Gálatas 1:1-10

Estudo Bíblico de Gálatas

Este estudo descreve como novos crentes na Igreja introduzem suas ideias e práticas na Igreja. Uma dessas ideias prevalentes era que certos membros trousseram suas ideias acerca da justificação. Paulo escreveu aos Gálatas para corrigir esse problema.

Transcrição

Bom dia ou boa tarde, Cris irmãos. Aqui é Jorge Campos. O opóstolo Pedro, à conclusão da segunda epístola de Pedro, está a mencionar a cerca da vinda de Cristo e, como nos últimos dias, diz ele no capítulo 3, versículo 3, a virão escarmecedoras com os seus escárneos andando segundo as suas próprias paixões e dizendo tudo tem acontecido há tanto tempo e, por isso, estão a enganar as pessoas com essas ideias. Então, Pedro diz, não retarda a vinda do Senhor e depois diz que isto tudo vai ser desfeito e, ao fim, desta epístola, começando no versículo 14, nos últimos versículos, segundo Pedro, diz assim, por esta razão, porque isto vai acontecer e vai haver um juízo, diz por esta razão, amados, esperando estas coisas, empenháveis por seres achados por ele em paz, sem mácula e irrepreensíveis. Isto é, em segundo Pedro 3, versículo 14. E tendo por salvação a longanimidade de nosso Senhor, como igualmente o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria, que lhe foi dada. A sabedoria que lhe foi dada ao falar acerca destes assuntos, como, de facto, costuma fazerem todas as suas epístolas. Paulo escreve nas suas epístolas, nas quais há certas coisas difíceis de entender que os ignorantes e instáveis de turpão, como também de turpão as demais escrituras. Cris Irmãos, um dos livros, uma das epístolas de Paulo, que é muito de turpada, digamos assim, é a epístola aos galatas. E hoje vamos começar estudando essa epístola. E esta epístola é muito disputada hoje em dia, no mundo cristão, porque é usada para tentar criar uma desculpa para desfazer ou dizer que não é necessário observar a lei de Deus, particularmente a lei do sábado, a lei dos dias santos de Deus e as leis de carnos limpas e mundas. E por isso as pessoas variam, quer dizer, tão a desturpar a palavra de Deus, até que o Sr. Martinho Luthor disse que o livro de galatas era seu amante, para o liberar da lei. E isso usam por isso o livro de galatas como uma justificativa para a desobediência aos leis de Deus e, particularmente, ao sábado e aos dias santos de Deus. Também usam outros livros como Colossenses e Romanos como justificativas para isso também.

Ora, hoje, irmãos, vamos começar a abordar o livro Epístola aos Galatas. A Galácia era uma província romana. Incluia áreas como o Derbe, Listera, Iconiú, Antioquia. Isto é área da Turquia Oriental e Central. Paulo escreveu Epístola aos Galatas, provavelmente ao fim ou lá para o fim da sua segunda viagem missionária. Provavelmente escreveu de Ephesus no ano de 52 d.C., isto é, da Era Corrente. Alguns creem que talvez tenha escrito um ou dois anos depois, ao início da sua terceira viagem missionária. Vemos claramente que, em Galatas 4, versículo 13, que fala, diz assim, e vos sabéis que vos preguei o evangelho a primeira vez, agora pregou-e-os o evangelho a primeira vez, implicando-o que houve uma segunda vez que também pregou, senão simplesmente teria dito, preguei o evangelho a vocês.

E por isso, vence que essa primeira vez foi durante a primeira viagem e depois houve a segunda viagem missionária, que é iniciada a ser descrita a partir de Atos 16. Vemos aí em Atos 16, versículo 1, Atos 16, versículo 1. Atos 16, versículo 1, diz assim, chegou também a Derby e a Liste, e são áreas da Galácia. E vê-se aí que, então, ele foi lá uma segunda vez. Ao fim dessa viagem, segunda viagem missionária, lá para o fim, quando estava em Iphésios, foi quando, então, ele escreveu aos Galatas.

Ora, qual foi o problema que criou a necessidade dele escrever esta carta? Qual foi o problema principal que existia nas várias congregações da Igreja de Deus inicialmente no Novo Testamento? Basicamente, é o mesmo problema que existe hoje, nas Igrejas de hoje em dia. Pondo muito simplesmente, o problema é que, quando as pessoas vêm para a Igreja de Deus, trazem com elas, com boa intenção, ideias ou abordagens que tinham no mundo religioso prévio.

