O amor de Deus (7) - Não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade

Este sermão nesta séria descreve o atributo do amor agape de Deus: O amor não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade.

Transcrição

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— Bom dia, ou boa tarde, queridos irmãos, que é Jorge Câmos falando de vocês, de Sansanetti. Tu e eu, queridos irmãos, fomos criados para sermos filhos e filhas da Deus. Quando nós vemos os nossos filhos, muitas vezes as pessoas perguntam ao ele ou ela, parece-se tal e qual com a mãe, ou parece-se tal e qual com o pai. Esses, de claro, são aparências físicas, mas aparência mais importante é aquela que é de caráter, das características, as boas características de valor que ensinamos aos nossos filhos. E é o que Deus nos está a ensinar nesta vida, o caráter de Deus.

Nesta série de sermões que eu estou a dar acerca do amor de Deus, ou, como se podia dizer, o amor agapem de Deus, é, na verdade, uma série acerca do caráter do pai e do seu filho Jesus Cristo, nosso irmão. É o caráter de Deus que nós precisamos ter na nossa vida. E, por isso, tenho estado a descrever vários pontos acerca do caráter de Deus, tirando da seção entre versículos cinco, versículos quatro, perdão, versículos quatro, a seis de Primeiro Coríntios, Capítulo 13.

E vimos aí várias características desta seção que representam o caráter de Deus. Hoje quero falar naquela que se lê aqui no versículo seis, que diz assim, não se alegra com a injustiça, mas regurgiza-se com a verdade. Aqui vence algo negativo e positivo.

E, por isso, vamos ver essas duas perspectivas de alegria. Não se alegrar com a injustiça, isto é, com iniquidade, com o pecado, mas alegrar-nos com a verdade. Ou, começando primeiro assim com o ponto negativo, com a primeira parte desta frase, não se alegra com a injustiça, então podemos perguntar como é que nós, as pessoas, se alegram com a injustiça?

E, por isso, o que é que nós temos que evitar? Ou, de outra maneira, quais são áreas da nossa vida que temos que confrontar, para que não nos alegramos com a injustiça? Algumas áreas são óbvias, outras talvez sejam assim não tão óbvias. A primeira parte do amor de Deus é que, que hoje quero falar acerca de não alegrar com a injustiça, é que você e eu devemos estar repulsos ao pecado.

Devemos estar repugnantes ao pecado, completamente repugnar o pecado. Mas, a natureza humana quer estar tão perto do pecado quando possível. Por quê? Porque gostamos do pecado. Porque não replamos o pecado, gostamos o pecado. O que é que as pessoas não gostam? As pessoas não gostam das consequências do pecado. Por exemplo, a sociedade hoje em dia está a encorajar a liberdade sexual. Por quê? Porque gosta do pecado. E, por isso, vê-se o encorajamento da liberdade sexual entre os jovens, os adolescentes, a darem coisas na escola que não deviam dar. E isso, é assim, é encorajado, este princípio é encorajado. Em vez de pararem com isso, em vez de pararem com o pecado, tentam evitar as consequências do pecado.

Por exemplo, em certos estados, na América, os jovens até podem ter um aborto sem o consentimento dos pais. Coisa terrível que se está a ver e a sociedade está cada vez mais a concordar com o pecado. Uma coisa que me entristeceu, e certamente entristece a Deus também, nas últimas eleições é que houve, nestas últimas eleições, que fazem várias votos acerca de vários assuntos e várias perguntas que fazem ao povo.

E uma delas, que é feita, é feita, por exemplo, em, fizeram em certos estados, e foi aprovado pela maioria dos que votaram, para fazerem o aborto legal. Outros aceitaram para fazerem legal as drogas. Para coisas de entretenimento, fizeram votos para ser legal em certos estados. E até houve num estado, num estado que não foi aprovado, mas quase foi aprovado, foi, digamos assim, 49% a favor e 51% não foi a favor, mas vence a tendência do povo que está cada vez pior.

E neste voto que estou a referir, é que houve um voto num dos estados que disseram que, para aprovar, deixa-me descrever isto de uma maneira sensível, da maneira que eles disseram, que é o suicídio voluntário, mas suportado pelo doutor, pelo médico. E deram um nome assim, muito, muito, que parece-se soa muito bom, mas simplesmente é permitir em um suicídio voluntário de uma pessoa desde que o médico, que a pessoa fala com o médico, o médico, autoriza, podiam fazer isso.

Isso é uma coisa terrível. Então, quase que foi, como ele disse, quase que foi num estado, quase que foi votado a favor. Perdeu-se, simplesmente, por 49 contra 51, mas está a saber que, já quase a maioria, a quantidade de pessoas já está a pensar desta maneira. Por isso, a sociedade está a mover-se mais e mais para iniquidade, para o pecado. O que as pessoas não querem é as consequências do pecado. As pessoas, em outras palavras, não têm uma aversão ao pecado. Não têm um ódio, não estão repelecentes, não rejeitam o pecado.

Querem manter o pecado e erradicar as consequências. Pensem, por exemplo, desta maneira. Imaginem que estão a dizer que podem comer um veneno todos os dias, mas o que querem é o medicamento para que o veneno não os envenena, não os mate. É moralmente o que as pessoas estão a dizer. Querem comer o veneno, isto é o pecado, mas não querem sofrer as consequências do veneno, que é a morte. Nós queris irmãos, espiritualmente, falando espiritualmente, este veneno, que é o pecado, nos mata.

