Bem, irmãos, o estudo hoje à noite eu podia entitular no dia de adversidade considera. Ora, nós abordámos já até ao capítulo 6 de Ecclesiasties e hoje vamos começar com o capítulo 7. E que é parte de uma parte central deste todo argumento, deste tese, deste livro que o Salomão está a descrever acerca de sabedoria. E, nesta secção, estamos a abordar Salomão dá conclusões das secções prévres. Uma secção foi acerca de apreciar a vida como um dom de Deus e a outra secção foi entender o grande plano de Deus. E, por isso, nesta secção central, Salomão está a aplicar conclusões acerca dessas apreciações e a entender o plano de Deus. Apreciar que a vida é um dom de Deus e precisamos entender o plano de Deus. Ora, ele está a aplicar isso porque há certas aparentes desigualidades na vida. E, por isso, está a avaliar estas desigualidades. No estudo anterior, na semana passada, vimos que a prosperidade nem é sempre, necessariamente, uma coisa boa. Primeiro, nem é sempre necessária, mas nem é sempre necessariamente uma coisa boa. Ora, isso é um contraste, porque uma pessoa geralmente diz, olha, prosperidade, ser próximo, ter sucesso, é uma coisa boa. Mas aqui está a dizer que foi o que abordámos no capítulo 6, que a prosperidade nem sempre é uma coisa boa. Ora, hoje vamos abordar o capítulo 7, do versículo 1 a 15, que, em vez de falar acerca da prosperidade, que, como eu disse, parece uma coisa boa, mas que nem sempre é necessariamente uma coisa boa, hoje vamos abordar acerca de adversidade. Isto é problemas, aflições, dificuldades na vida, adversidade, aflições, que geralmente nós pensamos que uma coisa boa. E aqui Salomão está a dizer que nem é sempre necessariamente mal. Por isso, veja estes contrastes que Salomão me dá nestes ensinos aqui. Agora, no livro da Ecclesiastis vemos várias recomendações para aproveitarmos os prazeres da vida diária, incluindo tendo uma certa diversão em bons momentos com outras pessoas, aclaram dentro dos limites também de Deus. Mas, apesar dessas recomendações como está a ser, há momentos, há alturas na vida que precisamos levar as coisas a sério, especialmente quando enfrentamos os tempos difíceis de vida, como vamos ver depois. Notavelmente, por pior que sejam as circunstâncias negativas, isto é, embora haja muito sufrimento, essas coisas negativas podem ser benéficas. Para, ao fim do capítulo 6, no versículo 12, lemos, pois quem sabe o que é bom para o homem, durante os poucos dias da sua vida de vaidade. Ainda não é o que é bom para o homem, mas é o que é bom para o homem. No capítulo 6, no versículo 12, lemos, pois quem sabe o que é bom para o homem, durante os poucos dias da sua vida de vaidade. Os quais gastam como sombra. Quem pode declarar o homem que será depois de ele debaixo do sol? Mas aqui está a perguntar, quem é que sabe o que realmente é bom para o homem? Ora, a resposta óbvia é Deus. Deus é que sabe o que é bom para nós. Ora, esta pergunta sobre o que é bom, digamos assim, é uma improdução ao capítulo 7, aos pontos que vamos abordar no capítulo 7. Porque aí vamos ver agora alguns provérbios, digamos assim, ditados ou dicas, que são de grande sabedoria. São muito importantes, particularmente quando confrontamos grandes problemas na vida. E, irmãos, todos confrontamos grandes problemas na vida. E, por isso, precisamos de entender que estas coisas que são difíceis como sofrimentos e aflições, às vezes, são para o nosso bem. Coisas que são de maior valor do que a prosperidade, do que ter sucesso na vida, financeiramente, ou seja, o que for. E, por isso, vemos aqui, nesta secção, várias dicas e sete delas começam melhor, ou usam a palavra melhor é. Você vê no capítulo 7, no versículo 1, melhor é a boa fama. E, depois, ao fim do versículo 1, melhor do que o dia do nascimento. No versículo 2, melhor é ir à casa. No versículo 3, melhor é...
E, depois, no fim do versículo 3, se faz melhor o coração. Melhor é ouvir a repreensão do sábio. Lê-se no versículo 5, no versículo 8, melhor é o fim das coisas. E, também, no versículo 8, melhor é o paciente. Vê-se aí várias vezes.
Que a palavra melhor é é mencionado, pelo menos umas sete vezes, dependendo da maneira que contamos. Mas, várias vezes. Ora, é importante tomarmos atenção a esta secção. Porque há alguns pontos, há aqui uns pontos que são muito, muito importantes para nós entendermos da nossa vida e para termos sabedoria. Então, vamos começar no versículo 1, do capítulo 7, simplesmente a primeira parte.
