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A Vida Evolveu Bom, deobotar-te, queres irmãos, que é Joscamos. A vida evolveu. É a evolução verdade.
Pessoas que acreditam na evolução acreditam em coisas como mutações, datas de medidas de carvão, catorce e várias outras pontes como esses, como a seleção natural. E eu quero hoje ler aqui alguns artigos aqui de um professor, de um doutor, doutor João Aston, escreveu este livro, Evolução Impossível. E aqui na página 16 deste livro, está aqui em inglês, por isso eu vou, conforme vou lendo, vou traduzindo também. Eu faço a pergunta, seguindo. As mutações dão origens a novas informações genéticas com propósito? Isto é, as mutações, as mudanças, digamos assim, numa célula, fazem com que haja uma célula nova, uma coisa genética nova, que tenha um propósito que seja melhor, e vejamos aqui o que é que ele diz. Diz que não, absolutamente não. Ele explica aqui que as mutações sempre conduzem a um DNA que está estragado. A um DNA que está estragado. Ou, de outras maneiras, um DNA que tem uma doença ou que está a caminho da morte. Isto é um organismo que está doente ou que está a caminho da morte. Depois aqui fala também, de outra experiência que ele teve, que é a cerca, por exemplo, de datar, dar uma data, as coisas, acerca do carvão 14, carbono 14. E depois diz assim, ele achou uma pá de madeira que foi usada numa mina doura. E então, fizeram uma análise a essa pá, e se foi na Nova Zelândia, fizeram uma análise a essa pá e disseram que a pá, nesta mina doura, tinha 6.600 anos de idade. Ora, a atividade mineira, nesta mina, foi nos anos de 1.800. Isso era cerca de, digamos assim, 200 anos de idade, não 6.000 anos, e a pá tinha sido feita de material que era corrente nessa altura. E por isso, a pergunta é, as pessoas fazem estas deduções e estas reivindicações da evolução, mas são essas coisas de facto? Por exemplo, aqui na página 20 deste mesmo livro, ele diz assim, cutando, fazendo uma cotação, ou citando da sociedade geológica de Londres, e diz assim, aqui, perdão, diz assim que há reivindicações que foi estabelecido sem quaisquer dúvidas, que o nosso planeta tem 4.560 milhões de anos, e que a vida evolveu, para a sua forma corrente, durante um período de milhares de milhões de anos, como um resultado de uma variação genética combinada com seleção natural. Vê-se quando se lê estas coisas que estas pessoas dizem. Dizem estas coisas com, digamos assim, como uma grande afirmações feitas, como se fossem evidência. Mas quando uma pessoa busca essa evidência, vê-se que essa evidência não tem prova, ou a alegação não está correta. Por isso estar a dizer aqui que a vida evolveu, a sua forma corrente, durante um período de milhares de milhões de anos, como um resultado de variação genética. Onde está a prova disso? Falam? Como autoridades? Ou é a sociedade geológica de Londres? Mas onde tem a prova disso, destas afirmações? Por exemplo, outro caso é o Instituto de Smithsonian, que é um instituto muito bem recondecido, na sua Exhibição do ano 2009, diz assim. A evolução de seres viventes tem estado ocorrendo por bilhões de anos, e é responsável pela grande diversidade de vida na Terra, e depois diz, isto é um fato. Mas, queridos irmãos, simplesmente porque é uma pessoa da autoridade a dizer isto, é isso um fato?
Queridos irmãos, isso não é necessariamente um fato. Não é necessariamente uma verdade. Nós temos uma publicação, um Guia de Estudo Bíblico, intitulado Criação ou Evolução, que recomendo que vocês encomendem ou baixem do nosso site. É gratuito, se vocês quiserem encomendar, como todo o nosso material é gratuito. Mas aqui na página 25, e tem citações muito importantes e válidas, diz aqui na página 25 acerca do registro fósil. Em outras palavras, quase 88% das variedades de mamíferos, rectes e anfíbios que povoam a Terra foram encontradas no registro fósil. Isso é praticamente quase tudo. 80% é quase 90%. É praticamente tudo que vemos que vive está encontrado no registro fósil. Tudo que vive está encontrado no registro fósil.
E depois diz assim, então quantas formas de transição têm sido encontradas? Sim, porque estas formas de vida, e depois dizem que foi desta para aquela e daquela para a outra, evoluí-o de uma para a outra, onde estão as evidências dessas transformações? Onde estão esses registros de fósseis que transformou de uma para a outra?
Embora cada uma destas classes, peixes, anfíbios, rectes, mamíferos, primatas, esteja bem representada no registro fósil, ninguém ainda descobriu fósseis de uma criatura que indiscutivelmente seja produto de transição de uma espécie para a outra.
Não há fósseis, não há registros, não há evidência nenhuma. Zero! Zero! Não há um único indiscutível elo perdido, que tenha sido encontrado em todas as rochas, as postas da crosta da Terra, apesar de extensas e cuidadosas buscas. Já faz muitos anos que esta teoria foi posta e fizeram muitas investigações desde quando essa teoria foi posta, e não encontraram nada. Zero!
