Gálatas 2:16-21

Estudo Bíblico de Gálatas

Este sermão é uma continuação do estudo bíblico da epístola aos Gálatas e descreve a posição de Paulo da justificação pela fé e não por obras de lei.

Transcrição

O que é que é que é?

Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos. Aqui é Jorge Campos. No estudo prévio desta série das epístolas de Paulo, particularmente abordando a epístola aos galatas, eu mencinei como Paulo começou esta epístola introduzindo-se como um apóstolo treinado pelo próprio Jesus Cristo. Então vejamos aí brevemente galatas 1, versículo 12 diz assim, porque eu não recebi não aprendido algum homem, mas mediante revelação de Jesus Cristo. E por isso ele, nessa explicação, está a introduzir o tema da justificação. Vejam, por exemplo, no capítulo 1, versículo 4, dizendo acerca de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual se entregou a si mesmo pelos nossos pecados para nos desarragar deste mundo perverso segundo a vontade de nosso Pai.

Aí diz que Jesus Cristo se entregou voluntariamente, se entregou de acordo com a vontade do Pai. Aqui vê-se uma colaboração entre os dois, o Pai e o Filho, uma colaboração que é a vontade do Pai e o Filho o fez voluntariamente. Depois lemos também, no versículo 6, diz assim, Paulo, admira-me que estás passando tão depressa daqueles que vos chamou na Graça de Cristo para o outro evangelho.

Estamos a passar... Estavam estas pessoas na área de Galatas, Paulo estava admirado, admirado, que estavam passando para o outro evangelho diferente. E depois, no capítulo 2, versículo 1, diz assim, que ele foi a Jerusalém. Isto sabemos que diz aqui, 14 anos depois, sabemos que foi à conferência que era mencionada em Atos, capítulo 15.

Isto foi no ano 49 da Era Corrente, para resolver a situação criada por, entre aspas, falso cristãos, que tinham entrado na regraja secretamente, com o fim de reduzir as pessoas, ou reduzir a nós, de volta à escravidão. É como lém no versículo 4, Galatas 2, versículo 4. Isto por causa dos falsos irmãos, que se entremeteram. Isto é que secretamente entraram, com o fim de espreitar a vossa liberdade que temos em Cristo, e reduzir-nos à escravidão.

E depois, adicionalmente, Paulo também, no versículo 11, menciona, quando porém, Cephas, isto é, Pedro, veio à Antioquia, quando o Pedro, veio à Antioca, e ele, o próprio Pedro, não se comportou corretamente de acordo com a verdade do Evangelho. É o que diz aqui, no versículo 11.

Diz assim que resistir-lhe face a face, porque se tornara irrepreensível, com efeito, a chegarem alguns da parte ágoo, e eles estavam a conduzir-se de uma maneira que não era de acordo com o Evangelho. Como se lê no versículo 14, quando porém vi que não procediam corretamente, segundo a verdade do Evangelho, diz Paulo, eu disse a Pedro, a Cefas, na presença de todos, sendo tu, Judeu, vives como gentil e não como judeu, porque obrigas os gentios a viverem como judeus.

Lisendo continuar no versículo 15, nós, judeus, por natureza, isto é, porque somos descendentes judaicos e não pecadores dentro de gentios. Isto era uma maneira que os judeus pensavam, olha nós somos judeus, por isso não somos pecadores. Sabendo, continuando a ler no versículo 16, sabendo contudo que o homem não é justificado por obras de lei, e sim, mediante a fé de Cristo Jesus.

Também temos querido, em Cristo Jesus, para que fossemos justificados pela fé de Cristo Jesus, e não por obras de lei, pois, por obras de lei, ninguém será justificado. Foi aqui que paramos, nos tudo prévio. E por isso estamos a ver aqui que Paulo corrigiu Pedro publicamente, confirmando que nós, judeus por natureza, como Paulo estava a referir-se aos judeus, reconhecemos que somos, que não somos declarados justos por obras de lei, mas pela fé de Jesus Cristo.

Por isso, este versículo merece um estudo um pouco mais detalhado e ser lido com mais cuidado. E é o que eu vou começar hoje e vamos dedicar um bocado tempo a entendermos este versículo mais corretamente. Então, vou ler este versículo de novo sabendo, contudo, que o homem, o ser humano, nós, seres humanos, não somos justificados, isto é, não somos declarados justos perante Deus, não somos reconciliados com Deus, não somos considerados sem pecado por obras de lei. Óbras de qualquer lei. Qualquer lei não paga a transversão dessa lei.

