Preparação para guardarmos a Páscoa duma maneira digna

Este sermão examina as escrituras para vermos a necessidade de nos prepararmos para a Páscoa, para a observar duma maneira digna. O sermão extrai da Bíblia alguns pontos importantes para nos prepararmos para a Páscoa.

Transcrição

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Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, aqui é Jorge Campos, falando-vos de San Sanetim. A Páscoa é uma celebração muito importante no plano de salvação de Deus. Ao fim de contas, a Páscoa é, digamos assim, a chave para abrir o próprio plano de salvação de Deus. Após a Páscoa, então temos os dias santos de Deus, porque os dias santos representam o plano de salvação de Deus, o qual não poderia ser executado sem a Páscoa, a conhecer primeiro. A Páscoa representa, como sabemos, o sacrifício de Jesus Cristo para nós, e, assim, a celebração anual da Páscoa é a celebração desse aniversário, no momento correto, na altura correta, e representa para nós, como os cristãos verdadeiros, uma renovação do comprimiso que fizemos ao Bautismo. E, por isso, é uma renovação desse contrato, dessa nova aliança, que assinamos, digamos assim, ao Bautismo.

A maneira correta de observar a Páscoa tem implicações de nós para conosco. A maneira correta, se alterar a frequência, fazendo-a na altura correta, é parte de observar-nos a Páscoa de uma maneira digma, mas isso é simplesmente de pontos físicos.

Mas, eu gostava de, agora, hoje, falar mais ou examinar as escrituras em maior detalhe, para vermos a necessidade de nos prepararmos para a Páscoa, para observar-nos de uma maneira digna, mas falarmos de pontos espirituais. E, assim, extrairmos pontos importantes para nos prepararmos para a Páscoa. Vegemos, então, brevemente esta escritura que Paulo escreveu aos coríntios, no capítulo 11 de Coríntios.

E, vamos ler, então, no versículo 27. E diz assim, 1.41.11. Versículo 27, diz assim, Por isso, aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente, esta de uma maneira indigna, será real do corpo e do sangue do Senhor. E, por isso, precisamos de observar a Páscoa de uma maneira digna.

E, depois, diz assim, versículo 28. Examine-nos, pois o homem, assim mesmo. Precisamos de nos examinar a nós próprios. É uma alta examinação, que é necessária. E, por isso, precisamos de fazer a uma alta examinação. É um exercício, digamos assim, que é espiritual, mental e espiritual, para vermos como é que estamos, para estarmos a observar a Páscoa de uma maneira digna. Por isso, além de observarmos a Páscoa de uma maneira digna fisicamente, precisamos de ter uma atitude mental e espiritual digna para observarmos a Páscoa, para acostumarmos, para comermos. Porque diz assim, em versículo 28, examina-se e assim comam. Não está a dizer examina para não comer. Está a dizer examinar para comer o pão e beber o calce, que são representados durante a Páscoa. Por isso, precisamos de observar a Páscoa numa atitude de respeito, numa atitude de gratitude e completamente impressionados pelo que Jesus Cristo fez por nós. Por quê? Porque é que isto é assim tão importante? Isto é importante porque precisamos ter uma atitude correta para observarmos a Páscoa, para que o sacrifício de Jesus Cristo possa ser aplicado a nós individualmente. E, por isso, como disse, em fonte à revisão, é uma renovação desse compromisso que fizemos ao Batismo, uma renovação nossa individual, do nosso contrato com Deus.

Uma vez mais, o Batismo tem certas condições. Primeiro, precisamos de nos arrepender para com Deus, arrependidos para com Deus do Velho Homem, que é simbolicamente sepultado. E outra condição, é que precisamos ter fé. Fé para com Cristo, fé de que Ele nos lavou e nos lava dos nossos pecados passados, fé de que o sacrifício de Jesus Cristo é mais do que o suficiente para nós. E, por isso, após de termos sido batizados, já não somos pecadores.

Sim, porque Deus não houve os pecadores. Somos, então, filhos e filhas de Deus, limpos e perdoados e brancos, com a mente e com a consciência limpa. E, por isso, precisamos ter fé, que o sacrifício de Jesus Cristo de facto nos limpa dessa maneira e que nos completamente lava dessa consciência desses pecados que tenhamos feitos no passado, antes do batismo.

O batismo também tem o significado de sairmos da água. Isto é um homem novo, que é simbolicamente ressuscitado. Após o batismo. E, então, temos que viver uma vida nova em fé. Novamente, uma vida em fé. Fé é uma condição do batismo. Fé, no que Jesus Cristo diz. Isto é obtecer a Ele vivendo como Jesus Cristo viveu e vivendo com Jesus Cristo dentro de nós, através do Espírito Santo. Uma vida nova e limpa, uma vida sem pecado, uma vida que agrada a Deus. Por isso, não somos já pecadores, somos filhos e filhas de Deus.

A páscoa não é, por isso, uma... somente uma preocupação acerca de nós próprios, mas também uma gratidão. Uma gratidão, uma ação de graças pelo que Jesus Cristo fez e faz por nós. Por isso, a alta examinação é necessária, mas no contexto que devemos dar glória a Deus e para tentarmos ficar pessoas melhores, para melhorarmos espiritualmente, digamos assim. Não é para ficarmos, por causa dessa alta examinação, não é para ficarmos deprimidos ou desanimados um em grande estado de depressão, pois Deus quer ver-nos na terra prometida e a terra prometida para nós, como cristãos, é a vida eterna no reino de Deus. E por isso disse, diz, no versículo 28, como liar a pouco, coma, examina, examina a ti próprio, para comermos, para depois comermos. Como disse, não é para examinarmos e vermos que não somos dignos. Não, Cristo irmãos, nenhum de nós somos dignos. A alta examinação não é para ficarmos dignos. Nenhum de nós somos dignos. Nenhum de nós somos dignos do sacrifício de Cristo. O sacrifício de Cristo para nós não é um direito, porque nós somos dignos. Não, nenhum de nós somos dignos, nenhum de nós temos direito do sacrifício de Cristo. O sacrifício de Cristo é um dom.

Jesus Cristo, o seu sacrifício, é uma dávida que ele nos dá de graça. Nenhum de nós somos dignos. Nenhum de nós temos valor algum em nós. Sim, éramos pecadores, mas temos fé que ele os perdoa e temos fé que, embora a nossa carne, a nossa carne, que seja que digamos assim como panos e mundos, se estivermos inclinados à carne, mas pela graça de Deus, saímos da água do batismo, digamos assim, ressuscitados numa vida nova para vivermos uma vida nova. E este é o compromisso que fizemos durante o batismo.

