Epístolas de Paulo 20 – As questões que Paulo teve que confrontar

Quais foram as questões que Paulo confrontou com os Cristãos que tinham sido convertidos recentemente? Essas questões foram básicamente de dois tipos gerais. Este sermão cobre este assunto atravéz duma revisão do material até Gal:4:11.

Transcrição

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Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, aqui é Jorge Campos, falando-vos da Sincsanetti. Temos estado a cobrir, durante os últimos meses, uma série de estudos bíblicos acerca das epístolas de Paulo. Já completamos a primeira e a segunda epístola de Salão do Nicenso, e também cobrimos até o capítulo 4 de Gáulatas. Eu hoje, queridos irmãos, desejo dar-vos uma revisão do material que foi coberto até este momento, e então, depois na semana que vem, desejo continuar com o estudo a partir de Gáulatas 4, versículo 12. Em forma de Somário, a primeira viagem de Paulo, a região frígio Galata, que é no centro da Turquia, foi em cerca de, iniciada cerca do ano 45 d.C., da Era Corrente, e demorou cerca de três anos até 48 d.C.

Essa viagem foi iniciada cerca de 14 anos depois da morte de Jesus Cristo. A primeira descrição bíblica em que, nas viagens de Paulo aqui, que fala em que ele começou a pregar auxíntios, está na seção de Atos, capítulo 13, iniciando na seção de versículo 13 adiante. E, nessa altura, então, ele visitou a Antioque da Pesídia, nessa região da Galata, da Valácia, e ele aí pregou a boa nova de o Reino de Deus, e que Jesus Cristo era e é o Salvador e o Méssias.

Ele, então, explicou que o perdão dos pecados é somente por Jesus Cristo, e é por ele, por Jesus Cristo, que somos justificados. Se voltarem para Atos 13, começando em versículo 138, diz assim, tomai, pois, irmãos, conhecimento, de que vos anuncia, de que se vos anuncia a remissão de pecados por intermédio deste, por intermédio de Jesus Cristo. E, por o meio de Jesus Cristo, todo o que crê é justificado. Por o meio de Jesus Cristo, todas as pessoas que acreditam serão justificadas, das quais vós não pudestam ser justificados pela lei de Moisés.

Isto é a lei de Moisés, particularmente a lei ceremonial e dos rituais, embora tivessem sacrifícios, não justificava, não perdoava. E, por isso, durante este período, ele começou a pregar que o perdão, a justificação, é somente por Jesus Cristo.

Então, depois leste também, no versículo 42, ao saírem eles, os judeus, rugaram-lhes os gentios que, no sábado seguinte, lhes falassem essas mesmas palavras. Por isso, vencei aqui Paulo, que estava a pregar aos irmãos, as pessoas que estavam a querer aprender a verdade de Deus, que vieram a ser os cristãos na galata, que quiseram saber a verdade e então ele pregou eles durante o sábado.

E depois, continuando então no versículo 44, no sábado seguinte, afluiu quase toda a cidade para ouvir a palavra Deus. Mas os judeus, vendo as multidões, tomaram-se de inveja. Aqui, vence, nesta secção, que Deus começou a chamar os gentios e viu-se então multidões de pessoas gentias que começaram a aprender a verdade. Então, os judeus, vendo as multidões, tomaram-se de inveja e blasfineando, contradusiram, contradusiram, contradiziam o que Paulo falava. E então, vence, continuando assim no versículo 46, então Paulo e Barambé, falando, ausadamente, disseram cumprir a vós outros, que a vós outros, em primeiro lugar, e os judeus, fossem pregar a palavra Deus, mas posto que a rejeitais e a vós mesmos vos julgais indignos da vida interna, da vida interna, eija aí que nos volvemos para os gentios.

É a vez aí, a secção, em que Paulo se voltou para os gentios. E esta parte acerca da justificação de ser através de Cristo, e não pela lei ceremonial, que foi, digamos assim, posta durante o período Moisés, foi dada aos hebraicos, israelitas e judeus, durante o período Moisés, que eles viram então com o ensinamento de Paulo, que é Jesus Cristo, e quem justifica, e não a lei ceremonial.

Essa questão tornou-se a questão mais importante da era, durante o período de Paulo e durante o período do novo testamento. Vejam, por exemplo, em Atos capítulo 15, depois dessa viagem, quando a viagem foi completada, então a viagem foi completada cerca do ano 48, depois de Cristo, então no ano 49, depois de Cristo, alguns individos, dizem aqui, Atos 15, versículo 1, que, de ser onde ajudeia, ensinavam aos irmãos, se não vos circundicindardes, segundo o costume de Moisés, não podais ser salvos.

Aqui, irmãos, que estavam a falar que precisavam de ser circuncisos, está claro que eram gentios, porque os israelitas já tinham sido circuncisos ao oitavo dia, e por isso estava aqui a falar dos gentios que precisavam de ser circuncisos. E tendo a vir da parte de Paulo e de Bernabé, contenda, e não pequena discussão com eles, foi uma contenda muito grande, não foi coisa pequena, resolveram que esses dois, alguns outros entre eles, subissem a Jerusalém aos apóstolos e presbítolos com respeito a esta questão, que fossem Jerusalém para resolver esta questão.

E então assim foi, e em vez de sentar no versículo 5, insurgiram-se, entretanto, alguns de a sete dos fariseus, que haviam querido, que haviam querido, que queriam que estavam a acreditar em Jesus Cristo como Salvador, dizendo, é necessário circuncindá-los e determinar-lhes que observem a lei do Moisés. Acreditavam em Cristo, mas estavam a dizer que os gentios precisavam de ser circuncisos, e que precisavam de observar a lei de Moisés. Particularmente está a falar aqui, é da lei ceremonial e ritual. Está claro. E então essa foi uma grande questão. E então, vence que a decisão em Atos 15 foi que não pôram, não dar peso algum adicional aos gentios que estavam a ser convertidos, pois eles não precisavam de ser circuncisos.

Depois, Paulo, no ano seguinte, no ano 50, saiu para a segunda viagem missionária e, em primeiro lugar, voltou à região da Galácia com esta carta e com esta informação, e depois disso, o Espírito Santo o conduziu à Macedónia e à Grécia, e depois da Macedónia a Filippus e depois foi à Tessalónica, isto na área da Macedónia. E a sua mensagem, a mensagem de Paulo, tinha, digamos, essa sim, a seguinte estrutura.

