Eclesiastes 5:1 - 5:7

Estudo Bíblico

As conclusões de Salomão de como nos aproximarmos de Deus.

Transcrição

Cris irmãos, nós começamos este estudo já algumas semanas e vimos que o preador Salomão, sendo o rei muito sábio e influencial, várias condições físicas de... que ele tinha e então vimos que ele quando estudou e observou a vida na terra, como ele diz que é sobre o Sol, ele... ele viu que a vida, como perspectiva de simplesmente humana, era algo vazio.

Tudo era vai-dade, coisas vêm e vão e nada tem sentido. A única satisfação que ele estava concluindo e está a ver-se no livro é que vem por meio de Deus. E é o que nós entendemos também. A única satisfação que nós temos na vida é por meio de Deus. Por essa razão, na primeira parte do livro, Salomão diz que devemos apreciar a vida como um dom de Deus, fazendo o que é agradável a Deus. Pois, ao fim de isto tudo, haverá um juízo e o justo recebrá a sua recompensa, assim como o índio recebrá o seu custínio. Depois, ele analisou o ciclo da vida, uma vez mais, numa perspectiva humana, e viu que tudo era repetitivo em ciclos e que neste ciclo da vida não há nada novo.

Tudo continua da mesma maneira neste ciclo da vida. E neste ciclo da vida também vemos muita injustiça, opressão, rivaldade. Rivaldade, esta por causa de inveja e isolamento social. Também, ele viu que, como seres humanos, simplesmente olhando sem termos o conhecimento que Deus nos dá, não entendemos o propósito da vida, embora queremos conhecer qual é o propósito da vida. Só Deus é que nos dá o conhecimento do seu grande propósito, do seu grande plano.

Posto de outra maneira, este somário de outra maneira, Salomão afirmou que ele reconheceu a vaidade nos primeiros e segundo capítulo, de Ecclesiastes, e ele considerou o que Deus nos dá e considerou a sobrenia de Deus e viu que a justiça que existe, de várias formas. Isso tudo foi considerado por Salomão.

Também ele reconhece que precisamos da companhia superior, totalmente maior, um conselador que nos ajude realmente. Salomão também falou anteriormente que Deus nos dá a possibilidade de termos uma vida de alegria e prazer. Hoje, então, vamos continuar com o capítulo 5 de Ecclesiastes, começando a analisar várias conclusões de Salomão, de como nos aproximarmos de Deus corretamente.

Agora, aqui em vez nesses versículos 1 a 7, vamos abordar hoje, agora ele está se dirigindo a nós, está a falar diretamente a nós, com várias exortações nesses versículos e com avisos ou consejos de como nos apresentarmos para Deus. Ora, as respostas para os nossos problemas e sofrimento que são comuns entre nós, todos nós temos problemas e dificuldades e sofrimentos, de um modo ou de outro, todas as respostas, todos os problemas só podem ser resolvidos com Deus. E Deus, como nosso Criador, como nosso sumo sacerdote, nosso Governo Mante, neste universo, temos que aproximar-nos de Ele, nos apresentarmos para Ele com humildade e com reverência, com respeito e sumição. Então, como é que Deus pode ser abordado?

E isto vence aqui, por exemplo, no versículo 1, onde diz para entrarmos na casa de Deus, com obdiência e sacrifício, como vamos ver um pouquinho mais. No versículo 2, também fala que, como uma oração, cuidado com os anos à boca e nos versiculos seguintes, a oração e o bótus, e por isso Ele nos está a dar alguns consejos e algumas proporcções.

Adicionar-nos a um momento, visto que Deus está no céu, visto que Ele é o Governante, o nosso Sons-Assadote de Juiz, nós não podemos nos aproximar de Deus de uma maneira casual. E assim, aqui, vence, nesta secção, do Proverbo Ecclesiasta, escupilão 1, a 7, Ele está nos dando várias instruções, como se fossem um proverbo. E por isso, Ele está nos a dar instruções de como nos aproximar de Deus. Interessante mencionar aqui que, neste capítulo, Deus é mencionado dez vezes.