Por isso, esta evidência da evolução que dizem de milhões de anos é zero. Por isso as pessoas que são doutores, que são professores, estão a dar estas afirmações, reivindicações muito autoritárias, não têm base.
Vizemos aqui também que as pessoas investigam, fazem investigações e encontram, por exemplo, cemitérios maciços da fósseis. Na verdade, muitos não querem chegar a essa conclusão, mas a verdade é que existe evidência geológica de um dilúvio, porque houve estes cemitérios maciços da fósseis. E até encontraram cemitérios maciços de fósseis e depois vida, e depois cemitérios maciços de fósseis de novo, que não entendem. Mas na verdade é a prova de que houve dois dilúvios, que é a Bíblico, que eu vou mostrar daqui a pouco. Depois falam da Seleção Natural. A Seleção Natural, por causa da Seleção Natural e mutações, vejam aqui o que diz acerca da Seleção Natural. Na página 41 deste dia de estudo que temos aqui, que cita vários autores, e diz assim, na Seleção Natural, disse o professor Waddington, acorde alguns seres terem mais descendentes do que outros. O que é a Seleção Natural? É que uns seres têm mais filhos que outros, outros têm menos filhos. E por isso eu dizia, esta Seleção Natural, é que, por uma maneira natural, esta diferença de família vai a assistir e a outra parou. Mas aqui depois ele diz assim, então, você se pergunta, quais têm mais descendentes do que os outros? Sabe qual é a resposta? São aqueles que têm mais descendentes e nada mais que isso. Por isso a Seleção Natural não prova nada. Só prova que uns tiveram mais filhos que outros e outros tiveram menos, menos filhotes. E depois diz assim, Tom Bethel chegou a um ponte crucial do programa da Seleção Natural com base da evolução e disse, isto não tem nenhum valor. A Seleção Natural, esta teoria da Seleção Natural, não tem nenhum valor. E diz assim, a Seleção, então, não produziu nada de novo. Isso é ele, que é o Sr. T. H. Morgan, que ganhou o Prêmio Nobel do Medicino em 1933, disse o seguinte. Diz assim, a Seleção, então, não produziu nada de novo, mas só um ponto mais de certos tipos de indivíduos.
Quer dizer, a Seleção Natural disse que estes tiveram mais filhotes do que os outros. A evolução, no entanto, a teoria da evolução diz o seguinte, significa gerar coisas novas. E não mais das que já existem. E, por isso, a Seleção Natural é simplesmente um que estiver mais filhotes que outros. Não tem nada a ver com gerar coisas novas.
Então, esta coisa de mutações, o que é isto de mutações? Que um geno, um organismo vai através de uma mutação e fica um organismo diferente. Como eu disse inicialmente, que as mutações simplesmente dão origem a organismos, que estejam doentados, ou a caminho da morte. Veja aqui, como diz aqui, neste artigo chamado Pescoço da Girafa. E diz assim, verificou-se que, de vez em quando, absolutamente ao caso, cerca de uma vez, em 10 milhões de vezes, durante a divisão celular, está como uma cela, divide-se e torne duas células.
Digas-me assim, como fazer uma fotocópia. De vez em quando, nessa fotocópia, nessa divisão celular, digamos assim, o Gênes comete um erro de cópia. Um erro de cópia. Esses erros são conhecidos como mutações. Então, que é uma mutação? É fazer uma fotocópia disto para aquilo, mas em vez de ser isto igual àquilo, a cópia tem um erro. Não se vê bem, digamos assim, na fotocópia, como se fosse assim. Tem um erro. Isso é que é a mutação. E diz assim, esses erros são conhecidos como mutações e são principalmente prejudiciais. São principalmente prejudiciais, quer dizer, estão a causar um prejudício à célula ao organismo. E por isso diz assim, eles levam a uma planta. Isto é um organismo, é uma planta, ou seja, que for enfrequecida ou é uma criatura doente ou deformada. Nós vemos, às vezes, às vezes enquanto acontece uma criança que é deformada, que houve um erro no código genético e é deformada. Isso não é uma mutação positiva. Isso não é uma criação nova. É um erro que enfrequeceu esse corpo. Ou essa criatura tem uma doença ou está deformada. Por isso, queres e irmãos, a teoria da mutação é uma mentira. A teoria da seleção natural é outra mentira. E depois, a célula. A célula, preciso ver, é aquela célula mais simples que depois envolveu para outra célula. Vigemos a maravilha da célula. A maravilha da célula. Vou ler aqui. As células são seres vivos maravilhosos e incrivelmente complicados. Por isso não há uma célula simples, são complicados. E depois continua. Por exemplo, a membrana da célula é uma maravilha por si mesmo. Se fosse muito porosa, as soluções prejudiciais entrariam e levariam a célula a se romper. Por outro lado, sem membrana, a membrana foi muito imprimiada. O alimento não poderia entrar e os ídios resultantes não poderiam sair. E a célula morreria rapidamente. Veste como é complicado isto. Tem que ser exato. Um exemplo comum desta complexidade. Uma complexidade que é irredutível. Quer dizer que não se pode reduzir esta complexidade. É uma ratoeira. Você já fez uma ratoeira para apanhar um rato? Esta ratoeira tem várias peças. Tem a base, tem a martelo, tem a mola e assim. Se você, por exemplo, fizer uma ratoeira mas não puser a mola, não vai matar ratos. Se você fizer uma ratoeira mas não puser um martelo, não vai matar ratos. Não funciona! Não funciona! Todas as partes têm a estar lá para funcionar. E por isso diz assim um bocadinho mais adiante à série da célula. Para entender a realidade da vida, como revelada pela biologia molecular, escrevo o Dr. Denton, temos que ampliar bilhões de vezes uma célula que esteja com 20 km de diâmetro. Imagina uma célula pequeniníssima que não vemos. Está ampliada como se fosse 20 km de diâmetro. Há uma distância grande, 20 km. Isso parece como um dirigível gigante. Isso parece como se fosse uma máquina enorme, um motor enorme, como se fosse um carro enorme que tivesse o tamanho de 20 km de diâmetro.