Vejam, por exemplo, em Atos 17, começando versículo 1, tendo passado por Anfipolis e Apolónia, chegaram à Tessalónica, onde havia uma sinagoga de judeus, e Paulo, segundo seu costume, foi procurá-los e, por três sábados, vê-se que já tinha havido a conferência de Atos 15, Paulo ainda continuou a pregar aos sábados, continuou, o sábado continuou a ser o ensinamento e a prática, e, por três sábados, arrasou com eles as certas escrituras.

Aispone-se demonstrando, primeiro, ter sido necessário que Cristo patisse. Primeiro, veja que a estrutura que Paulo usava em primeiro lugar era necessário que Jesus Cristo sofreça, que patisse. Segundo, e ressurgisse dentro os mortes, e por isso era necessário que Jesus Cristo tivesse que ser ressuscitado dentro os mortes. E, entreseiro, diz assim que é este Cristo, Jesus Cristo, é o Cristo Jesus que vos anunciao, que Jesus é o messias, é o messias que os deus esperavam para estabelecer o rei de Deus.

Ele é o messias, ele é o governante, o ungido, o que ia ser o rei do reino de Deus que se ia ser estabelecido. E por isso, essa foi a estrutura da maneira que Paulo ensinou a eles. Primeiro, Jesus Cristo tinha que sofrer. Segundo, tinha que ser ressuscitados mortes. E terceiro, que ele é o messias, que ele é o Cristo. E vessa então, no versículo 4, alguns deus foram persuadidos e unidos a Pália Silas, bem como numerosa multidão de gregos. Numerosa multidão de gregos. Piedosos e muitas distintas mulheres.

O judeus purem movidos de inveja. Uma vez mais, movidos de inveja. E então, começaram a causar problemas e houve, então, uma perseguição na Dissalônica. Paulo, então, teve que sair. E, como se vê um pouco mais tarde, no capítulo 18, versículo 1, ele partiu para Coríntios e ficou em Coríntios por cerca de um ano e seis meses, como vêem a atos 18, versículo 11.

Teve lá, um ano e seis meses, um ano e meio. E daí, então, ele enviou a carta, perdão, primeiro enviou Timótio à Dissalônica e depois teve uma boa reportagem por Timótio e, então, por causa disso, escreveu a primeira carta aos de San Onicensos, primeiro para os encorajar, a continuar a manter-se liais, embora tivesse muita perseguição, e, segundo, encorajar aqueles que ainda estavam vivos, porque tinham um mau entendimento à cerca da Vinda de Cristo, como podem ler em De Salunicensos 4, 15 e 18, e, então, em De Salunicensos 5, versículo 1 e 2, disse que a chave profética que nós todos devemos saber é que ninguém sabe quando é que Jesus Cristo vai voltar. Isto é uma grande chave profética. Vejam, comigo se faz favor aqui em De Salunicensos, primeiro De Salunicensos, capítulo 4, perdão, capítulo 5, versículo 1 e 2, diz assim, Irmãos, rotivamente, aos tempos e às épocas não há necessidade que eu vos escreva, pois vos mesmos estáis enterados com precisão de que o dia do Senhor vem como ladrão de noite. Por quê? Porque ninguém sabe quando Ele virá. Ninguém sabe quando Jesus Cristo a devir. E há muitos falsos profetas hoje em dia que continuam a dizer, ó, Jesus Cristo vem aqui ou vem aquilo lá, e errou coisa assim. Não sabemos a data. Não sabemos a data. E por isso precisamos ter muito cuidado de não estar a pôr datas à vinda de Cristo. E depois continua também, no versículo 3, diz assim, quando andarem dizendo paz e segurança, eis que lhe sobrevivirá repentina destruição, como veem as dores de parto, a que está para dar à luz e de nenhum modo escaparão. E vos irmãos, não estais em trevas para que esse dia como lhe derão-vos a pente surpresa. Por quê? Porque diz assim. Diz assim, no versículo 6, assim pois não durmamos como os demais. Pelo contrário, vigiemos e sejam-nos sóbrios. Precisamos de estar prontos, precisamos estar a vigiar sempre. Por isso, o ponto profético, quer dizer, irmãos, é o seguinte. Há muitos falsos profetas a dizer aí que Cristo vem e a começar a dar uma data de quando Ele vem. E há muitos profetas também a dizer que Ele já veio. Porque foi o que aconteceu que algumas pessoas começaram a dizer várias falsidades e por causa disso, Jesus Cristo, perdão, Paulo, escreveu a eles a segunda carta de Salunicentes a dizer que Jesus Cristo não tinha vindo e que, como lém em de Salunicenses, segundo outro Salunicenses capítulo 2, versículo 3, a dizer que certas coisas têm a acontecer primeiro. Uma delas amá postasia, tem que ver o homem da iniquidade e, por isso, começou a explicar a eles porque tiveram um mau entendimento acerca do que Paulo tinha dito na primeira carta. Depois da sua estadinha em Coríntios, ele foi para Ifésio e, daí, em Ifésio, ele escreveu a carta aos Galatas. Alguns dizem que foi um pouco depois, quando ele, depois de ir de Ifésio, foi para Jerusalem e depois parou em Antioquia da Síria, que foi da Antioquia da Síria que escreveu a carta aos Galatas. Mas tenha sido de Ifésio, no ano 52 d.C., ou tenha sido da Antioquia da Síria, no ano 53 d.C., foi mais ou menos nesse período, 52, 53, mais ou menos nesse período. Digamos assim, ao fim da segunda viagem e antes da terceira viagem apostólica omissionária dele.

