Eclesiastes 8:16 - 9:10

Estudo Bíblico

Precisamos de aproveitar ao máximo a vida preciosa que recebemos enquanto ainda vivemos.

Transcrição

Irmãos, vamos continuar então com o estudo do livro de Ecclesiastes. E hoje vamos começar com a última secção principal de Ecclesiastes, como mencionei, inicialmente está dividido em quatro secções principais. E esta é a última secção que começa do capítulo 8 versículo 16 até ao fim do livro. É uma secção que podemos resumir com o título de remover o desânimo e aplicar o plano de Deus à vida dos crentes. E por isso, nesta secção, basicamente está a dizer que, apesar dos problemas desta vida, é melhor estar vivo do que morto. Lembrem-se em Ecclesiastes 9, versículo 4. E por isso precisamos aproveitar bem o tempo que temos e apreciando os vários prazeres que Deus nos dá na vida.

Ao mesmo tempo que estamos a exercitar ou a fazer tudo que fazemos com sabedoria. E a conclusão desta secção é precisamos ter temor a Deus, a obedecer a Deus, lê-se isso em Ecclesiastes 12, versículo 13 a 14, pois há um julgamento futuro.

E por isso, porque haver um julgamento futuro, embora sejamos encorajados a ter alegria e a apreciar, isso tudo deve ser entendido dentro do contexto e temperado ou equilibrado com este contexto, que é que vai haver um julgamento no futuro. E por isso, esta sabedoria tem que ser uma sabedoria lado alto, uma sabedoria que tem um espírito mansidão, de humildade, de cuidado para o próximo, que é um tema que eu dei num sermão há umas semanas atrás, que eu intitulei, Mansidão de Sabedoria.

Ora, hoje vamos ler uma parte pequena ou estudar uma parte pequena desta última secção principal. Vamos começar do capítulo 8, versículo 16, e completar no capítulo 9, versículo 10. E por isso, vamos abordar uma secção que eu poderia reduzir esta secção a esta frase.

Além das várias dificuldades de vida que nós temos, não devemos diminuir nossa alegria, enquanto temos tempo enquanto há vida. Então, vamos ler os dois primeiros versículos desta secção, que aliás são os dois últimos versículos do capítulo 8, que é 8, 16 e 17. Estou lendo na Almeida Corrigida e Fiel e diz, aplicando-o o meu coração a conhecer essa sabedoria e a ver o trabalho que há sobre a Terra, pois nem de dia, nem de noite vê o homem sono nos seus olhos.

Então vi toda a obra de Deus que o homem não pode alcançar, a obra que se faz debaixo do sol, por mais que trabalhe o homem para a buscar, não achará. E ainda que diga ou sabe o que haverá a conhecer, nem por isso a poderá alcançar. Então vamos analisar estes dois versículos um bocadinho mais de detalhadamente. Para o homem, para o ser humano, está claro, sem o Espírito de Deus, está bem para além da capacidade desse ser humano, de qualquer pessoa entender o completo plano de Deus na Terra, sem a sabedoria que Deus nos deu, sem o entendimento através do seu Espírito, sem o conhecimento que é o mistério para o homem que nos é revelado na Bíblia, particularmente no Novo Testamento e quando somos chamados e começamos a entender a verdade de Deus, sem entendermos isso, é praticamente impossível para qualquer ser humano entender o completo plano de Deus.

Por isso, nós como ser humanos não entendemos ou conseguimos compreender o que Deus está fazendo ou realizando na Terra, ou mesmo permitindo. Sim, porque Deus permite muitas coisas neste mundo temporário, digamos assim, para nós aprendermos certas lições vitais vitalíssimas para a nossa vida. E por isso nós, sem o Espírito de Deus, não conseguimos entender por que as coisas estão a acontecer, as pessoas da maneira que estão a acontecer. Perdão. E por isso não é possível entender o que se passa. Vejam em Ecclesiastes 3, versículo 11, diz, tudo fez Deus formoso no seu devido tempo, também pois a eternidade, ou algumas traduções têm também pôs o mundo do coração do homem, sem que este possa descobrir as obras que Deus fez desde o princípio até o fim.

Para que vemos que Deus deu ao homem este desejo de entender várias coisas, entender as coisas do mundo, entender a eternidade, entender várias coisas. Mas o homem não pode descobrir a obra de Deus do que Deus fez desde o início. O homem não consegue descobrir. Vejam, por exemplo, Ecclesiastes 8, versículo 17, onde acabamos de ler a obra a pouco, diz assim, compreender a obra. Isto é compreender toda a obra. E, por isso, vê-se aqui, o homem não pode alcançar, não pode compreender, não pode entender a obra que Deus está a fazer nesta terra.

Não entendemos o que Deus está fazendo. Por isso, está aqui, para dizer, Ecclesiastes 8, versículo 16, para dizer, aplicando-me-o a conhecer a sabedoria e ver o trabalho, as coisas que estão a acontecer na terra, pois nem de dia nem de noite vê o homem sono nos olhos. Isto é que há pessoas que podem, por exemplo, passar a noite toda acordada pensando por que isto, por que isto não aconteceu, por que que tem esta dificuldade, por que que este problema, por que, por que que Deus permite isto e tudo.

O homem não consegue ver isto, porque não consegue dormir, passam a noite acordada e, por outro lado, pode também significar que há pessoas acordadas a todas as horas, por exemplo, há certas pessoas que trabalham durante a noite. Hoje em dia, por exemplo, entendemos que, por exemplo, no nosso país pode ser dia, mas no outro país é noite e, por isso, este servicado é aplicável também, pois nem de dia nem de noite vê o homem sono nos seus olhos.