E, por isso, Deus Jesus Cristo nos perdoou de graça, gratis. Não somos dignos. Mantenha o dedo, ou uma marcação, aqui em primeiro Corinthians, porque vamos voltar a Corinthians, mas quero que leiam agora em Jó, Jó capítulo 15, capítulo 15 de Jó, Jó capítulo 15, Jó capítulo 15, versículo 16. Jó 15, versículo 16. Fejam como o Jó se viu assim próprio. Quanto menos o homem, que é abuminável e corrupto, que bebe a iniquidade como a água, os seres humanos, o velho homem, antes de sermos batizados, a humanidade, antes de se arrepender para com Deus e fazer este compromisso do batismo. A humanidade, o homem de maneira geral, o homem com a inclinação da carne, é abuminável e corrupto, bebe a iniquidade como a água, estão a fazer a iniquidade como se tivesse em beber água.

Vejam também em Isaías, Isaías capítulo 64, Isaías capítulo 64 e vamos ver agora, então, versículo 6. Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como o trapo da imundícia. Isto é, nós não somos dignos do sacrifício de Jesus Cristo, porque a nossa carne, na sua inclinação natural, a maneira que somos, somos como trapo, como imundícias, as nossas justiças como trapo da imundícia. Nós, morchamos como uma folha e as nossas iniquidades como o vento nos arrabatam.

Mas pela graça de Jesus Cristo e pela misericórdia de Jesus Cristo, porque Ele deu a Sua vida por nós enquanto éramos pecadores, e nos reconciliou para o que o Pai, e por isso nos perdoou e nos limpou para que possamos estar limpos, sem pecado, à frente do Pai, porque o Pai não ovo os pecadores. Vamos por isto de outra maneira. Estávamos na escuridão. Na escuridão deste mundo. Mas Jesus Cristo nos perdoou e nos pôs na luz.

Agora, se andamos na luz, isto é, se andamos num caminho habitual, sem pecado. Estamos então reconciliados com Deus e andamos com Deus na luz. É num caminho habitual de dia a dia, o nosso hábito, é de viver sem pecado. E por isso agora estamos reconciliados. Vejam isto em 1 João capítulo 1. 1 João capítulo 1. Primeira epístola de João. Capítulo 1. E vejamos, então, versículos 5 a 7. Ora, a mensagem que, da parte dele, Jesus Cristo, temos ouvido e vos anunciamos, é esta. Que Deus é luz. E não há nele nenhuma treva. Não há Jesus Cristo nenhuma treva. Se dissermos que mantemos comunhão com Ele, com Jesus Cristo, e andamos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade. Porém andamos na luz. Isto é o nosso caminho de viver, é um caminho de luz, um caminho sem pecado, um caminho claro, puro, em luz. Como Ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, isto é com os irmãos cristãos, que também estão na luz, e o sangue de Jesus, seu filho, nos purifica de todo o pecado.

Nos purifica de todo o pecado passado, nos purificou, e por isso estamos limpos e estamos sem pecado. Agora que estamos reconciliados, já não pecamos. Isto é, já não vivemos de uma maneira habitual pecaminosa. Porque fizemos um compromisso de não transgredir e fizemos esse compromisso durante o batismo. Mas, como somos seres humanos, às vezes tropeçamos, embora estejamos a andar na luz, podemos tropeçar.

E querimos, mas quando tropeçamos, temos um advogado, o nosso sumo sacerdote, e o sangue de Jesus Cristo, poranto qualos aproximamos e pedimos a Seu portão de novo. Vejam comigo aqui, novamente, no versículo 7. Se porém andamos na luz, como ele está na luz, mantemos com unhão uns com os outros. E quando tropeçamos, o sangue de Jesus Seu Fio nos perifica desde esse pecado quando tropeçamos.

Ele, de facto, nos perdoa, se de facto estamos arrependidos. Isto é, se de facto estamos a viver de uma maneira de andarmos na luz. Isto é, habitualmente, queremos viver, estamos comprometidos a viver sem pecado. Estamos a viver na luz. O nosso hábito de viver não é um de viver no pecado, mas um de continuar a fazer os forços de não pecar. Pois Deus não ouva os pecadores, como disse. Os nossos pecados passados foram lavados, foram perdoados, já não os carregamos. A nossa consciência foi limpa, foi lavada. E por isso somos filhos e filhas de Deus, com o Espírito de Deus a nos ajudar a viver desta maneira nova. Continuam a ler, no primeiro livro, em Pístulo de João, capítulo 1, versículo 8. Se dissermos que não temos pecado nenhum, sim, se dissermos que, de vez em quando, não tropeçamos e caímos e que temos que nos levantar novamente, a nós mesmo nos enganamos, a verdade, nós está em nós. Mas se conversarmos os nossos pecados, isto é, quando tropeçamos, quando caímos, conversamos, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a iniquidade. Por quê? Porque estamos a andar na luz, comprometemos-nos a obter ser a ele e a nossa intenção, o nosso desejo, os nossos forços, é para andar na luz, embora de vez em quando, tropeçamos. Versículo 10. Se dissermos que não temos cometido pecado, fazemos-nos mentiroso. E a sua verdade e a sua palavra, nós está em nós. Continuando a vencer a ler no capítulo 2. Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo... Perdão. Perdão. Se você não pequeis, se todavía alguém pecar, temos advogado junto a Pai, Jesus Cristo, o justo, o nosso sumo sacerdoto, o nosso advogado. E ele é a propiciação pelos nossos pecados e não só mesmo pelos nossos próprios, mas também pelos do mundo inteiro. Para o mundo inteiro, ele não tenha aceitado o sacrifício de Jesus Cristo e, por isso, não tenha ainda feito este compromisso do Batismo, um dia farão quando for à altura deles. E se não fizerem, então vão ter a morte interna. Mas, um dia, quando Deus lhe chamar, eles abriramente vão ver esta benção e vão aceitar. Mas, hoje em dia, não aceitarem. Por isso diz assim. Mas ainda, mas ainda pelos do mundo inteiro. V.3. Ora, sabemos que o Temos conhecido por isto, se guardamos os Seus mandamentos. Sabemos que o Temos conhecido por isto, se mandamos, se guardamos os Seus mandamentos. Se mandamos os Seus mandamentos, paramos de pecar. E os mandamentos de Deus definam o que é o amor. Por isso diz assim. Aquel que diz, eu o conheço, e não guarda os Seus mandamentos, é mentiroso. E nele não está à verdade. Porque os mandamentos de Deus definam o que é o amor. Os mandamentos de Deus dizem, não mate-se. Mesmo em pensamentos. Pensamentos de ódio, ou de zanga, ou de ira, ou mesmo pensamentos de uma guarda outra pessoa, ou de falar. Ou dizer mal de uma pessoa. Isto é, espiritualmente, é matar uma pessoa. E se não é amor. Os mandamentos de Deus dizem, não roubes. Roubar. Mesmo em pensamentos. Por exemplo, comissar. A comissa não é amor. Diz, não cometam adultério. Mesmo no pensamento. Comissar para outra mulher. E se não é amor. Não é amor para com o nosso esposo, a nossa esposa. E se ainda não estamos casados para o nosso futuro esposo, ou para a nossa futura esposa. A esposa. Adultério não é amor. Diz assim, aquele que diz, eu conheço a Cristo. E não guarda os seus mandamentos, é mentiroso. Nós comprometemos-nos ao batismo, a obedecer a Deus.