Que diz assim, melhor é a boa fama, do que o um gento precioso. Melhor é um bom nome. Melhor é uma boa reputação. Melhor é uma pessoa que é respeitada. De que um gento precioso. Para um gento precioso, seria, por exemplo, literalmente um óleo de boa qualidade. Talvez significando o mais alto grau de qualidade de azeite de oliva. Seria, por exemplo, usado para medicamentos, perfumes e unção religiosa.
É assim que há de dizer que um bom nome é melhor que a melhor qualidade de medicamento ou coisa que haja aí. Um gento, qualquer que haja aí, para fazer você sentir bem. Aqui há um ponto interessante que não se vê na tradução para português e também não se vê na tradução para inglês. Mas no hibraico, aqui há o que se chama uma aliteração poética. O que quer dizer a palavra aliteração? Aliteração quer dizer a ocorrência da mesma letra ou do mesmo som ao início de palavras adjacentes. Isto é uma perto da outra ou lado da outra ou intimamente conectadas. E por isso, no hibraico, a palavra nome e um gento. Em hibraico é shem e o gento é shemen.
E por isso são palavras semelhantes. Por isso, vê-se aqui uma aliteração poética. É melhor um shem do que o melhor shemen, assim, uma aliteração poética. Um bom nome, como disse, é referência a uma pessoa ter uma boa reputação que geralmente é estabelecida por um meio da vida, dessa pessoa ser demonstrada que essa pessoa tem um bom caráter, tem um bom nome.
Olha, a pessoa faz as coisas corretas, a pessoa sabe, sabe a tratar as outras pessoas bem. E isso, como é que as pessoas sabem que essa pessoa tem um bom nome? Por causa da experiência, por causa de cruvações e testes de caráter.
Sim, porque quando tudo corre bem, é fácil dizer, olha, boa pessoa. Mas quando essa pessoa tem aflições, tem problemas, ou seus amigos ou familiares têm problemas, e essa pessoa, debaixo dessas aflições, provações ou testes, aflições ou dificuldades, essa pessoa trata os outros com respeito, com cuidado, não fica com ira, não dá palavras que os outros pensem que essa pessoa é subberba ou arrogante, essa pessoa nas palavras demonstra carinho, por causa disso, essa pessoa tem um bom nome. Interessante, irmãos, a um dos mandamentos de Deus que diz, não use o nome de Deus em vão.
Ora, nós temos, digamos assim, a volta de nós o nome de Deus, porque somos verdadeiros cristãos. E como verdadeiros cristãos, as pessoas estão a olhar para nós e dizer, espero que o que vocês me dizem é isto, estão a dizer, olha, na maneira que essa pessoa me tratou ou está a tratar outras, na maneira que disse coisas, eu estou a ver o que é um verdadeiro cristão.
Por outro lado, algumas pessoas, se a pessoa que é um cristão, nem igreja, diz coisas que são como um chicótico, machucam, e macon, os irmãos, por exemplo, na família. O que que esses irmãos na família vão dizer? Olha, se isso é ser um verdadeiro cristão, não quero nada a ver com essa igreja.
Essa pessoa não está a dar um bom nome a Deus, e isso é um significado adicional, que essa pessoa que está a dar um mau nome a Deus está a usar o nome de Deus em vão, de uma maneira incorreta.
E por isso, termos um bom nome, sermos uma pessoa de boa reputação, uma pessoa que é respeitada pelos outros, principalmente na família, é extremamente imperfecto. Entendemos que nem sempre é possível liderem em paz com todos os homens, porque, me diga, diz, tanto quanto é possível ir em paz com todas as pessoas, mas tanto quanto é possível, às vezes não é possível, mas isso é uma exceção.
No Marjol, a pessoa que tem um bom nome, a maioria das pessoas, dizem que tem um bom nome, e por isso diz, é melhor de um gente precioso. E notem que esses óleos e aromas nesses dias da antiguidade eram mercadorias muito valiosas, eram luxos que só para poucos que tinham recursos, podiam desfrutar. E por isso está a dizer, um bom nome é o maior que isso.
Em Clasio 5, versículo 19, diz, quanto ao homem a quem Deus conferiu riquezas e bens, ele deu poder para Deus comer, receber a sua porção e usar o seu trabalho, isto é o dom de Deus. E por isso, aí estamos a ver que é correto, que os ricos, que aqueles que têm certas possibilidades nesta vida física, com as quais benções Deus nos abençoou, era certo para essas pessoas desfrutarem dessas benções, não há nada errado com isso.
