Epístolas de Paulo 13 - Resumo de Gálatas

Este estudo bíblico dá um resumo do livro de Gálatas, ou noutras palavras, a razão da carta e como o apóstolo Paulo abordou a situação.

Transcrição

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Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, aqui, aos campos, falando-vos da Sincsoneti.

Hoje eu quero continuar com o nosso estudo das Epístolas de Paulo, e hoje quero falar ou dar um resumo do livro de Galatas.

Lembrem-se que, nessa altura, quando Paulo escreveu aos Galatas, há cerca do meio do século, do primeiro século, cerca dos anos 50, muitas pessoas entraram na igreja e trouxeram com elas várias ideias e filosofias de onde vinham.

Por exemplo, em Galatas, muitos deles eram gentios e traziam com eles as suas, digamos assim, suas filosofias de onde vinham.

No entanto, quando vieram para a igreja, começaram a ser afetados por outras influências, influências judais. E, por isso, Paulo escreveu esta carta aos Galatas para, digamos assim, combater estes argumentos que existiam e a situação que estava a desenvolver em Galatas.

Uma vez mais, o tema principal desta epístola é justificação. Somos justificados de graça, pelo sacrifício e mortos do Cristo, pelo seu sangue. Nenhuma lei nos justifica.

Este princípio foi o que Paulo explicou, claramente, mas haviam condições na igreja que fez com que Paulo necessitasse escrever esta carta, porque uma vez mais, como disse, haviam estas influências judais a dizer aos recém, digamos assim, aos novos cristãos, aos recém cristãos que tinham sido pagãos previamente, que deviam observar as leis ceremoniais para serem justificados. Por outro lado, estes cristãos tinham vindo de uma sociedade com influências gnósticas, influências elenistas, que tinham vindo originalmente, digamos assim, ideias babilónicas, mas que tinham sido reformadas pelos gregos, e essas influências estavam afetá-los também. E, por isso, perante esta crise, vê-se que o problema que existia aos galatas é no estudo prévio desta série das epístolas de Paulo, descrevia o que era o Nostecismo, que era, digamos assim, a falsificação de todos os elementos do verdadeiro cristianismo. Está claro, nesse momento ainda não era isso, mas foi o que acabou por ser uma falsificação de todos os elementos do verdadeiro cristianismo.

Isso abordámos e explicámos como isso veio a ser.

No entanto, o problema que estava a existir em galatas era o seguinte. Os hierégues, isto é, os hieréticos estavam a perverter o evangelho. Vejam comigo em galatas 1, versículo 6 e 7, diz assim, admira-me que estás passando tão depressa daquilo que vos chamou na Graça de Cristo para outro evangelho, que não é outro, senão que há alguns que vos perturbam e querem perverter o evangelho de Cristo. Isto é, os hieréticos, os hierégues estavam a perverter o evangelho de Cristo. Isto eram falsos irmãos que tinham vindo da judeia, como podem ver no capítulo 2, versículo 4 de Galatas, e isto por causa dos falsos irmãos que se entremateram com o fim de espreitar a vossa liberdade que temos em Jesus Cristo. Isto eram falsos irmãos que tinham vindo da judeia. Podem ler mais acerca disso, por exemplo, em Atos capítulo 15. A versículo 1 foi exatamente o problema que tinham tido previamente quando tiveram esta conferência de Atos 15, que diz assim alguns indivíduos que disseram da judeia ensinavam aos irmãos, se não vos reconcidar segundo o costume de Moisés, não podréis ser salvos. Por isso haviam indivíduos, irmãos falsos, como se lê em Galatas 2, 4, irmãos falsos, os falsos irmãos, que tinham dissido da judeia e que estavam a ensinar aos irmãos que eram necessários ser reconcidados segundo o costume de Moisés para poderem ser salvos. E por isso, os iregas, com essas ideias, estavam a perverter o evangelho de Cristo.

