A graça de Deus é uma das maiores razões para termos esperança e encorajamento. Por meio do extraordinário sacrifício de Cristo, Deus nos justifica gratuitamente pela graça, mas essa graça jamais anula a Sua lei — são verdades complementares, não contraditórias. Os verdadeiros cristãos procuram obedecer a Deus, embora ainda lutem contra a fraqueza humana. A graça de Deus não é uma licença para pecar, mas a motivação para nos arrependermos, perseverarmos e crescermos em santidade. Cristo intercede continuamente por nós como nosso Sumo Sacerdote, e não há condenação para aqueles que sinceramente seguem o Espírito de Deus. Portanto, não desista — nada pode separar os fiéis do imenso amor e da maravilhosa graça de Deus.
Bom, debo a tarde, queridos irmãos? Aqui é Jorge Campos. Às vezes eu encontro alguns irmãos que me dizem que estão muito desencurejados, sentem-se como que nunca são boas pessoas e estão sempre sentindo-se muito negativos e pensando que nunca vão conseguir alcançar o alvo. Irmãos, a nossa responsabilidade como ministros não é para termos domínio sobre a Vossa fé, como lemos em segundo Coríntios capítulo 1 versículo 24. Diz não que tenhamos domínio sobre a Vossa fé, mas porque somos cobradores do Vosso gozo, porque pela fé estáis em pé. E nós, como ministros do Cristo, estamos aqui para vos ajudar a ter alegria na fé. Sim, às vezes é necessário dizer, olha, espera um pouco, ou não faças isto agora ou aquilo agora, mas é sempre com a intenção de ser o bem para todos. Mas o ponto que eu quero sublinhar hoje, irmãos, é a imensa graça de Deus, a imensa graça de Deus. E isso é algo para nós estarmos encorajados e estarmos positivos, porque Deus é muito, muito gracioso para conosco. Ele é paciente e nos dá tempo para arrependermos e para mudarmos.
Uma das coisas que muitas pessoas não entendem é o sacrifício que o Pai e Jesus Cristo fizeram por nós, porque nos amam tanto. Como leemos em João capítulo 1 versículo 1, que diz, no princípio era o verbo, e o verbo estava com o Deus, com Deus, o Pai, e o verbo era Deus. Muitas pessoas não entendem o significado deste versículo, que é composto de três, digamos assim, frases, ou dizeres primeiras, é que no princípio, antes da criação, o verbo já existia. E vemos no versículo 14 que o verbo está a referir a Jesus Cristo, aquele que veio, como diz aqui, no versículo 14, ou se fez carne.
E depois vemos que o verbo estava com o Deus. Isto é que os dois estavam um ao lado do outro, não é que estavam um dentro do outro, não é que um era simplesmente uma palavra que saía e que uma palavra ficou uma pessoa. Não, é que um estava com o outro, havia um relacionamento e, por isso, no princípio, o verbo já existia.
Era uma pessoa que já existia, era um ser que já existia e o verbo, aquele que se fez carne, que veio a ser Jesus Cristo, estava com Deus. Não é no Deus ou estava com Deus, e o verbo era Deus, era do rei de Deus, era da família de Deus, era desse gênero de seres divinos. O verbo e o Deus. O verbo que, quando se fez carne, veio a ser o filho de Deus, Jesus Cristo, e o Deus que, nesse então, veio a ser o Pai.
E, por isso, vemos que os dois já existiam, o verbo já existia ao início, era eterno, em outras palavras, e vemos que, no versículo 2, que o verbo estava no princípio com Deus, estava com Deus, estava um ao lado do outro. E todas as coisas, versículo 3, foram feitas por ele, pelo verbo, e sem ele, sem o verbo nada do que foi feito se fez. O verbo foi aquele que executou, que fez, que criou tudo debaixo do comando a da instrução do Pai. Lembrem-se também em Colossenses 1, versículo 15 e 16, Colossenses 1, versículo 15 e 16, falando acerca de Jesus Cristo, diz o qual é a imagem do Pai, do Deus invisível.
Jesus Cristo é o primogênito de toda a criação. Como lemos também no versículo 18, eu estou explicando quem é o primogênito, que é o primogênito dentro dos mortos, o primeiro que veio dos mortos. E por isso, de todos os seres humanos, é o primeiro que veio dos mortos, o primeiro que o suscitou. E versículo 16, porque nele isto é, através dos Cristo, foram criadas todas as coisas, tudo, todas as coisas. A palavra coisas está em etálico, significa tudo, tudo que se foi, seres, tudo que existe, coisas e seres que há nos céus, em a terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam protestadas. Tudo foi criado por ele, por os Cristo e para ele, debaixo da ordem e instrução do Pai.
E por isso vemos, tudo foi criado, por os Cristo até os próprios anjos. Então, estamos a ver, o nível de existência e quem era os Cristo era um ser divino, era Deus, como lemos em João 1, versículo 1, em Deus, era aquele que, debaixo da instrução do Pai, foi, digamos assim, o verbo, o portavoz, aquele que disse as instruções, ou as palavras do Pai.
E vemos depois aqui, em Filipenses capítulo 2, que nós devemos ter a mesma mentalidade que Jesus Cristo teve. Vejam aqui, em versículo 5, de sorte que haja e voz o mesmo sentimento, a mesma mentalidade, mas uma mesma maneira de ser, que também houve em Cristo Jesus. Por que? Porque, diz aqui, em versículo 6, que sendo em forma de Deus, ela era do gênero de Deus, era do rei de Deus, era-mo ser da família de Deus, digamos assim, não teve posurpação ser igual a Deus. Não se quis agarrar e ser, olha, quer continuar como Deus, não estou a ter um roubo de identificação de que sou igual a Deus. Não, ele não teve posurpação, não quis manter nessa posição necessariamente, esteve pronto a seguir as instruções, o comando do Pai, se se mantendo-se ao Pai e largando essa posição de ser igual a Deus, em gênero, em forma, isto é, do rei de Deus, daquele tipo de seres Deus, e assim mesmo se fez, versículo 7, de nenhuma reputação.