E, com boa intenção, pensam que devemos fazer deste modo ou desta maneira e trazem essas abordagens para a Igreja de Deus, mas essas abordagens não são a maneira que Deus quer. O ponto, irmãos, é que precisamos de questionar, precisamos de perguntar, precisamos de ser muito críticos a nós próprios, acerca de tudo o que fazemos, pensamos como atuamos e estarmos humildas e mansos e prontos a nos arrependermos e a mudarmos se virmos que esse não é o modo que Deus quer, a prática da Igreja de Deus.

Ora, muitos de nós pensamos geralmente simplesmente em certas doutrinas básicas, mas muitas vezes não analisamos a maneira como abordamos as coisas e trazemos essas práticas para dentro da Igreja de Deus. E foi o que aconteceu na Igreja Primitiva, no Novo Testamento. Inicialmente, a maioria das pessoas que vieram para a Igreja de Deus foram os judeus, sim, porque lhes pós-judeus primeiro e depois pós-jendios.

Mais tarde, umas décadas depois, os jendios começaram a vir em massa ou em grandes quantidades para a Igreja de Deus e, igualmente, os jendios trouxeram com eles as suas práticas ou ideias ou abordagens pagães. Por isso temos aqui a ver. Abordagens de um lado, digamos assim, eram abordagens judaicas, alterações ou tradições que tinham introduzido na religião judaica. Não estou a falar mal dos judeus, irmãos. Estou a falar de abordagens, digamos assim, dos judaísmo, dos tradições que Jesus Cristo criticou, que foram introduzidas na religião do judaísmo dessa era, que não eram as instruções de lei de Moisés, as instruções puras. Essas práticas, digamos assim, em palavras dois, digamos assim, eram práticas, digamos assim, das direitas.

E, por outro lado, umas décadas depois, vieram jendios para a Igreja e esses jendios trouxeram com eles abordagens ideias pagãs ou abordagens de religião, a maneira de fazer as coisas que eram, digamos assim, pagãs ou incorretas. E essas abordagens foram introduzidas para dentro da Igreja. Então é o que temos hoje em dia, um cristianismo falso, digamos assim, da esquerda. E, por isso, houver-se duas infiltrações na Igreja de Deus na Era Primitiva, uma das direitas e o dei um sermão há um mês ou dois atrás acerca da influência dessas ideias, tradições, abordagens do judaísmo.

E tem outro sermão em maior detalhe acerca dessas abordagens ideias que vieram basicamente da Babilônia e que foram alteradas através destas interpretações gnósticas e que vai ser o gnosticismo que alterou a Igreja Cristã e que é hoje predominante na Igreja Cristã que há estas ideias que originalmente vieram da Babilônia e que foram alteradas, mas que a base disso é da Babilônia e eu tenho um outro sermão acerca do gnosticismo. Por isso, mais detalhes acerca disso podem ver nesses sermões. Mas o ponto principal aqui é que basicamente o problema na Igreja de Deus, na Era Primitiva, é que houve estas influências, digamos assim, das direitas do judaísmo, de que precisavam ser justificados pelos leis cerimoniais e, mais tarde, destas influências gentias que estavam a introduzir ideias pagais.

E, como eu disse, é o mesmo que se passa hoje em dia na Igreja de Deus. Pessoas vêm com boas intenções, vêm deste mundo religioso com ideias, abordagens, maneiras de fazer as coisas que são, digamos assim, mais evangélicas e pensam que é desta maneira que Deus quer que façamos com boas intenções. No entanto, tão gentilmente, sutilmente, sem entenderem eles próprios, podem estar a introduzir coisas incorretas na Igreja de Deus.

E, por isso, precisamos ter muito cuidado. Por isso é que eu digo, precisamos analisar e perguntar a tudo, tudo que eu faço, que eu trouxe ou trazia ou trouxe das regiões anteriores. Tenho que analisar e tenho que questionar e tenho que perguntar. Tenho que mudar, tenho que me arrepender. Isso é necessário perguntar e questionar. Queris-me irmãos, é necessário fazer isso tudo. Ora, põe-me isto o somário de outra maneira. O problema dos cristãos, na era primitiva, é que haviam influências judaicas, que não eram bíblicas, abordagem judaicas, que não eram bíblicas, e umas décadas depois, igualmente, houve influências nósticas.

O livro de Galatas é ao início destas influências que estavam a tentar convencer os gentios que tinham sido convertidos recentemente, estava a tentar convencer esses gentios que tinham sido convertidos recentemente, que eles necessitavam de praticar as leis cerimoniais, que incluía assuntos como não só as ofertas, mas também a circuncisão. E por isso vemos que, ao fim da segunda viagem, ao fim da primeira viagem emissionária, ao início da segunda viagem emissionária, isso já existia, porque eram esses gentios ine inicialmente a estarem convertidos, por exemplo, na área da Turquia, na área da Galácia, e estes judeus, não todos é mal dos judeus irmãos, pessoas com boa intenção, mas as pessoas de descendência judaica que traziam com eles as abordagens judaicas estavam a tentar infiltrar estas ideias de serem justificadas pelas leis cerimoniais.

