Epístolas de Paulo 17 - Gálatas 3

10 a 3:18

Em Gal 3 Paulo continua a explicação da Justificação gratuita pela fé de Jesus Cristo. Uma parte importante desta justificação é que fomos perdoados dos pecados passados e somos continuamente aperfeiçoados pelo Espírito de Deus vivendo em nós, que é Cristo em nós. Isto tudo é de graça pela fé. Não somos aperfeiçoados por obras de lei. Paulo então explica que é de acordo com as promessas de Deus feitas a Abraão e à sua Descendência, que é Jesus Cristo. Essa promessa foi feita muito antes da Antiga Aliança com os Israelitas (e Moisés) no monte Sinai. Sim a justificação é pela fé, e igualmente ao mesmo tempo, são os que praticam a lei que hão de ser justificados. Ambos são necessários. Também é necessário lembrarem-se de Rom:2:13! Mas que grande promessa esta é!

Transcrição

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Bom dia ao botaço, queridos irmãos, aqui em Joscâmos, falando-vos de San Sanethi. Nos estudos prévios das Epístolas de Paulo, cobrimos até ao Galatas 3,9. E vimos como Paulo introduziu a Epístola aos Galatas, porque haviam falsos irmãos, como lemos em Galatas 2,4, a perverter o Evangelho de Cristo. Hoje vamos continuar com esse estudo e espero completar até ao versículo 18, Galatas 3, versículo 18. Por isso eu espero completar cerca de 8 versículos hoje.

Como estava a dizer, haviam falsos irmãos, que estavam a perverter o Evangelho de Cristo. Vemos isso em Galatas 2,4 e Galatas 1,7, dizendo que precisavam obtecer às leis rituais e ceremoniais para poderem ser justificados. Esta foi a razão da Conferência em Atos 15, cerca do ano de 49 d.C. Aproximadamente 3 anos depois, seria então no ano 52 d.C., esse debate ainda existia e, por isso Paulo, escreveu esta epístola aos Galatas para explicar muito claramente que somos justificados de graça mediante a fé de Jesus Cristo e não por obras de qualquer lei. Importante compreendermos o que estamos aqui a falar de somos justificados de graça, que é um processo que fomos justificados e estamos a continuar a ser justificados. Vamos falar um pouco mais disso daqui a pouco. Continuando, então, a lei nos diz a maneira de viver, de acordo com o amor de Deus, da qual nós, está claro, temos muito a desejar e falhamos completamente. Sim, a lei nos diz a maneira de viver, de acordo com o amor de Deus, mas, irmãos, infelizmente, todos nós falhamos e não somos perfeitos. Mas isso não quer dizer que nós devemos continuar a esforçar a obtecer à lei de Deus. Isto é aos dez mandamentos. Sim, é necessário obtecermos as leis de Deus, pois só os que praticam a lei é que vão de ser justificados ao fim de contas.

Só os que praticam a lei é que vão de ser justificados ao fim de contas. Vejam comigo em Romanos capítulo 2, versículo 13. Romanos 2, versículo 13. Porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei aonde ser justificados. Por isso, obtecer as leis de Deus é necessário. Mas obtecer a qualquer lei não nos perdoa dos pecados passados. Obtecer a uma lei não nos perdoa dos pecados passados. Isto é, obtecer não nos faz justos diante de Deus. Isto é de uma maneira muito simples e pura o tema da epístola aos galatas. Somos perdoados de graça e assim somos justificados de graça e estamos continuando a ser justificados de graça conforme estamos a ser aperfeiçoados de dia a dia na nossa vida. E por isso somos salvos de graça ou seremos salvos de graça ao fim de contas. Mas é necessário ao mesmo tempo esforçar-me-nos a viver de acordo com as leis de Deus, pois caso contrário estamos a correr em vão.

Vejam comigo em Galatas 2, 17 a 18. Diz assim, mas se procurando ser justificados em Cristo fomos nós mesmo também achados pecadores dar-se-á a caso de ser Cristo o Ministro do Pecado? Claro que não. Isto é. Simplesmente porque somos justificados por Cristo de graça, não quer dizer que agora devemos continuar a ser pecadores, porque então Cristo seria o Ministro do Pecado e isso claramente não é o caso.

Claro que não. E por isso é que ele diz no versículo 18, porque se torna o edificar aquilo que destruí, isto é. Se estou a construir o que construí, isto é, se estou a construir o velho homem, o velho pecador de novo, estou a construir esse velho homem outra vez, a mim me constituiu transgressor, então sou um transgressor. Então seria um transgressor e o salário de pecado é a morte. Por isso, quando aceitamos Cristo e porque somos justificados de graça por Cristo, nós nos arrependemos e queremos, então, viver agora uma vida de acordo com a lei de Deus. Mas vivendo uma vida de acordo com a lei de Deus, não nos perdoa.

O perdoar é de graça. Mas lá, porque se estáismos perdoados de graça, não quer dizer que não. Queremos obter às leis de Deus. Queremos obter às leis de Deus. Por isso, ambas são necessárias. A lei é necessária para nos dar, para nos guiar, para nos revelar a maneira de viver. E a graça é necessária através da fé de Cristo, pelo sacrifício de Jesus Cristo, para nos perdoar dos pecados passados.

