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...' Bom dia ou boa tarde, Criz年前, maus, aqui a Jorge Campos precisionista, Felando Vuj.iga da Santander.
O batismo é um momento muito especial de grande significado na nossa vida cristã, sim, na nossa vida inteira, na nossa vida, a caminho da vida interna. Se você já foi batizado, é sempre bom rever o seu significado, o significado batismo, e que significado o batismo tem para a sua vida interna. Por outro lado, se você está considerando a ser batizado, é bom também ver o significado do batismo.
Por quê? Para que, se você já está batizado, perver o seu compromisso, e assim reexaminar as sepóprio para ver o seu progresso no crescimento, a caminho da vida interna. Por outro lado, se ainda não estivesse sido batizado, então o batismo, esta reexaminação do batismo é bom para ver se você está pronto para o batismo. Vamos então por isto no contexto. No contexto do que é que Deus está a fazer? Qual é o plano de Deus? O que é que Ele está a fazer?
Para ver isso, vamos começar no início, no primeiro livro da Bíblia, em Genesis, no capítulo 1, no versículo 26 e 27. E diz assim, também disse Deus. Passamos o homem à nossa imagem. Conforme a nossa semelhança, tenho ele o domínio sobre os peixes do mar, sobre as raves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os réteis que rastejam pela terra. A versículo 27.
Criou Deus pois o homem à sua imagem. A imagem de Deus o criou, homem e mulher os criou. Vê-se aqui que, em primeiro lugar, Deus está a dizer, façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança. Deus está a criar filhos e filhas Dele. Tem um plano. Mas isto neste plano inicialmente foi que Ele criou Deus, pois o homem à sua imagem, à imagem de Deus. Não foi um acidente? Não foi nenhum acidente?
Está tudo planejado, tudo exatamente como Deus planeou. E Deus planeou, ao início, para o homem e a mulher, terem a capacidade de escolha livre. Isto é, livre, habíterio. E assim eles tiveram essa capacidade de fazerem uma escolha. Como veem no capítulo 2, no versículo 16 e 17, diz o Senhor Deus lhe deu esta ordem, de toda a árvore do jardim que morás livremente. Mas a árvore do conhecimento, do bem e do mal, não comerás, pois no dia em que dá-la comer-se certamente morrerás.
Pois Deus tinha posto, ao meio do jardim, a árvore da vida e a árvore do conhecimento, do bem e do mal. A árvore da vida era para o homem comer, a árvore do conhecimento, do bem e do mal, não era para o homem e para a mulher comerem. A diferença entre estas duas árvores é que uma era a árvore da vida, do caminho da vida, e a outra, perdão, a outra árvore era a árvore do caminho da morte.
O caminho da vida é quando Deus nos dá a sua instrução e o ensino do que é bom e do que é mal. E nós acreditamos na palavra de Deus nos ensinos de Ele, e que Ele nos sabe dizer o que é bom, o que é mal. E a não nós seguimos os seus ensinos, e este é o caminho da vida a árvore da vida. A outra árvore, a árvore do conhecimento do bem e do mal, é que o homem diz, eu não acredito no que Deus diz, que é o bem e o mal.
Eu vou decidir para o mim mesmo o que é bom e o que é mal, através do método de experimentação, do método científico de experimentação, usando a minha própria capacidade inteligente. E aqui está o ponto simples de decisão. Um, a árvore da vida, é a árvore em que o homem acredita no que Deus diz.
A árvore do conhecimento do bem e do mal, é a árvore em que o homem não acredita no que Deus diz, mas tem que experimentar por sua própria experimentação o que é o bem e o que é o mal. E ao fim de contas, isso vai lidar ao caminho da morte. Por quê? Porque, nesse caminho, o homem faria mais cedo ou mais tarde erros. E Deus sabia que o Adão e a Eva, mais cedo ou mais tarde, cometeriam erros.
É como nós, como pais. Temos os nossos filhos, os nossos criancinhas, são bebés, são muito lindos, são giros, estão girinhos, quando são pequenos, são uma beleza. Como se não pudessem fazer nada mal. Mas mais cedo ou mais tarde, vão fazer qualquer coisa mal. Nós, como pais, sabemos que eles vão fazer coisas mal e por isso temos que os guiar e ensinar e treinar no caminho correto. Sabendo que vão fazer coisas erradas de vez em quando. Mas sabemos também que não podemos proibí-los de tudo isso porque senão não vão crescer e vão viver corretamente. A mesma coisa com o ser humano.
