Eclesiastes 6:1 - 6:12

Estudo Bíblico

Quem sabe o que é bom para o homem durante a sua vida? Qual é a fonte de felicidade e alegria?

Transcrição

Bem, queridos irmãos, nós temos estado a estudar o livro de Ecclesiastes e hoje vamos abordar o 6º capítulo. O 6º capítulo de Ecclesiastes.

E podia entitular este estudo quem sabe o que é bom para o homem durante a sua vida. Ora, nos estudos anteriores dividimos o livro de Ecclesiastes em quatro secções. Na primeira secção, os capítulos 1 e 2, apreciando a vida como um dom de Deus, que está focando no ponto de ser um dom de Deus. Depois, os capítulos 3, 4 e 5, que é a segunda parte, que é entendendo o grande plano de Deus. E agora estamos a abordar o capítulo 6, 7 e 8, aliás, 8 até o ciclo 15, quase até o fim do capítulo 8, que é explicando e aplicando o plano de Deus.

E a última secção, que é o 8, versículo 16, que é o novo capítulo 9 até o fim, que é removendo o desânimo e aplicando o plano de Deus à vida. E por isso hoje vamos começar esta terceira secção de Pesiasis, que vai do início do capítulo 6 até praticamente ao fim do capítulo 8, que está entitulado assim como explicando e aplicando o plano de Deus.

Mas hoje só vamos abordar o sexto capítulo. Ora, estas quatro secções que eu mencinei que dividimos o livro de Pesiasis, esta terceira parte, que vamos iniciar agora, é a parte, digamos assim, central de todo o argumento. Hoje aqui, o sermão vai aplicar duas conclusões das primeiras secções do livro de Pesiasis. Isto é um acerca dos tons de Deus e o outro acerca do plano de Deus. E então vai abordar isso às várias desigualidades, variações, que parecem injustas na vida. E depois vai concluir esta terceira seção, chama-se explicando e aplicando o plano de Deus, com um referião do costume que lemos em Ecclesiastes 8, da ciclo 15, que diz assim, então exaltei a alegria, enquanto para o homem, nenhuma coisa há melhor embaixo do sol do que comer, beber e alegrar-se.

Este é o referião que ele dá aí no livro de Pesiasis, vários vezes, que é bom apreciar a vida, como de uma maneira simples. É bom apreciar a vida. Mas está claro, para podermos apreciar a vida correcamente, temos que ter Deus como parte central da vida. Ora, esta secção, que é do capítulo 6 até o capítulo 8, ou até 8, por si, de 15, mais exatamente, esta parte é dividida em duas secções, que é o capítulo 6 até o capítulo 7, ao meio do capítulo 7, 7, por si, de 5, e depois de 7, 16, até o 8, 15. Por esta primeira subsecção, tem uma avaliação das circunstâncias do homem, o que as pessoas possuem e as dificuldades que alguns vão enfrentar.

E por isso, hoje, no capítulo 6, vamos falar acerca do que alguns possuem. Ora, essa estudo não nos deve levar a pensar que Deus não é justo, não é razoável, conosco, ou que Deus é incapaz de lidar com a condição humana, porque vamos ver uns pontos muito importantes. E é que, estes dois argumentos que são, no um ao lado do outro, o primeiro é o que as pessoas possuem, isto é a prosperidade, e o outro é as dificuldades que encontramos, isto é os problemas, as adversidades, as aflições.

E por isso está a dizer aqui, neste, na parte que vamos abordar hoje, que é o sexto capítulo, que a prosperidade nem sempre é necessária, nem sempre é boa. Depois, vamos, no próximo estudo, abordar os dificuldades ou aflições, que nem sempre é necessária, ou má. Por isso vamos abordar esta primeira secção, que é o capítulo 6, que é acerca da prosperidade, acerca do que as pessoas possuem. Ora, Salomão começa a abordar este assunto, no capítulo 5. Estava assim, uma introduçãozinha. Veja aqui, no capítulo 5, no ciclo 14, que lemos. Se estas riquezas se pernam por qualquer má aventura, ao filho que gerou nada, ele fica na mão. Aí ele está a dar um aviso que as riquezas podem ser perdidas.