Isto é, veio como um ser humano sem ninguém saber quem ele era, tomando a forma de sermo, fazendo-se semelhante aos homens. E versículo 8 diz, achado na forma do homem, ainda se humilhou ainda mais, sendo obriente até a morte e a morte da cruz. Aqui vemos o que Jesus Cristo deixou, deixou a divindade.
O que eu queria dizer é, deixou talvez uma melhor maneira de expressar, porque ele sempre foi divino e nunca a sua personalidade foi divina, nunca foi uma pessoa pecadora, e por isso nunca deixou a divindade por assim ser. Mas deixou a qualidade de ser do reino, de ser do género de Deus, para vir a ser do género do homem. Deixou essa ambiente, digamos assim, de Deus, para vir a ser de um ambiente, de uma qualidade, de um domínio dos homens, das famílias de homens.
E por isso, então, ele veio como a carne, como um ser humano. Vemos assim o que ele desistiu, digamos assim. Esteve pronto a sair. Não quis usurparem isso e manter-se agarrado a isso, mas deixou isso. E por isso é que vemos que ele veio na carne. Ele literalmente veio na carne. Na carne, como lemos em segundo João capítulo 7, diz que aquele que é o anticristo, diz que Cristo não veio na carne. Ora, Cristo veio na carne e por isso morreu. Esteve morto. Esteve como uma pessoa morta e uma pessoa morta não se podia ressuscitar.
Teve que haver outro ser separado, que foi o pai, que o ressuscitou através de um poder dele, o poder do pai, que é o Espírito Santo. E por isso, usando esse poder, o pai ressuscitou o filho, porque o filho nunca pecou. E por isso, aqui, vence que Jesus Cristo realmente veio na carne. E que ele era uma pessoa, um ser daquela qualidade de seres divinas do rei de Deus e largou isso tudo.
Não foi só morrer como homem, mas foi deixar a qualidade de vida, da família, da família divina, dessa família. Ele veio para a terra e, por isso, um ponto entre parênteses, vê-se que a doutrina de trindade está tão errada e que está a destruir a boa nova, o evangelho do rei de Deus.
Como? Por uma razão bem simples, que a doutrina de trindade é que este deus, que estes três são um, estão fechados a esses três, limitados. Agora sabemos que o Espírito Santo não é uma pessoa, por isso isso é incorreto, nesse ponto de vista. Mas o outro ponto de vista é que a família de Deus está aberta, não está limitada. Este rei de Deus não está limitado a três seres, que está claro, como disse, na trindade não são três seres, porque o Espírito Santo não é uma pessoa, mas este domínio de Deus, este rei de Deus, não está limitado ao Pai ou ao Filho, por exemplo.
Está aberto a uma família para nós virmos ser filhos e filhas de Deus no rei de Deus, na família Dele, pelo menos, gênero de seres na glória. Jesus Cristo deu, digamos assim, esteve pronto a alargar-se desta eternidade, não só para ter uma vida física, mas deixou esta pensão de qualidade de vida eterna para vir a ter uma vida física com dores e sufrimentos, e por quê?
Por causa do amor Dele, do Pai e do Filho para conosco, por causa da enorme, da imensa graça de Deus, para consigo e para comigo, por causa da imensa, da amor, da imensa ato de amor, de querido, de ser gracioso para conosco. Está claro, isso foi parte do plano, porque lemos em Apocalypse 13, versículo 8, que o cordeiro já tinha morrido, digamos assim, estava condenado à morte, desde o início, antes do mundo, da formação do mundo.
Também lemos em segundo Timótipo, capítulo 1, versículo 9, que isso foi planjado antes, foi decidido antes dos tempos, dos tempos. Isso é antes da ver dia e noite e semanas e meses e anos, porque são, basicamente, esta medida de tempo, é feita através dos movimentos do Sol e da Lua e da Terra, e esse, então, é o que nós chamamos tempo. Foi antes deste, do que nós chamamos tempo, existir e, por isso, isso foi planjado desde o princípio.
Ora, por que é que foi planjado? Porque o Pai e o Filho criam aumentar, ou acrescentar, ao reino de Deus, que eram dois seres, o Pai e o Filho, o Deus e o Verbo, e criam acrescentar, e esses, mais outras pessoas. E por isso, lemos que Cristo foi o fundador, vejam aqui em Hebreus capítulo 12, versículo 2, e, por Jesus Cristo, foi o autor e consumador da fé. Porque Ele demonstrou esta fé, ato de fé, e Ele nos deu um exemplo para nós virmos a ter fé também.
Ora, qual foi a fé? Agora, a fé De Ele foi porque Ele teve completa confiança que o Pai o irá suscitar, e por isso Ele esteve pronto a vir para a terra e morrer, e através da sua morte, e de dar o seu sangue, Ele nos perdoa, nos reconcilia, Ele nos justifica, nos faz justos para o Pai, de graça, pela Sua graça, pela Sua masricória, e pelo Seu amor de nós. Quando ele diz Seu, então o reflito está claro do Pai e o Filho, pelo amor de ambos. E por isso, irmãos, diz aqui o autor e consumador da fé, o qual, Jesus Cristo, pelo gozo que Ele estava proposto, pela alegria que Ele via, de que nós viéssemos a ser filhos e filhas de Deus, na família de Deus, neste reino de Deus, para podermos entrar no reino de Deus, este gozo que Ele estava proposto, suportou a cruz, desprezando-o à fronte e assentou-se à destra do trono de Deus.
