Gálatas 5:18 - 6:18

Estudo Bíblico de Gálatas

Paulo completou a carta aos Gálatas enfatizando o tema da justificação de graça pelo sacrifício de Jesus Cristo. Qualquer cerimónia adicional (lei ceremonial) que imponhamos como uma necessidade para sermos justificados, isso então é um caso de andarmos a desfazer a Obra de Deus. O importante é que, por causa desta justificação gratuita pelo sangue de Jesus Cristo, estamos empenhados a seguirmos o Espírito Santo de Deus para sermos uma nova criatura, na imagem de Jesus Cristo. Assim, quando somos guiados pelo Espírito Santo, não estamos debaixo da pena da lei, pois não fazemos as obras da carne, mas aliáz produzimos o fruto do Espírito Santo, o qual não está debaixo de qualquer pena de lei. Com esta mensagem, Paulo fecha a carta. (Role a tela para ver o sermão)

Transcrição

Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, aqui é Jorge Campos, falando-vos de Cincinnati. Na carta de Paulo aos Galatas, Paulo avisou aos irmãos em Galatas, mas não serem enganados pelo que ele chamou os supostos falsos irmãos. Vejam, por exemplo, em Galatas capítulo 2, versículo 4. Galatas capítulo 2, versículo 4. Ele escreveu e disse-se o seguinte, E isto por causa dos falsos irmãos, que se entremeteram, isto é, que entraram na igreja secretamente, com o fim de espreitar a nossa liberdade que temos em Cristo Jesus e reduzir-nos à escravidão. Por isso, estava a avisar nesta carta aos Galatas, o tema principal desta carta, foi para avisar os irmãos para terem cuidado, para não serem enganados por falsos irmãos, que entraram na igreja secretamente, para os reduzir à escravidão do pecado. Por quê? Porque procuravam justificação por lei. Cris irmãos, nós não podemos olhar ou ter qualquer confiança em qualquer lei, para nos pagar a multa dessa lei. Porque se temos confiança em que uma lei pague a multa dessa lei, ou, nas outras palavras, nos justifique por infrações contra a lei, então, continuamos a ser escravos da pena dessa lei, que é o pecado, que é a infração que cometemos a essa lei. Por isso, Paulo estava a dizer a eles, não sejam enganados por esses falsos irmãos, que vos estão a reduzir à escravidão do pecado. Isto é porque quebraram a lei, e por isso estão escravos a essa quebra da lei, porque nenhuma lei nos pode justificar. Nenhuma lei, nenhuma lei pode pagar a multa de quebrarmos uma lei. Por isso, a única maneira de sermos os justificados, a única maneira de estarmos libertados da pena da lei, que é a morte, é através do sacrifício de Jesus Cristo. E o sacrifício de Jesus Cristo é a realidade do que a lei ceremonial estava a apontar. A lei ceremonial, a lei das ceremonias, a lei do sacrifício, a lei dos rituais ceremoniais das lavagens e tudo, são simplesmente um tutor, são simplesmente uma educação, uma indicação, um tipo de realidade. E a realidade é o sacrifício de Jesus Cristo. Sim, a única fonte de justificação vossa e nossa, a única maneira de sermos perdoados, é pelo sangue de Jesus Cristo. Por isso, cris irmãos, a lei de Deus, a lei espiritual de Deus nos dá dois pontos importantes, duas razões importantes. Primeiro, nos demonstra o padrão que Deus deseja, o que espera de nós. Isto é a mente de Deus, de sermos seres de amor, porque a lei de Deus é amor. Isto é uma das primeiras razões da lei. A lei de Deus nos demonstra como é que podemos ter amor para com outros. É a lei de Deus, a lei de amor. E, por outro lado, a lei também nos condena. É o nosso carrasco quando acabamos, porque o salário do pecado é a morte. E, por isso, a lei, ou nenhuma lei, nos pode perdoar. Porque a lei nos dá o padrão, mas também diz que se acabamos, temos esta multa, temos este salário.

