Eclesiastes 10:4 - 10:20

Estudo Bíblico

Lidar o próximo com sabedoria e particularmente aqueles que estejam acima de nós como pessoas de governo e patrões no nosso emprego.

Transcrição

Hoje vamos continuar com o estudo de Ecclisiastes capítulo 10, do versículo 4 a versículo 20. E esta secção está a lidar que quando estamos a lidar com pessoas que sejam de governo ou com pessoas de poderosas, por exemplo, de empresas ou nossos patrões, ou seja, o que for, precisamos lidar com essas pessoas sempre com sabedoria e precisamos ter sempre cuidado com tudo que fazemos. Mas este é um princípio que aplicável a tudo. Não é só a lidar com pessoas de governo ou de liderança, mas em todas as situações.

Ora, antes de começarmos a ler então, no capítulo 10, versículo 4, eu quero recordar que, no capítulo 8, versículo 2 a versículo 5, lemos o seguinte.

No capítulo 8, começando no versículo 2 de Ecclisiastes, eu te digo, observe o mandamento do rei e isso por causa do teu juramento feito a Deus.

Não te apreces em deixar a presença dele nem de obstinos em coisa má, porque ele faz o que bem entende. Aqui está a falar de uma situação em que não há conflito entre nós e os governantes.

E, por isso, quando tens uma coisa que não concordes e estou a destinas que é uma coisa má, não te apreces em deixar a presença dele, quer dizer, não te apreces a não resolver o assunto, tenta ficar com ele resolver o assunto e evitar a situação.

Porque a palavra do rei tem a operidade suprema e quem lhe dirá que faz.

Quem guarda o mandamento não experimenta nenhum mal e o coração do sábio conhece o tempo e o modo. Aqui, por isso, está a falar quando estamos a tratar de uma situação em que não há conflito e, por isso, precisamos de ter cuidado.

Mas, no versículo 4, começa aqui uma secção a falar, está claro, da sabedoria, porque, ao fim de contas, o livro de Plesiastes é todo acerca de sabedoria, mas está aqui uma secção dando uma certa valor à sabedoria em lidar com pessoas da autoridade. Ou os princípios são aplicáveis quando lidamos com pessoas da autoridade acima de nós. E aqui, no versículo 4, é quando existe um problema, existe uma ofensa, existe, talvez, uma coisa que nós tenhamos feito mal, ou que, seja, existe um conflito.

Por isso diz, levantando-se contra ti a indignação do governador, não deixes o teu lugar, porque o ânimo sereno acalma grandes ofensores. A Bíblia de Almeida, corrigida e inefial, diz, acalma grandes ofensas. A Bíblia inglesa também diz, ofensas.

Mas, vendo aqui o resto a dizer existe uma ofensa, existe uma indignação, e, uma vez mais, tenta resolver esta situação. Não desistes, não desistas e não saias daí e deixas a coisa sem estar resolvida, mas, submete ao rei, ao governador, àquele acima de ti. E, porque quando há uma atitude de submissão, de acordo, isso vai acalmar a situação.

O versículo 4 é como se fosse, digamos assim, o começo desta secção, de falar a sério de princípios com governantes. E, no versículo 20, é como se fizesse a conclusão desta secção. E, por isso, no versículo 20 diz, nem no teu pensamento, almei-di-sous o rei, nem tão pouco no mais interior do teu quarto, almei-di-sous o rico, porque as aves dos céus poderiam levar a tua voz, e o que tem asas daria notícia das tuas palavras. Quer dizer, aqui está a dizer, então, Tenho cuidado com o que dizes, não casas ofensas, não estejas a dizer coisas que depois vais ter que pedir desculpas, porque mais cedo ou mais tarde ele vai ter conhecimento. Alguém vai dizer a ele o que tu disseste, por isso, tenho cuidado com as tuas palavras.

Vimos, então, no versículo 4, que diz, Quando a alma em indignação, a calma tenta fazer a coisa, a calmar, tenta calmar a situação. Vigemos algumas outras escrituras acerca disto. Primeiro que eu tenho aqui é em Proverbios capítulo 16, versículo 14. Proverbios capítulo 16, versículo 14.

O coração do homem pode fazer 16 versículos 14, perdão, 16, 14. Diz, o furor do rei são uns mensageiros de morte, mas o homem sabe-o o apasígua. Quer dizer, precisamos de ter esta sabedoria de acalmar a situação. E um exemplo de acalmar a situação está em Proverbios 15, versículo 1.

