucesso, em que ele diz, ou digamos assim, adiciona misericórdia, quando ele diz graça, misericórdia e paz.
Que os irmãos graça e paz não são simplesmente palavras de som religioso, porque ele está a pedir a Deus para estender os dons de Deus. Isto é graça, que é um dos dons de Deus, é graça de Deus. E a sua paz, é essa igreja a quem ele escreve e que ele ora nas suas orações a pedir que tenham os dons de Deus e a paz.
Por isso, vemos aqui que a igreja está em Deus Pai e nos Senhores os Cristo visam simpálio, silvanio e timódio, a igreja dos Sonos e Sensos, em Deus Pai e nos Senhores os Cristo e a igreja está em Deus Pai e nos Senhores os Cristo. Vemos aqui, interessantemente, que não há nenhuma menção do Espírito Santo. Se o Espírito Santo fosse parte de uma trindada, se fosse uma pessoa, não achas que o Espírito Santo se sentiria ofendido por não ser mencionado?
Porque menciona o Deus Pai e o Senhor Jesus Cristo, não menciona o Espírito Santo. Ora, isto é porque o Espírito Santo não é uma pessoa, mas é a essência de Deus, digamos assim, é o seu Espírito, é também o poder de Deus, que é radiado de Deus e pelo qual Ele faz tudo.
Se não me deporisse uma grande falta de respeito, de não menciar se Ele, o seu Espírito Santo, fosse um membro da divindada. O Espírito Santo de Deus é a natureza de Deus, é o seu caráter, é o seu poder. E por isso, como não é um membro dessa divindada, Paulo nunca o menciona nas suas saudações, em nenhuma das suas cartas, e por isso realmente não é uma terceira pessoa. Deus é o nosso Pai, diz assim, em Deus Pai. É Ele que nos dá o seu Espírito, nós somos seus filhos para sermos parte da sua família. Querido, querido irmãos, o que isto quer dizer é que a família de Deus está aberta a todos os que satisfaçam as exigências.
Sim, muitos acham de difícil entender o amor de um Pai bom. Por quê? Por causa de abusos de certos pais neste mundo. E por isso, muitos não compreendem o que um bom Pai deve ser. Por isso, queridos irmãos, para vós, vocês que são pais, na vossa família, é uma grande responsabilidade para nós como pais. Para sermos bons pais para os nossos filhos, e filhas está claro, para lhes demonstrar.
Uma pequena ideia do caráter, do amor, da graça de Deus Pai. Está claro, nós como pais estamos muito longe de podermos fazer isso, mas devemos ser uma pequena reflexão como o espelho. Dessa bondade do que um Pai deve ter para os filhos. E por isso, quando praticamos isso, demonstramos aos nossos filhos o valor de um Pai. E depois diz assim, em Deus Pai e no Senhor Jesus Cristo.
A palavra Senhor vem do grego Curios, que quer dizer Mestre, Chefe, Patrão, Dono. Principal, digamos assim, o principal, o dominante, a Suprema Autoridade, o Controlador. Isto é o Mestre, o Senhor. E por isso diz assim, em Deus Pai e no nosso Senhor Jesus Cristo e no nosso Mestre, no nosso Patrão, no nosso Dono Jesus Cristo. E depois diz assim, Graça. Graça vem da palavra grega Cherish, Graciudade, um tom, uma coisa que é dada. Uma Graciudade que é dada, de Graça.
E por isso somos salvos pela Graça de Deus. Salvos pelo Seu Dom Gratis, pela Sua Graciudade. Deus tem uma natureza de Graça. Isto é de Bontade. Uma natureza que quer dar sendo bom. E por isso tem esta atitude, por ser de Graça, por dar, de tolerar. Isto é de deixar passar. Isto é não dar por certas coisas que fazemos, não ver, diz-me assim.
Isto é desculpar, perdoar os nossos pecados. E é um grande significado da Graça de Deus. Que é este, isto não dá por ver, não ver certas coisas, é fechar os olhos, perdoa. Está pronta a perdoar, é a Graça de Deus. E por isso nós devemos crescer em Graça e Conhecimento. Isto é, devemos de conhecer nesta natureza própria de Deus, que é uma Graça. Queridos irmãos, estamos prontos a perdoar, a deixar passar, a ser graciosos na maneira que falamos uns com os outros.
Se as pessoas dizem algo, coisas mais para nós, somos graciosos, estamos preparados a sofrer por outros, estamos preparados a ser graciosos a deixar passar, a tolerar, a desculpar, seja o que for. Desde que haja arrependimento, está claro. Mas temos de estar preparados, temos de ter esta Graça. E depois diz assim, Paz. Graça e paz a vós outros. Paz, que vem da palavra que também significa prosperidade, que é um descanso, que é uma calma, que é uma tranquilidade, que a igreja possa ter paz e prosperidade.
É o que ele está a dizer aqui, Graça e paz a vós outros. Graça este estes donos de caridade, de gracidade, de tolerar, de perdoar e que haja tranquilidade. Paz, calma, em vós.