Noutras palavras, eles estavam a dizer que a circuncisão na carne era necessária se se quisessem manter, manter na fé cristã. E então, o resultado disso foi que os Galatas responderam e começaram a rejeitar o cristianismo e começaram a voltar às antigas crenças e práticas pagãs, que eram nósticas. Vejam em Galatas 4, versículo 8 e 9, dizem ao troro, porém, não condessando a Deus, serviais as deuses que, por natureza, não são. Isto é, antigamente, quando não condessiam a Deus, você serviai a deuses que não eram deuses, isto é, deuses pagãs. Mas agora, que conheceis a Deus, sim, agora, que souis cristãos, ou antes sendo conhecidos por Deus. Como é que estás voltando, outra vez, aos rudimentos fracos e pobres? Isto é, como é que vocês estão a voltar, outra vez, a estas maneiras de ser, estas ideias, estas coisas gentias, a estas coisas que não eram de Deus, que eram pagãs? Como é que estão a voltar, de novamente, a estas coisas? E querem, então, ser escravos destas coisas pagãs?

Então, ve-se aqui a situação. Dois elementos estavam a afetar os cristãos em Galata. Primeiro, eram os ensinos falsos, uma doutrina falsa, uma perversão do evangelho da boa nova, do reino de Deus, estavam a dar estes ensinos falsos, dizendo que eles reconheciam a carne na necessária, e isto vinha de irmãos falsos que tinham vindo da Judeia, como vimos. Por outro lado, os galatas, que tinham sido pessoas das nações, isto é, dos ensinamentos de onde eles viviam, lembram-se que a situação em Galata tinha sido afetados pelos ensinamentos nósticos, ou isto é, elenísticos, e por isso eram ensinamentos pagãos. E por isso, essas pessoas responderam a dizer, ''Bem, se vamos ter que então ser circuncisos, não quer ser circunciso.'' Imaginem, uma pessoa adulta ter que ser circuncisada, e eles sendo pessoas das nações, não queriam fazer isso. E por isso estavam a dizer, ''Vamos voltar então às coisas de onde viemos, aos ensinamentos pagãos.'' Estão voltando, outra vez, aos rudimentos fracos e pobres, como Paulo diz. E por isso estavam a voltar às práticas pagães do passado. E por isso, Paulo, agora, estava a tentar trazê-los de volta ao cristianismo.

Por isso, Paulo, quando confronta esta heresia, Paulo refere os galatas às escrituras do antigo testamento para provar que os argumentos eréticos dos ergs eram incorretos. Pois, como Paulo explica na carta aos galatas, ser justificado por obras nossas é incorreto bíblicamente e não é uma doutrina sã.

Então, como é que era possível que essas pessoas estivessem a voltar de volta aos ensinamentos pagãos, de onde tinham vindo? Sim, é possível, porque ficaram confundidos. Conficaram confundidos, porque estavam a seguir este ensinamento cristão e depois vinham aqui uns que diziam que eram doutores, que conheciam as escrituras muito bem, eram jotaicos, eram muito inteligentes, sabiam referir as escrituras de uma maneira muito inteligente.

Eram muitos capazes, sabiam procurar escrituras e fazer citações, disto e daquilo, que eram pessoas muito capazes de intelectuais e então começaram a confundir as pessoas e eles ficaram confundidos. E por isso, então, disseram assim, sendo Valmagem, então, voltar ao que eu era. Ora lembra-se que Paulo nunca critica as boas obras de justiça, mas não são as boas obras que nos salvam e que nos justificam. Sim, podemos ser justificados por obras? Querias irmãos, nada podes fazer e nada posso fazer, para que sejas perdoado ou para que eu seja perdoado de pecados que tenhamos feito.

Por exemplo, ser circunciso não vai perdoar pecados passados, tal como, por exemplo, ir a uma cozinha e servir sopa às pessoas que têm necessidade. Sim, isso é uma boa obra, não estou a dizer mal dessa boa obra, mas essa boa obra não te vai justificar ou perdoar os pecados passados.

Por exemplo, ir para a autoestrada e apanhar lixo ao lado da autoestrada não te vai perdoar os pecados passados. Hoje, joar por um, dois, três, quatro dias, seis lá, ou fazer certos sacrifícios pessoais não te vai perdoar de pecados passados. Só o teu e o meu arrependimento e a nós aceitarmos o sacrifício de Jesus Cristo é o único que nos vai perdoar dos pecados do passado. A circunstisão não nos perdoa dos pecados passados. Tu e eu não podemos fazer nada para perdoar-nos dos pecados passados, porque?

Porque o preço do pecado é a morte. E, por isso, uma vez que estejamos mortos, estamos mortos. E, por isso, temos este pertão, o arrependimento e pelo sacrifício de Jesus Cristo, temos isto, de graça. É a graça de Deus que nos é dada e a vontade de Deus de perdoar, isto é, deixar passar por cima, deixar passar, perdoar os teus pecados e os meus pecados. Da claro, Paulo não está a criticar as boas obras.