A obedecer às leis de Deus, porque, como andam as condições, do batismo é arrependimento para com Deus. Outro lei de Deus. Mentir. Mentir quando mentimos uma pessoa, estamos a enganar uma pessoa, estamos a magoar essa pessoa. Mentir não é amor. Os mandamentos de Deus definem o que é amor. O amor não é... Ah, ah, tão bom, tão bonito. Não é uma emoção sentimental. O amor é ação, ações, que são bem definidas e marcadas pelos mandamentos, pelas leis de Deus. Respeitar os pais é amor. Por Deus primeiro na nossa vida é amor. Guardar o sábado é amor. Pois é dar tempo a Deus para convivermos com Deus e com os da família de Deus. Todos ao mesmo tempo, para todos estarmos a fazer isso, à mesma altura, ao mesmo tempo. E isso é amor. As leis de Deus, queridos irmãos, definem o amor. O amor, como disse, não é um sentimento, é uma ação. É provado pelos frutos, pelos resultados destas ações. Continuem a ler em versículo 3 e 4 do capítulo 2, de um João. Sabemos que o conhecemos por isto, conhecemos a Cristo, que somos cristãos, por isto. Se guardamos os mandamentos de Deus. Por Jesus Cristo é Deus, os mandamentos de Deus. Aquel que diz ao conheço, o conheço e não guarda os mandamentos de Deus, é mentiroso e, nele, não está à verdade e ele não é cristão. Mas, como disse, somos fracos, temos uma inclinação natural contra as leis de Deus, uma inclinação esta que temos que vencer e dominar. Isto só é possível, com a ajuda do Espírito Santo, que recebemos após a imposição das mãos, após o Batismo, e que Jesus Cristo fez possível pela reconciliação com Deus através do Seu Espírito. Perdão, através do Seu sacrifício, que é simulizado, que é nos dado quando nós fazemos o compromisso através do contrato, o da aliança que assinamos durante o Batismo. Ele assim nos deu à Sua vida o Seu sangue de graça. Não é o nosso direito! O nosso direito, o nosso salário, é a morte pois pecámos no passado. Esta reconciliação que temos para podermos andar na luz é uma távida, é um dom. Ninguém é digno do sacrifício de Cristo, muito menos eu e tu. Por isso precisamos da alta examinação. Reconhecemos que não somos dignos, pois só pela graça de Deus é que podemos ser dignos para observar a Páscoa. A graça de Deus é que nos faz dignos para observar a Páscoa. Por isso estamos numa atitude a rependimento, como antes do Batismo. Durante a Páscoa é um período de recompremisso, de recompremetermos, de re-assinarmos o contrato da nova aliança. Por isso a preparação, para estarmos prontos e com um entendimento bem claro do contrato que estamos a re-assinar durante a Páscoa, é uma renovação anual do contrato. Ou, em outras palavras, por isso a preparação para a Páscoa é para estarmos prontos a observar, a tomar o pão e o cálice da Páscoa, de uma maneira indigna. Mantenham outra marcação aqui em 1ª João, quando o primeiro livro João, porque vamos voltar aí, e então vamos então agora a um coríntios, versículo 11, onde estávamos há pouco.

Primeiro coríntios, capítulo 11, perdão, primeiro coríntios, capítulo 11, versículo 28. Diz assim, examinos pois o homem assim mesmo e assim coma do pão e beba do cálice.

É uma examinação para comermos. Não é uma examinação para ficarmos desanimados, desencorajados, deprimidos e dizer-o, não posso tomar a Páscoa. Precisamos de tomar a Páscoa, porque Deus nos perdoou, porque Cristo nos perdoou, nos limpou. Temos que ter fé, uma das condições do Batismo é fé. Fé do que o sacrifício Dele é suficiente, é tão grande, é suficiente para pagar todos os nossos pecados. Precisamos ter fé nisso.

Continuando, então, no versículo 29. Pois quem come e bebe sem discernir o corpo, o valor do sacrifício de Cristo, come e bebe juízo para si. Temos que discernir, temos que compreender o valor do sacrifício de Cristo. E, então, quando discernimos o corpo de Cristo, quando discernimos o que Ele fez para nós, porque nós não somos dignos, mas Ele fez-nos de graça, então temos a fé e temos esta atitude, de gratitude, gratos, a ação de graças pelo que Jesus Cristo fez para nós. Cristo é o nosso Salvador, queridos irmãos, é só por Cristo que podemos estar aqui. Temos que reconhecer isto.

Por isso temos que reconhecer de discernir bem o corpo de Cristo. Mas, esta parte do versículo 29 tem um outro significado também, porque temos que discernir que nós somos parte do corpo de Cristo.

Sim, porque fomos batizados para o corpo de Cristo, para a igreja de Deus, que é o corpo de Cristo. E temos que discernir o corpo de Cristo, por isso nós somos parte do corpo de Cristo falando espiritualmente. E por isso temos que ver de discernir o que somos. Nós somos carne pecaminosa.

Que estamos arrependidos e que agora fomos redimidos. Isto é, fomos comprados por um preço enorme. O preço foi a própria vida de Deus, do verbo de Jesus Cristo, e que agora somos partes do corpo de Cristo, como membros do corpo de Cristo, membros da igreja de Deus. Através do Espírito Santo, que agora temos.

E por isso precisamos de agora estar muito sérios acerca desta responsabilidade de manter o corpo de Cristo limpo. Porque se nós não vamos nos manter limpos, se nós vamos nos tornar imundos, vamos ser rejeitados do corpo.