Nos mata, como de uma maneira longa e dolorosa, pois o veneno do pecado é a morte. O salário do pecado é a morte. Vejam aqui um exemplo em Génacias capítulo 34. Estou a dar aqui um exemplo em que está uma situação aqui, uma coisa que parecia muito simples, muito inocente, mas causou uma série de problemas enormes. Em Génacias 34, versículo 1 está aqui, ora diná, a filha de Lía, filha que lhe a dar à luz, a Jacó, subiu para ver as filhas da terra. Mas que coisa inocente? Subiu para ver as filhas da terra. Pondo numa maneira prática, digamos assim que seria a situação 2, temos aqui uma menina que quis ir, digamos assim, à cidade, ver as outras meninas, a divertirem-se, ir à festa, ir ver e dançar e brincar, uma coisa inocente, uma aventura inocente para ela.

Sim, só foi ver, nada mal, não é? Foi à discoteca, foi à música, as pessoas dançavam, às vezes cantavam, tipo carioque, uma coisa que cantavam, e temos que admitir para ela, para as pessoas, é agradável, gostam disso.

Mas o problema está, nunca acontece depois, pois segue-se o pecado. O ponto é o seguinte, queridos irmãos, o pecado à frente, a parte inicial do pecado, é agradável. Pois se não fosse, ninguém faria. Se não fosse agradável, ninguém faria. Por exemplo, ninguém ficaria bêbado, se não houvesse um certo prazer à frente, a beber um copozinho e mais outro copozinho, e mais outro copozinho. Mas não há prazer nenhum quando acordam na serjeta, no esgoto ou no meio do chão, no dia seguinte, ou a vomitar, ou com dor de cabeça. Isso já não é prazer, porque querem evitar as consequências. Então, o que as pessoas fazem? Param de beber, param de ficar bêbados? Não. Não. O que as pessoas querem é encontrar uma maneira de beberem, sem parar, quando quiserem, mas sem sentir as consequências. Então, continuado aqui a ver no capítulo 34, vemos aqui no versículo 1, ela saiu para ver as filhas da terra. Uma coisa muito inocente, foi ver as meninas a cantar, a uma festa, uma coisa agradável, foi a discoteca, uma música, ver as outras jovens. E viu-a, se quem, neste homemzinho, esperto, príncipe, cheio de dinheiro, como provavelmente coisas do ouro, como bastante dinheiro. Estava lá na festa também. Ele viu esta menina, mas que menina linda, inocente, bom alvo, e viu-a, se quem, filho do Ivel Amor, que era príncipe daquela terra. É um bris, por isso, tinha dinheiro, tinha possibilidade, ele estava na festa também, lá a ver aquilo que se passava.

E tomando-a, apsuiu e assim, a humilhou. Convenceu-a, seduziu-a, e teve sexo com ela.

Versículo 3. Sua alma se apegou a dinar. Sim, gostou tanto dela, amou a tanto. Por isso, acho que não foi um caso, digamos assim, de estupro ou de violência, não porque tinha um amor por ela, gostou muito dela. E vê-se assim como Satanás é tão esperto, cria estes siladas. E então, a sua alma se apegou a dinar, quer dizer, o ser dela, a sua vida ficou tão ligado a ela, filha de Jacó, amou a jovem e falou-lhe ao coração. É uma duração. Vê-se que não foi um caso de violência, aqui foi um caso que sudoziu-a e tinha esta paixão para com ela e acabou por ter sexo com ela e gostou muito dela. Vê-se aqui, aconteceu um pecado. Aconteceu um pecado.

E então, vejo que continua a ler aqui, do versículo 49, então disse, se quem há amor, amor, seu pai, consegue-me esta jovem para a esposa. Quando sobre Jacó, que dinar sua filha, fora violada por si quem, quando Jacó vai saber que ela já não era uma virgem, estavam os seus filhos no campo com o gado, calou-se, pois, até que voltassem. Ficou assim, pensaram, o que vou fazer? E seu amor, pai de sequém, para falar com Jacó.

Vindo os filhos Jacó do campo e ouvindo o que aconteceram, e dinaram-se e muito se iraram, pois sequém praticaram um desatino em Israel, violentando sua filha Jacó, o que se não devia fazer.

Não se devia ter sexo antes do casamento. Ponte número um, ponte número dois. Não deviam de casar, ou casar com pessoas que fossem itólatras, que cometersem do letria, que seguissem outros delos. Versículo 8. Disse-lhes amor, que é o pai de sequém.

A alma do meu filho sequém está enamorada fortemente da vossa filha. Péssevos, que lhe adeis por esposa, aparenta-vos conosco, danos as vossas filhas e tomai as nossas. Parece uma coisa linda a fazer. Parece uma bondade. Mas aqui está um problema. Deus tinha dito à Abraão para não casar ele e a sua família com itólatras, com pessoas que seguiam outros deuses. Aqui estava uma jovem inocente, queria ver as outras meninas da terra, queria ver a festa, criar a música, onde estava esta música, queria estas festividades. E esta jovem não estava repugnada, replida pelo pecado. E assim viu esta visita à cidade, a onde as filhas da terra estavam, a esta festa, a esta música, a esta música.