E depois diz assim, imensa o suficiente para cobrir uma grande cidade, como Lisboa ou São Paulo. Então, o que se vê é um objeto de complexidade sem precedentes e desenho adaptativo. Na superfície da célula podemos ver milhões de abrituras como as portinholas de um imenso transatlântico, um imenso enorme navio transatlântico, como aquelas portinholas no navio, que abram em fecha para permitir um fluxo de conteúdo material para dentro e para fora da célula. Tem estas portinhas, portazinhas, à volta destes 20 km de diâmetro.
Se fosse possível entrar em uma dessas abrituras, se fosse que nós pudéssemos entrar em uma dessas portazinhas ou chanelinhas, digamos assim, encontraríamos um mundo de suprema tecnologia e desconcertante complexidade. Entravamos, digamos assim, como se fosse numa fábrica extremamente complexa lá dentro. Veríamos intermináveis corredores, muito bem organizados, idúrtios de ramificação em cada direção do perímetro da célula, alguns levando-os ao banco de memória, central de núcleo e outros para plantas de montagem e unidades de processamento. Seria uma máquina, uma fábrica enorme, tudo muito bem organizadinho dentro dessa célula. E estamos a falar de uma célula simples. O núcleo, em si, seria uma vasta câmara esférica de mais de 1 km de diâmetro, semelhante a uma cúpula geodésica dentro da qual se poderia ver tudo bem empilhada em conjuntos ordenados quilómetros de cadeias enroladas de moléculas DNA. Quer dizer, o núcleo que era mais de 1 km era um centro de uma fábrica enorme. Quer dizer, irmãos, aí vemos a maravilha da célula, uma coisa fantástica. E essa é a célula simples. Aliás, uma das células mais simples, que é a célula do vírus I. coli, que é um vírus do estômago. Tem, não vejam isto, é uma célula, uma das células mais simples, a célula I. coli. Tem 2,4 milhões de proteínas, moléculas de proteínas. 2,4 milhões de moléculas de proteínas e cada dessa molécula tem 4 mil tipos de proteínas. Tem 255 mil moléculas de ácido nucleico, que tem 660 tipos de ácidos nucleicos. Teria 1,4 milhões de moléculas de polisacridio, que é um tipo de moléculas de açúcar, com mais de 3 tipos diferentes de polisacridio. Teria 22 milhões de moléculas lipídicas, feitas com mais de 50 a 100 tipos diferentes de lipídicos.
Tinha muitos milhões de moléculas metabólicas, que são feitas com cerca de 800 tipos diferentes de materiais. Teria milhões de moléculas minerais, que são feitas variando entre 10 a 30 tipos diferentes de minerais. E teria 24 bilhões de moléculas de água. E todos isto tem que estar na concentração correta, porque se não, não funciona, como a ratoeira, como eu expliquei. Vem estas coisas. A molécula, a simples molécula, não é assim tão simples. Então qual é a probabilidade de isto? As pessoas falam de recursos probabilísticos. Quer dizer, no universo que todo, que é conhecido. Isto é no Sol, na Lua, nas Estrelas, tudo o que é conhecido. Todas as possibilidades que podiam fazer. A probabilidade, ou isto, o número máximo de probabilidades que pode haver, seria 10 à potência de 150. Isto é 10 com 150 zeros.