Deus sabia, no início, que o Adão e a Eva iam pecar. Por isso é que diz ao início que Jesus Cristo foi condonado à morte desde o início dos tempos, desde a fundação do mundo. Quando os planetas foram criados, antes do homem e da mulher terem sido criados, antes da fundação do mundo, Jesus Cristo sabia, Deus sabia, que Jesus Cristo tinha que morrer para abrir o salvação para o homem.
Porque sabiam que o homem tendo arbítrio livre e tendo a capacidade de fazer a escolha. E sabendo que o homem tinha a fraqueza da carne. Não é que a carne fosse algo mal, mas é fraca. E com a fraqueza da carne sabiam que o homem ia falhar e precisaria fazer jus para o homem.
Quick, e amazed, e suave. Dizemos, começando, aliás, no versículo 18, que fomos resgatados, no versículo 19, pelo precioso sangue, como de cordeiro, sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo.
Fomos resgatados pelo sangue de Cristo, o que versículo 20 diz, conhecido com efeito antes da fundação do mundo. Deus conhecia, sabia, que teria que resgatar o homem e a mulher, pelo precioso sangue de Cristo, antes da fundação do mundo.
Eles sabiam que esse sacrifício seria necessário.
O sacrifício que está claro agora foi manifestado por amor de nós. Ele tem para nós. Vejam também, em título, a epístola de Paulo, a título, capítulo 1, versículo 2, diz assim, na esperança da vida eterna, que o Deus, que não pode mentir, prometeu antes dos tempos eternos. Antes dos tempos eternos, Deus tinha planejado de criar o homem e a mulher, e tinha planejado de nos dar a vida eterna.
Esse foi planejado do início. E, por isso, Deus criou o homem, a mulher, o adão e a Eva, como vimos em Génacias capítulo 1, à sua semelhança.
Mas deu-nos a possibilidade desta escolha.
De acreditar em Deus ou não? E deu-nos um destino para virmos a ser filhos e filhas de Deus. Por isso, por o batismo e o contexto, precisamos de entender o que é que Deus está a fazer. O que Deus está a fazer, está a fazer filhos e filhas de Deus, a semelhança de Deus, a imagem de Deus, para eviterem a vida eterna com Ele.
Para Ele compartilhar a vida eterna conosco.
Este é o plano que é revelado pela Bíblia. E nós temos um estudo bíblico, um guia de estudo bíblico, intitulado qual é o seu destino, que demonstra a razão por que é que você nasceu. A razão por que é que você nasceu. É muito importante você entender, para pôr-me isto, tudo no contexto, qual é o que Deus está a fazer. Ao fim de contas, então, qual é o golo final?
Qual é o golo final?
O golo final é de ter uma família de reis no reino de Deus, com o nome da família de Deus. Essa família, filhos e filhas de Deus. O nome é o nome de Deus, por isso, filhos de Deus e filhas de Deus na família de Deus. Vejam comigo, se faça-te ver, em Ephésios capítulo 3. Ephésios capítulo 3, versículo 14. Por cá, por esta casa, me ponho de joelhos diante do Pai, de quem toma o nome toda a família, tanto no céu, como sobre a terra.
Toda a família toma o nome do Pai, que é o Deus, o nome de Deus.
Por isso, Deus está a criar uma família de filhos e filhas de Deus. Vejam comigo, se faça-te ver, em 1 João capítulo 3. 1 João capítulo 3.
Começar no versículo 1. Diz assim, vete que grande amor nos tem concedido o Pai, aponta de sermos chamados filhos de Deus, e de facto somos filhos de Deus. Sim, porque depois do Batismo, depois de recebermos o Espírito Santo, somos gerados espiritualmente pelo Espírito Santo, que é a Semento de Deus, para sermos filhos e filhas de Deus. Por esta razão, o mundo não nos conhece, por quanto não o conheceu a Ele mesmo. Amados, agora, somos filhos de Deus. Ainda não se manifestou o que vemos de ser.
Ainda não se manifestou o que vamos vir a ser.
Como seres espirituais, filhos de Deus ainda não foi manifestado. Simplesmente somos na imagem, na semelhança de Deus, hoje em dia, como seres carnais.
