Eclesiastes 3:16 - 4:16

Estudo Bíblico

Salomão aborda assuntos da vida humana que podem parecer contradizer o que ele afirmou até agora. Ele lida com quatro áreas de sofrimento, nomeadamente, a injustiça, a opressão, a rivaldade e o problema do isolamento.

Transcrição

Hoje vamos abordar o estudo de Ecclesiastes 3, versículo 16, a 4 versículo 16. Só no mão, na bochica do significado da vida, concluíram na primeira secção, na primeira parte que nós abordámos, que tudo é vaidade e coisas vêm e vão. Ele, então, viu e reconheceu que viver para o prazer, para o materialismo não tem sentido. Também deduziu que a única e verdadeira satisfação na vida é somente para o meio de Deus. O sermão também concluiu que os justos finalmente os sustinterão e herdarão todas as coisas, muito além de qualquer coisa que tenham acumulado nesta vida. Os ímpios, por outro lado, vão ter que passar todos os justos, porque se não se arrependerem, acabarão por morrer na segunda morte.

Depois vimos na segunda parte, começamos a ver a segunda secção, a parte como dividimos o livro de Ecclesiastes em quatro partes. Vimos na segunda parte, que Salomão descreveu num lindo poema que na vida tudo acontece e que parece ser um círculo sem esperança.

Depois Salomão virou tudo para uns para o ar, cabeça para baixo e demonstrou a direção geral de Deus na vida que Ele está nos comando. No esquema das coisas arranjadas por Deus, as pessoas têm dificuldades em entender estas situações todas que passamos pela vida. E por isso têm dificuldades em entenderem tudo que se passa, incluindo até a hora da sua morte. Salomão também observou que Deus crocou no coração das pessoas o desejo de entender todas as coisas, o desejo de eternidade, de ver tudo e entender tudo.

E as razões das várias coisas, das voltas e de ouvir a voltas da vida. Mas a realidade é que não podemos descobrir tudo que Deus faz do começo ao fim. Ou, em outras palavras, não somos capazes de discernir a não ser que Deus nos prevela, não somos capazes de discernir plano ou padrão para tudo. E mesmo os propósitos de Deus e os pensamentos de Deus, mesmo para nós, às vezes nós não entendemos certas coisas na vida, porque certas pessoas sofrem e estão doentes.

Há certas coisas que não entendemos e oramos para que o simplesmente dessas pessoas acabem. Por isso, nós não temos uma visão completa ou ampla, tal como Deus tem. Nós não vemos todas as interações que houver e, como ele compreende tudo, nós não entendemos todas as suas várias intenções e planos. Mas tudo tem o seu tempo e Deus tem um plano.

E por isso, em vez de insistirmos que tudo funciona da maneira que nós queermos, de acordo com a nossa programação, de acordo com o nosso tempo, precisamos aprender a ter confiança no cronograma de Deus, no plano Dele, quando Ele decide fazer coisas e quando Ele não decide. Porque, ao fim de isto tudo, Deus vai redimir o passado do justo no julgamento final. Hoje vamos continuar, então, nesta segunda parte do livro. E agora vamos ver como o Salomão aborda, nesta secção de Iglesias 13, 16 e 14, 16, vários assuntos da vida humana, como ele descreve, da vida sobre o Sol.

Isto é, na nossa vida, nesta carne, assuntos que podem parecer contraditórios, ao que ele acabou de afirmar até agora. E por isso, as pessoas podem ser, olha, se Deus tem um plano, por que é que existem certas situações, ou coisas que parecem ser contraditórias? E aparentes desvios, ou anomalias, deste princípio que Deus tem o plano?

Então, nesta secção, do que vamos abordar hoje, Salomão examina estas aparentes irregularidades, ou contradições, ou partidas, do que parece ser lógico. E, então, ele está a abordar, nesta secção que vamos cobrir hoje, quatro áreas de sofrimento. Primeiro, é injustiça. Há muita injustiça no mundo. A segunda área de sofrimento é a operação. É o abuso que certas pessoas fazem de outras. Abuso físico, abuso emocional, abuso de várias maneiras, emocinais e mentais.

E, depois, terceiro ponto, é a rivaldade. Esta rivaldade entre as pessoas. E o quarto ponto, o problema do isolamento. Nestas quatro áreas de sofrimento são os principais, digamos assim, obstáculos a um contentamento, a uma satisfação na vida. Estes quatro fatores podem levar algumas pessoas a pensar que não há nenhum plano divino que está a ser elaborado aqui na Terra.

Até podem fazer perguntas e questionar a própria existência de Deus. E podem perguntar se há Deus, que Ele diz que se preocupa com o homem, como é que pode isto acontecer? Porque é este sufrimento. E, por isso, alguns chegam à conclusão a dizer que não há Deus. E há outros que chegam à uma conclusão semelhante ou dizem que sim existe um Deus, mas não tem amor para conosco. Ora, cada uma destas quatro questões, aqui nesta secção de Iglesias, é introduzida com uma forma da frase de que vi, ou digamos assim, eu vi, ou eu considerei, ou eu atentei.

Depende da tradução, como pode ser introduzida. Essas quatro secções começam em Iglesias 13.6, 4,1, 4,4 e 4,7. Então, a primeira pergunta, a primeira questão, é injustiça, e que começa em Iglesias 13.16 até 22, até o fim de esse capítulo. Comece inicialmente, no versículo 16, como uma observação. Depois, dá dois comentários, um no versículo 17 e outro no versículo 18, 21, e depois no versículo 22 dá uma conclusão.