Obtecer às leis de Deus não é legalismo. Obtecer às leis de Deus não é legalismo. Mas tentar ser justificado por qualquer esforço humano, seja ele de que lei seja, então, isso é o legalismo. E, tanto a lei de Deus, como a graça através de Jesus Cristo, são ambos um dom de Deus. Deus nos dá o caminho da vida, o caminho da árvore da vida, o caminho do amor, através dos ensinamentos da tora que estão descritos na lei de Deus. E, ao mesmo tempo, também nos dá o perdão, ambos de graça. Mas nós, queridos irmãos, temos o arbítrio livre, temos a vontade livre, temos a liberdade de escolher e obtecer, e temos a liberdade de ter fé que, só pela graça de Jesus Cristo, é que seremos salvos.

Sim, e ao fim de contas, este é o simbolismo do Batismo. Porque, pelo Batismo, somos crucificados e sepultados na sepultura da água, quem o velho eu, com Cristo. Como diz em Galatas 2, 2, 19. Estou crucificado com Cristo. E agora vivemos uma vida nova, com Cristo em nós. Como diz em Galatas 2, versículo 20. Cristo vive em mim, Cristo vive em nós. Que é o simbolismo de quando saímos da água do Batismo para viver uma vida nova. Uma vida obediente, porque a vida antiga, a vida velha era uma vida desobediente, uma vida de pecado.

Agora vivemos uma vida nova, que é uma vida obediente. Por isso, Paulo disse aos Galatas, em capítulo 3, versículo 1. Quem os está a senesir? Quem os está a enganar? Pois ele disse que recebemos o Espírito Santo de Deus, porque pregamos a fé de Cristo. Após a imposição das mãos, após o compromisso de obtecermos a Deus, que é o compromisso que fazemos durante o Batismo, ou em outras palavras, fazemos um novo acordo, o pacto que fazemos um a um entre nós, individualmente e com Deus-Pai.

Isto, então, é a nova aliança. Cris e irmãos, então, somos aperfeiçoados pelo Espírito Santo de Deus a trabalhar em nós, que é Cristo em nós, e não pela carne. Galatas 3, versículo 3. Sois assim sensados que, tendo começado os espíritos, estejeis agora, vos aperfeiçoando na carne? Não, não somos aperfeiçoados na carne. Somos aperfeiçoados pelo Espírito Santo de Deus. Aqui está um ponto muito, muito importante da justificação. Um ponto importantíssimo da justificação. Um detalhe importante.

Estes falsos cristãos não estavam a contradizer, digamos assim, diretamente, que precisavam de ter sido perdoados por Jesus Cristo. Sim, eles estavam, porque eram cristãos, aceitavam que tinham sido perdoados por Jesus Cristo. Ao fim de contas, eram cristãos.

Por isso, não estavam a debater o assunto assim tão diretamente. Mas o engano era mais sedutor, era mais sutil. E por isso é que Paulo os disse em Galatas 3, versículo 1, diz assim, que joga galatas insensados. Quem vos fascinou a vos, a vocês, a vós outros, quem vos está a seduzir, quem vos está a enfatizar, como se estivessem a ser hipnotizados, seduzidos, porque aqui há um truquezinho. Um truquezinho desta sedução que eles estavam a fazer, é no versículo 3.

E em Galatas 3, 3 diz, vos aperfeiçoando na carne. É um processo continuo, em continuação, em execução, em progresso, aperfeiçoando. Porque, diz, começaram no Espírito, se acreditaram que Jesus Cristo os perdou, porque foi o que diz no versículo 3, e, em continuação, vos aperfeiçoando na carne. Sim, começaram no Espírito, acreditaram que Jesus Cristo os perdou, mas agora querem-se aperfeiçoar na carne. Entendem? Entendem? Estava a falar de como se aperfeiçoarei, de como virem a ficar mais justos.

Isto é, estavam a falar de como viver daqui adiante, de como viverem de uma maneira mais perfeita, e, por isso, os judeus queriam influenciar os cristãos a viver em uma maneira como eles, os judeus viviam.

Entendem? Eles estavam a fazer, ou a crer, que os judeus vivem mais de uma maneira que parecesse judaita. E isso era através da circuncisión, através de observarem leis de sacrifícios rituais, como se fossem necessários para uma melhor aperfeiçoação. Porque estavam aperfeiçoando na carne. Até o isto hoje se vê hoje em dia. Certas pessoas querem ser mais justas, mais justificadas perante Deus, e por isso estão a buscar esta aperfeitação na carne. Como? Como, por exemplo, certas pessoas começam a dizer que, para ser mais perfeito, precisamos de usar certos nomes especiais sagrados para chamar a Deus.

E por isso começam a usar certos nomes judaicos, que não é necessário, porque mesmo vez vês aqui no Novo Testamento, através do Novo Testamento, que não usam esses nomes judaicos, ou são nomes diretos da nossa língua. Deus Jesus Cristo, e não estão a usar nomes sagrados, digamos assim. Mas as pessoas tentam fazer isso para se aperfeiçoar na carne. Outro exemplo, querem seguir certas tradições judaicas, ou dizendo que têm que observar a Lua de certa maneira, para ter um calendário mais perfeito, para serem mais justos.

Explorando certas palavras bíblicas, que são rebentinhos, em vez de troncos da árvore, para se desviarem do caminho, para terem da maneira que eles veem um culto mais perfeito e mais justo. E assim, causam divisões no corpo de Cristo, pois querem aperfeiçoar-se na carne, querem ser mais justos. Vejam comigo se faz chavôr em Romanos capítulo 10, Romanos capítulo 10, Romanos capítulo 10, versículo 1 a 3. Irmãos, a boa vontade do meu coração e a minha súplica a Deus, a favor deles, são para que sejam salvos.