As boas obras são boas obras, mas não se justificam e não me justificam. Da claro, boas obras é o que Deus quer que nós façamos, é o que devemos fazer, boas obras, mas não nos justificam. Por isso, quando Paulo começou a defender esta situação, ou foi confrontado com esta situação, o primeiro ataque que eles fizeram a Paulo foi de acusar a autoridade de Paulo como um apóstolo. E por isso, no capítulo 1 e 2 de Galatas, Paulo defende a sua autoridade apostólica. Esse foi o primeiro ataque.

E por isso, dando assim, como estava a dizer, um resumo geral do livro de Galatas, nos capítulos 1 e 2 é o que Paulo está a falar. A segunda linha de ataque dos hierégres foi de disputar a explicação de Paulo acerca da justificação. Eles estavam a dizer que a morte de Cristo, por si só, não era suficiente para libertar os gentios da culpa do passado, isto é, para serem justificados, precisavam também de ser circuncisos. Eles recusavam a aceitar que a circuncisão, que os rituais de templo e que os vários aspectos administrativos da Aliança do Sinai estavam prestes a desaparecer, como podem ler em Hebreus 8, versículo 13.

Mas o ponto que eles estavam a dizer, é estar a dizer que precisavam de ser circuncisos. Por que é que estavam a falar acerca deste ponto de circuncisão? Por que? Porque, pela circuncisão, uma pessoa poderia então ser membro da religião judaica. Isto é, observar a Páscoa, por exemplo, e assim estavam a dizer que, para serem cristãos, precisavam de ser praticantes judaicos. E, por isso, a circuncisão seria, digamos assim, a porta para serem abertas, para serem judaicos.

E, uma vez que serem judaicos, tinham que fazer os rituais de templo e outros aspectos administrativos da Aliança do Sinai. E, então, seriam como judaicos espirituais, porque tinham sido assim dessa maneira, embora fisicamente não fossem da descendência, tornavam-se assim espirituais, era assim que, digamos assim, eram enxertados dentro dessa árvore, e, então, o sacrifício de Cristo era aplicado a eles. Este foi um género de raciocínio que eles estavam a dar, aos gentios.

Ora, isto, isto era uma contradição direta, o digamos isto, contradizia completamente a decisão apostólica de Atos 15. Vamos, então, ver alguns versículos aqui em Atos 15. Atos 15. Lembrem-se que a situação era que Paulo tinha ido a várias áreas durante a sua primeira viagem apostólica, principalmente a Galatas. Depois, através de muitas tribulações e dificuldades, eles voltaram para Antioquia. E depois, como lém, por exemplo, em Atos 14, versículo 26, e dali navegaram para Antioquia, onde tinham sido recomendados a Graça de Deus para a obra que haviam já cumprido.

A Ilícegados, reunido à igreja, relataram quantas coisas fizeram a Deus com eles e como abriram aos gentios a porta da fé, e permaneceram, não pouco tempo, com os discípulos. Este foi o fim da primeira viagem apostólica do Paulo e foram-ne volta à Antioquia e, então, relataram como Deus tinha aberto aos gentios a fé. Mas, então, continuando em Atos 15, versículo 1, alguns indivíduos que disseram da Judeia e foram à Antioquia e estavam a ensinar aos irmãos, se não vos circuncindares, segundo o costume de Moisés, não poderais ser salvos.

E, vendo também, em versículo 4 e 5, aconteceu que, então, Paulo e Barnabé, aliás, como se lendo em versículo 2, Paulo e Barnabé, houve uma grande discussão, e nos alveram que tinham que ir a Jerússlam para resolver esta questão, porque foi como uma questão muito grande. Então, chegaram lá, a Jerússlam, versículo 4, e foram recebidos pela igreja pelos apóstolos, pelos prosbíteros, isto é, pelos anciãos, e relataram tudo o que Deus fizeram com eles.

Insurgiram-se, entretanto, alguns, da seita dos fariseus, são estes que estavam a proclamar a circuncisão, dizendo, é necessário circuncidá-los e determinar-lhes que observem a lei de Moisés, isto é, os lituais do templo, os sacrifícios, as cerimónias, que eram simbólicas da justificação, lembrem-se disso, mas eu estava a dizer, é necessário, façam isso. Então, houve um grande debate, como vem lá no versículo 6 e 7, eles reuniram-se para examinar a questão e houve um grande debate acerca disto. E depois, no versículo 19, vê-se que houve uma decisão.