Mas sabemos que, quando ele se manifestar, isto é que Jesus Cristo vier pela segunda vinda, seremos semelhantes a Jesus Cristo.
Porque veremos de vê-lo como Ele é.
E assim mesmo se purifica todo o que Nel tem a esta esperança, assim como Ele é puro. Assim por isso nós precisamos de trabalhar neste por trabalho de purificação, para sermos parte dos membros desse reino, como reis, nessa família real, família de reis.
Por isso é que vamos ser reis debaixo do rei, dos reis e sacerdotes, debaixo do sacerdote, sacerdotes. Esse é a boa nova, essa é a boa nova do plano de Deus, a boa nova do evangelho do reino de Deus.
Para isso, queridos irmãos, recomendo vocês estudarem as escrituras bíblicas acerca do plano do reino de Deus, que é descrito, podem usar este guia de estudo nosso, gratuito, para vos ajudar a entenderem qual é a boa nova, isto é o evangelho do reino de Deus. Queridos irmãos, essa deve ser a nossa prioridade na vida. Vejam, por exemplo, em Mateus capítulo 6, Mateus capítulo 6, versículo 33. Mateus 6, versículo 33. Busca, pois. Perdão, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas, vos serão acrescentadas. A nossa prioridade na vida é buscar o reino de Deus e a justiça de Deus. O reino de Deus é o golo, a justiça de Deus é o caminho para esse golo. E queridos irmãos, isso é a nossa prioridade, é o que nós devemos nos forçar na vida. Ora, você pode dizer, oh, eu não sou digno, eu não mereço vir a ser um rei no reino de Deus, ou uma rainha. Queridos irmãos, ninguém é digno, ninguém é digno. Ninguém merece ser sal, você não merece, eu não mereço. Por você próprio, ou por mim próprio, eu nunca terei sucesso nesta vida cristã, no batismo. Por mim próprio, nunca terei sucesso. Por você próprio, você nunca terá sucesso.
Porque não tem nada a ver de mim, é tudo a ver de Deus. Não tem nada a ver de você, mas é tudo de Deus. Nós devemos tudo a Deus. Não é nada que eu faça, ou que você faça. É o que Deus está a fazer na sua vida e na minha vida. Pois eu não mereço, eu não sou digno, nenhum de nós merece. Mas, queridos irmãos, o plano de salvação tem estado a existência desde o início. Esse plano de salvação é representado como um período de descanso, pelo qual o sábado é, digamos assim, figurativamente uma figura que representa esse descanso a vir no mundo da manhã e para lá, no reino de Deus.
Mas não é só o sábado semanal que aponta para isso, pois o plano de Deus é discreto ou descrevido em maior detalhe. Pelo Dias Santos de Deus Anuais, isto é, pelos sábados anuais. Os sábados anuais revelam o plano de salvação. E, só é você, você só pode entender esse plano de salvação se você praticar os sábados anuais. Se você diz, já eu acredito nos sábados anuais, mas meio pratica, meio não pratica, como você, por exemplo, diz, já eu acredito nos sábados, mas não observa o sábado, porque trabalham no sábado, por exemplo, de vez em quando. Querias irmãos? O sábado é um dia santo. Não é de vez em quando trabalhar? O sábado é um dia santo. Os sábados anuais são dias santos para não trabalharmos. É uma lei de Deus. Ou as obtecemos ou não obtecemos? Não é uma farsa aqui. Não estamos aqui a brincar. Obtecemos a Deus ou não obtecemos?
Mas se você não obtece?
Não vai entender a completa profundidade do plano salvação de Deus. Simples. Você só vai começar a entender de verdade, quando repetir de ano a ano, a obtecer as leis de Deus, a obtecer aos sábados anuais. Então, o plano de Deus, o plano de salvação, começa a encaixar no seu entendimento. E então, você começa a compreender. Mas quando você se desviar e parar de obtecer aos sábados anuais e de os observar, você então começa a esquecer do plano de Deus e vai perder o entendimento. Uma coisa fantástica, como Deus fez isto, que só o entendemos completamente quando praticamos. Acredite, irmãos? Não precisam acreditar em mim? Vocês pratiquem e verão que é verdade. O plano dos dias santos de Deus revela o plano de salvação. Há sete dias santos, sete triados anuais no plano de salvação. São todos baseados em Cristo. E este dia de estudo o Bíblico os ajuda a estudar com a Bíblia. Esses dias santos. Como disse, são sete dias santos, sete sábados anuais. Mas antes, antes de começar o primeiro dia santo anual.