Isto é, há certas pessoas que não conseguem dormir ou outras pessoas que não estão a dormir, porque quando está a falar o homem está a falar da humanidade, não é, só de uma pessoa, mas a humanidade. E, por isso, há pessoas, há humanidade, basicamente, há seres humanos que estão acordados a qualquer hora do dia, destas 24 horas. E, por isso, dedicar no meu coração para conhecer a sabedoria, ver o trabalho, o que que Deus está a fazer na Terra e as pessoas estão a pensar acerca de porquê, porquê esses problemas, porquê essas vinculadas.

Dia e noite, porque isto é uma coisa que não para, digamos assim. E, diz assim, que para o mais que trabalha o homem para buscar, quanto mais o homem tenta compreender, entender o que se passa, não vai entender o que que Deus está a fazer na Terra. Porém, nós temos uma benção de entender este mistério, porque Deus nos revelou através do Seu Espírito, através da verdade da Igreja de Deus, que foi dada à Igreja de Deus, mas o sábio do mundo, sem o Espírito de Deus, mesmo que queira acontecer, não conseguiria alcançar.

E, além disso, há muitas coisas, mesmo assim, que nós não sabemos o porquê. Ou como? Veja, por exemplo, em Romanos capítulo 11, Romanos capítulo 11, Romanos capítulo 11, versículo 33 a 34.

Quem pois conheceu a mente do Senhor, ou quem foi o seu conselheiro, ou quem primeiro deu a ele para que ele venha a ser restituído? Claro, nenhum de nós sabemos tudo e somos simplesmente seres humanos. Veja também, de outro nome, 29, versículo 29. Há certas coisas que nós simplesmente não sabemos e essas coisas pertencem a Deus. E Ele decidiu não nos ensinar essas coisas agora, ou não nos revelar essas coisas agora, de outro nome, 29, 29. As coisas encobertas pertencem ao Senhor, ao nosso Deus. Porém, as reveladas nos pertencem a nós, e aos nossos filhos para sempre, para que compramos todas as palavras deste Alem. Deus nos deu o suficiente para nós sabermos o que temos que fazer e para nós podermos seguir esta caminhada para a vida eterna. Mas há certas coisas que Ele decidiu não nos mostrar e, por isso, há coisas encobertas, há coisas secretas que pertencem ao Senhor, ao nosso Deus. Mas algumas delas Ele nos revela pelo seu espírito, como lemos em primeiro Coríntios capítulo 2, versículo 11. Primeiro Coríntios capítulo 2, versículo 11. Porque qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o seu próprio espírito? Que Deus está? Assim também as coisas de Deus ninguém as conhece, senão o espírito de Deus. Por isso, só o nosso espírito, só o nosso mente não consegue entender todas as coisas, a não ser que tenhamos o espírito de Deus. Porque sim, o nosso mente entende as coisas do homem, mas não entendemos as coisas de Deus. Por isso, isso então continuando, então, a continuar com Ecclesiastes, vamos agora a capítulo 9, versículo 1. De veras, me apliquei a todas essas coisas para claramente entender tudo isto, que os justos e os sábios e os seus feitos estão nas mãos de Deus. E se é amor ou se é ódio que está à sua espera, não sabe o homem. Tudo está oculto no futuro. Então, vemos aqui, tudo está nas mãos de Deus. Vejam, por exemplo, em João capítulo 10, versículo 27 a 28. João 10, 27 a 28.

As minhas ovelhas ouvem a minha voz e eu as conheci, elas me seguem. Eu lhes dou a vida interna, jamais aparecerão e ninguém as arrebetará, arrebetará da minha mão, das mãos de Cristo. Lembrem-se também, por exemplo, em Hebreus capítulo 13, versículo 5, que diz que ele nunca nos deixará ou desamparará. Então, vemos aqui que Deus nunca nos abandonará. Nós lembramos aqui, em múvels, síclo 1, resolvi todas as coisas no meu coração para entender tudo que os justos e os sábios e as suas obras estão nas mãos de Deus, estão na proteção de Deus, estão na proteção de Deus. Quer dizer, está tudo nas mãos de Deus, ele é que tem a capacidade de permitir ou não permitir o que venha a acontecer, ele tem essa capacidade. E depois continua. E também que o homem não conhece nem o amor, nem o ódio.

O que quer dizer isso?

O amor, ou o ódio, isto é, do que Deus aceita, ou o que Deus gosta ou não gosta.

Por isso as pessoas do mundão não entendem o que Deus está fazendo, porque não sabem o que Deus quer e não quer. E por isso o homem do mundão, sem o Espírito Deus, não conhece o verdadeiro amor de Deus, nem conhece o que Deus não aceita, não gosta, não entendem isso.

E por isso muitas pessoas no mundão fazem coisas pensando que estão a agradar a Deus, no entanto estão a desagradar a Deus. Muitas pessoas no mundão, por exemplo, daram exemplo simples, guardam, por exemplo, o dia Natal, pensando que estão a fazer a Deus um favor. Mas na realidade estão a aguardar um dia pagão, mas essas pessoas não sabem, não entendem o que Deus odeia essas coisas. Por isso as pessoas não entendem o que Deus está fazendo.

Geralmente, as pessoas, e isso foi uma coisa que já abordamos previamente, pessoas pensam, por uma maneira geral, se uma pessoa tem sucesso na vida, tem prosperidade, tem dinheiro, algumas pessoas pensam, olha, então Deus está a pensuar, está a aceitar essa pessoa, está a provar essa pessoa. Mas a prosperidade, o dinheiro e o sucesso não significam por si só que Deus aceita essa pessoa.