Podemos perder as riquezas. O dinheiro que ganhamos, podemos perder. Então, vamos começar a ler, então, o capítulo 6, e vamos começar a ler primeiro, versículo 1 e 2. Há um mal que vir de baixo do sol e que pesa sobre os homens. O homem a quem Deus conferiu riquezas, bens e honra, e nada-lhe falta de tudo quanto a sua alma deseja, mas Deus não lhe aconselha que disso coma. Antes, o estranho o come, também isto é vaidade e grave aflição.

Ora, aqui está ele a referir-se neste início deste capítulo, a uma aflição que digamos assim que parece maligma, ou como se fosse uma calamidade, uma praga, e ele diz que é infelizmente bem comum. A pessoa pode ter, como receber uma grande riqueza por Deus e não de falta nada, tem muitas coisas, até não só riqueza, mas pode ter honra ou fama, mas no final não tem como pode comer dessa riqueza ou fama, ou seja, não tem como gozar disso ou desfrutar, porque isso acaba de ir para o estrangeiro, ou para o estrangeiro. Portanto, quando se trata de riqueza, ou de honra, ou de bens, nem tudo é o que pode parecer.

Levos que o rei David, que era o pai do Salomão, tinha declarado em Salmos 39, por cico sede. Então vamos ver Salmos 39, por cico sede. Diz com efeito, passa o homem como uma sombra, em vão-se em quieta, amontou-a-te os olhos e não sabe quem os lutará. É basicamente a mesma coisa. E aqui, em vez que uma pessoa recebe dinheiro, é possível que não possa apreciar essa prosperidade, enquanto ela adorasse.

Se é isso, talvez, é uma possibilidade, mas... Então aqui, temos a ver um foco envado, porque, em Ecclesiastes 6, no ciclo 1 e 2, não está a dizer que há cerca da pessoa que lemos em Ecclesiastes 5, no ciclo 9. Veja aqui, quanto ao homem em que Deus confluiu riquezas e bens, e lhe deu poder para elas comer a receber a sua custa e usar o seu trabalho, isto é o dom do Deus. Agora, aqui está a dizer que não sou a estar a receber certas riquezas, e isso é uma bondade, é um dom do Deus, usar isso. E por isso, vemos aqui uma coisa diferente, no capítulo 6, versículo 2, porque, assim, este homem percebeu e não está a agusar disso. E aqui, ele deve estar a saber uma situação diferente, porque, em Ecclesiastes 6, versículo 2, está a falar que um homem que está a ser preocupado, que quer tudo, que deseja, e o seu coração está centrado na riqueza, na acumulação do dinheiro. E por isso, acontece uma tragédia, quando Deus permite que essa riqueza seja tomada por um estranho. Por isso, há situações diferentes. Aqui, uma pessoa que está a comer, a saber, tem um bocadinho, mas é suficiente, não está centrada a querer mais, mais, mais, mais. E, então, Deus diz, olha, gosa disso. Mas, quando uma pessoa quer mais, mais, porquês, no versículo 2, e nada de falta de tudo quanto o seu alma deseja, quer dizer, quer mais, mais, mais, quer ter este coração centrado na riqueza, na acumulação da riqueza. Por isso, vê-se aí uma situação diferente.

Veja, Gêmus, vamos ler agora o versículo 3 a 6. Se alguém gerar 100 filhos e viver muitos anos, até avançar da idade, e sua alma não se forcar do bem, e além disso, não diversa cultura. Diga que um aborto é mais feliz do que ele. Pois, de balde vem um aborto, e entreva-se-vai, e de treva-se cobre o seu nome.

Não viu o sol, nada conhece. Toda via até mais canso do que o outro. Ainda que aquele vivesse duas vezes mil anos, mas não nos assa o bem. Proventura, não vão todos, foram mesmo lugar. Aqui vê-se três situações. Uma é a riqueza, outra é uma vida longa, e o outro é ter muitos filhos. Sim, porque o versículo 2 está a falar de riqueza, e agora no versículo 3 está a dizer que vai ter muitos filhos e viver muitos anos.