O dia anterior, sim, também é um dia de festa, mas não é um dia santo, não é um dia de sábado. O dia anterior ao primeiro dia de sábado anual.
É o dia da Páscoa.
Por que?
Porque a Páscoa, que é a celebração da morte de Cristo, faz possível, abre o caminho para o plano de salvação poder existir. Porque sem a morte de Cristo, o plano de salvação não pode ser executado.
A morte de Cristo é essencial, porque é o sangue de Cristo que nos rescata, que nos perdoa e que nos dá a possibilidade de caminhar-me no novo caminho de vida, o caminho da vida interna, o caminho da salvação final.
Vejam como se faz favor em 1 Coríntios capítulo 11. Diz assim, 1 Coríntios capítulo 11, versículo 20. Quando pois vos reunis no mesmo lugar. Isto é, durante o dia da Páscoa. Não é a seia do Senhor. Que comês?
Por que que os cristãos hoje em dia continuam a dizer nós estamos a observar a seia do Senhor? Quando Paulo diz aqui claramente que não é a seia do Senhor. Que comês?
Por que? Por que que não houvem? O que está escrito na Víblia?
Então continuem a ler. Pode ler esta secção, mas no versículo 23 diz assim. Porque eu recebi do Senhor isto é Paulo. O que também vos entreguei, isto é o que vocês devem fazer. Que o Senhor Jesus na noite que foi traído.
Na noite que foi traído, tomou o pão.
Na noite que foi traído, foi na noite. Do dia da Páscoa. No calendário de Deus, a maneira que Deus vê os dias, é de Porto Sol a Porto Sol. Começa com o Porto Sol e a noite, a primeira parte do dia. E a segunda parte do dia é o dia por si próprio até o Porto Sol. E por isso, nesse dia, o dia 14 do primeiro mês do calendário sagrado de Deus, ao início desse dia, isto foi depois do Porto Sol, na noite, na noite em que Jesus Cristo foi traído, tomou o pão.
E dando graças, o Partiu disse, isto é o meu corpo que é dado por vós. Fasei isto em memória de mim. E por isso devemos fazer isto em memória anual, à mesma altura, na mesma noite em que Jesus Cristo foi traído. Não foi depois de eu morrer, foi antes de eu morrer na noite que ele foi traído, que é a instrução que diz aqui na Bíblia.
Porto Sol. Módulo, versículo 25.
Depois de haver seado, também tomou o cal, cales. Isto é depois de como tomar este pão. Este pão, o corpo.
Também tomou também o cal, se dizendo este cal, é a nova aliança do meu sangue. Fasei isto todas vezes que o bebes, em memória de mim.
E todas vezes que comer este pão e bebes o cal, anunciais a morte do Senhor. Quer dizer, irmãos, isto não é uma seia, é um simbolismo de dois pequenos componentes.
Um bocadinho de pão asmo e vinho.
E então, tem um grande significado e diz para o fazer, em memória de Cristo. Anunciando a morte do Senhor. Assim, queris e irmãos, a páscoa foi quando Jesus Cristo morreu. Abriu a oportunidade para termos o plano de salvação. Isto é, os sete sábados anuais seguem depois da páscoa.
A nossa parte individual, quando observamos a páscoa, é a nossa renovação desse contrato. É a nossa renovação dessa aliança, por isso é que se chama a nova aliança, que é feita individualmente por nós, quando assinamos o contrato ao Batismo.
O Batismo, assim, é quando assinamos este contrato com Deus.
Então, vimos que Deus abriu este caminho para nós. Jesus Cristo abriu este caminho para nós. E vemos, então, em Atos 2, versículo 36.
Depois de Pedro ao fim de dar este discurso, eles ficaram convencidos que tinham crucificado o Messias, o Senhor, o Senhor. E por isso, no versículo 36, diz-se que esteja absolutamente certa, pois toda a casa de Deus real, de que é este Jesus que vocês crucificaram e que nós crucificamos com os nossos pecados.
Deus o fez, Senhor e Cristo. Deus-Pai o fez, Jesus Cristo, o nosso Senhor e o nosso Messias.
