Está crucificado com Cristo?

Na adoração de Deus e de Seu Filho Jesus Cristo pensamos acerca de Jesus crucificado pelos nossos pecados, de graça. Mas pensamos acerca de nós crucificados com Cristo?

Transcrição

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Música Bom dia ou boa tarde, Cris Irmãos, aqui, em Joscamos.

Conforme nos aproximamos da Páscoa e dos dias asmos, todos nós devemos nos preparar para esses dias. E uma das preparações está claro, é física, e muitos irmãos fazem essa preparação física de tirar o fermento da casa. Mas isso tem um simbolismo espiritual. E, por isso, eu quero, hoje, falar acerca de uma outra limpeza que precisamos de fazer, que é mais importante que a física. Sim, a física precisa ser feita como um exemplo do espiritual, mas o espiritual é muito mais importante. E, por isso, vejemos aqui, em 1 Coríntios capítulo 11, primeiro Coríntios capítulo 11, vamos começar a ler no versículo 25, está a falar aqui da celebração da páscoa, diz assim, por semelhante modo, 1 Coríntios 11,25, depois de averciado, também tomou o Kallis, dizendo, este Kallis é a nova aliança no meu sangue, fazei isto todas as vezes que beberes em memória de mim. Por todas as vezes que comeres este pão e beberes o Kallis, anunciéis a morte do Senhor até que Ele venha, continuando a ler no versículo 27. Por isso, aquele que comer o pão ou beber o Kallis do Senhor, indignamente, será a real do corpo e do sangue do Senhor. Examinos pois o homem, assim mesmo, e assim coma do pão e beba do Kallis.

Pois quem bebe e come, sem discernir o corpo do Senhor, come e bebe juízo Brasil.

Os irmãos aqui estão a explicar da celebração da Páscoa, que é uma celebração anual, e diz que sempre que celebrarem esta ou comumeraçarem esta celebração, esta comumeração, esta memória, estamos a fazer isso em memória de Jesus Cristo. Mas diz aqui, no versículo 26, porque estamos, através disso, a anunciar a morte do Senhor.

Estamos a anunciar a morte do Senhor.

Como diz até que ele venha. E pois vejam também no versículo 29, que diz assim, pois tem como e bebe sem discernir o corpo do Senhor.

E é, geralmente, pensamos do corpo do Senhor como o corpo físico de Cristo, para o sofrimento que teve, que está correto, mas também discernimos a isso como a igreja, que é o corpo de Cristo. E, por isso, precisamos de discernir a igreja, o corpo do Senhor, os membros, uns dos outros.

Mas vejam aqui outro ponto também, no versículo 28, diz assim, examina-se, pois o homem, assim mesmo.

Precisamos de examinar a nós próprios.

Por quê? Porque o nosso corpo como membros do corpo de Cristo, precisamos de nós examinar, espiritualmente. Se estamos, de facto, a nós próprios, como digamos assim, dignos, de uma maneira digna, está claro que nunca somos dignos, mas para fazer isso de uma maneira digna, como diz assim, para não sermos real do corpo e do sangue do Senhor. E por isso temos que nos examinar o nosso próprio corpo, a nossa própria vida, nós próprios. E por isso a pergunta que eu tenho hoje é a seguinte. Você está crucificado com Cristo.

Porque nós somos membros do corpo de Cristo e, como diz, temos de ser nir o corpo do Senhor, o corpo de Cristo.

E por isso temos cuidado com o que nós fazemos, porque somos parte do corpo de Cristo.

Estamos mortos com Cristo.

Por isso hoje quero examinar esse ponto de estarmos mortos ou mortos com Cristo.

Já o momento quando as pessoas adoram a Cristo têm duas, digamos assim, gravuras em mente. Uma é de um bebê numa manjadora e outra é Cristo a morrer na cruz.

E como sabemos, a morte na cruz, ou no madeiro, foi uma das mortes mais dolorosas que o Romano Império poderia ter desenvolvido.

E por isso foi um preço enorme que Jesus pagou pelos nossos pecados.

Não vou voltar agora aí, mas vocês podem ler, por exemplo, em Pocalypse 13, quando está a falar da pesta que saiu e morriu do mar, está a falar aí e também menciona que Jesus Cristo foi, digamos assim, assassinado ou morto desde a Fundação do Mundo.

E por isso este sofrimento de Cristo foi planejado desde a Fundação do Mundo para uma morte através de sofrimento em que Deus é o próprio. Se esvaziou do seu poder e da sua imortalidade tornando-se um homem sofrendo a pior morte que podia ter por você e por mim.

E por isso precisamos de refletir e apreciar o sacrifício, o sacrifício que Jesus Cristo fez.

Porque até o próprio Jesus Cristo vocês lembrem-se que ele disse se possível este calo se passara.