Igualmente, dificuldades na vida, problemas, adversidade, não significa necessariamente que Deus rejeita essas pessoas, ou que está julgando o mal dessas pessoas. Isso foi o que pensavam, por exemplo, dos jo, os amigos jo disseram, olha, estás a ser castigado, porque desobedeceis estas leis. Não, não foi isso. Por exemplo, lembramos em segundo Coríntios capítulo 11, segundo Coríntios capítulo 11, que Paulo frequentemente mencionou que ele teve perigos, teve dificuldades e que esses perigos, essas dificuldades que ele teve, foi um sinal de ser um verdadeiro apóstolo. Segundo Coríntios capítulo 11, começando no verículo 16, está a falar aí acerca dos sofrimentos de Paulo, porque vê-se que ele teve muitos problemas, teve muitos pessoas que não trataram.

Vê-se, por exemplo, no verículo 24, diz, cinco vezes recebido, o Judeus, uma quarentena de açoites, menos um. Fui três vezes fustigado com varas, uma vez apedrajado, em naofragem, três vezes. Uma noite e um dia passei na voragem do mar, em jornadas, muitas vezes, em perigos de rios, em perigos de salteadores, etc., etc., em trabalhos e fatias. E ele está a dizer que isto é uma prova de que ele era um apóstolo de Deus, o apóstolo dos Cristo.

Por isso, não entendemos a mente de Deus, como lemos em Isaiah 55, siglo VIII e IX, nós não entendemos a mente de Deus, que é muito mais alta que a nossa maneira, a nossa maneira de pensar. Os pensamentos de Deus são muito mais altos que os não sabemos tudo o que Deus está a fazer ou trabalhar, ou os seus propósitos são razões porque ele permite certas coisas. Então, continuando a ler em Ecclesiastes, capítulo 9, agora vamos ler versículo 2.

Tudo sucede igualmente a todos. O mesmo sucede ao justo e ao ímpio, ao bom e ao puro, como ao impuro, assim ao que sacrifica como ao que não sacrifica, assim ao bom como ao pecador, ao que jura como ao que tem o juramento. Por isso está a dizer, tudo sucede igualmente a todos. Por exemplo, havia pessoas mais e pessoas boas em Petropolis, quando tiveram esta chuva e casas caíram e pessoas morreram. Entre essas pessoas seria boas pessoas e mais pessoas. Tudo igualmente acontece a todos. O mesmo acontece ao justo e ao ímpio, por isso quando há uma seca, quando há a fome, quando há uma peste, quando há uma guerra, quando um desastre tingue uma cidade, todos os seus habitantes, bons e maus, sofrem igualmente.

Mas isso não quer dizer que os resultados finais, ao fim desta vida, deste propósito que Deus tem para nós, são sempre os mesmos. Não. Os resultados finais para o justo são diferentes dos resultados finais para o ímpio. Mas esta vida não é tudo, é só uma parte desta caminhada. Também sabemos que Deus certamente protege e liberta o Seu povo como prometeu, quando por exemplo há arpenimento.

Isso acontece muitas vezes. Quantas vezes pessoas foram protegidas de certas situações prejudiciais. Por exemplo, eu posso mencionar pessoalmente, tive um acidente no Brasil, podia ter causado grande dano pessoal, mas Deus me protegeu. E vos, provavelmente, muitos de vos têm situações na vossa vida que podem citar que houve uma proteção de Deus. E por isso temos que confiar em Deus, temos que andar na fé, ou pela fé.

Segundo Coríntios capítulo 5, versículo 7, aí temos que andar na fé, confiando em Deus. Segundo Coríntios capítulo 5, versículo 7. Visto que andamos por fé e não pelo que vemos, temos que ter confiança e fé em Deus e esperada por Ele. Por isso, como diz aqui, tudo que sucede igualmente a todos, está incluindo a morte. O mesmo sucede ao justo e ao ímpio, ao bom e ao mal, assim ao que sacrifica, assim como ao bom, como ao pecador.

Ao que jura como ao que temos juramento, o que quer dizer isso? Ao que jura é aquele que está pronto a dizer a verdade. Quando há uma certa dificuldade, userem numa investigação, está pronto a dizer a verdade. Como temos juramento, é aquele que está culpado e por isso não quer ser posto neste teste em que tenha que dizer a verdade, não, tem essa situação em que vai ter que dizer a verdade.

E por isso, o que vemos aqui no versículo 2, tudo sucede igualmente a todos. Mas não quer dizer que os resultados finais sejam os mesmos. Agora vamos ler, então, o versículo 3, e que dizia estes 9, no versículo 3. Este é o mal que há entre tudo quando se faz debaixo do sol, que a todo sucede o mesmo. Também o coração dos filhos dos homens está cheio de maldade, que há desverios no seu coração, na sua vida e que depois se vão aos mortos.

Este é o mal. Agora, aqui no versículo 3, este é o mal, isto é, situações difíceis, que são difíceis de passar. Este é o mal, estas situações que são difíceis, que há entre tudo, estas situações difíceis, que há entre tudo quando se faz debaixo do sol. Sim, todos nós passamos situações difíceis que é difícil viver ou passar por estas situações. É difícil. Que há entre tudo quando se faz debaixo do sol, que a todos sucedam o mesmo. O que é que sucedam o mesmo a todos, a fim de contas? A fim de contas, o que suceda o mesmo a fim de contas a todos é a morte. A fim de contas, todos um dia, mais cedo ou mais tarde, vamos morrer. Temos estas situações difíceis, mas, ao fim, o que suceda a todos o mesmo é a morte. Vejam em 1º Corinthians, capítulo 15. 1º Corinthians, capítulo 15, versículo 22. Porque assim, como é Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo. Todos morrem. E por isso, a todos sucedam o mesmo, a morte. A todos sucedam a morte. Ora, vejam também, no versículo 26 do mesmo capítulo. No versículo 26 do mesmo capítulo, diz-se que o último inimigo a ser destruído é a morte. E por isso, a morte é um inimigo comum para todos. E também, vejam em Romanos, capítulo 5, versículo 12. Por que é que há morte? Porque todos pecaram. Todos pecaram. Romanos 5, versículo 12. Portanto, assim como por só, por um só homem entre o pecado no mundo e pelo pecado, a morte, assim também, a morte, passou a todos os homens porque todos pecaram. Por isso, há situações difíceis, mas nenhum de nós é justo todos pecaram. E depois continuando, que também o coração dos filhos dos homens está cheio de vaidade. Vocês podem conhecer bem Jeremias 17, versículo 9. Jeremias 17, versículo 9. Jeremias 17, versículo 9. Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas e desesperadamente corrupto. Você conhecerá. Por isso, o coração dos homens está cheio de maldade. O coração dos homens. Por que? Porque o coração dos homens é enganoso, é desesperadamente corrupto. E depois continuando, que há desvarios no seu coração, na sua vida e depois se vão aos mortos. Por que? Porque, ao fim, haverá um juízo. Isso lemos em Ecclesiastes, por exemplo, capítulo 8. Ecclesiastes, capítulo 8, versículo 12 e 13.