Mas mesmo assim, ter uma vida piadosa, isto é uma vida segundo Deus, nem sempre é fácil. É um trabalho árduo, principalmente nesta vida, de problemas e dificuldades e argumentos. E por isso, desenvolver o caráter de Deus e a confiança em Deus, isto é fé, durante os tempos difíceis, nesses tempos difíceis, é difícil. E por isso, ter um bom nome, é um tesouro muito valioso. Vejam Romanos capítulo 5, versículo 3 a 4. Romanos 5, versículo 3 a 4.
Romanos 5. Ora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus de ramado, a nossa curação, perdão, 3 a 4, está valendo, versículo 5, desculpendo. E não somente isto, mas também nos gloriamos nas próprias tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança e perseverante frança, experiência. Experiência quer dizer, documento, caráter, caráter provado e a experiência esperança. E por isso vemos aqui que este bom nome é o resultado de vivermos e passarmos por várias tribulações. E através disso, estamos a perceber, nestas dificuldades, estamos a vencer, estamos a ter cuidado com a língua, estamos a ter cuidado com o que tratamos os outros e isso desenvolve a experiência, o caráter, o caráter de Deus. E então, com esse caráter, temos esperança no futuro, no redor. Vejam também em 1 Pedro capítulo 1, 1 Pedro capítulo 1, versículo 6, a 7. Não exaltar exaltagem embora no presente, perdão, misso exaltagem embora no presente, por breve tempo, se necessário, seja incontristado para várias provações, para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé, muito mais preciosa de que o ouro pressível, mesmo apurado por fogo. Por isso, temos aflições, como que se fossem testes de fogo. Algumas aflições que temos são muito difíceis, muito difíceis. Mas, isso, essas aflições que, embora nos façam tristes, que diz aqui, se jayes concristados para várias provações, isso confirma o valor da nossa fé, da nossa confiança em Deus. Por isso, é muito bom, é muito valor ter um bom nome. E este bom nome salvem, muitas vezes, por testes e aflições. Lembrem-se que, também, em Eclasiastes 10, e em Eclasiastes 10, falando no versículo 1, há outro ditado sobre um gento perfumador. E aqui diz, qual a mosca morte faz o gento de perfumador isalar mal cheiro? Assim, é a sabedoria e a honra um pouco de estuquice. Aqui está, por isso, a falar que vai dar início aqui, nesta secção, capítulo 10, que não vamos abordar hoje, mas nesta secção, no capítulo 10, dá início, a outra lista de provérbios, neste caso, moscas mortas, que estragam o gento. E isso é comparado à reputação, isto é, ao nome da pessoa, sendo estragado ou maculado pela loucura, por fazer coisas que não devem ter feito. Agora, continuando a ler no versículo 1, a segunda parte do versículo 1 diz, e o dia da morte melhor do que o dia do nascimento. O que exatamente significa isso? Algumas pessoas pensam ou aceitam esta leitura e pensam que é simplesmente uma coisa pessimista, seguindo a linha de pensamentos de que é melhor morrer do que viver. Embora, em Ecclesiastes 9, versículo 4, diga ao contrário, veja Ecclesiastes 9, versículo 4 diz, para que o que está entre os vivos à esperança, porque mais valão cão, o vivo do que um lião morto. E, por isso, podemos considerar esta última parte de Ecclesiastes, versículo 1, debaixo do contexto da primeira parte do versículo 1, de uma maneira que o dia da morte seja semelhante a um bom nome. Por isso, no dia do nascimento, a pessoa não tem reputação. A reputação da pessoa não está estabelecida. É como se fossemosmente uma chapa de ardósia, um quadro branco, em que não tem nada escrito. Mas no dia da morte, a pessoa tem uma reputação estabelecida. Veja no versículo 8 de Ecclesiastes 7. O versículo 8 de Ecclesiastes 7. Melhor é o fim das coisas do que o seu princípio. Por que? Porque, ao fim das coisas, temos os resultados, temos a realização, temos o que foi executado durante esse período, neste caso da vida. Se alguém ganhou um bom nome, até ao fim da sua vida, essa situação é melhor do que o nascimento. Por que? Por causa do que ele alcançou na sua vida.