E a decisão foi que? Foi a resolução dos apóstolos, que disse, pelo que julgo ele, não devemos perturbar aqueles que, dentro os gentios, se convertem a Deus.

E me fizeram uma decisão que não precisavam de ser, se reconcisos, uma decisão apostólica, como vemos aqui. Isto é bem conhecido a Conferência da Atos 15. Ora, lembre-se que não fizeram esta decisão por si próprios, porque eles lembraram-se que Pedro tinha tido uma visão em Atos 10, podem voltar umas páginas atrás, Atos 10, quando foi da visita com Cornelio. Em Atos 10.

E, entanto, teve esta visão, e ele inicialmente não compreendeu o significado da visão, porque estava a dizer nunca, comi coisa alguma comum e imunda, e não compreendeu o significado, mas depois veio a compreender quando teve este encontro com a casa de Cornelio, e lê-se assim, ao fim, do versículo 28. No capítulo 10 da Atos, diz assim, mas Deus me demonstrou que a nenhum homem considerasse comum ou impuro.

E, por isso, vê-se, então, continuando a ler no versículo 34, Pedro disse, reconheço, por verdade, que Deus não faz a sessão de pessoas. E, por isso, gentios, estes nações, assim como os judaicos, são pessoas com quem Deus trabalha, e Ele não faz a sessão, diz que não vai trabalhar com certas pessoas, porque não foram circuncisos, porque não são judaicos. Não. Trabalha com todos. O versículo 35, pelo contrário, em qualquer nação, aquele que o tem, aquele que tem a Deus, tem o temor de Deus, e faz o que é justo, é aceitável a Deus. Precisamos ter o temor de Deus, aquele respeito, aquela reverência a Deus. E, assim, então, é aceitável. Então, vejam, continua no versículo 44 a 48. Está aqui ainda Pedro, falava estas coisas, quando caíam os Espíritos Santos sobre todos que ouviram a palavra, e os fiéis que eram da circuncisão, que vieram com o Paulo, admiraram-se. Porque, também, sobre os gentios, foi derramado o dom do Espírito Santo. E, por isso, diz assim, pode alguém recusar, no versículo 47, a água para que não sejam batizados. Estes, que assim como nós, receberam o Espírito Santo. E, por isso, ordem-se, forçam batizados, em nome dos Cristo, pela autoridade dos Cristo. Vê-se aqui. Foram batizados. Por isso, Pedro, entendeu? Pedro recunheceu isto. E, por isso, em Atos, voltando, então, a Atos capítulo 15, isto é, a esta conferência, Vê-se aqui, no versículo 10, que Pedro recunheceu e disse, Agora, pois, porque tentais a Deus, pondo sobre, a serviço dos discípulos, um júgulo que nem nossos pais puderam suportar, nem nós.

E, por isso, Pedro recunheceu, entendeu isto? Porque ele, próprio, teve esta experiência em Atos 10. E, por isso, ele concordou com o Paulo, dizer, Por que estamos a tentar a Deus?