Continuando, então, no versículo 2. Damos sempre Graças a Deus por todos vós, me ensinando-vos em nossas orações e sem cessar, recordando-nos. Aqui é que continua assim. Paz estava continuamente consciente das dificuldades deles e orando por eles. Palo tinha um carinho genuino pelos irmãos, tinham-se chamados por Deus, por causa do seu ensinamento e por isso me ensinava-os em suas orações. Palo diz sempre que ora por todas as igrejas, valorada por pessoas. A aplicação para nós talvez seja bom a ter uma lista com nomes de pessoas e frequente bem dourar por elas. Para não ser, digamos assim, a repetição, talvez hoje oramos por uns, outros oramos por outro, a melhor, oramos por outros, mas depois voltamos e oramos e assim misturamos para não ser uma coisa repetitiva, estar todos os dias a dizer exatamente a mesma coisa. Mas ter significado, pensarmos, quando falamos, oramos com Deus acerca das dificuldades que essas pessoas têm. Por isso nós precisamos dourar por todas as congruções que temos conhecimentos, por todas as pessoas, principalmente aqueles que estão perto de nós. E ele está claro sabido os seus problemas, conhecia as pessoas, conhecia as dificuldades que tinham e por isso se temporava por eles. Há centenas de congruções na igreja a volta do mundo hoje em dia. Muitos não conheces, muitos têm grandes dificuldades, muitos se separaram, se separaram por uma razão ou outra, ou seguiram o ministro ou outro. Sinceros, com boas intenções, são cristãos. Nós, como membros da igreja até Deus, respeitamos a todos eles. Respeitamos a todas as pessoas, oramos todos os homens, todas as pessoas. Mas por isso mesmo, precisamos orar por eles, por todos nós. E se todos nós oramos, principalmente daqueles mais perto de nós, começando pela nossa família e depois continuando para aqueles à nossa volta e criando cada vez um círculo maior e maior nas nossas orações, assim podemos orar em mais de detalhe, por aqueles que a conhecemos, a maior detalhe.
E por isso precisamos dar tempo a isso, fazer tempo para termos isso. Continuando então em versículo 3. Diz assim, recordando-nos diante do nosso Deus e Pai, da operosidade da Vossa fé, ou isto é como, está escrito das obras da nossa fé, da Vossa fé, da abnegação do Vosso amor, isto é do trabalho do Vosso amor, e da firmeza ou da paciência da Vossa esperança, a Nosso Senhor Jesus Cristo. Vemos aqui três, digamos assim, três pontos importantes, a fé, a esperança e o amor. Então, a operosidade ou das obras da Vossa fé, do trabalho ou da abnegação do Vosso amor, e da firmeza ou paciência da Vossa esperança. Vemos assim, fé, esperança e amor. Aqui, ao fim de contas, é, como podem ler, 1º Corinthians, capítulo 13, também fala acerca de fé, esperança e amor. Vemos fé, primeiro fé. Fé, vem na palavra grega, pistos, é acreditar em Deus e no que Ele diz, fé move-te a fedar certas coisas, ações. Diago 2, versículo 20, diz, fé tem que ter obras. Deus diz para fazer algo, isso não fazes. Então, tens fé? Acredita-se-me-o? Sim, fé necessita de dar, fazer certas obras, certas ações. Por exemplo, Deus diz para pagar-os o dízimo. Se não pagas, tens fé?
Eu dei um sermão recentemente acerca do dízimo. Por exemplo, o primeiro e o segundo dízimo. O segundo dízimo, por exemplo, é para ser posto, de parte, para um propósito específico.
O primeiro dízimo é para ser dado a Deus.
Se não praticamos estas instruções bíblicas, se não praticamos o que Deus nos diz acerca do dízimo, a minha pergunta é, então tens fé? Por isso temos que obedecer para demonstrar fé. Por isso é a obra da vossa fé, ou a opirosidade da vossa fé. Não é só palavras, não é só dizer que precisamos acreditar em Jesus Cristo, mas estas obras demonstram que temos fé. Depois diz assim, da abnegação do vosso amor. Isto é do trabalho do vosso amor. Amor vem da palavra grega agap. No novo distamento, ou digamos assim, na língua grega, durante essa era, haviam três palavras para descrever amor.
Mas neste caso aqui, e no novo distamento geralmente, usa duas palavras.
As três palavras são as seguintes. Primeiro, a palavra grega erós, que significa uma paixão ou atração, uma palavra que não é usada aqui.
Depois há outra palavra grega, que é a palavra filhos. Isto é amor de irmão, de irmãos, de querinhos entre irmãos. E depois, o terceiro, a palavra que é agap, que representa uma afecção, uma benevolência, um amor que vem de Deus, que também é evidente por obras. Mas aqui, está claro, usa uma palavra diferente, procusa a abrigação do vosso amor, o trabalho do vosso amor, o trabalho de serviço, o trabalho de carinho por outros, de sacrificar por outros. Por exemplo, em Tiago, capítulo 2, versículo 15 e 16, em Tiago, capítulo 2, versículo 15 e 16, perdao, Tiago, capítulo 2, versículo 15 e 16, não consigo ir a esta página facilmente hoje, não sei porquê, 15 e 16 diz assim, se um irmão ou uma irmã estivessem carrecidos de roupa e necessitados de alimento cotidiano, e qualquer entrevós lhes disser e dê em paz a caseiros e fartávulos, sem contudo lhes dar o necessário para o corpo, qual é o proveito disso? Como é que demonstramos, então, o amor de Deus? O amor de Deus não é só isso, mas é fazer sacrifícios por outros. Sacrificar por outros.