E por isso, então, Paulo escreveu a carta aos Galatas e o problema é o mesmo, o problema era o mesmo. O problema era que estavam a dizer que as pessoas precisavam de obter os gentios, precisavam de obter as leis ceremoniais e rituais para serem circuncisos, para essas leis sacrificiais, porque o entendimento seria que o sacrifício de Jesus Cristo não era suficiente para o justificar. E isso foi a questão que Paulo confrontou continuamente durante a sua vida, foi a questão, uma das questões durante o início da igreja do Novo Testamento e a segunda questão foi os gentios viram para a igreja e a trazerem com eles as crenças pagãs. Por isso, foi as influências das tradições e das ideias gentias e as influências dos judeus que criam que a lei ceremonial fosse implementada para os gentios. Se foram essas duas questões, as dificuldades que existiam durante a era do início da igreja primitiva no Novo Testamento. Vijemos então em Galatas, aqui, por exemplo, em Galatas capítulo 1, a Vijemos versículo 3 a 5. Diz assim. Graças a vós outros e pás da parte de Deus, nosso Pai, do nosso Senhor Jesus Cristo, qual se entregou a si mesmo pelos nossos pecados? Jesus Cristo se entregou a si mesmo pelos nossos pecados. Jesus Cristo era o verbo, como lê em João 1, versículo 1, era o verbo, e Ele se entregou a si mesmo, veio para a terra, se entregou a si mesmo, deixou a sua forma, porque Ele era da forma de Deus, deixou essa forma para vir para o homem, para ser um homem e para morrer. Diz aqui o qual se entregou a si mesmo? Diz aqui o que se entregou a si mesmo, saiu dessa forma, veio para ser um ser humano, e deu da sua vida para... Por quê? Pelo nossos pecados, para sermos graduados, para nos desraigar deste mundo proverso, segundo a vontade do nosso Deus Pai. A quem seja a glória pelos séculos dos séculos. Amém. Diz aqui, Paulo, ao início da carta aos gáletas, disse que o tema dela é que somos justificados da graça por Jesus Cristo. Foi que ele disse aqui, Jesus Cristo se entregou a si mesmo, pelos nossos pecados, para nos desraigar deste mundo proverso, para nos libertar destes problemas, dos nossos pecados e da escravidão que temos. E por isso Jesus Cristo é o Salvador, Jesus Cristo é o que nos justifica. Vejamos também, no capítulo 3, perdão, no capítulo 2, versículo 16, no capítulo 2, versículo 16, diz assim, sabendo contudo que o homem não é justificado por obras de lei. O homem não é justificado por obras de lei. Seja que lei for. Não somos justificados. Não somos feitos justos obtendo uma lei. Obtecendo uma lei não paga multa de cabrar a lei. Por isso a justificação não vem por obras de lei. E sim mediante a fé de Cristo Jesus. Também temos querido em Cristo Jesus para que fôssemos justificados pela fé de Cristo. E não por obras de lei, pois por obras de lei ninguém será justificado. Aqui vê-se de novo ele dar o tema desta carta. Não somos justificados por obras de lei. Somos justificados pelo sacrifício de Cristo, o qual foi feito por Jesus Cristo. Teve a fé de que o Pai o ressuscitasse depois de ele ter morrido. E por isso pedereste causas dessa fé dele. Ele fez o que fez? Teve completa confiança no Pai, que o Pai o ressuscitaria. E por isso ele teve que sofrer, teve que ser ressuscitado, e que ele é o messias, ele é o Cristo. E por isso essa foi a mensagem da Paulo através das suas cartas. Paulo é muito claro a dizer que somos justificados de graça. Não é nada que possamos fazer para sermos justificados.

Vou dar um outro exemplo. Imagine que vocês estejam numa área onde há uma areia movedissa. E nessa areia movedissa, conforme vocês se mexem, vão se afundando mais nesta areia movedissa. Até que estão numa condição em que certamente a morte é uma coisa que vai acontecer, porque vão ser, digamos assim, afundar nesta areia movedissa. Então, uma pessoa vem com uma mão e dá a ajuda para saírem desta areia movedissa. Dá esta mão para vocês saírem de graça. Para vocês saírem. Uma vez que saem da areia movedissa, não vamos querer entrar na areia movedissa de novo. É a mesma coisa. Com a graça e com a lei. Fomos tirados de graça da areia movedissa. Mas agora não vamos estar a desopter a lei para ir lá para dentro da areia movedissa de novo. É exatamente uma coisa. A graça e a obdiência à lei são ambas necessárias. É uma com outra. E essa foi a questão que Paulo continuou a explicar através da carta dos Galatas. Como disse, tinham estas duas dificuldades, estas duas questões. Uma questão era o judeus a dizer que os judeus que criam, milhares deles, que criam, que criam em Jesus Cristo e que eram zelosos pela lei ceremonial de purificação e que diziam que Paulo estava a pregar para se afastarem de Moisés. Isto é, que não deviam ser coincidados os filhos nem a andar segundo os costumos da lei ceremonial, mas Paulo lembra-se, não dizia isso aos judeus, dizia isso aos gentios, porque os gentios não eram preciso para eles fazerem isso. Vejam, por exemplo, ao fim da terceira viagem a mencionar é de Paulo, como ele descreveu isso em Atos capítulo 21, Atos capítulo 21, Atos capítulo 21 e ver então no versículo 20 a 24. Diz assim, ouvindo, deram eles glória a Deus e disseram, bem-vindos, irmão, quantas vezes dezenas de milhares há entre os judeus que creram, dezenas de milhares de pessoas judaicas que creram. E todos são zelosos da lei. Qual lei? Da lei ceremonial, da purificação. Da lei destas coisas que tinham fazer, destas lavagens de purificação, estavam zelosos. E foram informados a Teu respeito que ensina todos os judeus entre os gentios, entre os judeus, a apostatarem de Moisés. Isto é da lei ceremonial de Moisés. Ele não estava a ensinar aos judeus. Isso estava a ensinar isso aos gentios. Dizer-los que não devem circuncindar os filhos. Não estava a dizer isso aos judeus, estava a dizer isso aos gentios. Nem andar segundo o costume da lei ceremonial da purificação. E por isso explica aí, no versículo 24, diz assim, ó, então eles a dizer aqui, ó, Paulo, purifica-te e então eles vão ver que Tu mesmo guardas a lei. E então vence que Paulo fez isso. No versículo 25 diz assim, quanta gente os que creram, quanta gente os é a situação diferente? Diz assim, já eles transmitimos as decisões para que se abstenham das coisas que se acreditam a ídolos, do sangue, da carne das animais sufocadas, das relações sexuais e lisses. Isto é, já informamos aos gentios que acreditam em Cristo, que para eles precisam de evitar estas idulatrias e estas coisas que tinham conexão, digamos assim, com as regiões pagãs. Coisas significadas a ídolos, sangue, da carne das animais sufocadas e das relações sexuais e lícitas que faziam isso parte da religião pagã deles.