As pessoas que acreditavam que a lei dos sacrifícios que os podiam justificar, estavam a dizer que o sacrifício de Jesus Cristo não era necessário ou era insuficiente. Queridos irmãos, ao fim de contas, um ponto importante aqui de Paulo, que ele esteve continuamente nesta carta, a repetir, a pôr uma ênfase, a pôr uma força nesta carta, é simplesmente o tema da justificação, que somos justificados de graça pelo sangue de Cristo. No entanto, a lei espiritual de Deus, a lei espiritual de Deus, a lei da amor, é uma lei interna e que nunca para. Vejam, por exemplo, em Galatas 4, 5, 6, 6, 6, 6, 6, 6, 6, 6, 6, 6, 6, 6, 6, 6 Fazer estes rituais, as sovimórias, estudos têm valor algum. São simplesmente uma educação para nos apontar espiritualmente à realidade. Mas o que tem valor é a fé que atua pelo amor. A fé isto é a crença que nós temos, que é demonstrada, a crença que nós temos, que é demonstrada quando atuamos pelo amor. Isto é o verdadeiro amor divino, o amor de Deus. E como disse o amor divino, o amor de Deus, amor para Deus e para com outros, é este fio d'oro que corre pelas escrituras desde o início até ao fim. Digamos assim, um fio d'oro, um cordão d'oro que corre pelas escrituras. Seja quando vivemos, se vivemos hoje ou se vivemos ontem ou se viveremos amanhã. Este cordão d'oro corre pelas escrituras sempre. Que é a lei de Deus, a lei espiritual? É eterna? A lei de Deus, a lei espiritual? É amor. É perfeita? É através desta lei, quando vivemos através do poder do Espírito Santo Deus, de acordo com os princípios desta lei. Então somos uma criatura nova. Somos uma nova criação. Por isso, a lei de Deus, querido irmãos, reflete a mente de Deus. Por isso, isso é que é o importante, esta nova criação. Vejam, então, como se diz aqui, no versículo 18, foi onde parámos, em Galatas 5, versículo 18, diz assim, Mas se só os guiados pelo Espírito não estáis sob a lei. Se somos guiados pelo Espírito Santo de Deus, se com o poder do Espírito Santo Deus, com a guia do Espírito Santo Deus. Estamos, então, a seguir as instruções e ensinamentos e temos a força e o poder do Espírito Santo Deus para o fazer. Somos, então, uma nova criatura e esta nova criatura, então, é o que é importante. E esta nova criatura, quando somos, vivemos de acordo com este cordão do Oro, que são as leis espirituais de Deus, que são as leis de amor. Quando vivemos guiados pelo Espírito de Santo Deus, não estamos sob a lei. Isto é, não estamos sob a pena da lei, a penalidade da lei. Por que? Porque estamos a viver de acordo com o Espírito de Deus, que é o Espírito de amor. Vejam, por exemplo, em Romanos capítulo 7. Romanos capítulo 7, Romanos capítulo 7, diz assim, versículo 12. Por consequente, consequente, a lei é santa. E o mandamento santo e justo e bom. A lei de Deus, os mandamentos da lei de Deus, os dez mandamentos, são santos, são justos e são bons. A caso bom, isto é, a lei de Deus, a caso bom se me tornou em morte, não há nada. Pelo contrário, o pecado, o pecado, isto é, quebrar as leis de Deus, isto é, não amar, falta de amor, o pecado, falta de amor.

Para revelar-se como pecado, por meio de uma coisa boa, que é a lei de Deus. Por como lemos no versículo 12, o mandamento é santo e justo e bom. Por isso, o pecado, para revelar-se como pecado, por meio de uma coisa boa, que é a lei de Deus, os leis de Deus, causou uma morte. O pecado é que me causou a morte. Quebrar as leis de Deus, é que causou a morte. A fim de que, pelo mandamento, pelas leis de Deus, se mostra-se o que? Que o pecado é sobre maneira maligno. Que o pecado é sobre maneira maligura. Porque bem sabemos que a lei é espiritual. A lei de Deus, os dez mandamentos da lei de Deus, são espirituais. Eu, nós, tu e eu somos carnais vendidos à escravidão do pecado. Por isso, quando Paulo estava a dizer que as pessoas que querem ser justificadas pela lei estão reduzidas à escravidão, qual escravidão? A escravidão do pecado.

Então, continuando a ler no versículo 15. Porque nem mesmo, compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro e sim o que detesto. Nem mesmo entendo a maneira que eu me conduzo, estou a conduzir, pois não estou a fazer o que desejava de fazer, mas estou a fazer o que detesto. Ora, se faço o que não quero, estou a consentir com a lei de Deus, com os 10 mandamentos, que é boa. Os 10 mandamentos são bons. A lei, o mandamento, é santo, injusto e bom, como lemos no versículo 12. Por isso, estou a consentir com a lei que é boa, como estou a ler no versículo 16. Continuando a ler no versículo 21, o Romano 7. Então, ao querer fazer o bem, encontro a lei de que o mal reside em mim. Existe, eu creio de fazer o bem. Existe outra lei, outra força dentro de mim, que é o mal que reside em mim. Isto é o pecado, nós pecamos. Há um mal residente em nós. Continuando, então, no versículo 22. Porque no tocante, há o homem interior, que temos dentro de nós, que nós temos. Eu, interiormente, o meu desejo, tenho prazer na lei de Deus. Eu quero obter à lei de Deus. Tenho prazer na lei de Deus. A lei de Deus é santa, é justa, é boa. Eu quero ter prazer na lei de Deus. Mas vejo nos meus membros outra lei, outra força na natureza humana. Que, gregiando contra a lei da minha mente, porque na minha mente, com o Espírito Santo de Deus, eu quero obtecer às leis de Deus. Por isso, nos meus membros, na minha carne, existe outra força. Uma força da natureza humana, carnal, gregiando contra a lei da minha mente, que, com o Espírito de Deus, na minha mente, desejo de fazer as coisas de Deus. E por isso me faz prisioneiro da lei do pecado. Prisioneiro ou escravo do pecado. Da lei do pecado. Que está nos meus membros. Desaventurado o homem que sou, quem me livrará do corpo desta morte? Quem me vai libertar desta escravidão do pecado? A que estamos reduzidos não é porque a lei sejamá, mas é porque nós, na nossa carne, temos esta fraqueza da carne, que devemos estar a agriar, a lutar contra. E temos esta luta constante. Versículo 25. Graças a Deus. Por meio de Jesus Cristo, Nossa Senhora. Porque Ele nos perdoa pelo Seu sangue de graça. E porque Ele nos enviou o Espírito Santo de Deus, que é o poder de Deus, para nós, que nos dá as forças, para ficarmos uma nova criação, para vivermos de uma maneira diferente. Graças a Deus, por Jesus Cristo. Nossa Senhora, de maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, que é boa. Eu quero ser escravo da lei de Deus, com a minha mente, com meus pensamentos. Mas, segundo a carne, sou escravo da lei do pecado.