É talvez o capítulo ou lugar no livro onde se encontram mais afinações acerca de Deus. Então, vamos começar a ler no ciclo 1 e diz assim, guarda o pé quando entraros na casa de Deus. Chegar-se para ouvir é melhor do que oferecer sacrifícios de todos, pois não sabem o que fazem mal.

Quando nós aproximamos de Deus, precisamos estar atentos para ouvir. Diz assim, chegar-se para ouvir é melhor do que oferecer sacrifícios. E, por isso, isso implica, quando estamos a dizer chegar para ouvir, quer dizer que temos que ouvir com cuidado, porque para implementar e aplicar o que estamos a aprender. Outro ponto aqui é guarda o pé. Guarda o pé significa também ter cuidado com os nossos passos. E, por isso, neste contexto é cuidado, guarda o pé para entrares na casa de Deus e chegar-se para ouvir. Isto tudo com cuidado, com atenção. Ora, no tempo do Salomão, ir para a casa de Deus tinha um significado físico que seria entrar no templo. Mas para nós, como cristãos, temos um significado também um carinho diferente. Adicional, vejamos, então, em Fésios 2, versículo 19 a 22, diz assim, já não sois estrangeiros e pregrinos, mas com cidadões dos santos e sois da família de Deus.

Indificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo Cristo Jesus, a Pedra Anular, no qual todo o edifício bem ajustado cresce para santuário dedicado ao Senhor.

No qual, também nós juntamente estáis sendo edificados para habitação de Deus. Estamos ser edificados para habitação de Deus no Espírito. E, por isso, nós estamos a desenvolvermos, estamos a ficar dia a dia, melhor pessoas para sermos uma casa de Deus, de dia a dia, cada vez melhor. Porque Deus vivem nós através do Espírito. Vejam também 1º Timótipo 3, 1º Timótipo 3, versículo 15. Lembrem-se para que, se eu tardar, fique ciente de como se deve proceder na casa de Deus, que é a Igreja do Deus vivo coluna e baluar-te da verdade. A Igreja de Deus, o corpo de Cristo, de qual nós somos os membros deste corpo de Cristo, esta é a casa de Deus. E, por isso, nós estamos a edificar este edifício que é o Oro. O corpo de Cristo, que é a noiva, estamos, por isso, a ver aqui um significado adicional da casa de Deus. Que é o templo espiritual composto de nós, o povo de Deus, a Igreja de Deus. Mas continuando, então, a ler, em entusiásticos capítulo 5, versículo 2, lê-se, não te precipites com a tua boca, nem o teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma diante de Deus, porque Deus está nos céus e tu na terra, portanto, sejam poucas as tuas palavras, porque Deus está nos céus. A menção de Deus estar no céu, neste recíproo, significa que, realmente, a morada celestial de Deus é o céu. De modo que estamos aqui quando estamos a orar, estamos a orar a Deus, Deus que está no céu. E, por isso, deve ser aplicado que nós estamos a orar em oração privativa, perante Deus e Ele que está no céu. E, por isso, tem vários significados. Nós somos o Templo de Deus, implique que também temos de ter cuidado, não só no que dizemos, mas no que fazemos, pois Deus vivem nós pelo Seu Espírito. Mas, por outro lado, temos de ter cuidado de que estamos a falar com Deus que está no céu, por isso, tem os significados duplos. E outro ponto é que Deus vivem nós. Deus vivem nós. Não é só que nós todos fazemos, digamos assim, a Igreja de Deus pelo Corpo de Cristo que é a Casa de Deus, mas Deus vivem nós também. Como lemos em João 14, quando Jesus Cristo estava a falar a certa do Espírito Santo e diz, João 14, começando no recíclo 23, diz-os, respondeu-se-se, se alguém me ama, guardará a minha palavra e o meu Pai o amará e veremos para ele e faremos nela morada. Quem não ama, não guarda as minhas palavras. E a palavra que estájamos ouvindo não é a minha, mas do Pai que me enviou. Vejamos aqui que eu disse, guardará a minha palavra e o meu Pai o amará e veremos para ele e faremos nela morada. E, por isso, Deus, Jesus Cristo, vivem nós através do Espírito Santo. Vejam também em 2 Coríntios, capítulo 13, no recíclo 5.