E, por isso, vence que eles, Paulo e os líderes da igreja estavam a fazer as coisas de maneira diferente. Pois, os judeus eram de uma maneira, mas, por o gentio, os eram de uma maneira. Porque os judeus, sim, tinham um mandamento para ser circuncisos. Para os israelítas, tinham para ser circuncisos. E deviam continuar a ser isso. Mas para os gentios, não precisavam, porque não tinham, não eram parte dessa mesma, digamos assim, concordo ou concerto ou aliança. Para os gentios, tal como para os judeus, a justificação é por Jesus Cristo. E, seja que, hoje em dia, os judeus estão a ser circuncisos, são justificados pelo sangue de Cristo de graça. E é o que eles estavam a explicar. Então, eles começaram a julgar de coisas diferentes e, por isso, houve os problemas todos que existiam.

Ora, é importante entender que, também, que o judaísmo desse período não era necessariamente, não era necessariamente a verdade que Deus tinha revelado a Moisés. É preciso, também, marcar esta distinção. O judaísmo era e é, hoje em dia, uma, digamos assim, uma corrupção da verdade com erro, uma mistura, uma mescla, uma mistura de obdiência, a externa, visual, algumas das leis de Deus e uma desobdiência a certas outras leis de Deus por causa das tradições humanas.

Por isso, quando pessoas dizem aos fariseus, representavam o judaísmo de Moisés, enquanto os outros eram seitos, não. Não é correto. O judaísmo como existia no tempo de Cristo e como existe hoje. É, digamos assim, uma evolução ou uma coisa que se desenvolveu sobre um período de tempo com vários grupos e através de vários estágios e que mudou.

E por isso é que os Cristo disse a eles, vocês não obedecem. Olha comigo, se faz sabor em João, em João capítulo 7. João capítulo 7. É importante entenderem que o judaísmo não era necessariamente a verdade de Deus e que não estavam a obedecer à verdade de Deus. Não, não estavam. Vejam aqui em João capítulo 7, versículo 15. Diz assim, então os judeus se maravilharam e diziram, como sabe estas letras sem ter estudado?

Como é que? Jesus Cristo sabe estudo e não foi a uma universidade, não foi a uma escola missionária ou educacional de teologia ou coisa assim. Não tinha ido. Não vejam também no versículo 9.

Jesus Cristo está a responder e diz assim, não vos deu Moisés a lei. Jesus Cristo está a dizer aos judeus, não vos deu Moisés a lei. Com tudo, ninguém dentro de vos observa. Por que vocês estão a procurar matar-me? Porque a lei diz não matas. Vocês não observam a lei de Moisés. Sim, eles diziam que estavam a observar a lei de Moisés, as cerimóneas, as coisas, porque para eles a importância era estas cerimóneas, as coisas físicas, os elementos físicos da lei, mas as coisas espirituais, não.

E por isso o judeismo não estava a seguir o ensinamento de Moisés. Embora eles diziam que estavam, Jesus Cristo deu o próprio, disse a eles, não vos deu Moisés a lei. Com tudo, ninguém entre vos a observa. Entre vos e judeus, vocês não observam a lei de Moisés. Foi que Jesus Cristo disse. Por isso é que, por exemplo, Mateus 23 continuamente, Mateus 23 está a dizer a vocês, hipócritas, hipócritas, serpentes e coisas assim, está a dizer mal deles, leiam Mateus 23 e vão ver que Jesus Cristo diz mal deles. Por que? Porque não estavam a observar as leis, diziam, copteciam. Mas eram hipócritas. Sim, sabiam qual era a lei? Por isso, os Cristo disse, vocês fazem o que eles dizem para fazer, mas não façam como eles, porque eles dizem, mas não fazem, não praticam.

Por isso, o judaísmo, a prática do judaísmo, não era a verdade de Moisés, embora eles dissessam que eram. Igualmente hoje em dia, a prática do cristianismo não é o cristianismo original que Jesus Cristo instituiu. O que estou a dizer é tal como a lei de Moisés.

Foi modificada durante os anos a aplicação pelos judeus e por isso o judaísmo não tem a aplicação da lei de Moisés. Igualmente, o cristianismo foi modificado durante os anos por tradições e por várias coisas que não é o cristianismo que Jesus Cristo instituiu. Ambos estão fora da marca, estão fora do alvo, não estão no golo, os saíram do golo, estão desviados da verdade. E por isso havia estas duas questões, queres irmãos.

Primeira questão dos, digamos assim, dos judeus antes, aqueles que diziam que os gentios tinham que observar a lei ceremonial e as tradições que eles tinham alterado com as leis. E, por outro lado, havia os gentios que vieram para a igreja e que trouxeram com eles tradições pagãs que modificaram, alteraram e filtraram essas coisas na igreja de Deus e por isso alteraram o cristianismo de uma maneira que não é a pureza que devia dizer. E por isso, por causa de tradições não bíblicas, os judeus modificaram-se da lei de Moisés e por causa de tradições não bíblicas, os gentios novos convertos, gentios, modificaram também os incidimentos de Cristo porque permitiram tradições pagãs serem introduzidas na igreja de Deus.

Por exemplo, hoje em dia existem várias tradições que não são bíblicas, que estão a ser praticadas pelo cristianismo. Por exemplo, o domingo. O domingo em nenhum sítio na Bíblia diz para observar-se o domingo. Nenhum sítio. Fala do sábado. Podes procurar-te desde o início até o fim, para algum sítio fazer. Observa o domingo. Não está lá. Por exemplo, outro exemplo. Nenhum sítio na Bíblia diz para observar-se o dia natal.

Não está. Também não dizem nenhum sítio na Bíblia para observar-se o domingo de Páscoa. Sim, há Páscoa cristã, mas não é a Páscoa no domingo. É a Páscoa, no dia 14, do primeiro mês, do calendário de Deus. E por isso, vemos que há várias tradições não bíblicas que foram introduzidas por causa de tradições, por causa de infiltrações humanas, tanto à volta da lei de Moisés, por isso os judeus não estavam a praticar exatamente como o Zé esteve dado, tanto à volta dos ensinamentos de Cristo do Novo Testamento, por isso os cristãos também não estão a praticar o que Jesus Cristo nos ensinou.