Tenho esta escravidão do pecado. Por isso, Paulo está a dizer aqui, no capítulo 8, versículo 1, diz assim, Agora, pois, já nenhuma condonação há para o cristão em Cristo Jesus. Diz assim, contindo, outra vez, no versículo 24, disse, Quem me livrará deste corpo? E no versículo 25, diz assim, Graças a Deus, temos a liberdade por Jesus Cristo. E, então, no versículo 1, do capítulo 5, diz assim, Agora, pois, já não há condonação aos cristãos em Cristo Jesus.

Jesus Cristo nos dá a liberdade desta escravidão do pecado.

Entendemos como é Cristo que nos liberta? Porque a lei do Espírito da Vida, em Cristo Jesus, Te livrou da lei do pecado e da morte. Por quanto o que for impossível à lei, é impossível à lei.

No que estava enferma pela carne, isto fez de Deus enviando o seu próprio filho, em semelhança de carne pecaminosa e no do canto ao pecado e com efeito, Deus condenou Deus na carne o pecado. Deus condenou na carne o pecado. Por que, para Jesus Cristo veio, obtenceu as leis de Deus e, por isso, nos perdoa de graça, nos justifica de graça, e, então, foi para o céu, está ao lado direito do Pai e nos manda o Espírito Santo de Deus para nos dar as forças, para vencermos, para sermos um novo homem, para sermos uma nova criatura, para vencermos, para griarmos esta fraqueza da carne, para vencermos para sermos uma pessoa nova.

Versículo 4. A fim de que? A fim de que? O perceito da lei. Isto é, a justiça da lei. Ou, digamos assim, a justa exigência da lei.

A fim de que o que a lei exige, se cumprisse em nós.

Queria dizer, irmãos, é tão claro, como diz aqui, que devemos desobtecer a lei de Deus, que são os Deuses mandamentos. É tão claro, a fim de que o perceito da lei se cumprisse em nós. Isto é, que nós possamos cumprir, desobtecer a lei de Deus, porque não andamos segundo a carne, que conduza a pecado, mas andamos segundo o Espírito, de acordo com a força que a lei tem. Com energia, com o carinho que o Espírito de Deus, o amor de Deus, a mente de Deus, entram na nossa mente e nos guiam para vivermos como Cristo viveu, para sermos como Cristo, para sermos seguidores ou discípulos de Cristo.

Como é que isto é possível? Versículo 5. Por que se inclinam para a carne, cogitam as coisas da carne, mas os se inclinam para o Espírito, as coisas do Espírito. Por isso nós inclinámos, nós temos a nossa mente, estamos a pensar, estamos a forçar, estamos a agriar com as coisas da carne. É uma guerra continua, uma luta continua. Estes pensamentos, estas coisas continuam a vir e nós, com a força, com a energia, com a ajuda do Espírito de Santo Deus, com a inclinação para o Espírito, obtecemos as leis de Deus.

Por que o pendor da carne dá para a morte? Esta é a inclinação para a carne, dá para a morte, mas o pendor para o Espírito, a inclinação para o Espírito, para a vida e paz. Por isso o pendor da carne é animizado contra Deus, pois não está sujeito à lei de Deus, nem mesmo pode estar.

Que dizem irmãos, nós não temos o pendor da carne, porque o pendor da carne não está sujeito às leis de Deus. Por isso nós temos o pendor em inclinação para o Espírito, e por isso estamos sujeitos à lei de Deus, aos 10 mandamentos, a este cordão doro. Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus, senão obtecemos as leis de Deus e não estamos a agradar a Deus. Vos porém não estáis na carne, mas no Espírito.

Se, se, de facto, o Espírito Deus habita em vós.

E se vocês não têm o Espírito Cristo, até o Espírito de Deus, o que está a dizer, a falar aqui, esse tal não é a dele. Se vocês não têm o Espírito Cristo, não são cristãos. Se vocês não têm o Espírito de Deus, não são filhos e filhas da Deus.

Este é um ponto muito importante. Então, continuando a ler aqui no versículo 14, diz assim, pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus.