Sofrer por outros. É o amor de Deus. Sim, temos aqui obras de fé, que demonstram fé. Por exemplo, Deus nos diz para pagar o dízimo, e quando pagamos o dízimo, essas obras, obtecendo a isso, demonstram fé. É um tipo de obras. Mas há outras obras aqui que é sofrer para outras pessoas. É umas obras de carinho, de sacrifício, que são o resultado de amor.
E por isso diz assim, continuando a ler em Salunicenses, diz assim, Perdão, do trabalho, do vosso amor. E então, depois, a terceira palavra aqui, digamos assim, porque estou a dar ênfase, é esperança.
Diz assim, a firmeza da vossa esperança, ou a paciência da vossa esperança.
A esperança representa uma confiança que Deus fará, com que as coisas se resolvam. Isto é muito importante uma esperança, ou uma confiança, que Deus fará, com que as coisas se resolvam.
Sim, porque fala de perseguições, fala de polêmicas, fala de dificuldades na Igreja, constantemente, vê-se isso constantemente no Novo Testamento.
É uma coisa constante na Igreja de Deus, infelizmente, porque vivemos no mundo em que Satanás é. Deus, e por isso, ele odeia os cristãos e cria estas polêmicas, estas divisões, estas dificuldades. E por isso nós, como cristãos, devemos de desenvolver mais o Espírito Santo de Deus, em termos o fruto do Espírito Santo de Deus, que falaremos mais um pouco daqui a um bocado, e, por isso, nós, como cristãos, devemos de desenvolver mais o Espírito Santo de Deus, em termos o fruto do Espírito Santo de Deus, em termos o fruto do Espírito Santo de Deus, que falaremos mais um pouco daqui a um bocado, mas precisamos deste fruto do Espírito Santo de Deus para vencermos estas siladas de Satanás. E, de retanto, diz-se, estou a dizer aqui que esperança é uma confiança, que Deus fará com que as coisas se resolvam. Ele tem a solução. Deus tem a solução. A solução. Deus vai resolver as coisas, os problemas, as asfilições à nossa volta, com os nossos melhores interesses no coração Dele.
Isto tem a ver, por isso, com uma expectação ou uma confiança.
Paciência da esperança.
Paciência. Temos que esperar com paciência. Com uma perseverança. Filmes. Manteira até ao fim. Temos que ter uma paciência nas dificuldades e afilições que temos.
Vemos assim a resolução. Sabemos que Jesus Cristo virá. Temos esperança. Temos confiança. Que Jesus Cristo vai vir. Mas temos que ter paciência.
Continuado, então, a ler no versículo 4.
Versículo 4. Reconhecendo irmãos amados de Deus, a vossa eleição.
Reconhecendo irmãos amados de Deus, a vossa eleição. Reconhecendo a vossa eleição.
Queres irmãos? Sim, somos amados de Deus, mas reconhecemos aqui a nossa eleição?
Queres irmãos, fomos chamados. Sim, reconhecemos que há uma chamada do mundo à nossa volta.
Sim, após a nossa chamada somos escolhidos. Somos selecionados.
Somos eleitos, digamos assim, selecionados, escolhidos.
Muitos são chamados, mas poucos são escolhidos, por ler isso em Mateus 20, 16 e 22, 14.
Isto, apoiça eleição, refero ao facto, que somos escolhidos, não só chamados, mas escolhidos. Somos eleitos. Fomos chamados e escolhidos cuidadosamente, por Deus e Jesus Cristo. Não é um acidente.
Deus não tem acidentes.
Deus se chama, Deus nos atrai, nós então temos que responder. O Deus-Pai inicia e nós respondemos e somos escolhidos por Jesus Cristo, por Deus Jesus Cristo. E, então, somos os eleitos. Não quer dizer que sejamos melhor que outras pessoas?
Repito, não quer dizer que sejamos melhor, melhores que outras pessoas. Simplesmente fomos escolhidos para esta colheita.
Os outros serão escolhidos para o serão ou estarão, noutra colheita.
Isto só quer dizer que Deus está a trabalhar, a moldar-nos agora. Mais tarde, Ele trabalhará com os outros, moldará os outros.
Queridos irmãos, então vimos hoje, neste estudo bíblico, um bocado mais acerca do fundo histórico e político e social na área da tessalónica. E começamos a ver alguns princípios aqui, no primeiro livro dos sessalonicenses. No próximo estudo bíblico, vamos então continuar a estudar o primeiro livro dos sessalonicenses, começando então, ou continuando então, do versículo 5.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).