Versículo 37. Ovindo eles estas coisas, compungiu-se-lhes o coração e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos que faremos irmãos, que faremos irmãos.
Começaram a entender pela primeira vez começaram a acreditar quem era Cristo, quem tinha sido Cristo, quem tinha sido que tinha sido o verbo que se esvaziou dos poderes e veio para a Terra como carne completamente humano e morreu por nós e acreditaram o que tinham feito aquele que os criou.
Aquele que os tinha criado. Porque tudo foi criado pelo verbo que se fez carne e veio a ser Jesus Cristo.
Então, quando começaram a acreditar quem era Cristo e o que tinham feito ao Criador perguntaram que faremos irmãos como lembramos no versículo 37.
Vemos aqui que o primeiro passo foi eles acreditarem quem era Deus o que tinham feito a Cristo quem era Cristo e que se compugiu o coração e que os irmãos só Deus veem os corações e compugiu-se-lhes o coração de um completo arrependimento. Responde-os, Pedro, versículo 38 Arrependê-vos! Verdadeiro arrependimento do coração que só Deus vê! É um arrependimento verdadeiro não é uma coisa artificial, dizer, ah, eu estou arrependido, mas um genuino verdadeiro arrependimento.
E cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo em nome de Jesus Cristo. Batizado no nome de Jesus Cristo. É como se fosse Jesus Cristo ele próprio que tivesse a fazer com a autoridade dele e ele que tivesse a fazer o batismo para a remissão dos vós especados.
Para a remissão dos vós especados. Querias irmãos, não é que o batismo é para pessoas sem pecado? Não. O batismo é para os pecadores para a remissão dos vós especados. E recebrais o don do Espírito Santo.
Se de facto, como vimos, chegámos a este ponto que acreditamos que aquele que nos criou com a autoridade que aquele que nos criou como lemos em Colossenses 1.16 Jesus Cristo, porque tudo foi criado por Ele, sim, como lemos em Mateus 1.23 E, Manoel, Deus conosco sim, Deus conosco Jesus Cristo veio para dar a sua vida. Não só a sua vida física mas estava pronto e deu da sua vida eterna e parou de existir.
E por isso o sacrifício de Ele na Páscoa é tão valioso porque a vida Dele vale muito mais que as nossas vidas todas. Nossas todas! Porque Ele, como o verbo, tinha a capacidade de criar a humanidade inteira de novo.
E por isso Ele deu a sua vida por nós, porque nos ama pelo amor de Deus.
E por isso nenhum de nós é digno. Eu não sou digno, você não é digno, nenhum de nós merece. Não tem nada a ver de mim, mas tem tudo a ver com o que Deus fez.
E por isso faz este batismo, diz assim, que, em nome de Jesus Cristo, para a remissão dos nossos pecados, isto é um compromisso o que você está a fazer agora. Pois o batismo representa não só a morte na sepultura na sepultura aquária, digamos assim, porque se você ficasse para esta água, acabaria por morrer de facto, mas representa também a nossa resurreção futura. Seremos ressuscitados no futuro, à vinda de Cristo. Mas, por outro lado, representa também o nosso compromisso, a assinatura do nosso contrato nesta aliança, neste compromisso, o nosso compromisso que fazemos agora ao batismo, de viver uma vida nova.
O batismo é a nossa assinatura individual de um contrato individual entre Deus e você. É a sua promessa para anteus, a sua promessa da que vai viver uma vida nova, que se arrependeu e que vai viver uma vida nova.
Quando você faz essa promessa, então Deus faz outra promessa, encontre a partida, nas condições que uma disse, do arrependimento no coração, que só Deus vê, que só Deus conhece. E diz assim, recebreis o dono Espírito Santo através da imposição das mãos, como lemos nos outros locais, na Bíblia. Pois para vós outros é a promessa. Esta promessa é para vós do Espírito Santo Deus, que é o ajudador, que é o que vos votar a ajuda para viver em esta vida nova, para a qual vocês estão a comprometer-se. Esta promessa para vós outros é a promessa para os vós filhos e para todos que ainda estão longe. Isto é para nós. Estávamos longe. Isto é para quantos o Senhor nosso Deus chamara. Para quantos Deus chamara.
Cris irmãos, é Deus que chama.