Quer dizer, qualquer coisa que tivesse uma probabilidade, que seja o número maior que isso, é impossível, porque não havia enave recursos de probabilidades no universo inteiro. Ora, o DNA é composto de vários ácidos. E proteínas. Se você buscar uma proteína simples, que tem só 100 ácidos a menos. Essa proteína simples teria 100 ácidos a menos, que tinham de estar formados numa forma de um L, da maneira que o DNA funciona, estão ligados por várias ligações peptídicas. E para isso ser possível, para um DNA, uma simples proteína, com simplesmente 100 ácidos a menos. A probabilidade precisa de ser de 10 à potência de 190, que é mais do que os recursos probabilísticos do universo inteiro.
Mas lembrem-se que uma proteína biológica normal típica tem 300 ácidos a menos, não é 100, 300, e outros que ainda têm mais. E por isso, a probabilidade não só de uma proteína, mas de um genético, de uma base nuclear genética, com várias proteínas, para fazer o código genético do animal ou de uma pessoa.
Teria milhões e milhões destas bases de proteínas e bases núcleas. E por isso, a probabilidade disso, como vemos, é impossível. E não é como estamos a procurar, seja uma agulha num palheiro, mas é como procurar um átomo, um átomo, um átomo no universo inteiro. Entre todas as estrelas e os sólges, universos, galáxias, todos por aí, é só procurar de um átomo. Essa é a probabilidade. Incrisis, irmãos! Vemos que a evolução é impossível.
O DNA, além disso, o ADN, é informação, é um programa, é inteligência que faz com que esta célula, este DNA venha a ser um dedo ou venha a ser um olho. É um programa, é uma programação, é informação. Então, queris e irmãos, vemos que a evolução é impossível. Teve que haver uma criação. Então, o que é que aconteceu ao início? Ao início, qual é o início da Bíblia? O início, o começo, o início, está em João 1, versículo 1.
João 1, versículo 1. Diz assim, no início, João 1, versículo 1. No princípio, no início, era o verbo. Era o verbo, a palavra. Aquele que veio a ser carne, era o verbo. Esse ser, que foi o porta-voz, o que falou o porta-voz, o verbo, a palavra, o porta-voz. Era o verbo, era o verbo. Identifica como existia, existência. E o verbo estava com o Deus.
Aí está um relacionamento de o verbo, o porta-voz, o que falou, o que criou. Através da sua palavra, da sua programação, que fez a programação do DNA, e isso porque saberia conhecimento nessa célula. E, assim, o verbo estava com o Deus. E, se está a falar de uma relação, do relacionamento, ele estava com o Deus, o Altíssimo. Por que é que é o Altíssimo? É porque o Altíssimo era mais alto que o verbo. Estava com o Altíssimo, estava com o Deus. E o verbo era Deus.
O verbo, aqui diz, está a dizer uma identificação. Está identificado que era Deus. Não é o Altíssimo, mas é Deus. Desta família de Deus, deste Elohim, como a Bíblia diz, da família de Deus, Elohim, plural. E, por isso diz assim, ele estava no princípio com o Deus. O verbo estava no princípio com o Deus. Por isso vemos existência, relacionamento e identidade. Estava no princípio com o Deus, no princípio. E depois, ele diz assim, todas as coisas foram feitas por intermédio dele. Pelo verbo, pelo porta-voz, por aquele que era a palavra, aquele que falou. E sem ele, nada do que foi feito se fez.
Ele foi o Criador. Isso é exatamente o que lemos, por exemplo, em Colossenses capítulo 1, versículo 15 a 17. Colossenses capítulo 1, versículo 15 a 17. E assim, esta é a imagem do Deus invisível, Jesus Cristo, aquele que veio a ser carne.
O primogênico de toda a criatura, aquele que foi o primeiro gerado pelo Pai, toda a criatura. Pois, nele, foram criadas todas as coisas. Nos céus e sobre a Terra, as visíveis e as invisíveis. Sejam tronos, sejam sobrenias, querem principados, querem protestados. Tudo foi criado por meio dele e para ele. Por meio do porta-voz, da palavra, do verbo. Tudo foi criado por ele, por meio dele e para ele.
Ele é antes de todas as coisas. Nele tudo subsiste. Por isso é que a vida dele paga por todas as outras vidas. Porque é muito maior de qualquer outra vida. Tudo foi criado por Jesus Cristo. Mas lembrem-se. Lembrem-se o que dizem Apocalipse 13,8. Apocalipse 13,8 diz assim, a falar aqui à Sérgio do Cordeiro, que foi morto desde a fundação do mundo. O que é que isso quer dizer? Quer dizer que quando eles, o verbo e o altíssimo, o Deus, planejaram isto, sabiam que um deles, o porta-voz, aquele por quem tudo foi feito, tinha que morrer.
Porque foi morto. A decisão foi feita desde a fundação do mundo. Vejam em 2º Timódio 1, 9. 2º Timódio 1, 9. 2º Timódio 1, 9. Diz assim, que nos salvou e nos chamou com sua vocação, não segundo as nossas obras, mas conforme sua própria determinação e graça, que nos foi dada em Cristo Jesus, antes dos tempos e termos, antes de criar este relógio que usamos hoje para medir o tempo, que é o sol, a lua que dá nos anos, meses e dias, antes de criar estes tempos que nós conhecemos hoje em dia.