E isto causou um problema tal que depois houve, em Atos 15, esta conferência. Vejam aqui em Atos 15, como está a ler no versículo 1, alguns indivíduos que do serão da judeia ensinavam aos irmãos, quer dizer, irmãos, aqui que eram indivíduos, que tinham sido batizados, que estavam na igreja deus, mas tinham vindo da judeia com as suas ideias abordagens judaicas com boa intenção, irmãos, com boa intenção. Mas, estávam a dizer, se vocês não circuncindarais segundo o costume do Moisés, isto é, se os gente e os não vão ser circuncisos, não podem ser salvos.

O versículo 2 está na vida da parte Paulo e Bernabé contenda. E não pequena discussão com eles. Os irmãos não foi pequena, houve um conflito grande. Resolveram que esses dois, alguns outros dentre eles, subissem a Jerusalém aos apóstolos e aos prosbítolos fossem, digamos assim, à sede da igreja, que estava nessa altura em Jerusalém, ao Conselho de Anciões, digamos assim, para falar acerca com o respeito desta pergunta, desta questão.

E ver se no versículo 4, tendo eles chegado a Jerusalém, foram bem recebidos pela igreja, pelos apóstolos, pelos prosbítolos e relataram tudo o que Deus fizeram com eles. E surgiram-se, entretanto, alguns da seita dos fariseus. Os irmãos eram irmãos na igreja que tinham vindo, que o ano passado delas, antes de serem membros da igreja de Deus, eram da seita dos fariseus.

Por isso eram membros que estavam na igreja, mas que eram fariseus dessa descendência, digamos assim, com essa abortagem. E que haviam querido dizendo, é necessário circunstá-los e determinar-lhes que observem a lei de Moisés. Crescentes, quando fala aqui a lei de Moisés, está aqui a falar acerca da lei ceremonial. Isso podemos ver noutros pontos, noutra altura, mas é claramente, e eu mencionei isto várias vezes, claramente está aqui a falar da lei ceremonial.

E isso vamos ver em Gáulates, quando estudarmos em mais detalhe esta epístola, vamos ver que de facto está aqui a falar da lei ceremonial.

E depois lê-se, eles reuniram-se, vencei no versículo 6, tiveram e depois chegaram à conclusão que para o Gentius, para o Gentius, vencei aqui, por exemplo, primeiro no versículo 10, agora pois, porque tentais a Deus pondo sobre a serviço dos discípulos um julgo que nem nossos pais puderam suportar nem nós, destas leis ceremoniais. Nós nem obtecemos corretamente. Veja no versículo 14. Diz assim, as pôs se mão como Deus, primeiramente visitou o Gentius a fim de continuar entre eles um povo para o seu nome, teve a explicar aí e depois diz que no versículo 19 diz assim, pelo que julgo eu que não devemos perturbar aqueles que dentro do Gentius se converteram a Deus.

E por isso vemos que houve uma decisão que obtésse a leste de Deus, está claro, mas não estar a perturbalos com estes princípios. Vejam, por exemplo, no versículo 23. Diz assim, escrevendo por mão deles os irmãos, tanto os apóstos como os probítulos, aos irmãos que dentro do Gentius é Antioca, Silicia, Saudações, isto é, aqueles na área da Galácia, visto sabemos que alguns que saíram dentro nós, isto é, saíram de Jerusalem, que eram membros da Galácia e foram para aí sem nenhuma autorização de nós, vos têm perturbado com palavras transtornando a vossa alma, isto é, a vossa vida.

E diz assim, parceu-nos bem, chegados a pleno acordo e legera alguns homens e enviar-los a vós outros com os nossos amados, para o meu é Paulo, os homens que têm exposto a vida pelo nome do nosso Senhor Jesus Cristo, enviamos portanto Judas e Silas, os quais pessoalmente vos dirão também estas coisas, pois parceu bem ao Espírito Santo e a nós, não vos impor mais em cargo além destas coisas essenciais. Para que vos abstenhais das coisas se irrigadas a ídolos, porque vocês são gentios, veem destes princípios de idolatria e, por isso, deixem estas coisas de idolatria, deixem isso por fora, bem como do sangue, da carne, quer dizer, dessas coisas pagais e das relações sexuais ilícidas, que havia muito disso no mundo pagão, deixem isso tudo, destas coisas fareis bem se vos guardares.