Paula estava a falar dessas pessoas, que estavam a influenciar os cristãos, e o desejo de Paula e o desejo do meu é que todos sejam salvos.

E Paula continua aqui no versículo 2, Romanos 10, porque os dotes demunham de que eles têm zelo por Deus. Estas pessoas têm zelo, são zelosas, sinceramente são zelosas, estão a tentar zelozamente a fazer, porém não com entendimento correto, como diz aqui a Paula, com entendimento, versículo 3, por quanto, desconhecendo a justiça de Deus, procuram estabelecer a sua própria justiça, e não se sujeitam à justiça que vem de Deus. Isto é tão a tentar buscar uma justiça que é aperfeiçoando-se na carne.

Queres irmãos, a justiça vem de Deus. Somos justificados de graça, não só pelo sacrifício de Jesus Cristo, mas por vivermos como Jesus Cristo vivendo nesta fé, e somos justificados de graça. E temos está claro, como será as leis de Deus, temos que viver de acordo com a lei do amor, que é o tronco da árvore, mas cuidado, não vão para os rebendozinhos que nos desviam do tronco da árvore. Vejam comigo se faz favor também a Mateus 6, versículo 33. Mateus 6, versículo 33. Está a falar aqui do que precisamos de buscar em primeiro lugar. Mateus 6, 33. Buscar pois em primeiro lugar o seu reino. Isto é o reino de Deus. Buscar primeiro o reino de Deus. E o que mais? E a sua justiça. E a justiça de Deus. Buscamos o reino de Deus, isto é o golo e como, como é que devemos viver, a maneira de viver, a de acordo com a justiça de Deus. Não é a nossa justiça? Mas é a justiça de Deus. Vejam também, em Filipenses 3, versículo 9. Que diz assim. E se achado nele não temos justiça própria, que os irmãos não temos justiça própria, que procede a lei, senão aqui, a mediante a fé de Cristo, a justiça que procede a Deus baseada na fé, está claro, de Cristo. Queridos irmãos, não é a nossa própria justiça. Não é a justiça do que nós fazemos nos aperfeiçoando na carne. Não. A justiça procede de Deus. A justificação vem de Deus. Não é a nossa própria justiça a fazer coisas da carne. Então, continuemos, então, em Galatas 3, versículo 3, diz assim. Assim, sois assim, sencais que tendo que começar nos espíritos, se já is agora vos aperfeiçoando na carne, terá sido em vão, que tantas coisas sofreste, se na verdade foram em vão, que vos conceda o Espírito. E o que opera entre vós, porventura, o faz pelas obras de lei ou pela pregração da fé.

Ao fim de contas, a nossa pregração que estamos a dar e por isso nós recebemos o Espírito, que opera milagres em nós. Sim, o Espírito é que faz os milagres em nós, mas recebemos o Espírito pela pregação da fé, pela pregação da fé de Cristo e não por obras de lei.

É tal e qual como obra há um, crísir-mãos, que creu em Deus, e isso lhe foi imputado por ser considerado justo. Isto é, foi justificada graça, porque acreditou em Deus. Não foi a justiça da Braão, foi a justiça de Deus. Vejam Galatas 3, versículo 6. É o caso da Braão que creu em Deus, e isto lhe foi imputado para justiça. E assim ele foi perfeiçoado pela fé, pela crença em Deus.

E, na semente de Abrão, é que é Jesus Cristo. Todas as nações são abençoadas. Todos. Isto é, os que creem, tal como Abrão acreditou, são abençoados como Abrão.

Galatas 3, versículo 9. De modo que os da fé são abençoados, com o crente Abrão. Por isso somos judeus espirituais. E foi aí que paramos, no estudo prévio. Então vamos continuar agora, no versículo 10.

Diz assim, todos quantos pós, são das obras de lei, estão debaixo de maldição. Porque está escrito maldito tudo aquilo que não permanece, as coisas escritas no livro da lei, para praticá-las.

Todos quantos pós, são das obras de lei. Isto é, os que são das obras de lei, isto é, os que têm esperança, nas obras de lei para serem aperfeiçoados.

Há parte da justificação gratuita de Jesus Cristo. Então, por que é que esses, que têm esperança nas obras de lei, estão debaixo de maldição? Por que? Porque todos pecamos, e por isso temos culpa. E quando pecamos, temos uma maldição, porque quebramos a lei.

Seja que lei for. Se eu quebrar a lei da gravidade, e dizer, oh, posso saltar de um prédio, e a lei da gravidade não vai atingir, vai atingir se saltar de um prédio, eu vou cair no chão e vou morrer por causa disso, porque a lei da gravidade me dá uma maldição. Eu vou morrer, se não obter ser, a lei da gravidade.

A lei nos indica a maneira de viver, mas a lei, se eu desobtecemos, tem um castigo. Tem um castigo. Esse castigo, digamos assim, é uma maldição.

Queria-se, irmãos, por causa de desobdiência. Por causa de desobdiência do passado, qualquer bom comportamento da lei agora não paga a culpa do passado.

Por causa de desobdiência do passado, se eu tiver a obter ser a lei, não vai pagar a culpa de quando desobteci. Um bom comportamento dentro da lei não perdoa. O que perdoa é a graça. A misericórdia de Deus de graça por causa do sacrifício de Jesus Cristo.