Quando ele era como pessoa física quando olhou o sofrimento que ia confrontar estava a pensar se houver outra maneira de fazer isto.

Pai, por favor me ajude, mas se não há então vamos para a frente.

E por isso esse sacrifício que Jesus Cristo fez foi para nós e por isso nós precisamos refletir acerca de sacrifício que ele fez.

Que o corpo dele fez e que lembremos que o corpo dele não era só o corpo físico, mas é a Igreja de Deus. E assim nós somos membros da Igreja de Deus e por isso como membros da Igreja de Deus, como membros desse corpo também estamos a ser crucificados com ele.

E por isso precisamos refletir no pensamento no fato de que está a nossa natureza humana na realidade está crucificada com ele.

Está morta em Cristo.

Você está crucificado com ele? Está a sua natureza humana, a minha natureza humana, a nossa natureza humana crucificada com Cristo?

Vijamos então como se aqui são em Galatas 2 começar a ler de versículo 17 Galatas capítulo 2 versículo 17 diz assim mas se procurando ser justificados em Cristo sim se procuramos ser justificados em Cristo e nós sabemos que é o que nós procuramos porque não podemos ser justificados por nós próprios.

Por isso procuramos ser justificados. Se quando fazemos isto somos achados ou fomos nós mesmos também achados pecadores dar-se ao caso de ser Cristo o ministro do pecado certo que não?

Porque através de Jesus Cristo nós entendemos que recebemos a graça de Ele a misericórdia de Ele e através dessa misericórdia, da bondade de Deus isso nos conduz ao ar-pendimento e por isso nós sabemos que quebramos a lei e por isso a lei foi quebrada e por isso estamos debaixo da pena da lei.

Mas esta graça que nos é dada a nós nos prova que a lei existe.

Não é?

Porque se a lei não existisse porque esta graça que nos é dada a nós, a nós.

Esta graça é nos dada a nós porque a lei foi quebrada e por isso a lei existe.

Se a lei não fosse necessária, porque é a ver a graça e por isso continuando assim. Garceau Cácero-Ministro e Cristo-Ministro do Pecado está claro que não.

Está claro que não.

Ele não está a perdoar mas como vamos ver para nós depois de sermos perdoados não continuarmos a fazer a mesma coisa.

Não continuarmos a fazer a mesma coisa.

Porque é o que o Paulo continua aqui no versículo 18 porque se torna o identificar aquilo que destruí se torna a fazer aquela coisa que destruí.

O que é destruir? O pecado.

A mim mesmo me constitui transgressor. Se eu vou continuar a pecar então é só um transgressor.

O que é que o que que Paulo destruiu?

Vocês pensam em a cerca da conversão de Paulo.

Paulo na viagem a Damascus a vida de ele foi completamente mudada.

Ele era estimado como um fariseu. Ele buscava ser justo completamente como um fariseu observando a lei e perseguindo a Igreja de Deus.

Mas quando ele foi confrontado com Jesus Cristo na estrada de Damascus ele teve uma mudança completa. E destruiu tudo o que tinha feito previamente porque agora tinha um golo novo. E o golo novo, a meta nova dela era de buscar o reino de Deus e de o proclamar.

E por isso diz assim no versículo 19 porque eu mediante a própria lei morri para a lei.

Morri para a lei a fim de viver para Deus.

E estou crucificado com Cristo.

A lei, porque ele pecou, disse que estava morto, tinha morrido.

Tinha pecado, o salário do pecado é a morte.

Mas diz assim a fim de viver para com Deus foi crucificado com Cristo.

Entendemos o que é que isso quer dizer, foi crucificado com Cristo?

Eu queria agora viver para Deus.

Aprenderam um novo caminho.

A sua vida pretencia agora a Deus.

Viver para Deus uma vida nova, uma vida diferente.

E para você, para mim, para nós isso representa uma vida nova nossa que pretence a Deus. A sua vida e minha vida agora pretence a Deus. A minha vida antiga terminou ao batismo.

E uma vida nova começou quando saímos da água.

Isso é o que diz aqui no versículo 20. Vejam, vou ler o versículo 20, na Almeida Revista Ecorrogida, ou na Almeida Corrogida Infiel, que lê na mesma maneira. O versículo 20 diz assim Já estou cursificado com Cristo. Na revista Ecorrogida, põe esta parte. Está cursificado com Cristo no versículo 20, não no versículo 19. Como podem ver na vossa própria Bíblia. Já estou cursificado com Cristo. E vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim. Cristo vive em mim. E a vida que agora vivo na carne, vivua na fé do Filho de Deus. O qual me amou e se entregou a si mesmo por mim.

Veja como está escrito na Almeida Revista Ecorrogida, na Almeida Corrogida Infiel diz assim Vivo na fé do Filho de Deus.