Morreu e o suscitou e agora está ao lado direito de Deus a fazer o trabalho de salvação, além da justificação. A morte Dele nos justificou, nos justificou a vida Dele nos salva, como vamos abordar um cadinho mais detalhadamente, e por isso vemos, irmãos, que este ato de fé de Cristo é um ato de fé que nos ensina a ter fé nelas no Pai e no Filho, por causa do que o Pai e o Filho fizeram por nós, o Pai deu o Seu próprio Filho, o Unique Filho, e o Filho esteve pronto a dar a Sua vida por nós.
E este ato de tão grande graça, de tão grande amor e querida e gentileza para conosco, é uma coisa que é imensa, que é muito difícil nós compreendermos completamente. Em Romanos 3, versículo 24, Romanos 3, versículo 24, lemos, sendo justificados gratuitamente pela Sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus. Nós somos justificados, somos feitos justos, somos feitos pessoas sem pecado, e isto é perdoados gratuitamente. E o Romanos não diz aqui, sendo salvos, sim, seremos salvos a parte deste processo, mas este primeiro passo, a morte de Cristo nos justifica, nos reconcilia, é através do sangue de Cristo, temos o perdão dos nossos pecados, somos justificados gratuitamente pela Sua graça, pela redenção que há em Cristo, pelo ato de nos comprar de volta da morte, porque o salário do pecado é a morte, nos comprar de volta da morte, a redenção que há em Cristo, porque é a causa do sangue dele que paga pela nossa vida.
E depois, um bocadinho mais adiante, no versículo 28, diz, concluímos pois que o homem é justificado pela fé. Sem as obras de lei. Você é feito justo. Você é perdoado. E eu, nós, somos justos, somos feitos justos, somos perdoados, gratuitamente, pela fé. Qual fé? A fé que Cristo teve que o Pai o ressuscitaria, e que ele tinha fé que ia ver este gozo, nos ver no rei de Deus. E, por isso, irmãos, é simplesmente por esta graça de Deus, é por esta graça de Deus, como diz aqui, no versículo 28, somos justificados, para esta graça de Deus que vem pela fé. Não é porque eu tenho obtecido tanto à lei, e, por isso, eu mereço ser justificado, não, porque todos nós somos pecadores, todos nós somos pecadores.
E depois leiam, então, agora, no versículo 31, de Romanos 3, versículo 31, Anulamos pois a lei pela fé? Anulamos pois a lei pela fé? Então, a lei é feita a... não é precisa a lei? Paulo responde muito claramente, dizer que de maneira nenhuma, sem qualquer dúvida, não, nós estabelecemos a lei pela fé.
Ora, isto, irmãos, parece um paradoxo. Uma contradição aparente, em que ambos são verdadeiros. Isto é, a fé é necessária, e a lei também é necessária. Estas são duas verdades complementares.
A graça de Deus, irmãos, é imensa. Mas isso não anula? Não faz a lei inválida? Não, não anula a lei.
Lembrem-se, lembrem-se. Talvez, é uma coisa que não tenham pensado. A lei de Deus é parte da graça de Deus. A lei de Deus é parte da graça de Deus. Porque a lei de Deus nos ensina o caminho, nos dá à luz a maneira de como viver, de como demonstrar amor para com Deus e para com os outros. A lei de Deus nos é uma benção que nos dá a direção, o caminho para andarnos. É uma graça de Deus. A lei nos ajuda a evitar a mágoa, a dor e o sofrimento. Porque estes, a mágoa, dor e sofrimento, são poríssimosmente consequências de transgredir a lei de Deus. Em Romanos capítulo 2, versículo 13. Romanos 2, versículo 13 diz, porque ovo em a lei não são justes diante de Deus, mas os que praticam a lei, há um de ser justificados. E por isso, irmãos, não é a lei que nos justifica, é a fé, por causa da graça de Deus que nos justifica, por causa do que Jesus Cristo nos fez por nós, não justifica, mas uma vez que recebemos essa graça, agora precisamos de ser, como diz aqui no versículo 13, temos que praticar a lei, temos que praticar a lei. Eu geralmente uso um exemplo de um homem que está numa prisão e que está condenado à morte, e depois uma pessoa vai lá e diz, olha, pode sair, pode sair de graça. Não fizeste nada para justificar, para sair da prisão, de pena da morte, mas pode sair de graça, numa condição que, uma vez que saias da prisão, não continuas a fazer o que fazias. Saiu da prisão de graça, não foi por nenhuma as ações que fez, graça, mas o de incórdia. Mas uma vez que está lá fora, não pode continuar no mesmo caminho de fazer esse erro, se não volta para a prisão. Este ato de graça, que, ao fim de contas, é um ato de fé, é um ato de confiança mútua. Sim, fé é confiança. Fé é um ato de confiança mútua. Eu vou te deixar sair na condição que tu não faças a mesma coisa. E, então, isto desenvolve, ou está a construir, um relacionamento, uma, digamos assim, fidelidade mútua. Eu sou fiel a ti, deixe-te sair, mas tu deixes de ser fiel a mim, não continuas a fazer a mesma coisa.
Está claro, no ato de graça de Deus para conosco, é Deus que está a desenvolver o relacionamento conosco.