Antes disso, antes desses tempos que nós existem hoje. E por isso tudo foi criado por Jesus Cristo, tudo foi planejado antes da Fundação do Mundo, e eles, os dois seres discutiram, falaram, conversaram, planejaram o que? O desejo deles, de terem uma família, filhos e filhas com eles, para compartilhar com eles a alegria da vida. Mas para fazerem isso, esses seres tinham de ter arbítrio livre para poderem escolher, tinham de desenvolver caráter. Isto é saber o bom e o certo, e decidir seguir o caminho do certo, isto é, saber o bom e o mal, seguir o caminho do que era bom, do que era certo, e seguir esse caminho mesmo quando tivessem dificuldades.
E por isso, teria que haver a possibilidade dessas pessoas, dessas seres, desses homens, como viemos a ser, acontecidos hoje, fazerem um erro, isto é, pecarem. E se pecássemos, o salário do pecado é a morte, e por isso, tinha que haver alguém que pagasse pela nossa morte, que nos resgatasse, e esse que pagou pela nossa morte, que foi Jesus Cristo, aquele que nos fez, e por isso a sua vida vale mais que toda a nossa, todas as nossas vidas, e por isso é que ele foi morto, desde a Fundação do Mundo. Então, começou o ato de criar. O que é que ele criou primeiro?
Ele criou primeiro, os anjos. Como é que sabemos isso? Sabemos isso porque lemos em Jó 38,7, em Jó 38,7. Diz assim, quando as estrelas da Alva juntas alegraram, alegamente cantavam e rejuvilavam todos os filhos de Deus.
Porque você lê aqui em Jó 38, está a falar que fez a criação, fez a criação física do mundo. Os fundamentos da Terra, como fala aqui, e foi fundado as bases, criou a Terra feza, e quando ele fez esta criação, as estrelas da Alva, estelos anjos, cantaram alegamente e rejuvilaram. Estes que tinham sido criados por Deus, estes que eram os filhos de Deus. Não eram filhos de Deus foram gerados, mas eram filhos de Deus que foram criados por Ele.
A diferença entre nós e eles é que nós somos gerados. Eles foram criados. O Adão em Eva foi criado, mas nós agora temos filhos e filhos, e vamos ser gerados quando o Espírito Santo entre nós somos gerados como filhos e filhas de Deus. E por isso, quando Deus criou o universo, era lindo. Quando criou o universo, as galáxias, os planetas, estudo, era lindíssimo.
E os anjos cantaram da alegria. Por quê? Porque não era uma pilha de lixo, era uma beleza. E por isso, é que lemos agora, então, em Genesis 1, 1. No princípio, criou Deus os céus e a terra. E os anjos cantaram da alegria quando viram os céus e a terra, e isso tudo.
Porque era uma beleza. E vários anos podem ter passado. Quantos anos? Não sabemos. É possível que tenha sido milhares e milhares de anos, que se passaram nesta beleza. E depois chegamos a um ponto aqui e diz a terra porém. Estava, ouveio a ser, sem forma e vazia. E havia trevas sobre a face do abismo. E o Espírito de Deus parava sobre as águas. O que é que aconteceu para tudo ficar destruído na terra?
Sim, porque Deus não fez as coisas em vão, como leem Isaías 45, versículo 8. Não fez as coisas em vão? Fez as coisas para serem habitadas, como uma beleza. Fez tudo como uma beleza. Criou tudo como uma beleza. Mas após um certo período de tempo, não sabe quanto tempo, não sabemos que as coisas existiam há muitos anos, porque hoje em dia, quando olhamos para as estrelas, vemos luz que saiu dessas estrelas há milhões de anos-luz, que estão a chegar a nós agora.
E por isso, houve um grande período de tempo. E durante alguns, nesse período de tempo, houve uma rebelião de Satanás contra Deus. Porque até a própria Jesus Cristo disse que eu vi Satanás cair do céu. Vejam, Lucas, capítulo 10, versículo 18. Lucas, capítulo 10, versículo 18, diz assim, mas eu disse, eu vi Satanás caindo do céu como um relâmpago.
Por quê? Porquê este Cristo? Porquê esta destruição? Não sabemos exatamente, possivelmente, porque Ele era o querubim que cobria sobre a arca.
Ele ouvia-o acerca do plano de Deus. Vejam, por exemplo, em Ezekiel 28. Ezekiel 28.
E vemos aqui, começando versículo 11. Veia-me em palavra do Senhor, dizendo, Filho, o homem levanta uma lamentação contra o rei de tiro. E diz-lhe assim, Deus, o Senhor Tu és o cineta, perfeição, cheio de sabedoria e formezura. Tausar aqui o rei de tiro como um simbolismo físico de Satanás. Porque é um cineta de perfeição, cheio de sabedoria e formezura. Estavas no Hedon, jardim de Deus. Estavas no Hedon, estavas neste Baleza do mundo que era um Hedon.