E por causa destes problemas de infiltração e da perversão do Evangelho de Cristo, pelo judaísmo e pelas tradições pagãs, foi por causa disso que Paulo escreveu a epista aos galatas com este tema, o tema a dizer que somos justificados de graça pelo sacrifício de Jesus Cristo. E por isso, os gentios não precisam de observar as leis cerimoniais do templo, as leis que foram dado aos judeilitas que eram cerimoniais que apontavam, que apontavam e apontam. Para a realidade, isto é, por verdadeiro sacrifício, que é o sacrifício que agora já foi cumprido, que é o sacrifício de Cristo, os gentios não precisam, eles não precisavam de observar essas leis sacrificiais, e que, por outro lado, a lei de Deus, a lei espiritual que se mantém, que não foi abrugada pela graça, a lei espiritual de Deus mantém-se.

Como eu demonstrei no exemplo da areia Movedissa, a lei mantém-se. Não podemos quebrar a lei de Deus. Por senão, vamos voltar para a escravidão dos pecados. E por causa dessa graça, porque somos salvos de graça, não é uma desculpa para permitir avoltar aos princípios e às práticas pagãs. Por isso, somos justificados de graça. Mas é preciso entender que a lei ceremonial era temporária, era temporária até a Sua Cristo. Apontava para Sua Cristo, mas uma vez a Sua Cristo tendo sido significado, o sacrifício agora foi, digamos assim, permanente, é permanente. E então esses sacrifícios que tinham que fazer de dia a dia, de mesa a mês, de semana a semana, de ano a ano, já não são necessários.

Porque apontavam a Cristo. São simplesmente pontos educacionais que apontavam, que eram sombras que apontavam para a realidade e a realidade a Cristo. Por isso, eram simplesmente sombras. Vejam comigo se faz favor em Hebreus capítulo 10. Em Hebreus capítulo 10. Explicar isto muito claro, para ver que de facto é assim um capítulo e diz. Hebreus capítulo 10, versículo 1 a 4.

Ora, visto que a lei tem sombra, qual lei? A lei de sacrifícios, a lei ceremonial. Tem sombra dos bens vindo-nos. Não é imagem real das coisas. Nunca jamais pode tornar perfeito os ofertantes com os mesmos sacrifícios que ano após ano, perpetuamente, eles oferecem. A lei das ofertas, a lei das cerimônias é uma sombra da realidade que é Cristo. Versículo 2. Doutor Sorte, não teriam cessado de ser oferecidos? Mas não são cessados porque não justificam as pessoas. Versículo 3. Entretanto, nestes sacrifícios, faça-se recorridação de pecados todos os anos, todas as vezes que os sacrifícios são celebrados da lei ceremonial.

Versículo 4. Do Ibreus 10. Porque é impossível que o sangue de toros e de bodas remova pecados. O único que remove pecados é o sangue de Cristo. O sangue de Cristo é a realidade e esses sacrifícios apontavam para a realidade que é Cristo. Como diz também no versículo 10, de Ibreus 10, nossa vontade é que temos sido santificados mediando a oferta do corpo de Jesus Cristo uma vez por todas. O corpo de Jesus Cristo é a realidade das sacrifícios. Os sacrifícios eram temporários. Por isso, a lei, a lei ceremonial, a lei das cerimóneas dos sacrifícios, não nunca jamais pode tornar perfeitos os ofertados.

Compreendemos isso. Compreendemos isso. Somos perdoados de graça. Isso não quer dizer que agora podemos matar, podemos cometer adultério, podemos roubar, podemos mentir. Não, não, não! Vejam, então, Paulo, que disse em Romanos 3, versículo 31. Romanos 3, versículo 31. Diz assim. Anulamos pois a lei pela fé. Anulamos pois a lei de Deus, a lei espiritual, por causa da fé. Não, de maneira nenhuma. Antes confirmamos a lei espiritual de Deus. Cari-lhes irmãos, uma vez que somos perdoados de graça para Jesus Cristo, agora ainda, primeiro, temos que nos arrepender e temos que nos comprometer ainda mais ao descer aos dez mandamentos de Deus.

Vejam como Jesus Cristo é o próprio. Diz isso em Mateus capítulo 19. Em Mateus capítulo 19, diz assim, versículo 16, diz assim. E acho que alguém, a próxima ano, se lhe perguntou, Mestre, que farei eu de bom para alcançar a vida eterna. Vem ao homem, aproximou-se de Jesus Cristo e disse, o que é que eu preciso fazer para ter a vida eterna? Seria uma oportunidade ideal de Jesus Cristo, dizer, não quisesse fazer nada. Só se presente, que precisas de acreditar em mim.

Mas não foi isso que Cristo disse. Responde-lhes, Jesus, versículo 17, porque me pergunto-te, a sério do que é bom? O bom só existe um. Se queres porém entrar na vida, guarda os mandamentos. Queres irmãos, Jesus Cristo então anunciou alguns dos mandamentos da lei de Deus. Estes são os mandamentos que temos que obedecer. Não é nada mais ou nada diferente. Os 10 mandamentos da lei de Deus, ele anunciou alguns. Não, não teve que o anunciar todos.

Os 10 anunciou alguns para dar um exemplo que estava a referir aos 10 mandamentos. Queres irmãos, um guia de estudo muito bom acerca dos 10 mandamentos, que aponta vários princípios desses importantes significados dos mesmos 10 mandamentos e do relacionamento que precisamos ter com Deus e para com um, com o próximo, que é um relacionamento de amor, que ao fim de contas é a base da lei de Deus. A lei de Deus é amor. Não há nada errado com amor.

E por isso, Jesus Cristo disse, se queres entrar na vida, guarda os mandamentos. Ele não disse, se queres entrar na vida, não precisa fazer nada, só precisa aceitar Cristo. Não foi que Jesus Cristo disse. Por isso, queres irmãos, o problema que temos hoje em dia no mundo, no mundo cristal é o seguinte, que é descrito em Judas 4. Em Judas 4 diz assim o seguinte. Judas 4, no ciclo 4, diz assim, pois certos indivíduos se introduziram com dissimulação.