Nenhuma lei paga a transversão da lei, por isso dizem que não somos justificados por obras da lei, ou de lei. Não somos. E sim, somos justificados mediante a fé de Cristo, como devia ser traduzido mais corretamente, a fé de Cristo. Por isso diz também, além da fé de Cristo, temos Crito querido em Cristo. Por isso somos justificados pela fé de Cristo e, além disso, também queremos em Cristo. Por isso, vê-se claramente que não podia ser a fé em Cristo e também queremos em Cristo.

Por isso é, vemos mediante a fé de Cristo. Somos justificados pela fé de Cristo. Isto é um assunto que vou abordar um bocadinho mais detalhadamente daqui a uns momentos. Somos justificados mediante a fé de Cristo. E além disso, também queremos em Cristo. Acreditamos que o que Ele fez é suficiente para nós. Para quê? Para que fôssemos justificados pela fé de Cristo. Acreditamos em Cristo que somos justificados pela fé DELA. E não por obras de lei. Pois, por obras de lei, ninguém será justificado. Paulo está aqui a dizer uma coisa como se tivesse a explicar e a explicar este ponto para ser bem sublinhado e bem entendido. Noutras palavras, irmãos. Acreditamos em Cristo que o que Ele fez é suficiente para nós. E o que é que Ele fez? O que é que Ele fez? Ele morreu para nós. Ele deu a sua vida para nós. Deu seu sangue para nós. E fez isso na fé que o Pai o ressuscitaria. Acreditando, confiando que o Pai o ressuscitaria. Jesus Cristo fez isso em completa confiança que o Pai o ressuscitaria. Por isso somos justificados, somos feitos sem pecados, de graça, pela bondade, pelo carinho, pelo amor que é a vontade do Pai. E também Jesus Cristo fez de livre vontade de dar a sua vida para nós. E por isso, agora, uma vez que estamos perdoados, não podemos agora desopse-se às leis de Deus. Por isso, acreditar em Cristo que a fé Dele nos justifica é uma parte do passo que temos que ter, temos que acreditar. Mas além disso, uma vez que acreditamos que Ele nos perdoa, não podemos continuar a pecar. E por isso precisamos de ter um compromisso de vir agora a obtecer a Deus, e isso é parte deste processo todo de salvação. Por isso, não é só crer em Jesus e estaremos salvos.

Em outras palavras, o fé no sacrifício de Jesus Cristo não é simplesmente um exercício mental de crer. Ou, em outras palavras, não é a lei ou a graça, mas é a lei e a graça.

Porque a lei tem uma função e a graça tem outra função diferente. A lei diz o que é o pecado. Ou, em outras palavras, a lei define o que é certo e o que é errado.

Não justifica, não perdoa. A lei define o que é certo e o que é errado. A lei declara o que Deus espera que nós façamos.

Vocês sabem, se você obtece a uma lei de trânsito, ou seja, que for, obtecer a lei de trânsito não paga a multa da sua infração prévia.

Não paga a multa. Se você desobteceu, por exemplo, a fiscalização eletrônica, você recebe uma multa e você não paga essa multa dizendo, olha, agora estou obtecendo a fiscalização eletrônica. Está claro que não. Você vai ter que pagar a multa. E se você continuar a quebrar a fiscalização eletrônica, como um irmão me mencionou no outro dia, não só recebemos mais multas, mas vamos ter pontos marco-mercados na nossa habilitação até um ponto que posso me chegar a perder a nossa autosação e estar a guiar o carro.

Cris irmãos, apondo de outra maneira, obtecer a lei não paga a multa.

Obtecer a lei é o que você deve fazer. Agora, tem uma multa. Tem que pagar a multa. Mas obtecer a lei não paga a multa. Noutras palavras, você não é justificado, não é feito correto. Onde Deus obtecendo a lei?

Porque a lei define o pecado. Veja que a mística se faz favor em Romanos 3, versículo 20. Diz assim. Porque, visto que ninguém será justificado mediante Deus, por obras da lei. Você não paga a multa obtecendo a lei. Em razão de que pela lei vem o pleno conhecimento do pecado. A lei nos diz o que é o pecado. A lei define, está a definir o que é o pecado. Veja em Romanos 4, versículo 15.

Diz assim. Porque a lei suscita a ira, mas onde não há lei, também não há transgressão. Se a lei não disse, olha, você é nesta estrada aqui, não pode guiar a mais 60 km por hora. Se não havesse esse sinal, essa sinalização, essa lei, você podia passar por a universidade maior. Por que? Porque sem lei não haveria transgressão. Mas quando há transgressão há uma multa. Díamos assim, há uma ira, há uma multa. É o que diz aqui. A lei suscita a ira, suscita uma multa. Suscita uma coisa que temos que pagar.

Mas onde não há lei, também não há transgressão. A função da lei de Deus, querido irmãos, por exemplo, os dez mandamentos, não é perdoar.

Estou a entender? A função da lei de Deus não é perdoar. A função da lei de Deus não é pagar a multa.