E esse? Agora, bom, está. Está a descansar, está a dormir, sem preocupações, sem mais testes, sem mais dificuldades, numa morte em que não tem consciência e será recompensado na resurreição futura. Sim, a morte não tem consciência, como vemos em Ecclesiastes 9, versículo 5, que diz por que os vivos sabem que é um demorreiro, mas os mortos não sabem coisa nenhuma. Fecha também no versículo 10, do mesmo capítulo 9. Tudo quando vier à mão, para fazer faz conforme as suas forças, porque no além, no xeol, está na sepultura, pronto, vais, não há obra, nem projetos, nem conhecimento, nem sabedoria alguma. Por isso, essa é uma maneira de ver que a pessoa fez coisas boas, tem um bom nome, e ao fim da vida, os sufrimentes e as aflições pararam, está a descansar até a resurreição e vai ter o seu galardão na resurreição. Por isso, a morte é uma coisa melhor que a vida, nesse contexto. Quer dizer, a morte é a melhor do que o dia do nascimento. Por outro lado, se alguém fez mal durante a vida e teve, ou acabou tendo uma reputação ruim, então o ponto da morte também pode ser visto como melhor do que o dia do nascimento. Por quê? Porque esta vida, infrutifra e fútil, chega ao fim e essa pessoa será ressuscitada no mundo melhor, e ela será ressuscitada na segunda resurreição, para enfrentar este período de julgamento e ter oportunidade de fazer melhores escolhas e ter um conhecimento que nunca teve. E por isso, essa pessoa que não foi um cristão, mas que não sou uma verdade, que teve uma reputação ruim, vai ter oportunidade que nunca teve. E por isso, a morte para ele também é uma coisa boa. Porque esta vida difícil e infrutifra, chegou ao fim. Por outro lado, há aqueles que rejeitaram a Deus em recusa total, completa recusa. Não se arrependeram. É melhor que a vida cheia de miséria delas e a miséria que estão a causar aos outros termina. E que, então, pois vai ter uma breve sentença final no lago do fogo que vai ser aguardado no futuro. E por isso, essa pode ser um entendimento aqui desta última secção do versículo 1. Mas há outros que leem isto de outra maneira. É interessante analisar isto também. E, em vez de se referir à experiência do nascimento e à experiência da morte, é mais referindo-se às pessoas, outras pessoas estarem presentes durante o nascimento, ou as outras pessoas estão presentes durante a morte, ou isto é o enterro ou a cerimônia deste luto, deste funeral. Isto é então olhando para a situação das outras pessoas. E, por isso, uma pessoa diz, olha, é melhor ver ou estar presente num funeral do que estar presente quando uma bebe nasce. Por quê? Quando uma pessoa experimenta o que experimentamos quando uma pessoa morra, isto é um momento de luto e um funeral, é melhor do que essa pessoa experimentou no primeiro dia de nascimento de qualquer outra pessoa, ou no aniversário, ou no movimento de celebração.
E isto faz senso se olharmos para o próximo ciclo. Por um ciclo, o ciclo é melhor ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete. Pois naquela se vê o fim de todos os homens e os vivos que o tomem em consideração.
Por isso, isto é uma possibilidade também da leitura ao fim do versículo 1. Em outras palavras, um funeral ou um período de luto tem o benefício de fazer outras pessoas pensarem sobre a sua própria mortalidade. Os funerales nos fazem lembrar que nós todos um dia vamos morrer. Ou, na outra palavra, os funerales antecipam o nosso próprio funeral. E isso é um lembrento valioso para nós. Em Salmos 90 versículo 12, ensinamos-nos a contar os nossos dias para que alcancemos o coração sábio. Ensinamos-nos a contar os nossos dias. Pensar na nossa mortalidade, não indevidamente, conforme mencionado em Ecclesiastes 5 versículo 20, mas em equilíbrio. Ora, vejamos como é que diz no capítulo 5 versículo 20. Porque não se lembrará muito nos dias da sua vida, porque o Quanto Deus lhe enche o coração da alegria. Ora, estamos a ver aqui que é um balanço, um equilíbrio.
Por isso estamos a pensar na nossa mortalidade, mortalidade, não indevidamente, mas em equilíbrio. E isso nos faz motivar em acertar as contas com Deus e fazer o nosso uso de tempo, nesta vida, melhor. Mas, vamos então agora, o versículo 3 e 4. Melhor é a mágoa do que o riso, por conta da tristeza do rosto, se faz melhor a coração. O coração dos sábios está na casa de luto, mas o dos insensatos, na casa da alegria.