Continuando a ler no versículo 10. Todos quantos são das obras de lei, estão debaixo da maldição. Isto é, todos que têm confiança nas obras de lei, estão debaixo deste castigo. Porque está escrito maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas, escritas no livro da lei para praticá-las. Porque tem que obter ser a todas as coisas, porque quebra uma, pronto, é como se tivesse quebrado tudo. Quebrado tudo.

Tem que obter ser a todas as leis. Se tem esperança nas obras, nas obras de lei. Então tem que obter ser a todas as leis. Mas está claro.

Porque quebramos a lei, porque somos pecadores. Então temos a maldição em nós.

Vocês lembram-se, por exemplo, em Levíticos 26 e Deuteronómio 28. São dois capítulos que falam acerca das benções da obdiência e maldições ou castigos de desobdiência.

Deixem-me explicar o que é que se passou iniciemente. Vejam primeiro, em Deuteronómio 11.

Os esrelitas tinham atravessado ou iam atravessar para a Terra prometida. Vejam aqui, em Deuteronómio 11, versículo 26 a 29. E acho que hoje te ponho diante de vós a benção e a maldição.

A benção quando cumprir os mandamentos do Senhor, vosso Deus, que hoje vos ordeno. A maldição, isto é o castigo, se não cumprir os mandamentos do Senhor, vosso Deus. Mas vos desviares do caminho que hoje vos ordeno para seguir-os outros deuses que não conheceste. Então porém o Senhor teu Deus te... quando porém o Senhor teu Deus te introduzir na Terra, a que vais para Persuíla, isto é, quando chegar à Terra prometida, então pronunciarás a benção sobre o monte de Arizim e a maldição sobre o monte Ebal. Então haveria dois montes e um grupo de pessoas estariam de certas tribos, estariam no monte Arizim e outros tribos estariam no monte Ebal. E então estariam a dizer do monte de Arizim, estariam a dizer as benções, quando cumprir os mandamentos do Senhor e por outro lado no monte Ebal estariam a falar das maldições. Quando não cumprirem os mandamentos do Senhor. Então vejam também em Deut. N. 27, Deut. N. 27, Deut. N. 27, a começar do versículo 11. Diz assim, Moisés deu ordem naquele dia ao povo dizendo, Quando a overs passar do Jordão, isto é, quando vocês forem para a terra prometida e passarem para lá, estarão sobre o monte Arizim para abençoarem o povo. Estes tribos Simão, Livio, Juda, Isaac, Carlos, José e Benjamin. E para amaliciar, amaliciar, estarão sobre o monte Ebal, o Ruben, Ged, Azar, Zebulan, Dan e Neftali.

Vem aqui estribos e um para o monte para abençoar, ou para o outro monte para amaliciar.

Vejam também aqui, por exemplo, começar do versículo 15. Não vou ler estes versículos todos, até o versículo 26, mas se verem aqui do versículo 15, 26, de Teutor Nome, 27, diz assim, maldito o homem fizer imagens disto da arquílogue, e todo o povo responde a mãe. Pois diz, mandita, que eles exporçarem seu pai ao seu mãe, e todo o povo dirá a mãe. Com o bem são simplesmente amplificações dos 10 mandamentos. São amplificações ou detalhes dos 10 mandamentos. Vejam aqui, versículo 20, por exemplo, maldita, que ele se deitar como a drasta, quanto profunaria o leito de seu pai, e todo o povo dirá a mãe. Vejam, por exemplo, no versículo 24, maldito, aquele que ferir o seu próximo em oculto, e todo o povo dirá a mãe. Correcesa! Como vê, havia maldições quando desobteciam as leis de Deus. E, então, no versículo 26, vejam, maldito, aquele que não confirmar as palavras desta lei, não as comprindo, e todo o povo dirá a mãe. Tenha que obter a todas as leis de Deus. E esta parte é o que está em Gálatas 3, versículo 10. Tenha que obter a todas as leis de Deus. E, então, quando vem, no de Trónimo 28, no versículo 1, adiante, vê aí, até cerca de... versículo 13, 14, tem mais detalhes das benções, por causa da obdiência. E, então, no versículo 15, em diante, fala acerca dos castigos, ou das maldições, porque vem aqui, versículo 16, maldito, será-se tu na cidade, e maldito, será-se no campo. Versículo 17, maldito, o teu sexto ia à tua amacadeira. Maldito, versículo 18, versículo 19, maldito, etc. Como vem, são as maldições. Por desobdiência. Ora, a lei não é maldita. A lei não é maldita. É a nossa desobdiência que traz maldições. É a nossa desobdiência que traz castigos.

Então, voltando em Gálatas, capítulo 3, versículo 10. Gálatas, capítulo 3, versículo 10. Diz assim, maldito, todo aquilo que não permanece em todas as coisas escritas no livro da lei, para praticá-las.

Todas as coisas.

Como podem ler, por exemplo, em Tiago, capítulo 2, versículo 10, não precisam de ver aí agora, diz assim, porque aquele que guardar toda a lei e tropeçar em só um ponto torna-se culpado de todos os pontos. Por isso, se o sábio desse um ponto, é como se tivesse sobe de si da toda a lei. E em Romano 6, 23 diz, porque o salário do pecado é a morte. E em Romano 3, 23 diz, porque todos pecaram.