É como fazer uma pessoa magoar, assim, estar a trabalhar na madeira, e magoar, se ter um bocadinho de madeira a entrar assim para o dedo. Essa bocadinho de madeira fica infetado, e então é rejeitado do dedo e sai. Se nós não nos mantermos limpos, vamos ser rejeitados do corpo de Cristo. Por isso temos que discernir o corpo. Diz assim, pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si próprio. Nós somos parte do corpo de Cristo. Lembremos que Deus nunca nos deixa, Deus nunca nos deixa, mas nós fizemos um compromisso ao Batismo. Por isso é que é um assunto muito sério e o Batismo. Temos que contar o custo. É um compromisso para a vida eterna. Deus nunca nos deixa. Por isso essa decisão está simplesmente nas nossas mãos. Temos que agora observar as leis de Deus, mantermos limpos, mantermos na luz. Vivermos sem pecado. Sim, compreendemos que de vez em quando tropeçamos, mas não estou a falar a viver de uma maneira habitual pecaminosa. Estamos a falar de que vivemos de uma maneira habitual sem pecado. Há um terceiro ponto que o significado deste versículo também pode ser representado. O primeiro ponto é, versículo 29, pois como calm e bebe sem discernir o corpo, discernir o corpo de Cristo, sim, porque nós não somos dignos, e se foi o primeiro ponto que expliquei há pouco, o corpo de Cristo, que é o preço de que Ele deu a Sua vida, Seu sacrifício. É um preço enorme. Por isso temos de discernir, compreender esse preço. O segundo ponto, temos que ver que nós somos parte do corpo de Cristo. Ver o que somos. Somos carne pecaminosa, com inclinação para a carne, mas temos que estar inclinados para o Espírito. Como Paulo explicou em Romanos, temos de estar inclinados para o Espírito, viver uma vida limpa. Mas também, o terceiro ponto aqui, é que temos que ver não só o que somos, mas o que fazemos, ou dizemos, ou fizemos, ou dissemos aos nossos irmãos, e que possivelmente podemos ter magoado os nossos irmãos. E por isso, temos que discernir o corpo, discernir como magoamos os nossos irmãos, pela maneira do que fizemos, ou do que dissemos, sem intenção. Mas temos que estudar e meditar e ver, tratamos pessoas mal, dissemos coisas de uma maneira que as pessoas ficaram magoadas, sem intenção de fazer mal. Mas porque somos seres humanos, não ainda não somos perfeitos, estamos a caminhar para o caminho, para virmos a ser perfeitos, mas não somos perfeitos, tropeçamos. Ainda temos pecados, como lemos há pouco, em João. Não é que andamos na escuridão, andamos na luz, comprometemos ao terceiro a Deus, mas, vez em quando tropeçamos, dizemos umas coisas que às vezes magoam. Então diga às vezes coisas que magoam. Diga às vezes coisas que magoam a minha mulher. Diga às vezes coisas que magoam aos meus filhos. E, então, o que eu tenho que fazer? Tenho que me arrepender, porque não sou perfeito. Tenho que me examinar, tenho que discernir o corpo, o corpo de Cristo, que são os nossos irmãos também, são parte do corpo. E, por isso, temos que pedir perdão e temos que perdoar e temos que reconciliar uns com os outros, mesmo que os outros nos magoam, estamos reconciliados com eles. Vejam comigo, se faz favor. Novamente, mantenham uma marcação em primeiro coríntios, mas venham, então, aqui, a primeiro João, onde tinha a marcação há pouco. Ver, no capítulo 2, versículo 5. Acabámos de ler há pouco o versículo 4. Agora continuamos a ler versículo 5. Aquel, entretanto, que guarda a Sua palavra, guarda a palavra de Jesus Cristo, nele verdadeiramente, tem sido aperfeiçoado o amor de Deus. Nisto sabemos que estamos nele.

Cris irmãos, vemos o amor de Deus a ser aperfeiçoado em nós? Sim, porque óbite-se nas leis de Deus, é amor de Deus. Vemos este amor a ser aperfeiçoado em nós? O amor de Deus tem que ser aperfeiçoado em nós, porque diz aquele, entretanto, que guarda a Sua palavra, guarda os mandamentos de Deus, guarda as instruções de Jesus Cristo. Obtecemos, acreditamos nele e, por isso, guardamos o que Ele diz. Verdadeamente, tem sido aperfeiçoado no amor de Deus. Estamos a ser aperfeiçoados com o amor de Deus? No amor de Deus?

Nisto sabemos que estamos em Cristo. Nisto sabemos que somos cristãos.

Infelizmente, cris irmãos, muitos não se estão a aperfeiçoar neste amor de uns para com os outros.

Mantenham-o a marcação em João. Voltemos novamente à marcação que tínhamos em Coríntios. Um Coríntios. Acabamos de ler versículo 29. E vamos então agora ler do versículo 30, do primeiro Coríntios, capítulo 11. Eis a razão porque há entre vós muitos fracos e doentes e não poucos que dormem.

Eis a razão porque há entre vós muitos irmãos que estão doentes, que estão fracos, estão doentes e não poucos irmãos que morreram.

Porque nós estamos a discernir o corpo de Cristo. Isto é os nossos irmãos? Isto é a terceira coisa que eu disse, que é o significado aqui deste versículo 29, onde diz, sem discernir o corpo. Portemos discernir o corpo, que isto é os nossos irmãos, que estão no corpo de Cristo. Por isso, versículo 31. Porque se julgássemos a nós, mesmos, não seríamos julgados. Se fizéssemos esta alta examinação a nós próprios, não vamos ser julgados. Por quê? Porque vamos nos ver, vamos examinar nós próprios, vamos ver onde estamos a tropeçar, onde estamos a fazer coisas incorretas, ou dizer coisas incorretas, estamos a examinar. Então, julgamos a nós próprios, examinamos a nós próprios, julgamos a nós próprios, e por isso não vamos ser julgados.

Versículo 32. Mas, quando julgados, mas de facto não nos examinamos a nós próprios, mas se Deus nos vai julgar, vai nos corrigir, vai nos dar uns açoiteszinhos, digamos assim, quando julgados, somos disciplinados pelo Senhor. Por quê? Para não sermos condenados com o mundo.