Ao fim desse livro, mas em Ecclesiastes, capítulo 8, versículo 12 e 13 diz, ainda que o pecador faça o mal 100 vezes e os dias se lhe prolongem, eu sei com certeza que bem sucedem aos que temem a Deus. Porque, ao fim, vai haver um juízo. Mas o proverso não irá bem.

Nem prolongar os seus dias. Será como a sombra visto que não temem a Deus. Por isso, só não há um aqui, está a dizer que ele sabe, com certeza, que o bem sucedem aos que temem a Deus. Por isso, ao fim, embora todos pecaram, embora todos vão morrer, vai haver um juízo e vai haver um julgamento. Depois diz que sabe com certeza que se tivemos demor de Deus, de arrependimento, de demor de Deus, que Deus nos vai perdoar.

E isso é uma coisa maravilhosa de Deus.

Mas, ao fim disso, Deus vai endireitar tudo. Ao fim disso tudo, Deus vai endireitar isso tudo. Esta vida, muitas coisas não estão direitas. Mas Deus tem as suas razões, tem os seus planos, porque é que ele permite isto ou porque ele permite aquilo. Mas, ao fim de tudo, ele vai por tudo direito. Vai haver um juízo e vai por tudo direito. Vamos então agora continuar a ler no versículo 4. Para aquele que está entre os vivos à esperança, para o fim, para o que acompanha com todos os vivos à esperança, porque melhor é o cão vivo do que o lião morto.

E precisa-se assim. Mas, ao fim disso, para aquele que está vivo entre os mortos à esperança, há uma vantagem de estar vivo. Também temos esperança enquanto estamos vivos. Podemos pensar que temos esperança, porque melhor é o cão vivo do que o lião morto. Mas valam o cão vivo do que o lião morto.

Por que? Porque o cão vivo, no antigo testamento, era tratado como se fosse um animal maltratado, era um animal, digamos assim, desprezado. Veja, por exemplo, em ex-22, versículo 31. Ex-22, versículo 31. Sermiás homens consagrados, portanto, não comeréis carne de lacerada no campo, detala-éis aos cães. E os cães eram, digamos assim, um lixeiro desprezado, andavam aí a comer a comida, a comida, a comida, a comida, a comida, eram, digamos assim, um lixeiro desprezado, andavam aí a comer a porcaria do chão e tudo. Eram tratados de uma maneira que hoje em dia, de uma maneira geral, não são tratados em muitos locais dessa maneira. Por exemplo, há muitas pessoas que hoje em dia, principalmente aqui nos Estados Unidos, que tratam um cão como se fosse praticamente um animal, um membro da família, não estou a dizer, que estão a tratar como um filho, uma filha, talvez alguns tratem, mas geralmente têm os cães dentro de casa, lavam os cães sempre, não têm pulgas, não têm sujeira, têm um certo treino para o cão, não faz isto, não faz aquilo, se o cão precisa de fazer umas certas necessidades, sabe como pedir e põe-se assim à porta ou coisa assim, e quer dizer, não fazem essas necessidades em casa. Quer dizer, é uma coisa muito diferente hoje em dia, nesta sociedade, hoje em dia. Mas naquela sociedade, os cães eram animal que andava no meio da rua e que não tinham esse cuidado. E por isso, um cão vivo, quer dizer, era um animal desprezado, mas pelo menos era vivo, é melhor de com um leão morto, porque um leão era o mais poderoso dos animais, digamos assim, era o rei da selva, era como uma, comparado assim, como uma coisa de honra, comparado com uma coisa de desonra, e por isso era melhor ser um cão vivo, isto é, uma pessoa desonrada, mas pelo menos com vida, do que uma pessoa com muita honra, mas que esteja morto. E por isso, quando de outra maneira, é melhor ser um miserável, desdonioso, que está vivo, de uma pessoa que era poderosa e majestosa, mas que agora está morta. E por isso está a zera. Sim, há estas dificuldades que estamos aqui a ler em Ecclesiastias, mas depois diz aqui ao fim do versículo 4, é melhor estar vivo, é melhor ter esperança, embora haja estes problemas, todas estas dificuldades. Agora, continuando a ler no versículo 5 e 6, vamos ler estes dois versículos agora. Porque os vivos sabem que é o no morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tão pouco eles têm jamais recompensa, mas a sua memória ficou entrega ao esquecimento, até o seu amor, o seu ódio, o seu inveja, já apareceram e já não têm parte alguma neste século, em coisa alguma do que se faz baixo no sol.

Porque os vivos sabem que é o no morrer, mas a vida é uma benção, a vida é uma benção.