E um João 1, versículo 8, disse, e se dissermos que não temos pecado, enganámos-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. Por isso que dizemos, irmãos, todos pecarmos. Todos temos o salário da morte. Porque tropeçamos ou aqui, ou aqui, ou outro, ou neste sítio, ou naquele sítio, na lei. Que João 1 tropeça nas suas próprias coisas diferentes. Mas todos nós, mais cedo ou mais tarde, pecamos. E por isso, não podemos ter confiança nas obras de lei. Porque se temos esperança nas obras de lei, então estamos debaixo da maldição. Porque não permanecemos em todas as coisas escritas na lei.

Como diz para praticá-las, que é, digamos assim, como lemos em Deutrônio 28, como aplicar a lei de Deus, através dessas amplificações. E por isso, aqui está a falar todas as coisas no livro da lei. Ou é importante também compreender que está a falar todas as coisas no livro da lei.

Para praticá-las.

Embora o livro da lei cont tenha os dez mandamentos, o livro da lei é diferente dos dez mandamentos.

Então, vamos ver isto bem claro. Vejam, por exemplo, aqui a Deutrônómio 31. Deutrônómio 31. 24-26.

Deutrônómio 31.

24-26.

Deutrônómio 31. 24-26. Diz assim. Tendo moisés, acabado de escrever integralmente as palavras desta lei no livro, deu ordem aos levitas que levavam à arca da aliança do Senhor, dizendo, tomei este livro da lei e pondo ao lado da arca da aliança do Senhor. Vosso Deus, para que ali esteja por testimonia contra ti. Então, este livro da lei foi posto ao lado da arca da aliança.

O livro da lei foi posto ao lado da arca da aliança.

Mas os dez mandamentos em duas tábuas foram postos dentro da arca. Vejam comigo, em deutrônómio 10, versículo 1 e 2. Diz assim. Em aquele tempo, me disse o Senhor, lavra duas tábuas de pedras como as primeiras, e sobe-me ao monte e faz uma arca de madeira. E escreverei nas duas tábuas as palavras que estavam nas primeiras, que cabrasse-te e as purás na arca.

Vemos que os dez mandamentos foram postos nas duas tábuas da lei. Foram postos dentro da arca. Vejam também em segundo crónicas. Segundo crónicas. Capítulo 10, ah, perdão, capítulo 5, versículo 10. Segundo crónicas, capítulo 5, versículo 10, que foi durante o período, a era, de Salomão.

Então, Salomão, em segundo crónicas, capítulo 5, versículo 10. Aí estão os varais, até o dia 2. Nada havia na arca, senão as duas tábuas, que Moisés Lipuzera, junto ao Horéba. Este é o Monte Sinai.

Por isso, os dez mandamentos nas duas tábuas estavam dentro da arca. O livro da lei estava ao lado da arca. Agora, como lembra-nos? Está aqui a falar das malições para praticar tudo que está no livro da lei, que isto é mais do que nos dez mandamentos.

Há uns certos debates, e exatamente o que era o livro da lei. Certas pessoas dizem que era simplesmente o livro de Deternómen, outros dizem que foram todos os cinco livros do Pentateuco, o Tora. Mas, seja como for, o importante é que os dez mandamentos, as duas tábuas, estavam dentro da arca. Em cima da arca tinha o propiciatório. O propiciatório, que interessante, é traduzido em inglês como Mersicit, que é o assento do perdão, e por isso é onde estava o trono de Deus, nesse assento em cima da lei. E este assento de Misericórdia, o propiciatório, demonstra tal como Tiago 2, versículo 3 diz que Misericórdia triunfa sobre o juízo, porque o propiciatório, o assento de perdão, de Misericórdia, que é o assento de Deus, do trono de Deus, está sobre a lei. E por isso a Misericórdia triunfa sobre o juízo. E por isso continuam então os Cris Irmãos em Galatas 3, versículo 11, e é evidente que pela lei ninguém é justificado diante Deus, porque o justo viverá pela fé. A lei não nos perdoa. A lei nos dá a direção da maneira de viver, de acordo com as leis de Deus, de acordo com as leis de amor. Mas a lei não nos perdoa. É evidente que pela lei ninguém é justificado diante Deus, o justo viverá pela fé. E sim, é verdade, que só os praticantes da lei serão justificados ao fim de contas, mas não são perdoados por obtecer a lei, uma vez que perdoados precisam de obtecer a lei. Aos 10 mandamentos, aos princípios, aos ensinamentos de Cristo, mas os sacrifícios juriduais estavam simplesmente para apontar para Cristo. E os sacrifícios juriduais não eram necessários para os gentios. E então, continuando, então, a ler no versículo 12, Ora, a lei não precede de fé, mas aquele como observar os seus preceitos, por ele, viverá. A lei não precede de fé. E por isso, queris irmãos, ter confiança em qualquer lei para ser justificado é incorreto. Por exemplo, vamos pôr desta maneira, podes obtecer a lei e não ter fé, e não acreditar em Cristo, mas obteces a lei. Foi o que os líderes judáctes fizeram quando mataram Cristo, não foi? Não acreditaram nela? Não acreditaram que ele era um messias? Mas estavam obtecer a lei? Lembre-se, por exemplo, como Paulo, antes da sua conversão, disse que observava a lei perfeitamente, mas ainda perseguiu os cristãos. E por isso, aqui é o que Paulo está a dizer, a lei te amaldiçoa se a não obedece. Mas quando te arrepentes, Jesus Cristo perdoa-te e cobra os teus potados. É pela fé. É pela fé que somos perdoados. Continuando então no versículo 13. Cristo nos joga toda a maldição da lei. Fazendo-se a própria maldição em nosso lugar, porque está escrito maldito todo aquilo que for pendurado em madeiro. Diz assim, Cristo nos joga toda a maldição, fazendo-se a própria maldição. Por que Jesus Cristo foi uma maldição em nosso lugar? Por que? Diz aqui, porque está escrito maldito todo aquilo que for pendurado em madeiro. Foi Jesus Cristo pendurado no madeiro? Sim, foi. Foi no ar, no madeiro, foi posto, um poste, e ele então foi pendurado nisso, foi concessificado. Sim. Mas Jesus Cristo foi o único que não cobrou qualquer lei. Ele não cobrou qualquer lei, e a maldição foi posta nas costas dele por causa dos nossos pecados. E por causa dos nossos pecados, ele morreu e morreu no madeiro, e por isso teve esta maldição.

