— Música Sal squish兒aja — — Bom, nem a boa tarde, queres irmãos, aqui é Jorge Campos. Paulo escreveu, em PISLA, aos gálatas, Porque haviam falsos irmãos, como lemos em Galatas 2,4, que estavam a perverter o Evangelho de Cristo, como lemos em Galatas 1,7, dizendo que precisavam de obter as leis, rituais e cerimoniais para poderem ser justificados. Isto é serem considerados como justos para ante Deus. Paulo, por isso, fez um grande esforço nesta epístola para provar que somos justificados de graça, mediante a fé de Jesus Cristo e não por obras de qualquer lei. Vigemos, por exemplo, em Romanos. Por isso estou a dizer que não foi só em Galatas, foi em várias outras epístolas que ele sublinhou esse de ponto importante. Vigemos em Romanos 3, versículo 28, em que Paulo diz concluímos pois que o homem é justificado pela fé. Nós somos justificados pela fé, independentemente das obras da lei. Obras da lei não nos justificam perante Deus. Somos justificados de graça pela fé de Jesus Cristo. Mas, Cris Irmãos, isso não quer dizer que estamos a destruir a lei. Hoje em dia as pessoas vão de um extremo do pêndulo para o outro extremo do pêndulo, dizendo que a lei foi destruída porque somos justificados de graça pela graça. Vejam, por exemplo, Paulo na mesma epístola aos romanos, um bocadinho antes de dizer o que acabamos de ler em Romanos 3, versículo 28, no capítulo 2, versículo 13, ele está a dizer porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei, há-n-de ser justificados. Só os que praticam a lei, há-n-de ser justificados, mas somos justificados de graça.
Por isso, o que Paulo está a dizer é que a obdiência à lei não nos justifica. Obdiência à lei não nos perdoa dos pecados do passado, mas obedecer à lei é necessário para sermos justificados. Vejam um cadinho mais adiante em Romanos 8, versículo 4. Romanos 8, versículo 4 diz que a Deus condone a homem a caro no pecado, pois no versículo 4 afinda que o preceito, afinda que o preceito da lei se comprise em nós. O preceito da lei precisa ser cumprido em nós, em nós que não andamos segundo a carne, quer dizer que não andamos no pecado. Foi que diz no versículo anterior com efeito, Deus condonou na carne o pecado, mas nós andamos segundo o Espírito. E o Espírito de Deus nos guia, nos ajuda a produzir o fruto do Espírito, que é amor, que é amor, que é amor. Que é amor, alegria, paz, que é esta paciência, bondade, gentileza, que é esta fidelidade, mansidão e domínio próprio.
Nada disso. Quebra a lei! Quando estamos a seguir o caminho que o Espírito de Deus nos guia, estamos a ser pessoas que queremos viver no caminho correto, queremos fazer o que Deus diz para nós fazermos.
Por isso é que diz que precisamos de obedecer a Deus. Mas essa obdiência não nos justifica. Mas aqueles que são obdientes vão ser justificados. Mas obdiência não nos justifica. É a fé de Cristo. Mas como resposta a este ato de graça e obdiência, nós obedecemos a Deus. Por isso é que lemos em Galatas 2, versículo 17. Diz assim, aqueles que procuram ser justificados pela lei não é correto. Diz aqui, mas nós estamos a ser justificados pela fé de Cristo. Mas isso não quer dizer que agora estamos livres para desobedecer as leis de Deus, porque Jesus Cristo não é o ministro do pecado. Diz aqui, por si que os acerto, mas se procurando ser justificados em Cristo, fomos nós mesmos também achados pecadores. Se nós somos justificados de graça e estamos a dizer, olha, por causa disso, só o que eu preciso é aceitar Cristo e posso continuar a viver da mesma maneira no pecado. Isso é errado, irmãos! Por temos que nos arrepender e temos que mudar a nossa vida, porque senão vamos ser achados pecadores e Cristo não é ministro do pecado. Claro que não! Claro que não! Por isso recebemos esta graça, esta bondade, através de Jesus Cristo. Jesus Cristo é o descendente, é a semente de Abrão. E de facto, irmãos, todas as nações serão abençoadas através da semente de Abrão, que é Jesus Cristo, todos.