Proverbios 15, versículo 1, diz, a resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira. Eu nunca me esqueço deste proverbio, porque isto foi em a sério do ano de 1970 ou talvez 1971. Era uma jovem negras, já tinha, talvez, tinha, digamos assim, 21 ou 22 anos, e, quer dizer, era ainda só, só estava na igreja há um ano, mais ou menos, ou coisa assim.

E estava a tirar o carro da garagem e por na estrada, e eu estava com outro amigo, outro jovem que estava também na igreja, e eu gostava, porque hoje ele já faleceu, ele faleceu há um ano ou coisa assim atrás, mas eu estava com ele no carro, e nós dois eram jovens, ainda não casados nessa altura, solteiros, e eu lembro de tirar o carro e eu vim uma moto a uma boa distância, e por isso ainda pirei o carro e parei o carro assim, ao lado da estrada, e depois esperei pela que a moto passasse.

Mas a moto não passou e este homem da moto saiu da moto e estava mesmo furioso, e queria dar-se, como se fosse diga-nos assim, uma tareia, queria uma guerra, queria causar-se um furor, e eu simplesmente muito calmamente pedi desculpas, não tinha afectado a mal, mas pedi desculpas, por favor, coisa assim, porque ele estava a dizer que tinha andado o carro à frente da moto e podia ter causado um acidente.

Ele estava a uma grande distância e disse que não era o caso, mas tudo bem. Pedi desculpa, com muita calma, e ele então se acalmou. Mas lembro-me disso, porque aquele outro irmão na igreja, também era jovem que estava comigo, me disse, olha, Jorge, fiquei muito imporcionado positivamente com a tua calma e a maneira que respondeste de uma maneira branda esta pessoa, porque através disso, desvinhaste o furor, e ele então citou este proverbe, e por isso eu sempre me acordo deste proverbe, porque...

e aprendi uma lição muito importante. Quando há um problema, quando há um conflito, tenta acalmar as coisas, tenta pôr água para acalmar as coisas, e é sempre uma coisa boa para fazermos isso. E por isso, este é um ponto importante aqui de sabedoria. Outra escritura que quero citar é 1 Pedro 2, 1 Pedro 2, versículo 18 e 19. 1 Pedro 2, descervo os sete submissos com todo o temor ao vosso Senhor.

Isto está a dizer ao vosso patrão, não é? O que é o superior. Não somente se for bom e cortado, mas também ao proverso. Quer dizer, se o teu patrão é um patrão que não é lá um bom patrão, e hoje, onde trabalhei, já tive bons patrões, digamos assim, e patrões que foram muito difíceis de trabalhar para eles, ou com eles.

Mas, uma coisa aprendi. Quando o patrão era muito difícil, aprendi como não ser um patrão desse género. Quer dizer, não ser uma pessoa que tenha essa atitude. E versículo 19, porque isto é grato que alguém suporte tristezas sofrendo injustamente, produtivo de sua consciência para com Deus. Isto é o que Deus quer. Se temos um patrão ou um chefe, ou coisa assim, que seja um cabo duro, para com nós, com um cabo preverso, como diz aqui no versículo 18, suporta essas tristezas, sofre injustamente.

Isto também é muito aplicável. Por exemplo, às vezes vejo aqui problemas, por exemplo, entre os meus filhos, ou algumas coisas. Há uma coisa que às vezes uma pessoa faz e que o outro fique achateado. E depois temos o potencial de uma explosão, uma coisa de se tornar muito explosiva. E eu tenho sempre tomado isto, há sempre bons resultados. Uma atitude submissa e calma, mesmo deu como pai, para com os filhos. E eles aprendem, mas a coisa acalma. E vejo que este princípio de sumeternos, dá a sempre um bom princípio.

Também vejemos, entre as bem-aventuranças, que Jesus Cristo deu em Mateus, no sermão de Monte, em Mateus 5, versículo 9, diz, bem-aventurados os pacificadores. Porque serão os chamados filhos de Deus. E, por isso, para nós realmente sermos, estarmos no rei de Deus, uma das características que precisamos terem, é sermos pacificadores. Pessoas que estão a diminuir a tensão, digamos assim, diminuir a pressão, a diminuir esta coisa que está acontecendo, que está acontecendo, que está acontecendo, a diminuir a pressão, a diminuir esta coisa quente, esta situação difícil.

