Eclesiastes 7:7 - 7:15

Estudo Bíblico

A adversidade, as provações, os testes, as dificuldades, nem sempre são uma coisa má. Deus está no comando!

Transcrição

Estamos na secção de Ecclesiastes, entre o capítulo 6 e o capítulo 8, e é uma secção que está a explicar e aplicando o plano de Deus. É uma parte central do estudo de Ecclesiastes, aqui no Salomão, e que está a abordar as desigualidades e as várias assuntos que parecem injustas ou injustos no mundo. Vimos que, no capítulo 6, vimos que a prosperidade nem é sempre necessariamente boa, e aqui estamos a ver, nesta secção, hoje, que a adversidade ou aflição ou os problemas não são nem sempre necessariamente maus. No capítulo 6, versículo 12, quando terminamos essa secção, diz aí, pois quem sabe o que é bom para o homem, durante os poucos dias da sua vida devaidada, os quais gasta como sombra, quem pode acelerar ao homem o que será depois dele, debaixo do sol. E aí, a pergunta é, quem sabe o que é realmente bom para nós? Ora, a resposta, obviamente, Deus sabe. É Deus que sabe. Esta pergunta sobre o que é bom é, digamos assim, uma intubração ao capítulo 7, que já revemos no estudo anterior, mas estou a... No estudo anterior cobrimos até ao versículo 7, mas hoje quero brevemente reveer estes pontos para continuar do versículo 7 em diante. Vemos no versículo 1 que diz que um bom nome é melhor que um gento precioso. Isto é bom ter uma boa reputação, um bom renome, ser uma pessoa respeitada. E esse, como lembramos também, em primeiro Pedro capítulo 1, primeiro Pedro capítulo 1, versículo 6 e 7, vamos então ver aqui primeiro Pedro capítulo 1, versículo 6 e 7, diz assim, não exaltar, embora, no presente, por breve tempo, se necessário, sejais contra-estados por várias provações. Por isso, estas provações que temos, estas dificuldades que temos temporariamente, diz assim, é para confirmar o valor da nossa fé. E isto é muito mais valioso que o ouro. Embora nós tenhamos dificuldades e testes na nossa vida, que são, digamos assim, como passar testes pelo fogo. Muitas pessoas passam na vida deles, ou na saúde deles, por testes muito fortes, são testes como fogo. E por isso está a dizer aqui que, quando passamos por estas dificuldades que fazem com nós, tenhamos um bom nome, esse bom nome é mais precioso que o ouro. E depois, lemos aí que, e o dia da morte é melhor que o dia de nascimento. Por que? Porque, quando morremos, já temos um nome. Quando nascemos, não temos nenhum, não temos fama. Mas agora, quando morremos, já escrevemos um bocadinho de uma história, a séries de quem somos, e temos uma certa reputação estabelecida. Isso é semelhante ao versículo 8, do mesmo capítulo capítulo 7, diz melhor ao fim das coisas do seu princípio. Aí, vê-se que, ao fim, a conclusão é melhor que o início, porque a pessoa tem um nome, e se desenvolver um bom nome, vai ser recompensado na ressurreição. Por isso, se uma pessoa por outro lado fez mal, também vai ter o fim dessa vida terrível. Porque quando a pessoa faz mal, vai ter uma vida infeliz, e, ao fim, isso para. Mas, por outro lado, como eu mencionei no estudo prévio, este versículo também pode estar a mencionar, acerca de observar outras pessoas, nascendo e morrendo. Isto é, aprendemos por outras pessoas.

Por exemplo, quando vamos a um funeral, e vemos o que está a acontecer, e as tristezas, e como a vida é curta, então, isso nos ajuda a pensar, e pensar no valor da vida, e nos ajuda a dizer, olha, eu preciso de medir os meus dias, e ver como estou a andar e a andar melhor. E por isso, isso é, digamos assim, cego o pensamento do versículo 2, onde diz melhor é ir à casa ou na luto, do que ir à casa ou na banqueta. Porque ir ao funeral, ou período de luto, tem o benefício de fazer nós pensarmos sobre a nossa própria mortalidade.