É Deus que chama. As pessoas não acreditam nisto. A maioria das pessoas não acreditam nisto. Não entendem que é Deus que chama. E esta promessa é para os que Deus chama. Para os que Deus vê no coração que de facto se arrependeram. Que têm uma vida nova. Então que Deus os chama. Ele dá o ordão do Espírito Santo.
Cris irmãos, Deus chama.
Vê-los ao fim de contos, quer salvar o mundo todo? Se ele quer salvar toda a gente? Mas tem uma ordem. Tem uma sequência de como ele vai fazer as coisas na sua ordem. Não há confusão? Tudo de sentimento e em ordem. De acordo com seu plano de salvação. Uma vez mais, quando vocês praticam os sábados anuais, os dias de festas de Deus, vocês começam a compreender de ano a ano este plano de uma maneira melhor.
Por isso Deus chama.
Deus chama as pessoas e lhes dá o Espírito de Santos para virem ser os primeiros frutos dos Espíritos Santos, as primícias do Espírito. Depois, mais tarde, virão os outros, o resto. Que a parte da sequência de várias sábados anuais, e o significado das sábadas anuais no plano de Deus.
Cris irmãos, assim, põe-me isto neste contexto. Que Deus tem um plano que está tudo de acordo com ele estar a planejar, ele está em controlo. O Diabo não estragou o plano nenhum. Tudo, exatamente, de acordo com o plano. Porque Deus tem mais força e mais poder.
E, por isso, Ele nos deu um caminho. Um processo para a vida eterna. Este caminho para a vida eterna é descrito no nosso guia de estudo bíblico, intitulado o caminho para a vida eterna. Estudem as várias escrituras bíblicas, cuidadosamente. Eu recomendo estes livros para estudarem, para se prepararem para o batismo, para estudarem estes pontos importantes. Há uma razão que você nasceu, estudem isso, estudem na Bíblia. A razão que nascemos é porque Deus tem um plano, o evangelho, uma boa nova da Bíblia de Deus. Esse plano de salvação é descrito pelos dias santos de Deus. E esses dias santos de Deus nos demonstram o caminho para essa salvação. O batismo é só um dos passos, digamos assim, o primeiro passo nesse caminho. Depois, precisamos continuar a viver nesse caminho com a ajuda do Espírito Santo Deus, transformando a nossa vida de uma natureza humana para a natureza divina. Transformando a nossa maneira de ser, a nossa maneira de pensar, a nossa maneira de dizer coisas, a nossa maneira de fazer coisas. Esse é o processo de conversão. Não é que, após uma vez que você seja batizado, já está a salvo? Não. O batismo é só o primeiro passo, nesse caminho da vida eterna, neste processo de conversão.
Somos chamados, somos eleitos, com o batismo, digamos assim, somos eleitos, após o batismo, temos que viver nesse caminho sendo leais fiéis até ao fim, porquê nos diz que eles devierem. Vão ser os que são chamados, eleitos e fiéis até ao fim. Precisamos de perseverar, vencer até ao fim, no caminho de transformação com a ajuda do Espírito Santo de Deus. Esse é o caminho para a vida eterna.
É um processo que leva à vida eterna. E o ponto final é o que lemos em Efezios 4, versículo 13. Efezios 4, versículo 13.
Efezios 4, versículo 13. O que diz assim? Até que todos lleguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus há perfeita varunilidade à medida daştatura da plenitude de Cristo.
Acrediço-me a unidade da fé em séries Estarmos unidos para sermos um e ao conhecimento do Filho de Deus, o varão perfeito para chegarmos a essa medida da Estatura completa de Cristo. Precisamos de crescer espiritualmente até chegarmos à Estatura completa de Cristo. Esse é o processo de conversão. Cris Irmãos, é neste contexto importante que precisamos entender o grande compromisso de o que é o Batismo. O Batismo é um compromisso, sim, para pessoas com pecado. O Batismo é um compromisso para pessoas que querem parar de pecar, que fazem o compromisso de parar de pecar e através do Batismo recebem o perdão dos nossos pecados passados.
E esse compromisso, ao fim de contas, é parte das doutrinas básicas da Igreja de Deus. Você sabe quais são as seis doutrinas básicas da Igreja de Deus? Vejam que o Míngu se faz favor em Hebreus capítulo 6. Hebreus capítulo 6. Diz assim, por isso ponte de parte os princípios elementais da doutrina de Cristo. Deixem-nos levar para o que é perfeito, não lançando de novo estas seis doutrinas básicas. Não devemos estar a começar de novo. Por quê? Porque fizemos e andámos para trás. Não temos que andar para a frente.