Diz-se, segundo Coríntios, em primeiro Coríntios, segundo Coríntios, capítulo 13, no recíclo 5. Eximinai-vos as vós mesmos se realmente estáis na fé. Provai-vos a vós mesmos, ou não reconhecês que Jesus Cristo está em vós, se não é que já estáis no provado. Jesus Cristo vivem nós e, por isso, temos que nos examinar para estarmos a viver da maneira que Deus quer que nós estejamos vivendo. Continuando aqui, em 13-h, diz-se, o fato de que vemos no recíclo 1, de que diz-se que chegar perto para ouvir, diz-se assim, chegar para ouvir, parece também indicar um local de instrução. Temos que chegar para ouvir. Sim, temos que ouvir a Bíblia. É claro, na era quando isto foi escrito, Salomão e outros, naquela época, é claro que eles não tinham as suas cópias da Bíblia. E por isso, tinham que ir para onde a palavra de Deus era mantida, que era no templo, e era lida para serem instruíos. Hoje, nós precisamos nos reunir para aprender os caminhos de Deus, mas também podemos receber instruções diretamente da Bíblia, no nosso estudo particular. E por isso diz assim, chegamos para ouvir. Ou vir, tomar atenção, ouvir. Além disso, a palavra Ibraica, para ouvir, é a palavra Ibraica 08085, Chameia, o Chameia, que significa muito mais do que simplesmente ouvir. Significa prestar atenção, e muitas vezes é traduzida como obedecer. E por isso, quando diz aqui chegar-se para ouvir, que também significa prestar atenção e obedecer. Encontraste de ouvir, diz assim, é melhor ouvir do que oferecer sacrifícios. Isto é sacrifícios de tolos. Aqui vê-se que há várias preocupações, assim, acerca de ser um tolo, em como oferecemos esses sacrifícios. Qual é esse sacrifício de tolo? Bem, vou explicar aqui, no versículo 2, não de precipites como a tua boca. Nem o teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma. E isto está a descrever, digamos assim, este sacrifício de tolo, que é um aviso aqui para termos cuidado, não sermos precipitados com as nossas palavras, e para as nossas palavras serem poucas. Portanto, as palavras numerosas, as palavras precipitadas, são evidentemente o sacrifício do tolo. Considero o aposto, em Auséias capítulo 14, versículo 2. Auséias capítulo 14, versículo 2.

Tende convosco palavras de arrependimento e convortei-vos ao Senhor. Dizei-lhe, perdou-a toda a iniquidade, aceite-o que é bom, e em vez de novidos, os sacrifícios dos nossos lados. E em vez que está a ligar os novidos com o sacrifício dos nossos lados, se lermos isto na uma eita corrigida e fiel, diz assim e ofereceremos como novidos os sacrifícios dos nossos lados.