E os vivos sabem que ainda há uma oportunidade e que podem mudar a vida, podem se arrepender. Ainda há esperança para enderectar a vida deles antes de juízo, enquanto estão vivos, ainda há essa esperança. Mas os mortos já não têm essa possibilidade, pelo menos nesta vida. Nós entendemos que vai haver uma ressurreição, isso é outro ponto, mas quando estão mortos, não têm essa possibilidade. Porque os vivos sabem que é o no morrer, e por isso, como sabem com o morrer, podem apreciar os últimos dias da vida, ou apreciar os dias à frente, ou podem não desistir de ter esperança, mas os mortos não sabem coisa nenhuma.

Isso quer dizer, porque estão mortos. Na Bíblia, muitas vezes a morte é mencionada como dormir. Estão a dormir. Vamos ver alguns versículos que vê-se que a morte é para dormir na Bíblia. Primeiro, vamos ver Isaías 57, Isaías 57, versículo 1 e 2. Isaías 57, versículo 1 e 2. Parece justo, e não há quem se impressione com isso. E os homens piedosos são arrebatados sem que ninguém considere nesse fato, pois o justo é levado antes que venham mal. E entra na paz. Descansam no seu leito. Descansam no seu leito. Isto é, estão a dormir na cama, digamos assim. Então o leito deles é a sepultura, os que andam em retidão. Descansam esperando pela resolução. Está claro, os que andam na retidão. Outro é Daniel 12, versículo 2. Daniel 12, versículo 2. O Senhor também conjuda, tem contenda, e castigará Jacó 2... Peraí, isto não é Daniel. Desculpe-me. Tem que ver Daniel, está a valer ozeias. Desculpe-me, sim. Daniel 12, está a valer ozeias, capítulo 12. Daniel 12, versículo 2. Diz-me, muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão. Uns para a vida eterna, e outros para a vergonha e horror eterna. Diz-me, vamos ver. Dormem, estão mortos, vão ressuscitar. Outro exemplo de que a Bíblia demonstra que a morte é como um ato de estar a dormir, em primeiro... Peraí, em Mateus, capítulo 25, vamos ter primeiro Mateus, capítulo 25.

Mateus, capítulo 27, Mateus, capítulo 27, versículo 52. Mateus, 27, versículo 52. Abriram-se os spolcrus, e muitos corpos de santos, que dormiam, ressuscitaram. Dormiam, estavam mortos. Veja também João, capítulo 11, versículo 11 a 14, falando de Lázaro. João, capítulo 11, versículo 11 a 14.

Diz assim, isto, estava a dizer isto, dizia e depois lhe acrescentou, nosso amigo Lázaro adormeceu. Mas vamos, mas vou para despertá-lo.

Dizem, pois os discípulos, Senhor, se dormem, estará a salvo. Jesus porém, falar a correspetar a morte de Lázaro.

Mas eles suponham que tivesse falado de um repouso do sono. Então, Jesus lhe disse claramente, Lázaro morreu. E, por isso, vê-se aqui outra prova, que na Bíblia morrer é equado ou igualado, comparado à morte. Vejam também, primeiro coríntios, capítulo 15. Primeiro coríntios, capítulo 15.

Versículo 6 a 18.

Versículo 6 e versículo 18, perdão. Depois foi visto por mais de 500 irmãos de uma só vez, dos quais a maioria sobreviva até agora. Porém, alguns já dormem. Estão alguns já morreram.

E versículo 18 diz, ainda mais, os que dormiam em Cristo, pedeceram. Isto é que estavam mortos. Veja também versículo 20.

Mas, de facto, Cristo ressuscitou dentro os mortos, sendo ele a primícia dos que dormem. Eu usei a palavra no singular deliberadamente aqui, irmãos, porque no grego, esta palavra, a par chei, o par rei, está no singular, sendo ele Cristo a primícia dos que dormem. Nós dormem por isso que estavam a dormir. E também, em 1º de San Ud. 4, 1º de San Ud. 4, versículo 13 a 14. Não queremos pôr em irmãos que se sejam ignorantes com respeito aos que dormem. Para não os entre-se-cerdas como os demais, que não têm esperança. Pois se queremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus medir, antes Jesus trará em sua companhia os que dormem. E por isso, veste aqui, tentei a mostrar, por várias escrituras aqui, que o ato de morte de Bíblia é comparado a dormir. Então, continuando a ler aqui, no versículo 5 e 6, vos a ver que os mortos não têm a possibilidade nesta vida, porque eles estão mortos, estão a dormir. Mas, quando morreram, o que acontece é que o Espírito do homem, nessa pessoa, saiu dessa pessoa, está guardada por Deus. Eclesiastes 12, versículo 7.

E o pó volta à terra como era e o Espírito, isto é, o Espírito do homem no homem, volta a Deus que o deu. Por isso, isso é a maneira que entendemos. O Espírito do homem volta a Deus. Não estou a falar de uma alma, irmãos, estou a falar do Espírito do homem. E depois, por isso, os mortos não sabem coisa nenhuma, porque eles estão a dormir, até acordar. Nem tão pouco, eles têm jamais recompensa. Isto é, nesta vida. Por quê? Porque já morreram, então já não têm recompensa nesta vida. Agora, não está aqui a falar de uma recompensa futura, depois da resurreição. Mas, quando estão a dormir, não têm mais recompensa. No fim, serão bem sucedidos. Vejam, Ecclesiastes 8, versículo 12, que lemos há pouco, diz assim, ainda que o pecador faça o mal 100 vezes e os dias se lhe prolonga, eu sei, com certeza, que o bem que bem sucede aos que tem a minha Deus. Por quê? Porque esses estão mortos, vão ressuscitar e receberão uma recompensa.

Por isso não está a falar a século de uma recompensa na resurreição, está a falar aqui de uma recompensa que a pessoa está morto e nesta vida não há mais recompensa.

Mas está claro, haverá uma recompensa futura.