E, também, Paulo, em Romanos, capítulo 12, diz a mesma coisa, no versículo 18, o Romanos 12, versículo 18. Se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens. Se possível, sim, às vezes não é possível, mas se possível, faz a tua parte para ver paz. Então, continuando em Closia estes, capítulo 10, versículo 4, diz, levantando-se contra a ti indignação do governador, não deixes o teu lugar, mantém o teu lugar, mantém a calma, mantém o ânimo sereno, esta submissão, esta paz, e isso acalma esta grande ofensa, ou estes grandes ofensores, e isso acalma a situação.

Ora, depois continuando, à cerca de pessoas da autoridade, vence aí no versículo 5 a 7, vou ler esses três versículos agora, ainda há uma alma mal que viva debaixo do sol, erro que o procede do governador. O tolo pôs-te em grandes alturas, mas os ricos assentados em lugar baixo. Vi servos a caval e príncipes andando a pé, como servos sobre a terra. Ora, vence pessoas em posições de autoridade, hoje em dia, que não são sábires.

Sim, podemos estar a ver aqui que temos um problema de injustiça social, porque algumas pessoas estão a abusar a posição da autoridade de governadores. Isso é um lado do significado aqui. Mas devemos dever para além de injustiça social.

Aqui está a falar de pessoas que não estão ou não são qualificadas, sendo promovidas. Enquanto que as pessoas que são qualificadas, que têm as qualificações, são rejeitadas ou ignoradas. Isto acontece muito hoje em dia neste mundo, por causa de...

Por exemplo, querem promover uma pessoa de uma certa... grupo de pessoas, e então, tomam por uma pessoa, deste grupo de pessoas, em autoridade, e possivelmente essa pessoa não seja a pessoa bem qualificada. E isso para não ser um problema muito comum hoje em dia, por causa de várias atitudes sociais que existem. E vemos assim pessoas que não são qualificadas, sendo promovidas a sua nível de incompetência. E isso é um grande problema. Chama-se isto o princípio de Pedro, Pithus Principle, chamou isso em inglês, quando uma pessoa que não tem uma certa capacidade, é promovida, é levantada a uma oposição da autoridade superior à capacidade que tem. Também pode acontecer por causa do que chamam napotismo, quer dizer, olha, eu vou pôr numa oposição da autoridade o meu familiar ou meu amigo, em vez de pôr a pessoa que de facto está qualificada por isso. E isso é o que está aqui a falar, que no versículo 5, ainda há uma alta vida baixo do sol, erro que procede o governador, o tolo é posto em grande altura. Ora, aqui o tolo devemos ver no nível moral. O tolo, ou escravo como algumas versões escrevem, são aqueles que são indignos de avanço, aqueles que não estão qualificados para ser nessa posição da autoridade. Enquanto que aqui, nesta secção, nesta maneira, neste proverbo, os ricos e os princípios são pessoas de caráter nobre, neste caso, neste exemplo. Por isso, aqueles que... Os tolos são aqueles que não deviam de ser promovidos a essa posição porque não estão prontos para essa posição. Enquanto que os ricos ou os princípios são pessoas que têm um caráter neste exemplo aqui, que deviam de estar nessas posições da autoridade porque têm essa capacidade dessa posição. Por isso, vemos aqui no versículo 6, o tolo, este indílio de avanço, está posto em grandes alturas, mas o rico este é esta pessoa de que a caráter nobre, que devia de estar nessa posição, está sentado em lugar baixo. E isso não é bom, porque temos então uma pessoa com a autoridade que é incapaz de executar essa autoridade, enquanto que a pessoa que é capaz de executar foi posta em lugar baixo.

Igualmente no versículo 7, vi servos a cavalo, quer dizer, cavalo seria em posições da autoridade, hoje em dia seria com carros nos squoles e coisas assim, e princípios andando a pé como servos sobre a terra. É o mesmo princípio, é o mesmo princípio. E isto é semelhante ao que Jesus Cristo está aqui a falar, em Lucas capítulo 12, versículo 21. Lucas capítulo 12, versículo 21. Porque ser rico não é necessariamente uma coisa errada. Leia aqui em Lucas capítulo 12, versículo 21.