Então, vamos ler o versículo 3, versículo 16. Diz, vi ainda debaixo do sol que, no lugar do juízo, renava a maldade, e no lugar da justiça, maldade ainda. Na omeia da corrigida e fiel, diz, vi mais debaixo do sol que, no lugar do juízo, havia entidade, e no lugar da justiça, havia iniquidade. Ora, o problema aqui desta injustiça é muito flagrante, porque onde as pessoas na sociedade esperam haver justiça através da intervenção divina, é isto que elas vêem, não há justiça neste mundo, e isso se preocupa com essa questão.

E, de fato, a vez aqui, Salomão, fazendo esta pergunta acerca da justiça, vendo-se aqui no versículo 17, diz assim, então, disse comigo, Deus julgará o justo e o proverso, pois há tempo para todo o propósito e para toda a obra. Por isso, assim, na omeia da corrigida e fiel, diz, eu vi-se no meu coração, Deus julgará o justo e o ímpio, porque há tempo para todo o propósito, para toda a obra. A injustiça, hoje, é, por em simplesmente, uma prova do fracasso do alto ao governo humano, do homem. Não é prova que Deus não está em control sobre a vida, porque Deus permite esta situação, hoje, este período, estes, digamos assim, seis mil anos, Deus está a permitir esta situação, está a permitir o Deus deste século reinar. Deus permite aonde devíamos de ver justiça, nos tribunais deste mundão, nesta era presente. Deus permite. Mas, Ele resolverá tudo no período futuro do julgamento, a vinda de Cristo e a nacion da recepção no julgamento. Ora, esta é a razão da primeira vinda de Cristo. Como lemos em Galatas 1,4, Cristo se deu assim mesmo para os nossos pecados, para nos livrar, para nos redimir deste presente mundo mal, ou deste presente século mal. E isso é a segunda vontade de Deus nosso Pai. Por isso, a nossa confiança não está nos juízes deste mundo, não está no sistema de justiça do mundo II. Vejamos brevemente aqui em João capítulo 5, versículo 22.

E o Pai a ninguém julga, mas ao filho confiou todo o julgamento. Quem nos vai julgar, quem vai ser o juiz final, digamos assim, do governo internacional, mundial, de tudo, o grande juiz, vai ser Cristo. Veja também atos capítulo 10, versículo 42. Atos 10, versículo 42. E aqui, Leandro diz assim, nos mandou pregar ao povo e testificar que ele, Jesus Cristo, é quem foi constituído por Deus, juiz de vivos e de mortos. Deus constituiu Jesus Cristo como juiz. Vejam também na atos capítulo 17, versículo 30 e 31. Ora, não levou Deus a encontro os tempos da ignorância, agora porém notifica aos homens que todos, em toda a parte, se arrependam, porquanto estabeleceu um dia em que há a jogar o mundo com justiça, por meio de um varão que estimou e acreditou diante de todos, reciclando-se dentro dos mortos. Por isso, Deus vai jogar o mundo por meio de Jesus Cristo. Ele delegou esta responsabilidade a Jesus Cristo. Por isso, quando lemos o julgamento de trono branco em Apocalypse 20 e aquele que se sente no trono para julgar, é Cristo. Ele é o juiz final. Na verdade, Salomão usa a linguagem do seu poema anterior de Ecclesiastes 3, versículo 1 e 8, usa essa linguagem desse poema, dizendo que há tempo para tudo. E aqui, para afirmar que tudo está ocorrendo ou acontecendo de acordo com o plano geral de Deus e que vai haver um dia de juízo. Em Ecclesiastes 3, versículo 17, que diz-te-o, o Jugará, o Justo e o Preverso, demonstra por isso a necessidade de vivermos de uma maneira correta, de uma maneira reta, evitando a iniquidade, porque vai haver um juízo. Esta é a mensagem principal do livro. Ao fim de contas, a conclusão de Ecclesiastes, no capítulo 12, diz exatamente a coisa, no versículo 13, tema Deus e guardos os seus mandamentos. Isso é o dever do homem, porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, que estão escondidas, que é, sejam boas, que é, sejam más. Vai haver um juízo. Esta é a mensagem principal do livro. Deus repém para Ele próprio o julgamento. E, por isso, nós precisamos de ver, analisar e examinarmos a nós próprios, para vermos aonde é que precisamos de arrepender. Quando isto, no contexto do que o sermão está a dizer, esta vida é uma aprovação, é um teste. Não apenas no sentido de algo em que passamos ou falhamos, porque há tempo para todas as coisas que estamos tentados em tudo, mas também no sentido que vai demonstrar o nosso verdadeiro caráter a Deus.

E, por isso, um dos propósitos da vida é Deus dar-nos, digamos assim, este espaço e Ele está a ver os nossos corações. Deus está-nos a examinar e, depois, vai revelar a nós a nossa recompensa, porque vamos receber um galardão. E, está claro, isto depende muito, de nosso verdadeiro relacionamento com Deus. E, por isso, este teste na nossa vida é para o nosso benefício.

Para aprendermos a reconhecer que isto é temporário, que vamos morrer, isto é temporário, e aprendermos a reconhecer que precisamos de Deus. Precisamos de Deus. E, por isso, estamos a nos analisar corretamente. Continuamos agora em Enclosiestes capítulo 3 versículo 18, nesta de 18 a 21. Tem aqui uns comentários de Salomão em que ele está a comparar as pessoas com os animais.