E depois diz, está claro que aí está a instrução, vê-se essa instrução, para não o importante é saírem das vossas práticas pagãs. E sim, temos que obter as leis de Deus, mas não está a dizer que tem que observar estas leis cerimoniais. E isso vamos ler e estudar em Gálatas. E por isso vemos aqui, queridos irmãos, que estas leis cerimoniais não eram necessárias.

Vemos também em Romanos 3, por exemplo, versículo 30, que em de nenhum modo está Paulo, que ele escreveu a Cártos Romanos também, a dizer que por causa da fé, porque somos justificados pela fé, não está a dizer de nenhum modo que a lei está anulada. Está claro a lei de Deus, os mandamentos de Deus e as instruções de Deus, as que têm estado em existência antes dessas leis de sacrifícios e cerimoniais que simplesmente apontavam para Jesus Cristo. Queres irmãos não estão a falar que não precisamos de fazer sacrifícios.

Mas não estão a falar de sacrifícios de bodas e ovelhas. Em Romanos capítulo 12 diz, no versículo 1, agora temos que fazer um sacrifício vivo. Vejam aqui em Romanos capítulo 12, versículo 1, apresentais o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável, o que é o vosso culto racional. Por exemplo, temos que fazer um sacrifício de não pecar. Isto é lutar contra as paixões da carne. Temos como ser a Deus. Temos que fazer um sacrifício de orar. Ou dizer, orar não é sacrifício para algumas pessoas. É, não é fácil estar a orar. Por exemplo, estar a fazer um sacrifício de dar graças a Deus e de dar honra a Deus.

Há muitos pontos de sacrifícios que temos que fazer. Talvez um dia eu der um sermão acerca de que, já nos sacrifícios, podemos fazer sacrifícios espirituais, de dar da nossa vida, da nossa energia, como nós nos sacrificámos, por exemplo, para a nossa família e para a nossa esposa. É um sacrifício vivo completo, completamente. Um sacrifício completo. Por isso, não estou a falar que não devemos nos sacrificar, mas estou a falar que o sacrifício de bodas, e toros, e ovelhas, faz isso, era simplesmente uma sombra, uma metáfora de Jesus Cristo e do poder do Espírito Santo.

Por isso, o livro de Galatas, o tema principal do livro de Galatas, é direcionado a este assunto, que era o assunto que existia na Igreja deus inicialmente. E este assunto, este problema que existia na Igreja deus inicialmente, era que pessoas da origem judaica, com boa intenção, porque sim, criam uma salvação, mas estavam a introduzir ideias incorretas. E Paulo teve que dizer a eles, não é isso. Isso é contra Cristo, isso é um anatama. E o livro de Galatas, basicamente, na sua maioria, acerca deste ponto, de que somos justificados de graça pela fé, pela fé de Cristo, pelo sangue de Cristo, pelo sacrifício que ele fez e não pelas nossas obras.

Ora, isso não quer dizer que não necessitamos nos arrepender e de ser praticantes da lei, como diz em Romanos 2 versículo 13. Não quer dizer que não precisamos praticar a lei, sim, precisamos praticar a lei, mas a justificação inicial dos nossos pecados passados é de graça pela fé, pelo sacrifício, pelo sangue de Jesus Cristo. O livro de Galatas também aborda outros temas, por exemplo, a justiça da liberdade cristã, fala também que a lei foi adicionada, Galatas 3 versículo 19, qual lei foi adicionada e diz por causa de transversões?

Vamos abordar isso. Também fala que a lei foi um aio, uma ajuda um doutor, o que ele se quer dizer em Galatas 3 versículo 24, vamos abordar esses subtópicos ou subtemas. Vamos também falar acerca de rodimentos fracos e pobres. Aí está a falar destas ideias pagãs dos gentios que estavam a ser reintroduzidas, estavam a começar a ser reintroduzidas na igreja.

Lembra-se que eu disse que eram as ideias judaicas, que precisavam dos sacrifícios e havia, estava a começar então as ideias pagãs, de que tinham estes rodimentos fracos e pobres. Isso vamos abordar. Fala isso em Galatas 4 versículo 9, vamos abordar isso mais tarde também. Também fala acerca da nova aliança, Galatas 4, 31, falando acerca de que nós não somos filhos da mulher escrava, mas da mulher liberada. E também está a falar dos inícios desse nosticismo, que estava a infiltrar na igreja ao fim da carta aos Galatas, no capítulo 4.

Isto é dessas influências pagãs do nosticismo e do sincretismo. Então, irmãos, você então começará a ler em Galatas capítulo 1, Galatas capítulo 1, versículo 1 e 2. Paulo aposta-lo não da parte de homens nem por intermédio do homem algum, mas por Jesus Cristo e por Deus Pai, que o recitou dentro dos mortos. E todos os irmãos, meu companheiros, às igrejas da Galácia. Isto está a Paulo, eu, Paulo, e os que estão comigo, estamos a escrever a vocês, os que estão comigo nesta viagem, perdão, estamos a escrever a vocês, que estão na região das congregações, das várias congregações da igreja em Galácia.