Então, se recebemos esta disciplina, esta correção, que às vezes nos magoa e nos dói, e que começamos a ficar melhores pessoas, e nos julgamos a nós próprios pela alta examinação, e que começamos a ficar melhores pessoas, Jesus Cristo vê que estamos, de facto, comprometidos a continuar a viver, a andar neste caminho da luz. E, então, nos perdoa, porque temos um advogado, para nos perdoar que é Jesus Cristo, o nosso sumo sacerdote. Então, como é que podemos fazer esta alta examinação? Deus nos dá simbolismos físicos, que quando os praticamos, vemos lições espirituais. Um dos simbolismos mais importantes desta estação, é o simbolismo de tirar o fermento das vossas casas. Vejam comigo, se faz favor, em Exodus capítulo 12. Exodus 12. Exodus 12 capítulo. E vamos ler versículos 17 a 19.

12 de 17 a 19. Guardar, pois, a festa dos pães asmos, porque neste mesmo dia tirei vossas hostes da terra do Egito, portanto, guardarei este dia nas vossas gerações, por sítio de propeto. Desde o dia 14 do primeiro mês à tarde. Isto é, antes do pôr-do-sol, ao fim do dia 14. Comerai-se pães asmos até a tarde do dia 21. Até ao fim do dia 21. Do mesmo mês. É por sete dias. Por sete dias. Ao fim do dia 14. Isto é, começar do dia 15. Ao pôr-do-sol, ao fim do dia 14. Começar o dia 15. Por sete dias. Até ao fim do dia 21. Não se acha nenhum fremente nas vossas casas, por qualquer comer pão levadado será eliminado da congregação de Israel quando pregrino, tanto pregrino como o natural da terra. Sete dias sem fremente da casa. Por isso é preciso tirar o fremente da casa. Agora, queridos irmãos, observem isto. Se vocês estão ou têm estado a observar, os dias sem fremente reconhecem que isto é um trabalho bem grande. Algumas pessoas dizem, ah, mas isto não é necessário no Novo Testamento. Ah, sim, é necessário no Novo Testamento. Vejam comigo, se faz chavô, em Atos capítulo 20. Em Atos capítulo 20.

Atos do Vigésimo capítulo, vença aqui, cerca do ano 56 da Era Corrente. Isto é cerca de 35 anos depois de Cristo ter sido sacrificado. Atos capítulo 20, versículo 6. Depois dos dias dos pães asmos, navegamos de filipos e em cinco dias fomos ter com eles naquele porto etc. Por que Paulo usou depois dos dias dos asmos? Por que? Porque estavam a observar os dias dos asmos. Por isso, observaram os dias dos asmos e depois disso. E depois desta estação, então fizemos isto e aquilo. Como hoje em dia nós, cristãos, que observamos os dias dos asmos, falamos. Bem, antes da testa ou depois dos dias dos asmos, fizemos isto e aquilo. Por que? Porque estamos a observar os dias dos asmos. Os apóstolos e a igreja do tempo ou da era do novo testamento guardaram os dias asmos. Vejam, então, a instrução de Paulo a cerca dos dias asmos no primeiro capítulo de Coríntios. Capítulo 5. Primeiro livro de Coríntios. Capítulo 5. Vigemos, então, a começar do versículo 7 e 8.

Lançar fora o velho fermento... Perdão, desculpe. Lançar fora o velho fermento para que sejais nova massa. Por que eu estou a usar este simbolismo de tirar o fermento? Como sois, de facto, sem fermento. Isto é, tirar para fora o velho fermento, falando de maneira espiritual, para que sejam uma nova massa, de uma maneira espiritual, como sois, de facto, sem fermento, de uma maneira física. É um simbolismo físico para vos dar um significado espiritual para nos lembrar, para nos dar lições. Pois também Cristo, o nosso cordeiro Paschual, foi imulado. Por isso, no ciclo oito, selebremos a festa, a festa dos asmos, não com o velho fermento.

Qual é o velho fermento? O velho fermento é do homem velho, que foi sepultado ao batismo, nem com o fermento de pensar mal, que se está da maldade, ou de fazer mal, isto é, da malícia, e sim com os asmos, da sinceridade e da verdade. Então qual é o simbolismo do fermento, queris e irmãos? Vejam no mesmo livro, no versículo 2, diz assim, e contudo andais vós em sobreversidos, orgulhosos, e não chegar estes a lamentar, para que fosse tirado do vosso meio, quem, tamanho, ao traje praticou?

Vocês andam em sobreversidos, está a falar aqui das pessoas da igreja, que estavam em sobreversidos, estavam orgulhosos, porque estavam a deixar esta pessoa com pecado entre eles, e por isso achavam-se que eram pessoas que tinham capacidade de perdoar muito, porque deixavam a pessoa com pecado entre eles. Não, não, não, não, não, não, não, não. Levemos ter esta imoralidade entre eles. Não, a imoralidade é incorrecta, tem que parar o pecado.

O pecado da imoralidade tem que ser posto de fora, como ele disse no versículo 1. E depois vejam aqui no versículo 6 e 7. Não é boa a vossa jactância, não é bom o vosso orgulho. Não sabeis que um pouco de fermento, levada a massa toda, está a usar o simbolismo do fermento, a comparar o fermento que faz a massa crescer, a subir. Está a comparar isso com o orgulho. O orgulho, esta ejectância, este é um sobrepecimento que é uma pessoa soba, cresça, fica grande mais mentalmente, porque são orgulhosos na cabeça. E por isso está a explicar o significado do fermento espiritualmente.

É um simbolismo de uma pessoa que não devem se ter esta atitude pecaminosa, esta atitude de orgulho, de se sentirem mais importantes que outras pessoas. Então, o que é o fermento? O fermento é um aditivo à comida que causa o pão, bolos e produtos de massa, assim, xarem, a subirem, a levedar.

O fermento mais comum de fermentação, ou digamos assim, o agente mais comum de fermentação, é o fermento em pó ativo, já o momento conhecido como pó real. Encontraste com a levadora de cerveja que é inativa. A levadora de cerveja não é um fermento ativo. Por isso estamos a falar de fermentos ativos. Outros produtos de fermentação são, por exemplo, o bicarbonado de sódio, o pirofusfato ácido de sódio, o fusfato monocalcico, o creme tártaro e o bicarbonado de potássio. Sistos são exemplos. Não é uma lista completa, mas dá uma ideia do que é o fermento.

Uma pessoa precisa, por isso, ler a lista de ingredientes quando compramos coisas para ter conhecimento se um produto tem fermento ou não. Qual é a lição? A lição aqui é que precisamos de meditar nas nossas ações do que fazemos para ver se as nossas ações não têm ingredientes de pecado. Quer dizer, irmãos, há muitas lições espirituais de tirar o fermento.