Vijemos, então, aqui, no recícule 18. Diz-se ainda comigo. É por causa dos filhos dos homens para que Deus os prove e eles vejam que são, em si mesmo, como animais. Salomão aponta-se que as pessoas devem ver que elas são, talvez, uma melhor tradução, seria por si mesmo, são como animais. Por si mesmo, nós, por nós próprios, para o que nós somos, em nós mesmos, por nós próprios, sem o Espírito Deus, somos como, digamos assim, como bestas. Todos nós vivemos, digamos assim, entre aspas, debaixo da lei da selva. Nós vivemos como neste sistema, como pessoas que querem sobreviver um em cima do outro, que não importa qual seja o seu comportamento, mas, ao fim de contas, todos vão encontrar o mesmo fim que os animais, que é a morte.

Como se lê no recíclo 19 e 20, que esse aparentemente é como se fosse o cônulo da injustiça. Leemos, então, recíclo 19 e 20, porque o que sucede aos filhos dos homens, sucede aos animais. O mesmo se sucede, como morre um, assim morra o outro. Todos têm o mesmo folho de vida e nenhuma vantagem tem ao homem sobre os animais, porque tudo é vaidade. Todos vão para o mesmo lugar. Todos procedem do pó e ao pó turmarão. Este folho de vida é importante notar que é a palavra hebraica 07307, Ruac, o folho da vida, também traduzida como espírito, e por si mesmo, por si mesmo, as pessoas não têm vantagem sobre os animais, pois ambos respiram ar para sustentar a vida até que a vida par.

Nem as pessoas, nem os animais podem escapar da morte e de deterioração, voltando ao pó, como lemos em Genesis 2.7 e 3.9. Algumas pessoas pensam que esta passagem de Ecclesiasties 3 afirma que esta vida é tudo que existe para os seres humanos, que não há vida após a morte, é que algumas pessoas pensam. Mas o livro de Ecclesiasties aponta continuamente para um tempo de recompensa e julgamento futuro para todas as pessoas. Isto é um tempo de juízo e afirma que o espírito humano retorna a Deus na morte.

Vejam Ecclesiasties 12.7. E o pó volta à terra como era e o espírito volta a Deus que o deu. A palavra espírito em Ibraico é a palavra 07-307 Ruach, a mesma palavra que foi traduzida como fólogo em Ecclesiasties 3, versículo 19. Por isso vemos que Ecclesiasties é muito claro a dizer que o espírito, o espírito homem no homem, o volta a Deus que o deu. Por isso achar aqui nesta secção de Ecclesiasties 3, versículo 18, a 20, é evidentemente de entendermos que isto é que o homem por si próprio, por si mesmo, diz no recíclico 18 que em si mesmo, o homem por si mesmo, são como animais, em si mesmo.

Isto é sem intervenção de Deus, sem o espírito de Deus, sem a guia de Deus, as pessoas compartilham o mesmo fim dos animais, mas vai ver um juízo. E por isso é que temos de ter cuidado. E por isso Deus quer que as pessoas entendam que precisamos de Deus. E os problemas da vida, os problemas da vida, falando aqui da injustiça, dos abusos, da inveja e deste isolamento das pessoas, destes quatro pontos que vamos falar hoje, vê-se aqui que esses problemas da vida e especialmente a morte, quando nos aproximamos do final da vida, e que, claro, inclui outros problemas, como doenças e coisas assim que acontecem, isto tudo nos ajuda a ver que precisamos de ter cuidado, porque existe um juízo depois.

Continuando a ler em Ecclesiastes 3, já lemos para o ciclo 20, agora vamos ler o ciclo 21, quem sabe se o fôlego de vida dos filhos dos homens se diz para cima e um dos animais para baixo para a terra? Agora, aqui, algumas versões como esta, na Almeida Revista e Autilizada, traduzem o versículo a perguntar quem sabe se o espírito do homem sobe e o da besta desce. Na Almeida, Corrigida e Fiel diz quem sabe que o fôlego do homem vai para cima e que o fôlego dos animais vai para baixo, uma tradução um bocadinho diferente.

Mas, preciso ter cuidado com estas tradições, porque dão a entender que ninguém sabe se isso acontece. Ora, vimos em Ecclesiastes 12, versículo 7, que afirma claramente que o espírito humano retorna a Deus na morte. Então, em Ecclesiastes 3, versículo 21, não pode significar que se o fôlego da vida, quer dizer, que não sabemos, que ninguém sabe disso. Por isso achava novamente, a vair ao versículo 18, que diz, por si próprio, por si mesmo, os homens não sabem.

Além do envolvimento de Deus, além de Deus nos ensinar, nos dar a aprender o ensino acerca do espírito homem no homem, não sabíamos qual é a diferença entre o animal e o homem. Não entenderíamos qual é a diferença entre o cérebro humano e o cérebro do animal.

E também não entenderíamos a diferença na morte. Eu lembro-me, há muitos anos, quando, talvez foi no meio dos anos de 70, quando a igreja, pela primeira vez, veio entender o que era o espírito homem no homem. Antes disso, não entendíamos. E então, eu lembro-me, nessa altura, o Sr. Armstrong estava a explicar o significado de primeiro ano. O significado de primeiro coríntio, capítulo 2, versículo 11.

E que hoje é muito bem claro e clarificado nas várias estudos bíblicos que a igreja tem. No primeiro coríntio, capítulo 2, versículo 11, o homem de Deus, por qual dos homens sabe as coisas do homem, se não o seu próprio espírito que Deus está. Este é o espírito homem no homem. Assim, também as coisas de Deus Ninguém as conhece, se não o espírito de Deus.

O entendimento do espírito homem no homem, é um entendimento de coisas espirituais que vêm de Deus, que Deus deu à igreja. E é um lindo entendimento. Um significado muito importante para nós entendermos isso. No entanto, à medida que as pessoas aproximam da morte, as pessoas começam a pensar mais e mais acerca de por que, por que é que eu vivo, qual é a razão, e mesmo as pessoas se não estejam na igreja. Continuando a ler agora, em 13 capítulo 3, versículo 22, que é a conclusão desta secção acerca de injustiça, diz assim, pelo que vi não haver coisa melhor do que alegrar seu homem e suas obras, porque essa é a sua recompensa que aém o fará voltar para ver o que será depois dele.