Olhem para o exemplo de Abrão. Ele criou, acreditou em Deus e por isso fez o que Deus disse. Para Ele fazer. Quando você acredita numa pessoa, você faz o que essa pessoa diz para você fazer. Veja em Galatas 3, versículo 9. Diz assim, de modo que os da fé são abençoados com o crente Abrão. Nós somos abençoados com o crente Abrão.
Por que? Por causa da audiência dele, esse, no versículo 8, diz em ti, serão abençoados todos os povos. E queris, irmãos, lembram-se que em Tiago, agora aí é outro apóstolo, Tiago, disse que, sem audiência, a fé é morta. Temos que obter. Vejam em Tiago, capítulo 2. Tiago, capítulo 2, versículo 20. Tiago, capítulo 2, versículo 20. Queres, pois, ficar certo, o homem insensato, de que a fé, sem as obras, é inoprante? Não foi por obras que Abrão, o nosso pai, foi justificado quando ofereceu sobre o altar o próprio filho Isaac?
Veas como a fé operava juntamente com as suas obras, com efeito foi pelas obras que a fé se consumou. E se cumpriu a escritura, a qual diz? Ora Abrão creou em Deus e isso lhe foi imputado justiça. E, também diz, foi chamado amigo de Deus. Verificais que uma pessoa é justificada por obras e não por fé somente.
Então, é que é uma contradição? Não, irmãos, somos justificados de graça pela fé. Mas, se continuarmos a desobtecer, a desobtecer, a desobtecer, como é que Deus nos pode dar essas bênções? Temos que obedecer, porque Deus é fiel e nós temos ser fiéis. E, por isso, essa fedilidade, que é, digamos assim, uma semelhança a ter fé, ser fiel, ter fedilidade, tem que... Temos que provar por obras, por ações.
E, por isso, sempre que, digamos que acreditamos, há obras atrás dessa crença que provam que, de facto, acreditamos. E, por isso, as obras provam a nossa fé. Mas não é as obras que nos justificam, é de graça. Mas, uma vez que recebemos essa promessa, temos que responder, em forma, digamos assim, de gratidão, e obedecer e fazer o que Deus diz para nós fazermos. Vejam, por exemplo, em Tiago capítulo 2, versículo 18 e 19. Mas alguém dirá, tu tens fé e eu tenho obras. Mostra-me essa tua fé sem obras e eu, com as obras, demonstraria a minha fé.
Crees-tu que Deus é um? Fases bem. Até os demónios querem que Deus é um. E tremem. Por que que tremem? Porque desobedecem. Porque desobedecem. Sim, os demônios querem que Cristo é Cristo.
Mas desobedecem. Crees-irmãos, isto é extremamente vital entendermos claramente. Vejam, por exemplo, a instrução de Jesus Cristo em Mateus capítulo 7. Mateus capítulo 7. Vamos ver versículo 21 a 23. Mateus 7, versículo 21 a 23. Nem todo o que me diz Senhor, Senhor, entrará no reino dos céus. Mas aquilo que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus. Precisamos de fazer a vontade do Pai. Qual é a vontade do Pai?
A basicamente os dez mandamentos. E está claro, há outros mandamentos, além desses. Mas esses são, digamos assim, o centro, o âmago, os princípios de Deus. Muitos, naquele dia, há um dizer, Senhor, Senhor, em nome de Jesus, em nome de Jesus, em nome de Jesus, dizem, Senhor, Senhor. Proventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não explimos demónios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Sim, essas pessoas fizeram, em nome de Cristo.
Mas veja, a resposta que Jesus Cristo dá, é estas pessoas que dizem, em nome de Jesus, de orar isto, em nome de Jesus, de fazer isto, em nome de Jesus, e vejam o que Jesus Cristo diz, é essas pessoas. Então, lhes direi, lhes profetizei, profetizarei, lhes direi, explicitamente, nunca vos conheci, nunca vos conheci, imagine, a pessoa está a dizer, em nome de Jesus Cristo, está a orar, em nome de Jesus Cristo, a pessoa está a fazer obras, e a pregar, em nome de Jesus Cristo, está a dizer, as coisas boas, acerca de Deus, em nome de Jesus Cristo, está a explir demónios, está a fazer milagres, em nome de Jesus Cristo, e o que é que Jesus Cristo diz?