O caso está a dizer até dois mil anos, no versículo 6, viver dois mil anos. Aqui vê-se, digamos assim, um exagero, tentar demonstrar a coisa exagerando para dar a êfase. E está aqui a exagero de uma pessoa ter 100 filhos e viver dois mil anos. É mais do que o dobro do que o antigo Matus a lém viveu, Matus a lém viveu 97,79 anos. E por isso há uma questão de viver muito tempo aqui, isto é um exagero para eu dar este exemplo.

Mas eu lhes, apesar da longa vida, apesar de ter muitos filhos, sua alma não se falta com o bem. Deste aqui, no versículo 3, a sua alma não se falta com o bem. Quer dizer, ela não está feliz. Tem riqueza, tem dinheiro, tem muitos filhos e vindo muito tempo, mas não encontra felicidade. Em primeiro lugar, deixe-me referir aqui ao termo alma, que não está a referir a pessoas neste mundo, geralmente entendem. Mas aqui, referi-se, simplesmente, ao ser físico da pessoa, incluindo a sua consciência. E, então, está a dizer que essa pessoa, essa pessoa vivente, não tem prazer ou contentamento em suas pensões que recebem.

Também, no versículo 3, está a falar que, e além disso, não tiver secultura. Ora, não quer dizer que uma pessoa idosa não foi sepultada, ou não teve uma secultura devida, porque isso nessa cultura era uma grande honra. Mas, grandes honras, vejamos o exemplo em Jodemias capítulo 22, como o Joaquim foi honrado por não ter esta secultura.

Veja aqui, Jodemias 22, versículo 18 a 19. Portanto assim, diz o Senhor, a séquedas de Joaquim, filho de Juzias, rei de Judá, não lamentarão dizendo, ai meu irmão, ou ai minha irmã, nem lamentarão dizendo, ai Senhor, ou ai Sua glória, como se sepulta um juvento, assim o sepultarão, resta-lo a um e o lancerão para bem longe, para fora das portas de Jerusalém.

Aqui vê-se uma pessoa que não foi sepulpada e isso era um digamos assim, uma grande des honra. Ora, pode ser que aqui, na Inquisiestes, ou seja, uma pessoa que tem uma família grande e que ninguém o vai enterrar, e, além de não estar alegre, não era amado, porque os membros da família não iam enterrar. Mas isso nem sempre é o caso, porque mesmo até pessoas ricas que não são amadas, podem ter um grande funeral, porque planejaram isso tudo com antecedência.

Então, poderia ser um rico que tinha perdido tudo, mas ainda tinha família, mas talvez isso não seja o caso, porque a cultura israelita certamente o iam enterrar. Então, o significado seria que este sepultamento, que não tivesse cultura, é uma referência olhando ao exemplo deste aborto que segue na frase. Por exemplo, dizer mesmo que não tenham sepultamento adequado, eu digo que o Nati morto é melhor do que ele. Aqui, este aborto é um aborto neutrópico, é um bebê que nasceu morto, por exemplo, assim que não nasceu, quando veio à luz e já estava morto.

Então, aqui, ilíase que se um homem tem muitos filhos e vive muito tempo, mas está insatisfeito, até mesmo uma criança abortada, sem sepultamento, está em melhor situação do que aquele homem. Isso aqui vê-se alguém gerar sem filhos e viver muitos anos, até avançar a idade, e sua alma não se for tanto bem. E além disso, não tivesse cultura, comparando com o aborto, digo que o aborto é mais feliz do que ele, não tiver uma sepultura adequada.

Salomão aqui diz que a criança abortada, sim, o natimórquio, está em aborto natural, que vem e vai na obstruidade, diz assim, no recílio 4, pois de balde vem o aborto e entrevas-se-vai e entrevas-se cobre o seu nome. Então, este que vem e vai na obstruidade. E esse bebê não viu o sol ou a luz de via, versículo 5, diz, não viu o sol, nada conhece. Está em melhor situação do que a pessoa que viveu por muito tempo sem alegria. Continuar concluindo aqui o versículo 5. Não viu o sol, nada conhece, todavia, tem mais descanso que o outro. Ainda que o outro vivesse duas vezes mil anos, mas não nos assa o bem.