O versículo 22 é um exemplo desta refrão, esta repetição que é mencionada em várias vezes no livro de Eclesiastis. Aqui é a conclusão desta unidade acerca da justiça ou injustiça, e vemos o que foi abordado aqui nesta secção primeiro. Foi este poema de capítulo 3, versículo 15, que dizia que Deus é soberano na sua disposição dos vários acontecimentos que acontecem em todos nós, porque há tempo para várias coisas, e depois vemos do versículo 16 a 20, que Deus tem o propósito mesmo em permitir as injustiças humanas, e Deus tem o nosso destino final nas suas mãos. Por Deus tem o propósito, e ele vai julgar. Nós temos que ver por nós próprios não há nada bom, mas Deus nos dá o seu espírito, e nós temos que ter cuidado não ser injustos. E por isso, então, devemos ter confiança em Deus, e se tivermos a fazer as coisas de uma maneira reta, correta, podemos ter uma certa alegria nas coisas que fazemos, nas obras que fazemos.

No final da última frase de Iglesias 3, versículo 22, e depois, veja dois palavras que dizem, vou ler esta última parte aqui, quem o fará voltar para ver o que será depois dela?

Mas a palavra dela não está no hebraico, por isso, poderia-se traduzir, talvez, de uma maneira melhor, dizer o que será depois.

E por isso, a frase não seria necessariamente perguntando como uma pessoa poderia saber o que acontece depois da sua morte, mas depois do presente, o que será depois? O que será depois das coisas que está a acontecer? O ponto no contexto aqui, parece ser que devemos usar o tempo que temos, da melhor forma possível, não nos fixando nestas injustiças que existem temporariamente, já que nós não sabemos como Deus vai resolver estes problemas todos, mas sabemos que Ele vai resolver. E por isso, isso tem uma implicação que nós temos fé, temos confiança na supervisão de Deus, que Ele está no comando. Agora vamos para o capítulo 4, no versículo 1. Vê-se aqui, mais uma vez, que começa com vi. Vê-se no versículo 16, também começou com vi. Agora, o quarto capítulo 1, vi. E este é o segundo problema que Salomão está a mencionar, que é o problema da opressão, do abuso. Algumas versões diz vi, outros diz voltei, me atentei, e acho que vi, mas quer dizer, está a ver aqui, é uma consequência do problema da injustiça, uma consequência deste abuso, desta injustiça. Vou ler, então, o versículo 1. Depois voltei, me estou a ler da Almeida Coroje de Efiá, depois voltei, e atentei para todas as opressões que se fazem debaixo do Sol, e acho que vi as lágrimas dos que foram oprimidos e dos que não têm consulador. E a força estava do lado dos seus opressores, mas eles não tinham consulador. Os opressores, os abusadores, as várias opressões e dificuldades que, perdão, que várias pessoas estão sem maltratadas. E este vez assim, este maltrato do homem, por certas pessoas, ao próximo, o forte abusando o fraco. É uma coisa horrível que acontece hoje. E não é só o forte fisicamente, mas emocionalmente também há muito abuso, abuso emocional neste mundo. E isso é piorado pela ausência de um consulador, alguém que pudesse aliviar a sua dor. E a palavra aqui do consulador é mencionada duas vezes, alguém que o consulasse.

Ora, isso não parece referir-se a não ter companhia humana, que sim, há outro problema mencionado um pouco mais adiante, que ainda vamos abordar ainda hoje, mas aqui, que as pessoas estão oprimidas, as pessoas que estão oprimidas, às vezes têm amigos que estão a ajudar a eles, a dar certo encorajamento. Isso acontece, pessoas que estão oprimidas têm um bocado encorajamento, com outras pessoas, outras pessoas que estão na mesma situação, dizem, olha, entendo, porque eu estou na mesma situação, ou estive na mesma situação. E por isso, quando observamos esta condição humana, o problema, provavelmente, é que não tem consulador que os podem ajudar, que podem resolver o problema deles em questão, que este problema continua, continuam neste problema, continuam. É como se que Deus não estivesse a incrivir por eles, é como se as pessoas que estão nestas condições de abuso parecem que não têm a maneira de sair dessa condição. E isso alguns podem interpretar, esse fato, essa situação, como uma acusação a Deus, uma prova que Deus não tem plano nenhum, ou que Deus não se importa, mas Deus não é aclupado. Está claro, Deus se preocupa profundamente e deseja ser o consulador do homem, e veremos que ele está a atuar como um consulador, mas o homem, a humanidade, é que rejeitou Deus. E com a consequência de que a humanidade rejeitou Deus, o que a humanidade disse? Não, não quero o homem aqui, desde o dia do Adão e Eva, houve esta rejeição, como consequência todo mundo está a sofrer esta opressão, esta dificuldade, este abuso nas mãos de outros homens. E está claro, debaixo das forças do Espírito Maligno, liderado por Satanás, que é o Diabo. Ora, e isso, no entanto, não quer dizer que Deus não tenha um plano, uma ação para resgatar a humanidade.

Também podemos notar que aqueles que não acreditam em Deus, ou que não têm Deus na vida de Elves, de uma maneira geral, não têm o tipo de companheiros que os ajudam, porque não têm o tipo de companheiros que conhecem as escrituras e conheçam o plano de Deus. E por isso não têm as companheiros que podem dar essas palavras mais consoladoras. E por isso há muito estresse nessas pessoas, muitas doenças emocionais, até talvez depressão mental, pessoas que sofrem por causa disso. Continua a ler no versículo 2. Pelo que tenho, por mais felizes, os que já morreram, mais os que ainda vivem.