E também, nem é a função da lei semunial, a lei de sacrifícios, não é a função dessa lei pagar os nossos pecados. A lei semunial de sacrifícios era simplesmente uma analogia, uma metáfora, que apontava para Cristo. E por isso, repetindo de novo, o propósito da lei, da lei de condução, ou das leis da aviação, ou das leis de navegação no mar, não é para pagar a multa. O propósito dessas leis é para podermos guiar na estrada sem termos problemas nenhum, com segurança, para ninguém se machucar. A razão das leis da aviação é podermos voar sem acidentes. A razão das leis de navegação nos maros, nos oceanos, é podermos navegar sem acidentes. E por isso, reconhecemos que não obedecer à lei, pode, em muitos casos, causar um acidente.

Eu lembro, eu tive um acidente em Boa Vista. Eu estava a seguir na estrada. Tudo muito bem. Tinha a minha prioridade. E outra pessoa veio, não parou no sinal, o que dizia, par, e foi, bateu no meu carro. Causou danos que ainda hoje estou a sofrer aqui no meu ombro, e graças a Deus não foi nada pior, porque o carro foi um completo desastre. Foi uma proteção de Deus para mim, sim. Mas, houve este sofrimento, este despesa de carros, e ele também certamente sofreu danos. Por que? Porque desobteceu a lei. Obtecer a lei agora de futuro e parar sempre quando diz para, não vai reparar ou pagar uma multa, ou qualquer reparo das coisas do passado. Por isso, a lei é para o nosso bem. A lei é para a nossa proteção. A lei é para ter-nos uma boa vida saudável e alegre. Por isso, obras de lei, isto é, guardar a lei, observar a lei, qualquer lei, qualquer lei, nunca pagam a pena de cabrar a lei, a multa. Por isso, as leis de Deus, os dez mandamentos, ou mesmo as leis cerimoniais, não pagam o salário do pecado. Ora, pense bem. Vamos pensar. Por favor, pensem cuidadosamente aqui o seguinte. Se nós fôssemos justificados por obediência a qualquer lei, os dez mandamentos, ou a lei cerimoniais, ou seja, se nós fôssemos feitos justos para ante Deus, por obediência a qualquer lei.

Então, por que Jesus Cristo teve que morrer pelos nossos pecados?

Se, se houvesse uma lei que pagasse a multa do pecado, o salário do pecado que é a morte, Romanos 6, 23, o salário do pecado é a morte, se houvesse uma lei que pagasse isso, então, por que Jesus Cristo teve que desvaziar da forma de Deus? Como lemos em Filipenses 2, versículo 6 a 7, para vir a ser um homem e para-se humilhar voluntariamente, não foi forçado, fez isso voluntariamente por amor dele para conosco, até morrer. Por que ele fez isso? Se havia uma lei que pagasse pelos nossos pecados, então por que ele teve que fazer isso?

Por que essa dor, por que esse sufrimento?

E outro ponto. Se Deus pudesse alterar a lei, como pessoas dizem, olha, agora Jesus Cristo, sofreu por nós, morreu por nós, por isso não precisamos de obter a lei. Quer dizer que então Deus está a alterar a lei?

Se Deus pudesse alterar a lei, por que que não fez antes de Jesus Cristo morrer? Assim, Jesus Cristo não precisava de morrer. Mas Deus deu e fez as suas leis. Por que? Porque a lei é boa. A lei é boa, é para o nosso bem, é para o bem de todos. E por isso Deus, Ele próprio, obedece a lei dele. Não quebra a lei. Não é como alguns governantes dizem, olha, porque eu sou o presidente, agora a lei não é aplicável a mim, porque eu sou o mais importante que a lei. Nunca! Nem Deus faz isso. Deus está sempre submisso à lei dele, porque a lei dele é para o nosso bem. E por isso é que Jesus Cristo teve que morrer. Por que? Porque Deus está submisso à lei. E Deus não altera a lei, porque a lei é boa.

Por isso concluímos, irmãos, que Jesus Cristo teve que morrer pelos nossos pecados, porque nenhuma obdiência a qualquer lei não justifica dos pecados do passado.

Agora, olhem para isto. Qualquer indicação.

Desforço humano, por si próprio. Para o propósito de ganhar ou merecer a salvação, é legalismo. Isto é uma definição cristal do que é legalismo. Legalismo, ou obras de lei, é um esforço que nós podemos obedecer a qualquer lei com o propósito de ganhar ou merecer a salvação. Isto é de pagar os nossos pecados. Nenhuma lei paga pelos pecados. A ideia de que uma lei paga pelos nossos pecados é legalismo, é obras de lei.