De todas as pedras preciosas, de cobrias, o sábio e o paz, o diamante, o brilho, o onyx, o jaspo, a safira, o carbunculo e a esmeralda, do ouro se te faziam os engastes e os ornamentos, o dia em que foste criado, foram eles preparados.
Tu eras carubim da guarda, ungido e te estabeleci e permanecias no mundo do santo de Deus, a volta do trono de Deus.
Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado?
Este ser era perfeito, até que um dia fez uma decisão de herbítio livre. De serrabalar contra Deus. E por isso, como dizem quem, se achou iniquidade em ti.
Na multiplicação do teu comércio, se encheu o teu interior de violência, começou a fazer estas negociatas, estas conversas, a dizer mal, essa malingua. Olha, alguma coisa a dizer mal, este que era...
Versígula 7. E levou-se o teu coração por causa da tua formusura. Sim, porque era lindo. Corrompe-se da tua sabedoria por causa de teu resplendor. Era muito inteligente. Satanás é muito inteligente, queridos irmãos. E depois lancei-te por terra. E Jesus Cristo diz que o viu. E se foi antes da criação do homem, porque quando o homem foi criado, Satanás já estava na terra. Vejam, por exemplo, em Isaías 14. Isaías capítulo 14. Versículo 12. Isaías 14, versículo 12. Como caíste do céu? O estrela da manhã, filho da Alva. Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações. Tu dizias o teu coração, eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus, exaltarei o meu trono. E no monte da condição, me acentarei, nas extremidades do Norte, subirei para as mais altas nuvens e serei semelhante ao altíssimo. Querias irmãos, por causa disso, foi retirado para a terra. E por isso, então, a terra tornou-se, digamos assim, o resultado, digamos, de uma guerra, mais do que a guerra nuclear, uma guerra astronômica. E por isso, é que dizem gêncios 1, 2.
1, 2. A terra porém veio a ser, sem forma e vazia. Havia trevas sobre a face do abismo e o espirideus parava sobre as águas. A terra estava cheia de água. Houve um dilúvio, digamos assim, na terra, o primeiro dilúvio.
E por isso, existem cemitérios e maciços de fósseis. Sim, porque nesse jardim, da Adam, antes da criação do homem, a terra linda, não ia animar as várias espécies. E esses seres angelicos tinham responsabilidade de tomar conta desse jardim e falharam.
Após de um certo período de tempo, não sabemos quanto tempo, descrito como visto da terra, o espirideus parava sobre as águas e disse Deus, no versículo 3, Há-se luz e houve luz. Primeira coisa que Deus, Deus é luz.
Onde Deus está, não há trevas. E Ele disse, deixe a luz começar a entrar para a terra.
E assim houve tarde e manhã, primeiro dia. Por que? Porque o Sol e isso já existia, a terra já estava na sua rotação, à volta do Sol, a luz à volta da terra. Isso já existia.
Sim, porque diz assim, foi criado no versículo 1. Criou Deus os céus e a terra. Mas agora, no versículo 3, depois deste desastre astronómico, Deus está a remodular, a dar uma nova beleza.
Rebelezar, se houvesse uma palavra assim, dar uma beleza nova de novo, à terra. E por isso primeiro, começou a deixar um cá de luz. E esse é o primeiro dia. E depois, no segundo dia, vence que começou a criar o ar para podermos respirar. Começar esta separação, esta separação das águas, desta grande fumaça, uma separação para criar um ar, um ambiente para podermos respirar. E depois, no terceiro dia, houve a separação das águas para haver terra e mar. E na terra, então, as sementes para criar e para dar árvores. Então, pôs ali as árvores para darem seus sementes e para darem o seu fruto. E depois disso, no quarto dia, abriu mais este céu, à volta da terra, para o sol poder entrar e poder-se ver a Lua e por isso ter-se melhor, ver-se melhor o sol e a Lua. Não diz aí que criou, simplesmente diz que essas partes foram abertas e diz assim e sejam para luseiros. Deus, haja luseiros no firmamento para fazer a separação. Não diz que foram criados, já havia, mas haja, quer dizer, que eles agora podiam... fez uma limpeza desta atmosfera para a luz do sol e da Lua poder entrar. E depois, no quinto dia, no versículo 20 e 21 diz assim, também Deus, porvõem essas águas de enxames de seres viventes e voem as aves sobre a terra e sobre o firmamento dos céus, criou, pois Deus, os grandes animais marinhos e todos seres viventes. Este é a primeira vez, depois do versículo 1, é a primeira vez que usa a palavra criar. Por nós outros dias foi, digamos assim, uma limpeza. Mas agora, depois de ter criado no versículo 1 o céu e a terra, agora diz aqui, criou os seres viventes, os animais, os seres viventes, as almas viventes dos animais. E depois, no versículo 24, diz assim, no 6º dia, criou os seres viventes da terra. No 5º dia, criou os seres viventes do mar e das aves. E no 6º dia, criou os seres viventes da terra e criou o homem. E depois diz, no versículo 26, façamos, nós, façamos, no plural, façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança. Tenha-lhe domínio. E, no versículo 26, criou Deus, Elohim, plural, pois o homem a sua imagem, a imagem de Elohim, plural. O criou homem e mulher, os criou.