Também, outra escritura que é importante aqui para entendermos, é que nesta vida, se nesta vida o único que temos é a esperança em Cristo, sem acreditar numa resurreição, somos muito infelizes e se lemos em 1º Corinthians, capítulo 15, versículo 19.

Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos mais infelizes de todos os homens. Por quê? Porque a nossa esperança é na resurreição. Sim, é em Cristo, mas porque Cristo ressuscitou, é porque vai haver uma ressuscitã, o ressuscitão é o que vai ser, o que vai ser. Somos mais infelizes de todos os homens. Por quê? Porque a nossa esperança é na resurreição. Sim, é em Cristo, mas porque Cristo ressuscitou, é porque vai haver uma ressuscitã, ressuscitão e vai haver um juízo e vai haver uma recompensa de lá na outra vida, por vir. Mas se a nossa única esperança é esta vida é acreditar em Cristo, mas não acreditar na resurreição, essa esperança é incompleta.

Outra coisa aqui é que leiam aqui no versículo 6 e crezeste 9 versículo 6, e crezeste 9 versículo 6 que lemos que diz, mas a sua mora ficou entregue ao esquecimento. Isto é, as pessoas, depois de muitos anos, se esquecem delas. Por exemplo, o mussou está num cemitério, foi enterrada. Você vai ao cemitério e vai lá haver pessoas que foram enterradas, por exemplo, há 200 ou 300 anos. Ninguém está a lembrar deles de dia a dia e triste porque ele morreu ou faleceu, porque há esses familiares todos já, morreram também. Sim, se há um membro da família que morreu há uns dias atrás, ou uns anos atrás, ou poucos anos atrás, por exemplo, as pessoas sentem pena, sentem falta dele, ficam muito tristes porque não têm companhia dessa pessoa. Mas 200 anos daqui a diante ninguém vai pensar dessa pessoa, vai se ter esquecido. Por outro lado, também, aqueles que morreram já não se lembram de mais nada, porque uma vez que você esteja morto, já a sua memória ficou entregue ao esquecimento. Por quê? Porque não pensa, por isso não tem nenhum pensamento, por isso está entregue. Entregue ao esquecimento. Depois diz até o seu amor, o seu ódio e a sua inveja. Isto é, as suas paixões, como algumas traduções têm, já apareceram. Esta pessoa, uma vez que morreu, o seu amor, de um para o outro, o seu ódio, ou os seus paixões, ou seja o que for, as suas emoções já apareceram. Uma vez que uma pessoa está morta, não tem nenhum conhecimento, não tem nenhuma emoções, não tem nenhuma lembrança, está morta. E é o que lemos aqui nesta secção, no versículo 5 e 6. Uns mortos não sabem coisa nenhuma. Então, continue andando agora a ler no versículo 7. Vai pois, como com alegria o teu pão e beba com bom coração o teu vinho, pois já Deus se agrada das tuas obras. Por isso, enquanto vives, aprecia as coisas, as benções, e vamos para ver as pequenas que tens, mas aprecia o que tens, porque Deus quer que estesas alegre com essas coisas. Não é pecado apreciar a vida. Não é pecado estar alegre, mas simplesmente beber para esquecer, para ficar bem, ou de esquecer os problemas, isso não é solução. Claramente não é. Isso é isso. Como com alegria o teu pão e beba com bom coração o teu vinho, pois já Deus se agrada das tuas obras. Então, Deus agrada das nossas obras. Se as nossas obras são caminosas, Deus está a agradar disso? Não, está claro. O que está a falar é que Deus nos deu esta benção de comer, apreciar a comida, de ter uma oportunidade de cansar e apreciar uma refeição com os membros da família, com os irmãos na igreja, ou seja, que for. E Deus se agrada com essa obra de comer e beber e de reurgizar. Então, Deus se agrada com isso. Deus gosta quando há esta convivência, num bom espírito, num espírito alegre e positivo. Deus se agrada com isso. E, por isso, é importante, conforme nós recebemos venções, ter uma refeição e dar graças a Deus pelo que temos e de receber tudo com gratidão, é muito importante, porque Deus é que nos dá estas benções. Sejam pequenas, sejam grandes, vêm de Deus. Ou seja, uma benção de simplesmente ter saúde, ou uma benção de ter um trabalhozinho, e ter uma comida pequena, mas talvez uma comida para refeição, para comermos.

Devemos receber tudo com gratidão. Vejamos aqui alguns versículos acerca de comer e beber. Primeiro que quero ver é primeiro timódio, capítulo 4, versículo 4. Primeiro timódio, capítulo 4, versículo 4.

Pois tudo que Deus criou é bom, e recebido com ações de graças. Nada é recusável. Deus criou tudo que é bom, e nós recebemos. Por exemplo, vamos comer, ou vamos apreciar o que temos com pão, em cada indivíduo. Se tivemos possibilidade de fazer isso, temos saúde para isso, não queríamos abusar. Diz assim que é bom, e é recebido com ações de graças, com gratidão. Nada é recusável. Isso é um receber tudo com gratidão. Vejam também em primeiro de Salud e Ciências, capítulo 5. Primeiro de Salud e Ciências, capítulo 5, versículo 16. Diz assim, rugo jizáevos sempre, orais sem cessar. Em tudo, dão em graças. O que este é a vontade de Deus, em Cristo Jesus para conrosco. Isso estejam alegres e dão em graças. É Deus. Vejam, Filipe, capítulo 4. Filipe, capítulo 4, versículo 4. Alegravos sempre no Senhor. Outra vez digo, alegravos. E vejam no versículo 6. Não andeis ansiosos de coisa alguma. Em tudo porém, sejam conhecidos diante Deus. As vossas peteições pela oração e pela súplica. Com a ação, a ação, a ação, a ação. A ação e pela súplica. Com ações e graças. Isto é com gratidão. Por isso, receber qualquer coisa de Deus devemos receber com graça e gratidão. Comida e bebida devemos receber com graça e gratidão. Mas aí, se olharmos a isto de uma maneira espiritual, devemos haver que receber a comida espiritual, também devemos receber essa comida espiritual na palavra de Deus, com gratidão. Vejam também Mateus capítulo 11, versículo 18, acerca, vendo Jesus Cristo na sua vida física. Mateus capítulo 11, versículo 19. Vejam, Mateus 11, versículo 19. Mateus 11, versículo 19. Veio o filho do homem que come e bebe e dizem, eija aí um glutão e bebidor de vinho, amigo do publicano e pecadores. Veja que Jesus Cristo apreciava o comida e apreciava vinho também. Vejam também em Salmos 104, versículo 15. Salmos 104, versículo 15.