Melhor é a mágoa do que o riso. Ao afirmar que a tristeza é melhor do que o riso, e depois diz que a tristeza torna o coração melhor, porque diz assim, porque a tristeza, o rosto, se faz melhor o coração. Aqui vemos uma transição, ou uma comparação, da sabedoria com a turista. E isto vai para lá, muito mais do que sim de sua observância, de um funeral, ou de um período de luto. Está claro, esta passagem inclui isso, mas está falando da vida de uma forma mais legal, mas aqui não está a dizer que rir é uma coisa ruim, não é nada errado em rir e estar alegre. Por entusiastes 9, versículo 7, vejam, vi pois, como vai pois, como com alegria o teu pão e bebe gostosamente o teu vinho, porque pois Deus já dante mão se agrada, desto os ordres, por isso não é nada errado com rir. Veja pro verbo capítulo 17, versículo 22.
O coração alegre é bom de remédio, mas o espírito é batido, o espírito é batido e faz secar os ossos. Por isso, ter um coração alegre, estar alegre, estar feliz, sorrir, é boa coisa. E por isso o riso é parte de ter um coração alegre, ou estar alegre, mas rir no contexto irrado não ajuda. Por que que é no contexto? Melhor é a mágoa, no contexto que há um período de mágoa, do que estar a rir. Por exemplo, imagine vir a um funeral e estar a rir-se, a maturir-se. Em Ecclesiastos 3, versículo 4, lemos nesta secção que há uma hora de rir, que há uma hora de chorar. Ecclesiastos 3, versículo 4, há tempo de chorar e tempo de rir. E por isso existem muitas coisas tristes no mundo e essas coisas, quando as confrontamos, devemos nos aproximar com uma atitude correta. Não devemos de estar a ser uma pessoa assim, olha, eu não tenho estes sentimentos, não choro. Às vezes, a esta coisa que dizem, olha, um homem não chora. Não há nada errado em chorar, essa situação merece. Não há nada errado em expressar os nossos sentimentos, quando há coisas tristes no mundo. Deus espera que quando vemos as coisas difíceis neste mundo e as abominações nesta sociedade, que suspiremos e choremos por causa de todas as abominações. Isso é o que lemos em Ezekiel 9,4. Deus olha para aqueles que suspiram e choram por causa das abominações que estão a ser contidas. E por isso, não há nada errado clamar pelo dor que todos passam e assim dar a lívio. Outra situação em que vemos coisas e que não é situação de rir, é quando reconhecemos os nossos próprios pecados. E quando reconhecemos os nossos próprios pecados, devemos ter luto. Isto é arrependimento, remorso. Por isso é que nas bem-aventuranças dizem bem-aventurados os que estão de luto. Por que? Porque estão a ver os seus pecados, as suas situações e a reconhecer que têm que ter remorso e especificamente arrependimento. Outra situação em que precisamos ter cuidado e de ter uma sensibilidade é para estarmos tristes quando vemos outras pessoas ou irmãos a sofrerem. Porque é fácil dizer, olha, ele merece, ele desopteceu a Deus. Temos que ter corações sensíveis e estar tristes quando vemos as pessoas a sofrerem. E estamos tristes porque, de facto, se não se arreprenderam, também estamos tristes por causa disso. Ora, esta, como diz aqui, melhor é a mágoa do que o iso. Isso nos ajuda a sentirmos melhor. Porque quando expressamos este sentimento de dor, nos ajuda a ficar melhor. Mas não devemos de ficar desanimados. E, por isso, ficar triste com as dificuldades e com os problemas, pode nos ajudar a enfrentar ou a confrontar estas dificuldades e problemas. E pode-nos ajudar a curar e a seguir em frente da vida. Por isso é que lemos, ou mencionei há pouco, que é uma das bem-aventuranças. Bem-aventurados os que estão no luto, os que choram, porque são consolados, ou serão consolados. Isso é Mateus 5,5,4. Ora, esta consolação final será no rei de Deus, no futuro. Mas Deus nos dá conforto hoje também. E que o zeste 7, no ciclo 4, diz assim, o coração dos sábios está na casa de luto. Isso está claro, diz respeito à resposta apropriada às tristezas ou aos vários testes e dificuldades e aflições da vida. Isto é do dia da adversidade, como lembra-se no versículo 14, do dia da adversidade. Ora, isto está em contraste com o coração dos tolos, porque o coração dos tolos está na casa da alegria. O 7, no ciclo 4, diz que o coração dos sábios está na casa de luto, mas o dos insensados ou dos tolos na casa da alegria.
Aqui vê-se novamente que algo que é indesejável, que é o luto, é realmente magnético. Enquanto o que realmente é, preferimos, preferíamos, isto é uma casa de alegria, nós preferíamos estar na casa de alegria, não está luto, mas que naquele momento não é realmente bom para nós. Uma vez mais, há uma hora de rir e uma hora para chorar.