Só o sacrifício de Jesus Cristo. O sacrifício de Ele dar o Seu sangue, de Ele dar a Sua vida. Porque? Porque Ele confiou que o Pai Oro se citaria, até fé, que o Pai Oro seria a fé de Cristo. Só o sacrifício de Cristo, só a fé de Cristo, é que pode perdoar os nossos pecados.

E por isso, isto é a bondade de Deus, entre outras bondades. Então, que uma lei é para o nosso bem, é uma bondade, é uma graça de Deus. A lei é para o nosso bem, é uma bondade de Deus para nós, a Sua lei. A lei é uma graça. E por isso, não é a lei ou a graça, porque a lei é graça.

E a graça de Deus, por isso, inclui, entre outras bondades e vários atos de amor, em que a lei define o que é amor. A graça de Deus, por isso, inclui o perdão de Deus, que nós não merecemos.

É o seu dom de misericórdia e perdão. É a justificação que recebemos de graça, pela graça, pela bondade, de Deus e de Jesus Cristo para nós. Por que? Porque Jesus Cristo teve fé, teve confiança que o Pai ressuscitaria e Ele, então, fez isso para nós. Morreu o Deus, seu sangue, para nós, em confiança que o Pai lhe daria a vida de volta a Ele, porque Ele fez isso sem pecado.

E, por isso, assim, Deus nos demonstra como Deus é. Como é que Deus é? Deus é cheio de graça, é cheio de bondade e carinho para nós. Deus é cheio de amor para o próximo, para conosco. É cheio de perdão, é cheio de misericórdia.

E agora pense bem. Nós devemos ser como Deus é. Devemos ser filhos de Deus, não é? E, por isso, somos nós também cheios de graça, cheios de amor, cheios de perdão para o próximo, porque Deus nunca nos força. Deus nos dá livre arbítrio.

E, por isso, Deus demonstra para nós amor e nós, em retorno, por causa do amor de Ele para conosco, queremos, de livre vontade, fazer o que Ele diz para nós fazermos, a vontade de Ele, que é para o nosso bem. Não é a vontade de Ele, pois caprichos de Ele, ou para as ideias esquisitas de Ele, é a vontade de Ele para o nosso bem, porque a lei de Deus é para o nosso bem. Não é para os caprichos de Ele, não é para as suas exigências, que não são para o nosso bem. Não, a lei de Deus é para o nosso bem. Os dez mandamentos são para o nosso bem. Por isso, uma vez mais, não é a lei ou a graça, mas é a lei e a graça. Ambos são para o nosso bem. Ambos são donos de Deus, a lei é um dono de Deus, para o nosso bem. Imaginem como o mundo seria se todos sobesessem a um dos dez mandamentos, por exemplo. Não matem. Como o mundo seria se ninguém matasse, se ninguém, como Jesus Cristo, aumentou, magnificou a lei de que não assassinem, porque na verdade é não assassinar. Imaginem como a vida no mundo seria se todos sobesessemos a essa lei, não assassinem. Não haveria mais guerras, não haveria mais pessoas a dizer é mal os dos outros, porque como Jesus Cristo amplificou a lei e disse que se você está a dizer mal do outro, ou está a zangado com o outro, você está a assinar o outro, está a machucar o outro, espiritualmente.

Ora, isso é só obcer a uma lei, quanto mais às outras todas.

Uma vez mais, o Romano 7, versículo 7. O Romano 7, versículo 7. O Romano 7, versículo 7.

Que diremos pois? É lei e pecado de modo nenhum. De modo nenhum. Eu não teria conhecido o pecado, se não por intermédio da lei. Pois não teria, eu conheci da cubissa, se a lei não me dissesse, não cubisserás. A lei nos diz o que é o pecado. Paulo está a demonstrar, perante as suas hipístolas, que a lei é para revelar o pecado.

E aonde não há lei, não há quebra de lei. Como expliquei? Se a monstrada não tem sinal a dizer que você só pode guiar aqui, abaixo de 60 km por hora, se não tem sinal, se não tem lei nessa secção da estrada, você então pode andar a 80 km. Mas se tem não uma lei a dizer que você só pode guiar a 60 km, ir acima de 60 km você está a quebrar a lei, nessa trecho, nessa secção da estrada. Por isso, aonde não há lei, não há quebra de lei. Veja 1ª João 3, V.4.

Todo aquele que pratica o pecado, também transgride a lei. Porque o pecado é a transgressão da lei. É tão claro, irmãos, é tão claro. O pecado é quebrar a lei.

O pecado é estar debaixo da lei.

O pecado é estar sob a lei. Porque estar sob a lei, sob a pena da lei, é porque pecamos, é porque é quebramos.

Já estou a andar dentro dos limites de velocidade corretos, não estou debaixo dessa lei. Não estou debaixo da pena dessa lei, porque estou a obedecer à lei.