O homem velho foi cursificado com Cristo. E agora vivo na fé do Filho de Deus. Não é na minha fé, na fé do Filho de Deus. O comentário do Novo Testamento Judaico diz assim que O meu ego orgulhoso não vive mais, mas o messias vivem em mim Pela mesma fidelidade que o Filho de Deus teve.

Cris irmãos o messias vivem nós, Cristo vivem nós Pela mesma fidelidade que o Filho de Deus teve É fidelidade de Jesus Cristo, é a fé de Cristo, Cristo Morel. Paulo morreu. E eu e você morremos? Obatismo? Morremos? Estou eu crucificado com Cristo? Com Paulo disse, estou crucificado com Cristo? Entendo o que quer dizer com Cristo? Porque Cristo, o corpo do Senhor, é a igreja e nós, como membros da igreja, somos partes. Estamos dentro desse corpo de Cristo que foi crucificado. Você diz, estou crucificado com Cristo?

Versículo 21. Não anulo a graça de Deus? Pois se a justiça é para ante-lei, é mediante-lei, séxico Cristo morreu em vão. Sim, se a lei pudesse nos dar justiça, então por que Cristo tinha vindo para morrer e sofrer por nós? Cris irmãos, Paulo reconheceu que as suas amissões, quando eram o homem antes de ser convertido na estrada de Mascos, eram egoístas, eram carnais.

E até ele queria vingança e queria matar os cristãos, como atuou alguns. E por isso, veja aqui Cristo. Cristo era aquele a quem Paulo lutava com. Ele estava a lutar contra o Deus, que ele pensava que era o Deus dele, mas estava a lutar contra ele. Então, teve que reconhecer, que estava errado, teve que reconhecer que os cristos teve que morrer para ele poder ser justo, ser justificado. Porque a justiça não é pela lei, é por Cristo. A justificação não pode vir pela lei. Você e eu não podemos fazer nada para sermos justificados. Isso, para ele, foi um ato muito surpreendente na estrada de Mascos.

Por isso, ele diz, mais tarde, pode fazer uma notazinha em primeiro Timóteo capítulo 1, versículo 15, ele diz mais tarde, uma palavra fiel e digna de toda aceitação, que Cristo veio, que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal. Paulo reconheceu que ele era um grande pecador, porque ele tinha matado os próprios cristãos.

Cristo veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais Paulo reconheceu que era um dos grandes pecadores. E por isso, o pecado só pode ser coberto pelo sangue de Cristo. O pecado só pode ser coberto pelo sangue de Cristo. Vejam como isso faz favor em Filipenses capítulo 1, começamos a ler no versículo 27. Filipenses capítulo 1, vamos começar a ler no versículo 27. Diz assim, vivei! Vivei!

Ou isto é, portávus como cidadãos, acima de tudo, por modo digno do Evangelho de Cristo. Portávus, bem, portávus viveios de acordo com o modo digno do Evangelho de Cristo. Para que eu indo ver-vos ou estando ao centro, oi-se-no do canto a vós outros, que estás firmes em um só Espírito, com uma só alma lutando juntos pela fé evagélica. Lutando juntos, o que é isto que ele estava a lutar? Em nada, versículo 28, estás intimidados pelos adversários e por outras pessoas, pois o que é para eles prova evidente de perdição, e para vós outros, de salvação, e isto da parte de Deus, porque vos foi concedir à graça de padecer-des, sofreres, por Cristo, e não somente queres nela.

Nos foi dada a graça, não só de acreditar, o que Cristo fez, mas também foi-nos dada a graça de sofrer por ele. Talvez você não pense que isso seja uma grande graça a sofrer por ele. E depois diz assim, postendo-nos o mesmo compacto, lutando juntos pela fé evagélica, como lemos um bocadinho anterior, postendo-nos o mesmo compacto, a mesma luta que viste em mim e, agora, ouvis que é o meu.

Um combate. Num combate não é só do que se vê por fora, mas do que está por dentro. Um combate do que está por dentro. Viremos em Continuando a ler, então, no capítulo 2. Se há, pois, alguma exortação, algum conforto em Cristo, alguma consulação de amor, alguma comunhão do Espírito. Se há entreinhados afetos e misericórdia, completar em minha alegria, de modo que penseis a mesma coisa. Estamos aqui a falar de pensamentos. Pensamentos. Aqui, uma luta à alma guerra mental, de pensamentos, de sentimentos. Pensais a mesma coisa. Temos o mesmo amor, se seis unidos de alma, tendo o mesmo sentimento. Isto é o mesmo mente, como diz-me, da Bíblia na Linguagem 2.