E dizer que as pessoas têm que ser circuncidadas e observarem lei de Moisés. Isto é os rituais, os sacrifícios, as leis ceremoniais. Está claro, não está a falar que agora podem matar pessoas que podem comer adultério. Não está a falar disso. Está a falar que há cerca destas leis ceremoniais, as rituais do templo, estes espetos administrativos da aliança do Sinai. E, por isso, está a dizer, porque tentam, estão a tentar a Deus, pondo sobre a serviço dos discípulos, isto é, sobre a cabeça dos discípulos, um julgo que, né, os nossos pais se puderam suportar nem nós. Agora faço-me uma pergunta. Por que que as nós se suportavam? Simplesmente, porque não ofereciam sacrifícios por todos os pecados pessoais, deles como deviam, porque essa lei diz que precisavam de fazer sacrifícios sempre que pecaçam. Ora, se todos e todo o pecado que fizessem tivessem a oferecer um sacrifício, como deviam, como a lei dizia, já não tinham mais a nem mais. Sim, matavam tudo, porque os pecados são muitos. E por isso não podiam suportar essa lei. E por isso, então, no versículo 20, disse assim, então não devemos portubar aqueles que dentro do gentilho se converte a Deus, mas que verdes, que se abstanham das contaminições dos ídolos, sim, porque os gentilhos vieram das nações, tinham estas tradições pagais e, por isso, em vez de estarem a fazer os rituais judaicos e as cerimónias de sacrifícios, evitem as continuações de ídolos, bem como as relações sexuais ilícitas que faziam nesses templos de pagais, de carnes de animais sufocados e do sangue. Várias tradições pagais que, até certas coisas, as pessoas ainda fazem hoje, ainda comem, por exemplo, salsichas de sangue e carne com sangue, e que diz assim, evitar essas práticas. Não estava a cancelar a lei de Deus, mas estava simplesmente a dizer que os pagãos não deviam de fazer estas contaminações pagais, mas que deviam de estar a ser limpos a prester destas coisas e não devem perturbar essas pessoas com coisas a dizer que têm que ser desconcisos. Versículo 21. Porque Moisés tem, em cada cidade, desde os tempos antigos, os que pregam nas sinagogas onde é lido todos os sábados. E, por isso, todas as outras coisas que Moisés ensina, as três leis de Deus e todas as coisas estão a aprender todos os sábados, onde eles vão. E, por isso, eles podem continuar a aprender essas coisas todas, mas não devemos perturbar a elas com estas... Estas... julgo estas... estas coisas que eram rituais do tempo, como a circuncisão e vários aspectos administrativos da aliança do Sinai.

Por isso, o que estava a passar é que os galatas estavam debaixo desta pressão dos falsos irmãos a dizer que precisavam de seres circuncisos. Uns galatas, então, o que fizeram é que o voltaram para os ensinamentos pagãos, como lemos há pouco, em Galatas 4. Vejam comigo se faz favor de volta a Galatas 4. Diz assim, a outra hora porém, versículo 8, não acontecendo a Deus, serviês a Deus, que por natureza não são, mas agora, condeceis a Deus, ou antes sendo reconhecidos por Deus, como está-as voltando, outra vez, aos rudimentos fabricos e hipópios. Por que vocês estão a voltar? Por isso, alguns dos galatas estavam a voltar às coisas pagães. Alguns dos galatas, no outro lado, para evitarem estas expressões judaicas, digamos, este stress que estes irmãos falsos estavam a impor neles, e que, por exemplo, os galatas, alguns dos galatas, no outro lado, para evitarem estas expressões judaicas, digamos, este stress que estes irmãos falsos estavam a impor neles, que eram, em contradição, à decisão apostólica, de Atos 15. Mas, para evitarem essa expressão judaica, então, ve-se aqui, em galatas, capítulo 6, versículo 11 a 13, vede que, com letras grandes, vos escrevi do meu próprio punho, todos querem ostentar-se na carne, esses vos constragem às vos circunotardes somente para não serem perseguidos por causa da cruz de Cristo. Isto é, alguns estão a se meter, se estão a ser circuncisos, simplesmente para não serem perseguidos, para não terem esta pressão judaica, para não estarem debaixo deste stress, e por isso dizem, bem, pronto, vou-vos ser circuncisos, e pronto, o problema está resolvido. E por isso diz, continua, versículo 13, pois nem mesmo aqueles que se deixam circuncidar guardam a lei, antes querem que vos circuncideis para que se gloriem na vossa carne.

Eles criam que as pessoas fossem circuncisas para não haver distinção entre os gentios e gregos, e então eles concluiam que, perdão, quando diz gentios e gregos, devia ter dito gentios e judeus, para não haver distinção entre os gentios e judeus, e então da maneira que eles pensavam, a justificação, então, estaria completa.

E por isso é o problema, como vem, o problema que existia em Galatas. Dando-me, então, este resumo de Galatas, estou a descrever a situação que existia, a pressão em que estes irmãos em Galatas se encontravam, e por isso, quando Paulo explica isso, ele, então, tem que explicar, ou tem que expandir a sua explicação ou seu discurso, para explicar a superioridade da nova aliança sobre a aliança de Sinai, isto é, da aliança antiga.