Viu isto como uma aventura equitada. Acabou por ser vítima destes sentimentos de juventude. Mas isto não é toda a história, queridos irmãos. Vejam também, no versículo 23, diz assim, este rei estava a falar com as pessoas do seu povo, diz assim, o seu gado, as suas posições e todos seus animais não serão nossos, consigamos-nos pois com eles e habiterão conosco. Este rei estava a querer ter posição de tudo de Abrão.

Ele estava a construir um império e por isso tinha um outro problema aqui, uma motivação incorreta do lado do rei, com intenções de subjugar este tribo bem grande. E Jacó ainda estava a pensar, o que que vou fazer? Estava a pensar. Então os filhos Jacó foram falar ao rei e disseram que podia ter a irmã, que se quem podia ter a irmã, mas com a condição de que todos os homens deste tribo, dos siqunetas, deviam nascer circuncisos.

Vê-se aqui que torceram a verdade. Sim, precisavam ser circuncisos, mas não disseram que era parte de uma aliança com Deus, de realidade com Deus e não a outros deus. E assim, vocês podem ler o que aconteceu. Circulcizaram-se.

E imagina quando um adulto é circunciso, fica por uns dias praticamente incapacitado, com grandes dores, e durante esse período, mataram esses homens todos. Então, quem está certo? E quem está errado? Sim. Temos aqui uma vila inteira assassinada, um rei que queria subjugar o povo. E temos aqui um plano para casarem com indólatras. Uma confusão absoluta. E onde é que isto começou? Aonde? É que esta confusão completa começou.

Começou com uma moça que não estava repugnada pelo pecado, que não tinha uma sensação de repulsa ao pecado. E o que fez? Parecia uma simples diversão.

Foi natural, é esta menina, sentir-se dessa maneira. Está claro que foi? Foi natural. Qualquer menina, qualquer jovem, adolescente, 16 anos, a sete, ou coisa assim, sente-se, se senta, se senta, se senta. Sente-se com essas vontades. Desde há muitos, muitos anos. Vê-se aqui o que acontece quando não temos uma repugnância pelo pecado.

Ora, o amor agape faz com que nós tenhamos um temor dos resultados do pecado e que não nos alegramos com o pecado.

O problema, queridos irmãos, é que as pessoas não têm temor dos resultados do pecado. E por isso fazem brincadeiras como se recorde de Deus.

As pessoas fazem brincadeiras como se recordem de Deus. Ora, o que acontece? Pessoas sabem bem, Deus vai nos perdoar. Se Deus nos perdoará, Deus é misericordioso, Deus nos perdoa. E por isso, sabes que se ajoalhares e pedires perdão a Deus, sabes que vai ser perdoado.

E por isso, o que acontece? É que as pessoas acabam por não ter cuidado. Começam a alegrar-se com a iniquidade.

Começam a alegrar-se, na injustiça. Começam a não odiar o pecado. Começam a não ter temor do pecado. E por isso, começam a fazer concessões, a consentir. Na mente, na nossa mente. A permitir certas tolerâncias, a dar um jeitinhos.

E começam com coisas pequenas. E depois cresce, e cresce, e cresce, e cresce.

O que está a acontecer aqui, é que quando isso acontece, as pessoas estão-se a alegrar com injustiça.

Vamos ver um outro exemplo também, de não ver o pecado como repulsivo.

Isto é baseado numa pergunta que muitas pessoas fazem. Viz assim. Eu conheço muitas pessoas à volta de mim, no mundo inteiro, que sabem muito pouco acerca de Deus.

Até algumas delas são agnósticos, não acreditam em Deus. Mas têm muito amor pelo próximo. Estas pessoas são muito bondosas, sacrificam muito, são muito amáveis, mas não acreditam em Deus.

Como é que essas pessoas parecem ter mais amor do que eu tenho? Aqui está eu tentando obtecer a Deus, tentando guardar os 10 mandamentos, tentando servir a Deus.

Então, aqui, estas outras pessoas não fazem nada disso e parecem ser tão boas, tão amorosas, tão carinhosas para as outras pessoas. Para o próximo. Que, irmãos, entendam o seguinte, que seres humanos podem ter momentos e períodos de amor e querido. Um Corinthians 13 não está a falar de períodos de tempo em que demonstramos ou tenham-nos amor para os outros. Um Corinthians 13 está a falar do caráter de Deus, do caráter que nós devemos desenvolver.

E não podemos ter a gapi como caráter, a não ser que o nosso amor seja primeiro para Deus.

Quando perguntaram a Jesus Cristo, podem ler isso em Mateus 22, cerca de versículo 37 a 40, quando perguntaram a Jesus Cristo, qual é o grande mandamento? O que é que ele disse? Diz-se-o. Amarás-o próximo como a ti mesmo?

Não. Jesus Cristo disse, amarás-o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é amarás-o teu próximo como a ti mesmo.

Cris irmãos, lembrem-se, é possível amar ao próximo e não amar a Deus.

Mas não é possível amar a Deus e não amar o próximo.

Para compreender o amor agápido a Deus, tens que não te alegrares com injustiça. Não diz, tens que odiar, tens justiça.

Mas diz, não te alegres, não aches o pecado atrativo. Uma pessoa pode ser muito bondosa ou muito bondoso e amável, mas ainda pode achar o pecado atrativo. Agápio quer dizer que temos que entender e estar repugnos da iniquidade, da injustiça, do pecado e não só repugno das consequências. Precisamos de entender, com o amor de Deus, o amor de Deus é entender que a iniquidade, que o pecado é terrível e por isso não nos alegramos com iniquidade e com o pecado e com injustiça.