Através da graça, do que Deus fez através de enviar o seu filho, o que o seu filho fez morrendo por nós, pela fé de que isto daria bons resultados e que o Pai o suscitaria, e não há maneira como você e eu possamos pagar. Por isto, não há maneira nenhuma que você possa pagar por esta graça, esta imensa graça de Deus. Mas, agora, temos, digamos assim, uma obrigação. Somos obrigados. É como se eu faça uma coisa para nós e digo obrigado. Nós temos uma obrigação. Somos obrigados a fazer um sacrifício completo. Um completo sacrifício, como lemos entre humanos 12 e 1, este é o culto racional nosso, fazer um sacrifício vivo. E, por isso, esse sacrifício vivo é fazer o sacrifício de obtecer a Deus e fazer a vontade do Pai. Obtecer a Deus e fazer a vontade do Pai não nos perdoou. O que nos perdoa foi o sacrifício de Cristo, o sacrifício que ele fez pela fé dele, e, por isso, é um ato de graça de Deus. Mas, agora que recebemos essa graça, temos uma responsabilidade de sermos fiéis a ele. Porque não há nenhuma maneira de nós pagarmos, e, por isso, por isso, simplesmente, é maneira de mostrar esta gratidão sendo um sacrifício vivo. Romanos 12, versículo 1. Por isso, por isso, irmãos, anular a lei de Deus é abusar o dom da graça de Deus. É abusar a misericórdia e o perdão de Deus. Em Judas 3 e 4, lemos, amados, procurando-os escrever-nos com toda a diligência à cerca da salvação comum, tive por necessidade de escrever-vos e exortar-os a batalhar pela fé, que uma vez foi entrei aos santos, porque se introduziram furtivamente alguns, os quais, já antes, estavam escritos para este mesmo juízo. Homens índios que converta em dissolução, isto é, em imoralidade, em uma desculpa de, olha, então, não precisamos mais de obter a lei de Deus. Em dissolução, converta em dissolução, em imoralidade, a graça de Deus.
Irmãos, é preciso ter cuidado, que nós não sejamos desses estar a dizer, olha, por causa da graça de Deus, então agora não precisamos de obter a lei de Deus. Isso é o que Paulo disse, disse, não, a graça não anula a lei de Deus, aliás, estabelece a lei de Deus. E assim, quando fazem isso, negam a Deus, o único dominador e Senhor Nosso, Jesus Cristo, negam a Jesus Cristo. E vem aqui, que está a dizer, Jesus Cristo, é Deus, é um ser deste reino Deus. E por isso diz, se uma pessoa está a dizer, olha, a lei está anulada, não precisamos obter a lei, estamos a negar a Cristo. Negar a Deus, o único dominador e Senhor Nosso, Jesus Cristo. Estamos a negar a Cristo. Ora, como é isso? Lembram-se da história que eu mencinei há pouco acerca do prisioneiro, quando uma pessoa foi perdoada e disse, olha, pode sair da prisão, e está agora a continuar a viver do mesmo modo, está a fazer uma brincadeira do sacrifício que o outro fez, está a negar o sacrifício que o outro fez. Em Hebreus capítulo 10, em Hebreus capítulo 10, versículo 26 a 29, lemos, porque se precarmos voluntariamente, irmãos, isto quer dizer, se quebramos a lei de Deus, porque quebrar a lei de Deus é pecado, correto? E o salário de pecado é a morte, mas se precarmos voluntariamente, quando? Diz assim, depois de termos recebido o conhecimento da verdade, qual é a verdade? Esta graça de Deus para nós, este sacrifício de Jesus Cristo, já não resta mais sacrifício pelos pecados. Irmãos, se precarmos voluntariamente, depois de recebermos a graça de Deus, esta imensa graça de Deus, já não resta mais sacrifício pelos pecados. Mas, versículo 27, uma certa expectação, horrível de juízo, e ardor de fogo, aqueada de vorar os adversários, que, brantando alguém a lei de Moisés, morrem-se a ricórdia. Só pelo palavra duas ou três dissemunhas. De quanto maior castigo, cuidar as vós será julgado o mercedor, aquele que pisar o filho de Deus? Aquel que pisar o filho de Deus? E viver, e, perdão, e tiver por profano o sangue da aliança, com o que foi sentificado, e fizer a gravo ao espírito da graça. Aqui vê-se, irmãos, que essa pessoa que faz isso, como eu digo aqui, no versículo 29, está a dizer que está a pisar o filho de Deus, está a pisar o sacrifício de Deus, está a desvalorizar o valor do sacrifício, de estar a profanar o sangue desta aliança. Qual é a aliança? A nova aliança. É o batismo, fazemos esta nova aliança. E por isso está a profanar o sangue desta nova aliança. Por isso é quando Jesus Cristo, ou Paulo referiu-se, e Jesus Cristo disse, este copo de vinho, aqui é a taça da aliança, representando este vinho, representando o sangue de Cristo.
E por isso uma pessoa que está a negar o valor do sacrifício de Cristo, em que, digamos assim, o sangue de Cristo não é suficientemente precioso para você ou eu, vamos mantermos fiéis, então está a profanar o sangue da aliança com que foi santificado, com que você foi separado, com que você foi justificado, feito justo, perdoado. E por isso está a rejeitar esta aliança, que foi estabelecida pelo sangue de Cristo. E esta aliança inclui fé, arrependimento, audiência e uma vida transformada, uma vida mudada do velho homem para o novo homem. E por isso uma pessoa que decide fazer isso, que depois de ter recebido o conhecimento da verdade, está pecando voluntariamente, deliberadamente, então essa pessoa está a escolher o pecado em cima, ou em vez de Jesus. Isto não está a aceitar Jesus Cristo como o Senhor DELha, o seu Mestre. E por isso então está a negar a Cristo, está a negar Jesus Cristo. Como lemos, em Judas 3 e 4. E por isso, irmãos, uma pessoa que faz isso, está a, digamos assim, a repudiar a pórder de fora de uma única maneira que é o caminho de salvação. Em título capítulo 1, versículo 16, está a referir-se que em obras ele está a negar a Cristo. E por isso é que diz-me, no versículo 29, ao fim do versículo 29 de Hebreus 10, diz, e fizer-a gravo ao Espírito-a-graça. Isto é, está a insultar o Espírito-a-graça. E como lemos em Mateus 12, 31 e 32, essa é os que estão a blasfamear o Espírito Santo, que é o poder de Deus. Estão a rejeitar este poder de Deus, que nós devemos usar para vencer as fraquezas na carne.