Por exemplo, na nossa casa... Estou a falar agora da nossa própria situação. Cada pessoa, situação, será diferente. Mas, porque temos uma vida muito aterefada e várias coisas a fazer, nós começamos a fazer a limpagem de tirar o fermento cerca de umas quatro semanas, pode ser mais, pode ser menos, dependo das atividades desse ano, antes da páscoa. Praticamente começamos a tirar o fermento um mês antes da páscoa. Começamos em várias partes da casa.

Fazemos dias assim em fados. Certas partes da casa depois já estão sem fermento. E, por isso, não levamos comidas com fermento para essas partes da casa. E, por isso, temos que considerar o que está debaixo do nosso próprio controle. Incluindo, por exemplo, o nosso carro. Pois, porque às vezes comemos comida com fermento dentro do carro durante o período do ano. E, por isso, temos que limpar o carro, tirar esse fermento. Temos que limpar os carpets, procurar, usar com o aspirador e tirar, por exemplo, dos assentos e espaços pequenos onde o fermento se esconde.

Como as pessoas dizem, ah, mas isso é um exagero. E, por isso, irmãos, temos que tirar o pecado. E a atitude que nós temos disso demonstra muito o adeus, qual é a nossa atitude, simbolicamente, de tirar o pecado à nossa vida. Temos que tirar o fermento, por exemplo, da mala que nós levamos para o nosso emprego. Porque, às vezes, podemos pão ou coisas com o fermento dentro da nossa mala. Temos que limpar, por exemplo, a nossa área onde nós trabalhamos, no nosso emprego. Porque, às vezes, comemos nessa área. Talvez comemos em cima do... O perto do nosso computador, do teclado. E temos que limpar essa área toda. Temos que limpar o nosso frigorífico. E, por isso, essas coisas todas, a leva tempo. Temos que fazer isso em avanço. Em avanço, temos que organizar as nossas dietas para comer essas comidas que tenham levadura, antes dos dias asmos, para que não estejamos a deitar comida fora. Queres irmãos, é importante lembrar que o fermento não é pecado. O fermento não é pecado.

O fermento é simplesmente um simbolismo durante os dias asmos. E, por isso, é um simbolismo de tirar o fermento antes dos dias asmos, porque isso, então, tem um significado espiritual que demonstra a nossa atitude, dessa tarefa de tirar o fermento, de tirar simbolicamente o pecado da nossa vida. E, por isso, isso nos ajuda a pensar e a meditar de como tirar o simbolo do pecado, o pecado da nossa vida.

Às vezes, também, não podemos tirar o pecado completamente à nossa casa, digamos assim. Por exemplo, estamos casados e a pessoa como estamos casados não é crente e essa pessoa não guarda os dias asmos. Por isso, não temos que estar a forçar uma coisa ou outra pessoa, a não ser que está clara essa pessoa, esteja disposta a também o fazer consigo. E, por isso, temos que ter certas acomodações em paz e amor. Mas o que está à parte ou à área que está diretamente debaixo do nosso controle, na nossa vida, isso, então, temos que tirar o fermento. O simbolismo é que estamos no mundo, queridos irmãos, e, por isso, embora não sejamos parte do mundo, mas estamos no mundo, temos só controle no que nós temos controle. Por isso, quando fazemos esta limpagem, entendemos como o pecado se esconde em todos os lugares.

Esconde estas migalhas, estão escondidas em milhares de lugares. E esta examinação detalhada física ajuda-nos a entender que, espiritualmente, o pecado está em todas as partes da nossa vida. E temos que analisar tudo o que fazemos, tudo o que dizemos, tudo o que pensamos.

São migalhinhas de pecado na nossa cabeça, que temos de tirar. Às vezes acontece, já nos aconteceu a nós, muitas vezes, na nossa família, na nossa casa, que tiramos todo o fermento. Tiramos todo o fermento e então estamos a observar os dias asmos. E no meio dos dias asmos, então encontramos mais fermento em casa. Isto é uma lição, outra lição muito interessante, porque pensamos que tiramos todo o fermento. Isto é todo o pecado da nossa vida e depois, mais tarde, alguém nos diz como, talvez, nós os tenhamos magoado. E então vemos que não tínhamos tirado todo o fermento da nossa vida e temos que pedir perdão e temos que nos arrepender. E por isso é bom, talvez seja uma boa ideia, de fazer um dia de jejum antes da páscoa e de os dias asmos. Isto será, talvez, uma boa atividade para pedirmos a Deus, para nos ajudar, para nos abrir os olhos, como se recorde, para podermos ver os nossos pecados escondidos em nós, que nós não conseguimos ver.

Ou que não reconhecemos. Por exemplo, estudem gerimias capítulo 10 versículos 23 e 24, para ver como a nossa mente, por natureza, da sua maneira somos pecaminosos e temos que evitar esta, esta, esta maneira de pensar, que nós temos bem engravadas na nossa mente e temos que mudar. E isso leva tempo. Mas estamos a andar na luz. Porque queremos, estamos comprometidos a andar na luz. Queremos obtecer às leis de Deus. Mas conforme o fazemos, encontramos, o que há as coisas, de vez em quando. E então temos o advogado para nos portuar. Sim, este processo, que os irmãos, é doloroso. Este processo é difícil. Sem tirar o fermento, é uma obra difícil. Mas tirar estes pensamentos, estas ideias, estas migalhinhas de pecado nas nossas mentes, também é doloroso. Às vezes, quando a pessoa diz-me, mas tu fizesse isto a mim, eu aguaste-me. Quando as pessoas dizem isto, a nós, é doloroso. É difícil. De nós engolirmos isto e aceitarmos e pedirmos perdão e vermos que temos mudar. Mas, queridos irmãos, vem como Deus sabia o que estava a fazer, quando os deu este simbolismo de tirar o fermento, porque é um simbolismo tão realístico.

E, por isso, queridos irmãos, há tantas áreas de pensar e meditar, enquanto tiramos o fermento ou quando os joamos para preparar-nos para a páscoa. Por exemplo, temos o fermento, digamos assim, e, em outras palavras, temos pecado na maneira que tratamos o nosso esposo ou a nossa esposa. Como é que está a nossa relação matrimonial? Está bem? Estamos a mudar? Estamos comprometidos a não cometer adultério e estamos a amar o nosso esposo e a nossa esposa da maneira correta? 100% comprometidos ao compromisso que fizemos quando os casamos?