Não façais nada por partidarismo, isto é, por politiquice. Partidos este partido, aquele partido politiquice, ou por vanglória, por orgulho, mas por humildade. Por humildade. Jesus Cristo foi o único líder que disse que os seus seguidores devem ser como crianças. Jesus Cristo disse, sou manso e humilde de coração, porque meu julho é suave e o meu fardo é leve.

Ele nos ensina para sermos humildes, considerando cada um os outros superiores assim mesmo. É o que nós realmente pensamos, é geralmente o nosso mente natural pensarmos que outros são superiores a nós. Mas esta é a luta que ele está a falar, não é só a luta por fora, mas uma luta interna, uma luta mental de pensamento, de um mente de Cristo, que é ser humilde, que é considerar os outros superiores assim mesmo. Os desejos dos outros é mais importante que o nosso. V.4 Não tenha cada um em vista o que é próprio e bem de seu, senão também cada qual o que é dos outros.

Não é só os meus interesses, mas os interesses dos outros. V.5 Tenda em voz o mesmo sentimento, a mesma mentalidade, a mesma maneira de pensar, como diz na Bíblia de Linguagem 2, que houve também em Cristo Jesus. Vamos aqui a uma maneira de pensar que é diferente. Isto é que é ser crucificado com Cristo, é mudar a maneira de pensar. Pois Ele subsistia em forma de Deus, pois Ele existia em forma de Deus.

Não jogou como Usurpação, ou ser igual a Deus, não era robo, ou dizer mal, alguma coisa, que Ele era igual a Deus, porque Ele era igual a Deus. Antes, assim mesmo, se esvaziou. Aqui está a mente de Cristo, que Jesus Cristo e Paulo quer que nós entendamos. Assim mesmo se esvaziou assumindo a forma de serfo. Não podia ser mais alto que Deus e venho como o Filho de um Carpinteiro, sem qualquer reputação, enquanto nós, oh, eu sou importante, eu quero ser a pessoa que faz as decisões.

Assim mesmo se esvaziou assumindo a forma de serfo.

Tornamos em semelhança de homens e reconhecido em figura humana. Fora conhecido como um ser humano e não como ser da família de Deus. Fora conhecido como da espécie humana, do género humano, e não do género que ele tinha vindo, do qual se esvaziou, que era de Deus. A forma de Deus, de ser igual a Deus. É o que acabamos de ler. Se esvaziou disso. E veio como o Filho de um Carpinteiro. Versículo 8. O si mesmo se esvaziou, o milhão, tornando-se obdiente até a morte e morte na cruz.

Você teve carregado a cruz? Pessoas dizem, se quer matar, fazer carregar a cruz. Não, mas ele carregou a sua própria cruz.

Não refilou. Não refilou.

Versículo 9. Porque também Deus exaltou sobre a maneira e lhe deu o nome que está acima de todo o nome. Qual é esse nome? É o nome de Senhor.

YHWH, o nome de Senhor. Ele deu esse nome acima de todo o nome. Para que ao nome de Jesus se dobre todo o alho no céu, já na terra e debaixo da terra e toda a linha confesse que Jesus Cristo é o Senhor.

Como lê na Almeida Revista e Corrugida, e na Almeida Corrugida e Fial, é o Senhor. O Senhor não é qualquer Senhor, é o Senhor.

Vocês podem comparar isto com Isaías 45, 23. E nesse capítulo de Isaías 45, versículo 5 a 7, está aqui a falar de o Senhor Deus pelo qual todos os joelhos vão dobrar. É exatamente o que Paulo está a referir aqui. Isaías 45 é o Senhor, YH, WH, IAWA. O Senhor deu a Jesus esse nome, que está acima de todo o nome.

Querias irmãos, isto é um sacrifício enorme, mas o que está a falar aqui a referir-se é a mentalidade, a maneira de pensar Jesus Cristo, que existia em forma de Deus. Era igual a Deus, isso não era nenhum robo de identificação. Era igual a Deus. Se esvaziou desse poder para ser um homem, como o filho carpiteiro sem qualquer reputação. Este é a mente de Cristo que nós precisamos ter.

Versículo 12. Assim pois amados meus, como sempre ao pete sexto. Não só na minha presença, porém, muito mais agora na minha ausência, desenvolvei a vossa salvação com que morre e tremor. Entre Deus e você.

Você tem que fazer a sua parte. Porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer, como o realizar, segundo a sua boa vondada. É Deus que faz com que você queira e que você consiga efetuar.

Porque de nós próprios, não temos capacidade de o fazer. Quando nós estamos crucificados com Cristo, quando a nossa natureza humana está crucificada, está morta com Cristo.

Então, é Deus que nos ajuda.

É Deus que nos ajuda. Fazei tudo sem murmurações, nem contendas. Sim, não estejam a refilar. Não estejam a fazer demonstrações. Nada disso. É uma atitude completamente diferente, desta mente de Cristo. Para que vos truneis irrepreensíveis e sinceros.