Neste intrim, nesta situação intrim, o sufrimento é tão terrível, é tão ruim que Salomão chegou a afirmar que é melhor estar morto do continuar vivendo e experimentando isto. E depois continua no versículo 3. Porém, mais que uns e outros tenho por feliz aquele que ainda não nasceu e não viu as malsobras que se fazem debaixo do sol. Na verdade, ele afirma que seria melhor, talvez, não ter existido do que viver e ver a opressão do homem. Então, como é que podemos entender estas observações de Salomão? Em primeiro lugar, devemos observar que estas observações evidentemente apresentam seus pensamentos antes de contemplar o assunto e antes de escrever este livro. Não refletam necessariamente a sua perspectiva atual.

Pois, em Closestis 9, versículo 4, Salomão, um pouco mais adianta, afirma que é melhor estar vivo do que morto, pois há esperança na vida. Mas, em Closestis 9, versículo 4, para aquele que está entre os vivos à esperança, porque mais vale um cão vivo de cão e ao morto.

Isto parece contravizer os pensamentos aqui. Alguns veem os sentimentos de Closestis 4, versículo 1 a 3, como tendo surgido no momento de profundo desespero de Salomão, por causa do tratamento abusivo de um homem ao outro.

Mesmo assim, Salomão, no momento que escreveu aparentemente, não está dominado por um desespero opressor. Como podemos verificar pelo fato do que escreveu em Closestis 5, versículo 8?

Porque para não nos maravilharmos ao ver a opressão e a justiça. Veja, 5, versículo 8. Se vires em alguma província opressão de pobres e o robo em lugar do direito e da justiça, não te maravilhos de semeirante caso, porque está alto, tem em cima de si, outro mais alto que o explora e sobre este ainda outros mais elevados que também exploram. E por isso vemos aqui que a perspectiva é diferente de Salamão. Há sempre uma pessoa acima e acima de todos, a Deus que faz jogar isto tudo, visto que no entanto, visto que Salamão não nega ou qualifica imediatamente o declarou em 4 versículo 2 e 3, as suas observações deixam muitas pessoas com a impressão de que Salamão está totalmente pessimista e sem esperança. Na verdade, enquanto no versículo 2, isto é, os que morrem, como morreram, podem ser lidos mais facilmente como a conclusão passada, no versículo 3, isto é, os que ainda não nasceram, parece ser lido como uma determinação presente. Embora isso possa ser parte do que eu pensava anteriormente no versículo 2 e não necessariamente o que eu penso agora. E por isso há várias maneiras que as pessoas estão a deduzir ao interpretar estes versículos. Por exemplo, embora possa ser que as observações de Salamão, dos versículos 2 e 3, representem conclusões precipitadas, e falsas, às quais ele não mais concorda ou adere, devemos considerar a possibilidade de seus sentimentos aqui ainda serem válidos, até certo ponto.

O pensamento de Salamão, no versículo 2, que diz, por vezes mais felizes que já morreram, é verdadeiro alguns contextos. Por exemplo, veja também que você acerte o versículo 1. E que você acerte o versículo 1, diz, melhor é boa fama do congente precioso e o dia da morte melhor do que dia do nascimento.

Na morte, o sufrimento de uma pessoa ou dos demunhos de sufrimento acaba e ela será ressuscitada no momento da intervenção de Deus para endereitar. O mundo inteiro. Mas, enquanto há ideia de, e que os estes 4 versículos 3, de que seria melhor não ter existido, diz assim, porém, mais do que uns e outros têm por feliz, aquele que ainda não nasceu e não viu as mais obras que se fazem no baixo do sol. Seria estar referir-se como significando que a existência é preferível à vida, mas a afirmação pode ser verdadeira se se referir ao momento da existência.

Por isso é que, e não é uma revista atualizada que diz, aquele que ainda não nasceu. Por isso está um foco aqui mais ao momento da existência, ou quando é que ainda existe. Assim, a presente era de maldade humana sobre o domínio de Satanás. Deus no futuro libertará o mundo dessa opressão, conduzindo a humanidade, a justiça e a paz. Para a grande maioria das pessoas, que não são chamadas para o caminho e para a salvação de Deus durante a era presente, seria preferível, de uma certa maneira, viver, não existir ou não viver até que Deus em direito ao mundo. Assim, se Salomão pretendia que nós considerássemos a sua declaração no versículo 3 como verdadeira, e não apenas como seus esperos anteriores, isso é o que ele poderia querer dizer.

Outra possibilidade aqui é que os versículos 2 e 3 devem ser lidos à luz do dilema do versículo 1. Isto é, não tendo o consulador para aliviar a opressão. Nesse caso, o pensamento seria que é melhor estar morto nunca ter existido enquanto o homem não tiver o consulador. Isto também é verdade. No entanto, a condição de estar sem consulador não é permanente.

Isto nos leva a um ponto importante aqui. Muitas vezes, pensa-se que a mensagem nesta secção é completamente sem esperança, lamentar pelos oprimidos, mas não dar nenhuma solução para lidar com o problema. Mas a solução está parcialmente implícita na declaração repetida no versículo 1 de que não há consulador. O que estamos desesperadamente para lidar com o problema da opressão, com o problema de abusos, é que um consulador e um consulador definitivo estará disponível se entregarmos a nossa vida à orientação de Deus e ao cuidado de Deus.