Isso nos faz lembrar que todos temos que morrer um dia, faz-nos lembrar que um dia vai ser o nosso funeral, e por isso, isso é de valor. Para nós termos de medir os nossos dias, como David diz em Salmos diz, ensina-nos a contar os dias, para que tenhamos um coração sábio. E por isso, pensar acerca da nossa mortalidade, não é de uma maneira exagerada, que sejam um caso de perder motivação, mas de uma certa maneira certa, para nós, formos as nossas contas certas com Deus, e meditárem-nos e vermos que precisamos fazer melhor na nossa vida. Temos que fazer melhor na nossa vida. E por isso, então, no versículo 3, diz, melhor é a mágoa do Corriso, porque a tristeza do rosto se faz melhor o coração. Isto é quando temos estas dificuldades, quando passamos por dias difíceis, quando passamos por dias difíceis, começamos a meditar acerca da nossa vida, como estamos a andar, e isso faz o nosso coração ser melhor. Faz melhor o coração.

E então, vemos no versículo 4, diz, o coração dos sábios está na casa de luto. Por que? Porque o sábio está a pensar que vai haver um dia de ajustamento de contas, enquanto que o coração dos insensatos está na casa de alegria. Olha, vou só beber e esquecer tudo.

Por isso, quando estamos só a rir em vez de enfrentar a situação, não estamos realmente enfrentando a realidade. Não estamos nada a aprender nada da natureza da vida. Estamos a pensar, a fingir, beber e estar alegre, tudo passa. Mas, o propósito da vida é o quê? Sabemos que o golo de Deus é para nós virmos a ser filhos e filhas a Deus. Está claro, mas o passo, o caminho aí, é para nós conhecermos a Deus e virmos a ser com ele é. Crescer na graça e no conhecimento do nosso Senhor em Salvador dos Cristo é para o conhecermos e virmos a ser como ele é. Copiar a ele. E por isso é que diz, no versículo 5, melhor é ouvir a repreensão do sábio, do que ouvir a canção do tolo, do incensato. Sim, quem é que gosta de ser corrigido? Olha, fizeste-se isso mal, não devias ter feito desta maneira, ninguém gosta. Quando uma pessoa me corrige, ou quando uma pessoa corrige, eu vou ser certamente, vou ser uma fantasia, mas que alegria recebemos uma corração. Claro que não. Não dizemos isso mais, reconhecemos que há um valor nessa repreensão. Principalmente se há uma repreensão de um sábio, de uma pessoa que nos dá a dar uma corração justa e correta.

Por isso é que diz, isso é bom para nós.

No versículo 6 diz, pois qual o crepitar dos espinhos debaixo de uma panela, tal é a risada do incensato, isso também é avaidado. Este, que é o pitar dos espinhos, é como estávamos a falar há pouco, é como palha seca, queima rapidamente, mas não faz lá muito calor. E por isso, essa atitude de que eu disse assim, é que queimar a palha, não é? Amostra o tolo como sem valor, como espinhos, como a palha, e que está prestes a ser destruído, porque, ao fim de tudo, no fim de tudo, será o julgamento e a segunda morte. Por isso, temos que achar um ponto de aprender e praticar o que é correto. No versículo 7 diz, então, verdadeiramente, a opressão faz-me de ser até o sábio, e o suborno ocorrerá o coração.

Este é um ditado importante. Como lemos na lei, que não devemos aceitar um suborno, de outro nome, em 1619, Jesus 23.8 diz, Por isso, não devemos aceitar um suborno. Por que? Porque o suborno corrompe o coração. Mas diz verdadeiramente, a opressão faz-me de ser até o sábio.

Aí, pode estar a falar, quer dizer, uma opressão, uma pressão, uma circunstâncias muito difíceis, em que, por exemplo, pode ser um suborno muito importante, em que faz até o sábio, é assim que está dinheiro, é um milhão de dólares. Vou fazer isso por um milhão de dólares. Quer dizer, se a pressão for muito forte, até o sábio é capaz de ceder. Ficar, digamos assim, doido com essa atração. Mas, por outro lado, também tem outros possíveis significados. Por exemplo, o pensamento de uma pessoa sábia pode ser distorcida, por exemplo, olha, tanto dinheiro, que a maneira de pensar, de pensar que está correta, debaixo desta pressão, deste suborno, ou de dificuldades muito fortes que outras pessoas estão a pôr nele, faz que, até a pessoa sábia, possa começar a ceder e fazer coisas erradas. Ou, por outro lado, pode ser a pessoa que está a ouvir o Conselho do Sábio, mas por ter um suborno tão grande que vai abandonar o Conselho, vai abandonar. E, por isso, aí está o prínio. E, vessa, há uma grande corrupção em receber subornos. Isso também se pode levar a outro ponto diferente de tipo de pressão. Por exemplo, uma pessoa é uma pessoa que, digamos assim, tem um coração macio. E, quando outras pessoas têm dificuldades, a pessoa ajuda essa pessoa com dificuldades. Essa pessoa com dificuldades vai e pede dinheiro, ou pede isto, pede aquilo, e a pessoa ajuda. Mas, quando estão a abusar essa paciência, essa bondada dessa pessoa, pode chegar a um ponto que essa pessoa, que é a dia do fim, é ingenuosa, chega a um ponto e a rebende diz, chega. Não pode continuar assim. E, por isso, vê-se esta pressão, seja que tipo de pressão seja. Pode ser dificuldades na vida, pode ser abusos de outras pessoas nessa pessoa, quando esta pressão torna-se muito forte. Até uma pessoa sabe, às vezes, pode falhar. Pode falhar. E pode acabar por dizer coisas que não queria dizer, ou fazer coisas de maneira que não queria fazer. E, por isso, é preciso ter cuidado. Veja em Salmo 125, versículo 3.