Lembramos o que Salomão escreveu em Cresiastes 4, versículo 3. E que os estes 4, versículo 3 dizem assim, porém mais que uns e outros têm por feliz aquele que ainda não nasceu e não viu as mais obras que se fazem debaixo do sol. Por isso está fazendo aquilo que ainda não nosceu, isto, como é o aborto. Por isso Salomão dá aqui a dizer que seria melhor não ter nascido do que ver a opção do mal neste mundo.

Ora, claro que Salomão entendeu, tinha a compreensão que haverá uma resolução futura na qual o modo de vida de Deus premierar o mundo. E por isso tem-se o Mário. Se uma pessoa viva uma vida longa e não tem um entendimento de Deus para dar uma verdadeira afinicinada, a vida acaba por ser um ponto muito triste, um ponto que uma pessoa diz porque é a vida. Por isso, lembramos aqui em Ecclesiastes 6, versículo 6, proventura, não vão todos para o mesmo lugar. Agora, lugar-se, que lugar é este? Veja em Ecclesiastes 3, versículo 20. Todos vão para o mesmo lugar. Todos procedem do pó e ao pó, tornerão. Quer dizer, vieram do pó e voltam para o pó, que vão retornar ao pó da terra. São enterrados e o corpo físico vai se desfazer e volta em pó. Claro, isto é com o entendimento de que os mortos, um dia, ressuscitarão no mundo melhor. Lembre-se que Salomão teve um irmão. Lembram-se aquele menino de Bata Ceba, que morreu com apenas alguns dias de idade? Esse era o irmão da Salomão, porque o Salomão morreu depois disso. E David disse quando esse bebê morreu, disse que encontraria essa criança no futuro. Vejam, por exemplo, em segundo Samuel, capítulo 12, aí vê-se a história deste bebê-nino que nasceu, e, no segundo Samuel, capítulo 12, começando no verículo 15, vê-se aí o senhor feriu a criança, que a mulher de Urias, Bata Ceba, dera a luz da vida e a criança do esse é o gravemente. E, como sabemos, a história, esta criança faleceu e, como sabe, a história não queriam dizer a ele, olha, estava assim antes da criança morrer, imagina agora que ela criança morreu. Mas, depois, logo que o disseram, quando ele perguntou no verículo 19, é morta a criança e eles responderam, morreu, no verículo 20, lê-se então da vítima de soledor da terra, lavou-se, o gios, morreu de vestes, entrou na casa do senhor e adorou. E depois veio para seu caso e pediu pão, puseram o diante dele e ele comeu. E as pessoas não entenderam o que eles tinham passado. Mas veja aqui no verículo 23, a resposta do doutor, que diz assim porém, agora que é morta, porque se joaria eu, poderei eu fazê-la voltar, eu irei a ela. Isto é, vou morrer e depois eu se sussitarei e então eu estarei com a criança na resolução. E por isso, veja aí que Davi entendia que haveria uma resolução e sem dúvida, ele ensinou isso a Salomão. E por isso, Salomão estava bem ciente e, da verdade, de uma resolução e o mundo vindo ouro, conforme foi ensinado para seu pai. Também Salomão sabe isso, como, por exemplo, lembramos em Ecclesiastes, capítulo 11, versículo 6, quando está a dizer, olha, aprecia o que faz, mas tem cuidado, porque Deus aprecia a mocidarem, quanto é jovem e tudo, mas lembra-te, ao fim do Ecclesiastes 11, versículo 11, diz assim porém que de todas essas coisas Deus te pedirá contas, por isso, vai haver um dia que vamos ter que dar contas. Vai haver uma resolução e vamos ter que dar contas. Também, no capítulo 12, no último versículo de Ecclesiastes, versículo 14, diz por que Deus há de trazer a juízo todas as obras, até as questões com vidas, que essas são boas, que essas não há. Salomão intervia muito bem que havia um juízo, e esse juízo não era esta vida física, era uma resolução vindora. E por isso Salomão sabia isso muito bem. Mas neste entrinho, neste entanto, por mais triste que seja o momento desta vida breve, mesmo que a vida seja por dois mil anos sem alegria, a vida sem alegria é uma tristeza, não é boa. Os muitos anos de vida vão chegar ao fim com morte, e o que é que há para mostrar durante todo esse tempo?