Precisamos de ser guiados. Precisamos de ser guiados pelo Espírito de Deus. Querias irmãos, não é controlados, não é dominados, mas é guiados. E por isso, o Espírito de Deus nos guia, nos indica, nos aponta para o caminho certo. Mas nós temos de ter a força, a nossa própria vontade, de seguir a guia do Espírito. O Espírito não nos domina, mas guia-nos. Nós temos ainda o arbítrio livre de seguir a guia do Espírito ou não.

Como é que sabemos se somos guiados pelo Espírito de Deus ou não? Vejam comigo, então, em Mateus 7. Mateus 7. Mateus 7. Versículo 21. Mateus 7. Versículo 21. Diz assim. Nem todo o que me diz Senhor, Senhor. Nem todas as pessoas que dizem ao Jesus, ao Jesus. Nosso Senhor, nosso Senhor. Entrará no reino de Deus. Mas aquele faz a vontade. Foi que Jesus Cristo disse? Aquele que obedece os mandamentos do Pai que está nos céus. Muito de vocês. Muito de vocês. Amém? Nós estamos a durante. Nós estamos a durante. Nós estamos a durante.

Nós estamos a seguir. Nós estamos a seguir. Vai! Que está nos céus. Muitos naquele dia, anda a dizer, Senhor, Senhor, está no dia do julgamento, vão dizer a Jesus Cristo, Senhor, Senhor, porventura nós não profetizámos em teu nome, não pregámos, não falámos em nome de Jesus, e em teu nome não explimos demônios, tivemos a força de explir demônios, e fizemos isso em nome de Jesus, e em teu nome não fizemos muitos milagres, unjimos as pessoas para serem saradas e as pessoas foram saradas. Então, Jesus Cristo, diz assim, lhes direi explicitamente, nunca vos conheci.

Aparta-vos de mim os que praticais emiquidade. De volta ao versículo 21, diz assim, em todo o que diz Senhor, Senhor, entrará no rei dos céus, no rei de Deus, mas aquele que faz a vontade do meu Pai, qual que é essas leis de Deus? Por diz assim, versículo 23, aparta-vos de mim os que praticais emiquidade. Então, o que é a lei de Deus? É amor. Qualquer ação que tenha falta de amor. Causar divisão.

Causar divisão entre irmãos. Não é amor? Causar irmãos para serem divididos. Não é amor? É iniquidade. E diz assim, aparta-vos de mim os que praticais emiquidade. São certas pessoas que dizem que são ministros de Deus, que estão a pregar em nomes os Cristo, que estão em nomes os Cristo a fazer boas obras, mas que estão a causar divisões e a separar e a quebrar o corpo de Cristo. Jesus disse que estão a praticar iniquidade, porque não estão a praticar o amor.

Vejam também que isto não é fácil. Isto não é fácil. Vejam, por exemplo, no versículo 13, do mesmo capítulo. Diz assim, entrar pela porta estreita. Larga a porta, e os passoso caminho com os conduz para a predição. E são muitos os que entram por ela, porque estreita é a porta, e apretado o caminho com os conduz para a vida.

E são poucos os que acertam com ela. São poucos os que acertam com ela. Precisamos ter cuidado, queridos irmãos. Há cautelados versículo 15, dos falsos profetas, que se vos apresentam, disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos robadores. Pelos seus frutos os conheceis. Então, como é que sabemos, se estamos a seguirados pelo Espírito Santo de Deus? Pelos seus frutos os conhecereis. Então, vamos voltar a Galatas 4, versículo 18. Mas se sóis guiados pelo Espírito, não estáis sob a lei.

Se somos guiados pelo Espírito, não estamos debaixo da pena da lei. Como é que sabemos, se somos, estamos a ser guiados pelo Espírito? Pelos frutos. Versículo 19, é exatamente o que Paulo diz aqui. Ora, as obras da carne, os frutos, os resultados, são conhecidas e são prostituição.

O que é prostituição? É quebrar uma das leis de Deus, não é? O sétimo mandamento. A impureza, laxívia, idolatria, não é idolatria onde os dez mandamentos? Feiticeiras, enimizados, enimizados, enimizados, não é quebrar onde os dez mandamentos? Não mates, Jesus Cristo disse, se vocês, a odiar é uma pessoa, e dizerem mal de uma pessoa, ou não gostarem uma pessoa, não é isso, um enimizado, não é isso, matar, espiritualmente matar, profias, ciúmes, iras, descórdias, descórdias, desconto, descensões, facções, divisões, não são obras da carne, não são o que Jesus Cristo disse, apartáveis de mim, vocês que pratiquem iniquidade, fações, divisões, invejas, babedice, babedice!

Glutonarias, e coisas semelhantes a estas. A respeito das quais eu vos declaro, como já outra hora vos prevenir, que não herdarão o reino de Deus. Não herdarão o reino de Deus. Os quais estas coisas praticam, não herdarão o reino de Deus. E os sabrá-os, os conhecerão pelos frutos, e aqui estão frutos, obras da carne.