Então, uma vez mais, irmãos, a imensa graça de Deus anula a lei? Não, claramente que não. Sim, isto parece ser um paradoxo, como disse há pouco, uma contradição aparente em que ambos são verdadeiros. Mas precisamos da graça e precisamos de obter a lei de Deus depois de recebermos o perdão de Jesus Cristo e comprometermos a ser um novo homem e, deixando o velho homem, temos que viver este compromisso. Temos que ser fiéis. E, por isso, a lei e a graça são verdades complementares. Não são uma outra, são complementares, são um e a outra.
Mas, aqui está um problema adicional. É que parar de pecar não é uma coisa que acontece sobatizado e pronto, não peco mais.
E aí é onde estas duas verdades se tornam mais difíceis para as pessoas entenderem. Vejam em 1 João 1, 1 João 1, versículo 8 a 10. Dizem, se dissermos, e está aqui a falar a irmãos batizados na igreja, se dissermos que não temos pecado, enganámos-nos a nós mesmos e não a verdade em nós. Ou, em outras palavras, somos mentirosos. Se estamos, vamos dizer que eu não tenho pecado nenhum. Se você diz que não tem pecado nenhum, você é mentiroso.
Versículo 9. Mas, se conversarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar dos pecados e nos purificar de toda injustiça.
E, versículo 10, se dissermos que não pecamos, fazemos-lo mentiroso. Repetindo, o que lemos no versículo 8. E a sua palavra não está em nós. Por isso, aqui vemos outro ponto neste paradoxo.
Em duas verdades, uma é que temos que ter a Graça a Deus e a outra é que temos que obter a Deus. Mas, o problema é que falhamos. No momento em que somos batizados, não é como ligar um interruptor e da escuridão aparece a luz e, pronto, somos perfeitos. Não, é um processo. Demora tempo. Demora tempo.
E, por isso, é uma mudança do caminho de vivermos. Mas, o que deve mudar imediatamente é a nossa intenção. É o nosso desejo que, a partir do batismo, o meu desejo é querer obtecer a Deus. A minha intenção é querer obtecer a Deus. Entendendo que estou a lutar, estou a tentar vencer estas fraquezas da carne, quero obtecer, mas reconheço que, de vez em quando, falho por causa das minhas fraquezas da carne. Não é um caso, não é uma intenção de dizer, olha, por Jesus Cristo pagou para os meus pecados, agora eu não preciso de obtecer às leis de Deus e posso, por isso, continuar a viver da mesma maneira que vivia. Não, não. Temos que olhar para as leis de Deus e obtecer às leis de Deus, porque esse é o que Deus quer que nós venhamos a ser o novo homem, porque a lei de Deus é parte da graça de Deus que é que nos ensina a ter uma vida feliz e sem mágoa e sem sufrimento. Em genomias da 7, versículo 9, lemos que o coração é enganoso. Quem é que o conhece? Irmãos, o coração é enganoso e nós temos esse coração da carne. Vejam, por exemplo, em Romanos capítulo 7. Romanos capítulo 7, versículo 14 a 22. Aqui vemos Paulo a descrever a situação em que se encontrava, e eu não vou ler essa secção inteira, mas vocês leem aqui em Romanos 7, versículo 14 a 22, que Paulo está a dizer, além é boa, além é espiritual, mas eu, Paulo, está claro, nós somos carnais. Então, nós estamos vendidos sobre o bocado, nós estamos na carne, somos carne, sangue e somos seres com pecado, que falhamos.
E por isso, irmãos, ele diz aqui, no versículo 15, porque faço não aprovo, pois eu quero isso, não faço, mas o que eu corroro isso, isso faço. E ele continua a dizer, vejam no versículo 19, porque não faço o bem, que quero o masumal, que não quero esse faço. Ora, irmãos, então Paulo estava claramente a quebrar a lei de Deus? Não, não, aí vê-se a intenção. É que ele deseja, a intenção dele, a intenção é que, no interior dele, como lemos no versículo 22, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus. A minha intenção é querer obter à lei de Deus. Mas, como lemos em Filipe II, 3, versículo 5 e 6, vê-se que Paulo era um homem que esforçava sendo obdiente à lei. E por isso vemos que ele não era um homem que andava a matar, ou a assassinar, ou a cometer a routério, ou a roubar. Ou não, era um homem. Ele viu que, uma vez que Jesus Cristo lhe abriu a mente, viu que ele estava a fazer contra os cristãos, estava errado. Não devia ter feito isso. E arrependeu-se, e por isso teve que sofrer muito, como lemos na história de Paulo. Mas, o que ele está a falar aqui, é da intenção do coração dele. Que a intenção do coração dele é fazer o bem. Ele tinha esta luta, este tinha um conflito interno no corpo dele, como lemos no versículo 23, mas vejo nos meus membros outra lei. Eu vejo no meu corpo, na minha mente, neste corpo físico, outra lei, que batalha contra o lei do meu entendimento, que eu, na minha cabeça, com o meu espírito e com o espírito de Deus a trabalhar em mim, eu quero seguir a lei de Deus. E, por isso, estou preso neste conflito, debaixo da lei do pecado, que está nos meus membros. Eu não quero isto, diz Paulo. Por isso diz-me, no versículo 24, miserável homem que eu sou, quem me livrará deste corpo desta morte? Porque, neste corpo físico, ele tem estas tendências carnais, porque é um corpo físico que sempre terá até a morrer. E você e eu nós teremos, já se dificuldades, até morrermos.