Ora, isto é importante que compreende. Importante que compreende o seguinte. Cristo e não a nação jotaca. Vamos ver isso em mais detalhe, no outro estudo bíblico, quando cobrimos o capítulo 3 de Galatas. Cristo e não a nação jotaca. É o único semente de Abraão, que é qualificada para receber as promessas internas por irança, feitas a Abraão e a sua semente. Isto é ao seu descendente. Cristo é o único semente de Abraão, Cristo é o único descendente de Abraão, que foi qualificado para receber as promessas internas por irança, feitas a Abraão e a sua semente. Vejam em Galatas 3, versículo 16. Diz assim, ora as promessas foram feitas a Abraão e ao seu descendente. Aqui a palavra descendente deve ser com uma letra D em capital, porque o seu descendente está a referir a Jesus Cristo. Não diz e aos descendentes, como se falando de muitos, porém como de um só, e ao teu descendente que é Cristo.

As promessas foram feitas a Abraão e ao seu descendente. Diz assim, isto é, a sua semente que é Cristo. Vigemos, então, esta promessa em Genesis, versículo 22, versículo 18. Genesis, capítulo 22, versículo 18. Vamos aqui a promessa. Eu vou ler primeiro na versão almeida revista e atualizada. Diz assim, nela serão benditas todas as nas ruas, da terra, por causa de cesta a minha voz.

Mas isto não é uma boa tradição, porque, como podem ver na versão almeida, revista e corrigida, em vez da palavra nela, diz em tua semente. Serão benditas todas as nações da terra, por quanto obteceste a minha voz. Em tua semente serão benditas todas as nações da terra, por quanto obteceste a minha voz. Assim, Paulo compara. Na explicação dela em Galatas, ele então fala disso e depois descreve, comparando os Israelitas, descendentes de Abraham. Isto é, os descendentes carnavais, Israelitas, descendentes de Abraham. Ele compara esses descendentes, como se fossem descendentes de Ismael, filhos de Agar, uma mulher escrava. Ele compara esses descendentes, como se fossem descendentes de Ismael, filhos de Agar, uma mulher escrava.

Viste que, nem Ismael, nem a nação de Israel, de basta a aliança de Sinar, nunca se qualificaram como herdeiros da promessa interna feita a Abraham. Isto é a promessa da vida interna. Ismael, nem a nação física de Israel, de baixo da aliança de Sinar, nunca se qualificaram como herdeiros da promessa interna feita a Abraham. Isto é da vida interna. Ambos, isto é Ismael, e a nação de Israel, de baixo da aliança de Sinar, foram escravos do pecado.

Como? A agar era uma escrava, uma mulher escrava. E, por isso, somente aqueles que são livros da escravidão do pecado, podem herdar o que foi prometido a Abraham. Isto é o âmago do argumento aqui de Paulo.

Por isso, a comparação, em Galatas 3 e 4, volta-se para Jesus Cristo, que é o que se chama de Jesus Cristo. A comparação, em Galatas 3 e 4, volta-se para Jesus Cristo e diz assim, tal como em Saca, filho por Sarah. Tal como em Saca, filho por Sarah.

Tal como em Saca. Jesus Cristo é o legítimo herdeiro da promessa feita a Abraham.

Sim, e Saca foi o legítimo herdeiro da promessa feita a Abraham.

E não ismael.

E por isso, para amplificar a sua comparação, ele demonstra que Sarah era uma mulher livre e não era uma mulher escrada. E se podem ler em Galatas 4, versículo 22 e 23. Mas Sarah era estéreo.

Sarah não podia ter filhos por natureza. Por isso, e Saca? Foi filho da Abraham. Por uma intervenção milagrosa de Deus para cumprir a promessa feita a Abraham, tal como Cristo é uma intervenção milagrosa de Deus para nós.

E Saca sim, foi um tipo de Cristo. Porque ele teve fé na promessa de Deus, isto é, ele, Abraham, teve fé na promessa de Deus, que sua esposa lhe desse um filho. E por Saca? Jesus Cristo vai ser herdeiro da Abraham, por Saca e por Sarah. É Sarah a qual nunca tinha sido uma escrava. E por isso, Jesus Cristo vai ser herdeiro, porque nunca foi escravo do pecado. E por isso, Jesus Cristo nunca se desqualificou, porque nunca foi escravo do pecado.

Jesus Cristo nunca se descreveu. Por isso, Jesus Cristo, e não a Nação Judaica, é o único semente da Abraham, qualificada para receber as promessas internas, por irança feitas a Abraham e a sua semente e ao seu descendente, porque nunca foi escravo do pecado. E por isso, a salvação é só por Jesus Cristo.