Nunca vos conheci, apartaivos de mim, os que praticais a iniquidade. Temos que obter às leis de Deus. Irmãos, além de obter às leis de Deus, há outra coisa a dizer, vejam aqui em Galatas 3, versículo 15. Galatas 3, versículo 15. Dizem irmãos, falo como homem, ainda que uma aliança seja meramente humana, uma vez ratificada, ninguém a revoga, olha, crescenta alguma coisa. Se você faz um contrato, você faz uma promessa, um contrato, mesmo seja humano, você não vai alterar, você vai ter que cumprir essa promessa, esse contrato. Ora, vemos aqui, então, um contrato, uma promessa, é ainda mais do que simplesmente, dizer, olha, vou observar já, Jesus, é um contrato, é uma promessa, é um comprometimento.
Versículo 16. Ora, as promessas foram feitas à abraão e ao seu descendente. As promessas foram feitas à abraão e ao descendente à abraão, que é Jesus Cristo. E não diz aos descendentes plural, como se falando de muitos porém, como de um só. E ao seu descendente, que é Cristo. E ao seu descendente, que é Cristo. A hora que esta promessa foi feita, foi feita em ex do capítulo 12. Viremos comigo, se vejam comigo, se faça agora, ex do capítulo 12, começando no versículo 1.
Diz-se-se-nhor Amor Zé, Diz-se-se-se-nhor Amor Zé, Perdão, não é, é isto. É, Génesis capítulo 12, Perdão, Génesis capítulo 12. Ora, diz-se-se-se-nhor, à abraão, sai da tua terra, da tua parentela e da casa do teu pai, e vá para a terra que te mostrarei. Aqui, Deus está a dar uma instrução à abraão. E farei uma grande nação e te abençoei.
E te engradeçerei o nome, sete-te uma benção. Abençoei os que te abençoei, e amalissorei os que te amalissuem. Em ti serão benditas todas as famílias da terra. Vemos aqui sete coisas. Primeiro, te farei uma grande nação. Segundo, te abençoei. Terceiro, te engradeçerei o teu nome. Quarto, serás uma benção. Quinto, abençoei os que te abençoei. Sexto, amalissorei os que te amalissuarem. Sete, em ti serão benditas todas as famílias da terra.
Os primeiros seis são físicas. Esta última sétima é espiritual, através do descendente, que é Cristo. Veja, por exemplo, no versículo sete. Apareceu o Senhor a Abrão, e lhe disse, Darei à tua descendência. O descendente, que é Cristo, como lemos em Galatas, capítulo três, versículo 16.
Darei à tua descendência esta terra, à teu descendente. A benção será não só aos descendentes, mas a benção para o mundo inteiro será através do descendente. Uma grande benção, que ainda está a provir. O que receberam antigamente, e o que essas nações receberem hoje, não é nada comparado com o que vai acontecer no mundo da manhã, e a benção que através desta nação que será abençoada e que será engrandecida, e que será uma benção para outros que os abençoarem, e através deles muitas famílias, ou, aliás, todas as famílias da terra serão venditas.
Querias irmãos, aqui está uma promessa. Mas há um acordo. Tem certas condições. E quais são estas condições? Estas condições, a cabrão tinha que sair da terra e seguir um caminho. E houve outras coisas que ele teve que fazer. Mas por que que então, Deus dá, digamos assim, esta ação? Mas por que que então, Deus dá, digamos assim, este contrato, esta promessa? Para nos abençoar ainda mais do que simplesmente obedecer à lei.
Porque, por que Deus nos quer abençoar? E a nossa parte é obedecer e fazer o que é correto, mesmo sem contrato. Mas, como ele nos deu e nos dá esta nova aliança para nós, é porque ele nos quer dar promessas ainda maiores. Então, qual é esta promessa para nós? Vigemos aqui em Galatas 3, versículo 18. Porque, se a arança provém da lei, já não decora de promessa. Mas foi pela promessa que Deus aconselhou gratuitamente a abraão. Por causa da promessa. Mas aqui está a falar, se a arança provém da lei, não decora de promessa.