Mas o fruto do Espírito, nós, quando temos o Espírito de Santo Deus, temos este fruto, esta semente, que tem estas qualidades, e estas qualidades, então, produzem obras, que são frutos. Mas o fruto é amor, alegria, paz. Longa namoridade, que é paciência, benignidade, que é uma delicadeza, uma amabilidade, uma bondade, uma fidelidade, uma mansidão, que é, digamos assim, uma certa, uma pessoa ser gentil, da maneira que faz certas coisas, com humildade e domínio próprio.

Uma pessoa com o Espírito de Deus nos dá estas características, e então estas características, que é o fruto singular, fruto, tem estas características. Por exemplo, se eu for alegre, mas não tiver amor para outras pessoas, não é fruto do Espírito de Deus. Preciso ter amor, preciso estar contente, alegre, satisfação interna, ter uma paz, ter uma certa paciência, uma certa benignidade, uma certa mansidão, um certo domínio próprio. Isto é tudo parte do fruto do Espírito de Deus. Está claro que estamos a crescer, não estamos maduros, mas estamos a crescer e estamos a desenvolver este fruto, e com este fruto produzimos ações, obras, resultados, frutos.

Contra estas coisas não há lei.

Contra estas coisas não há contradição, não há oposição à lei de Deus. Sim, não são apostas à lei de Deus.

Cris irmãos, e os que são de Cristo Jesus, crucificaram a carne, com as suas paixões e com cupicências, crucificaram esta inclinação da carne que te crevia há pouco. No entanto, se temos a inclinação do Espírito, se vivemos no Espírito, andamos também no Espírito. E, por isso, estamos a demonstrar esta nova criatura, esta nova criação.

O versículo 26 não nos deixemos possuir de vanglória, provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros. Por isso, não tenham estas coisas de vanglória, de provocar, de lutar para eu ser melhor que tu, e para eu estar em cima do outro, provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros. Isso não devemos ter, e temos que evitar. No entanto, capítulo 6 versículo 1, irmãos, se alguém for surpreendido em alguma falta, algum de nós for encontrado com um problema, com uma falta, com um erro, um erro importante, que podia estar claro afetar a salvação deles. Então, devemos de corrigir essa pessoa, isto é, devemos de ser capazes de discernir que existe uma falha no caráter desta pessoa, que é muito sério, na maneira que estão a conduzir. E, por isso, temos que os guiar com o espírito brandura, isto é de mansidão, mas não estar a condenar.

Com o espírito brandura, com o espírito mansidão. Precisamos de os guiar e encorajar e guiar para o caminho certo, com mansidão, com brandura. Mas cuidado, com o espírito que fazes, para tu não estás a fazer a mesma coisa, não teres uma falha da maneira que estás a corrigir este problema. É o que diz aqui, no versículo 1, que se alguém for surpreendido em alguma falta, vos que sou esses espirituais, vos que sou os que têm o Espírito Santo de Deus, vos que têm o discernimento e a capacidade de fazer isto e corrigir esta pessoa de uma maneira espiritual correta. Corrigir com o Espírito de Brandura, com o Espírito de Mansidão.

Mas tem cuidado, guarda-te para que não sejas também tentado. Não sejas, não pense, que é melhor que o outro. Não pense que é superior ao outro. Vejam então em Romanos capítulo 2, Romanos capítulo 2, versículo 1. Diz assim, portanto, é-as indesculpável ao homem quando julgas, quem quer que sejas, porque nunca julgas o outro a ti mesmo de condenas, pois praticas as próprias coisas condenas.

Por isso está a dizer, guarda-te, como estamos a ler no versículo 1 capítulo 6 de Galatas, guarda-te para não que sejas também tentado, para não tardes tu a fazer a mesma coisa. Por isso toma cuidado, não estejas a praticar a mesma coisa. Então, continuando, no versículo 2 de Galatas, diz assim, levai as cargas uns dos outros e assim cumprirás a lei de Cristo.

Leva as cargas, sofre por outros e assim cumprirás a lei de Cristo. Qual é a lei de Cristo? Qual é a lei de Cristo? Qual é a lei de Cristo? João 15 versículo 12. João 15 versículo 12. João 15 versículo 12. Diz assim, O meu mandamento de Cristo é este, que vos amais uns aos outros, assim como eu vos amei. A lei de Cristo, quando Cristo cumpriu e encheu, completou a lei. Sendo o fim da lei. Diz-se, não é só amar aos outros, como amas a ti próprio, mas amas aos outros, como Jesus Cristo nos amou.

Esta é a lei de Cristo. Esta é a lei que temos que cumprir, é a lei de amor, ainda mais do que a letra da lei. Por isso, leva as cargas uns aos outros, e assim cumprirais a lei de Cristo. Amos outros, como eu, como Cristo nos amou.