E, depois, no versículo 25, diz-me, mas dou graças a Deus, por Jesus Cristo, o nosso Senhor, assim que eu mesmo, com o entendimento, sirvo a lei de Deus, mas com a carne, a lei do pecado.
Eu graças a Deus que ele me vai livrar deste corpo, mas, além disso, ele me está a ajudar a vencer, esta carne, eu tenho esta luta continua, mas ele está a ajudar continuamente durante o resto desta vida física.
E, isto é a situação em que muitos cristãos se encontram hoje em dia, irmãos, há esta guerra interna, na nossa mente, esta luta, esta batalha. E, pode ser, por exemplo, que você quer dizer uma coisa, uma pessoa, e acaba a dizer, não, exatamente, a maneira que desejava dizer, e por causa disso, essa pessoa ficou ofendida.
E, às vezes, isso acontece, infelizmente, às vezes mais frequentemente do que nós desejariamos, mas, é por causa da nossa fraqueza da carne. Mas, estamos a aprender, e estamos a tentar ser melhores pessoas da próxima vez. Mas, temos que continuar e pedir perdão a Deus, conversar-nos os nossos pecados, pedir perdão a Deus, porque não dissemos da maneira correta, machucámos, amaguámos a outra pessoa, afendemos a outra pessoa, e ofensas virão, infelizmente, mas temos que aprender a perdoar uns aos outros, temos que aprender a deixar passar, e não, brambarar, ele disse isso, ele disse isto, ele disse isto, temos que aprender a perdoar, porque outros irmãos, na fé, não são perfeitos, tal como eu ou você não é. Nenhum de nós somos perfeitos, e por isso, então, no versículo seguinte, em Romanos 8 versículo 1, diz, portanto, agora, nenhuma há condenação para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito. Você tem intenção, o desejo, a vontade, está a se esforçar a seguir o caminho de Deus. Irmãos, isso é imensa, graça de Deus. Não está a condenar você. E sim, às vezes, nós magoamos outra pessoa, e temos que perdir perdão, mas a outra pessoa também tem que aprender a perdoar e deixar aquilo passar. Irmãos, é dos dois lados, como cristãos, é dos dois lados, temos que aprender a aceitar as fraquezas dos outros como se recordem, e não ser duros, sermos curiosos e perdoar. Porque é o que os Cristo e o Pai fazem para nós?
Se nós não perdoamos, como é que eles nos podem perdoar? E por isso, irmãos, vejam no versículo 6, capítulo 8, versículo 6, porque a inclinação da carne é morte, mas a inclinação do Espírito é vida e paz. Quando você está inclinado, está a se esforçar para fazer as coisas do Espírito, isso é a vida, é o caminho da vida interna e o caminho de haver paz. Quando você está inclinado para as coisas da carne, fica, olha, não vou perdoar, não vou perdoar, olha o que este irmão, este irmão, disse a mim, agora vejam como ele diz as coisas e tal, tal, tal, não vou perdoar.
Irmãos, não podemos ser assim, por amor de Deus, não podemos ser assim.
A nossa intenção, a nossa mente, a nossa inclinação deve de ser para o Espírito, para este sentimento, esta atitude mental de Deus. O Espírito de Deus é esta atitude mental de Deus, esta maneira de ver e pensar este sentimento de Deus, o sentimento que houve em Cristo.
E por isso a nossa intenção, a nossa mente deve ser de fazer o que é certo, seja dizer o que é certo, seja perdoar quando é necessário, em vez de tomar uma posição dura, ou não vou perdoar.
Porque irmãos, Deus olha a procuração, Deus olha a procuração.
E por isso, se nós sabemos que há uma coisa errada, devemos tentar evitar essa coisa errada, esforçar, esforçar, vencer até o fim e ser fiéis nesse desafio, nessa luta contra a carne. Temos que seguir a guia do Espírito Santo, versículo 14, roubar nos 8, 14, por todos os que são guiados pelo Espírito Deus, são filhos de Deus.
Temos que ser guiados pelo Espírito de Deus. Temos que nos esforçar a seguir o Espírito de Deus. Em 1 João 3, vamos começar a ler do versículo 7. Vemos assim. Filhinhos, ninguém vos engana. Quem pratica justiça é justo, assim como ele é justo. Está aqui a falar do ato da ação contínua de prática. Uma pessoa está a praticar, está a viver um caminho em prática do que é justo. Está claro, não quer dizer que, de vez em quando, não falha, mas está a esforçar-se a praticar o que é justo.
Por outro lado, quem pratica o pecado está a viver uma vida contínua de prática e praticar, e praticar o pecado é do diabo. Porque o diabo peca desde o princípio. Para isso, o filho de Deus se manifestou para desfazer as obras do diabo. Qualquer que é nascido de Deus ou gerado de Deus, não permanece em pecado. Como lemos na Almeida revista atualizada diz, todo aquele que é nascido ou gerado de Deus, não vive na prática do pecado. Não vive, não permanece nesta prática do pecado. Porque a sua semente, esta semente de Deus, que é o Espírito Santo em nós, está em nós e por isso essa pessoa não pode pecar.