Por isso, ele foi crucificado, porque ele foi crucificado por causa dos nossos pecados. Vejam comigo se faz chavôr, segundo Coríntios, capítulo 5, versículo 21. Segundo Coríntios, capítulo 5, versículo 21. Aquel que não conheceu o pecado, isto é, Jesus Cristo não conheceu o pecado, nunca pecou, ele o fez pecado por nós. Ele tornou-se pecado por nós, para que nele fossemos feitos justiça de Deus. Ele o fez pecado por nós, ele tornou-se pecado em vez de nós, para nos perdoar. Ele tomou os nossos pecados, nas costas de Ele. A maldição, por isso, foi posta nas costas de Ele, por causa dos nossos pecados. Ele disse que ele foi crucificado. Para que nele fossemos feitos justiça de Deus.

Para que nele fossemos feitos, para que nele, através de Cristo, sejam-nos aperfeiçoados, sejam-nos feitos justiça de Deus. Isto não é uma aperfeiçoar na carne, mas somos aperfeiçoados, porque Cristo vivem nós, e agora estamos a viver um novo homem, dentro das leis de Deus, e estamos a ser aperfeiçoados. Estamos a ser feitos justos.

Nele somos justificados, através de Cristo, somos justificados. Somos feitos justos. Somos aperfeiçoados.

Vejam como Cristo foi enterrado, no mesmo dia, de acordo com profecia, em D. N. 21, versículo 22 e 23. D. N. 21, D. N. 21, D. N. 22 e 23. Se alguém houver pecado, passível da pena de morte, Jesus Cristo não fez pecado, passível da pena de morte, mas tomou os nossos pecados, que eram passíveis da pena de morte. E então se essa, quando uma pessoa pecar, e surgir castigado com a pena de morte, e se ela não se paga, uma pessoa pecar, e surgir castigado com a pena de morte, e tivesse ido morto, e para morrer pendurados no madeiro, o seu cadáver não permanecerá no madeiro durante a noite, mas certamente o enterrarás no mesmo dia, por quanto o55or pendurado no madeiro é maldito de Deus, assim não contaminarás a terra que o Senhor te adeus de dar em herança. E é-se aqui na lei explicar a razão, porque Jesus Cristo se tornou uma maldição para nós, porque foi pendurado no Madeiro. Então continuando, então, em Galatas capítulo 3, versículo 13, maldito, todo aquele que for pendurado em Madeiro. E ele foi enterrar no mesmo dia, como sabem. Continuando, então, no versículo 14.

Então, por que a benção de Abraão chegasse aos gentios? Para recebermos o Espírito Santo de Deus pela fé. Sim, é tal qual como o Abraão, que creou em Deus, e isto lhe foi importado para ser considerado justo, isto é, Abraão foi justificado graça porque acreditou em Deus. Não foi a justiça de Abraão, foi a justiça de Deus. E da mesma maneira, por Cristo, todas as nações são abençoadas, são aperfeiçoadas e, ao fim de contas, é o tema desta epístola, a justificação.

Então, vamos, então, continuar agora no versículo 15 a 18, que é outra secção interessante e que será a última parte que vou concupilitar hoje neste estudo bíblico. Irmãos, falo como o homem. Ainda que uma aliança seja meramente humana, uma vez ratificada, ninguém arrovoga, olhe e acrescenta alguma coisa.

Paulo está aqui a dizer, agora vou dar um exemplo prático, um exemplo físico. É o que Paulo está a dizer. Por exemplo, dar o exemplo de um acordo, de um contrato entre pessoas.