Agora vejam aqui alguns pontos. Em primeiro lugar, está aqui Paulo, um apóstolo, não da parte de homens. Isto é importante entender-nos. Não veio porque homens o poseram nessa posição da pós-lo, mas por Jesus Cristo e por Deus Pai. Ele, Paulo, foi posto na posição da pós-lo, não por homens, mas por Jesus Cristo e por Deus Pai, Deus Pai. Deus Pai crescetoso os Cristo dentro dos mortos. Ora, aqui vemos dois seres. E que os irmãos não estão a falar de um terceiro ser, porque o Espírito Santo não é uma terceira pessoa.

Por isso, vê-se que ele tinha uma missão. Depois, continuando a ler, no versículo 3, diz assim, graça e paz da parte de Deus Pai e de nosso Senhor Jesus Cristo. Uma vez mais, uma segunda vez, da parte de Deus Pai e de nosso Senhor Jesus Cristo. Então, onde está o Espírito Santo? Não, porque o Espírito Santo não é uma pessoa, é o poder de Deus. Graça e paz da parte de Pai, Deus e da parte do Filho, o Senhor Jesus Cristo.

O qual se entregou assim mesmo, o qual se voluntariamente se entregou assim mesmo? Foi da livre vontade dele que se entregou. Não foi forçado.

V.4. Não foi forçado. Ele deu-se de si mesmo pelos nossos pecados. Vejam, em Filipenses, V.2, V.5, V.8. Filipenses, V.2, V.5, V.8. Tendo em voz o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois Ele, este é Cristo Jesus, subsistindo em forma de Deus. Jesus Cristo era Deus, subsistia em forma de Deus, do género de Deus. Não julgou como usurpação, não julgou como uma coisa para ser mantida ou retida. Ser igual a Deus.

Era igual a Deus, não estou a dizer que era igual em autoridade, mas estou a dizer que era igual a Deus em género, em qualidade de ser. Mas antes, assim mesmo se esvaziou, o mesmo que disse, em Gálatas.

V.4. Assim mesmo, foi o que lemos aí, se entregou assim mesmo. E aqui diz, assim mesmo se esvaziou. Deixou de ser do género de Deus, e se esvaziou disso assumindo a forma de um servo com vocês e nós de um ser humano.

E se humilhou, como diz, até à morte.

Por isso vemos que ele se humilhou, por que? Por causa dos nossos pecados.

Isso é o que lemos em Gálatas 1.4, diz assim, se entregou assim mesmo pelos nossos pecados, por causa dos nossos pecados.

Ele veio, se esvaziou, de ser da forma de Deus, de ser igual a Deus, e veio a ser um homem.

E morreu para nós. Se humilhou e morreu para nós. Por que? Por causa dos nossos pecados. Dos seus pecados e dos meus pecados.

Entendemos?

O salário do pecado é a morte. Romanos 6, versículo 23.

Vejamos então Romanos 6, versículo 23. Romanos 6, versículo 23. É bom ler as coisas na Bíblia para reforçar na nossa cabeça.

Porque o salário do pecado é a morte.

Mas o don gratuito de Deus, o don de Deus, é uma dávida de Deus. Quer dizer que não temos.

É um don que recebemos. É a vida eterna. Por isso não temos uma alma eterna.

Isso é o don de Deus. Que vamos receber depois da resubração.

Em Cristo Jesus, nosso Senhor.

Vejam também, em Romanos 3, versículo 23. Romanos 3, versículo 23. Pois todos pecaram e querem a glória de Deus. Todos nós.

Não há um que seja justo nenhum sequer, como se lê no versículo 10. Todos pecaram e querem a glória de Deus. Sendo justificados gratuitamente pela graça de Deus.

Mediante a redenção que há em Cristo. Isto é compra de volta da nossa vida que há em Cristo. Como? Porque ele morreu para nós e pagou com a sua vida, comprou-nos de volta. Deus nos dá a vida de volta.