Esta é o nível, o padrão, o amor que Jesus Cristo nos deu. Ele deu a sua própria vida por nós. E temos isso. Há muitas pessoas que às vezes dão a vida por eles. Mas, queridos irmãos, é uma vida física, uma vida temporária. Jesus Cristo deu a vida eterna por nós.

Leiam comigo em Filipenses capítulo 2, versículo 5. Filipenses capítulo 2, versículo 5. Diz assim. Tenem vós o mesmo sentimento, a mesma mentalidade, que houve também em Cristo Jesus. Pois Ele subsistindo em forma de Deus. Pois Jesus Cristo existia, era da forma de Deus. Do género, da espécie de Deus, estava com Deus, como lemos em João 1, versículo 1. Substindo em forma de Deus. Não jogou como a duração ser igual a Deus.

Não era roubar, não era um insulto nenhum. Jesus Cristo dizer que era igual a Deus. Porque subsistia, existia, em forma de Deus e era igual a Deus. Antes, assim mesmo, se esvaziou. Ele, assim mesmo, deu da sua vida que estava ao lado do Pai. Deu, se esvaziou disso. Assumindo a forma de servo. Em vez de ser da forma de Deus, vicou da forma de servo. Esta era a forma do homem. Um ser da humanidade. Tornando-se em semelhança de homens e reconhecida em figura humana.

Esvaziou-se dessa vida eterna para uma vida humana. Além de se esvaziar, assim mesmo, ainda se humilhou, tornando-se obdiente até a morte e morte na cruz, no Madeiro. Este é o amor de Jesus Cristo para nós que nos deu a sua vida eterna. Por que também Deus o exaltou? Cris irmãos, este é o amor de Deus. Ele carregou as nossas cargas para nos justificar. Vejam, então, em Galatas 6, 2, Levar as cargas uns nos outros, e assim cumpriréis a lei de Cristo.

Porque se alguém julga ser alguma coisa, não sendo nada. Se tu julgas que é importante, não sendo nada, assim mesmo se engana. É como diz, tem cuidado, tira primeiro a travo dos teus olhos para poderes ver o sisco, o argoeiro, no olho do outro. Como dizem Mateus 7, versículo 3 a 5.

Como diz também, no Pai Nosso, perdou-a. Perdou-a, Pai, como eu perdoa os outros. Cris irmãos, precisamos de ver os nossos próprios problemas. Precisamos de ver os nossos próprios problemas. E por isso, se julgamos ou pensamos que somos alguma coisa, que somos pessoa importante, quando não somos nada. Somos nada. Estamos enganar a nós próprios. Mas prove cada um o seu labor. Prove cada um, julgue cada um a si próprio primeiro. Julgue-se a si primeiro, faça uma evaluação, um discernimento de si próprio. E, então, terá motivo de gloriar-se unicamente em si e não em outro. Temos que nos evaluar a nós próprios primeiro. Primeiro.

Olhar a nós próprios. Porque cada um levará o seu próprio farto. Cada um levará o seu próprio farto. Nada que eu possa fazer te vai salvar. Nada que eu possa fazer te salvará. Nada que o teu esposo te faz pode salvar a mulher. Ou vice-versa, nada que a esposa faça pode salvar o marido.

Querias irmãos, todos nós vamos estar, perante o Tribunal de Cristo. Todos nós temos que responder, dar as nossas contas a Deus. Todos nós somos julgados individualmente. Vejam comigo, por exemplo, em Romanos 14, versículo 10, diz assim, Tu porém porque julgas o teu irmão e tu porque desprezas o teu, pois todos comparseremos, perante o Tribunal de Cristo, como diz no grego. Na versão grega diz no Tribunal de Cristo. Como está escrito? Por mim, em a vida, diz o Senhor diante-minde se dobrará a todo o joelho e toda a língua dará lavores a Deus.

Será o Tribunal de Cristo? Vamos estar à frente de Cristo e vamos dobrar os nossos joelhos à frente de Deus, que vai ser que é Cristo. Assim, pois cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus.

Quer dizer, irmãos, todos nós vamos dar contas, todos nós vamos ter que trabalhar para a nossa própria salvação. Filipe, capítulo 2, versículo 12, diz assim, assim pois, amados meus, como sempre oube-te-se este, não só na minha presença, porém muito mais agora na minha ausência, desenvolvei a vossa salvação. Nós temos de desenvolver a nossa própria salvação contra amor e contra amor. A salvação é um assunto individual e, por isso, voltando a Galatas, capítulo 6, versículo 5, cada um, cada um levará o seu próprio farto.

Cada um é responsável pela sua própria salvação. Cada um carrega os seus cargos. Mas, para o que está a dizer? Mas, mas, não quero que pensem que não têm uma responsabilidade de suportar os cargos daqueles que vos ensinam a palavra de Deus. Sim, cada um levará o seu próprio farto, mas não quero que pensem que não têm responsabilidade de suportar aqueles que estão a ensinar a palavra de Deus. É o que diz aqui, no versículo 6, mas aquele que está sendo instruído na palavra, faça participante todas as coisas, aquele que o instruí. Isto é, dando os seus bens físicos aos seus mestres espirituais.