A salvação de todas as pessoas humanas é só por Jesus Cristo. Vejam, então, em Atos 4, versículo 12.

E não há salvação em nenhum outro nome. Por baixo do céu, não existe nenhum outro nome, dado entre os homens pelo qual importa que sejamos salvos.

O nome de Jesus Cristo. Não há outra pessoa. Não há outro ser.

Por que? Porque Ele nunca foi escravo do pecado. Ele abriu o caminho da salvação. Ele morreu pelos nossos pecados. Ele ressuscitou. E por isso, se somos de Cristo, também somos sementes de Abrão.

Se somos de Cristo, também somos descendentes de Abrão, sejas ou não sejas descendentes, direto de Abrão.

E por isso, versem Galatas 3, versículo 29. Galatas 3, versículo 29, diz assim, e se sois de Cristo, também sois descendentes de Abrão, e ardeiros segundo a promessa.

Vem, então, o argumento aqui de Paulo.

Sim, é um argumento... ...díamos assim, quando lemos o livro de Galatas, torna-se assim um bocado complexo, mas de uma maneira de revisão simples. É o seguinte, os cristãos que tinham sido gentios, estavam debaixo de pressão em Galatas para serem circuncidos, que iriam ser como judaicos.

Os apóstolos fizeram uma decisão em Atos 15, que isso não era necessário. No entanto, estas pessoas continuaram, depois de Atos 15, continuaram a ir lá e a dizer isso. Isto estava a contradizer a decisão apostólica. Por isso, tornaram-se irmãos falsos, porque não estavam a obtecer a autoridade da Igreja de Deus, e a decisão da Igreja de Deus. Estavam a obtecer a sua autoridade, e por isso, então, tornaram-se desodientes.

Estavam a causar os Galatas, ou a serem circuncisos, o que alguns estavam a fazer para evitar, para evitar este estresse, esta pressão, ou outros voltavam de volta aos ensinamentos pagados. Então, Paulo explica que ele é um apóstolo, que ele tem autoridade, e por isso ele explica que somos salvos por Cristo, porque Cristo é o único descendente da Abraão, pelo qual as promessas eternas da vida eterna podem ser recebidas, porque ele foi o único que se qualificou. E diz que, se nós somos de Cristo, então somos herdeiros, segundo essa promessa, e não os físicos, porque os físicos são escravos do pecado, e, embora eles tenham a lei para fazer os sacrifícios, eles não conseguem fazer isso, porque não nem estão a oferecer os sacrifícios a todos os pecados que fazem, e mesmo esses sacrifícios que fazem, não os perdão. Simplesmente apontam para o verdadeiro sacrifício, que é Jesus Cristo. E, por isso, o ponto principal aqui, da letra de Paulo aos Galatas, é o papel da fé nessa justificação. Pois, só por fé em Cristo, é que somos justificados. Só se tivermos, temos fé no sacrifício de Jesus Cristo, pois o perdão dos pecados só é disponível pelo sacrifício de Jesus Cristo.

Por outro lado, fé na circuncisão. Para o propósito de serem justificados, humilha o sacrifício de Jesus Cristo e diz que a sua morte é insignificante. Por quê? Porque a demanda da circuncisão física para a justificação demonstra uma tentativa do obter justificação de baixo do sistema ritualístico da aliança do Sinai, em vez de ser de baixo dos termos da nova aliança pelo Sangue de Cristo. Por isso, quando na páscoa tomamos aquele cálice, representa a aliança do Sangue de Cristo, como leem em Lucas 22, versículo 20. Por isso, Cris Irmãos, a circuncisão verdadeira, importante aqui, é a circuncisão do Coração, que foi feita possível para a nova aliança, e essa suplanta a figurativa circuncisão da carne. Está claro, não está a dizer que para ser judeus, não precisam ser circuncisos de carne. Se um judeus, isto é parte da aliança do Sinai, que devem cumprir e devem cumprir ainda hoje, e que cumprirão no mundo da manhã, devem ser circuncisos na carne. Isso é uma promessa para essa nação. Mas a circuncisão da carne para o resto das nações, não é necessária.