Então, aqui esta promessa não está a prometer uma herança. Uma herança? Então, quem é isso? Para uma herança significa, de uma maneira básica, que é para os nossos filhos, nossos descendentes. Então, qual é esta herança? Vejam no versículo 29. Diz assim, se sois de Cristo, também sois descendentes da abraão. Ah, somos de esta família. Espiritualmente, somos imersos, como aquela Oliveira selvagem é posta na Oliveira de Deus. Somos emergidos pelo batismo dentro do corpo espiritual de Cristo, que é a Igreja de Deus. E, por isso, somos descendentes da abraão, somos dessa mesma família, porque Cristo é descendente e se vamos ser irmãos de Cristo, nessa família, nesse corpo espiritual, vamos ser herdeiros segundo a promessa, como diz no versículo 29.
E o que Cristo vai herdar? Veja em Romanos capítulo 8, versículo 17. Romanos capítulo 8, versículo 17. Ora, se somos filhos, somos também herdeiros. Herdeiros de quê? De Deus. Você, por exemplo, é herdeiro, por exemplo, do seu Pai, porque é você dessa família. Nós vamos ser herdeiros de Deus.
E coerdeiros com Cristo. Se com ele sofremos, também com ele seremos glorificados. O que é que Cristo herdou? Porque nós vamos ser coerdeiros com Cristo. Vejam em Hebreus capítulo 1, versículo 2. Hebreus capítulo 1, versículo 2. Nesses últimos dias, nos falou, pelo filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo. Jesus Cristo herdou todas as coisas. Tudo foi posto debaixo da autoridade, Ele, nos céus e na terra. O que é que nós vamos herdar?
Que se vamos ser coerdeiros com Cristo? Tudo. Tudo. Bom, então, irmãos, digamos assim, em resumo, vimos que somos perdoados de graça primeiro, isto é, somos justificados pela graça. Segundo, precisamos observar as leis de Deus, que é uma lei de amor, os 10 mandamentos baseados nos 10 mandamentos. Terceiro, Cristo não é o ministro do pecado, Cristo vivem nós, pelo Espírito Santo de Deus, e Cristo não vive em pecado.
Quarto, Cristo disse, se acreditam em mim e se dizem, Senhor, Senhor, temos que obter a Ele, a lei e aos ensinos dos Cristo, a vontade do Pai. Quinto, vimos que a fé em Cristo, tal como no caso de Abraão, é prova da nossa obdiência. Ou digamos assim, é provada pela nossa obdiência, devia ter dito isso, e houve um contrato à alma promessa para nos abençoar com a irança de Jesus Cristo.
A alma promessa para nos abençoar com a própria irança de Jesus Cristo. Por isso vemos, Cristo irmãos, que isto é um grande plano, é uma grande benção, é um grande propósito, é uma grande visão que nós precisamos ter. Ora, sabemos que Abraão obteceu as leis de Deus. Vejam em Génacias capítulo 26, versículo 5. Génacias 26, versículo 5. Génacias 26, versículo 5, diz porque Abraão obteceu a minha palavra e guardou os meus mandatos, os meus preceitos, os meus estatutos e as minhas leis.
Abraão obteceu as leis de Deus e não é só os dez mandamentos. Sabemos que também leemos em Romanos capítulo 7, versículo 12, que diz a lei é santa e o mandamento santo e justo e bom. Não há nada errado com a lei de Deus. E no versículo 14 diz, sabemos que a lei é espiritual, a lei de Deus espiritual. Ora, então, se é espiritual, é imutável, é constante, não altera, não muda. Os dez mandamentos são espirituais, não mudam, é imutável. É santo, é justo e é bom. Como é que as pessoas podem dizer, olha, a lei é má?
Não, a lei não é má, irmãos. A lei, diz aqui, é santa e o mandamento é santo, justo e bom. A lei é espiritual, isto é imutável, não muda, é permanente. Por isso não me tenham a dizer, olha, Deus mudou o sábado para o domingo. Não, nunca.