E ofereceremos como novidos os sacrifícios dos nossos lados. E por isso vemos que Auséias primeiro está em corajar o arrependimento. Diz assim, tendo com vos palavras de arrependimento e convortei-vos ao Senhor, está em corajar o arrependimento. E depois está a oferecer sacrifícios dos nossos lábios como novidos. Em vez de oferecer sacrifícios de bodas, etc., ao oferecer sacrifícios dos nossos lábios. Então, seria o quê? Uma vez mais, palavras precipitadas e numerosas são, evidentemente, o sacrifício do tolo. Mas o sacrifício dos nossos lábios, então, que é agradável a Deus, é usarmos a boca para levar a Deus. Vejam, então, isso em Hebreus capítulo 13, versículo 15. Hebreus capítulo 13, versículo 15. Hebreus capítulo 15. Para o Meio de Jesus, pois, oferecemos a Deus sempre sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o Seu nome. Por isso, oferecemos sempre, por ele, Jesus Cristo, a Deus sacrifício de louvor. Por isso, há muitos irmãos que se podem falar a sério da língua. Muitos, muitos. Salomão também escreveu muito a sério da língua. Vamos ver três provérbios à sério da língua que Salomão escreveu. Provérbios capítulo 11, versículo 12, 13. Pelo menos, os rouquetes suscitam a cidade-se exalta, mas, pela boca dos perversos, é ribata. Esse é um provérbio à sério da boca. Cuidado! Veja o versículo 12, o que despreza o próprio reino da cidade-se exalta. O que despreza o próprio reino da cidade-se exalta. A boca dos perversos é ribata. Esse é um provérbio à sério da boca. Cuidado! Veja o versículo 12, o que despreza o próximo é falto do senso, mas o homem prudente se cala. Veja a boca dos perversos, a cidade-se exalta. Mas o homem prudente se cala. Veja essa lição, a sérica do uso da língua, nesses dois provérbios. Veja também no provérbio 13, versículo 3. O que guarda a boca conserva a sua alma, mas o que muito abre os lábios, assim mesmo se arruina. E aí vemos, então, outro provérbio importante, a sérica do uso da boca. Temos de ter cuidado como usamos a boca. Como diz, se temos cuidado de guardar a boca, vamos conservar a nossa vida, a nossa alma. Mas se não temos cuidado com que saia da boca com os nossos lábios, isso nos vai arruinar, vai estragar a nossa vida. Tiago também escreve muito acerca da boca e da língua, especificamente. Veja em Tiago, capítulo 3. E, então, essa é uma secção que podem estudar cuidadosamente, mas Tiago, capítulo 3, versículo 6.

Ora, a língua é um fogo. Mundo de iniquidade. A língua está situada entre os membros do nosso corpo e contamina o corpo inteiro. E nós só opõem as chamas toda à cabreira da existência humana, como também a posta pela mesma. A posta é a mesma em chamas pelo inferno e, por isso, se deve ter cuidado com a boca, com a língua.

Veja também no recíclo 8. Com ela, bem-dizemos ao Senhor, alovou-a-deus, o Pai. E também com ela, amaldiçoamos os homens feitos à semelhança de Deus. E, por isso, aqui a pergunta. Somos capazes de dominar ou domar a nossa língua? E, por isso, não é aqui que Salomão e Enclasiastes estejam a dizer que não devemos ter orações assim longas a Deus, mas estar a dizer que devemos ser cautelosos e sinceros do que dizemos. Veja também aqui no recíclo 2 e que diziares-te, capítulo 5, recíclo 2, onde diz não te precipites com a tua boca, nem o teu coração se apressa por iniciar palavra alguma diante de Deus.

Não devemos assumir compromissos. Outra palavra, a dizer que talvez não possamos cumprir. Diz não te precipites com a tua boca, nem no teu coração e apressa por pronunciar palavra alguma diante de Deus. Quer dizer, você vai dizer uma coisa a Deus, uma promessa, um voto e é preciso ter cuidado. Se vamos dizer coisas que não vamos cumprir, é melhor não dizer. E depois diz, porque Deus está nos céus e tu estás na terra, assim sejam poucas as tuas palavras.

O ponto aqui é que Deus é aquele que está no céu e tem um ponto de vista supremo e control sobre tudo o que acontece na terra. Mas nós não somos supremos, não temos control no que está a acontecer na terra. Então, conhecemos as nossas limitações? Porque? Você está a dizer, olha, eu vou fazer isto. Mas depois uma coisa acontece, outra acontece e depois não fazemos. Fizemos a promessa e dizíamos que iríamos fazer. Se estamos a ter cuidado, de fazer grandes promessas a Deus, ou a qualquer pessoa, porque não sabemos se nossas circunstâncias amanhã serão diferentes do que são hoje.

Então, vamos conseguir cumprir as promessas ou os compromissos que estamos a fazer? Se não cumprimimos, então nossas promessas diante de Deus ou diante de outra pessoa, não só nada mais, estou a estar a dizer, olha, eu vou fazer isto e não fazemos. É uma glória em vão. Vijamos, então, Mateus capítulo 5, começando no reciclo 33. Também eu vi isto, foi dito aos antigos, não jurará-se falso, mas cumprirás rigorosamente para consenuar os teus juramentos. E isso que vais fazer, faz. Eu porém vos digo de modo algum jureis, nem pelo céu, por ser o trono de Deus, nem por terra, nem por ser estrado deus pés, nem por Jesus a lei, por ser cidade do grande rei, nem jus pela tua cabeça, por não poder se tornar um cabelo grado com preto, seja porém a tua palavra, sim, sim.