Isto é secretamente, na Igreja de Deus. Se introduziram na Igreja de Deus secretamente, os quais, desde muito foram antecipadamente pronunciados para esta condensão. Homens ímpios que transformam em libertinagem. Isto é, transformam em licença de desopter. A graça de nosso Deus. E negam o nosso único, soberano e Senhor Jesus Cristo. Queres irmãos, você tem cuidado, que não sejam-nos entre esses que a Bíblia diz. Esses indivíduos estão se introduzir e estão pronunciados para esta condensão, que são homens ímpios, porque estão a transformar a graça de Deus em uma autorização ou uma licença para desobtecerem. Queres irmãos, quando quebramos uma lei, temos uma multa. Obtecer a lei não paga a multa. Temos que obtecer a lei. A lei espiritual tem um preço.

Romanos 6, 23. Qual é o preço de quebrar a lei de Deus, de quebrar os 10 mandamentos? Qual é o preço de quebrar os 10 mandamentos? Romanos 6, 23 diz. Diz o seguinte. Romanos 6, 23. Porque o salário de pecado é a morte. Quebrar os 10 mandamentos é pecado. O salário do pecado é a morte. Ora, a multa de quebrar os 10 mandamentos é a morte. Por isso, para pagar a multa, temos que pagar a multa com a nossa vida. Uma vez que tenhamos pago a multa com a nossa vida, o que é que se passa? Estamos mortos. Ponte final. Não há mais esperança para nós. Não há mais esperança.

Mas há esperança. Mas o Dóngratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor. Ele nos salva de graça. O Dóngratuito, a salvação é para Jesus Cristo de graça. Mas agora, que vivemos, que somos perdoados, temos que arrepender. Foi o que Jesus Cristo disse quando começou a pregar o evangelho de Jesus Cristo, que é que ele disse quando ele começou a pregar o evangelho dele. Marcos capítulo 1, versículo 1. Marcos capítulo 1, versículo 1. Diz assim, princípio do evangelho de Jesus Cristo, filho de Deus.

Qual é o princípio do evangelho de Jesus Cristo? Vejam o que é que ele disse, em versículo 14. Depois de João ter sido preso, foi Jesus para a Galileia, pregando o evangelho do Reino de Deus. O que é que Jesus pregou? Pregou o evangelho do Reino de Deus, a boa nova de que o Reino de Deus vá ser estabelecido e que o rei do Reino de Deus, o Messias, seria Jesus Cristo.

Essa é a boa nova do Reino de Deus. Vemos aqui um dos pontos em Galatas. Espero que eu tenha dado uma boa introdução ao livro de Galatas. Vejam alguns pontos aqui em Galatas. Galatas 1, versículo 7, a parte final de versículo 7, diz assim. Galatas 1, versículo 7, diz assim e querem perverter o evangelho de Cristo.

Querem perverter o evangelho de Cristo. E diz assim, no versículo 8 e 9, se alguém vá além, vá além do grosso besto, por nós e por Jesus Cristo, que seja anátoma, não podem perverter o evangelho de Cristo. E eles estavam perverter o evangelho de Cristo como? Por um lado, eram os judeis antes, a dizer que os gentios tinham que observar a lei ceremonial e, em segundo lugar, eram os gentios a introduzir ideias pagãs para dentro da Igreja de Deus. Por isso, essa parte que era perverter o evangelho de Cristo, Paulo disse, não podem fazer.

Esses eram o que ele chamava falsos cristãos. Vejam em Galatas 2, 4. Diz assim, e isto por causa dos falsos irmãos, falsos cristãos, falsos irmãos, que se entremeteram. Isto é que secretamente entraram na Igreja, com o fim de aspreitar a nossa liberdade que temos em Jesus Cristo é porque somos justificados de graça.

E então, começam a dizer não, temos que obter às leis ceremoniais, aos rituais, para sermos justificados e reduzir-nos às gravidade. E por isso, Paulo foi muito forte acerca disso. E por isso, Paulo diz, então, no versículo 17, diz assim, dar-se-á o caso de ser Cristo-ministro do pecado? Certo que não. Ao fim do versículo 17, Cristo não era ministro do pecado. E por isso Cristo não estava a dizer que as pessoas agora podiam pecar. Não estava a falar de poderem pecar, estava a falar de que são justificados de graça.

Ou, embora sejam justificados de graça, não quer dizer que agora possam pecar. Justificados é a multa dos pecados passados. Está paga de graça. Mas, uma vez que a multa esteja paga, agora têm que obcecer as leis de Deus. E por isso, por isso é que Jesus Cristo, quando vivem nós, nós vivemos uma vida nova, tal como Jesus Cristo viveu, que é uma vida sem pecado. Vejam, por exemplo, aqui, diz assim, no versículo 20 de Galatas capítulo 2, versículo 20, diz assim, logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. Através do Espírito Santo, Deus está claro, Cristo vive em mim. Quando Cristo e se esse viver, que agora tenho na carne, vivo pela fé do Filho de Deus, que me amou e assim mesmo se entregou por mim.

Assim mesmo se entregou a mim, assim mesmo deu a sua vida para mim, pelos nossos pecados, para nós todos. E por isso, se Cristo vive em nós, ele não vive uma vida de pecado. Se Cristo vive em nós, não está a viver uma vida de matar pessoas, de cometer adultério, de roubar, de mentir. Não. Não é a maneira que Jesus Cristo vive. E por isso, não é maneira que devemos de viver como cristãos. Quando Cristo vive em nós, nós obtecemos e por isso não anulamos a graça de Deus, não anulamos as leis de Deus.

É como o caso da Abrão. Como então Paulo descreve no capítulo 3, em Bigálatas, é o caso da Abrão. Abrão creou. Como leem, por exemplo, Paulo diz aqui. Abrão creou em Galatas capítulo 3, versículo 6 diz assim. É o caso da Abrão que creou em Deus. E isso foi imputado para justiça. Como é que a Abrão creou em Deus? A Abrão creou porque o Deus lhe disse que ele teria descendentes como as estrelas.

E ele creou e elópticeu até, tanto pronto a sacrificar Isaac, mas creou que ia ter descendentes através de Isaac. E por isso teve fé que Deus faria qualquer coisa. E assim Deus o entreviu e disse não, não precisa de sacrificar Isaac. Ele simplesmente estava a provar a tua fé, o teu coração.