O vinho que alegra o coração do homem, o azeite que lhe dá brilho ao rosto e o alimento que lhe sustém as forças. Veja aí que há uma ocasião de estar alegre e mesmo estar alegre como que de indivíduo em muderação. É um equilíbrio, não é? Não é exagero. Então vamos continuar agora em Ecclesiastes 9, versículo 8. E diz, em todo o tempo, sejam alvas as tuas vestas e nunca falta o óleo sobre a tua cabeça. Ora, as vestes sendo alvas, sendo brancas, é um simbolismo de limpeza, alegria e pureza. Pureza, justiça, justiça de Deus, puros perante Deus. Vejam, por exemplo, Apocalipse capítulo 3, Apocalipse capítulo 3, versículo 4 a 5.

Apocalipse capítulo 3, versículo 4 a 5. Tenho contudo em sardos umas poucas pessoas que não contaminaram as suas vestiduras e andarão de branco junto comigo, pois são dignas. O vencedor será assim vestido de vestiduras brancas e de modo nenhum apagarei o seu nome do livro da vida. Para o contrário, confeçarei o seu nome diante o meu pai e diante os seus anjos, e que vence um simbolismo destas vestiduras brancas, andarão de branco junto comigo, simbolizando uma pureza espiritual, uma limpeza espiritual e uma alegria também. Vejam também Apocalipse capítulo 19, versículo 8, Apocalipse 19, versículo 8.

Hoje foi lhe dado vestiço de fim de línio finíssimo, resplançante e puro, porque o línio finíssimo são os atos de justiça dos santos. E aqui é implicado que este línio finíssimo é branco e puro, como lemos no versículo 14, diz assim. E se seguiam nos exércis que há no céu moderno cabalos brancos, com vestiduras de línio finíssimo, branco e puro. E por isso este línio finíssimo são os atos de justiça, simbolizando uma certa pureza para ante Deus.

E depois aí também, no Inglisestis capítulo 9, versículo 8, fala nunca falta o óleo sobre a sua cabeça. E o óleo sobre a sua cabeça é o óleo da unção, um giro que resimboliza o poder do Espírito Santo. O favor de Deus, a graça de Deus, através do Espírito. Agora continuando então a ler, no versículo 9, diz, Vejam, por exemplo, em proverbios capítulo 18, versículo 22. O que acha uma esposa achou bem e alcançou a benevolência do Senhor. E por isso vemos aqui que Salomão está aqui a dizer, olha, gosa a vida com a mulher. Vemos que ele escreveu também pro verbo 18, 22, por exemplo, que a mulher é uma coisa boa, mas ele não é uma coisa boa, porque ele escreveu também o verbo 22, por exemplo, que a mulher é uma coisa boa para ti. Vejam em Clésiastes capítulo 7, versículo 27, a 29. É isso que achei, diz o pregador, conferindo uma coisa com outra, a respeitar-os, formar o meu juízo. Juízo que ainda procuro e não achei, entre mil homens, achei em um como esperava, mas entre tantas mulheres não achei nem sequer uma. Algumas pessoas pensam por ver, ou ler esta secção em Clésiastes 7, versículo 27 e 28, que nenhuma mulher era, digamos assim, confiável, porque ele diz, homens achei um como esperava, mas não mulheres. Mas isso é entre as mulheres, que ele tinha estas mil mulheres que não eram fiéis. Mas vês-se que uma mulher fiel lesse, por exemplo, pro verbo 31, desta mulher diligente e fiel, vêsse pro verbo 18, versículo 22. E isso então nos ajuda a entender este princípio de que Salomão não estava contra mulheres.