Por isso é como as pessoas dizem, olha, podem ter olhado a pessoa tem com inveja, mas a verdade é que a vida não é o que parecia ser, parecia ser. Sim, parecia ter muito dinheiro, mas não estava leve. E por isso viver muitos anos foi simplesmente tristeza, em cima de tristeza. E por isso é o que estamos a lerem em Equasiastes, no capítulo 6 do ciclo 1 até ao ciclo 6, que sim, pode ter muito dinheiro, pode ter uma vida longa, pode ter hora, mas se não temos Deus na nossa vida, para estarmos realmente alegres, porque a única alegria vem de Deus, vem do Espírito de Deus, o fruto do Espírito Santo, que é amor, alegria e paz. E outras características para claro, mas uma delas é alegria. Essa satisfação interna no coração. Nós podemos tentar procurar esta satisfação por coisas físicas. Com dinheiro, com muita vida, mas nada disso traz verdadeira satisfação. Só Deus, só o Espírito de Deus, só ter um relacionamento com Deus através dos Cristo, é que vamos ter uma vida alegre, uma verdadeira felicidade nesta vida. Agora, continuando no versículo 7, Salomão agora dá alguns proverbios para trazer algumas lições importantes acerca deste ponto. Vamos ler então o versículo 7. Todo o trabalho do homem é para a sua boca, e com tudo, nunca se satisfaz o seu apetite. Algumas traduções, em vez de usar o seu apetite, diz o seu espírito ou a sua cubissa. Outras dizem até a sua alma. O que vemos aqui, todo o trabalho do homem é para tentar fazer-se alegre, mas nada disso o satisfaz. Satisfaz a sua vida, satisfaz a sua cubissa, satisfaz nada disso, é realmente uma satisfação verdadeira. Por isso a boca aqui representa, digamos assim, este desejo de querer mais, de auto-preservação ou de prazer, querer mais coisas. Mas, quando mais tenham-nos, se não temos Deus central na nossa vida, nunca estamos satisfeitos.

Por isso, esta pessoa física e consciente, isto é, este apetite, este espírito, esta alma, esta pessoa física e consciente, não fica satisfeita. Por isso vemos que, aqui a boca, está a falar a certa desta experiência que o pessoal pode ter, esta busca de encontrar a felicidade, até pode ser esforço mental para encontrar a felicidade.

Mas a questão aqui é que queremos ser felizes procurando a felicidade por qualquer coisa que façamos, ou que tenhamos, nunca seremos completamente satisfeitos. A felicidade é um produto, digamos assim, é um fruto de outra busca. A única felicidade vem pela busca de Deus, tendo um relacionamento com Deus, para o nosso Salvador e Redentor Jesus Cristo. Esta é a única facilidade através do poder dos Espíritos. Continuando, então, o versículo 8. Pois que vantagem têm o sábio sobre o tolo, ou o pobre que sabe andar durante os vivos.

Este versículo às vezes é uma questão de disputa, e os vários expositores diferem amplamente o significado deste versículo. Mas levando em consideração as veres para os vários argumentos que as pessoas têm, vamos deduzir agora o silvicado provável. Embora o proverbe do versículo 8 seja distinto do provérbio do versículo 7, a palavra pois, ao início do versículo 8, mostra que deve ser lido em contexto com o versículo 7. Assim como o versículo 9, que, basicamente, está ligado também com o versículo 7. Então, vamos ler este 3 versículos. Todo o trabalho do homem é capaz para a sua boca e, contudo, nunca se satisfaz o seu tipo, pois que vantagem tem o sábio sobre o tom ou o pobre que sabe andar plantos vivos. Melhor é a vista dos olhos do que o andar ocioso da cubiça. Também isto é vaidade e correr atrás do vento.

Aqueles que são sábios, são educados, são qualificados para serem sábios.