Sendo justificados por isso, gratuitamente pela sua graça, mediante a redenção que há em Cristo. A quem Deus propôs no seu sangue como propipiação? Deus propôs isto. Deus, o Pai decidiu que isto, através do sangue de Cristo, seria, digamos assim, o pagamento, o que cobriria, o que nos lavaria. O que seria esta propiciação? Este sacrifício propiacitorio, o propiatório, uma coberta de misericórdia. O sacrifício de Cristo. Mediante a fé. Mediante a fé. Querias irmãos, importante a entendermos que não é a minha fé e que não é a sua fé. Porque nós não tínhamos fé disto desta propiciação, desta redenção, mas o que Cristo fez pela fé Dele a nós. Sim, não estou a dizer que não precisamos ter fé, que acreditar que Ele fez isso e que, por causa que, e acreditamos agora, temos que nos arrepender e mudar. Não estou a dizer que não precisamos ter fé agora, mas o Passe Inicial foi feito por Deus, a fé inicial foi a fé de Deus de Cristo, que Ele ia morrer por nós e duas coisas. Primeiro, fé é que Deus e o Pai eram dois seres eternos. Um ao lado do outro, trabalhar em conjunto do mesmo gênero. Está claro, o Pai era superior, mas sempre foi superior, autoridade superior, supremo. O filho era do mesmo gênero, como lemos em Filipenses capítulo 2, versículo 6 e 7, que não era usurpação ser igual a Deus. Se esvazeu de ser Deus e veio a ser homem, deixou de ser da forma de Deus. Não estou a dizer que o caráter dele mudou. Ele... o caráter dele é justo, é perfeito, é amor, o caráter dele manteve-se, mas veio a ser o homem. Já não era do gênero de Deus, porque se esvazeu a si mesmo. Depois morreu, deixou de existir como um ser vivente, por três dias e três noites. Depois, disse, o Pai o ressuscitou, e ele, então, se pôs ao lado do Pai, sentado à direita do Pai, com a glória que ele tinha antes da criação do mundo, como Jesus Cristo orou em João XIII a dizer, Pai dama glória que ele tinha contigo antes da criação do mundo. Jesus Cristo fez isto e morreu, porque tinha fé que o Pai o ressuscitar. E eles dois fizeram este sacrifício enorme, o Pai de dar o seu filho e o filho morrer para nós, fizeram este sacrifício enorme porque tinham fé, tinham esperança, acreditavam que isto nos motivasse a acreditar em eles, e esta crença nossa seguiria com arrependimento, por isso, aí diz, em Pedro, no seu discurso, no dia de Pentecost, de Matos 2, versículo 36 a 38, que quando as pessoas vieram entender, a compreender, a acreditar, o que tinham feito e disseram, oh meu Deus, o que que eu fiz? Por que que fizemos? Matámos o Senhor e o Salvador? As pessoas, então, se viraram e arrependeram. Viraram a Pedro e disseram, o que que vamos faremos? E Pedro disse, arrependem-se e sejam batizados. Isso arrependeram. Por isso, todos pecamos. Somos os dedicados gratuitamente, mediante a fé, como se lê aqui no versículo 25, para manifestar a justiça de Deus, por ter Deus na sua tolerância, deixado em punes. Isto é, fechou os olhos, perdoou os pecados anteriormente cometidos. E depois, um querido em mais adiante, no versículo 28, diz concluímos, pois isto é romanos 3, versículo 28, que o homem é justificado pela fé, independente das obras da lei. Isto é, das obras da lei ceremonial, ritual, de sacrifícios.

Por isso é que diz, no versículo 31, anulamos, pois, a lei pela fé, anulamos a lei, a lei de Deus, os mandamentos de Deus não, por estar a falar aqui duas leis. Paulo, às vezes, é difícil de estar a falar as leis ceremoniais e a lei de Deus. Não, não anulamos, nada nenhuma, antes confirmamos a lei, a lei de Deus.

E, para outro lado, confirmamos que a lei de sacrifícios, na realidade, apontava para Cristo. Porque a lei de sacrifícios era simplesmente uma sombra para Cristo e para o poder do Espírito Santo, que é a santificação do Espírito, que nos ajuda a ser santos.

Por isso, lê-se em Romanos capítulo 5, a partir do versículo 18, ver se que, pelo ato de Jesus Cristo, nós podemos ser perdoados. E depois, no capítulo 6, versículo 1 e 2, diz que iremos, pois, vamos permanecer, então, no pecado para que seja a graça mais abundante de modo nenhum.

Como viveremos ainda no pecado, nós, os que morremos para o pecado.

O salário do pecado é a morte. Jesus Cristo veio para nos perdoar, para nos liberar desta prisão da morte. Uma vez estamos liberados da prisão, não podemos continuar a viver no mesmo caminho, mas no caminho de se não voltamos para a morte eterna, dessa segunda vez. Por isso, temos que mudar. E por isso é que, em Galatas, capítulo 1, versículo 4, diz assim, o qual Jesus Cristo se entregou a si mesmo, pelos nossos pecados, para nos desarragar deste mundo perverso, para nos liberar deste presente século.