Isto é simples, como pombas inofensivos, que não mangouam. Filhos de Deus, inculpáveis, no meio de uma geração pervertida. Crisigãos, esta geração, este mundo à nossa volta, está pervertido de dia a dia, está cada vez pior.

E corruta.

Esta sociedade à nossa volta hoje está corruta. E agora, quando as pessoas se aproximam destas, veem estas épocas em que as pessoas fazem coisas imorais e práticas imorais, com as paixões da carne, você está a ter a certeza que a sua carne, a sua mente, os seus pensamentos estão mortos, estão crucificados com Cristo.

No meio de uma geração pervertida e gruta, é qual resplende seis como luseiros no mundo, perseverando, preservando, mantendo a palavra da vida. Este é sujo Cristo, a palavra da vida, a Bíblia. Para que no dia de Cristo, e a uma gloria de que não corria em vão, nem me esforçem, enigualmente. Para que Paulo se glorie, para que nós, como ministros de Deus, se gloriem, tegem alegria de ver, olha vocês, se arrependeram e estão a seguir o caminho de Deus. E é para a glória de Deus e para o nosso contentamento que a nossa obra, o nosso esforço, não foi em vão. Crisis e irmãos, é a palavra da vida que nos vai fazer chegar à meta. Por isso, crisis e irmãos, a gravura de Jesus na cruz, é a gravura que nós precisamos de ter da nossa própria natureza humana na cruz. Morte, crucificada na cruz.

Está a você crucificado com Cristo.

Você tem que pôr para a morte as suas coisas de si próprio, o seu velho eu. A nossa natureza, a natureza, tem que ser crucificada. Por isso, lemos em Galatas 2, versículo 20. Lemos, estou simplesmente a repetir agora, não precisam virar aí. Diz assim, já estou crucificado com Cristo. E vivo não mais eu, porque o velho eu foi enterrado. Mas Cristo vive em mim e a vida que eu agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou, assim mesmo, por mim, por nós. Quer dizer, irmãos, vejam aqui este simbolismo do Batismo. Porque isto é o que fazemos ao Batismo. Vejam comigo em Romanos capítulo 6. Romanos capítulo 6, que é uma secção que, antes de ser batizado o ministro da Igreja deus, geralmente reveste a secção as partes do aconselhamento do Batismo, para você entender o significado do Batismo.

Romanos 6.

Começar a ler o versículo 1. O que diremos pois? Primeiro, se veremos no pecado para que seja a graça mais abundante? Está claro que não! De modo nenhum! Como veremos ainda no pecado, nós os que para ele, para o pecado, morremos. Como é que podemos continuar a viver no pecado, se morremos por causa do pecado? Ou por ventura ignorais, que todos nós que fomos batizados em Cristo. Fomos batizados na sua morte. Muitas pessoas pensam, ah, fomos batizados em Cristo, quer dizer, fomos batizados no nome de Cristo. Sim, somos batizados no nome de Cristo. Mas aqui não está a referir-se a isso.

Se você pensa, se você pensa, está a referir a isso, está a perder um ponto importante do que está a ser dito aqui. Porque batismo é uma gravura de morte. Batismo é uma gravura, é uma expressão de morte. Que nos ensina que o velho, eu, tem que morrer. E quando nós somos batizados em Cristo, somos paraisados, hádios para dentro do corpo dele, como membros do corpo de Cristo, e o corpo de Cristo morre, e nós somos batizados como parte do corpo de Cristo morremos debaixo da água, simbolicamente. E por isso, o batismo nos ensina que precisamos de morrer. Isso não está a falar. Aqui, que somos batizados no nome de Cristo. Sim, somos batizados em nomes dos Cristo, pela autoridade dele. Mas aqui está a falar do outro ponto de vista. Que não deve perder o significado. Não perca esse significado importante. Que somos batizados, como diz aqui, em Cristo. A palavra grega é EIS, é EIS. Isso, que é para dentro do corpo de Cristo. EIS, que é para dentro do corpo de Cristo. EIS, que é para dentro do corpo de Cristo.

Como leem, por exemplo, em 1 Coríntios 12-13. Não precisam de ver aí, mas são batizados em um corpo. A mesma palavra grega. Para dentro de um corpo, que é o corpo de Cristo, que é a Igreja de Deus. Somos batizados primeiras de corpo. Este corpo de Cristo morre na cruz e foi enterrado.

O nosso batismo representa essa morte em Cristo dentro desse corpo.

A nossa natureza humana tem que morrer. As nossas paixões humanas têm que morrer e serem enterradas. Isso é uma coisa mental. Estas atitudes, dispensamentos e rados têm que ser postos mortos enterrados.