E a primeira é o arrependimento das obras mortas. E a condição para o berto de batismo. O arrependimento das obras mortas. Isto é para começarmos a fazer, a viver obras vivas. E a fé em Deus. Precisamos de acreditar em Deus. Estas são as duas primeiras crenças básicas da Igreja de Deus. O arrependimento e fé. Depois temos o ensino dos batismos plural e da imposição das mãos. Por isso, batismo e imposição das mãos.
Há um outro, digamos assim, um segundo par das seis doutrinas básicas da Igreja de Deus. E o terceiro par, a quinta e a sexta, digamos assim, das doutrinas básicas, é a ressurreição dos mortos e o juízo eterno. A ressurreição dos mortos e o juízo eterno. Doutrinas muito importantes. Queris irmãos, vemos aqui que estamos a falar de um assunto muito sério. Um assunto muito sério. Continuando a ler aqui em Hebreus capítulo 6 diz assim, isto faremos se Deus permitir. É impossível pois que aqueles que uma vez foram iluminados e provaram o don celestial e se tornaram participantes do Espírito de Deus, o Espírito Santo, e provaram a boa palavra de Deus e os poderes do mundo vindouro e caíram.
Então no caminho foram batizados, receberam o Espírito Santo, estão a e depois se desviam. Díamos assim para uma apostasia e deitam tudo de fora. Mas todos eles e tropeçaram, todos tropeçamos. Estamos a andar na luz, mas às vezes tropeçamos. Mas quando caíram é que começaram a andar na escuridão, nas trevas. Para esses que voltam a andar num caminho errado de propósito, é impossível, outra vez, jornová-los para o arrependimento. É impossível trazer essas pessoas ao arrependimento de novo. Visto que de novo estão crucificando para si mesmo o Filho de Deus e respondo à ignomínia.
Não podem sacrificar Jesus Cristo uma segunda vez. E por isso, o batismo é um assunto muito sério. Não podemos sacrificar Jesus Cristo uma segunda vez. Por isso, é que o batismo é para pessoas mudadoras, para pessoas adultas. Vejam como isso faz favor em Atos 8, Atos 8, versículo 12. Diz assim, quando porém deram crédito a Filipe que os evangelizava a respeito do reino de Deus e do nome de Jesus Cristo, iam sendo batizados, assim, homens como mulheres.
Não eram crianças. Não eram crianças. Não eram jovens. Eram adultos. Pessoas maduras. Pessoas que chegaram a um ponto na vida, que dizem, isto é o que eu quero fazer, isto é a minha vida e estou a fazer este compromisso e entendo o que é este compromisso.
Estão compurgidos de coração e estão a andar fazendo este compromisso. É um compromisso para pessoas adultas, homens como mulheres. Vejam também em Mateus capítulo 28, o último capítulo de Mateus, a última secção de Mateus, quando Jesus Cristo já tinha sido ressuscitado e se aproximou dos vicículos, disse começar do reciclo 18. Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Jesus Cristo naquele momento tinha toda a autoridade, toda a autoridade no céu e na terra, sobre todos os anjos, sobre tudo.
Versículo 19. Ir portanto, Fasei discípulos de todas as nações, abatizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, abatizando-os para dentro do nome do Pai, que é Deus, dentro do nome do Filho, que é o Filho da Deus, e dentro do nome do Espírito Santo, que é o Espírito Santo de Deus, para dentro do nome de Deus, da família de Deus, ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenham ordenado e eis que estou com vos, todos os dias, até a consumação do século.
Queris irmãos, parte da nossa responsabilidade é que temos uma responsabilidade de fazer uma obra, a obra de Deus na terra, de pregar o evangelho do rei de Deus. Isto é um compromisso que fazemos, não é para crianças, para ter esse compromisso, conforme Deus chama, como entendemos, como vimos, Deus chama pessoas. Então, esses que são chamados, que se arrependem, patizamos, com cuidado, a guardar para que essas pessoas guardem tudo que foi mandado por Deus.
Por exemplo, as leis de Deus foram mandadas por Deus, os sábados foram mandados por Deus, as leis do que é limpo e do que é impuro. Para vivermos uma vida santa, sagrada, uma vida limpa, uma vida diferente, uma vida nova. Isto é parte da transformação da nossa vida que nós devemos ter, uma contínua transformação.