Diz assim, assim é o que entesora para si mesmo, e não é rico para com Deus. Mas está aqui a falar, a séquia dessa pessoa, que está a fazer uma riqueza das coisas do mundo, mas que não é rico para com Deus. Nós devemos ser ricos para com Deus. Quer dizer, devemos ter uma riqueza, uma característica de ser um nobre para com Deus, uma riqueza para com Deus, isto é o que nós devemos ter.

Por isso, a riqueza não é necessariamente errada. A riqueza é errada quando é. É uma motivação para as coisas erradas, as coisas físicas, as coisas que são temporárias, ou para si mesmo. Para si mesmo.

Por exemplo, a exaltação de uma pessoa que é indigna, é essa exaltação do próprio, digamos assim, uma superba, agora pensem-se. Lembram-se da mensagem às cartas ao lado de Iseia, dizem, tu és rico, ou pensas que és rico, mas na realidade és pobre, és nu, isto tu quer dizer, porque as pessoas ricas tinham ficado, tinham uma riqueza para eles próprios, para as suas próprias coisas, em vez de serem ricos para com Deus.

E por isso, quando há uma sociedade em que pessoas indignas de avanço são avançadas, é um sinal que a sociedade está desmoronando.

Quando pessoas que não têm capacidade estão a ser postas em posições da autoridade, que são incapazes de executar essa autoridade adequadamente, é um sinal de que a sociedade está a cair aos bocados, está desmoronando.

E isso é o que vemos hoje em dia na liderança dos nossos países, pessoas que não são bons-lidas. Isso é um grande problema na sociedade hoje em dia. Continuamos, então, a ler no versículo 8. A seção aqui do versículo 8 ao versículo 15 é uma outra seção, que está basicamente podia intitular esta seção, que sabedoria é necessário, é um ponto importante necessário para lidar com governantes.

Mas não é só para lidar com governantes. Sabedoria é importante para lidar com todas as pessoas.

E por isso, vença aqui que, quando há desigualidade, por causa de uma liderança que não é boa, que é inadequada, precisamos ter muito cuidado.

Precisamos ter muito cuidado com falarmos com essas pessoas e tudo, porque não são, digamos assim, racionais.

E se não tivermos cuidado, como falamos, podemos aumentar o nosso stress, as nossas dificuldades, ou aumentar as coisas que nos vão prejudicar.

E por isso, achava que, é, sim, precisamos viver com coragem, viver com coragem, viver de uma maneira andando com coragem, mas com sabedoria.

Sim, por exemplo, trabalhar com diligência, mas precisamos ter sabedoria também.

E não vamos ler a versículo 8 e 9.

Quem abre uma cova nela, quem irá, e quem rompe um muro, modelo-o a uma cobra.

Quem arranca pedras, será mal tratado por elas, e o que racha, lenha, expõe-se ao perigo.

Sim, quando estamos a trabalhar em certas coisas, há sempre o risco de ter um acidente.

Nesse trabalho.

E por isso é preciso ter sempre muito cuidado.

Mas, além do ponto físico dessa situação, há um ponto espiritual aqui.

Há um ponto espiritual.

Porque fazer algo, digamos assim, em vingança contra as outras pessoas, vai ter efeitos negativos.

É como dizer, sai pela colátrea. Aquilo vai nos bater de volta. E por isso, precisamos ter muito cuidado quando fazemos algo contra outras pessoas.

Porque vai voltar para nós.

Salmos capítulo 7 diz algo muito semelhante. Salmos capítulo 7, versículo 14-16.

Salmos capítulo 7, versículo 14-16.

Eis que o ímpio está com dor de iniquidade, concebeu a malícia e deu à luz a mentira.

Abre e aprovunda uma cova e cai nesse mesmo poço que faz.

A sua malícia iria recair sobre a cabeça e sobre a própria milheira desce a sua violência. Por isso, essas pessoas que fazem mal, esse mal vai voltar a elas.

E se as pessoas estão a fazer mal a nós, nós retribuirmos com o mal, esse mal que estamos a retribuir vai cair em nós também. Por isso, não devemos retribuir mal com o mal.

Devemos retribuir o mal com o bom.

Veja para o verbo capítulo 26, pro verbo capítulo 26, pro verbo capítulo 27.

Pro verbo capítulo 26, pro verbo capítulo 27.

Quem abre uma cova nela cairá, e a pedra rolará sobre quem arruvou.