Não, não. Se eu digo que vou fazer, faço. Se eu digo que não vou fazer, não faço. O que passar disto, vem numa língua. Veja também Tiago, quando estávamos há pouco, Tiago capítulo 4, reciclo 13. Tiago capítulo 4, reciclo 13. Às 16. Atendei, agora, vós 16. Hoje ou amanhã iremos para a cidade tal e tal, e lá passaremos o ano, e nos nos iremos e teremos lucros.

Pois diz no reciclator, vós não sabeis o que vai suceder amanhã, o que sucederá amanhã, o que é a nossa vida. É a mesma coisa que eles iam se estar a dizer, sóis apenas como neblina, que aparece por um instante e logo se dissipa. Estamos hoje aqui e ninguém sabemos o que passa amanhã.

Por isso reciclo 15, em vez disso, devem dizer, se o Senhor quiser, como jovem diz, se Deus quiser, nós não só iremos, como também faremos isto aqui. Nós temos que cobrir nisto por esta frase, se o Senhor quiser.

Agora, entretanto, vos jactéis das vossas arrogantes pretenções, toda jactância semelhante a essa é malina. Por isso aquilo que sabe o que deve fazer, o bem e não faz, está pecando. Por isso está aqui a dizer, somos julgados pelo que dizemos, temos que ter cuidado. Porque senão, vamos causar problemas a nós próprios. Veja em Tiago 5, versículo 12. Acima de tudo por aí meus irmãos não jureis, nem pelo céu, nem pela terra, nem qualquer outro voto. Antes seja o vosso sim, sim, e o vosso não, não, para não cairmos em juízo, para não cairmos em julgamento, para não cairmos em condenação, como diz na Almeida Corujir e Fial.

O pelo ponto aqui é que não podemos garantir como as coisas vão acontecer.

Não vão acontecer necessariamente com pensão, ou como queremos. Mas em vez disso, devemos ter cuidado, o que dizemos, e devemos dourar ao nosso pai, reconhecendo a posição dele, que é uma posição do sobrano, e dizendo, pai nosso. Como lemos em Mateus 6, 9, pai nosso, pai nosso no céu. Isso é reconhecendo que somos inferiores, e ele, reconhecemos a sublinidade de Deus. Por isso é um respeito. Veja também em Romanos 12, versículo 3. Romanos 12, versículo 3.

Porque, pela graça que me foi dada, diga cada um dentro de você que não pense de si mesmo, além do que covém. Mas pense como uma duração, sob a medida da fé que Deus me partiu cada um. Por isso, nós não somos nada. Não podemos pensar que somos mais do que somos, ou não devemos pensar de nós mesmos, além do que é conveniente do que somos. Somos pessoas com as nossas limitações. Veja também, Lucas, capítulo 18. Lucas, capítulo 18. Versículo 9 a 14. Lucas, capítulo 18. Versículo 9 a 14. Proposto também esta parada a alguns que confiavam em si mesmo, por isso consideravam justos. Pensavam mais para além do que, de facto, eram. Pensavam assim, pessoas que eram pessoas importantes. E, por isso, desprezavam os outros. E, assim, Deus da parábola. Dois homens subiram ao templo com a intenção de orar, de concorar. Um era Fariseu e o outro era publicando. O Fariseu, por que está em pé? Vê-se aqui que Jesus Cristo tinha uma resistência contra esta atitude dos Fariseus, porque, realmente, nos seus parábolas, põem os Fariseus no lado da história que é o lado liberado. E, por isso, aqui, no recílio 11, continuando o Fariseu, pois, tem pé. Orava-se para si mesmo, desta forma. Ó Deus, graças de louco, não sou como os demais homens, romadores e injustos, e anúnculos. Nem ainda como este publicano. Quer dizer, há um homem aqui ao orar, a pôr-se numa posição superior, para além do que ele era. Depois diz no recílio 12, juro duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganha. Por outro lado, esta outra pessoa, nesta parábola publicana, está nem pé, lões, não osava nem ainda levantar os olhos ao céu, nos batia no peito, dizendo, ó Deus, Seu propício a mim, bocador, noutros palavras, ó Deus, temos de recorde a mim. Então os cristios, dígulos, que este este é o publicano, desceu justificado para sua casa, e não aquilo, e não o ofereceu. Porque todo o que se exalta será humilhado, mas o que se humilha será exaltado. E isso vemos aqui em duas atitudes, nesta oração. Então, qual era a motivação de um exemplo, de um caso, de um caso, e qual era a motivação do publicano?