Século mal. Desta idade, má deste mundo perverso. E por isso, estamos a ser liberados, salvos.

Queres irmãos? Aí, ve-se dois pontos, liberados deste mundo perverso. Por quê? Porque agora estamos neste processo de mudar a nossa vida. E, por isso, não vamos praticar as coisas pecaminosas deste mundo. Estamos a esforçar-nos a obter ser a Deus. E, por isso, estamos neste caminho de mudar. Mas, por outro lado, temos que ser fiéis até ao fim. Para que este mundo perverse, em Mateus 24-13, temos que perseverar até ao fim, para sermos salvos. Isto é vencendo estas fraquezas da carne até ao fim.

Deste mundo perverso, segundo a vontade de nosso Deus e Pai. A vontade do Pai é para nós mudarmos.

Eu é a vontade do Pai. Qual seja a glória pelos séculos dos séculos. Qual seja a glória dos séculos dos séculos. A glória é a Deus.

E, por isso, digamos assim, nestes versículos, versículo 4 e 5, Paulo está a introduzir o tema desta epístola. E o tema desta epístola é que Jesus Cristo se entregou pelos nossos pecados, para nós sermos justificados por graça, pela fé, pelo sacrifício de Jesus Cristo, de acordo com a vontade do Pai, porque isso é vontade do Pai, para se nós sermos perdoados, mas recorde do Pai, e assim para Ele seja a glória para sempre, graças a Deus.

Há outras palavras.

O tema é a justificação de graça, mas não é barata, necessitou a morte de Jesus Cristo. E agora, como resposta a isso, como gratitude, como entendimento, agora temos que mudar a nossa vida para não continuarmos nesse caminho.

Se não voltamos para a mesma sujeira, temos que mudar.

Mas, Paula, então, continua no versículo 6, diz, admira-me que estás passando tão depressa daquilo que vos chamou na Graça de Cristo para outro evangelho.

Porque somos justificados de graça por Cristo, e não por nós estarmos a ser circuncisos, ou por nós estarmos a matar boas ou alveias. O sacrifício desses pontos, das alveias e disso, era para apontar para Cristo e que temos que esforçar a ser pessoas diferentes com a ajuda do poder do Espírito Santo.

E, por isso, admira-me, diz ele, no versículo 6, que estão a desviar-se. Então, para ir para além, estão a pôr coisas adicionais nesta Graça gratuita que nos é dada por Jesus Cristo.

E diz assim, ao outro evangelho, o qual não é outro?

Sim, porque não é outro, senão que alguns que os perturbam e querem perverter o evangelho de Cristo.

Assim, tem o evangelho de Cristo e estão a modificá-lo, um bocadinho ainda é o evangelho de Cristo, mas estão a modificá-lo. Tão uma abordagem incorreta. E eu que teve a mencionar, os judeus, com as abordagens e ideias judaicas, estavam a ter tradições de homens que Cristo criticou e criam introduzir essas ideias para dentro da Igreja de Deus.

Mas décadas depois, e Paulo começa a mencionar aí, que igualmente estavam a introduzir ideias pagãs para a Igreja de Deus. Cris irmãos, temos que ter cuidado com isso.

Temos que analisar a nós próprios.

Isso é que Paulo diz, versículo 8, mas ainda que nós, ou mesmo um anjo vindo do céu, vos pregue evangelho que vá além, vá além da Graça de Deus gratuita, do que nos temos pregado. Essa pessoa seja natma. E se não cheia, ele repite isso dizendo assim como já dissemos, e agora repito. E muitas vezes, irmãos, eu, nos meus sermões, digo uma frase e repito. Paulo está aqui a fazer as coisas, está a repetir.

Se alguém vos pregue evangelho que vá além daquilo que recebesse, seja a natma.

Caras, irmãos, digamos assim, está a dar uma instrução dupla, está a dar um castigo duplo.

Por que? Estavam a trazer apostasia para dentro da igreja. E foi exatamente isso que Paulo mencionou quando se despediu dos irmãos em Éfeso, em Atos capítulo 20. Vejam em Atos capítulo 20. Isso é depois desta situação, mas em Atos capítulo 20, vejam aí no versículo 29, 30. Atos 20, versículo 29, 30. Isso é lá para o fim da sua terceira viagem em Meccinária.

Atos 20, versículo 29, 30. Eu sei que depois da minha partida, depois deu ter saído daqui e depois, possivelmente, da minha morte.

Mas seja que for, depois deu saído daqui.

Dentro vós, dentro da igreja de Deus, dentro de membros da igreja de Deus, penetrarão lobos vorazes que não pouparão o rebanho.

E que dentro vós mesmos se levantarão homens falando coisas pervertidas para arrastar os discípulos atrás delas.