Eventualmente, a humanidade, como um todo, toda humanidade, experimentará a intervenção de Deus e à ajuda de Deus. Mas mesmo agora, o indivíduo que se volta para Deus recebe a ajuda de Deus no presente para o ajudar a perseverar. E por isso é evidente que devemos refletir uma vez mais na conclusão dada em que lesia-se os três versículos 2. A medida que avançamos pelos problemas apresentados aqui, isto é, que devemos alegrar o que fazemos, porque temos confiança em Deus. E isto também vai ser examinado mais quando chegarmos à conclusão desta secção, que é em que o Ciclo 18 e o 20, quando uma vez mais está azer em que eu vi boa e bela coisa, é comer e beber e nos ar cada um do bem do seu trabalho, nesta secção.

Vamos abordar mais no outro dia. Por isso, aqui temos a ver esta questão de abusos. No versículo 4, ve-se de novo a palavra, então, vi. Também vi, que estou no trabalho e estou na distresa. Ve-se o começo da terceira questão, que estou a mencionar, destes quatro problemas que ele menciona aqui, nesta secção que estamos a abordar hoje. Esta questão que é obstáculo ao contentamento e à confiança de que Deus tem um plano para a humanidade.

E essa questão é a rivaldade humana no mundo do trabalho por causa da inveja, esta rivaldade, esta competição. Lendo, então, o versículo 4, na almeida corrigida e fiel, em boleiro 4, 5 e 6, estes três juntos, também vi, eu, que todo o trabalho e todas as três em obras traz ao homem a inveja do seu próximo. Também esta é a viedade e aflição do Espírito. O tolo cruza as suas mãos e, como sua própria cara, melhora a mão cheia com descanso do que ambas as mãos cheias para o trabalho e aflição do Espírito.

Estou a ler, no almeida corrigida e fiel. Aqui ele afirma a competição, como se fosse um cachorro contra cachorro, que leva as pessoas a uma corrida na vida para fama, para poder, para status, para liderança ou para riqueza. Em resposta a isso, dizia e vivia que este problema, que é esta inveja, esta competição, esta rivaldade humana, ele então oferece dois proverbios. Um proverbo é o tolo cruza as suas mãos e come a sua própria cara. E o outro proverbo melhor é a mão cheia com descanso do que ambas as mãos cheias com o trabalho e aflição do Espírito.

Ora, estes dois proverbios parecem contraditórios, mas é porque se aplicam as circunstâncias opostas. Para aqueles que podem ser tentados a simplesmente abandonar a corrida desenfreada de cachorro contra cachorro e correr como um rato na gaiola, correr, correr, correr na vida, o ponto do primeiro proverbo, que é o versículo 5, é que temos que trabalhar. Uma pessoa que totalmente se recusa a trabalhar chega à pobreza e à auto-destruição, como vários proverbios do Salomão também mostram.

Mais tarde, em entusiastas, Salomão encoraja o trabalho, o labor, a produtividade e denuncia a preguiça e a ociosidade. Veja, por exemplo, e que receste-se 9 por 5-10. Perdão, e que receste-se 9 por 5-10. Tudo quanto vier à mão para fazer fásil conforme as tuas forças, porque não há lém para onde tu vais, não há obra, nem projetos, nem conhecimento, nem sabedoria alguma. Por isso, diz, trabalha. Veja, Niclas Estes, capítulo 10, versículo 18. Pela muita preguiça, desaba o teto e pela frochidão das mãos, goteja a casa. Quer dizer, se não tivermos a trabalhar e a manter as coisas em boas condições, as coisas vão deteriorar e começar a estragar. Estragarmos, temos que sempre fazer manutenção das coisas, se não as coisas vão, uma coisa se quebra aqui, outra coisa se quebra a colar, outra coisa se quebra a colar e temos que estar continuamente em cima disso para reparar as coisas, senão tudo vai cair aos bocados. E por isso é preciso trabalhar.

Por isso, aqueles que estão a dizer abandonar a corrida desenfreada, vão chegar à pobreza e à autodestruição. Por isso, eu trazeria, esse é um tolo. O tolo cruza os braços e coma a própria carne. Quer dizer, está a substruir a si própria. Por outro lado, o segundo proverbio, em versículo 6, é para que eles exageram no trabalho, pela recompensa que isso trará. Diz assim, melhora é a mão cheia com descanso do que ambas as mãos cheias com o trabalho e aflição do espírito.

A Bíblia na linguagem 2 diz, é melhor ter pouco numa das mãos, com paz do espírito, de estar sempre com duas mãos cheias de trabalho, tentando pegar o vento. Se a lomão se afasta tanto da osciosidade, isto é, da falta de trabalho, quanto da escravidão de trabalhar como se fosse um escravo. Precisamos encontrar o equilíbrio certo. Nossas mãos não devem estar cruzadas como o tolo, por exemplo, estar trabalhando duro, o suficiente para ter uma pressão decente do que é preciso na vida.

Mas isso é o suficiente para aquele que é equilibrado no trabalho. Ele não quer cada vez mais e mais e mais e mais, mas aceita o que Deus deu.

Continuamos a ler no versículo 7 e 8. Todos os versículos 7 e 8, vou ler agora na almeida que nos diga e fiel. Outra vez me voltei e vi evadada debaixo do sol. Há um que é só e não tem ninguém, nem tão pouco filho, nem irmão, enquanto tudo não cessa do seu trabalho e também os seus olhos não satisfazem com riqueza.