Assim, a lei, irmãos, tem dois poderes.

Pensem bem, a lei tem dois poderes. Primeiro, a lei tem o poder de identificar o pecado.

E segundo, a lei tem o poder de determinar o castigo do pecador.

A lei de Deus determina o castigo do pecador, a morte. Romano 6, versículo 23. O salário do pecado é a morte. E depois também, em Romano 7, acabamos de ler há pouco, o versículo 7, Romano 7, versículo 7, vamos ler agora o versículo 8 e 9. Que diz? Mas o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, desportou em mim toda a sorte com cumpi-sência, porque sem lei está morto o pecado. Se não há lei, não há pecado. Se não há lei, não há transgressão da lei. Versículo 9, outra hora, sem a lei eu vivia, mas sobrevindo o preceito, isto é o mandamento, a lei reviveu o pecado e eu morri. Por quê? Porque eu cabrei a lei.

E por isso eu morri. Por quê? Porque o salário do pecado é a morte. O salário de cabrar a lei, a lei de Deus espiritual, é a morte.

Mas por que a lei? Veja em o mesmo capítulo romano 7, mas veja no versículo 12, diz assim, por consequente a lei é santa. E o mandamento, os 10 mandamentos de Deus, santo e justo e bom, o mandamento de Deus, a instrução de Deus. É santa, é justa e é boa. Não há nada errado com as leis de Deus. Versículo 14, porque sabemos que a lei é espiritual, a lei de Deus é espiritual. Toda via eu sou carnal, vendido à escravidão do pecado. Por quê? Porque eu sou um pecador, eu sou um ser humano, você e peca, eu peco, todos nós pecamos. Mas temos que nos arrepender e temos que esforçar a viver o caminho certo. Veja, por exemplo, em Salmos capítulo 19. Vamos ler, então, versículo 7 a 10, inicialmente, Salmos capítulo 19, começando a ler no versículo 7, diz, a lei do Senhor é perfeita e restar a alma. O destemunho do Senhor é fiel e dá sabedoria aos simples. O que é errado na lei de Deus? Não é nada errado na lei de Deus, porque diz a lei é perfeita. E os cristianos sejam perfeitos como Deus é perfeito. O que é Deus? Dese a amor, a lei é amor. A lei é perfeita. Versículo 8, os preceitos do Senhor são retos e alegram o coração. Você quer ser uma pessoa alegre? Obedece às leis de Deus. Você está triste? Você tem um peso no coração? Está? Você tem um peso no coração? Se você tem, é porque está a quebrar algumas as leis de Deus.

O mandamento do Senhor é puro e ilumina os olhos. Por isso, peça a Deus. Aonde é que eu estou a quebrar a sua lei? Porque eu estou infeliz. Porque eu não estou contente. Qual é a lei de Deus que eu estou a quebrar?

Porque se você está a obter a lei de Deus dentro do seu coração, você vai ter alegria. Porque o fruto do Espírito é amor, alegria e paz.

Se não há paz em você ou na sua família, é porque algum, ou alguém, está a quebrar a lei de Deus. Versículo 9. O tumor do Senhor é límpido e permanece para sempre. O tumor de Deus. O tumor de Deus. Quantas vezes eu tenho falado à seca do círculo virtuoso que começa com o tumor de Deus e a audiência e fé em Cristo e praticar, a receber o Espírito Santo e pôr nessa prática. Conforme isso, conforme estamos no tumor de Deus a continuar nesse caminho, vamos crescendo na graça e no conhecimento do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Os juízes do Senhor são verdadeiros e todos, igualmente justos, são mais desejáveis do que ouro. A lei de Deus é mais desejável do que ouro, mais do que muito ouro depurado e são mais doces do que o mel e o desfilar dos favos.

Além disso, por siglo XI, por elas, isto é, por guardar os mandamentos de Deus, se admoesta o teu serro, somos corrigidos. Irmãos, se você não está feliz, se dá uma coisa a apesar no seu coração, por gentileza, examines a si próprio. Não esteja a examinar o outro?

Não é a responsabilidade de examinar o outro? Lembre-se que o fruto do Espírito de Deus é amor, alegria, paz e qual é o nono? É domínio de si mesmo. Leia, em Galatas 5, versículo 22 e 23. O último desses é domínio de si mesmo.

Note que não diz domínio do próprio, do próximo, perdão. Não diz domínio do próximo, diz domínio de si mesmo. Temos que ter domínio de nós próprios. Não é dominar a outra pessoa. O Pai não está a dominar Jesus Cristo? Não está a dizer Jesus Cristo? Tens que fazer o que estou a dizer? Não.