Não quer viver no pecado. A sua intenção, a sua mentalidade, o seu desejo, não é pecar. Por que? Porque essa pessoa é gerada de Deus. Lembre-se que a palavra gerada seria uma melhor tradução aqui, porque a palavra grega é a gnal, que significa gerado. E versículo 10. Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos de diabo, porque aquele que não pratica a justiça está a falar aqui do método de viver na prática, de continuidade, do desejo, de intenção, é de viver, ou na prática, ou no pecado, na prática da justiça, ou na prática do injustiça.
Qualquer que não pratica a justiça e não ama a seu irmão, não é de Deus. E, por isso, irmãos, temos que viver nesta prática. Vejam de obter a Deus. Vejam, então, no versículo 20 e 21, de 1 João 3, porque, se o nosso coração nos condena, se a sua consciência está nos acondonar, maior é Deus do que o nosso coração. Deus vê isso, mais do que nós. E conhece todas as coisas. Amados, se o nosso coração não nos condena, temos confiança para com Deus.
Então, como é que o nosso coração, como é que a nossa consciência não nos condena, é quando nós estamos a esforçar a fazer as coisas segundo o caminho de Deus. Por isso é que diz, no versículo 22, que qualquer coisa que lhe pedimos a recebemos, receberemos, porque, primeiro, guardamos os seus mandamentos, irmão, está aqui a falar, pessoas que estão na graça, guardam os seus mandamentos, e segundo, não é só guardar os mandamentos, além disso, é fazer o que é agradável aos olhos de Deus, à vista de Deus.
Então, o que acontece se nós falhamos, irmãos? O que acontece se nós falhamos? Vejam, em 1 João 1, versículo 9. 1 João 1, versículo 9 diz, se conversarmos os nossos pecados, ele é fiel, e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda injustiça. Temos que conversar. Em Proverbios 28, versículo 13, diz que é conversar e deixar. Isto é, arrependimento. E quando deixamos, então, recebemos misericórdia. Reserbemos graça, mais graça. E vemos esta imensa graça de Deus, esta imensa misericórdia, é quando nós estamos a continuamente a esforçar, a tentar vencer as fraquezas da carne, e por isso, irmãos, nós estamos num processo de crescimento cristão após o batismo.
Após o batismo, este processo de crescimento cristão é como se começasse e, então, estamos a crescer. E por isso, aclemos em Romanos, capítulo 5, versículo 8 a 10. Romanos, capítulo 5, versículo 8 a 10. Diz-me, mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores. Irmãos, nós éramos pecadores, e a graça de Deus foi para conosco, quando ainda éramos pecadores. É como aquele prisioneiro na prisão, condonado à morte, e isso pode sair. Este é o amor de Ele para conosco.
Versículo 9, logo, muito mais agora, tendo-se sido justificados pelo sangue, pelo seu sangue, sim, saímos da prisão, recebemos este perdão pelo seu sangue, pelo sacrifício de Cristo. Seremos futuro, seremos futuro, seremos futuro, por ele salvos da ira. Seremos salvos da ira.
No reciclo 10, porque, se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu filho, muito mais tendo-se já reconciliados, seremos salvos pela sua vida. Seremos salvos pela vida de Cristo. Irmãos, não somos salvos pela morte de Cristo. A morte de Cristo nos justifica, nos perdoa, nos reconcilia, nos limpa destes pecados e agora abre a porta após arrependimento e compromisso que nós vamos agora obter a Deus, agora temos que praticar. Temos que ouvir a lei e temos que apoiar em prática e vamos crescendo do vegarinho, sim, de vez em quando falhamos. E quando falhamos, o que acontece? Primeiro João capítulo 2, versículo 1, primeiro João capítulo 2, versículo 1 diz assim, veguinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pegueis? Mas, se alguém pecar, temos um advocado, advogado para com o Paz, e o Cristo é justo. Se pecarmos, temos o Cristo como nosso advogado de defesa. Quando Satanás nos acusa, Jesus Cristo diz, olha, ponham seu nome aí, olha, ele se arrependeu, confessou, está a se esforçar, então vai aspregir um bocado do seu sangue adicional e somos perdoados, porque ele é o nosso advogado de defesa. Em Hebreus 10, versículo 14, Hebreus 10, versículo 14, lemos, porque, com uma só oblação, com um só sacrifício, aperfeiçoou para sempre os que são significados. Oblação é quando derrama este sacrifício líquido, e neste caso foi o sangue dele, com uma só oblação, aperfeiçoou para sempre os que são significados, os que estão sendo significados. Nós fomos significados, mas agora ainda estamos no processo da santificação, a santificação do Espírito, e por isso leço aqui no versículo 19, diz, tendo pois, e Hebreus 10, 19, tendo pois irmãos ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Cristo, pelo novo e vivo caminho que Ele nos consagrou pelo véu, isto é pela Sua carne. Ora, por que precisamos de entrar no santuário pelo sangue de Cristo? Porque, de vez em quando, ainda pecamos. Estamos depois de batismo neste caminho, de crescimento, e precisamos do sangue de Cristo, precisamos da expressão do sangue de Cristo, de vez em quando, para nos perdoar, e por isso diz assim, este é um novo caminho que Ele nos consagrou pelo véu, isto é pela Sua carne, e tendo grandes sacerdotes sobre a casa de Deus. Isto é Jesus Cristo, O Sucitor, está vivo, está ao lado de Deus. É o nosso segundo sacerdote, é o nosso advogado de defesa. Por siglo XXII, chegámos-nos com verdadeiro coração.