Por isso, aqui, temos que ver isto a um nível espiritual.

É um princípio espiritual.

E isto é aplicável a qualquer pessoa.

Sim, é aplicável aos líderes, aos chefes da empresa, aos governantes. Por isso, se vamos ser governantes, precisamos ter muito cuidado como executamos essa autoridade que Deus nos deu, e por isso é preciso ter a lembrar disto. Depois de continuar agora com o que dizia Istis, vamos agora ler o versículo 10.

Se o ferro está embutado e não se afia o corte, é preciso redobrar a força, mas a sabedoria resolve com bom exito.

Uma vez mais, estamos aqui a falar, não é só uma coisa física, sim, por isso temos, por exemplo, uma faca, a faca não está afiada, vai ser mais difícil para cortar o bife ou a carne, vai ser mais difícil, mas a faca vai cortar muito mais facilmente. E aqui está a dizer que, se o ferro está embutado e não se afia o corte, é preciso redobrar a força. Está claro, o ponto físico é conclusão natural, mas temos que olhar para o ponto espiritual.

Precisamos de ter sabedoria para lidar com situações.

Por isso há uma situação, lidando essa situação com sabedoria, vai se resolver a situação de uma maneira muito melhor. Por isso, é que diz que se resolve com bom exito.

E por isso, imagina, se você tem uma faca que corta bem, uma coisa que vai fazer vai cortar mais rapidamente. Quer dizer, vai resolver o assunto mais rapidamente.

Mas, por outro lado, também, há um equilíbrio aqui. Porquê temos uma coisa espiritual, às vezes é preciso ter cuidado, não agir rapidamente mais. Por isso, aqui, vê-se outro caso de sabedoria.

Porque se queremos apressar uma coisa, às vezes não dá tempo para preparar, para planejar, para reduzir os riscos.

E isso pode causar um problema. Vemos aqui, se a cobra morder antes de estar encantada, não há vantagem no encantador. Porque se, quer dizer, o encantador poderia ser também, há algumas versões, escrevem o falador, com uma almeida corrigida e fiel, o falador.

E aqui, se a cobra morder antes de estar encantada, quer dizer, não se dedicou o tempo suficiente para resolver a situação, para ver as coisas todas, não há vantagem de uma pessoa, por exemplo, ter grande sabedoria em resolver isso, porque não atuou a hora correta. Por isso, é um encantador de cobras, mas não esperou para as coisas serem resolvidas. Então, o que aconteceu? Pronto, a cobra mordeu, porque não estava, digamos assim, encantada. Mas também poderia ser traduzido como falador. Se uma pessoa fala muito e, por exemplo, é um bom palestrador, dá grandes palestros, é um ministro que dá bons sermões e coisa assim. Mas não sabe atuar com as pessoas em situações e, às vezes, reage assim muito rapidamente e diz uma coisa que não devia ter dito muito rapidamente, não há vantagem nas palestras todas que deu. E, por isso, vê-se aqui certos simbolismos espirituales que faltam a falar a séquia da sabedoria. Veja, por exemplo, em Tiago 3, versículo 8, Tiago 3, versículo 8, que é a situação de usar a língua numa maneira descontrolada. Por, às vezes, uma pessoa sabe falar muito bem, mas usa esta língua de uma maneira assim, um bocado áspera, e diz assim a língua porém nenhum dos homens é capaz de domar. É mal incontido carregado de veneno mortíforo. Por que? Porque não usou a língua da maneira correta, como uma cobra. E, por você poder ler esta secção de língua, que é língua como um fogo, e, se tudo, temos que controlar a língua. E este é o princípio aqui. Veja em Iglesias 10, não há, perdão, Salmos 141, e depois voltamos a Iglesias 10, para ver ainda Salmos 141, versículo 3 e 4. Salmos 141, versículo 3 e 4.