Sim, vão ter mais sucesso às várias coisas que fazem na vida, porque os tolos fazem escolhas terríveis na vida. Sim, por isso diz assim, que vantagem tem o sábio sobre o tom. O sábio vai ter mais sucesso em certas coisas, mas que vantagem tem isso, porque se isso for a única diferença, os dois acabam na mesma situação de insatisfação. Sim, porque nunca se satisfaz do seu tipo.

A última parte do sábio 8, pergunta-me, o que tem o pobre homem que sabe andar diante dos vivos? Isto é o pobre que sabe andar perante os vivos, porque eu tenho a frase final aqui para ele, que parece dar a impressão, que sabem como se comportar conforme necessário, à frente de outros. E se parece um paralelo à sabedoria do início do ciclo. De modo que esta segunda questão é provavelmente uma reformulação mais específica da primeira questão. E então, é um tipo de poesia e braca. Poesia e braca vemos quando lemos os provérvios. Continuamente, no livro de provérvios, temos esta repetição, em provérvios, é uma forma de poesia e braca. E é uma maneira de ver a mesma coisa, mas do outro lado.

E por isso aqui, ve-se que, que há um benefício em ter certas riquezas, pode trazer, mas a riqueza também pode trazer problemas e dificuldades, incluindo a tentativa de manter e aumentar essa riqueza. Por isso, agora somos apresentados aqui a um homem pobre. E, em comparado com o Salomão, todas as pessoas eram pobres. O Salomão era muito rico, falando relativamente. E, por isso, o Salomão era muito rico. E, por isso, o Salomão era muito rico. E aqui, o que está fazendo, este homem pobre que está fazendo o que é necessário para continuar obtendo, menos que seja apenas para sobreviver, para ser feliz.

No entanto, como que é que essa pessoa realmente ficou? Talvez, a última parte do ciclo diga assim, o que a pessoa modeste, que sabe se conduzir na busca nas cidades e desechos, tem mais do que o tolo que não sabe, ou escolhe, como se comportar de uma maneira boa.

Por isso, mesmo uma pessoa modesta, uma pessoa pobre, quer dizer, o pobre que sabe andar para antes de vir, que vantagem tem o pobre sobre o tolo, ou que vantagem tem o só sabe sobre o tolo, porque nenhum deles vai ter felicidade, nenhum dos dois ficará satisfeito. E, por isso, a pessoa pobre que sabe andar para antes de vir, vai ter felicidade, porque a única felicidade vem através do ressendimento com Deus, e não de dinheiro ou coisas físicas. Então, vamos ler, então, o versículo novo agora.

Melhor é a vista dos olhos do que o andar ocioso da comissa. Também isto é vaidado e correr atrás. Do vento. Aqui está a ensurrar a vaidado, a futilidade e o apego frustrado ao dinheiro, às coisas.

Porque é como tivesse a tentar agarrar o vento.

Esta busca constante de mais coisas e mais coisas e mais coisas.

Para satisfazer esse desejo, claramente, não traz esse desejo.

Por isso é que lemos aqui. Melhor é a vista dos olhos do que o andar ocioso da comissa.

Por que? Porque a visão dos olhos é o que está certo. Vemos, temos uma coisa real que se vê, e o que começar é uma coisa que não se vê, que é uma coisa futura, uma coisa que desaparece. E, por isso, é melhor, pelo menos, o que temos do que a comissa. Porque pelo menos o que temos, talvez não seja muito, mas é melhor que estar a começar a ter muito, ao menos temos. E, por isso, desajar e ter mais é como correr atrás do vento, uma vaidade.

Vamos ver o que é diferente. Proverbios 27. Vídeo 27, versículo 20, põe isto assim de uma outra maneira. Vemos então proverbios 27, versículo 20.

O inferno no abismo nunca se fartam. E os olhos do homem nunca se satisfazam.

Aqui estamos a ver que a sepultura e a destruição, o abismo, a destruição, não costumam cheios, sempre querem mais. E os olhos do homem, a cubissa, também nunca estão satisfeitos, querem mais.

Por outras palavras, cubissa leva a mais cubissa e, por fim, a destruição. Isto não é o caminho da felicidade.

Mas a vermos aqui, em, verséstias que pinto os seios, no siglo IX.