Uma vez que um contrato ou um acordo entre pessoas é assinado, está completo, está fechado e não se adiciona ou se tira do contrato. Por exemplo, vocês vão comprar um carro ou uma mota, ou coisa assim. Vocês ponham um depósito e fazem o contrato, por exemplo, com o banco. E pagam ao banco um x de reais como um depósito e depois dizem que vão pagar um certo, outra quantia de reais ou euros por mês. Por exemplo, 200 reais por mês, ou 300 ou 400, ou seja, o que for o contrato. Perdão, por certo período de danos. E depois, ao fim desse período, quando estivesse pago todas as mesadas, o carro é completamente teu, ou a mota é completamente tua. Mas se não pagas essa quantia, por exemplo, esses 200 ou 300 reais, ou foi a quantia, então o banco vem e tira o carro ou tira a mota de ti. E diz não pode ester o carro, não pode ester a mota, até obtecer-se ao acordo que tivemos, porque é um contrato. E por isso, este acordo, este contrato, tem condições. Por isso, quando entras nesse contrato com o banco, não podes vir daqui a um ano e dizer, por exemplo, o banco não pode vir a ti e dizer bem, fizemos este contrato, estás a pagar já, mas agora o preço da mota subiu, agora vai ser mais caro, vai-se ter que pagar mais. Ou o carro vai ser mais caro, vai-se ter que pagar mais. Igualmente, tu também não pode dizer bem, concordarmos em pagar, por exemplo, 300 reais, mas agora só for pagar 20. Uma vez que o contrato está feito, não podes adicionar, não podes tirar do contrato, porque está assinado. Ora da clara, não estou a falar que não posses ir ao banco e renegociar o contrato, isso é outra coisa, é outro ponto. Mas o ponto que estou a dizer é uma vez que um contrato está confirmado, ninguém pode adicionar mais obrigações ou menos obrigações ao contrato, ou amplificar ou reduzir. O contrato é o contrato e está assim feito e pronto. Igualmente, uma aliança ou um concerto, é a mesma coisa. É um contrato entre ti e Deus. É o que tu comprometestes a fazer algo e Deus se compromete a fazer a ti. Ora, aqui está Paulo a falar da aliança, do acordo, do contrato, digamos assim, entre Deus e Abraão. Note, entre Deus e Abraão. É importante compreender, entre Deus e Abraão. Ele falou da experiência da Abraão, foram as promessas da Abraão, são abençoados através da promessa da Abraão, e diz assim, Versa 16 horas, as promessas foram feitas a Abraão e ao seu descendente. As promessas espirituais da fé de Jesus Cristo foram feitas a Abraão e ao seu descendente, que é Cristo. Não diz aos descendentes, como se falando de muitos, porém como de um só, e ao seu descendente, que é Cristo.

Vejamos, então, em Genesis capítulo 2, doce. Genesis capítulo 12.

Vejamos, então, esta promessa em Genesis capítulo 12.

Diz assim, Ora, disse o Senhor a Abraão, Sai da Teu terra, da Tua parentela e da casa de Teu Pai, e vai para a terra Te como estrarei. E Te farei uma grande nação e Te abençoerei, Te grande serei o Teu nome, Se Tu uma benção abençoei, os que Te abençoarem, a Maldiçoem e os que a Maldiçoarem, em Ti serão benditas todas as famílias da terra. Então, no versículo 7, diz assim, apareceu o Senhor a Abraão e disse, Darei a Tua descendência esta terra.

O singular aqui, que é Jesus Cristo. A promessa foi feita ao descendente da Abraão, que foi Cristo. As promessas espirituais da fé foram feitas à Abraão e foram dadas a Cristo. Então, continuemos em Galatas capítulo 3 versículo 16. As promessas foram feitas à Abraão e ao Seu descendente, que é Cristo. Continuando, então, a falar, em versículo 17, acerca desta promessa. E digo isto, uma aliança, já anteriormente confirmada por Deus, foi a aliança com a Abraão. Quando a Abraão tinha 75 anos, muito antes de Moisés, se foi muito antes de Moisés, a aliança anteriormente confirmada por Deus. Depois, a lei, o livro da lei, a lei de Moisés, que veio 430 anos depois, não pode abrugar de forma que venha a desfazer a promessa. A aliança anterior, que foi feita a Abraão.

Por isso, a promessa que foi feita 430 anos depois, é a que nós conhecemos como a antiga aliança, que foi feita com Moisés e com os israelitas, no Sinai. Mas a aliança com a Abraão foi feita 430 anos antes. Isto foi feita cerca de 1487 a.C., enquanto que a antiga aliança foi feita cerca de 1917 a.C. E por isso, a antiga aliança não cancela. A aliança anterior com Abraão foi feita 430 anos antes da antiga aliança. Por isso, a antiga aliança, a aliança de Moisés, a lei de Moisés, não cancela a aliança anterior com Abraão, que foi baseada na fé.

Vejam também, em Exodus 12, Exodus 12, versículo 40 e 41. Exodus 12, 40 e 41. Ora, o tempo, isto é, o tempo das viagens da habitação temporária, que os filhos de Israel, isto é, que a família de Israel, isto não é só os filhos, esta família intera, o tempo de viagem da habitação temporária, que a família de Israel, que viveram, ouvitaram no Egito, no Canar, e no Egito, viveram no Egito, foi de 430 anos. Isto é o tempo das viagens. Desde a promessa, a Abraão, e que disse, Abraão sai desta terra, ele então começou a viver em habitações temporárias, e viveram em habitações temporárias. Até ao tempo que saíram do Egito, isto é, desde que a promessa foi feita a Abraão, até o tempo que saíram do Egito, foi 430 anos. Por ciclo 41. Aconteceu que eu acabo dos 430 anos, nesse mesmo dia. Nesse mesmo dia. Todas as hostes do Senhor saíram da terra do Egito. Esta noite se observará, essa é a noite para ser muito observada, porque nela os tirou da terra do Egito. Esta é a noite do Senhor, que devem todos os filhos do Israel comemorar nas suas gerações.

Vemos aqui. Foi no primeiro dia dos asmos, exatamente no mesmo dia, que a promessa Abraão foi feita 430 anos antes. Deus faz tudo ao seu tempo correto. Então, os Israelitas saíram do Egito.

Depois, uns 40 dias depois, 50 dias depois, aliás, dia de pentecostes, provavelmente no dia de pentecostes, 50 dias depois, então receberam a lei no Monde Sinai, no dia de pentecostes. Mesmo assim, 430 anos depois da promessa ter sido feita a Abraão.