Ou noutros palavras? Qual é a nossa motivação? Somos humildes, reconhecemos como Deus pode compreler e guiar as nossas vidas. Sim, Ele nos dá livre habítrio. Mas, como? Qual é a nossa motivação? Buscamos a orientação de Deus? Muitas vezes precisamos tomar a atenção àquela voz mansa e delicada que vem de Deus. Nós sabemos a história de Elias e depois lemos que é o Fugio e o Vultor Romoto, depois um fogo. E Deus não estava no fogo, Deus não estava no fogo. Depois, disse, houve uma voz mansa e delicada que era Deus a falar com Ele, para tocar no coração dele. E, por isso, nós temos que ver o que é o Fugio e o Vultor Romoto. Que era Deus a falar com Ele, a tocar no coração dele, a tocar no nosso mento, talvez, pela nossa consciência. E, a dizer à nossa consciência, olha, era essa a maneira que o Deus o fato atuar. Estamos a reconhecer isso, o que o conhecemos, quem somos. Veja também em Isaías 55, Isaías 55, por ciclo 8 e 9. Isaías 55, por ciclo 8 e 9.

Por que os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os meus caminhos, diz o Senhor. Nós não somos como Deus é. Nós somos seres humanos. Nós não podemos... Eu vou fazer isto, vou fazer aquilo, porque nós não sabemos o amanhã. E, depois, estamos a fazer promessas e, depois, nós podemos cumprir. Então, vamos continuar, então, a ler em Inglésias 15 capítulo 5. E, agora, vamos ler o versículo 3. Por que, das muitos trabalhos, venham sonhos e, de muito falar, palavras néssias.

Ao meio da revista que eu regi, diz por que, da muita ocupação, venham sonhos. E a voz do tolo, da multidão, das palavras.

Ora, interessante ver, também, a parte inicial do versículo 7. Por que diz? Porque, como na multidão dos sonhos, a vai dar.

Assim, também, nas muitas palavras. Ora, o significado destes dois versículos é bem debatido entre várias pessoas. Porque, sim, você que esteja muito ocupado, ter muito trabalho, tem muitas preocupações, e isso vai dar muitos sonhos quando dormimos. Mas, como é que ter muito trabalho e por isso ter muitos sonhos? Como é que isso se compara à voz de um tolo que é reconhecido por muitas palavras, como lembramos no versículo 3? E, como é que muitos sonhos e muitas palavras estão ligados e ambos a vai dar? No versículo 7.