Nem diz para quem trabalha o eu, privando a minha alma do bem. Também isso é evadada e infandônia ocupação. Mas seguiremos aqui se o alumão está a abordar o problema do isolamento humano. Isto é do versículo 7 até o versículo 16. Tendo acabado de dar um aviso, compro excesso no trabalho, por ter recompensa material maior e maior, ele começa aqui a falar, a seguir de uma pessoa que esteja engajado nessa busca, que infelizmente não tem ninguém com que compartilhar esse ganho. A frase nem diz, aqui no versículo 8, vou ler outra vez, e também os seus olhos não satisfazem com riqueza, nem diz para quem trabalho eu. Na umaida revista e autorizada, está assim, os seus olhos não se fartam de riquezas e não diz para quem trabalho eu. A frase nem diz ou não diz, não está realmente escrita no Ibraque original aqui. Há apenas um VEV, um WREV, significando I ou mais, ou outra conjunção, antes de para quem trabalho eu. Assim, a pessoa pergunta, por quem ela se esforça?

Doutra forma, não há lá mais ninguém, amigo ou parento. Provavelmente, não há uma mera coincidência que ele não tenha ninguém próximo a ele em um projéneo. Mas, provavelmente, foi seu impulso, acumulação pessoal, trabalhar mais, trabalhar mais, trabalhar mais, que se isolou das outras pessoas. Este desejo de ganhar, ganhar, ganhar. Por isso é que diz, é um homem sem ninguém, não tem pessoa ao seu lado. E, pois, pedir a pergunta, mas, para quem trabalho eu? Para quê? Apesar dos seus ganhos, a pessoa não está satisfeita. Sua busca pelo ganho realmente privou do bem. Um grande bem que ele perdeu é o companheirismo. E, por isso, na verdade, temos que ver, temos que entender, misturdo, que os relacionamentos são muito mais importantes do que as coisas materiais.

E, então, o sermão continua, no reciclo 9 a 12, mostrando a seriedade deste assunto, destacando o valor de ter um companheiro, do companheirismo, de ter amigos.

Reciclo 9 a 12, vou ler. Melhor é ser em dois do que um, porque tem melhor paga do seu trabalho. Reciclo 10. Porque, se um cair, o outro levanta o seu companheiro. Se estiver só, pois cair indo, não haverá outro que o levante. Reciclo 11.

Também, se dois dormiram juntos, eles sequerterão. Mas um só, como sequerterá? Reciclo 12. E se alguém prevalecer contra um, os dois lhe resistirão. E um cordão de três dobras não se quebra tão depressa. Dois pessoas, ou dois, podem realizar mais, podem fazer mais do que só um. Eles se apoiam, confortam, vão confreter um ou outro em tempos difíceis.

No versiclo 12, vê-se, assim, um avanço de dizer um, dois e três. Vê-se. E se alguém prevalecer contra um, os dois lhe resistirão. E o cordão de três dobras não se quebra tão depressa. Vê-se, esse avanço de um, dois, três. Pode ser que seja um proverbo, ou pelo menos uma terceira linha, o que é? A força do cordão de três camadas era um proverbo no mundo antigo. Conforme visto nos textos suméricos e acadianos. Isto é documentário de Tyndale. A Bíblia de Estudo com notas da cultura, da cultura da era, que se chama the cultural background study bubble, a Bíblia de Estudo com notas de cultura da era, que se chama the cultural background study bubble, dá mais detalhes na sua nota sobre este versículo dizendo, isto tem um notável paralelo na hipopeia de Gilgamesh, na qual Gilgamesh encoraja seu amigo em que duram sobre o valor da amizade.

E diz, dois homens não morrerão, o barco rebocado não afundará, um cabo de rebote de três fios não pode ser cortado. Aqui vemos, ambos os textos deste epopeia de Gilgamesh, assim como este texto de versículo 12 de Iglesias, falam da segurança de que dois podem forcer um ao outro e em seguida usam a analogia de uma corda de três fios. Ora, lembre-se que Salomão reuniu a sabedoria de muitos fontes, incluindo preneirar vários conceitos valiosos de textos antigos acerca de vários problemas.

E essa ideia, em particular, pode ter se tornado mais geralmente um proverbo do modo que Gilgamesh não precisava ser afonte. Mas é claro que Salomão era perfeitamente capaz de desenvolver tais ideias, tais proverbos. Mas o fato é que esta jaistia que torna provável é que ele estava simplesmente transmitindo, ou replicando, algo que era da existente já previamente e que está a incluir isso na sabedoria das escrituras. No contexto, o passo para três do versículo boza é evidentemente uma indicação geral de que ter mais amigos do que um é ainda melhor.

Este versículo às vezes é usado para apontar a força do casamento. A união sendo, não apenas entre dois, marido e mulher, mas três, incluindo Deus. Embora não seja a intenção específica do versículo aqui, essa aplicação é válida. Embora Deus não seja um mero companheiro adicional, mas o mais necessário de todos. Em qualquer caso, a apresentação do Salomão do Valor da Comunhia implica, está claro, que devemos buscar-la, essa companhia para evitar o isolamento.

Agora, continuando no versículo 13 até ao versículo 16. Melhor é a criança pobre e sábia do que o rio Rai, velho e insensato, que não se deixa mais a demônio estara. Por um sai do cárcel para reinar enquanto o outro cresceu em seu reino para o nosso pobre. Via todos os viventes andarem debaixo do sol com a criança, a sucessora que ficará no seu lugar. Não tem fim todo o povo que foi antes dele tão pouco, os que o sucederam se lograrão dele. Na verdade, que também isto é a vaidade e a aflição do Espírito.

Os versículos 13 a 16 são considerados por algumas pessoas, como apresentando um novo problema. Mas esses versículos continuam a subjugar a tulice da autossuficiência e do isolamento. Salomão conta a história de um rei que se tornou muito autoconfiante e que acha que não precisa de conselheiros. Isto é não precisa de amuestar. Ele cai em desgraça e um novo regime toma a posição.