Quando lemos escrituras bíblicas, a Sérgio dizem, a vez que um bébado, que um infuminado, que um ladrão, que um mentiroso não recebrá o rei de Deus, afastámos-nos dessas escrituras como se fossem, podemos ver por cima delas e passámos ou temos cuidado com estas. Vejam, por exemplo, queridos irmãos, primeiro coríntios capítulo 6. Primeiro coríntios capítulo 6. Vamos ler o versículo 9 diz assim. Ou não sabéis que os injustos não herdarão o reino de Deus?

Isto está escrito muitas vezes na Bíblia, não é só aqui. Não sabéis que os injustos não herdarão o rei de Deus. Não vos enganéis! Por que está a dizer não vos enganéis?

Lembrem-se, queridos irmãos, que estava a escrever a Carta de Coríntios aos membros da Igreja de Deus.

E estava a dizer não vos enganéis. Nem isso. Por que? Nem impuros, nem idólatras, nem adultos, nem infinados, isto é, homossexuais, nem sodomitas, nem nadrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores, herdarão o reino de Deus. E estava a dizer isto à Igreja de Deus, e a dizer não fiquem enganados. Por que estava a dizer isto à Igreja de Deus?

Porque existiam pessoas na Igreja que se alegravam com a injustiça, que se alegravam com impurezas, que se alegravam com adultérios, que eram nadrões, que eram bêbados, que se bebiam, que eram maldizentes que diziam maldoutas pessoas. Por si que o 11. Tais fostos alguns de vós. Cariços irmãos, não vos enganéis.

Se não paramos de alegrar com iniquidade, não recebremos o reino de Deus, não estaremos no reino de Deus. Por isso, temos que estar replidos, ter uma sensação de repolsa com o pecado. E onde é que começamos com essa sensação? É nós mesmos, em ti mesmo, em todos nós. Se somos replidos do pecado, como o Magneto, com dois polos que se repelem, então isso nos conduza a buscar perdão e a nos arrependermos mesmo, arrepender mesmo. E então, o que faremos? Então, Deus nos ajudará a avancer?

Porque precisamos de vencer contra os nossos pecados. Mas por que que não estamos a vencer contra os certos pecados? É porque ainda não estamos repulsos desse pecado.

É porque estamos mais desse pecado do que o odiamos.

É verdade, não é? É difícil, mas é verdade. Por isso, precisamos repolar, repunar os pecados. O segundo ponto é que, como podemos alegrar na injustiça, vemos aqui um exemplo em Romanos em que as pessoas estavam a aprovar, a aprovar certas maneiras de fazerem coisas. Em Romanos capítulo 1, Paulo dá um ataque enorme à sociedade romana.

E a sociedade romana tinha muitos problemas, tinha idolatria, tinha um sistema religioso errado, tinha imoralidade, tinha dá um ataque enorme aqui Paulo, em capítulo 1 de Romanos, a homossexualidade. A sociedade estava completamente podre e não podia ser salvada por Deus. É o que Paulo estava a fazer acerca da sociedade romana. E, queres irmãos, a sociedade em que tu e eu vivemos hoje em dia está cada vez mais podre. E em breve estaremos perto de um ponto em que estará tão podre que não puderá ser salva. E talvez já esteja aí. Talvez já esteja aí. Vocês olhem à vossa volta, na sociedade, na cidade, na área onde vivem e as coisas estão podres. Queres irmãos, nós vivemos no mundo semelhante aos dos Romanos. Mentiras, violência e moralidade sexual, abortos, seja o que for, o mundo está cheio disso. Vejam, então, aqui, no versículo 21 do capítulo 28 do capítulo 1. E por haver em desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável para praticarem coisas inconvenientes.

Deus deixou a sociedade e, bem, então, vai.

E a sociedade hoje em dia, versículo 29, cheio de toda injustiça, malícia, avareza e maldade. Queres irmãos, é a sociedade que nós vivemos. Basta olhar-se a vossa volta. Posseuídos de inveja, homicídio, contenda, dolo, malignidade, sendo difamadores, caloniadores, aborrecidos de Deus, insolentes, subérbios, presunçosos, inventores de maus, desobedientes aos pais, insensatos, pérfidos, sem afeção neutral e sem misericórdia. Ora, conhecendo-os a sentença de Deus, de que são passíveis da morte, os quais estás praticam, não são mentas, fazem, mas também aprovam, os que assim procedem.

Queres irmãos, estamos a aprovar as pessoas que fazem essas coisas. Porque vivemos numa saciedade cheia destas coisas. Não estou a dizer que devemos estar a julgar todas as situações e acusar, mas precisamos ter cuidado, porque vivemos numa saciedade cheia deste pecado pelas outras pessoas à nossa volta. E podemos ser afetadas e podemos começar a aprovar certas coisas. Por exemplo, podemos ver um filme, em que vê-se uma pessoa cometer certos pecados, mas começamos a dizer, estou a suportar aquela, embora seja um bocador, já fazer coisas erradas no filme, estamos a suportar essa pessoa. E por isso estamos a aceitar uma justificação dos injustos. Estamos a aprovar injustiça. Este é o segundo ponto, quer dizer, irmãos, que não devemos aprovar o pecado em outros. Ora, todos nós vamos trabalhar, por exemplo, numa companhia com outras pessoas do mundo e trabalhamos com pessoas que têm vários pecados, que são pecadores. Eu não estou a dizer que vamos corrigir essas pessoas, mas não vamos aprovar. Pecado é pecado. É uma coisa sútil.