A melhor, o que temos, o pouco que temos para começar mais, por querer mais, só vai trazer mais problemas, mais dificuldades. É como correr atrás do vento e não vai trazer felicidade.

Agora, a última secção aqui, deste é versículo 10, a versículo 12. Vamos ler estes três versículos em conjunto. A tudo quanto há a devir já se deu um nome. E sabe-se o que é o homem e que não pode contender com quem é mais forte do que ele. É certo que há muitas coisas que só aumentam a vaidade, mas que aproveitem isto ao homem.

Pois quem sabe o que é bom para o homem. Durante os poucos dias da sua vida de vaidade, os quais gasta como sombra, quem pode aclarar ao homem o que será depois dele, de baixo, do sol. Eu tentei ler a palavra homem, assim como um som um bocadinho diferente, talvez realçando a palavra, porque veem que a palavra homem é mencionada quatro vezes. Por ciclo 10, sabe-se o que é o homem, por ciclo 11, mas que aproveitem isto ao homem. Por ciclo 12, o que é bom era o homem e também ao fim do ciclo 12, quem pode aclarar ao homem. Vê-se que está a falar de homem. O homem em hebraico é a palavra de onde veio a palavra de adão. E por isso, ve-se que este texto usa a palavra adão, adão, quatro vezes. Por isso, não é apenas como um genérico para os seres humanos, sim, é genérico para os seres humanos, e é o homem, o homem, a humanidade, o ser humano. Mas também uma palavra, um termo, uma palavra que aponta diretamente para as genas dos candidatores e capítulo 3. Aqui vemos uma conexão com a criação que foi desenhada por Deus. Veja que, entre os estes, 7 e 9, é a mesma coisa. É isso que tão somente achei que Deus fez o homem reto, apontarem esta criação, que Deus fez o homem reto, mas Ele se meteu em muitas instruções. Por isso está a falar aqui a século do homem, feita da criação em genas.

Então, isto, estes 3 versículos, estão a falar a século de um ponto importante, central da condição humana, porque o homem é da terra e, de si mesmo, não pode verdadeiramente subir acima. Não pode ir para além do que ele é. Na verdade, o corpo humano vai retornar à terra quando morre ao bom. Vê-se isso em que os estes 12 versículos sete, e o pau volta à terra como era, e o Espírito volta a Deus que o deu, do modo que este nome homem, então, chama a atenção para a mortalidade humana. E assim vemos o fato, aqui está a dizer que, no versículo 10, a quanto há de ouvir já se o deu o nome. O nome? O que quer dizer aqui o nome? Adão recebeu domínio sobre as outras criaturas da terra. E isto foi simbolizado que Adão deu o nome aos animais, e os animais todos foram a Adão e ele deu o nome. Olha, este animal é, por exemplo, a proteja um cão, este um milhão, este um tido, este um girafa, deu o nome aos animais.

Mas quem que deu o nome ao homem? Adão.

Foi Deus que deu o nome ao homem, que ele chamou Adão. E por isso, aqui, está a mostrar a superioridade de Deus, deixando claro que aquele é quem o homem não pode compreender ou lutar, quem é mais poderoso do que ele. É Deus. Se você ver aqui, a tudo, quando há de ouvir, já se deu o nome. Foi Deus que deu o nome da Adão e sabe-se o que é o homem e que não pode compreender com quem é mais forte que ele. Quem este é quem, é Deus. O homem não pode contender com Deus, que é mais forte que ele, porque foi Deus que lhe deu o nome. Por isso, vê-se aqui que o julgamento e o governo de Deus sobre a vida humana permanece. As pessoas não podem lutar com Deus, não podem argumentar com Deus, não podem levar Deus ao tribunal para debater a sua suposta falta de justiça. Não podem dizer, olha, Deus não é justo. Muitas pessoas hoje em dia, Deus, olha, como é que Deus pode fazer isso? Tão a pôr Deus a equestão, é como pôr Deus no tribunal. É ridículo, digamos assim, é uma coisa. Sabemos que Jó desejou fazer isso e dizer, olha, se eu pudesse falar com Deus e ia debater isto com Deus, mas finalmente, ele retirou seu caso. Reconde-se o cuidado e a justiça de Deus e reconde-se a sua própria humildade e por causa. Contender com Deus também pode referir a algumas tentativas de mudar o universo para funcionar como as pessoas acham que deveria funcionar. Isso está claro, não vai acontecer. O mundo é como está. Contender contra Deus ou tentar mudar as coisas só aumenta a frustração e uma atividade em vão. Então, como é que as circunstâncias do homem são melhores?