Ora, isto é um ponto importante ao seguinte, os testes, as provações de uma maneira geral, pelas quais Deus nos deixa nós passarmos, não devem ser vistas como algum tipo de prova de que Deus não está governando o universo.
Outra vez, as provas, os testes, os regulados que nos encontramos, não quer dizer que é uma prova que Deus não está governando o universo. Também não é que Deus não tem nenhum plano a ser executado, porque Deus tem um plano. Ou não quer dizer que, olha, Deus não se importa comigo, não tem nada com isso. Em vez disso, estes testes, estas provações devem ser vistas, devem ser mantidas, numa perspectiva correta. Qual é essa perspectiva correta? Uma perspectiva correta, porque estão dentro do propósito sábio e amoroso de Deus.
As dificuldades, as provações, as acrições que temos estão dentro do propósito sábio e amoroso de Deus. Ora, isto é difícil de enermos. Às vezes, há pessoas que dizem, eu sou tão amoroso, como é que Deus permite isto? Como é que Deus permite estes dificuldades? Lembrem-se que as provações sempre têm um propósito benéfico. Os testes mostram o que você é e os testes provam que você não pode andar ou fazer, ou melhor, o que você pode fazer para realizar as coisas nesta vida sozinho. As provas ou testes fazem com que você se torne uma pessoa melhor. Isto é, estão a aperfeiçoar você e a mim. As provações levam ao fim a nossa força física, como se nós estamos a ser puxados até ao limite, mas fazem com que nós oremos. Essas provações fazem com que nós nos trunemos ou nos viremos para a palavra de Deus. Essas provações fazem com que nós começamos a ter maior confiança em Deus, ao fé. Essas provações, por outro lado, estão a provar o nosso caráter. Essas provações nos fazem mais humanos. Isto é, mais simpáticos e carinhosos com o sofrimento dos outros. Essas provações fazem coisas boas em nós. O único problema é que essas provações são coisas que nós não queremos experimentar.
Assim, olhando para trás e lendo o versículo 1 do capítulo 7, é como o Salomão esteja a dizer que Deus quer dar a você um bom nome, e não apenas um bom tempo. E adoro o sofrimento. É parte de nós aprendemos para termos uma melhor reputação. Para virmos a ter um bom nome.
Por que? E Deus faz desta maneira? Porque os bons tempos continuamente, só bons tempos, vão nos enganar e eludir. E por isso é que diz ao fim do versículo 4, mas os insensados, os todos, na casa de alegria. E se pode-se referir a esses que querem apenas ter bons momentos, querem ir para a festa, mais festas e mais festas, queremos festas. E receber convidados, ou visitar pessoas para celebrar ocasiões felizes.
Enquanto, por outro lado, precisam de resolver assuntos sérios. E por isso, pode-se referir até uma pessoa ir a uma caverna, a um pavo, um bar, ou coisa assim, para beber, rir e ignorar a dor. Mas isso, ignorar a dor, é só uma máscara temporária. E por isso, a alegria ou o riso nessa ocasião, é simplesmente uma espécie, um género de negar a realidade. De não enfrentar ou confrontar os problemas, isso é envolverse no escapismo e a fugar as tristezas. Por isso, muitas pessoas, no mundo hoje em dia, sejam no Brasil, sejam em Portugal, sejam onde for, fazem festas e querem festas para se divertir. Mas estão enganando-se, assim mesmo. Por que usam este prazer, ao avó para festa, no bobo a ver? Para quê? Para enturpe-se a dor. Para que não tenham de reconhecer as necessidades, profundas de seus corações imentes, e o que estão a fazer é que estão a criar um problema ainda maior.
Então, por que a tristeza é melhor que o riso?
Porque quem está rindo não está realmente enfrentando a realidade. Não está aprendendo nada sobre a natureza da vida, essa pessoa está apenas fingindo que a felicidade o fará completo.
Mas o propósito de Deus para o homem não é só aproveitar a vida, mas é conhecer a Deus. Ser como Deus é. Ora, isso não quer dizer que não podemos rir e divertir na vida. Não está a dizer que devemos evitar banquetes e prazer. Porque vemos um refrão repetido em que lesiastres que devemos comer e beber em companhia, no desfruto do nosso trabalho, como boas távidas de Deus. Mas a vida, esta vida não é para ser uma longa festa contigo. Por isso, não nos serviria bem. E por isso, frequentemente, na nossa vida, precisamos levar as coisas a sério. Precisamos de pensar e meditar e refletir nas coisas sóbrias da vida.