Mas, é verdade, certas regiões são extremamente falsas. E as pessoas têm medo de dizer que essas regiões são falsas. Regiões inicoas, que pessoas matam a si mesmo, suicidam-se. Pensam que vão para o céu e estar com 10 mil virgens e coisas assim.

E toma-te a pessoa de fazer isso, com os irmãos.

Quando uma religião é falsa, é falsa.

E as pessoas hoje em dia têm medo de dizer coisas a verdade. E por isso começam a aprovar. Queres irmãos, por exemplo, precisamos ter cuidado. Não podemos aprovar.

Vejam, por exemplo, aqui a situação em Coríntios, em que haviam pessoas a cometer certos pecados. O livro de Coríntios foi especificamente... A epístola de Coríntios foi especificamente escrita, porque haviam pessoas a cometer certos pecados. E vejam aqui, em primeiro Coríntios, capítulo 5, haviam irmãos que faziam certos pecados e pautam a zero. Vocês têm que confrontar esse irmão com carinho, com amor e dizer, com licença, vocês têm que sair da igreja. Vejam aqui, por exemplo, em versículo 9 diz assim, já em Cártobos escrevi que não vos associeis com os impuros.

Isto é não vos associeis com as pessoas que têm um pecado habitual. Refir-me com isto, não propriamente aos impuros deste mundo, aos obrêntios ou robadores ou idólatres, pois neste caso, terias de sair do mundo. Não estou a referir às pessoas do mundo. Quer dizer, irmãos, há uma diferença entre um amizade com o mundo e interactuar com as pessoas do mundo. São duas coisas diferentes. O versículo 10 foi o que ele disse, não refirme com isto, não propriamente aos impuros deste mundo, porque temos vizinhos, temos pessoas como trabalhamos na nossa empresa, é coisa assim, não estou a referir a isso. Mas o ponto é que não podemos alegrarnos com indiquidade, mas não estamos contra as pessoas do mundo. Precisamos de interactuar com as pessoas do mundo. Precisamos de mostrar amor para as pessoas do mundo. Às vezes temos amigos que estão no mundo, mas não podemos ser como o mundo. Não podemos ter amizade com o mundo. Sim, podemos ter amizade com pessoas e a bom ter amizade com pessoas do mundo, mesmo que estejam no mundo. Precisamos ter mais amizade com os irmãos na igreja, está claro, mas não está errado ter amigos do mundo, mas não devemos ter amizade com o mundo, com esta sociedade, com esta maneira de viver esta vida. Não nos podemos alegrar com indiquidade, isto é. Vejam, então, como eles descrevem isso no versículo 11 e 12, dizem assim, mas agora eu vou escrever que não vos associeis com alguém que, dizendo-se, irmão, por isso é que está a dizer, não está a dizer para não se associarem com as pessoas, conversarem, interactuarem, terem certos amigos do mundo, porque senão tinham que sair do mundo. Mas estou a dizer que não vos associeis com alguém que, dizendo-se irmão, pessoa que vá para a igreja e que é impuro, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou bebrão, ou roubador, como esse tal, nem ainda como as. Não come as com ele, não. Não deixe-se estar na igreja, e se ele aparece à igreja e está a bebo, ou coisa assim, desculpa, tem-se que sair. Sim, as pessoas estão a vencer, têm problemas, estão a vencer. Precisamos de encorajar as pessoas nessa luta, na batalha cristã. Precisamos de encorajar-se a outra vencer, mas quando aparece na igreja bêbado, temos-lhe pedir para sair. É o que Paulo está a dizer aqui.

É o que Paulo está a dizer aqui. Pois, como direita, haveria eu de jogar-os de fora. Não julgueis voz, não julgueis voz, os de dentro. Sim, precisamos de fazer um certo discernimento, um certo julgamento, dos de dentro. Não é condenar, mas é julgar e guiar as pessoas e encorajar as pessoas da maneira correta. E por isso, a segunda maneira é que não nos alegrarmos com iniquidade. É que precisamos ter cuidado de não aprovarmos aqueles que fazem estas coisas. E a terceira ponta de não alegrar com iniquidade é que não devemos ter alegria de dizer a outras pessoas, os pecados. Certas pessoas. Estar a espalhar os pecados e a dizer os pecados que as pessoas fazem. Isso é uma questão que não devemos fazer, porque quando fazemos isso temos alegria na iniquidade.