E por isso Abrão obteceu a Deus e Abrão obteceu às leis de Deus. Podem ler em Génacias, versículo 22, perdão, capítulo 20. Génacias capítulo 26, versículo 5, 26, 5. Génacias 26, 5. Que diz que Abrão obteceu aos mandamentos, às leis, aos princípios de Deus, obteceu a Deus. E por isso essa antiga aliança, aliança como oisés, foi feita 430 anos depois da promessa ser fedada a Abrão.

Como lém, em versículo 17 de Galatas 3. E digo isto, uma aliança já anteriormente confirmada por Deus, foi a aliança com a Abrão. A lei que veio 430 anos depois, a lei através de moisés, qual é a lei que veio nova através de moisés? Não foi a lei Deus, porque Abrão já obtecia às leis de Deus, como podemos paneler em Génacias 26, versículo 5. Abrão já obtecia às leis de Deus, por isso quais foram as leis que foram adicionadas?

As leis que foram adicionadas foram as leis cerimoniais, as leis virtuais, as leis das lavagens. Então diz assim, versículo 19, qual pois a razão de ser da lei? Sim, da lei cerimoniais, das leis dos rituais. Foi adicionada por causa das transgressões. A lei foi adicionada por causa das transgressões. O que quer dizer transgressões? Só há transgressão quando há lei.

Podem lerem em Romanos 4, versículo 15. Sem lei não há transgressão. E houve transgressões? Por que desobteceram a lei de Deus? E porque houve transgressões desobtecendo a lei de Deus? Deus adicionou a lei cerimonial que tinha os sacrifícios que apontavam a realidade que era uma sombra da realidade, que a realidade é Cristo, que é o sacrifício de Cristo, que de facto nos perdoa. Os outros sacrifícios simplesmente apontavam para a realidade, que é Cristo. Por isso, a lei, a lei cerimonial era, digamos assim, um professor, um tutor, a ensinar uma lição a apontar para a realidade que é Cristo. E por isso é que diz assim, no capítulo 4, em Galatás, capítulo 4, digo pois que durante o tempo em que o herdeira é menor, enquanto a pessoa é menor, é, por exemplo, tem menos 18 ou 21 anos ou coisa assim, é menor, a nada difere de escravo, pois de que é ele, Senhor de tudo, mas está sob tutores e curadores, até o tempo determinado pelo Pai.

Quando uma pessoa é menor, está sujeito a professores, tutores e curadores que tomam conta dele, que o educam, até quando for de maioridade. Então, o Pai diz, então, pronto agora já é gesto de maioridade. E por isso, quando estão de menores, são educados por certos, digamos assim, elementos físicos que eram as leis cerimoniais, que assim, também nós, quando éramos menores, versículo 3 de Carlos às 4, estávamos serviremente sujeito aos ruidimentos do mundo, aos tutores físicos, tutores que eram lavagens e coisas físicas.

E por isso, então, continua. O versículo 4, vindo porém. A plenitude do tempo, Deus enviou o Seu Filho, nascido do mulher, nascido sob a lei, para resgatar-os que estavam sob a pena da lei, porque estavam sob a penalidade da lei, porque estavam no baixo da lei Deus, tinham transgredido, tinham pecado e porque tinham pecado, a lei dizia, apenas a lei diz, vocês vão morrer, têm que morrer, porque o salário do pecado é a morte. Estavam sob a lei, sobre a instrução, a direção da lei, que é a pena que diz que tinham que morrer.

A fim da que recebéssemos, a fim da que recebéssemos a filiação de filhos. Sim, Jesus Cristo, como diz no versículo 4, Deus enviou o Seu Filho, Jesus Cristo, nascido do mulher, nascido debaixo dos princípios da lei, para resgatar-os que estavam debaixo da lei, somos nós debaixo da pena da lei, para que possamos receber a filiação de virmos a seres filhos, filhos de Deus. E porque vos, seus filhos, enviou Deus ao nosso coração, o Espírito Seu Filho, por isso porque somos filhos, Deus nos deu o Espírito Santo de Deus e esse Espírito Santo que nos ajuda a chamar Abba Pai.

De sorte que já não é escravo, porém filho e sendo filho, também é herdeiro de Deus por Cristo. Herdeiro de Deus. Vamos herdar Deus, a família ser membros da família de Deus, herdeiros de Deus, através de Cristo. Por isso, queres irmãos, Paulo estava a explicar um grande significado espiritual disto de tudo. E por isso, então, no versículo 8, ele diz Outro ora porém, não conhecendo a Deus, antes de vocês conhecerem a Deus, vocês serviam a outros deus, porque eram gentios, serviam a deus espagãos, que por natureza não são deus.

Vocês, antes de conhecerem a Deus, antes de serem convertidos, antes de virem para a igreja de Deus, eram gentios espagãos a ter no mundo. E por isso, vocês não aconteciam a Deus e por isso, vocês não serviam a Deus. Mas agora, que vocês conhecem a Deus, diz no versículo 9, ou antes sendo conhecidos por Deus, como estás voltando outra vez? Como é que vocês, os gentios, estão a voltar outra vez para as mesmas coisas pagais?

Vê-se aqui estas duas questões, que eu tenho estar referido, uma era a infiltração de ideias judácas e outra era a infiltração dos gentios quererem trazer estes ensinamentos pagãos para dentro da igreja. Como é que vocês estão a voltar a esses? Digamos assim, outra vez, aos rudimentos, a essas elementos fracos e pobres. Que rudimentos são esses? Que elementos são esses? São elementos fracos e pobres. Porque diz que estavam a servir a Deus, estavam a voltar, esteram os gentios e quais são esses elementos?

Porque essas pessoas que tinham vindo, os gentios que tinham vindo para a igreja tinham estado imersos no paganismo antes de serem convertidos. E por isso, não simplesmente estavam a judeizar, mas também estavam a voltar às práticas antigas do paganismo. E por isso, estavam a voltar às práticas das religiões mistreosas da babilônia. Olha, deixe-me dar um bocadinho de história brevemente. Então, o que é que se passava? A história da religião mistreosa da babilônia, muito brevemente, é a seguinte. Nemrod, o bisneto do Noé, fundou a babel, a babilônia, depois do dilúvio. E, então, ele organizou uma combinação de uma religião, que era uma religião e uma política, uma combinação religiosa e política, debaixo do seu controle, como podem ler em Génersas 10, versículo 8 a 10, e Génersas 11, versículo 11 a 4.