O centro dos ímpios não permanecerá sobre a sorte dos justos, para que o justo não estenda a mão, bem-niquidade. Quer dizer, se esta pressão dos ímpios, esta vara dos ímpios, está por muito tempo em cima de uma pessoa, então até o justo pode estar em perigo de acabar por fazer uma coisa errada. Quando este justo está confrontado com estas dificuldades e estas coisas irracionais da outra pessoa, às vezes o justo pode ter dificuldades em controlar as suas emoções, o seu comportamento, o seu temperamento. E, por isso, esses problemas que continuam e continuam persistentemente, podem destruir o coração dessa pessoa, que tem um certo dom, por exemplo, que é sábio, ou que tem um dom, um dom de bondade, ou coisa assim. E, por isso, até o próprio coração generoso, ou o coração que tem um dom, pode ser destruído ou aprimido por esta situação. Portanto, o simbolismo do suborno, está claro, é mais direto, é mais provável, mas tem estas outras, digamos assim, possíveis interpretações também. Continuando agora a ler Número 5, 8. Melhor é o fim das coisas do seu princípio, melhor é o paciente, do que o arrogante. E isto se encaixa bem com o princípio de perseverar até ao fim. Perseverar até ao fim. E, por isso, o sábio, embora tenha esta opressão, uma pessoa que é fiel, às vezes, tem estas dificuldades na vida, temos que perseverar até ao fim. E, por isso, temos que ser pacientes até ao fim. Por isso, se formos pacientes, se perseverarmos, então vamos ter bons resultados. Vamos ter um bom nome. Voltando ao versículo um, que diz, melhor é boa fama, dizer, vamos ter um bom nome. Por quê? Porque estamos a ser fiéis até ao fim. Então, melhor é o fim das coisas do que o seu princípio. Vejam também a Mateus 10, versículo 22. Mateus 10, versículo 22. Mateus 10, versículo 22. Serei isolados de todos por causa do meu nome, aquele porém que perseverar até ao fim, esse será salvo. Para aí estar dizer que vamos ter dias difíceis. Dias difíceis, muito difíceis, à nossa frente, que é parte do que está aqui a dizer que, que vai haver esta opressão, e que faz a enoite de ser até o sábio, mas aí precisamos dar ajuda de Deus, de o Espírito de Deus, porque vai haver dias muito difíceis. E precisamos ter cuidado, que não venham-nos a descair do caminho, para nos mantermos fiéis até ao fim. Isso é muito importante. Vejam também, em Mateus 24, versículo 13. Essa é uma escritura que sabemos que o que temos é bem. Mateus 24, versículo 13.

Aquilo porém que perseverar até ao fim, esse será salvo. E por isso, sim, temos que perseverar até ao fim. É muito importante perseverar até ao fim. Por isso, diante de qualquer dificuldade da vida que tenhamos, temos que esperar com paciência até ao fim.

E vemos, aí está um ponto importante. Devemos reconhecer que o plano de Deus está progredindo, progredindo em direção à meta, ao objetivo que Deus está, na nossa vida e no mundo de maneira geral. Deus não está a perder o controle que está a conhecer. Embora há muita iniquidade e a iniquidade vai crescer a nossa volta, temos que reconhecer que Deus está no comando. Por isso, temos de perseverar, precisamos ser pacientes. Em vez de dizer, olha, vou fazer a minha própria coisa, eu tenho uma melhor ideia, vou fazer isto, vou me revoltar, vou ser sangado, vou ser lá, não, temos que perseverar.