Vamos ler de novo o versículo 3. Porque, dos muitos trabalhos, vem os sonhos e de muito falar palavras nessas. Ou, como diz a um meio de corrigida e fiel, portanto, muita ocupação vem os sonhos e a voz do tolo da multidão das palavras. E, no versículo 7, diz, porque, como na multidão dos sonhos à vaidade, assim também, na muitas palavras. Como é que... qual é a explicação? O comentário, o bíblico entitulado Novo Americano e o Americano, afirma que a palavra sonhos não se refere literalmente a sonhar, sonhos. Seja ele por causa de um sono perturbado, de alguém que tem muitas ansiedades, ou seja, o que for. Em vez disso, esse comentário diz que a palavra é usada metaforicamente como, ele tem grandes sonhos, ou ele está a sonhar. Isto é, está a ter uma certas fantasias, uma certas ideias. Ora, aqueles que têm muitos problemas, assim podem ter fantasias, ou ideias, de realizar grandes coisas, de fazer grandes actos e grandes ações novas. Mas essas aspirações, muitas vezes não têm sentido, são simplesmente sonhos, ou não equivalem a nada. E por isso, essa é uma maneira de ver, e da mesma forma, muitas palavras que procedem da presunção do volante, como se fosse uma pessoa sábia, mas marcam que a pessoa é tola, porque não vão cumprir essas palavras. Veja, por exemplo, em 15h capítulo 10, versículo 14, o estudo multiplica as palavras, ainda que o homem não sabe o que sucederá e quem manifestará o que será depois dele. Na Almeida Corujir de Fiel diz, o tolo multiplica as palavras, porém o homem não sabe o que será e quem ele fará saber o que será depois dele. Agora, baseado no que este documentário, este documentário do novo americano, do americano, está a dizer, dessa interpretação, por exemplo, no versículo 7, poderia ser nas fantasias, ou nestes sonhos, nestes ideias que a pessoa tem, a abundância de vaidades e palavras. Esse documentário, então, adiciona, neste contexto, que esses proverbios significam que os tolos procuram-se a apresentar diante de Deus com grandes votos e promessas. Por isso, vemos aqui que não devemos fazer votos precipitados e tolos diante de Deus, particularmente das tentativas de se burnar ou barganhar com Deus. Continuando a ler aqui, nesta secção do Ecclesiastes, vamos agora ler o versículo 4 ou 6 e vou ler, na almeida corujida, e fiel. Quando a Deus fizeres algum voto, não tardez em cumprilo, porque não se agrada de tolos o que votares pagam. Versículo 5. Melhor é que não votos do que votares e não cumprilos. Versículo 6. Não concitas que a tua boca faça pecar a tua carne nem digas diante do anjo que foi herói, porque razão-se iraria a Deus contra a tua voz e destruiria a obra das tuas mãos. Se uma pessoa faz uma promessa, ela deve de cumprilo.

Está aqui a falar quem habitará no seu tabronáculo, Senhor. Ele diz que é que ele vive com integridade, que fica a justiça, fala a verdade, não diz que fala com sua língua. E, no verso 4, o que as seus olhos têm por explosivo ao réprobo, majorra aos que temem ao Senhor. O que jura com dano próprio e não se retrata.

O que jura com dano próprio e não se retrata. Aí está a dizer-se, eu faço uma promessa e depois a coisa se tornou de uma situação que, ó, vou estar a causar perigo, ou coisa assim. Vou dando a mim mesmo, diz, eu fiz a promessa, vou continuar a fazer essa promessa, embora me custe. Diz, não muda. O que jura com dano seu e com tudo não muda. Não muda a sua promessa. Por isso, vemos aqui, quando fizeres um voto, e fizeste 5, verso 4, a Deus não estar desencumprido, porque Deus não se agrada de todos. Temos que... o tolo é que ele fala, mas que sai da boca e não pensou bem no que saiu da boca.

Vemos também o que diz, sim, sim ou não, não. Diz, é melhor não votar do que votares e não cumprir-os. E depois diz, não consintas que a tua boca faça pecar a tua cara. Por isso, cuidado, não deixes de dizer coisas que não sabes se vais conseguir cumprir ou não. Por isso, tem cuidado, senão, estás a pecar. E não digas diante do anjo. Ora, quem é este anjo? O anjo, a palavra anjo, é mensageiro. Este mensageiro é a pessoa com que, por exemplo, eu fiz a promessa. Por exemplo, é um mensageiro que diz que vem receber o pagamento da promessa.

Neste caso, por exemplo, seria na antiguidade, eles faziam um voto, uma promessa, e faziam um voto ou promessa ao sacerdote, no templo. Ou outra pessoa que ia lá para saber esse voto ou esse pagamento. E então, vai dizer a esse mensageiro, o sacerdote, ou outra pessoa que fosse esse mensageiro. Olha, prometi por engano. Por isso, está aqui a dizer que algumas pessoas tentavam escapar dos seus compromissos, inventando todo o tipo de desculpas, esfarrapadas. Vote-me, que voto? Deve haver algum tipo de engano, não votem nada. Ou deve ter sido um engano. Ou foi um erro.