Mas vês-se que ter uma pessoa fiel é muito raro. Ora, está claro, entre homens, Salomão viu, por exemplo, o seu pai, o rei da vida, que era fiel. E por isso sim, ele teve uma experiência entre essas pessoas perto dele, que eram fiéis, mas porque ele se desviou de Deus e casou acabar por casar com estas mulheres, que eram infiéis, entre elas não encontrou nenhuma fiel. Por isso Salomão não está a dizer mal das damas, aqui por isso é que diz, gosa a vida com a mulher que amas, todos os dias da tua vida, deste período temporário, nesta vida física, que Deus te deu debaixo do sol. Ora, por isso, ve-se aqui, que Salomão está a dizer, está a dizer isto de uma maneira, que está a dar uma visão séria da vida e nesta visão séria da vida, ele enfrenta as realidades da vida e por antes, por isso está a dizer, sim, gosa a vida com a mulher todos os dias da tua vida, porque esta vida é uma vaidade, e nesta vida, a pausão nesta vida e do trabalho que fizeste debaixo do sol, o trabalho está aqui a falar no trabalho de uma maneira geral, não está a fazer a seca da sua profissão, mas a fazer tudo o que faças, o teu trabalho, todas as coisas que fazes, tudo que fazes de uma maneira geral. Então, concluindo o último versículo para hoje, é o versículo 10, tudo quanto devia ir à mão para fazer, faz-o conforme as tuas forças, porque na sepultura onde tu vais, não há obra, nem indústria, nem ciência, nem sabedoria, alguma. E por isso, quando estás a fazer qualquer coisa, faz isso tudo de uma maneira comprometida, de uma maneira que estás a fazer tudo com o teu esforço, e aí vemos, pelo que está a dizer, que é uma certa satisfação no trabalho. É bom ser produtivo. E por isso está a dizer assim, tudo quanto devia ir à mão para fazer. E por isso não é só na tua carreira profissional, mas é em tudo que fazes. E por isso há um certo sentimento de satisfação, quando trabalhamos e fazemos um trabalho bem feito. Quando estou a fazer um trabalho e vejo, está mesmo bem feito, consegui esse trabalho, está mesmo a dar bem, as coisas estão a ficar bem. Uma pessoa tem uma certa satisfação, tem uma certa alegria. E por isso não há nada errado com isso. E não há nada errado em apreciar essa satisfação. É parte desse gozo da vida, uma certa satisfação em fazer trabalho. E quando somos produtivos, quando estamos a trabalhar e temos produtivos e o nosso momento está ocupado, do que estamos a fazer e estamos a fazer uma coisa que está a dar certo, então ainda mais alegria vamos ter. Por outro lado, se eu sou uma pessoa que não faço nada, que estou sempre a viver uma vida sem fazer nada, estamos a perder uma certa alegria na nossa vida. Talvez seja porque seja preguiçoso, ou seja que for, talvez eu tenha outra razão, mas falta de trabalho, a falta de trabalhar, o que eu estou a querer dizer aqui, dá uma falta de uma certa alegria que podemos ter. Ora, quando há esta falta desta certa alegria, quer dizer que temos uma certa depressão, estamos deprimidos, estamos tristes, há uma certa tristeza, porque há uma certa alegria que vem do trabalho. E por isso é que está a fazer, aprecia o teu trabalho, enquanto tens, enquanto podes viver, enquanto estás a viver, porque para onde vais, à sepultura, quando estivesse morto, não há lá, trabalho nenhum, não há capacidade, não há conhecimento, não há sabedoria nenhum, por isso aprecia enquanto podes trabalhar. Ora, em Clésiasties 4, versículo 5, lê-se aqui, então vi, perdão, Clésiasties 4, versículo 5, o tolo cruza os braços e come a própria carne, dizer, ver se aqui que há uma pessoa que é preguiçosa no trabalho, mas por outro lado, ver se aqui, no versículo 6 a 8, melhorar um punhado de descanso do que ambas as mãos cheias do trabalho e correr atrás do vento.

Quer dizer, preguiçoso no trabalho não é bom, mas por outro lado, melhor é trabalhar e que as mãos estejam cheias de trabalho, mas por outro lado, diz assim, no versículo 8, eu diria, considera isto, o versículo 8 diz, isto é, um homem sem ninguém, não tem filho, nem irmã, conturo, não cessa de trabalhar, e os seus olhos não se fartam de riquezas. Quer dizer, sim, devemos trabalhar, ser preguiçoso não é bom, mas ser viciado no trabalhar, que nunca descanse, que nunca tem tempo para a família, que nunca está sempre a trabalhar, sempre a trabalhar, sempre a trabalhar, sempre a trabalhar, também não é bom. Quer dizer, é este equilíbrio. Precisamos trabalhar, mas por outro lado, não devemos ser preguiçosos, mas não é trabalhar, sejamos viciados no trabalho, por isso devemos esforçar para fazer bem em qualquer trabalho em que nós tenhamos envolvidos e que tenhamos a fazer. Mas mesmo assim, precisamos dar tempo para ter férias, para ter tempo de descanso, tempo para apreciar coisas com outras pessoas e outras coisas. Por isso, precisamos desse tempo de inatividade para descansar, para rejuveno-se, para descansar. Por isso é que Deus nos deu sábado, para ter esta oportunidade. E por outro lado, quando trabalhamos, ainda melhor é, quando trabalhamos com Deus e para Deus. Vejam Colocenses 3, Versículo 23. Colocenses 3, Versículo 23.

Colocenses 3, Versículo 23.

Tudo quando fizeres, fazeio de todo o coração como para o Senhor, e não para homens. Por isso, em que trabalho você esteja a fazer? Trabalha como se tivesse a trabalhar para Deus. Então, vai ter esta satisfação. E também vejam Romanos 12, Versículo 11. Romanos 12, Versículo 11.

Noze-lo, não sejais remissos, sede fervosos do Espírito, servindo ao Senhor. Isto é, sejam zelosos, comprometi-nos a fazer, sejam fervosos do Espírito, com a intenção de estar a servir ao Senhor.

Devemos de, em outras palavras, devemos amar Deus primeiro mais do que o nosso trabalho. E lembra-te que na sepultura para onde vamos, já não podemos trabalhar.

E por isso, como diz em Efésios, capítulo 5, versículo 16, diz, remindo o tempo. Estamos a remir o tempo? Por quê? Porque o tempo está a passar.

E nós estamos a ficar mais idosos, e daqui a pouco não vamos poder trabalhar.

Por isso, precisamos nos certificar, precisamos ter a certeza de aproveitar ao máximo esta vida preciosa que temos, esta vida que recebemos, sim, é temporária, sim, tem os seus problemas, mas temos que saber ser sábios a poder apreciar as coisas pequeninas, com corações gratos, com gratidão, por causa da dávida que Deus nos deu, que a vida é uma dávida.

E enquanto fazemos isto, precisamos estar a esforçar com todo o nosso ser, com toda a nossa energia. Estamos a fazer isso ao Senhor. Estamos a serví-lo com tudo o que fazemos.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).