Sim, nós comemos todos os dias. Comemos todos os dias. Bebemos todos os dias. Isso é uma rotina. A beber, comer. Para poder beber vindo, estamos a comer e estamos a viver, comer para poder viver. Estamos a ter a vida. Isso é uma coisa rotina. Mas, além dessa rotina diária, como sabemos, precisamos de momentos de jejum para o nosso bem. Precisamos de jejuar para nos aproximarmos de Deus e contemplar o que é mais importante. E nessa analogia de comer todos os dias, mas, de vez em quando, temos de jejuar, é a mesma analogia que, sim, poder estar alegre e rir na vida, mas há momentos de luto. E nesses momentos de luto não são horas de rir. Não são horas de riso, mas são horas de mágoa e tristeza. E não há nada errado com isso, porque, como vimos, aprendemos lições, através disso. Vamos, então, ler agora, o versículo 5 e 6. Melhor é ouvir a repreensão do sábio e do que ouvir a canção do insensato, pois qual o crepitar dos espinhos debaixo de uma panela tal é a risada do insensato? Também, isto é variável. Mas tivemos dois provérbios que estão a contrastar a sabedoria e a tomissa, na maneira que reagimos às dificuldades da vida. O primeiro provérbio, que é no século 5, diz que é melhor ouvir a repreensão dos sábios de recransão dos tolos, em sábio 141, versículo 5. Vigemos então sábio 141, versículo 5. E, portanto, no século 5, diz que, firamo justo, será isso merceba. Repreendam-me, será como um óleo sobre a minha cabeça, a qual não há rejeitão. Continuarei a orar enquanto os provércios praticam maldade. Aqui está a dizer que o golpe ou a repreensão do justo, a dizer aí, firamo o justo, isso será merceba. Repreendam-me, será como um óleo sobre a minha cabeça. Quer dizer que o golpe ou a repreensão dos justos é uma bondade e um óleo valioso que não deve ser recusado.
Salomão escreveu outros provérbios, acerca de um valor de aceitar uma repreensão e o dano de desdunhar a correção. Então vejam provérbios 13 vs 18. Proverbios 13, vamos brevemente ver alguns provérbios 13 vs 18.
Progmesa e a fronta sobrevém ao que rejeita a instrução, mas o que guarda a repreensão será honrado. Quando o absor está nos acorregir que a sábia devemos tomar atenção. Às vezes não vemos, não gostamos, mas tem valor. Veja no provérbio capítulo 15, 31 e 32. Os ouvidos que atendem a repreensão salutar no meio dos sábios têm assombrada. O que rejeita a disciplina, mas nos preza a sua alma. Porém o que atende a repreensão adquirir entendimento. Veja também no capítulo 27, versículo 5 e 6.
Melhora é a repreensão franca do que o amor em coberto. Leais são as feridas feitas pelo que ama. Porém os beijos, do que em odeia, são enganosos. Veja em Amor. Amor, capítulo 6, versículo 3 a 7. Vos que imaginais estar longe o dia mal e fazês chegar o prono da violência, que drumísem camas de marfinhinho e dos espreguiçais sobre o vosso leito e comeis os corveiros do robanho, os bezeros do sedadoro, que cantais à toa ao som de um rio, que cantais a toa ao som de um rio, que cantais a toa ao som de um rio, e inventais como de vir instrumentos músicos para o rio, que no beijo vinham em taças e vos ungis com o mais excelente óleo, mas não vos afligis com ruína de José. Portanto, agora, ireis em que primeiro somos primeiros que foram levados os critivos e se serão as pâneas dos exprimiçadores. Então, o que é que isto tem a ver? Temos aqui em Ecclesiastias, que diz assim, melhor a reprensação do sábio do que ouvia a canção do insensato. Em Amos, vemos aqui o canto dos tolos, que estão aproveitando a situação, que estão a beber e tudo enquanto a nação estava a ser invadida e o povo deportado. Por quê? Porque a nação estava a ter problemas, e as pessoas estavam a fechar. Não estavam a ver este castigo que estava a acontecer, mas estavam a cantar. Isso é uma distração, uma maneira de evitar que as pessoas estejam a enfrentar os problemas que eram reais.
Vamos ver um exemplo aqui. Você já teve uma experiência em que alguém se aproximou de você e disse, uma pessoa que você respeita, e essa pessoa se aproximou de você e disse, vamos aqui em particular, precisamos de uma conversa. E depois diz o que é que eu vou dizer agora? Precisamos de uma conversa e eu vou dar uma tareazinha e o que que se passa? O que aconteceu? Essa pessoa, então, começa a explicar uma coisa que você tem, um problema, ou seja, foi, começa a explicar isso. E depois você realiza que isso é um ponto cego na sua vida, uma área de pecado, e quando você ouve isso, é agradável? Claro que não. Claro que não.