Mas, vejamos então em Galatas 3, versículo 17. E digo isto, uma aliança, já anteriormente confirmada por Deus, foi aliança, esta promessa, com a Braão, que foi confirmada por Deus, a lei, que veio 430 anos depois, oh, espera aí. Então, não vimos que a Braão obceu a lei, aos institutos e aos mandamentos de Deus, aos mandamentos de Deus, são imuntáveis, nunca mudam, são eternos, são espirituais. Então, como é que a lei, que está aqui a falar, dizer que veio 430 anos depois da promessa, a Braão? E por isso a lei, que veio 430 anos depois, isto é, quando se saíram do Egito, durante o exodo, não pode abrugar de forma que venha a desfazer a promessa. Como é possível? Como vimos, a Braão obceu a lei. A lei já estava em existência durante a Braão. Aliás, a lei é interna, é espiritual, é santa, é boa, já existia. Desde os dias de Adão e Eva. Sabemos que a Adão e Eva. Ao início, em Gênesis capítulo 2, vemos que Deus santa e ficou o sétimo dia que é o sábado. A lei já existia nos dias de Adão e Eva. Como é que podemos explicar, então, que a lei foi adicionada 430 anos depois? É porque então Paulo está a falar D'OTRA lei. Veja aqui no versículo 19. Pois qual pois a razão de ser da lei foi adicionada por causa das transgressões? A lei foi adicionada por causa das transgressões. Oh, a lei foi adicionada por causa das transgressões. O que é uma transgressão? Transgressão é quebrar a lei. Quebrar a lei Deus já é pecado. Primeiro João 3, versículo 4. Sem lei não há transgressão. Romanos 4, 15. Mas a lei foi adicionada por quê? Porque transgridiram a lei de Deus. Eram os obdientes.
Vamos ler de novo, versículo 19. Qual pois a razão de ser da lei foi adicionada? Que lei é esta? É a lei ceremonial de sacrifícios. Foi adicionada por causa das transgressões até que viesse o descendente. Que é o descendente? Jesus Cristo. A quem se fez a promessa? Quando Jesus Cristo veio, Ele é o nosso sacrifício. Não precisamos estar a oferecer sacrifícios físicos, porque Jesus Cristo é o nosso sacrifício. E por isso, esta lei de sacrifícios foi promulgada por meio de ángelos, mensageiros, pela mão do mediador. Moisés foi promulgada, foi distribuída às pessoas através de vários mensageiros debaixo da instrução de Moisés. Está claro debaixo da instrução de Jesus Cristo de Deus. E por isso Moisés foi mediador.
O mediador não é só de um, não é mediador de um. O mediador é mediador de dois, que é um aqui, é o outro aqui. O mediador está no meio entre dois, não é mediador de um, é mediador de dois. Mas Deus é um. E as pessoas, o povo aqui, era o outro. E o mediador está entre os dois. Deus é um. Claro, Deus é um. Mas é um que as pessoas que tinham pecado precisavam do mediador. E então precisavam desta lei de cerimónias para quê? Para lhes ensinar que precisavam de um sacrificio. E esse sacrificio é quem? É Cristo. É Cristo. E por isso, no Sinai, quando saíram do Egito, foram adicionadas certas leis, sacrificios, leis levíticas, certas lavagens que tinham que fazer no Tabronáculo, essas coisas todas. E então, aí foi essa nação, aí essa nação foi dada certas leis. Cerimónias, levíticas, sacrificios, lavagens. E sim, era uma nação e, por isso, também precisava de um código civil, de leis civis, sim, para governar a nação. E, por isso, vencei também certas leis civis. Essas leis civis era como aplicar a lei de Deus a uma nação que não estava convertida, que era carnal. Quando a pessoa não está convertida, uma pessoa é carnal, você precisa de ter uma lei civil forte, porque as pessoas não estão a seguir de livre vontade o caminho de Deus. E, por isso, lemos aqui que essas leis lhes eram até que viaçam descendente, como lembramos no versículo 19. Vejam, por exemplo, em Hebreus capítulo 10. Hebreus capítulo 10. Hebreus capítulo 10 versículo 1. Ora, visto que a lei tem sombra dos bens vindo-ros. Qual lei? A lei dos sacrifícios. Não é imagem real das coisas, nunca jamais pode tornar perfeito os ofertantes com os mesmos sacrifícios que ano após ano, perpetuamente, os oferecem. Vemos que no contexto está a falar de sacrifícios, a lei de sacrifícios, a lei ceremonial, levíticas, lavagens, dessas coisas todas. De sorte, não teriam cessado de ser oferecidos se, de facto, pagassem pelo pecado, por não. Não pagavam. E, por isso, por quantos que prestam culto, tendo sido purificados uma vez por todas, não mais teriam consciência dos pecados. Mas, entretanto, versículo 3, este sacrifício faz-se a recurdação de pecados todos os anos, porque é impossível que o sangue de toros e de bodas remova pecados.