Sim, não é que uma consciência, de mentira, mas uma consciência pura, um verdadeiro coração, com inteira certeza de fé. Sem dúvida, não tenha dúvida. Não tenha dúvida que Deus perdoa a você, tendo os corações purificados da má consciência. Não tenha uma consciência errada, sim, fez erros, mas está a arrepender, está a tentar fazer melhor. Então, os corações são purificados da má consciência, com que é pelo sangue de Cristo? E o corpo lavado com água limpa, e o que é esta água limpa? É o Espírito Santo de Deus que nos santifica.
E, por isso, irmãos, diz aqui, tenhamos paz, tenhamos paz, tenhamos inteira certeza de fé, isto é paz, retenhamos firmes a confissão da nossa esperança, tenhamos paz, porque estamos a tentar, irmãos, Jesus Cristo está a interceder por nós, e não há condenação, como lemos em Romanos 8, versículo 1.
E, por isso, continuando, então, em Romanos 8, versículo 12. Romanos 8, versículo 12.
Romanos 8, versículo 12.
De maneira que, irmãos, somos devadores, não há carne para viver-se onde há carne, porque viver-se onde há carne morreis, mas, pelo Espírito, modificar-se as obras do corpo vivreis, seguindo o Espírito Santo, seguindo a guia do Espírito Santo, ouvindo, como Deus fala com nós, que através da nossa consciência, tentando, vendo e lemos e treinamos a nossa consciência com a palavra de Deus, e aqui temos o Espírito de Deus, nos ajuda, então, irmãos, precisamos de ser guiados pelo Espírito, como vemos aqui no versículo 14, porque não recebesse do Espírito, versículo 15, de escravidão, para outra vez estar-se em tomor, mas recebesse do Espírito de adução, ou filiação, de ser filhos, pelo qual clamamos a papai. O próprio Espírito testifica com o nosso Espírito, com o Espírito humano, o Espírito de Deus testifica com o Espírito humano, que somos filhos de Deus, somos gerados filhos de Deus, e nós, e se nós somos filhos, somos herdeiros também. Sim, herdeiros de Deus, herdeiros da família de Deus, herdeiros de estarmos no reino de Deus, no reino da glória, e com herdeiros de Cristo. Isto é certo que com ele padecemos, para que também com ele sejam-nos purificados no reino de Deus.
No versículo 18 a 23, depois diz, porque para mim, tenho por certo que as aflições deste tempo, por exemplo, não são para comparar com a glória, com a glória que nos há de ser revelada. Irmãos, nós vamos receber a glória da família de Deus, porque a ardente espécie da criatura espera a ministração dos filhos de Deus. Toda a criação espera isto, porque a criação ficou sujeita à idade, à corrupção, a isto, não por vontade, não por sua vontade, não por a vontade de Deus, mas por causa do que a sujeitou, por causa do que a sujeitou. Qual é a causa? Para nós virmos a ser filhos e filhas de Deus, e assim aprendemos lições importantes. Na esperança que também nós, na esta criatura seremos libertados da servidão da corrupção para a liberdade da glória dos filhos de Deus, vamos deixar este corpo físico para ter um corpo espiritual na glória da família de Deus. E por isso toda a criação, gem, está juntamente com dor de parte até agora. E não só ela, não só a criação, mas nós mesmos, não só todas as pessoas no mundo, mas nós mesmos, nós, os poucos, que temos as primícies dos filhos. Nós somos os primeiros a receber o Espírito Santo a Deus. Também jamemos em nós mesmos, esperando esta filiação, esta adução, a saber a redenção do nosso corpo. Isto é quando o nosso corpo vai ser mudado, um corpo físico para um corpo espiritual.
Irmãos, Jesus Cristo fez tudo que ele pode, fez tudo que ele pode para você e para mim. Ele não nos deixará, nem nos deixará, olha, não quero ver manaja com isto a esta pessoa, não. Ele fez tudo para você. Ibreus 10, versículo 14, como lia há pouco diz, Com uma só oblação, aperfeiçoou para sempre você. O resultado final desta obra de Deus para você ser aperfeiçoado, já está aqui, aperfeiçoou para sempre. Os que não estão neste processo de santificação. Irmãos, por isso, isto é a santificação do Espírito. Primeiro Pedro capítulo 1, versículo 2, que é um processo da santificação do Espírito e da expressão do sangue. Isto é um processo após o batismo, e que isto é possível. Este processo do crescimento cristão é possível por causa da vida de Cristo. Isto é um trabalho em progresso, você e eu. Sim, a morte de Cristo, a graça que Ele nos deu, morrendo por nós, nos fazendo justos para Deus, é uma parte. Digamos assim antes do batismo. Mas agora, após o batismo, com Jesus Cristo vivo, como nosso sumo sacerdote, que nos ajuda e nos dá o poder do Espírito Santo para vencermos as coisas da carne, não devemos existir. E, por isso, lemos, a partir do versículo 31 de Romanos 8, que diremos estas coisas. Se Deus é connosco, quem pode estar contra o nosco? Quem nos pode condenar? Não seja negativo, irmão, seja positivo. Nada, nada, pode separar-se do amor que Deus tem para condenar-se, como lê no versículo 35. Quem nos separará do amor de Cristo? Que problemas, dificuldades? É a morte! Nada, nada! Nem altura, nem profundidade. Porque diz assim, nem alguma outra pessoa, criatura, nos podrá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor, para connosco. Nada pode separar você da imensa graça de Deus que eu tenho para com você. Por favor, irmãos, estejam encorajados, precisamos de continuar a vencer as fraquezas da carne. Não desistem, porque nada vai separar o amor de Deus que ele tem para com você. Nada vai separar a imensa graça de Deus para com você. A não ser que você vilas costas a Deus. Obrigado, irmãos. Por favor, irmãos, mantenham-se firmes na fé.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).