Por isso, batismo. A magravura da morte do velho homem, como parte do corpo de Cristo na cruz. Por isso diz assim, no versículo 4, fomos pois sepultados com ele. Simples, somos parte deste corpo. Por isso é que, como comecei a ler neste sermão, em 1 Coríntios 11, a dizer que examinem o corpo do Senhor. Nós começamos partes deste corpo. Nós que fomos batizados em Cristo, somos batizados na sua morte, fomos pois sepultados com ele na morte pelo batismo, para que como Cristo foi ressuscitado dentro dos mortos, aquele corpo de Cristo ressuscitou dos mortos. Nós, como parte deste corpo.

Pela grávida do Pai, assim nós também andemos nós em novidade da vida.

Andamos numa vida nova, não é na vida velha. Esta vida velha da natureza humana foi morta. E agora estamos a andar numa vida nova, ainda não ressuscitamos. Não teremos um corpo novo e só teremos durante a ressuscita, depois da nossa própria morte física, quando fomos ressuscitados, mas precisamos de andar numa vida... É uma coisa mental, uma maneira de pensar, de não a pensar e andarmos em pecado, mas andarmos numa vida nova.

Porque se fomos unidos com ele na sumilhança da sua morte, setamento seremos também na sumilhança da sua ressurreição. Seremos! Seremos! Futuro!

Sabendo isto, que foi cursificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do bocado seja destruído. E não servamos o pecado como escravos, porque quem morreu está justificado do pecado. Por quê? Pagou o preço do pecado. O salário do pecado é a morte. Pagou o preço do pecado. Quem é pagou o expresso? A morte de Cristo. Por isso nós morremos nesse corpo de Cristo. É o corpo de Cristo que nos justifica do pecado. Ora, se a nossa natureza humana não morreu na cruz, não foi sepultada, se a nossa natureza humana está aqui, capa fora da água, com a mão fora da água. Então, não estamos justificados.

Quem morreu, esta natureza humana que de facto morreu, está justificado do pecado.

Ora, se já morremos com Cristo, queremos que também com Ele viveremos, seremos necessitados com Ele no futuro. Sabedores de que, havendo Cristo necessitado os mortos, já não morre. A morte já não tem domínio sobre Ele. Este corpo de Cristo foi necessitado, já não morre. Vive eternamente. Nós viveremos eternamente, mas agora vivemos uma vida nova, numa maneira nova de viver. Versículo 10, pois quanto a ter morrido, de uma vez para sempre morreu para o pecado, mas quanto a viver, vive para Deus. Jesus Cristo viveu para Deus como um ser humano, físico, e vive para Deus. Agora, versículo 11, assim também, vós considerávos mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus. Assim, vós, considerávos mortos para o pecado. Parem de pecar. Não entendo como certas pessoas leem o Romanos e dizem, ó, o Romanos está azer que não precisamos obter a lei de Deus. É tão claro aqui! Não reem na versículo 12, portanto, o pecado no vosso corpo mortal. Não pequem no nosso corpo físico. De maneira cópita 6, às suas peixões. Não deixem esse pecado reinar no vosso corpo. Vocês foram batizados, foram curcificados em Cristo, foram batizados em Cristo, vocês são parte deste corpo Cristo. Fão curcificados com ele. Parem de viver essa maneira, de viver. Mental, na mente. Muito menos fisicamente. Nem oferceis cada um os membros do seu corpo a pecado. Como instrumentos de iniquidade, mas oferceis-vos a Deus, como resurretos dentro os mortos. Isto é resurretos dentro os mortos, porque a nossa vida agora é uma vida diferente. O velho eu morreu, agora temos um novo eu, o novo homem. E os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça, por o pecado não terá domínio sobre vós. Por que? Porque na atoriza humana está morta. Agora temos o Espírito de Santeus a nos guiar numa vida nova. E por isso o pecado não tem domínio sobre nós, porque não estamos a pecar. Pois não estás debaixo da lei, não estás debaixo da pena da lei. Por que? Porque a lei, a pena da lei, que disse que vocês tinham morrer, já foi paga pela graça de Jesus Cristo, pelo pagamento, pela mortela. V. 15. Vemos de pecar porque nós estamos debaixo da lei, e sim da graça da modu-ninhão. É a segunda vez, no mesmo capítulo, diz isto. Diz isto no V. 2, diz a mesma coisa agora aqui no V. 15. Da modu-ninhão.

Não sabéis que aquele a quem vos ofer seis conservos para a audiência, desse mesmo a quem obede seis, seus servos, seis do pecado para a morte, ou da audiência para a justiça. Obediência para a justiça. Obediência! Não sabe que não é preciso obedecer à lei de Deus.