Precisamos de confiar que Deus sabe o que é melhor. Vamos ver até agora o versículo 9. Não te apressas a ir à arte, porque aí irá ser a briga no íntimo dos insensatos. E por isso, se as coisas não estão a ocorrer bem, e há esta pressão, e estas dificuldades, eu estava a dizer, até o sábio pode ainda não dizer que isto é que é zero, esta pressão faz, então, você explodir e fica sangado, fica chateado e boom, e vai ser uma coisa que não deve ter limite. Eu estava a dizer que a opressão faz ainda não dizer que até eu sabe, e por isso, fizemos de ver que o fim é melhor e temos de ter cuidado em não ficarmos sangados.

Temos que esperar, pacientemente, por Deus. Não devemos precipitar a raiva. Devemos ter cuidado, não ficar irritados.

E, irmãos, estou a admitir, eu sou uma pessoa que tenho que controlar as minhas emoções, porque às vezes fico irritado e tenho que controlar. Mas todos nós temos as nossas dificuldades e é um ponto que precisamos de estar a ver. Vejam Tiago capítulo 1 versículo 19-20. Sabéis estas coisas, meus amados irmãos, todo o homem pois seja pronto para ouvir tarde-o para falar, tarde-o para se irar.

Como isto é tão interessante, eu vou te dizer que o que eu tenho a dizer é que eu não posso falar, como isto é tão importante, mas como nos esquecemos tantas vezes, quando nos esquecemos devemos estar a lembrar disto. Está calado, não abras a boca, não desangues, calma, versículo 20, porque a ira do homem não produz a justiça de Deus.

É isso mesmo, a ira do homem não produz a justiça de Deus. Temos que, como lemos em Clésio 7, versículo 9, não ter pressas em irar-te. E versículo 10, jamais diga, jamais diga, porque foram os dias passados melhores do que estes, pois não é sábio por contar assim.

Irmãos, o que isso quer dizer? Quantas vezes dizemos, olha, estes bons tempos, eram estes bons tempos do passado, eram dirias tão bons, mas hoje em dia tudo é horrível. Era assim tão bom no passado, eram estes bons e velhos tempos, quando a corrupção não era tão comum, como se nunca tivesse existido, por resistir. Sim, na verdade, há alguns tempos na história, e no passado, o que de facto eram melhores dos tempos atuais, tem vários aspectos. E, às vezes, em certos casos, os tempos passados na vida, seu, meu, uma pessoa, podem ter sido melhor do que os tempos que estamos a passar agora. E, também, pode ser um bom ponto de educação de pensar acerca disso, por que as coisas mudaram? Por que as coisas estão diferentes? Por isso, vamos considerar o contexto aqui deste reciclo para entendermos melhor.

Porque aqui está a perguntar, a pessoa está a perguntar por que as coisas não podem ser como era no antiguo momento? Por que aqui está a perguntar o que é que a gente está a perguntar? Por que as coisas não podem ser por que esses tempos difíceis têm que vir?

Eu tenho que parecer uma pergunta justa, mas pense bem, na verdade, é uma acusação contra o sábio Governo de Deus.

Porque está a perguntar, em análise final, por que que Deus não manteve a vida do jeito que estava?

E esse tipo de pensamento é um pensamento imprudente, que não é sábio. Por isso é que tens no versículo 10, jamais digas, porque foram os dias passados melhores do que este, porque a pessoa está a fazer, a questionar, está a fazer uma pergunta, a fazer Deus, por que que estás a permitir isto?

A que está a dizer a Deus, tu não sabes o que estás a fazer.

Deus está fazendo algo de grande benefício.

Deus está executando, elaborando um plano para a humanidade inteira que está pregrudindo para um resultado final que vai ser o melhor resultado possível para toda a humanidade.

Mas infelizmente, não sabemos os passos em detalhes da hoje e da manhã e do dia depois da manhã. Mas devemos confiar em Deus, na obra de Deus, confiar que Ele está a fazer o que é melhor para nós, na nossa vida e na vida dos nossos familiares. E na vida das outras pessoas.

Ora, se as coisas tivessem de mesma maneira, e se não tivessem os provações, seria para o nosso prejuízo, porque não desenvolveríamos caráter e ao ponto final, em último análise, seria a nossa destruição. Para versículo 11 e 12. Boa é a sabedoria, a venda e dança e de proveito para os que vêm o sol. E 12. Sabedoria protege com a proteja o dinheiro. Mas o proveito da sabedoria é que ela dá a vida ao seu consumidor. Boa é a sabedoria, a venda e dança. Sem boa é a sabedoria, sem boa é a sabedoria, ao mesmo tempo que temos dinheiro, temos uma enança. É bom ser sábio e, de melhor, ser sábio e ter dinheiro.