Aquel que está sendo instruído na palavra, sim, nós que estamos a ser instruídos na palavra, faça participante de todas as coisas boas, isto é, deus seus bons físicos, todas as coisas boas, aquele que o está a instruir. Aqui, por isso, está a falar do dízimo, embora cada um tem uma responsabilidade, o seu próprio farto. Não se esqueça, hein, do dízimo. E depois continua no versículo 7. Não vos enganéis. De Deus não se zomba. Não se zomba com Deus.

Sim, tem que dar o dízimo, não estão a brincar com Deus, não há brincadeira. Não há brincadeira. Mas lembre-se também, estou a falar aqui que cada um tem que levar as cargas de uns dos outros, está, como vem aqui, no versículo 1, se alguém for surpreendido de alguma falta, vos que sou espirituais, corrige com espirito de brandura. Por isso, diz assim, não vos enganéis, porque Deus não se zomba. Por isso, está a zerem.

Ninguém vai escapar o julgamento de Deus. Deus vai ser justo. Pois aquilo que o homem semear, isso também se separar.

Deus é justo.

Vejam comigo, se faça o favor, em Apocalypse, capítulo 20. Apocalypse, capítulo 20. As pessoas dizem, ah, mas aquela pessoa morreu e nunca, nunca, teve que responder pelo seus infrações. Ora, vejam aqui, no Apocalypse, capítulo 20, versículo 11 a 13. Vi um grande trono branco, e aquele que nele senta, assenta, de cuja presença fugiram a terra e o céu, e não se achou lugar para eles. Vi também os mortos, os grandes e pequenos, postos em pé, ressuscitados, diante o trono. Então, se abriram os livros. Quem são os quais são os livros da Bíblia? Os livros da Bíblia. Então, se abriram os livros. Ainda o outro livro, o livro da vida, foi aberto. E os mortos foram julgados, segundo as suas obras.

Conforme o que se achava escrito nos livros, deu mar aos mortos, que nele estava, ao mar e além, entregaram os mortos que nele devia, e foram julgados um por um. Um por um. Segundo as suas obras.

Foram julgados todos, um por um.

Por isso, queres irmãos, não zombem, não se zombem, não se brinca com Deus. Leam também, em Romanos capítulo 11. Romanos capítulo 11.

A versículo 22. Romanos 11, versículo 22.

E diz assim. Considerar pois a bondade e a severidade de Deus. Sim, Deus é bondoso, é misericordioso, mas também há uma severidade, há um julgamento. Para com os que caíram. Severidade.

Para com os que estão a pecar. Severidade. Mas para contigo, a bondade de Deus. Se! Nela permaneceres. Outra sorte, por se não permaneceres nela, também serás cortado. Também morrerás a sua morte. Vejam também em Romanos 2 capítulo 4. Romanos 2 capítulo 4, que diz assim. Ou desprezas a riqueza da sua bondade, da bondade de Deus. E a sua tolerância, e a sua longa namoridade. Isto é paciência de Deus. Ignorando que a bondade de Deus é que conduz ao arrependimento.

As pessoas não vão escapar, mas Deus vai ser misericordioso. Mas Deus vai ser misericordioso e bondoso a todos. Porque não se perinca com Deus. E vai dar a eles tempo para se arrependerem. Continuando, então, em Galatas 6, versículo 8. Porque o que semeia para a sua própria carne da carne, colherá a corrupção. Mas o que semeia para o espírito, o espírito, colherá vida eterna. O que tem a inclinação para a carne, vai ter a morte. O pecado, a escravidão da morte. A escravidão do pecado, que vai ser a morte. Mas o que semeia para o espírito, do espírito, colherá a vida eterna. E não nos cansemos de fazer o bem. Porque a seu tempo, sem faremos, a seu tempo, vai haver um julgamento, a seu tempo. Se não desfalecermos, se não existirmos. Por isso, enquanto temos oportunidade, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé. Precisamos de fazer bem a todos. Fazer bem a todos. Ter ações carinhosas para todos.

Mas primeiro, aos da fé. Por isso, está claro, precisamos de fazer o dízimo, mas, ações carinhosas. Primeiro, aos da fé. E depois aos outros, do mundo. Depois, talvez, pela cruz vermelha, por outras ações, seja o que for. Mas primeiro, aos da fé. Primeiro, aos da igreja de Deus. Versículo 11. Veia-te com letras grandes, vos escrevi do meu próprio punho.