Obediência para a lei de justiça. Mas graças a Deus, porque outra hora, vocês eram escravos do pecado, estavam a cabrar a lei e eram escravos de pecado, contudo estivestos a obedecer de coração à forma doutrina, a que fossem três, e uma vez libertados da pecado, porque morreram em Cristo, receberam o Espírito Santo, e agora estão a viver uma vida nova. Libertados de pecado, fosse feito o servos da justiça. Obedecer. Obediência para a justiça. Servos da justiça. Falo como homem por causa da fraqueza da vossa carne. Assim como oferecer-se vossos membros para a escravidão, da impureza, da maldade, para a maldade.

Agora oferecei agora os vossos membros para servirem à justiça para a santificação. Como antigamente, antes de serem batizados, faziam coisas pecaminosas, agora depois de serem batizados, façam os vossos membros, os vossos olhos, a vossa cara, a vossa boca, a maneira de falar, a maneira de olhar para coisas, a maneira de fazer coisas com as mãos, para servirem à justiça para a santificação. Somos justificados de graça, mas agora temos que trabalhar na santificação através do Espírito Santo Deus. Por quando eram escravos do pecado, estava isentos em relação à justiça. Naquele tempo, os resultados escolheste. Somente as coisas de que agora vos éim vergonhais, porque o fim delas é morte.

Sim, naquele tempo, quando pecavam, será uma vergonha. Faziam pecados, vergonhosos. Arrependeram-se. Foram batizados. Agora, vive uma vida nova. Agora, porém libertados do pecado, por Jesus Cristo nos perdoou de graça. Estamos agora transformados a viver uma vida nova com o poder do Espírito Santo, em serviços de Deus, tendo-nos o vosso fruto para a santificação, o fruto para ficarem santos, no processo de santificação, de transformação, do velho homem para o novo homem, da natureza humana corruta para a natureza divina.

E, por fim, ao fim disso, ao fim da vossa vida, vocês têm que lutar até o fim, e, por fim, a vida eterna. Porque o Solares de Becado é a morte, e nós temos o Dom gratuito de Deus, é a vida eterna, em Cristo Jesus, Nosso Senhor. Mas, que coisa tão clara? Eu acho que é claro. É acho que é muito claro. E depois, Paulo, aqui em Romanos, começa a escrever a batalha que ele tinha com o pecado.

E vamos, então, apanhar aqui um creme, mais à frente essa batalha, em que ele diz, no versículo 21, de Romanos 7. Então, ao querer fazer o bem, fazer o aleio de que o mal reside em mim. Qual é o mal de Paulo? Vocês podem ler, em Filipenses 3, versículo 3 a 6, que diz que ele era um fariseu, e de acordo com o aleio, não tinha nada feito, nada errado, nada! Quer dizer, fisicamente, de acordo com o aleio, não tinha feito nada errado.

Era como, digamos, como um jo! Não tinha feito nada errado de acordo com o aleio. Mas Paulo está a dizer, encontro a lei de que o mal reside em mim. O que é isso? Que mal é isso? Não era coisas que fazia, mas era um namento. Pensamentos irrados, vencer esses pensamentos, na natureza humana. Queridos irmãos, por isso ele diz, porque no tocante ao homem interior, aqui dentro, interior, tenho prazer na lei de Deus.

Se eu quero obter à lei de Deus, cá por dentro, na minha coração, na minha mente, mas vejo nos meus membros, aqui dentro, outra lei, que é essa lei. É a lei da natureza humana, aqui dentro, a lutar uma guerra aqui na nossa mente, que, agregando contra a lei da minha mente, me faz prisioneiro a lei do pecado, que tenha este conflito aqui, que está nos meus membros, desaventurado o homem que sou, quem me liberará do corpo desta morte, porque ele sabe que tem que ter os pensamentos certos, porque obter à lei não é só fisicamente, mas espiritualmente.

Foi que Jesus Cristo disse, aumentou, amplificou a lei para o significado espiritual. E, por isso, Paulo entendeu que tinha que obter a lei agora, não só fisicamente, mas espiritualmente, mentalmente. E tinha esta guerra, mental. E, por isso, tinha este ponto aqui, desaventurado o homem que sou. Estou um assustador, está vendo?

Perguntamos isso nos próprios?

É você capaz de dizer que esta mente carnal minha, ou esta mente carnal sua, está crucificada com Cristo na cruz?

Consegue você dizer isso? Temos muito a andar, queridos irmãos. Eu tenho. Todos nós temos muito a andar. Porque, com sua mente, Paulo estava a fazer, queria seguir a lei de Deus, mas dentro da cabeça havia esta luta, esta guerra.

Eu segui 25 graças a Deus, por Jesus Cristo, o nosso Senhor, da maneira que eu, de mim mesmo, comente o seu escravo da lei de Deus, mas segundo a carne, desta mente carnal, a lei do pecado.