Por isso lembrem-se que eu estive com vocês por vários anos a ensinar, não se desviem da verdade.

Cris e meus, pris e mester cuidado, não permitir esses enganos. Continuando em Gáltas 1, versículo 8 e 9.

Gáltas 1, versículo 8.

Ainda que seja até um anjo, uma visão, oh, eu tive esta visão e o Espírito me disse para fazer isto. Cuidado, irmãos!

Cuidado.

Se não ainda acordo com a palavra, acordo estomunho, cuidado.

Não vá além do que a Bíblia diz.

Não tires nem adicionas à Bíblia.

Porventura, versículo 10.

Está aqui para alas-her.

Procuro eu agora o favor do homem, ou o favor de Deus.

Ou procure agradar a homem, se agradasse ainda a homem, não seria servo de Cristo.

E, por isso, ele está a explicar, o evangelho que ele está a dar a eles, recebeu de homens, recebeu de Cristo.

Isso, vamos abordar a maior detalha na sequência deste sermão acerca do livro de Galatas.

Mas quero sublinhar este ponto, irmãos, que somos justificados pela fé. De fé em fé. Pela fé de Cristo, e depois Deus quer que nós acreditemos nEle, e também, por isso, na nossa fé.

Temos que agreditar nEle.

Mas a fé que nos justifica, é a fé de Cristo.

Depois, porque acreditamos nEle, temos que pôr em prática o que ele diz para nós fazermos.

Jesus Cristo diz, vocês querem a vida eterna, obedeção a vida eterna, e que as irmãos não é só os dez mandamentos, as leis de Deus.

Por isso, irmãos, lembrem-se, conforme vocês estejam a sair do mundão.

É fácil trazermos com nós as leis de Deus, é fácil trazermos com nós ideias, abordagens, abordagens de pregar, abordagens de ensinar, ou ideias que são pagãs.

Por isso, por isso, é preciso ter muito cuidado com o que você está a dizer a outros.

Se não é o Ministro Jesus Cristo, tenha cuidado, porque se não foi ordenado, se não foi enviado pelo Senhor, como Paulo explicou aqui a início, eu fui enviado por Deus, está a dizer aqui, posto não da parte de homens, nem por intermedião algum, mas por Jesus Cristo e por Deus Pai.

E ele então ordenou alguns anções e ministros.

Mas se você não tem essa ordinação, cuidado, que não esteja a pregar coisas erradas.

Não estou a dizer que não pode estar a falar da glória de Deus e das coisas de Deus aos seus amigos e às suas pessoas que não estão na igreja, tudo bem.

Mas, cuidado, que não esteja a fazer coisas erradas.

Quando essas pessoas querem saber mais, entra em contacto com o Ministro de Deus, Ministro Jesus Cristo, e guia essas pessoas ao Ministério Jesus Cristo para os ensinar, para ter certeza que estão a ensinar a verdade, sem qualquer desvio da verdade.

E entre irmãos, por favor, irmãos, entre irmãos, nós, como irmãos, tenham cuidado, não estejam a pregar uns outros, porque isso é responsabilidade do Ministério.

Há certas coisas que devemos ter muito cuidado.

Dar glórias a Deus, tudo bem.

E por isso há uma diferença entre profetizar e pregar.

Muitas pessoas não entendem.

Profetizar é falar das coisas boas e da graça de Deus e dar honras a Deus e dar glória a Deus.

Isso é profetizar, ensinar essas coisas, mas ensinar a doutrina de Deus, pregar.

Isso é responsabilidade do Ministro de Cristo, tal como Paulo aqui disse, responsabilidade dele.

E por isso, irmãos, uma vez mais, o ponto que quero deixar com vosco para vocês entenderem bem, é que a Epístola aos Galatas foi escrita principalmente aos irmãos na Galácia, que estavam a ser afetados por ideias que tinham vindo, abordagens que tinham vindo, por outras pessoas que vieram para a igreja.

Inicialmente, pessoas judacas.

Mas vê-se aí alguns pontos também no livro de Galas, que eram pessoas que tinham vindo do mundo Pagão, também havia umas ideias de eles que estavam a infiltrar-se na igreja.

Então, veremos no próximo sermão deste tema, daqui a um mês ou coisa assim, continuaremos com este estudo de Galatas e quero agradecer a vocês, a vossa dedicação, vossa dedicação a Jesus Cristo, que Ele é o cabeça da igreja.

Jesus Cristo é o cabeça.

Ele é quem nós seguimos.

Muito obrigado, irmãos, pela vossa dedicação a Jesus Cristo e assim ao Pai, através, por intermédio, Jesus Cristo.

Amém!

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).