Queris irmãos, vimos, hoje, alguns espaços práticos, de uma maneira geral e posemos isto dentro de um contexto. O contexto que a Deus tem um plano, sim Deus tem um plano para nós.
Nesse plano, há um certo destino, que é para sermos filhos e filhas de Deus no reino de Deus. Ele, Deus, nos deu a oportunidade de fazer a escolha, de termos arbitrio livre, de escolher a vida ou a morte.
Ele sabia que nós, com a fraqueza da carne, que mais cedo ou mais tarde, feríamos erros, precaríamos. E, então, o salário do pecado é a morte. E nós temos que pagar a nossa multa do pecado, que é a nossa morte, com a nossa vida. É preciso de uma vida para pagar pela vida. Uma vida só paga por uma vida. Vida por vida. Olho por olho. Mão por mão. Uma vida só paga por uma vida. Mas a vida de Jesus Cristo. Porque Ele foi o Criador. Ele é o Salvador. Ele é quem nos salva. A vida Dele. Tem muito mais valor que todas nossas vidas, porque Ele nos criou. E, por isso, a vida Dele.
É perfeita? É o sacrifício perfeito. Feito uma salvez, que é suficiente. Mais do que o suficiente. Soficiente para pagar todos os pecados de todas as pessoas no mundo que jamais viveram e jamais viverão.
Porque a vida Dele é tão mais valiosa de qual era qualquer vida de qualquer um de nós.
E, por isso, abriu-as de caminho através da morte Dele. E depois da morte Dele, então, o plano de salvação pode ser executado. Que é o plano através dos dias santos.
O significado dos dias santos explica o plano de salvação.
Nós, individualmente, para sermos partes desse plano, precisamos de fazer um compromisso. Individualmente, que é a nossa nova aliança.
Esse compromisso, que é a nossa nova aliança.
É que requer que nós, primeiro, acreditemos.
Acreditemos, em Deus, no sacrifício de Cristo, e numa série de coisas, no plano Dele, e uma série de coisas que vou te escrever em maior detalhe.
Em sermão futuro, a cerca deste tema.
Depois, o segundo passo é que precisamos do nosso Coração estar devidamente arrependidos. Ter um arrependimento verdadeiro do coração, arrependimento das obras mortas.
Esse arrependimento é a nossa parte, a nossa promessa, o nosso compromisso que fazemos.
De facto, estamos arrependidos. E arrependido não é parar e depois continuar a fazer. A arrependir é parar e deixar de fazer.
E então, através da crença e do verdadeiro arrependimento assinamos o contrato que é o batismo, o qual é renovado anualmente aqueles que assinaram o contrato durante a páscoa, que é no dia 14 do ano sagrado.
Na mesma noite que Jesus Cristo foi traído, não é na noite depois de ele ter morrido, mas na noite que ele foi traído, tal como foi instruído a Paulo, como lemos em 1º Corinthians 11, que ele disse faça a mesma coisa. Celebrando a memória da morte de Cristo à mesma altura, anualmente.
Essa páscoa é a renovação anual desse contrato, é uma relembrança desse contrato que fizemos ao batismo.
Depois, Deus que vê os corações, Deus que se chama ele faz a sua parte da promessa e após a imposição das mãos nos abençoa com a promessa que é o Espírito Santo de Deus que é o Espírito de amor, de poder e de mudração isto é de uma mente sã que nos dá esta força ajuda para nós com a nossa própria força de vontade e com a ajuda de Deus podermos vencer a fraqueza da carne e lutarmos e vencermos até ao fim para podermos ser fiéis e sermos vencedores até ao momento que morremos ou ao momento que Jesus Cristo vier qual delas vem primeiro para sermos fiéis até ao fim, temos que vencer até ao fim Crisos Irmãos, como disse debaixo deste contexto deste plano entendemos melhor o que é o significado do batismo nos próximos sermões vou ver estes passos práticos um a um, em detalha os passos práticos do que precisamos de querer do que significa o nosso compromisso do arrependimento qual é a promessa que fazemos durante o batismo e como Deus nos dá o Espírito Santo de Deus para continuarmos a crescer na conversão no processo de conversão até um dia, virmos a ser salvos Cris Irmãos, até a próxima Aqui, a Joscamos
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).