Por isso, não digas diante do mensageiro que olha, não, não, foi um erro. Porque razão se iraria a Deus contra a tua voz, e destruiria a obra das tuas mãos. Por isso, é preciso ter muito cuidado com que tipo de promessas é que fazemos. Sem claro que vamos ter que enfrentar o mensageiro de Deus, que é a Suos Cristo. E nós vamos estar parante o Tribunal de Cristo. Como lemos em Romanos 14-10, porque desprezas o teu irmão, porque estás a jogar o teu irmão, porque sabemos que temos que comparecer para o Tribunal de Jesus Cristo. E por isso, ao fim do final das contas, vamos ter que apresentar-nos, durante o pai e o filho, no Tribunal do Juízo Final.

Felizmente, o Pai e os Cristo são os aricordiosos. Mas, por isso, a nossa única esperança é que pudemos lançar a misericórdia de Deus e orar para que eles nos perdoem por tudo que deixámos de fazer e que não fizemos, e pedir que nos aceite para o Deus Cristo e nos aceite para sermos perdoados.

Porque Jesus é o único que cumpriu todos os seus promessas, incluindo a sua própria promessa de oferecer a sua própria vida como santo sacrifício, sacrifício do seu corpo para os nossos pecados. Cumpriu todos os promessas, mesmo havendo dano para ele. E, por isso, graças a Deus, a misericórdia de Deus, por meio de Jesus Cristo, nós podemos ser perdoados de todas as nossas falhas quando nos arrependemos e temos fé, não, confiamos, não. E agora, por isso, agora, vamos precisar na ajuda de Deus para que quando nós prometemos qualquer coisa ou fazemos qualquer compromisso, temos um Salvador, que é Jesus Cristo, que sabe manter um sacrifício e que fez até a morte tudo que prometeu.

Por isso, temos a ajuda desse Salvador, graças a Deus. Mas, em vez de ter sonhos, em vez de ter fantasias sobre o que nós vamos fazer ou não vamos fazer, etc., precisamos ser realísticos, precisamos cair na real. Por isso é que dizem que lesiaste os capítulos 5, continuando a ler, que lesiaste os capítulos 5, versículo 7, porque na multidão de sonhos há a alta-vaiadades, assim também nas muitas palavras. Precisamos ter cuidado, mas tu, porém tu, tem a Deus. A resposta para a vaiadade ou a frustração da vida, a vida que não esteja a produzir frutos, é temer a Deus.

Precisamos estar humildes, respeitosos, devidamente preocupados em não nos apontar a Deus, profundamente motivados a seguir o que eu diz, tal como lemos em que lesiaste os capítulos 3, versículo 14, no estudo anterior, diz sei que tudo quanto Deus faz, durará acarnamento. Nada se lhe pode acrescentar e nada lhe tirar e isto faz Deus para que os homens temam diante dele. Deus, o que ele diz que vá a fazer, vá a fazer. E por isso nós temos que ter temor.

Temor, diante dele, o que ele diz que vá a fazer, vá a fazer. Temos que ter respeito dele. Sabemos que ele nos vai perdoar. Mas esse temor de Deus, como lemos em Provébios 9 e 10, é o início da sabedoria.

Ora, esta conclusão desta secção que cobrimos hoje, no capítulo 5 até o versículo 7, tema de Deus, é como se fosse uma conclusão do Líder, porque ao fim de que leseaste-se capítulo 12, dá a dizer a mesma coisa, no versículo 13, tema de Deus, igual a seus mandamentos. Essa é a suma, isso é o dever de todo o homem, esse respeito e temor de Deus. E por isso, estes conceitos que lemos aqui de Salomão, em como nos apresentar a Deus, são muito importantes. Em seguida, agora Salomão, no resto desta secção de luteos e astis, vai nos abordar a certas questões levantadas, como em justiça e o ganho, que às vezes, em casos de injustiça no mundo e o ganho, nos fazem distrair ou perder o foco no temor e na reverência a Deus, que devemos ter. Então, esse será o tema do próximo estudo que vou abordar, que continuaremos então com o capítulo 5.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).