O humor agape não tem registro do mal, não pensa mal, não se recente do mal. Não gostamos de dizer os pecados das outras pessoas. No entanto, sim, às vezes, temos que os declarar, mas não gostamos de o fazer. O humor não gosta de dizer, sim, só se diz se for necessário, mas não gosta de o fazer. Em provérbios 10, provérbios 10, versículo 12. Diz, o amor cobre todas as transversões. Isto é o amor não tem alegria em de espalhar e dizer ao mundo todo estas transversões. E o quarto ponto é ligado a este, que diz assim o ódio, excita contendas. A quarta maneira que podemos alegrar, não é injustiça, é em semiar contendas, é excitar contendas. Entre outras pessoas. Vejam, por exemplo, em provérbios capítulo 6, provérbios capítulo 6, versículo 12. Diz assim, o homem de Belial. Isto é o homem, save-se de ser o homem de Belial. O homem que é bom para nada, o homem de Belial, o homem vil, é o que anda com a perversidade na boca. Certas pessoas, se não se arrependem, perante Deus, do que estão a fazer, tornam-se então, homens de Belial. Digamos assim, não são úteis para a sociedade, não são bons para a sociedade, nem são bons para os próprios. É que anda com a perversidade na boca e, por isso, precisamos ter cuidado, não ter confiança no que essas pessoas dizem. Versículo 13. A cena com os olhos. Então, a assinar com os olhos. Isto é, então, a piscar, fazem uma piscada do óleo. A vez não é feliz, então. Arranha com os pés e faz sinais com os dedos. Faz sinais. Aponta. Apontar. Aponta. Aponta com os dedos.

No seu coração há perversidade. No seu coração. No coração deste homem de Belial, neste homem vil. Quem que não são bons para a sociedade, nem para os próprios. No coração deles há perversidade. Todo o tempo, um maquino mal. Dá sempre pensar no mal. Vem do coração e penso no mal.

Anda semeando contendas.

Por isso, semeiam tão semear zangas. Tão semear contendas. Sempre a procura de uma maneira de fazer os outros tropeçarem. Sempre a procura de uma maneira de enganar o próximo. Sempre a procura de uma maneira de começar uma briga. Sempre a procura de uma maneira de prejudicar alguém. De dizer mal de alguém. Se às vezes há brincadeiras que são engraçadas, que são de boa índole, às vezes precisamos olhar a nós próprios e sorrir da nós próprios. Eu não estou a falar dessa brincadeira. Mas há brincadeiras que são feitas para amaguar a outra pessoa.

Precisamos de conhecer a diferença. Está a falar aqui de pessoas que têm esta brincadeira de amaguar as outras pessoas. Por isso é que piscam os olhos, estão a piscar os olhos. É uma brincadeira. Mas para amaguar, para os outros tropeçarem, para acusar os outros, para prejudicar.

Crisse-hermãos, podemos alegrar na injustiça e na iniquidade, com o piscar de um olho.

Podemos alegrar na iniquidade e na injustiça, porque começamos uma briga. Estamos a ver os dois a lutar e gostamos de ver isso.

Podemos alegrar na iniquidade e na injustiça, porque estamos a brincar, enganando as pessoas. E depois dizem, ah, eu não causei, só disse isto ou aquilo. Ou eu não menti, simplesmente não disse toda a verdade. Ou eu fiz um grande negócio.

Por exemplo, se tem cuidado, porque estamos a fazer isso com uma má intenção, para amaguar, para os outros tropeçarem, para enganar. E por isso estamos a semear contendas. Dizem, anda semeando contendas.

Pelo que a sua destruição virá repentinamente, subitamente será acrebantado, sem que haja cura. Seis coisas o Senhor aborrece, a sétima a sua álbumina. E a sétima diz assim, na versículo 19, destemunha a falsa, que prefere mentiras. E o que semeia contendas entre irmãos. Que é a sétima coisa. Semear contendas. O Móragh agape.

Não semeia contendas. Nunca se alegra com injustiça. Mas vejam, este versículo de 1 Coríntios 13 tem uma parte positiva também. 1 Coríntios 13 tem uma parte positiva. E a parte positiva, versículo 6, 1 Coríntios 13, versículo 6, é, regurgiza-se com a verdade. Ora, dois tipos de verdade. Primeiro, é a verdade de Deus. E outra, é a verdade nas coisas à nossa volta.

A verdade de Deus. Diz assim, regurgiza-se com a verdade. Com a verdade de Deus.

Se não estamos a regurgizar, não estamos alegres com a verdade de Deus. Começamos a fazer concessões. Você está a fazer concessões com o sábado? Você está a fazer concessões? Você está a fazer concessões com o seu casamento? Você está a fazer concessões com a sua maneira de viver? Você está a fazer concessões com a sua maneira de vestir? E começa a vestir? Principalmente as senhoras podem vestir de uma maneira imodesta, não seja correta, a mostrar mais correta, a mostrar mais correta, a mostrar mais correta, a mostrar mais correta, a ver uma maneira imodesta, não seja correta, a mostrar mais caro do que deviam a mostrar?

Os homens também devem se vestir corretamente, ou estão assim meio vestidos, meio despidos.

Fazemos concessões com coisas pequenas, e depois mais concessões, e depois mais concessões, e depois mais concessões, e começamos a facilitar mais e mais. Por que? Porque a verdade não o excita, não está alegre com a verdade.

Sabemos sim, é verdade, gostamos da verdade, mas amanhã é o sábado, mas amanhã é um jogo de futebol muito importante, e por isso vou ver o jogo de futebol na televisão ao sábado.

Você está a fazer concessões com o sábado?

Você está a facilitar o sábado, está a fazer certas libertações de compromisso, está a fazer certas justamentos, está a permitir certas tolerâncias, está a dar esses jeitinhos, porque não se alegra com a verdade.