Apesar de suas origens humildas, a multidão se aglomera ao lado do versão enxigado e também em um rei de desgraça. E será abandonado esse próprio isolamento. Primeiro, vamos notar que todos os contrastes entre os dois reis, juventude versus idade, pobreza versus riqueza, sabedoria versus loucura, o mais importante de todos é a sua atitude em relação aos conselhos.

Esta tragédia foi repetida muitas vezes na história das nações. Também é uma advertência aos cristãos, aos cristãos mais idosos. Normalmente pensamos que os cabelos dos isalhos trazem sabedoria, e sim muitas vezes trazem. Mas sejam eles jovens ou velhos, os cristãos mais sábios são aqueles que ouvem os conselhos, e se necessário, aceitam a correção. Alguns consideram a história aqui um exemplo inventado. O que é possível? Salomão, dizendo que viu, as multidões apoiando o novo rei, pelo recílio 15, pode parecer contra isso. Mas isso pode significar que ela apenas visualizou uma imagem mental. Por outro lado, ele pode realmente ter disminhado o que está a descrever.

A situação pode se referir a uma mudança de regime no reino de vizinho. Quem que Salomão esteve presente na cerimônia da cruação? Ao tornamento, ao treino de Sala, ele se tornou o rei de Salomão, o velho e todo o rei. E o recém-chegado era o David, o pai do Salomão. Embora o David não tenha realmente saído da prisão, ele saiu, em sentido figurado, por ter se escondido de Salomão, que o perseguia como o rebelde, fora da lei. Enquanto o rei não se escondeu, fora da lei. Enquanto estava escondido, David orou a Deus e disse, Tira a minha alma da prisão.

E se lê-se em Salmo 142, versículo 7. Claro, a curação de David ocorreu antes do nascimento de Salomão, mas Salomão sem dúvida viu grandes multidões apoiando o seu pai no início, mas depois abandonando-o durante as revoltas da Absalão e da Sabá. Então, novamente, outro sustento, que o velho e todo o rei eram próprios Salomão. E que aquele que saiu da prisão para ser rei se referia a Jerúboão, que foi profetizado para ser rei das trímes da Norte após a morte de Salomão, como punição pelos focados grafes de Salomão. Salomão tentou matar Jerúboão, então ele fugiu para o Egito.

Possivelmente isso foi considerado como uma prisão figurativa. Talvez Salomão estivesse prevendo seu eventual retorno e coroação. A série da Bíblia, chamada Notas da Bíblia de Genebra, aplica esta situação a José, que foi chamada da prisão para ser rei, na verdade, um visiiro ao Primeiro-Ministro, sobre Faraúa e Egípcio, mas mais tarde foi esquecido sobre um novo Faraúa, como vemos em Jesus capítulo 1, versículo 8. Sejam que foram. O caso específico não é realmente o ponto importante.

O que importa aqui é, primeiro, a necessidade de sermos ensinadas. Como vemos em Salmos 37, 11, e em Mateus 5, 5, nas bem-aventuranças, que os mansos vão herdar a perna. Isto é aqueles que são ensinados. Outra coisa a acontecer aqui é que esta situação é típica, com a mesma coisa, acontecendo ao Governante mais jovem. As pessoas podem pensar que alcançar uma posição elevada garantirá o amor e apoio dos outros, ou de muitos outros, mas não vai. O poder corrompe, de modo que os que ocupam cargos elevados frequentemente deixam de permanecer humildes e ensinadas, ou acabam ouvindo os conselheros irrados. Além disso, as multidões não são constantes, são inconstantes. As multidões apoiam o que percebem, o que acham que é novo e que é certo, ou mudança por causa de haver uma mudança, até que o novo fique velho e algo supostamente mais novo apareça.

Esta não é amizade, que afastará o isolamento. É apenas mais um exemplo de vaidade da condição humana perseguindo o nada. No entanto, aqui está outra coisa a considerar. Havia um jovem sábio, o mais sábio e o mais manso que já viveu, que nasceu em seu reino e, mais tarde, saiu da prisão da sepultura, para assumir o controle do governante deste mundo como nosso rei, a quem muitos rejeitaram, mas a quem, no final, todos vivam o segredão por toda a eternidade. Nós falamos de Jesus Cristo. Se formos sábios e vivermos de acordo, de acordo com os caminhos de Deus, seguimos o seu exemplo, então renaremos com Ele por toda a eternidade. Em face deste só obstáculo, já fé e felicidade cobertos, o que cobrimos nesta secção, a injustiça, a opressão, a corrida desenfreada e o isolamento, somos informados implícitamente com cada problema como lidar, como viver retamente, como existe um julgamento futuramente, como obter alegria no nosso trabalho e na nossa execução do trabalho dia a dia, como buscar conforto de Deus, como trabalhar para atender as necessidades sem estronar um escravo, para trabalhar para uma grande recompensa, e buscar acompanhar amigos verdadeiros e conselhos sábios, com um espírito ou uma atitude ensinável. Na próxima subsexão, que é o capítulo 5 de Iclisiastes, que vamos abordar no próximo estudo, se Deus quiser, e é a conclusão desta segunda parte de Iclisiastes, que começou em capítulo 3, recícule 1, e que termina em capítulo 5, recícule 20. Esta é a seção que eu entitulei entendendo o grande plano de Deus. Por isso, na semana que vem, então veremos como o Salomão abordará mais alguns pontos, ajudando-nos a manter uma perspectiva correta e viver de maneira adequada, apesar dos vários obstáculos.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).