Põe guarda, Senhor, a minha boca. Vigie à porta dos meus lábios. Não permitas que o meu coração se incline para o mal, para a prática da perversidade, na companhia de homens que são mal-feitores, e não coma eu das Suas igorias. Aqui em casa é uma boa oração que precisamos ter, porque precisamos dourar e pedir a Deus, para Ele nos ajudar a guardar a boca, para nos ajudar a vigiar a porta dos meus lábios. Por quê? Para não magoarmos as outras pessoas. E, por isso, voltando a Ecclesiastias, capítulo 10, versículo 11, diz-se assim, se acorda o mordeir antes de estar encantada, não há vantagem no encantador. Se nós mordemos a outra pessoa, sem dizer as coisas da maneira correta, não há vantagem em ser uma pessoa que separe muito bem. Por isso, aqui em Vesse é o princípio, no versículo 11. Agora vamos ler o versículo 12. Nas palavras do sábio há favor, mas ao tolo, os seus lábios devoram. As palavras do sábio dão um bom nome ao sábio, dão um favor, dão um bom nome, mas também as palavras do sábio são bondosas e são boas para as outras pessoas. Enquanto as palavras do tolo, as palavras mas ao tolo, as palavras do tolo, eles são devoradas, eles são devorados pelas suas próprias palavras. Quer dizer, vão causar problema ao tolo próprio. E então, continuando no versículo 13, as primeiras palavras da boca do tolo são instutícia e as últimas, loucura perversa. Inicialmente, se uma pessoa é tola, diz coisas que não devia dizer, inicialmente, são simplesmente palavras bobas. Pronto, é, ele disse isso. Mas, se continuar a dizer isso, se a pessoa tem uma autoridade, e se é uma pessoa de autoridade, se é um governante de autoridade, essas palavras desenfreadas tornam-se uma loucura delirante, uma coisa terrível. E por isso diz, as primeiras palavras são instutícia. Mas, se isto continua e vai ficando pior, pior, as últimas são uma loucura perversa.

É o que vemos aqui. Continuar agora no versículo 14. O estudo multiplica as palavras, ainda que o homem não sabe o que se cederá. E quem manifestará o que se terá depois dele? A palavra do tolo, ele fala, fala, fala, fala. Fala demais e não sabe o que está a falar. O estudo multiplica as palavras, ainda que o homem não sabe o que se cederá. Ele não sabe o que está a dizer, não sabe o que vai acontecer. Mas está a dizer, olha isso que vai acontecer e o que vai acontecer. Está a dizer essas coisas todas, fala demais, pensa que sabe o que vai acontecer. Quantas pessoas vem para começar um interesse na igreja e dizem tantas asneiras da Bíblia, olha isto vai ser e na realidade não sabem o que a Bíblia diz. E por isso é um problema, digamos assim, que é um problema da arrogância, de presunção, de julga que sabe demais, mas essa pessoa acha que sabe mais do que realmente sabe. Lembre-se em Igreja estes capítulo 3, versículo 7, que há tempo para tudo, há tempo para tudo. Esta é a seção de Igreja estes capítulo 3, diz há tempo a nocer, tem tempo a morrer, tem tempo a plantar, tem tempo a arrancar. No versículo 7 tem tempo de rasgar, tem tempo de cozer, tem tempo de estar calado e tem tempo de falar. O sábio sabe quando deve estar calado. Isso é uma coisa que o sábio precisa de saber, sabe quando deve estar calado. Por outro lado, o sábio conselheiro sabe que não pode prever o futuro. E assim tem cuidado com as suas observações, com muduração e humildade, tem cuidado com isso. Por que ao fim de contas, as coisas estão nas mãos de Deus. Muitas coisas estão nas mãos de Deus. E por isso é que devemos dizer, olha, se Deus quiser, é uma boa coisa de dizer, porque as coisas estão nas mãos de Deus.

Veja também que Lisiestes capítulo 5, versículo 3, diz aqui, porque dos muitos trabalhos, vêm nos sonhos e do muito falar palavras nésseas. É interessante quando eu às vezes estou em grupos de pessoas, que as pessoas estão a falar e dar as suas opiniões e coisas assim. E às vezes, muitas vezes, há certas pessoas nesses grupos que gostam de falar de mais. E eu digo assim às outras pessoas, olha, ele gosta de ouvir a voz dele, gosta de ouvir a voz dele. Porque às vezes, vemos assim, quando estamos em grupos de certas pessoas, há certas pessoas que querem dominar a conversa. E às vezes é importante aprendermos a ter cuidado e dar oportunidade a pensar e a ver como responder. Precisamos de pensar como responder. Veja pro verbos capítulo 15, versículo 28.