Cresirmãos, Deus criou o homem com grande potencial. E, como lemos em Hebreus 1, Hebreus 1, Hebreus 1, versículo 1, e diz assim, vendo Deus a outra hora falar muitas vezes, e muitas maneras aos pais, pelos profetas, nesses últimos dias, nos falou pelo filho, o verbo que fez-se fechar e que veio a ser o filho de Deus. A quem constituiu o herdeiro de todas as coisas, pelo qual, pelo filho, pelo verbo, pelo qual, também fez o universo.
Tudo foi feito pelo filho. E, por isso, lemos, ao fim do capítulo 1 de Génacias. Vêjam comigo, se faz favor. Ao fim do capítulo 1 de Génacias. Génacias capítulo 1.
Viu Deus de tudo quando fizeram, e acho que era muito bom, houve tarde e manhã o sexto dia. Queres irmãos? É muito bom.
Não se pode fazer. Soja melhor que a soja que Deus criou. Esta soja modificada genéticamente é um apodrecimento da soja de Deus. O trigo e a comida feita por Deus da maneira que Ele criou é muito boa. Não se pode melhorar. Essas mudanças genéticas são enfraquecimentos.
Queres irmãos, o nosso corpo humano é muito bom. E quando Ele o criou inicialmente, os homens viviam por muitas centenas de anos. Hoje em dia vivemos por menos tempo, porque estamos a ficar mais enfraquecidos.
E depois disso Ele criou o sábado para descansar. Criou o sábado que representa o descanso. Porque apontava para a criação, mas apontava também para o descanso que vamos ter no Reino Millennial, quando viemos a ser de facto filhos e filhos dele, no Reino dele, no novo céu e na nova terra, em que haverá não mais dor, não haverá mais sofrimento, não haverá mais morte. Esse vai ser o descanso que nós esperamos.
E por isso é que resta um sábado para nós. Por isso é que Paulo, em Hebreus 4, versículo 9, disse que resta um sabatismo, um descanso sabático para nós. Porque é uma visão do futuro, do descanso ainda a vir, e por isso o sábado representa, está claro, uma memória da criação e do descanso, mas é uma memória do descanso final que vamos ter, como filhos e filhas dele, no Reino de Deus. Que os irmãos, como sempre sabemos, o Adão em Eva, rejeitaram a árvore da vida, fizeram a escolha irrata.
E por causa disso, morreram.
E todos os nossos pais e antecedentes morreram, ou morrerão. Por Adão entrou a morte. Por Jesus Cristo, o segundo Adão, entrará a vida eterna, o nosso Salvador.
Cris irmãos, Deus, por várias fases, acabou por destruir a Terra para um dilúvio, no tempo de não é, um segundo dilúvio, que é aprovado pelas maciças, digamos, os maciços cemitérios de fósseis.
O registro geológico prova isso. Finalmente, Jesus Cristo vai voltar à Terra, para trazer paz à Terra, vai haver um segundo julgamento. E ao fim desse julgamento, a Terra vai se queimar. Vai ser completamente destruída.
Vejam comigo se faz favor em 2 Pedro, capítulo 3. 2 Pedro, capítulo 3.
2 Pedro, capítulo 3.
E vamos ler, então, a partir do versículo 7. Ora os céus que agora existem e a Terra. Pelo mesmo palavra, têm sido entesorados para o fogo, estando reservados para o dia de juízo e destruição dos homens impios. Há, todavia, uma coisa amados, que não devem esquecer, que para o Senhor, um dia, como mil anos e mil anos como um dia. Deus não vê o tempo como nós vemos. Para Ele, mil anos não é nada. Vai haver um descanso milenial, um sétimo sábado milenial. Mas para Deus, mil anos é nada. E por isso, não retarda o Senhor a Sua promessa como algum julgo de morada. Pelo contrário, é longanimo para convosco, não creende que nenhum pareça, senão que todos cheguem ao arrependimento. Ele nos está a dar tempo para nos arrependermos. Virá entretanto, como o ladrão, o dia do Senhor, no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os alimentos se desafetisfarão abrazados. Também a terra e as obras que nele existem serão atingidas. Queres irmãos, isto será depois do reino milenial, depois da segunda ressurreição, quando vai ver aquele juízo final ao fim do trono branco, e então vai ver o lago de fogo, a terra toda vai ser queimada, os ímpios vão ser todos destruídos.