Por isso é bom ter sabedoria e ter enança. Ambos são lucrativos.

E por isso, no versículo 12, a sabedoria protege. Isto é estar debaixo da proteção da sabedoria. Isto é da sombra da sabedoria. É como estar na sombra ou na proteção do dinheiro. O dinheiro dá uma certa proteção.

É como se fossemoscudo, uma parede protetora. Por isso a sabedoria protege, como protege o dinheiro. A sabedoria protege o dinheiro.

Por isso a sabedoria e o dinheiro ajudam e protegem na vida.

Mas, ao longo de um ano, a sabedoria é melhor porque a sabedoria ajuda a dar vida. O dinheiro não. A sabedoria ajuda a preservar a vida, dando orientação de como viver mostrando o caminho para a vida interna. Porque a sabedoria vem de Deus, do Espírito Santo Deus.

Isso é que diz ao fim do versículo 12. Mas o proveito da sabedoria é que ela dá a vida ao seu possuidor.

Vejam que dizeste, capítulo 5, versículo 14.

5, 14.

E, se está as riquezas se perdem por qualquer má aventura, ao filho que gerou, nada lhe fica na mão. Sim, as riquezas são temporárias. Ajudam enquanto as temos, mas são temporárias. Embora o útil enquanto temos, pode desaparecer. Sim, a pessoa pode ser rica. Hoje e amanhã pode ser pobre.

Proverbios 23, versículo 4, 5. Proverbios 23, 4, 5. Não defatigues para ser rico. Não apliques nisso a tua inteligência. Proventura fitará-se os olhos naquilo que não é nada, pois certamente a riqueza fará para si asas, isto é, vais aparecer, com uma águia que voa pelos céus. Detenhe-se e veja o que importa. Veja também proverbios capítulo 18, versículo 11. Proverbios 18, versículo 11. Os bens do rico lhe são cidade forte, e segundo imagina uma alta moralha. Sim, o dinheiro dava certa proteção. Por exemplo, se uma pessoa for rica, o dinheiro dava certo proteção. Ou se a pessoa tem dinheiro e os dias estão difíceis, ainda pode comprar comida, ou tem dinheiro para comprar uns medicamentos, ou para ir ao médio, ou seja, que for. Há uma certa ajuda, uma certa proteção, uma certa sombra pelo dinheiro. Mas não é tudo, não dá a vida.

Veja eclosiástica, capítulo 7, versículo 19.

Eclosiástica, sete, versículo 19. A sabedoria fortalece ao sábio mais do que dez poderosos que haja na cidade. Mas a sabedoria é uma força superior ao dinheiro. A sabedoria é uma força superior ao dinheiro. Veja eclosiástica, capítulo 9, versículo 16. Então, disse-o, melhor é a sabedoria do que a força. Ainda que a sabedoria do pobre é desprezada e os seus palavras não são aovidas. Se isso a pessoa é pobre, e as pessoas não dão atenção, mas essa pessoa pobre é sábia, não dão atenção em ele porque ele é pobre, mas é melhor ter sabedoria do que ter dinheiro. Versículo 18. Isto é, que lhes esteve 9, Versículo 18. Melhor é a sabedoria de que as armas de guerra. Mas um saupocador destrói muitas coisas pôr. Por isso vemos que a sabedoria é uma força maior, superior, mas a sabedoria também tem seus limites. Porque a sabedoria final é confiar em Deus. A sabedoria final é confiar em Deus. E que lhes esteve 7, Versículo 13. Atenta para as obras de Deus. Por isso confia em Deus. Toma atenção ao que Deus está a fazer. Considera a obra de Deus. Pois quem poderá endereitar o que Ele torceu?

Quem é que pode endereitar o que Deus fez torto? Veja em que os heastes de capítulo 1, Versículo 15. É aquilo que é torto, não se pode endereitar. E o que falta, não se pode calcular. Por isso é Deus. E o que falta, não se pode calcular. E as coisas estão com problemas às vezes na nossa vida. As coisas estão tortas na nossa vida ou no mundo.

E nós não podemos resolvê-los. São maiores que os heastes de capítulo 1. O que falta, não se pode calcular. E nós não podemos resolvê-los. São maiores que nós. Os problemas são maiores que nós. Precisamos confiar na intervenção de Deus. Romanos capítulo 8, Versículo 20. Romanos capítulo 8, Versículo 20. Romanos capítulo 8, Versículo 20. Romanos capítulo 8, Versículo 20.