Jesus Cristo fez a vontade do Pai voluntariamente? Por que? Porque a vontade do Pai é para o bem de todos. Como disse, não é para um capricho, ou para uma paixão do Pai. Não, é para o bem de todos. Igualmente, Cristo morreu pela igreja. Por que? Para o bem da igreja. Para fazer a igreja, a santificar a igreja, para ela estar sem mácula. Como lemos em Fízius 5, a volta de 23 ou 24, ou coisa assim, ou não, talvez 26 ou 27, perdão. Jesus Cristo fez isso, da livre vontade.

Porque não foi obrigado.

E por que fez isso? Porque ele tem amor por nós, e nós devemos imitar a Cristo e fazer o mesmo por amor do próximo. De livre vontade. Não é fazer uma exigência a outros, não é domínio dos outros, mas é domínio de nós próprios. Se nós estamos a fazer uma demanda, que não é de acordo com as leis de Deus, precisamos de analisar. E se essa demanda está a causar problemas, porque não é de acordo com a lei de Deus, e se essa demanda por causa está a causar problemas, está a fazer você triste, então você precisa se examinar e ver aonde está a fazer uma coisa incorreta. Porque quando você faz ou obedece as leis de Deus, como diz no versículo 11, em guardar os mandamentos de Deus, há grande recompensa. Cris Irmãos, vai haver uma recompensa, um galardão. A vida eterna é uma dávida gratis, mas em cima, além da vida eterna, há um galardão. E isso é o outro assunto. Versículo 12. Por isso se pergunta, quem há que possa discernir as próprias faltas?

Se você está triste, você consegue examinar-se e discernir os seus próprios erros, e pois, se o sáu-mo de vida diz, absorve-me das que me estão ocultas.

Pai, David está a pedir, ajuda-me a ver os meus pecados que estão ocultos que eu não vejo.

É como se fosse este ponto cego, na minha vida cristã. Pai, ajude-me, abra a minha mente, a ver este grande pecado que eu tenho, que eu não consigo ver.

Abesolve-me das pecados que estão ocultos.

Por favor, você está a pedir a Deus, por favor, pai, ajude-me a ver o meu pecado, para não ser arrogante, não ser soberbo, mas ser humilde. Eu domino de si mesmo, domino-me, e subter-me, e ver, subter-me às leis de Deus, e ver aonde é que eu estou a pecar, estou a causar, por causa deste pecado, problemas e dificuldades em outros, e por isso é que eu não estou feliz. Ajude-me, pai. Voltando à instrução de Paulo, a lei não é um remédio, não é uma cura para pagar o pecado. A lei indica o pecado e indica o castigo do pecado. E um delas é ser infeliz, é estar triste, porque vai haver um juízo, e se não nos arrependermos, sabemos qual é o destino final.

Por isso a lei só nos condena se estamos debaixo da lei. Entendeu? A lei só nos condena, só nos faz, nos está a fazer o nosso coração triste, se estamos a quebrar a lei. Quando estamos a quebrar a lei, estamos debaixo da pena da lei. Estamos debaixo da lei. Viste que a lei não paga o pecado. Um único método do nosso pecado ser pago, a única maneira de sermos justificados por ante-deus, ou nas palavras do nosso pecado ser pago, é pela fé de Cristo.

Pelo que Ele fez, pelo que Seu sangue Ele deu, pela morte, pelo que Teve morrido por nós, porque Ele teve fé, porque Ele teve a acreditar no Pai, que isto ia dar um bom resultado, e não por obras minhas ou tuas, ou nossas ou vossas, da lei. É a fé de Jesus Cristo, a fé de Ele nos dar a Sua vida, a fé de Ele dar o Seu sangue quando éramos pecadores. Essa fé Dele, esse amor e bondade, essa graça Dele, que nos perdoa e nos põe no caminho de vida. Romanos 5, versículo 8, Romanos 5, versículo 8, Deus prova o Seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. Cristo morreu enquanto éramos pecadores.

E nós devemos de perdoar os outros, enquanto os outros ainda são pecadores. Versículo 9, Romanos 5, versículo 9, logo, muito mais agora, sendo justificados pelo sangue de Cristo. Nós somos feitos justos para ante Deus, somos feitos de roupas brancas para ante Deus, sem pecado, pelo sangue de Cristo. Seremos, no futuro, salvos da ira, se nós agora começarmos a praticar e obter ser, seremos, porque estamos a viver esta nova vida, este novo eu.

E por isso é que dizem Romanos 3, versículo 28. Leiam aqui Romanos 3, versículo 28. Dizem, concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, pela fé de Cristo, independentes das obras da lei. Tantas vezes que Paulo está a dizer isto, mas, por outro lado, também está a dizer que, uma vez que estamos justificados, estamos perdoados pelo que Cristo fez, agora temos que viver esta vida nova.

