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O Pequeno Milagre Que Faz tombar a Evolução

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Em 1953, James Watson e Francis Crick alcançaram o que parecia impossível ao descobrirem a estrutura genética no interior profundo do núcleo das nossas células. Nós chamamos a este material genético DNA (ADN), uma abreviação para ácido desoxirribonucleico.

A descoberta da estrutura helicoidal dupla do DNA abriu as comportas aos cientistas para examinarem o código nele inserido. Agora, mais de meio século passado depois da descoberta inicial, o código do DNA foi decifrado—embora muitos dos seus elementos ainda não sejam bem compreendidos.

O que tem sido encontrado tem profundas implicações relativamente ao darwinismo, a teoria de que todos os seres vivos evoluíram por processos naturais através de mutação e selecção natural.

Consoante os cientistas começaram a decifrar o DNA da molécula humana, eles encontraram algo totalmente inesperado—uma “linguagem” esquisita composta de uns 3 mil milhões de letras genéticas.

É difícil compreendermos, mas a quantidade de informação no DNA humano é, a grosso modo, equivalente a 12 edições conjuntas da Enciclopédia Britânica—um valor incrível de 384 volumes de informação detalhada que encheria quase 15m de estantes de biblioteca!

Mesmo assim, no seu tamanho actual—o qual é somente dois milionésimos de um milímetro de espessura—uma colher de chá de DNA, de acordo com o biologista Michael Denton, pode conter toda a informação necessária para criar as proteínas para todas as espécies dos organismos que jamais viveram na terra, ainda com “espaço suficiente para toda a informação de todo o livro jamais escrito” (Evolução: A Teoria em Crise [Evolution: A Theory in Crisis], 1996, p. 334).

Quem ou que poderá reduzir tal informação e pôr este número enorme de “letras” na sua sequência apropriada como um manual de instrução genética? Teria a evolução, gradualmente, inventado um sistema como este?

O DNA contém uma língua genética

Primeiro consideremos algumas das características desta “língua” genética. Para ela ser correctamente chamada uma língua, ela tem de conter um alfabeto ou sistema em código, soletração correcta, gramática (uma ordem apropriada das palavras), significado (semântica) e um propósito programado.

Os cientistas têm achado que o código genético tem todos estes elementos-chave. O Dr. Stephen Meyer explica: “As regiões de código do DNA têm exactamente as mesmas propriedades relevantes como um código ou língua de computador” (citado por Lee Strobel, O Caso para um Criador [The Case for a Creator], 2004, p. 237, grifo no original).

Os únicos tipos de comunicação considerados de alto nível são as línguas humanas, as línguas artificiais como as de computador, o código de Morse, e o código genético. Nenhum outro sistema de comunicação foi encontrado que contenha as características básicas de uma língua.

Bill Gates, fundador da Microsoft, comentou: “o DNA é como um programa de computador, mas muito mais complexo que qualquer outro que por nós jamais tenha sido desenvolvido.”

Pode-se lá imaginar que alguma coisa mais intrincada que o mais complexo programa actuando num super-computador seja desenvolvido por acidente através da evolução—não importa ao longo de quanto tempo, quantas mutações e quantas selecções naturais se tomem em consideração?

A linguagem do DNA não é o mesmo que a molécula do DNA

Estudos recentes na teoria da informação surgiram com algumas conclusões espantosas—nomeadamente, que informação não pode ser considerada na mesma categoria que matéria e energia. É certo que matéria ou energia podem conter informação, mas elas não são o mesmo que a própria informação.

Por exemplo, um livro como a Ilíada de Homero contém informação, mas o livro físico em si é informação? Não, os materiais do livro—o papel, a tinta e a cola contêm os assuntos, mas só são um meio para os transportar.

Encontra-se o mesmo princípio no código genético. A molécula do DNA transmite a língua genética, mas a língua em si é independente do seu transmissor. A mesma informação genética pode ser escrita num livro, guardada num disco rígido ou enviada pela Internet, e contudo a qualidade ou assunto da mensagem não são mudados por se substituir o meio de transporte.

George Williams explica, como biologista evolucionista: “O gene é uma embalagem de informação, não um objecto. O padrão dos pares de base numa molécula DNA especifica o gene. Mas a molécula DNA é o meio, não a mensagem” (citado por Phillip Johnson, Derrotando o Darwinismo pela Abertura das Mentes [Defeating Darwinsim by Opening Minds], 1997, p. 70).

Tem-se observado que este tipo de informação de alto nível nasce somente de uma fonte de inteligência. Lee Strobel explica: “Os dados no âmago da vida não estão desorganizados, não estão simplesmente ordenados como cristais de sal, mas é uma informação complexa e específica que pode realizar uma desconcertante tarefa: a construção de máquinas biológicas que ultrapassam em muito as capacidades tecnológicas humanas” (p.244)

A precisão desta língua genética é tal que a média de erro não apanhado admite-se ser de 1 em cada 10 mil milhões de letras. Se ocorre um erro numa das partes mais importantes do código, que está nos genes, ele pode causar uma doença tal como a anemia da célula. Contudo, nem mesmo o melhor dactilógrafo do mundo poderia aproximar-se de fazer um só erro em cada 10 milhares de milhões de letras—longe disso.

Por isso, acreditar que o código genético evoluiu gradualmente em estilo darwiniano é quebrar todas as regras conhecidas de como a matéria, a energia e as leis da natureza funcionam. Na realidade, não foi encontrado na natureza qualquer exemplo de sistema de informação funcional no interior da célula evoluindo gradualmente para outro sistema de informação funcional.

Por conseguinte, nós temos no código genético um manual de instrução imensamente complexo que foi majestosamente desenhado por uma fonte muitíssimo mais inteligente do que os seres humanos.

Mesmo um dos descobridores do código genético, o agnóstico e recentemente falecido Francis Crick, depois de décadas de trabalho em decifrá-lo, admitiu que “um homem honesto, armado com todo o conhecimento disponível para nós agora, só poderia afirmar que, de alguma maneira, a origem da vida parece ser quase um milagre, tantas são as condições que tinham de ser satisfeitas para a causar” (A Vida: Suas Origens e Natureza, 1981 [Life Itself: Its Origin and Nature], p.88, ênfase adicionada).

A Evolução falha em fornecer respostas

É bom lembrar que os evolucionistas não têm sido capazes de produzir nem sequer um único fio de cabelo humano, apesar de, ao longo de décadas, todos os esforços dos laboratórios em todo o mundo. Quanto mais difícil criar um corpo inteiro constituído por 100 triliões de células!

O Dr. Meyer considera as recentes descobertas sobre o DNA serem o calcanhar de Aquiles da teoria da evolução. Ele diz: “Os evolucionistas ainda estão a tentar aplicar o pensamento de Darwin do século dezanove à realidade do século vinte e um, e não funciona . . . Eu penso que a revolução de informação que está a acontecer na biologia está a soar o dobre de finados do Darwinismo e teorias químicas evolucionistas” (citado por Strobel, p. 243).

Recentemente, um dos ateístas mais famosos do mundo, o Professor Antony Flew, admitiu não saber explicar como o DNA foi criado e desenvolvido através da evolução. Agora, ele aceita a necessidade de uma fonte de inteligência estar envolvida na criação do código do DNA.

Ele disse: “O que eu penso é que o conhecimento sobre o DNA fez, foi provar que inteligência teve de estar envolvida afim de se conseguir juntar esta extraordinária diversidade de elementos” (citado por Richard Ostling, “Líder Ateísta Crê Agora em Deus” [Leading Atheist Now Believes in God], reportagem da Associated Press, 9 de dezembro, 2004).