Vejam, por exemplo, aqui o caso do falso profeta, do anticristo, em segundo salunicense, segundo salunicense, e vamos ver aqui no capítulo 2, começando no versículo 8 diz assim, então, será de facto revelado o inico, isto é o falso profeta, o anticristo, a quem o Senhor Jesus Cristo matará com sopro de sua boca e o destruirá pela ministração da sua vida, Jesus Cristo, quando voltar, vai destruir esta pessoa, vai ser uma pessoa que está a viver durante o período em que Cristo vier, ora o parecimento o inico é segundo a eficácia de Satanás, contou de poder e sinais e prodígios da mentira. Vai haver milagres, vai haver milagres que vai espantar as pessoas e por isso vai poder sinais e prodígios que este falso profeta vai fazer e vai enganar as pessoas. E com todo o engano de injustiça, aos que parecem, por que? Por que? Por que que vão ser enganados? Porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos. Não acolheram o amor da verdade. Não receberam o amor da verdade. Note que não diz, não aviram a verdade, não diz, não acreditaram em parte da verdade, mas diz, não receberam o amor da verdade. Não se alegraram na verdade. O que é comum diz? Todas as ideias são iguais. Não são. O que é comum diz? Todas as regiões são iguais. Não são. A sociedade diz isso, mas não são. As pessoas aceitaram parte da verdade. Sim, aceitarão parte da verdade. Entenderão parte da verdade. Mas não a amarão.

Não aceitaram o amor da verdade. Porque se tivessem aceitado o amor da verdade, não criam nenhuma mentira. Não era só parte. Era toda a verdade.

E porque a verdade do mundo, da maneira que o mundo, como as pessoas aceitaram, está misturada com todos os tipos de mentiras e decepções?

Sim, porque todas as mentiras, todas as boas mentiras, digamos assim, boas mentiras, não são boas, mas digamos assim, da maneira que as pessoas falam, todos os boas mentiras têm sempre um pouco da verdade. E já que fazem, tiram uma parte da verdade e torcem a verdade, então as pessoas acreditam. Porque há um bocadinho de verdade aí, então acreditam. No tempo do fim, o mundo não vai amar a verdade. E quer dizer, irmãos, para nós como cristãos, isso é um desafio, porque temos que nos alegrar na verdade. O David Oró, podem lê-los em Salmo, diz assim, ou devia dizer, em Salmo 119, em Salmo 51, diz, restituí-me a alegria da tua salvação.

Não está a dizer restituí-me a salvação? Está a dizer, restituí-me a alegria, o excitamento da verdade, da tua salvação. David amava a verdade. Pasta tu abrir-se a tua Bíblia, começar a ler Salmo 119. Salmo 119 está cheio, cheio de demonstrar como ele ama a sua lei. Ele diz, oh, quanto amo a tua lei! É a minha meditação todo dia, Salmo 119, 97. Acima de tudo o que David disse, eu desejo a tua lei, ensinam-me a tua lei, ensinam-me a teus demandamentos, ensinam-me os teus preceitos, guiam a meu coração, guiam-me aos pensamentos, guiam-me às minhas emoções e forma-me, modélame-me, fórmame-me, põe-me numas condições com o caráter da tua verdade. O David fez erros? Está claro que fez. Houve ocasiões que não se alegrou com a injustiça? Sim, houve.

Mas a intenção, o caminho dele, foi constantemente, desejou sempre estar na verdade. Quando teve essas situações, confrontou essas situações, admitiu o erro, admitiu-se que precisa e que queria se alegrar com a verdade.

E por isso nós precisamos nos alegrar com a verdade de Deus. Porque a verdade de Deus nos condena. Então vemos os nossos pecados, pedimos a Deus o perdão e depois então recebemos o perdão, porque nós sabemos que merecemos a condenação. Mas David e nós precisamos de amar a verdade. David amava a verdade. É o que ele pensava, meditava durante a noite acerca da verdade.

Que dizir, irmãos, o amor acape, alegra-se na verdade. Não temos vergonha, não puxamos pela boca abaixo das outras pessoas, mas gostamos da verdade. Uma outra parte da verdade é que temos que buscar a verdade em tudo. Temos que buscar a verdade em tudo. Existem certas suposições, que dizir, irmãos, que pessoas fazem, que não são verdade. Algo que você sabe, talvez, parece correto para todo mundo e uns anos depois aprendem um outro fato novo. E, então, vimos a saber que o que pensávamos que era verdade não era exatamente a verdade. E, por isso, altera o que conhecíamos. E, por isso, queridos irmãos, precisamos estar prontos a adaptar a verdade. Precisamos estar prontos a seguir a verdade. E, quando seguimos a verdade, vemos e arrependemos e entramos no caminho correto. Como seres humanos, queridos irmãos, fazemos julgamentos de coisas que, às vezes, não entendemos completamente. Fazemos decisões como metade de conhecimento. E, ao fazer isso, quando fazemos isso, não nos estamos a alegrar na verdade. A nossa motivação pode estar certa, mas precisamos de estar. Alegres na verdade. Temos que buscar toda a verdade. Antes de fazer um discernimento, antes de fazer uma decisão, antes de dizer estas coisas ao mundo inteiro e começar a propagar as coisas todas. Precisamos ter muito cuidado. Precisamos de pensar, ou ter informação adicional, ter uma perspectiva correta. Pois há mais que um lado da história. E há certas coisas na vida que, às vezes, nunca saberemos a verdade. Vou dar um exemplo de uma história. Esta é uma história, mas está aqui uma senhora, mais uma senhora já experiente. E foi ao escritório do pastor. E estou a dizer uma história, queres irmãos, só para demonstrar o que estou a dizer. E, então, quando estava no escritório do pastor, viu uma outra senhora, uma mulher, a sair do escritório, uma mulher mais jovem, a sair do escritório, toda perturbada. E esta mulher, quando saiu do escritório, deu um abraço ao pastor e saiu.