Vejam que eu escrevi isto com a minha própria mão. Embora eu não veja bem, estás a ser pau, e tenhas problema na visão, mas escrevi com a minha própria mão, porque esta carta é tão importante. E agora ele começa a conclusão da carta, com o que começou, com o tema da carta, que é a justificação por Jesus Cristo, que diz assim. Todos querem ostentar-se na carne. Todos querem ter confiança na justificação pela carne. Este vos contragem a vos circuncidardes. Esses querem que vocês sejam circuncisos. Somente para não serem perseguidos por causa da cruz de Cristo. Porque não é que de facto que queiram isso, é para não serem perseguidos, para não terem coisas dificuldades. E por isso, eles estão se comprometendo, estão se facilitar os princípios de Deus, para não terem perseguição. Queridos irmãos, precisamos de manter os princípios de Deus. Queridos irmãos, entre parênteses aqui, entre parênteses, lembrem-se que a circuncidão não é necessária para a justificação. No entanto, é possível que certas famílias, quando os bebés nascem, ou seja, quando sejam pequeninos, queiram circuncidar os bebés por razões de saúde. E isso não tem nada a ver com justificação. É um problema individual dessa família e ninguém está a dizer mal disso.

Continuando, então, no versículo 13, pois nem mesmo aqueles que se deixam circuncidar guardam a lei. Foi o que Jesus Cristo disse aos judaicos, porque vocês não perceiam, vocês não estão a percebrem as leis. Vocês podem ler isso em João 7, versículo 19.

Antes querem que vos circuncieis para se gloriarem na vossa carne, para dizerem, ahá, essas pessoas estão a seguir o meu ensinamento, estão a ser o meu grupo. Versículo 14. Mas não esteja de mim a gloriar-me, senão na cruz da Nossa Senhora Jesus Cristo, pelo qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo. A única glória é que temos. A única coisa que podemos gloriar é no sacrifício de Jesus Cristo.

Não há glórias de uns a outros. Cris Irmãos, está aqui a falar de fazer as coisas de uma maneira decente, em boa ordem, porque depois diz, não é a circunciação, nem a incircuncição, mas o ser, uma nova criatura, que é o importante. Isto é sermos guiados pelo Espírito Santo Deus para ser transformados, para sermos uma pessoa diferente, para vivermos de uma maneira diferente. Isto é o que é importante, para nos revistarmos, para pôrmos o novo homem. Não é o velho homem, mas o novo homem, como dizem Efésios 4, 22 a 24. E por isso, versículo 16 diz assim, e a todos, quando andarem de conformidade com esta regra, isto é, usando o Espírito Santo Deus, para ser uma nova criação, uma nova criatura, pôndo o novo homem com o Espírito de Deus. Pájimos recordes sejam sobre eles e sobre o Israel de Deus.

O verdadeiro Israel de Deus, o Israel espiritual. O Israel de Deus e o Israel espiritual. Querias irmãos, Deus trabalha em duas áreas, na área física e na área espiritual. O Israel físico ainda existe e ainda existirá e tem as suas responsabilidades. Mas, também, Deus também trabalha no Israel espiritual. E o Israel espiritual são aqueles com o Espírito Santo de Deus, são aqueles que são verdadeiros de Deus, são verdadeiros de Israel, que é a Igreja de Deus. E, por isso, todos que andarem de confirmidade com esta regra, isto é de acordo do princípio de se virmos a ser uma nova criatura, através da justificação de Jesus Cristo e do poder do Espírito Santo de Deus, esse, então, para eles, seja paz e misericórdia, porque são o verdadeiro e o Israel de Deus. E, depois, diz-se assim, quanto mais ninguém me moleste? Ele está a dizer, tendo eu explicado a vocês, em grande detalhe, claramente, a doutrina da justificação. Eu passei tanto tempo a vos explicar claramente nesta carta, que escrevi com a minha própria mão, embora eu não consiga ver, e eu escrevi com letras grandes para vocês lerem bem. Eu expliquei tão amplamente que não são justificados por nenhuma lei, por obras de lei, mas são justificados pela fé de Cristo, justificados pelo sangue de Cristo. E expliquei a vocês tão claramente que a circuncisão e os outros rituais da lei ceremonial não são necessários para sermos justificados. A justificação é de graça. E, para o trazer, eu, que tenho autoridade como Servente Cristo, como a minha própria carne, vos mostra pelas marcas que tenho na minha carne, na minha pele, vocês veem, não me molestem mais no assunto. Não me tejam a aborrecer mais no assunto de que são justificados pelas obras da lei ritual ou simulinal ou circuncisão. Não me aborreçam mais com isso, porque eu expliquei isto tão claramente que somos justificados de graça por Jesus Cristo. Mas também expliquei claramente que precisamos ser uma nova criatura, o importante é ser uma nova criatura através do Espírito de Santeus e, por isso, obtecer às leis de Deus, que é este cordão doro que é através da Bíblia, sempre, que é o amor.

Por isso diz assim, em versículo 7, quanto mais ninguém me moleste, porque eu trago no corpo as marcas de Jesus, a que ele está a dizer. E depois, em versículo 18, a graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja, irmãos, não só deseja a vocês que tenham a graça de Jesus Cristo, mas também deseja que esteja com vosco, com o vosso Espírito. Isto é com o Espírito homem no homem que o Espírito deus esteja com o vosso Espírito e vocês tenham esta graça completa na nossa mente. Seu homem, esteja profundo nos vossos coroções e nos vossos mentes. Amém. Até a próxima, Cris Irmãos. Que ajoas campos.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).