O coração do justo medita o que há de responder. E por isso, às vezes, é bom estar com o lado de pensar e medir, meditar e medir cuidadosamente como responder à situação. Porque podemos magoar pessoas. Há pouco lemos pro verbos 15, versículo 1. Agora quer ler pro verbos 15, versículo 2. Diz assim, a língua dos sábios adorna o conhecimento. Mas a boca dos insensatos derrama a estoutícia. É interessante que a Bíblia em inglês escreve neste versículo a Bíblia dos sábios, em vez da adorna o conhecimento, diz, usa a sabedoria corretamente. Adorna o conhecimento, quer dizer, usa a sabedoria corretamente. Mas os tolos usam a língua para derramar tudo isso. Por isso este versículo 2. Por isso eu galgo de vez em quando gosto de ver várias versões, porque às vezes dá-se uma luz um bocadinho mais interessante, acho. Continuamos, então, a ler aqui no versículo 15. Agora, ler no versículo 15 o trabalho do tolo Fadiga, pois nem sabe ir à cidade. Uma coisa simples, que aí é a baixa e a cidade, para o tolo é uma coisa muito difícil, é muito trabalho. Por que? Porque nem sabe fazer isso. É um trabalhão.

E por isso, isso é uma possível interpretação deste versículo. O tolo, porque pensa que sabe tudo, mas não sabe. Até ir à cidade é um trabalhão. Outro significado, ou a interpretação deste versículo, pode ser estar cansado pelo trabalho, o trabalho simples, mas está cansado. Por que? Porque está a perder tempo quando devia estar a trabalhar. Quando devia estar a trabalhar, perdeu tempo. E agora, está cansado de trabalhar, por que? Porque desperdiçou o tempo. Por isso está cansado, porque já poderia ter completado este trabalho, mas perdeu tempo. E agora está trabalhando e trabalhando e trabalhando e está cansado.

Por isso, é uma possível interpretação desta. Por outro lado, se vamos olhar este versículo do lado de um conselheiro, o conselho de uma pessoa que seja tola, é tão ruim, pois nem sabe o caminho para casa.

Podemos meditar nesses versículos, porque olhando a estes versículos, estes provermes de ângulos diferentes, aprendemos certas lições, basicamente, só as mesmas lições, mas as lições com uma visão um pouco diferente. Faz-me lembrar, quando os Cristo disse que é um cego, guiando o outro cego, vão todos caírem na cova. Por isso, é a mesma coisa. Se uma pessoa é tola, não é bom ele ser olida. Continuando agora a ler versículo 16 e 17. Estes dois versículos é o caso de, digamos assim, uma maldição e uma benção. Ainda teotera, cujo rei é criança e cujos príncipes se banque que teiam já de manhã. Digo, digamos assim, essa é a maldição. A benção, versículos 17. Ditosa tu, O Terra, cujo rei é filho de nobres e cujos príncipes se sentam à mesa, a seu tempo, para refazerem as forças e não para bobdice.

Ora, esta... você verá-nos aqui no versículo 16. Ainda teotera, cujo rei é criança. A palavra criança na versão internacional. A nova versão internacional diz servo, que é uma pessoa não madura e maturo, indigro de avançar em caráter. Por isso temos um rei que é uma pessoa que não tem as qualificações de ser rei. Isto é, é mentalmente uma criança, não estou a dizer que seja uma pessoa de 5 ou 7 anos, não estou a dizer que é uma pessoa adulta, mas mentalmente é um tolo, é uma criança.

E cujos príncios se estão a beber e a usar a riqueza do reino, do país, da nação, então a estragar, desperdiçar o dinheiro da nação, ainda tinha o país em que isto está a acontecer, ou a cidade em que isto está a acontecer, ou a empresa em que isto está a acontecer. Porque estas pessoas são alto-indulgentes, não têm domínio próprio, estão a beber de manhã, isto quer dizer, para beber rio de manhã e coisas assim, já estão a ficar bêbados, e por isso só estão preocupados em eles próprios, e não estão preocupados em conservir o próximo. E por isso é uma pessoa que se chama, por exemplo, um narcisista, uma pessoa que tem um interesse excessivo ou a debiração por si mesmo, e por isso há de ti, ou terra, ou nação, que tenha essa pessoa como rei, como governante.

Veja, em paralelo a isto, este pensamento, pro verbos 23, versículo 30 e 32. Para os que se demoram em beber vinho, quer dizer, bebem vinho, vão bebendo, vão bebendo, estão a demorar a beber vinho, então, a beber muito vinho, para os que andam buscando bebida misturada, não olhes para o vinho quando se mostra o ramelho, quando respondece no corpo, pois, ao cabo, morderá como a cobra e picará como o basilisco.