Não podemos continuar a quebrar a lei, por exemplo, do trânsito, ou seja, não podemos continuar, mas temos que agora nos manter no caminho da vida. Por isso é que dizem Romanos 2, versículo 13. Porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei, há de ser justificados ao fim de contas, ao fim da vida. Sim, somos justificados agora pela fé de Cristo, mas agora, uma vez que estamos justificados, isto é, que estamos limpos, temos que nos manter no caminho, porque senão voltamos a ter o pecado, então requer um sacrifício de Cristo uma segunda vez, e ele não vai sacrificar uma segunda vez, não vai morrer uma segunda vez. Por isso é que diz, no versículo 13, Romanos 2, os que praticam a lei, há de ser justificados. Vem que é ambos, é a lei e a graça, de uma andada, e não um ou outro. Vejam, em Galatas capítulo 2, versículo 17. Agora vamos concluímos, como eu disse, explicando claramente o versículo 16. Vamos agora andar para a frente, com o versículo 17. E não também, aqui, o que Paulo diz no versículo 17, mas se, procurando ser justificados em Cristo, fomos nós mesmos também achados pecadores, dar-se-se-á ao caso de ser Cristo o Ministro do Pecado? Serte que não. Isto é, nós somos feitos justos pelo sacrifício de Cristo. Podemos continuar a pecar, porque então Jesus Cristo nos perdoa e por isso, olha, se aceitar Cristo e estar esperdoado, pode viver da maneira quérita que acontece, não! Porque então, estamos a fazer o Ministro Cristo o Ministro do Pecado.

Isto não é o caso. Note bem, Paulo está a declarar que sendo justificado pela fé, pelo sacrifício de Jesus Cristo, em vez de ser justificado pelos nossos forços humanos, não quer dizer, não significa que estamos livres para pecar. Lembrem-se, Paulo estava a falar no contexto da situação de Pedro. Lembram-se da situação de Pedro, no versículo 12, que vieram alguns da parte de Tiago e Pedro, e que estavam a ser hipócritas? Isto é, a pecadores nessa situação, e estavam a mostrar um certo favoritismo, que é pecado, pois assim os judeus, como diz no versículo 15 de capítulo 2, dizem nós, judeus por natureza, não pecadores dentro dos dios, os judeus que se consideravam, olha nós, não somos pecadores, agora Pedro, e aqueles que vieram de Tiago, esses judeus, também se tinham achado pecadores, e esse no versículo 17, fomos nós mesmos também achados pecadores, foram achados pecadores, como? Porque estavam a ser hipócritas, à frente de outras pessoas. Então, a pergunta, por isso, no versículo 17, é Cristo o Ministro do Pecado, está claro que não. A Graça vem da parte de Deus, nosso Pai, do nosso Salvador, Jesus Cristo, como leemos no capítulo 1, versículo 3, e aqui vemos claramente que Cristo não está a encorajar as pessoas a pecarem. Dizem, olha, estão perdoados, por isso podem continuar a pecar? Não!

Sim, somos justificados pela fé de Cristo, mas isso não nos dá uma justificativa de agora continuar a pecar. Por quê?

Porque se nós nos continuarmos no mesmo caminho do pecado, nós vamos continuar a ser achados com pecadores.

E temos que nos arrepender. Temos que arrepender. Por isso é que leemos, em Romanos 2, versículo 13, os que ouvem a lei não são justos diante Deus, mas os que praticam a lei, são os que são justificados. Temos que praticar a lei. Uma vez mais, ambos, a lei é graça. São dons de Deus. Cada um destes dons têm sua própria função. A lei demonstra o caminho da vida. E tem uma multa. O salário do pecado é a morte, o Romano 6, 23. A graça, por outro lado, nos põe de volta no caminho da vida, quando pecamos. De graça, gratuitamente.

A lei demonstra o caminho da vida. Mas quando pecamos e nos desviamos do caminho da vida, a graça nos põe de volta no caminho da vida. A graça nos põe de volta no caminho da vida, gratuitamente. O sacrifício de Jesus Cristo. A fé de Cristo nos põe de volta no caminho da vida.

A graça de Jesus Cristo paga a multa, ou, em outras palavras, nos ressuscita da morte. Em vez de estarmos mortos para sempre, assim seremos ressuscitados. Então, continuando a ler em Galatas 2, versículo 18, porque se torna o edificar aquilo que destruí, a mim mesmo constitui transgressor.

O que é que destruímos? O velho eu.

Quando eu reconheço e sou patizado e digo, olha, eu vou viver o caminho novo, eu vou viver o novo eu. E, por isso, estou a destruir o velho eu, a velha maneira de viver.

Por isso é que diz? Mas se torna o edificar aquilo que destruí, isto é o velho homem, a mim mesmo estou constituindo transgressor.