Por isso, a lei apontava para Cristo. Era, digamos assim, uma maneira de educar-nos, de nos ensinar a essas pessoas, educar eles, que precisavam de um sacrifício permanente. Versículo 10. Nessa vontade é que temos sido santificados mediante à oferta do corpo de Jesus Cristo uma vez por todas. Uma vez por todas. O sacrifício de Cristo é permanente. Uma vez por todas. A lei dos sacrifícios aponta para Cristo. Precisamos do sacrifício. E por isso a lei é o nosso professor, é o nosso aio, é o nosso tutor, é a tutela da lei para nos apontar a Cristo. Os sacrifícios, lavagens e estudo, simplesmente, apontavam a Cristo. Ebreus 10, versículo 12. Jesus porém tendo oferecido para sempre um único sacrifício pelos pecados, assentou-se à destra de Deus o Pai. Cris irmãos, essas ofertas, perdão, esses sacrifícios eram temporários. Vejam em Ibreus 9, versículo 8 a 10. Ibreus 9, versículo 8 a 10. Querendo, por isso, dar a entender o Espírito Santo que ainda o caminho do santo lugar não se manifestou enquanto o primeiro tabronáculo continua erguido. E isto é uma parábola para a época presente e, segundo esta, se oferecem tantos dons como sacrifícios, embora estes no tocando à consciência sejam ineficazes para aperfeiçoar aquele que presta culto, os quais não passam de ordenanças de carne baseadas somente em comidas e bebidas e diversas abluções impostas até ao tempo oportuno de reforma. Quer dizer que estes sacrifícios que ofereciam era uma parábola, era um tutora, era um ensino para apontar ao verdadeiro sacrifício que é Cristo, porque esses sacrifícios no tocando de a consciência eram ineficazes para nos aperfeiçoar. Eram subversamente ordenanças de carne baseadas em várias coisas físicas, até ao tempo oportuno da reforma, a reforma que é a nova aliança através do sacrifício de Cristo.
A reforma de quê? De como adoramos a Deus. Não é com sacrifícios físicos, mas é com sacrifícios espirituais. Como Jesus Cristo disse, virá ao tempo e que não oferecerão sacrifícios aqui, mas que obedecerão a Deus em espírito e em verdade. João 4, 23 a 24. O verdadeiro sacrifício nosso hoje não é coisas físicas. Romanos capítulo 12, versículo 1 e 2. Romanos 12, versículo 1 e 2.