Então, ele teve sucesso e, de sucesso, ele deu fech o ensinamento de que ele era a prometida semente da mulher, que salvaria a humanidade. Podem ler essa semente da mulher em Génersas 3, versículo 15, que foi uma profecia durante os dias da Adão e da Eva, que Deus deu, que haveria uma semente da mulher que salvaria a humanidade. E ele, então, foi, começou o extenso ensinamento que ele era essa semente da mulher que teria isso.

E ele, então, veio a ser conhecido como o Zoroaster, que é o nome caldeu ou babilônico, que significa semente da mulher. E, por isso, essa religião de Numerod, do bisneto de Nauê, veio a ser conhecido como a religião da babilônia. Bíblicamente, como podem ler em Apocalypse 7, versículo 5, é conhecido como mistério a grande babilônia.

Daí se espalhou essa religião para o Egito, para a Índia, para a China e, daí, a Dianda para todas as outras partes do mundo. E essa religião tinha uma interpretação falsa da história religiosa da Adão e, por isso, através dessa religião e dessa política, indotrinou o mundo inteiro. E, por isso, Numerod, então, nessa religião, começou a misturar o monotuísmo com animismo, que é cada objeto da natureza, é habitado por um espírito diferente.

E, então, essa combinação do monotuísmo com animismo, veio a ser conhecida como Panteísmo, que isto é Deus é tudo e tudo é Deus. Numa maneira diferente de dizer, é dizer que Deus é a própria natureza. Deus não é natureza. Natureza é a criação, não é Deus. Então, esse ensinamento dizia que a natureza era composta de quatro elementos básicos. Aqui vem os elementos. Aqui é o princípio dos elementos, que esses elementos que falam aqui em Galadians capítulo 4, versículo 9, os rudimentos, esses elementos fracos e pobres. Estos rudimentos, esses elementos básicos, eram quatro. Um era a terra, que os diziam que dava a vida. Segundo era a água, que o medeça terra.

Terceiro era o ar, o éter, ou o espírito, que dá a vida, o espírito da vida. E quatro, era o fogo, o fogo do sol, que dá luz e aquece. Assim, a criação foi adorada como Deus, ou Deus Universal. Como diz Paulo, em Romanos 1, versículo 25, começaram a adorar a criação em vez do Criador. E cada um desses quatro elementos, a terra, a água, o ar e o fogo, foi dado um elemento invisível, ou digamos assim, uma natureza espiritual.

Cada um desses elementos tinha uma natureza espiritual, isto é, um espírito deles. Por exemplo, a terra era habitada por nomes ou anões, cada um guardando partes específicas dos tesouros da terra. A água, habitada por ondinas, o ar, habitado por seres imaginários, chamados silfos, e o fogo, habitado por répteis mitológicos, imaginários viviam no fogo. Cada um destes espíritos da natureza eram compostos de um dos quatro elementos e, por antemorte, estes elementos eram desintegrados para o sua base elementária. E assim diziam que tinham personalidades também, por exemplo, que correspondiam aos quatro sinais astrologicos do Zodiaco, ao toro, ao escorpião, ao aquário e ao leão.

E esses elementos, durante a filosofia grega, que era prevalento durante a Era de Paulo, tinham-se expandido aos elementos do sol, da lua, das estrelas e planetas. E todos eles correm os deuses e deuses.

E essas, porque o sol, lua, estrelas e planetas regulavam a progressão do calendário, também estavam associados com os estivais pagãos, horrorando os deuses pagãos. Por isso, para os babilónios, em Somário, Deus era a natureza, composta de vários deles, chamados elementos. Esses elementos eram invisíveis, mas tornassem visíveis, com certas drogas, dadas pelos feiticeiros. E então, tinham visões. As drogas eram administradas, em várias maneiras, como por exemplo, propomadas mágicas, que introduziam no corpo essas drogas. Com este entendimento, então, vê-se que Paulo foi muito forte a criticar isto, dizendo aos galatas para não voltarem às crenças antigas às crenças pagãs.

Na mente de Paulo, esses deuses eram demônios. E por isso diz assim, ao tráforo em versículo 8, não acontecendo a Deus serviam a deusas, que por natureza não são.

Mas agora que conhecês a Deus, ou antes sendo conhecidos por Deus, como estás voltando outra vez aos rudimentos, aos elementos fracos e pobres, aos quais de novo querês ainda escravizarmos e guardar as dias, e mesas, e tempos e anos?

Isto está a falar de festivais pagãos. Não está a falar dos dias santos de Deus. Está a falar de festivais pagãos. E uma prova que é de festivais pagãos é que, por exemplo, não há um único dia, um único mês santo de Deus, não há um mês santo, por isso guardar as dias e mesas e tempos. Não há meses santos que Deus recertou que é um mês santo. Receio de vós tenha ele trabalhado em vão para convosco. Ele tinha receio porque eles, é como se Paulo tivesse trabalhado com eles em vão e eles estavam a voltar a deixar infiltrar estas crenças pagãs no cristianismo. Queris irmãos, vê-se então aqui que na Igreja, digamos assim, primitiva, durante a era inicial, havia duas grandes questões que afetaram a Igreja. Primeiro eram os ensinamentos judaicos, que vimos que não eram os de Moisés, os ensinamentos judaicos. Hoje em dia, na era 2, a mesma coisa afeta a Igreja. Certas pessoas, eram certas coisas, digamos assim, judaicas a tentar infiltrar na Igreja de Deus. E em segundo lugar, eram as infeliturações pagãs, de ideias pagãs, infiltrando o cristianismo e levando o cristianismo da pureza dos ensinamentos de Cristo e dos ensinamentos dos apóstolos para uma impureza. Cris irmãos, nós temos que nos manter puros e temos que manter bem claro que a justificação é da graça por Cristo. Mas essa justificação de graça não nos dá liberdade de desobedecer às leis de Deus. Temos que obedecer às leis de Deus, aos Deuses mandamentos. Esses são espirituais e são eternos. Por isso, cris irmãos, eu queria vos dar esta revisão breve, porque na próxima semana quero continuar o estudo a partir de Gálatas 4 versículo 12. Até a próxima, cris irmãos. Aqui é Jorge Câmes.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).