Veja o sítio 11. É certo que há muitas coisas que só aumentam a vaidade, mas que aproveitem isso ao homem. Se o homem vai contentar contra Deus, vai ter as suas ideias, quer fazer as coisas de vento, não vai conseguir. Então, veja-se aqui, no versículo 12, o Salomão faz duas perguntas. Pois quem sabe o que é bom para o homem, durante os poucos dias da sua vida, vai dar as quais gasta como sombra? Em segunda pergunta, quem pode declarar ao homem o que será depois dele, de baixo do sol? Duas perguntas. Outras palavras. Quem sabe o que é realmente bom para o homem, durante esta vida, passageira? E quem pode dizer ao homem o que vai acontecer depois com ele, nesta vida, sobre o falo?

Claro, nenhum de nós pode dizer isso, o que é melhor? E o que está provindo?

A resposta a duas as perguntas é Deus, é só Deus. Quem, pois, sabe o que é bom para o homem? Deus. E a outra pergunta é quem pode declarar ao homem o que será depois dele, de baixo do sol? Deus. E um outro homem? Só Deus. Por isso, revendo este capícara, vemos como isto é aplicado, e, bom assim, encapsulando o capícara. Com início, no versículo 2, podemos pensar em tudo, queremos imaginar que é bom ser realmente próstero, mas o que sabemos? Aqui, está revelado que a riqueza pode acabar com uma maldição e uma situação infeliz. Depois, no versículo 3, vemos que, mesmo que tenha muito, muito honra, muito dinheiro, muitos anos, mas pode perder tudo. Aqui, vê-se, por exemplo, uma calamidade.

Certamente, é uma lição benéfica. Só Deus pode dizer se as várias circunstâncias na vida, em última na aula, são boas ou mais, já que, somente, Deus entende o contexto completo da vida e do que vai acontecer. Então, aceitar e abraçar a vida com fé, confiar na direção e no plano soberano de Deus, mesmo que não entendamos todas as coisas que eu trajo, o permite, a contenção da vida, é o que temos que fazer. Temos que confiar, temos que ter a vida em fé e confiar em Deus. Por isso, resumindo isto tudo, podia resumir desta maneira.

Se podemos ver algo bom nesta situação, parecem felizes, se tem dinheiro, de riquezas, e não está feliz, é o reconhecimento de que tudo que nós temos, seja inteligência, seja coisas físicas, seja que nada nos pode trazer uma alegria duradoura. Porque os dores de Deus, a habilidade de fazer coisas, certas capacidades de entender coisas, capacidades de compreender a sabedoria, isto tudo, os dores que Deus nos dá. E o poder de gozar, vem separados.

Por isso, ter mais dons, ter mais dinheiro, ter mais coisas, não pode garantir que tenhamos prazer no alegrio. São duas coisas diferentes. Sem Deus, sempre estaremos dos concordos.

Sem Deus, não vai haver felicidade na vida.

Sem Deus, nunca vamos ter um contentamento. Então, chegamos ao ponto da vida em que tudo parece triste.

E assim vence, algumas pessoas que ficam tão tristes acabam com a vida. Temos que ter Deus. As posse, sabedoria, tudo retanha-nos, não nos fazem contento. O único que nos faz contento é quando mantemos a nossa existência, a nossa vida em Deus.

Estamos focados no reacendimento de Deus. Por isso o temor do Senhor não é apenas o começo do conhecimento, mas o temor do Senhor é a fonte de alegria e satisfação.

Em conclusão, a verdadeira é a felicidade. Não é o resultado de buscar a felicidade diretamente com coisas, com dinheiro, com materiais, com poços, mas a verdadeira felicidade é de buscar um reacendimento correto com Deus, por meio de Cristo, através dos seus pés.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).