Depois, já foi, esta senhora mais idosa, eu vi que esta mulher e o marido estavam a divorciar-se por causa da adultério.

Então, esta senhora mais idosa disse, eu sei com quem é que ele, ou ela, estava a cometer o adultério. Estava a cometer o adultério com o pastor. E assim passou a história de um a outro, e passou o outro, e passou o outro, e passou o outro, e mais pessoas acreditaram nisto. A motivação dela, digamos que era correta, porque pensou que sabia a verdade.

E então isto, ou começou a haver problemas na igreja, e o problema de igreja, porque começaram a ser tão grandes, que os outros anciãos decidiram, decidiram, remover o pastor. O pastor então chamou esta senhora a mais idosa, e disse assim, a ela, tu começaste isto tudo, não foi? E ela disse, sim, sim, comecei. Então o pastor disse, ela bem, deixa-me explicar então o que aconteceu.

Esta mulher, que estás a falar que cometeu o adultério, passou a noite toda de pé, porque veio a conhecer que o marido tinha cometido adultério, por isso queria se divorciar, e ela então veio ao meu escritório.

E foi quando vista ela a sair, a despedir-se de mim, mas se tivesse ido ao meu escritório, a olhar lá para dentro, e as viste que a minha esposa estava lá também.

E que ela simplesmente estava a descrever a situação, e nós, coitada, dissemos adeus a ela, venham um abraço e ela já se foi.

Então esta senhora idosa disse ao pastor, oh desculpe, vai-me perdoar, e o que posso fazer para corrigir o problema?

E o pastor disse a ela, perdoar, perdoa. Está claro, perdoa.

Mas o que posso fazer, quer que faça o seguinte? Quer que a senhora apanhe uma almofada, cheia de penas, cheia de penas dentro da almofada, e vá acima de um prédio, a acima do monte. E espero que haja uma tempestade de vento muito forte. Então quando haver a tempestade de vento muito forte, abra essa almofada e espalhe as penas dentro da almofada pelo ar todo. Para o vento, a tempestade do vento, levar-se tudo pelo campo inteiro, pela cidade inteira, pelas ruas inteiras, levar as penas todas por aí.

Depois, de ter feito isso, quero que a senhora vá pelo campo, pela estrada, pelas ruas, e apanhe todas as penas e as ponha de volta na almofada.

E ela disse, não posso fazer isso. Como é que eu vou apanhar as penas todas? Já foram, foram com vento. Então o pastor disse, também não pode parar todo o dano, que causou, que causou, que causou, que causou, que causou por causa de boato, por causa da foca, que você iniciou.

Dano a mim, disse o pastor, dano a minha esposa, dano àquela senhora, e dano a si própria. Não pode reparar. Não pode limpar esse dano, que causou. Por isso, queris irmãos, a motivação pode estar correta. Mas precisamos de estar alegres na verdade. E quando não sabemos os fatos todos, é melhor estar calado.

Se se nos alegramos com a verdade, se nos alegremos com a verdade, se nos alegremos com a verdade, se nos alegremos com a verdade, se nos alegremos com a verdade, vamos reagir com muito mais cuidado, antes de fazermos qualquer coisa.

Por que? Porque estamos a buscar a verdade, tanto quanto possível. Se às vezes nunca se sabe toda a verdade. Mas, em primeiro, por isso precisamos de alegrar-nos na verdade a Deus, e em segundo, precisamos de buscar a verdade. O que de facto aconteceu na situação. E sim as pessoas fazem coisas erradas. Mas alegramos-nos em buscar a verdade, em vez de estar a espalhar as penas pelo vento fora.

Queridos irmãos, antes de fazer qualquer decisão, em qualquer matéria, busca a verdade. Cuidado! Em fazer as decisões baseadas numa parte da verdade. Que tenha um certos torcimentos, esteja torcida, assim um pouco. Queridos irmãos, o amor agápide de Deus não se alegra nem justiça. Rapela em justiça.

O amor agápide de Deus não se alegra nem justiça, por isso, tem cuidado. Não estejas a facilitar a iniquidade. Não estejas a aprovar a iniquidade. Não estejas a espalhar pecados. Não semeis contendas. Odei a iniquidade em ti e em outros. Mas ama às pessoas. Não é só odiar as consequências, mas a iniquidade. O pecado. Alegre-te, na verdade.

E se vejo que não te alegras, pede a Deus partir a alegria na salvação. Pede a Deus, ajude-me, Deus, a alegrar-me, na verdade. Ajude-me, Deus, a despertar o Espírito Santo de Deus para que eu me alegre, em Deus, me alegre, na salvação de Deus, me alegre no sábado, me alegre no casamento que me destes, na minha família, me alegres a ser uma boa pessoa para o próximo, me alegres-me a ser bondoso e não ter inveja, que me alegrem-me, a na verdade, e buscar sempre a verdade, em todas as situações. Este é o caráter de Deus.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).