E depois disso, vamos ter uma nova terra e um novo céu. Deus vai de novo embelezar, dar uma beleza, renovar a terra e o céu, mas desta vez de uma maneira eterna. E isto é o que o Romanos descreve em Romanos capítulo 8, versículo 19 a 22. Lémam comigo, se faz favor. Romanos capítulo 8, versículo 19 a 22.
Ardendo expectativa da criação, aguarda a revelação dos filhos de Deus. Quer dizer, irmãos, a criação tem uma esperança, tem uma expectativa. O universo, as galáxias, isto tudo tem uma expectativa.
Então, a espera da revelação dos filhos de Deus. Após a vinda de Cristo, após o milênio, após o juízo final, os filhos de Deus, a família estará completada. Pois a criação está sujeita à vaidade. Esta criação está sujeita à vaidade, está sujeita à corrupção, a ficar velha, a ficar estreada. Não voluntariamente, mas por causa daquilo que a sujeitou.
Deus fez isto de propósito, assim, porque esta criação é uma coisa temporária para nós sermos treinados e para nós sermos... aprendermos a sermos filhos e filhas Dele, para desenvolvermos o caráter justo, perfeito, sagrado, santo de Deus.
Na esperança, versículo 21, de que a própria criação, a própria criação será arredimido do cativeiro da corrupção, sim, desta... desta vaidade, para a liberdade da glória dos filhos de Deus, para a liberdade que vamos ter no novo céu e no novo terra como filhos e filhas de Deus eternamente. Vejam, então, em Apocalipse capítulo 21. Apocalipse capítulo 21. E vamos ler, então, no versículo 1 a 4.
Vi novo céu e nova terra. Tudo foi queimado. Foi ao fim deste grande período de julgamento, após o reino milenial, após a segunda ressurreição, após a destruição dos ímpios. Tudo foi destruído. Esta grande esperança para a criação é feita uma nova terra e um novo céu.
Pois o primeiro céu e a primeira terra passaram e o mar já não existe. E vi também a cidade de Santa, a nova Jerússum, que descia do céu da parte de Deus, ataviada como noiva, adornada para seu esposo. Então, vi grande voz vindo do trono dizendo, eijo, tabronáculo de Deus com os homens. O Pai vem para a terra. O Altíssimo vem para a terra. Deus abatirá com os homens com eles. Eu sou um povos de Deus e Deus estará com eles. A terra, digamos assim, vai ser um novo céu. Vai ser a nova habitação de Deus. Ilhos enxugará os olhos de toda a lágrima e a morte já não existirá. Já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram.
E que os irmãos, como lemos, vão ver paz na terra. Vejam, então, no capítulo 22, no versículo 1. Então, ele mostrou o rio da água da vida, brilhante como cristal que sai do trono de Deus e de Cordeiro, do trono do Pai e de Cordeiro que está na terra, agora nesta nova Jerusalemus, está na terra. No meio da sua praça e de uma e outra imagem do rio, está a árvore da vida. A árvore da vida que a dao rejeitou, vai ser recriada e posta na nova terra.
Que por duos doze frutos, dando-se o fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a cura dos povos, nunca mais haverá qualquer maldição, não estará o trono de Deus e de Cordeiro, e os seus servos o servirão.
O trono de Deus e o trono de Cordeiro.
E os seus servos contemplarão a sua fase e no seu fronte está a nome. Então já não haverá noite, nem precisam eles de luz de candeia, nem de luz de sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles e reinarão pelos séculos dos séculos. Teremos então esta criação. Criação? Criação de irmãos que não é a evolução, mas é um plano de Deus para desenvolver, para criar filhos e filhas DEL.
E, Criação de irmãos, vemos aqui que a vida não evolveu.
A vida foi criada por Deus por um grande propósito. A vida física com a capacidade de pecar, de morrer, mas também de se arrepender, de ser perdoado e de receber, então, uma vida espiritual interna, através do Criador, que é o nosso Sonsacerdote, que é o nosso Salvador, que é Jesus Cristo. Tudo foi feito por Ele e para Ele, e Deus quer compartilhar conosco, felicidade e vida interna para sempre. E, por isso, sabemos que Jesus Cristo vai restaurar esta Terra a uma beleza, a um novo Édán que vai ser universal. E, por isso, podemos dizer, vém, Jesus Cristo, vém!
Várias autoridades ciêntificas pronunciam afirmações sem citar evidência comprovada, ou aonde a evidência citada realmente não prova a alegação!
O que dizer da seleção natural? E das mutações? E da célula simples? E do código do DNA?
Você sabia que o código do ADN (DNA) é instrução a uma céluala para ser parte dum dedo ou para ser parte dum olho? Sim - é como se fosse a Palavra de Deus gravada na célula.
E lembre-se uma lei física é que "vida só pode vir de vida"!
Então como foi tudo criado? Foi a terra só criada à 6000 anos? Então como é que vemos luz de estrelas de milhares e milhares de "anos-luz" atrás?
Este sermão descreve como tudo foi criado para um propósito: para o grande propósito de Deus de criar filhos e filhas de Deus!
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).