O Romano 6, versículo 1 a 6. Veja aí, o Romano 6, versículo 1 a 6. Está a falar que somos batizados, e então somos batizados para viver uma nova vida. Em novidade de vida, como diz no versículo 4 do Romano 6.

Veja aí o simbolismo do batismo. Está claro que, Paulo, de maneira nenhuma, está a dizer ou a indicar que a lei de Deus está abolida.

Nada disso.

Nada disso. Paulo faz bem claro que Cristo vem nos salvar dos nossos pecados, e não para continuarmos nos nossos pecados.

Cristo veio para nos salvar dos nossos pecados, e não para continuarmos nos nossos pecados.

Paulo não é negativo à cerca da lei de Deus.

Nem ele está a dizer que não devemos obter a lei de Deus.

O que Paulo está a combater é a crença de certas pessoas que obdiam-se à lei com a nossa própria força. Essa crença das pessoas que dizem, olha, isso é que vai justificar a pessoa. E Paulo está a dizer, não, não é. Obediência à lei não nos justifica.

O judaísmo, esses judeus que vinham, que estavam a desviar para o outro evangelho, estavam a dizer a necessidade de que eram justificados pela lei.

Isto é que a lei nos ganhava aceitação de Deus. Isso é legalismo.

E por isso, então, diz no versículo 19. Galatas, capítulo 2, versículo 19. Porque eu mediante a própria lei morri para a lei a fim de viver para Deus. Estou crucificado com Cristo. Morri para a lei. O quê? Para a condenação da lei. Porque não vou pecar mais. Não vou ter o velho eu.

Quando batizei, comprometi-me, no batismo, a obedecer, a repentina, a repentina de quê? De pecar. E o que é o pecado? A càbara da lei. E por isso, em Colossenses capítulo 3, descreve muito claramente, do versículo 1, a versículo 16, recomendo que faça um estudo cuidadoso, cuidadoso, do Colossenses 3, versículo 1 até a versículo 16, a dizer que estamos mortos, estamos batizados, estamos mortos ao caminho errado, estamos submissos à vontade de Deus, sem condições. Condições? Por quê? Porque a vontade de Deus é para o nosso bem. Uma vez mais, não é um capricho, uma arrogância que Deus quer que faças isto, porque é uma ideia que Ele tem. Não! As leis de Deus são para o nosso bem.

E por isso, em Colossenses 3, versículo 4 e 5 dizem, fazei morrer à natureza humana. Por exemplo, a cubissa, que é a idolatria. E depois fala a sécara, começando no versículo 16, até o circunstante 14, da bondade e da misericórdia de Deus e como precisamos de mudar. E depois diz que o ponto final de isto tudo é o amor. E, irmãos, a lei de Deus é amor. Diz assim, em Colossenses 3, versículo 16, o vínculo da profeição é o amor. Uma vez mais, irmãos, estou a repetir. Mas estou a repetir porque vivemos no mundo em que esta ideia está muito arrasada, está muito forte. E estou a repetir de novo. A única chave para nós sermos justificados, para nós sermos limpos, perante Deus. A única chave para os nossos pecados serem pagos. A única chave para sermos comprados de volta da morte para podermos ter vidas e para ressuscitarmos. A única chave para isso, o único pagamento para isso, é a fé de Cristo, o sangue de Cristo. A morte de Ele por nós, que fez isso pela fé Dele. E por isso temos que nos arrepender, porque Ele pagou essa multa. Agora não podemos continuar a quebrar as leis de Deus, os dez mandamentos e outras também, não é só os dez mandamentos. Deze mandamentos são, digamos assim, o ponto básico. Há outras leis de Deus também. Por isso, continuando no versículo 20, logo, Galatas 2 versículo 20, logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. E a se viver, que agora tenho na carne, vivo pela fé do Filho de Deus, que me amou e assim mesmo se entrou por mim. E por isso, temos que o imitar, temos que ter Cristo em nós, Cristo tem que viver em nós, temos que viver como Ele viveu. E versículo 21, não anulo a Graça de Deus, pois se a justiça é mediante a lei, segue-se como reu Cristo em vão. Segue-se como reu Cristo em vão.

E, queris irmãos, então aqui vemos um ponto lindo, um ponto lindo, na epístola aos gálatas. E este ponto, queris irmãos, é que somos justificados de Graça, de Graça. Não são minhas obras, nem são as minhas obras de fé, porque a minha fé é inútil. A minha fé não tem valor nenhum.

A minha fé não vale nada, mas é a fé de Cristo. E eu acredito que a fé Dele é suficiente para mim, para você e para nós todos. Mas que maravilhosa epístola de esperança a todos nós é esta epístola aos gálatas.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).