Precisamos de nos mudar para melhorar a nossa condição familiar?

E com os nossos filhos, como é que os tratamos? Tratamos com humor e carinho?

Como é que estamos a educar os nossos filhos na maneira de viver de Deus? Estamos a educá-lo gentilmente e com amor e carinho? Como é que os tratamos? Temos todos os nossos pensamentos em catividade?

Queria dizer-me, irmãos, esta atividade física do Jujum, ou esta atividade física de tirar o fermento, é simplesmente uma lembrança de lições espirituais. E por isso precisamos usar esta oportunidade, este tempos de período, antes da páscoa, para nos prepararmos, para estarmos com uma atitude de uma maneira bem examinada, bem digna. Não é que somos dignos, não, não somos dignos, mas precisamos estar de uma maneira digna. Aperante Deus a dizer, eu estou a procurar as coisas, ou vi tantas coisas erradas. Bem, vamos continuar a andar com a ajuda de Deus, como se recorde a Deus, ajude-me a Deus a viver de maneira melhor. Vou tentar a continuar, estou a andar na luz. Sim, tropecei tanto. Não sou digno, mas só sou digno por causa do sacrifício de Cristo. Mas vou continuar a andar na luz. Mas precisamos lembrar que estamos numa guerra espiritual. É uma limpeza espiritual que precisamos fazer. Sim, as coisas físicas são só uma lição para nos lembrar. Por quê? Porque somos pessoas físicas. E por isso, esses simbolismos físicos são para nos lembrar. Vejam comigo que se faz favor no segundo livro de Coríntios, Capítulo 10, versículos 3 a 5.

Por quê? Embora andando na carne. Não militamos segundo a carne. Sim, estamos na carne. Estamos vivemos na carne. Somos seres humanos físicos. Mas não militamos segundo a carne. Não estamos inclinados para as coisas da carne. E a nossa guerra não é para a carne. Não é uma guerra de ir, por exemplo, a uma nação e lutar contra as pessoas. Não, não estamos a fazer isso. Porque as nossas armas da nossa milícia, as nossas armas da nossa guerra não são carnais. Não são uma AK-47 ou uma metralladora ou coisa assim. Não, mas sim, poderosas. As nossas armas são poderosas em Deus para destruir fortalezas. Fortalezas na nossa mente. Anulando nós sofismas. Por que são os sofismas? São argumentos. Um sofismo é um argumento capcioso com que se pretende enganar ou fazer calar o adversário. Um sofismo é dar uma aparência da verdade a uma acessão que se sabe que é falsa.

Por isso temos que anular os sofismas. Sofismas que as pessoas têm a dizer, oh, não preciso de obter as leis de Deus. Oh, não preciso de observar o sábado. Oh, não preciso de observar os dias santos de Deus. E são sofismas porque as pessoas sabem que de facto devem de obter. Mas fazem estes argumentos capciosos que pretendem enganar ou fazer calar o adversário. Queridos irmãos, temos que destruir estas fortalezas, temos que anular os nossos sofismas e toda a altivés, todo o orgulho, toda esta fermentação, digamos assim. Mental, esta altivés mental, este subimento, este crescimento mental, este orgulho mental, que se levante contra o conhecimento de Deus e levando cativo todo o pensamento à obdiência de Cristo. Tal como Cristo obteceu as leis de Deus, nós temos que estar na mesma obdiência.

Isto é exatamente o que nós temos que vencer, este orgulho intelectual, este fermento espiritual, que precisa ser dominado e ser posto cativo à obdiência de Cristo, tal como Cristo obteceu.

Então, voltando a 1ª João, onde estávamos há pouco, 1ª João capítulo 2, versículo 6, acabamos de ler versículo 5 há pouco, que, como ele disse, sabemos que estamos nele, porque estamos a aperfeiçoar o amor de Deus, e diz assim, versículo 6, Aquel que diz que permanece nele, aquel que diz, noutras palavras, que é cristão, essa pessoa também deve andar assim como ele andou, devemos andar como Jesus Cristo andou.

Jesus Cristo não pecou. Perdão. E por isso nós não devemos te pacar. Temos que andar como Ele andou. Ele obteceu as leis de Deus, nós devemos andar como Ele andou. Obtecendo as leis de Deus. E os leis de Deus nos ensinam o que é amor, para nós sermos aperfeiçoados no amor de Deus.

No caminho de obdiência, como o hábito de viver. Continuando, no mesmo livro, no mesmo capítulo, a ler no versículo 9. Aquel que diz estar na luz, e odeia-o a seu irmão até agora estar nas trevas. Aquel que ama a seu irmão, pertence-se na luz, permanece na luz, e nele não há nenhum tropeço.

Ou escândalo. Versículo 11.

Bem, não, não, não, não. Para aí. Por isso temos que andar na luz.

Queridos irmãos, há muitas outras perguntas para a nossa alta examinação ou alta meditação. Por exemplo. Sei e conhece e acredito que Deus me ama realmente. Deus já demonstrou o seu amor para nós. Porque Jesus Cristo morreu para nós. Vejam comigo, no mesmo livro de 1 João, capítulo 4. Capítulo 4. Vamos ver algumas páginas à frente, onde estávamos há pouco. Primeiro João, capítulo 4, versículo 8. Aquel que não ama, não conhece a Deus, pois Deus é amor.

Nisto se manifestou o amor de Deus em nós, em ver Deus enviado o seu filho unigênito ao mundo para vivermos por meio dele. Só podemos viver, só temos esta reconciliação para podermos viver a vida eterna, por meio de Cristo, porque é de graça. Versículo 10. Nisto consiste o amor. Não em que nós tenhamos amada Deus, mas em que Ele nos amou e enviou o seu filho com propiciação pelos nossos pecados.

Conheço, então, acredito que Deus realmente me ama.

E seu amor, e seu reconheço a Samoa, então reconhece e aperci o, então, o sacrifício de Jesus Cristo, que Ele nos deu de graça e que é suficiente para nos perdoar de todos os nossos pecados, dos maiores que sejam.

Então, se eu reconheço isso, como é que eu estou a responder a esse amor?

Versículo 11. Amados, se Deus de tal maneira nos amou, devemos nós também amar uns aos outros. Estou a servir, a amar os meus irmãos, com carinho, a servir, a ser um servente para eles? Como servimos aos irmãos?