Por isso, vemos aqui que o problema aqui, estamos a ver, é, estão a beber vinho, quando não devem causar problemas, porque estão a abusar o que tem, estão a desperdiçar a riqueza da nação e, por isso, isso é um problema. Agora, voltando a Ecclesiastas 10, versículo 17, aí está o contrário, que é festejar corretamente. Aí diz assim, ditosa, tu alterra que o jurei é filho de nós, que é uma pessoa que sabe o que está a fazer, que sabe governar, que é sábio, se senta à mesa para comer, para participar numa convivência saltável, a seu tempo e para refazerem as forças, para comer e para ter mais energia, e não para beber disso. Quiserem, então, aí, uma convivência adequada, tem uma alimentação correta e estão a promover a força da nação, estão a abusar os seus recursos.

Versículo 18 e 19. Pela muita preguiça, desabam o teto e pela frochidão das mãos, goteija a casa. Aqui vê-se o problema da preguiça e óciosidade, que não trabalha, preguiçoso. E as coisas físicas vão ficando assim, com falta de cuidado, vão ficando assim descuidadas, as portas começam a quebrar, os feixos ficam quebrados e não estão a reparar as coisas, não há manutenção para ter as coisas boas. E isso é o que a Bíblia diz, preguiça, preguiçito. A frochidão das mãos goteija a casa. Porque não está a trabalhar, a coisa precisa de atenção, vamos trabalhar e reparar-se. No versículo 19 temos o festinho faz-se para rir, o vinho alegrar a vida e o dinheiro atende a tudo. Aqui está mais a olhar para o ponto de bons resultados de uma vida sábia. Um uso correto. Sim, não é um abuso agora. Um uso correto. Sim, não há errado entre uma festa, não há errado entre um caduvinho, não há errado em usar dinheiro para pagar por essas coisas, mas é uma questão de prevenir prioridades corretas. Por outro lado, o tolo vai usar essas coisas incorretamente. E está claro, as coisas físicas não são fonte de alegria. A fonte de alegria é o Espírito de Deus, a estar perto de Deus. Agora vamos concluir com o versículo 20, que mencionamos há pouco, e que está ligado ao versículo 4, e diz nem no teu pensamento a maldições do rei, nem tão pouco no mage interior do teu quarto.

O rico, porque as aves dos céus poderiam levar a tua voz e o que tem asas daria notícia das tuas palavras. Cuidado com o que dizes, cuidado com o que pensas, sim, mesmo com o que pensas, porque diz aqui tão pouco no mage interior do teu quarto. Isto é simbólico ao que estás a pensar.

Eu também vejo no versículo 20, nem no teu pensamento a maldições do rei, no teu pensamento. Por isso, por exemplo, você tem que cuidar com estas atitudes, porque depois das atitudes vai haver ações. Porque? Mas, cheiro ou mais tarde, a outra pessoa vai ter de conhecimento do que estás a pensar, e isso vai afetar negativamente. Principalmente, se estás a falar mal daquele chefe teu, ou daquele patrão, ou daquele governante. E por isso sabemos, respeita as autoridades. Vejam em Exodus 22, versículo 28. Contra Deus n'ombres fermerás, nem a maldições erás o príncipe do teu povo. Não tens de dizer mal. De Deus, nem os lindas da tua lação. Veja também em Atos, capítulo 23, versículo 5. Atos 23, versículo 5. Não respondeu Paulo. Não sabia, irmãos, que ele é o Somo Sassardado. Está escrito. Não falarás mal de uma autoridade do teu povo. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não falarás mal de uma autoridade do teu povo. Ele está aqui para citar. Esos 22, versículo 28. E, por isso, veja aqui que precisamos ter respeito para as autoridades. Então, nesta seção que estudamos hoje de Ecclesiastes, está aqui uma mensagem importante. E isto é que precisamos lembrar que a mensagem através do livro de Ecclesiastes é que, embora nós estamos lamentando que vivemos numa vida com muitas dificuldades, com muitas frustrações, devemos ter muito cuidado e tomar decisões sábias para evitar ou aumentar essas dificuldades e frustrações. Não é só decisões sábias, mas é usar as palavras de uma maneira sábia para não causar, assim, tantas grandes dificuldades.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).