Por isso, a circuncisão do Coração foi feita possível para a nova aliança, igualmente os símbolos simbólicos dos sacrifícios que foram instituídos debaixo da aliança de Sinai, foram suplantados pelo sacrifício de Jesus Cristo, o qual nos garante as melhores promessas da nova aliança, e isso é o que podem estudar em Hebreus 9 e 10.

Por isso, fé e a morte de Jesus Cristo são essenciais para a justificação e para a salvação. Sim!

Sim, as características simbólicas da aliança de Sinai não são necessárias para a justificação.

Ora, visto que os iréticos estavam a aplicar, a aliança de Sinai incorretamente, com uma razão de justificação, então qual foi o propósito essencial da aliança de Sinai?

Foi para definir o pecado.

A aliança de Sinai é para definir o que é o pecado. A aliança de Sinai nos ensina o que é o pecado. Por exemplo, Jesus dos Fint nos diz o que é o pecado.

E vejam, por exemplo, em João, um João, capítulo 3, versículo 4, diz assim, todo aquele que pratica o pecado transgredir a lei, por pecado é transgressão de lei. E por isso, como é que as pessoas sabem o que é o pecado? Como é que as pessoas sabem quanto a transgredir a lei? Porque a aliança de Sinai declara o de fim o que é o pecado. E também declara a pena das transgressões. Qual é a pena das transgressões? É a morte.

Por isso, para lembrar o povo das transgressões e da culpa, tinham estes sacrifícios, eram oferecidos, que lembravam-lhes a necessidade de um Salvador. E por isso, sempre, faziam as lavagens, lembravam-se que precisavam de ser limpados, olimpos. Precisavam de ser perdoados.

Por isso, o propósito essencial da antialiança é para definir o pecado, declarar a pena das transgressões à morte, das transgressões, que é a morte. E, também, os rituais, que eram necessários para aqueles de baixo, dessa antia aliança, faziam lembrar a eles, que precisavam de um sacrifício, que seja oferecido, o sacrifício do Salvador, que é Jesus Cristo. E por isso, sempre que faziam essas lavagens, lembravam-se que precisavam de ser limpos. Esse é o propósito essencial da aliança de Sinar. Por outro lado, a nova aliança oferece o perdão do pecado.

Sim, a antia aliança era muito boa para definir o que é o pecado. Mas a nova aliança demonstra que podemos ser perdoados dos nossos pecados. Esses pecados, que são definidos nas leis, estão em uma aliança. Por isso, o foco principal da nova aliança é em perdoar e apagar essas transgressões através de Cristo. E ao mesmo tempo, em criar a justiça dentro de um homem, escrevendo a lei no coração, e na mente, e não em pedras. Então, quem causou a crise em Galácia? Os causadores dos problemas. Vê-se em Galatas 1, Galatas 1, versículo 6 a 9. Admiram-me que estáis passando tão depressa daquilo que vos chamou na Graça de Cristo para o Outro Evangelho, o qual não é o Outro, senão que há uns que vos pertubam e querem perverter o Evangelho de Cristo. Como? Azer bem, precisam de ser judeus, precisam de ser circuncisos, precisam de observar estas leis virtualísticas. Sim, não estavam a dizer que Cristo não existia, não estavam a dizer, mas estavam a dizer, além disso, precisam de ser judáculos. Mas, versículo 8, ainda que nós, ou mesmo um anjo vindo do céu, vos pregui-evangélios, que vá além do que vos temos pregado. Essa pessoa, esse anjo, seja anatoma. Assim como já dissemos, agora repito, se alguém vos pregui-evangélios, que vá além daquilo que recebeu-se, seja anatoma. Então, no versículo 12, diz assim, porque eu não o recebi, nem eu aprendi de algum homem, mas de uma mediante revelação de Jesus Cristo.

Por isso, a causa da crise foi este causador dos problemas judeus que tinham vindo da judeia, dizendo que representavam um cristianismo mais autêntico. Tavam a dizer que tinham o evangelho verdadeiro, mas era um evangelho diferente. Por outro lado, os gentios que estavam convertidos, estavam a voltar aos caminhos pagão os prévios e, então, Paulo estava a defender defender-se de suas acusações e estava a explicar o caminho correto. Agora, com este conhecimento básico, este resumo do livro de Galatas, no próximo estudo bíblico, vamos começar a estudar Capítulo 1, versículo 1, e dê-lhe em diante do livro de Galatas. Até a próxima, queridos irmãos. Aqui é Jorge Campos.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).