Romanos capítulo 8, Versículo 20. Romanos capítulo 8, Versículo 20. Romanos capítulo 8, Versículo 20. Pois a criação está sujeita à vaidade, não voluntariamente, mas por causa da criação. Quanto a gente não tem que ver o que está acontecendo? Vamos avançar depressa. Vamos avançar depressa. Vamos avançar depressa. Vamos avançar depressa. Vamos avançar depressa. Vamos avançar depressa. Mas é para o nosso bem. É para o nosso bem.

Temos que ter esperança que Deus sabe o que Ele está a fazer. Vemos entender que os tempos difíceis em que vivemos e que virão, em último análise, estão nas mãos de Deus. Isso não quer exercer Deus que causa todos os problemas, mas Ele permite certas coisas, certas dificuldades, certos problemas, passamos por certos problemas, por causa da sabedoria de Deus. Os pensamentos Dele são mais altos que os nossos pensamentos.

Ele tem motivos muito sábios. E por isso, a Eita vemos um problema. Que nós, seres humanos, pensamos que sabemos mais do que Deus. Por que Deus está a fazer desta maneira? Então, não seria melhor fazer desta maneira? Por que, sem diz? No número 5 e 10, jamais digas. Porque foram os dias passados melhores do que estes, estamos a preotar, olha, Deus não sabe o que está a fazer. Por que as coisas não podem ser como um erão antigamento? É porque o homem está contentando, lutando, brigando com Deus.

E que, no século 16, o versículo 10 é a 12. É tudo quando a divir já se lhe deu o nome. E sabe-se que é o homem e que não pode contender com quem é mais forte que ele.

Que é Deus. O homem não pode contender com Deus. No versículo 12, pois quem sabe o que é bom para o homem? Deus sabe, mas nós não sabemos. Nós pensamos que sabemos melhor. Oh, por que isto? Por que aquilo? É, Deus não existe porque há sofrimento e etc. As pessoas não entendem. O que Deus está a fazer. Deus é que sabe o que é melhor para todos nós. E Deus é que sabe o que o futuro será.

O que está reservado para o futuro. O versículo 14. No dia de prosperidade, goza do bem. Mas no dia de adversidade, considera em que Deus fez tanto o este como aquele para que o homem nada descubre do que há de vir depois dele. Aqui está a dizer, irmãos, não tem isto. Mas no dia de prosperidade, está alegre. Tudo bem. Mas no dia das dificuldades, no dia de adversidade, considera em que Deus fez tanto o dia de prosperidade como aquele o dia de adversidade.

Para que o homem nada descubre do que há de vir depois dele, porque o homem não entende estas coisas. Por isso, os bons tempos e os maus tempos vêm de Deus, porque Ele está a permitir. Sim, devemos estar alegres na prosperidade, mas nada de adversidade. Devemos de considerar e reconhecer que isto também vem de Deus. Pois tudo o que acontece é porque Ele permite. E às vezes, diretamente faz isso acontecer.

Deus permite. Lembre-se em Jó capítulo 2, versículo 10. Jó capítulo 2, ao início das dificuldades dele, quando as coisas começaram a andar mal, o Jó capítulo 2, versículo 10, a mulher dele viria a ir no versículo 9. A Mál disse-se-o a Deus e morre. E a que Jó disse-a a mulher, falas como qualquer doida.

Temos recebido o bem de Deus e não receberíamos também o mal. Em tudo isto, não pecou Jó com os seus lábios. O que aconteceu a Jó? Suportou coisas terríveis que Satanás causou? Sim, Satanás causou. Mas Deus permitiu. Deus permitiu. Pense bem, na realidade, Deus até incitou Satanás a fazer isso. Deus disse, olha Satanás já visto este Jó, como ele, está a fazer isso porque, então Deus disse assim, então faz, faz isso. Deus permitiu e incitou Satanás a pôr dificuldades em Jó.

Parece mentira, não é? Mas era para um propósito maior. Era para um propósito maior. Precisamos por isso entender, de perceber que Deus não está a moldar. Para nós, somos parte do seu reino para sempre. E Ele, Deus sabe. E Ele realmente sabe o que é necessário e o que é melhor para nós para estarmos nesse reino. E por isso Ele permite certas dificuldades para o nosso bem. Agora nós não entendemos por que.