Rogo-vos, pôs irmãos, pelos misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus que é o vosso culto racional. Não vos conformeis com este século, mas transforma-vos pela renovação da nossa vossamente para que experimentais qual seja a boca, agradável e perfeita vontade de Deus. Essa é o sacrifício que precisamos fazer, o sacrifício de nós mesmos, de mudarmos o nosso caminho. Por isso, os dez mandamentos foram dados diretamente ao povo. Deus falou no monte ao povo. A base da lei de Deus foi assim, mas as outras coisas foram adicionadas por meio de um mediador, que foi Moisés. Foi o que lemos em Galatas 3, versículo 19. E depois continua a ler o versículo 20. Ora, um mediador não é de um, mas Deus é um. Mediador está entre dois partidos. Deus é um desses, e o povo era outro. Deus é um, sim, mas Deus era um desses, entre os dois, e o mediador era Moisés. 21 de Galatas 3, 21. Então, é porventura a lei contrária às promessas de Deus? De modo nenhum. De modo nenhum. Porque se fosse promulgada uma lei que pudesse dar a vida interna, que pudesse dar a justiça, na verdade, então, seria procedente de lei. Mas nenhuma lei nos pode dar a vida. Se a lei é o caminho da vida, o caminho que temos que viver, mas não nos dá a vida. A vida é dada para uma promessa, pela graça de Deus. V. 22. Mas o escritor enserrou tudo sobre o pecado para que mediante a fé de Jesus Cristo fosse a promessa concedida aos que creem. Cristo tem, é que esta promessa é concedida a nós. Não é minhas obras. Não é obras de Deus. Não é as leis nem obras de minha fé. Eu preciso ter fé. Eu preciso de obedecer. Mas é de fé a fé, a fé de Deus, a nossa fé. E a crescer de fé é fé, crescer na fé. V. 3. Mas antes que viesse a fé, estávamos sobre a tutela da lei. Sobre o ensino da lei. É a lei ceremonial. E não é encerrados para essa fé que, de futuro, haveria de revelar-se. Que é a fé de Cristo, que foi revelada. Na maneira que a lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo. A lei ceremonial das lavagens, das leis da Levítica, desses sacrificios e tudo, nos serviu de professor, digamos assim, de aio para nos conduzir a Cristo, a fim de que fóssemos justificados por fé. Mas tendo vindo a fé, a fé de Cristo que eu veio, tendo vindo a fé, já não permanecemos subordinados ao aio. Já não estamos subordinados à lei que apontava a fé de Cristo, ao arte de Cristo. Versículo 26. Pois todos vós sou os filhos de Deus mediante a fé em Cristo. Sim, somos filhos de Deus através desta fé, a fé de Cristo, e nós acreditarmos nele, tal como Abrão, temos que acreditar em Deus, nós temos que acreditar em Cristo, que é o nosso Salvador, que é o nosso Redentor, pela fé de Deus, pelo que Ele fez, em fé, e nós temos que ter fé igualmente que o ato de Cristo é suficiente para nós. Mas não é o nosso ato, é o ato de Cristo. É a fé de Cristo que nos justifica de graça.
Cristo-irmãos, é importante entendermos isto. É muito importante. Continuando a ler então. Porque todos os quantos fostes batizados em Cristo estão para dentro do corpo espiritual de Cristo. De Cristo vos revestiste. O corpo espiritual de Cristo, que é a Igreja de Deus, somos batizados para dentro deste corpo espiritual. Nós nos revestimos de Cristo, porque somos no membro deste corpo espiritual. De sorte, não pode haver judeu, nem grego, nem escravo, nem liberto, nem homem, nem mulher, porque todos vos sois um em Cristo. Uma vez que somos batizados no corpo espiritual de Cristo para dentro do corpo espiritual de Cristo, que somos um, somos um, somos unidos. Sim, somos pessoas diferentes, mas somos um, em propósito, em engolo, em visão, em espírito, em intenção, em motivação. Para quê? Para sermos a imagem, a estatura, ao pleno conhecimento de Jesus Cristo, para nós crescermos na graça e no conhecimento de Jesus Cristo, Nossa Senhora e Salvador. E, se sois de Cristo, também sois descendentes para o Eerteiros, segundo a promessa. Mas que linda ensino, ou lindo ensino que Paulo está aqui a dar em Gáltas, a dizer que você e eu não podemos fazer nada que nos justifique. Somos justificados pela promessa, pela graça de Deus, que Ele prometeu, justificar pelo descendente. O descendente fez esse sacrifício supremo de fé e, por isso, fez esse sacrifício em fé. É por essa fé que somos justificados. Sim, temos que acreditar que esse ato é suficiente para tudo. Por isso precisamos ter fé também. E, por isso, o único que nos justifica é o sacrifício de Jesus Cristo. Uma atitude que nós precisamos, então, ter, que tem que ser contínua, permanente, de que? De nos sumetermos ao caminho de Deus, à lei de Deus, de sermos fiéis até ao fim. Uma atitude de arrependimento contínuo, de demor a Deus. Sem variança, sempre fiel. Não é porque obedecer a Deus nos vai justificar. Somos justificados de graça, sem obras da lei. Mas aqueles que estão a obedecer à lei, acabarão por ser justificados. Por que? Porque estão a arrependers-se continuamente e a viver de acordo com o Espírito. Do Espírito. Isto é como Cristo vive, porque Cristo não é o ministro do pecado.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).