Agora, um escritor aqui muito encorajedora, que é o versículo seguinte, o Romano 8, versículo 1. Agora, pois, já nenhuma condensão há para os que estão em Cristo Jesus, porque a lei do Espírito da Vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado, está da lei da natureza humana e da morte, porque fora impossível a lei de Deus, a lei, a lei de Deus simplesmente, a lei não nos justifica, a lei simplesmente diz, está certo, está errado, a lei não nos pode justificar, a lei não nos pode santificar. É o Espírito Deus que nos santifica. Quando nós nos arrependemos, somos perdoados, justificados de graça e depois temos que andar usando o Espírito Deus no processo de santificação.

No processo de santificação.

Continuando assim, a lei que estava enferma pela carne, isso fez Deus enviando seu próprio filho em semelhança de carne, caminosa e inuducante ao pecado e com enfeito condonou Deus na carne o pecado. Por que? Porque Jesus Cristo veio como um ser físico, um ser humano, um ser subjeito às expressões e às dificuldades carnais e Ele não pecou nem no pensamento.

A fim, versículo 4, de que o preceito da lei, isto é, a fim de que a justiça que é requerida pela lei pela lei se cumprissem nós. Cristo e irmãos temos que cumprir a lei, a lei de Deus, que não andámos segundo a carne, mas segundo o Espírito de Deus. A carne está à morte, está crucificado com Cristo.

Porque os se inclinam para a carne, cogitam as coisas da carne, mas o que se inclinam para o Espírito as coisas do Espírito. Se você está inclinado para as coisas da natureza humana que você devia ter crucificado a morte, você está inclinado para a lei de Deus através do Espírito Santo de Deus, com a ajuda do Espírito Santo de Deus, pela santificação, pela limpeza deste processo da água, e da palavra, isso, então, para a vida e paz.

Para a vida eterna e paz.

Por isso, o pedor da carne é enimizado contra Deus, pois não está sujeitado a Deus nem pode estar. Portanto, o gestão na carne não podem agradar a Deus. Vos, porém, não estáis na carne, mas no Espírito, se de facto o Espírito de Deus abrita em vós. E se alguém não tem o Espírito Cristo, este tal não é dele. Vejam aqui, o Espírito de Deus, o Espírito de Cristo é mesmo um espírito, só um espírito.

Se alguém não tem o Espírito Cristo, este tal não é cristão. Está aqui a definição do que é um cristão.

Está a viver de acordo com o Espírito de Deus. Está neste caminho de santificação.

Se porém Cristo está em vós, se Cristo vive em vós, tal como Cristo viveu sem pecado, ou se ele está em vós, vai viver em nós sem pecado.

O corpo, na verdade, está morto por causa do pecado. Nós estamos mortos na cruz. Estamos mortos batizados com Cristo na água, mortos.

Esta natureza amana está enterrada na sebulatura de água.

Mas o Espírito é a vida por causa da justiça. Se habita em vós o Espírito, aquele que resistou a Jesus entre os mortos. Esse mesmo que resistou a Jesus Cristo dentro dos mortos, vivir ficará por meio do seu Espírito em que vós habita.

Queridos irmãos, você e eu somos guiados pelo Espírito de Deus?

Veja aqui no versículo 14, pois todos são guiados pelo Espírito de Deus. São filhos de Deus. Está a dizer que são guiados.

Não é que são impulsionados e puxados. São guiados, direcionados. Olha, vá nesta direção e nós voluntariamente fazemos isso. Então, somos filhos de Deus, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo. Queridos irmãos, eu tentei explicar neste sermão hoje que precisamos nos examinar com este pensamento da morte de Cristo.

Mas a morte de Cristo, do corpo de Cristo que é mais que sim, que é o corpo dele, mas é o corpo espiritual de Cristo, que é a Igreja de Deus e que nós, como membros desse corpo, temos que também ser crucificados para morrer, morrer no sepulcro do Batismo. Temos depois sair a novidade da vida e andar numa vida nova. Queridos irmãos, perdão, apreciamos o sacrifício de Cristo? O sacrifício de Cristo foi feito para nós pensarmos e refletirmos nisso. Jesus Cristo morreu na cruz e nós somos crucificados com Cristo.

Eu espero você consiga se examinar um um bocadinho mais profundamente para olhar para a sua natureza humana que precisa de se destar morta. Perdão.

Tal como o ato do Batismo que simboliza a morte. A morte do corpo de Cristo. Você e eu está crucificado com Cristo?

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Na adoração de Deus e de Seu Filho Jesus Cristo pensamos acerca de Jesus crucificado pelos nossos pecados, de graça. 

 

Mas pensamos acerca de nós crucificados com Cristo?

 

Este sermão analisa este tema em maior detalhe das epístolas aos Gálatas, Filipenses e Romanos. 

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).