Não seria melhor talvez estar ouvindo uma pessoa, ficar um piano no bar e ir a uma festa e beber.
Dessa maneira, você não vai ter que lidar com esse pecado e com esse problema.
Ou é melhor ter um homem sábio que venha a falar a você sobre o seu problema e o seu pecado na sua vida e está a orientá-lo a mudar.
E por isso, desde que o coração predalte, melhor é ouvir a repreensão do sábio, do vocífice 5, de que ouvir a canção do insensato. Ninguém gosta de ouvir a repreensão, mas nunca seremos realmente felizes. Se não tivermos pessoas sábias que vêm ao nosso lado e que nos darão uma boa repreensão. E se não aceitarmos essa duração ou repreensão, é a nossa perca, é a nossa fracassa, é a nossa que vamos prever. Por isso, uma vez mais, o que parece negativo pode ser útil, enquanto que o parece ser agradável, que esta canção do insensato parece agradável, mas pode prejudicar o nosso propósito na vida. Número 5.6 diz-se, pois qual o criptar dos espinhos de baixo de uma panela, tal é a risada do insensato, isso também é a vaidade. Primeiro lugar, uma vez mais, aqui é uma outra poesia elitrativa nos versículos 5 e 6, porque as palavras e bracas de canção, panela e espinhos, nos versículos 5 e 6, canção no versículo 5, espinhos e panela no versículo 6, estas palavras têm sons semelhantes. Canção, ser, panela, ser e espinhos serem, são semelhantes. É como estar a ouvir uma canção, ouvir a panela, tem um sonho, ouvir os espinhos, tem um nome também semelhante, e tem assim uma semelhança nas palavras. Isso é o que chamamos uma poesia, tipo hebraico, mas o que significa isto? Para você tirar os espinhos, os espinhos, umas partes de uma árvore, os espinhos secos, põe assim na chama e o que vai fazer? Quando põe isso, esses espinhos na chama, assim, no fogo, vão, vão fazer um barulho e vão fazer muita chama, mas não são quentes realmente, não são realmente quentes, fazem barulho e tudo, fazem esse barulho na panela, faz o barulho e põe o calor. Assim como as explosões repentinas do riso dos tolos, é mais barulho do que substância. Então é estatulista, estão a dar essas risadas e tudo, e não tem substância nenhuma. É como estes espinhos no fogo, assim, na panela, fazer este barulho, mas não é quesada, não tem valor. E por isso ver-se que, neste contexto risada do tolo, pode ser a resposta do tolo ao conselho do sábio. Olha o sábio e tal e dá o conselho, o tolo diz, ahahah, não me importa. Por que? Porque para o tolo, essa repreensão, é uma coisa que fazia. Porque o tolo pensa ou acha que o sábio não tem ideia de gostar de dizer. Por isso ver-se aí, pois qual o que o que o pitar dos espinhos, no baixo de uma panela, tal é risado do incensato. É como este marulho, mas não tem valor.
Por outro lado, pode ser que seja uma simples declaração, de que o tolo está tentando rir do problema, mas o que não vai rir por muito tempo. Por outro lado, a cooperação também refrata o tolo, como sem valor, como espinhos, e que está prestes a ser destruído, isto é, que é mago, embaixo da panela. Vejam em Salmos 58 por S. 9. Salmos 58 por S. 9.
Como os pinheiros, antes que vossas panelas sintam deles o calor, tanto os verdes, como os que estão em Braza, serão arretados, como por um burdo moinho. Rapidamente vão ser destruídos. Os espinhos ardentas, por isso, são símbolo de julgamento, julgamento rápido, já que a irrupção dos espinhos tem vida curta. Esses espinhos não são como coisas de carvão, aquece e demora tempo. Os espinhos ardem rapidamente e lerem também Lucas 6,5. Perdão, Lucas 6,25. Lucas 6,25. Há de vós que estáis agora farcas, porque virais a ter fome. Há de vós os que agora rites, porque haverá a vez de lamentar e chorar.
Há uma hora, não é hora de rir, mas de ouvir e de aceitar correção e lrupreensão. Estamos aqui a ver pontos muito importantes, mas eu sei que não estou a ver. O tempo está a andar e estou longe de completar o que eu queria ter completado hoje. Vou parar aqui hoje e depois continuamos com esta secção e começaremos com a próxima estudo. Muito obrigado, irmãos. Boa noite! E é a conclusão do estudo hoje.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).