Por isso se veremos aqui no versículo 14, no dia da prosperidade, gosa do bom, mas no dia da adversidade, considera que Deus fez isso também, permitiu isso também. Por isso Deus está no comando, nos tempos ruins. Deus assim designou um como o outro. Vemos, então, lamentações. Lamentações de genomias. Capítulo 3, versículo 38. Acaso não procede do altíssimo tanto o mal como o bem? Ó, então Deus está a fazer mal, não. Deus permite para o nosso bem. Deus tem as suas razões. Mas muitas vezes nós não entendemos. Nós, muitas vezes, não podemos saber tudo o que Deus está fazendo, especialmente no sentido geral, como lemos em Ecclesiastes 3, versículo 11. Demos, então, 3, versículo 11. Tudo fez Deus formoso no seu devido tempo. Também pôs a eternidade no coração do homem. Sem que este possa descobrir as obras que Deus fez desde o princípio até ao fim. O homem quer saber a eternidade, quer saber a razão de todas as coisas e não saber. Quantas pessoas é que dizem? E aí, até as religiões e igrejas que dizem. Olha, se você quer ser feliz ou quer fazer isto, você tem que ser uma boa pessoa. Se você está a ter problemas, é para você a mal. É porque fez coisas mais. Mas se você está a ter bons, é porque fez coisas boas. Mas essas igrejas e coisas que dizem assim, olha, se você der dinheiro, der dinheiro a mim e vá estar muito rico. Cris de irmãos, não é o interruptor que diz bem-bem ouvir ao interruptor mal-mal. Não é. Não é uma coisa estereotípica que diz, você simplesmente faz o bem e vai ser abençoado. Ou simplesmente vai fazer o mal e vai sofrer. Não. Não. A vida é improvisível. É a foi e essa é a maneira que Deus desenhou e planejou. Se temos dias difíceis, perceverem, se pacientem, esperem, porque um dia de coisas boas virá. E se você está em dias de tudo estar correndo bem, de por exporvidade, lembre-se que um dia a dor e os problemas virão. Romanos 8, versículo 28.

Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Deus está resolvendo as coisas da melhor maneira possível. O problema é que nós não entendemos o que está passando. Femos aqui, alguns exemplos. Vocês lembram-se da história de Moisés? Bebé, quando era criança, foi resgatado naquele rio e depois cresceu no meio da riqueza e prosperidade e esplendor por 40 anos. Tinha tudo, tinha o poder todo do Egito. Dizemos assim era o filho herdeio.

E perdeu tudo de um dia para o outro. Perdeu tudo de um dia para o outro. Quando ele matou o Egípcio, que estava abusando o seu povo, ele então teve que esconder no deserto, como ninguém. Simplesmente não tinha nada. Tava a tomar contra do Rebanho, que não era dele. E durante esse período, o Moisés podia dizer, por que que Deus permitiu isto?

Mas Deus usou isso, até mesmo as consequências do seu pecado de matar o Egípcio e esses 40 anos do deserto para preparar Moisés, para libertar o povo de Deus.

Você lembra-se da história de Jacob? Foi vendido para o Egito? Acabou indo para a prisão? Por não fazer nada errado?

Mas acabou tudo bem, não acabou? Acabou tudo bem. Cri-se irmãos, em qualquer momento, nessa altura, quando Jacob foi vendido para os escravos, estava simplesmente a ir falar com os irmãos e foi a tirar dentro poço e depois foi um escravo e depois veio esta mulher dizer bem comigo e ele disse não, não vou, foi poço na prisão e ele podia dizer, por que que Deus permitiu isto? Mas ele estava a ser preparado para uma responsabilidade muito grande. Nós estamos a ser preparados para uma responsabilidade muito grande que nós nem começamos a entender agora. Precisamos de perseverar até ao fim e ter fé, ter confiança em Deus que Ele sabe melhor do que está a fazer para nós e por nós, para o futuro e para os nossos filhos.

E cruzieste 7, versículo 15. Tudo isto vive nos dias da minha vaidade, a justo que parece na sua justiça e a proverso que prolonga os seus dias na sua profeceria.

Sim, porque vivemos em dias, não entendemos o que se passa e a pessoa que é justa está a morrer com dificuldades. E a pessoa que é ímpia, é que é pecadora, olha, está em cima do mundo.

Que viz, irmãos? Uma vez mais, estou a falar deste integrutor. A vida não é assim. Bom, bom ou mal, mal. Não devemos dizer, olha, isto leva aquilo. Olha, essa pessoa faz coisas bem, vai ser abençoada, se a pessoa faz coisas mal, vai sofrer. Isso foi o raciocínio dos amigos da Jo. Os amigos de Jo disseram, Jo, estás a sofrer por pecaste. E os Jo estão a fazer, eu não fiz nada errado.