Esta aliança, feita no Monde Sinai, depois de serem do Egito, foi feita aos Israelitas e a Moisés, mas a promessa feita a Abraão é a promessa de fé. É baseada nessa promessa da Abraão que a nova aliança é baseada.

Vegemos, então, queridos irmãos, de volta a Galatas, Galatas capítulo 3, de que a lei, de que a abraão foi feita a Abraão, e a abraão foi feita a Abraão. E, como lembro-me, por século 17, e digo isto, uma aliança já anteriormente confirmada por Deus, isto é a aliança com abraão, a lei, que veio 430 anos depois, não pode abrogar de forma que venha a desfazer a promessa. Descendente.

Porque, se a aliança, a aliança provém de lei, a aliança não provém de lei. Já não decordo de promessa, mas se foi pela promessa, mas foi pela promessa que Deus aconcedeu gratuitamente a abraão.

A promessa, a aliança é uma promessa que Deus fez gratuitamente a abraão. A aliança é o que Deus prometeu a abraão. Entenda?

O que que Deus prometeu a abraão? Esta esta terra toda é de ti, é de teu descendente. A quem é que deu? Ao descendente, que é Jesus Cristo. E, por isso, a aliança do reino de Deus, não é por lei. A aliança do reino de Deus por Jesus Cristo não é por lei, porque se fosse por lei, então não era uma promessa. Mas a promessa de ardarmos a vida interna no reino de Deus é baseada na promessa que foi dada a abraão gratuitamente. A antiga aliança não oferece a vida interna. Então qual é a aliança de um cristão? Vejam em Gálatas 3, versículo 29. E, se sois de Cristo, também sois descendentes de abraão e ardeiros segundos a promessa. Se sois de Cristo, também sois descendentes de abraão e ardeiros de segunda promessa. Por isso, a promessa foi abraão, a promessa foi feita a abraão, perdão, ao descendente de abraão, que foi Jesus Cristo. E, então, se somos de Cristo, somos automaticamente descendentes de abraão e ardeiros da promessa, que foi feita a abraão, através de Jesus Cristo.

Porque, como vemos, no versículo 16, a promessa foi feita a abraão e ao seu descendente, que é Cristo. E, por isso, nós somos de Cristo, somos ardeiros da mesma promessa.

Então, o que é que Jesus Cristo arredou? Porque, o que Jesus Cristo arredou, nós também vamos receber a mesma herança, não é? Sim. É o que diz aqui. Vejam, então, em Romanos capítulo 8 versículo 17. Romanos 8 versículo 17.

Romanos 8 versículo 17.

Ora, se somos filhos, somos também ardeiros. Ardeiros de Deus. E coerdeiros com Cristo. Entendem? Ardeiros de Deus. E coerdeiros com Cristo.

O que é que Jesus Cristo arredou? Vejam, em Hebreus capítulo 1 versículo 2. Hebreus capítulo 1 versículo 2.

Nesses últimos dias nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo. Sim, o universo foi feito por Jesus Cristo, e Jesus Cristo é o herdeiro de todas as coisas, todo o universo. O que é que tu e eu herdamos? Todo o universo. Com herdeiros com Cristo. Herdeiros de Deus.

Vejam, em Hebreus capítulo 2 versículo 6, a parte final de versículo 6 até versículo 8. Hebreus capítulo 2. O que é o homem que deu-te lembros? Ou o Filho do homem que visites? Fizeste-te-o, por pouco, por um pouco, por pouco tempo, menor que os anjos, da glória e da honra o que o achaste, e o constituiste sobre as obras das tuas mãos.

Sim, fizeste-te o homem um bocadinho menor que os anjos, por um pouco tempo, mas de glória e de honra cruaste o homem. Sim, suscristo, mas nós também. No futuro é o que vamos herdar. Todas as coisas sujeitaste debaixo dos seus pés.

Ora, desde que ele sujeitou todas as coisas, nada deixou fora do seu domínio, todas as coisas, todo o universo, nada deixou fora do seu domínio. Agora, porém, não vemos todas as coisas a ele sujeitas. Agora, porém, não vemos todas as coisas, todo o universo, tudo sujeito ao homem.

Ele pôs todo o universo sujeitado debaixo do homem. Mas ainda não vemos assim, não é? Por exemplo, podes voar um milhão de quilômetros para fora e no espaço e viajar para lá desta galáxia, para outra galáxia e ver, não podes.

Nenhum homem pode ir aí, mas um dia nós podremos.

E ardaremos o universo.

Se um dia podremos viajar instantaneamente, como o espírito pode viajar.

O espírito pode viajar à velocidade de pensamento. E, por isso, podes pensar ou desejar estar aqui, o ocular, e logo estarás aqui, o ocular. Mas para nós, hoje, temos que levar o nosso corpo conosco, temos que levar equipamento para sustentar a vida, comida, acomodações, etc. Mas quando tu fores e quando nós formos seres espirituais com vida inerente em nós, não nos precisaramos de preocupar com isso, ardaremos tudo. Por Jesus Cristo, pela fé, por causa da promessa, a abraão através de Cristo.

Somos justificados de graça por Cristo, tal como abraão foi justificado de graça. Esta é a grande mensagem de Epístola aos Galatas de Paulo. Até a próxima, queridos irmãos. Aqui é Jorge Câmpir.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).