E Deus disse, Jo, não fez nada errado, não pecou. Mas aprendeu uma lição. Uma lição que tinha que aprender. Deus estava a preparar Jo para outras responsabilidades que provavelmente ainda estão por vir. Porque a vida não é assim tão simples.

Primeiro Pedro 4, versículo 12 e 13. Primeiro Pedro 4, Primeiro Pedro 4, versículo 12 e 13. Amados, não estranheis o fogo ardente que surge do meio-voz destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo pelo contrário. É como se isso é difícil. Ou é difícil, anagra-vos na medida em que sois co-participantes dos sufrimentos de Cristo. Para que também, na revelação da Sua glória, isto ocadre-o vier e voltar na sua segunda vida na glória, vos alegreis e isoltando. Vemos encarar a vida como ela realmente é. E a vida não é sempre uma lua de mel quando fazemos coisas boas. Vejam, por exemplo, Salmo 73. Salmo 73. Um salmo muito interessante, que é bom lembrar, este salmo, diz assim, diz assim, está a dizer, olha, eu envijei, o V. III, eu envijei-o aos arrogantes, para eles não há preocupações, V. IV, eles têm soberba e violência e falam maliciosamente, V. VIII, V. XII, éis que são estes os ímpios e sempre tranquilos e aumentam os seus riquezas. V. XII. Então, a pergunta está a querer, com efeito inútilmente conservei por o coração e levei as mãos na inocência pois de contínuo sou afligido e que era manhã castigado, e veja, no V. XVI, só pensar nisto, só pensar nisto, para compreender isto é muito pesado para mim, porque eu sou boa pessoa e estou a ser castigado por ser uma boa pessoa e os outros são mais e estão a ser abençoadas.

V. VII, até que entrei no santuário de Deus e atinei com o fim de Deus.

Podemos lamentar a prosperidade dos ínculos, mas às vezes é porque não estamos a ter a perspectiva correta. Veja Isaías 57. Isaías 57.

Preço justo e não há cães sem pressione com isso. E os homens pedosos são arobatados sem que alguém considere fato, pois o justo é elevado antes que venha o mal. E entram na frente, e o que é que o homem tem? O homem tem que ser elevado que venha o mal. E entram na paz, descansa no seu leito, os que andam em raquidão. Muitas vezes, pessoas justas morrem. Seram recebendo a recompensa do que fizeram bem nesta vida. É o que lemos ao fim de Ibreus capítulo 11. Vemos muitas pessoas, foram cerrados ao meio, foram isto, foram maltratados e esperaram pela fé e morrer na fé. Mas não receberam a vida de Deus, a recompensa. O que está a fazer? O seu amor, o que é justo. E não recebeu a recompensa. Mas é uma coisa. Já passou o exame, e agora está a descansar. Já passou o exame, e agora está a descansar. Porque vai ter uma resurreição, e ele já passou e já está no reino praticamente. Por isso, para as pessoas que estão vivas, é uma aprovação. E por isso, uma vez mais, há adversidade às dificuldades, os sufrimentos, nem sempre, são coisa má. Por que? Porque Deus usa os testes, as provações, as dificuldades, os sufrimentos para nos fazer melhores pessoas. Por que? Para nós alcançarmos o grande objetivo que ele tem para nós.

Imagina-me. Imagina-me isto. O homem mais justo que jamais viveu, morreu jovem. Completamente inocente.

Foi assassinado. E nunca fez nada mal a ninguém. Esse homem foi Jesus Cristo. Enquanto os iniquios, à volta dele, o resto do mundo vivem pecando, por muito mais tempo que ele vive, e viveu como ser físico. Mas na adversidade de Cristo, por o mais horrível que fosse, foi para o melhor para nós. Por isso, tanto Deus-Pai, como Jesus Cristo, passaram pela maior aprovação de todos os tempos para o nosso benefício. E por isso os iniquios, às vezes, os fazoras de Deus, os tempos de Deus são prolongados, para dar a eles oportunidades a rependerem. Mas, além disso, servem de lições para nós e para outros, para aprendermos do que lhes fizeram. No entanto, nem sempre, os ímpios vivem longo, às vezes há ímpios que vivem tempo curto, e há e também há ajustes que vivem tempo longo. Mas o ponto é que nós, simplesmente, não podemos entender todas as coisas, não podemos descobrir exatamente o que Deus está fazendo na nossa vida, enquanto nós estamos nesta vida. E por isso, há adversidade, nem sempre, há uma coisa mágica.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).