Aqui está o outro exemplo para nós praticarmos antes de comermos o pão e tomarmos o calis de vinho durante a páscoa, que é o exemplo do lava-pés, durante a cerimória da páscoa do novo testamento.

Vejam, então, aqui, mantenham o dedo em João. Então, veremos, então, no livro de João capítulo 13. Livro de João capítulo 13.

Versículo 2.

Acabada a seia. Em certas bíblias diz, traduções diz durante a seia. Mas, na almaira corrigida e fiel, vejo claramente que era acabada a seia.

Tendo já o dia aposto no coração de Judas, os cariotes filhos de Simão, que traí-se Jesus, continuando, então, no versículo 4.

Levantou-se da seia. Acabou a seia, depois, ele levantou-se, tirou a vestimenta de cima e tomando uma toalha, se enginhou-se com ela, depois, deitou água na bacia e passou a lavar os pés aos discípulos e a enxugar-lhes com a toalha. Lavou e enxugou. Lavou simbolicamente, representando um simbolismo do batismo.

E enxugou simbolicamente para poder a uma pessoa andar e viver uma vida nova reconciliada, uma vida nova. Mas notem o exemplo de humildade de Cristo. Ele humilhou-se, assim, próprio, para fazer uma obra que era uma obra servil de um servente, de lavar os pés.

O matitudo de serviço humilde. Vejam, então, no versículo 15. João 13.15. Porque eu vos dei o exemplo para que, como eu vos fiz, facei vós também. Devemos fazer também uns aos outros, lavar pés. Mas é um matitudo de serviço humilde, não é de orgulho.

Fazemos-vos aos outros, perdoamos-vos aos outros, reconciliámos-vos aos outros. E, por isso, vou-vos dar outra pergunta para a nossa própria alta examinação. Tenho uma atitude gratitude pelo que Jesus Cristo fez por nós, e tenho uma atitude de amor e de serviço como Ele fez por nós?

Talvez um bom estudo antes da páscoa é ler-o os evangelhos, ou pelo menos um dos evangelhos, ou pelo menos, menos, menos, menos mínimo, ler os capítulos 13 a 19 de João. Outra pergunta que tenho acerca da nossa alta examinação. Temos um entendimento correto do que é crer em Cristo?

Quando é que vamos chegar ao ponto em que claramente compreendemos e vemos obdiência atrás da palavra crer?

Sim, pois crer é obtecer.

Sempre que a Bíblia diz crer, vemos a responsabilidade da crença, que é obdiência.

Quando acreditamos em que alguma pessoa diz, fazemos o que eles dizem. Quando acreditamos em que o que Jesus Cristo diz, quando queremos nele, obtecemos a Ele.

Vejam então a 1 João, capítulo 5, onde estávamos abocado. O primeiro livro de João, capítulo 5. Vejam então, versículo 1. Todo aquele que crê que Jesus é Cristo, por isso quando queremos, obtecemos e fazemos o que ele diz para nos fazer, aquele que crê é aquele que obtece, aquele que crê que Jesus Cristo é Cristo, é nascido de Deus. E todo aquele que ama, porque obtecer em ele é amor, não é? As leis de Deus são amor, aquele que ama, ao que o gerou, o que é que nos gerou como filhos e filhas de Deus? Foi Deus o Pai. Aquilo que ama ao Pai, por isso obteça ao Pai, obteças leis do Pai, de Deus, aquele que ama o que gerou, também ama, ao que Deus é nascido. Isto é ama os nossos irmãos cristãos. Disto, conhecemos que amamos os filhos de Deus, quando amamos a Deus e praticamos os seus mandamentos. Isto é crer, aquele que crer, que Jesus Cristo é Cristo, é nascido Deus, e por isso ama a Deus, e nós conhecemos que amamos os filhos de Deus, quando amamos a Deus e praticamos os seus mandamentos. Porque este é o amor de Deus que guardamos os seus mandamentos, ou os seus mandamentos não são penosos, não são difíceis, não são sacrifício.

E por isso, um bom estudo antes da Páscoa será estudar e meditar acerca dos 10 mandamentos, e ver como é que eu estou a apesecer a esses 10 mandamentos, e ver a amplificação dos 10 mandamentos de uma maneira espiritual. Querido irmãos, não devemos descer pecadores. Isto é pessoas que habitualmente vivem em pecado. Mas, aliás, devemos ser filhos e filhas de Deus. Porque aquele que crê é nascido de Deus. Ainda não nos vemos, mas vamos nascer quando fomos os solicitados, mas é que para Deus é como se já tivesse acontecido, porque estamos a obter as leis de Deus e amamos a Deus.

Por isso, queridos irmãos, temos que vencer esta guerra espiritual contra a nossa fraqueza humana, contra o que somos, contra o mundo, continuando então no versículo 4 e 5. 1 João 5, versículo 4 e 5. Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo, e esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé.

Porque a nossa fé.

É uma ação de crença, e esta é nossa fé. Fé demonstra que acreditamos nele, e porque acreditamos nele, fazemos o que ele diz para nós fazermos, e por isso é a nossa fé. Por isso, a minha pergunta que eu fiz.

Quando é que chegamos ao ponto em que claramente compreendemos e vemos a obdiência atrás da palavra CREER, atrás da palavra FÉ? Versículo 5. Um João 5, versículo 5. Quem é o que vence o mundo, senão aqueles que CREE SER Jesus, o Filho de Deus? Senão aquele que CREE SER Jesus, o Filho de Deus? Vencemos o mundo. Porque acreditamos nele e provamos essa crença para a nossa obdiência? E vencemos o mundo, vencemos a Satanás, vencemos esta guerra. Porque aqueles que vão estar no rei de Deus são os vencedores. Há uma guerra de fé. Temos que nos manter fiéis. Sim, temos pesos. Temos dificuldades. Temos testes. Temos aflições.

Então, fazendo esta preparação física, queridos irmãos, mental e espiritual, nos ajuda a estar prontos para guardarmos a páscoa de uma maneira digna. Como disse, queridos irmãos, a páscoa é uma renovação do nosso compromisso que fizemos ao Batismo. Por isso é necessário aqueles que observam a páscoa que tenham sido batizados.

Mas, além disso, vejam comigo se faz favor em Exodus 12. Exodus 12.

Por ciclo 43 a 45.

Exodus 12. 43 a 45. Disse mais o Senhor a Moisés e a Arão, esta é a ordenança da páscoa. Nenhum estrangeiro comerá dela.

Porém, todo escravo comprado por dinheiro depois de ter circuncidado comerá dela. Isto é a páscoa do antigo Israel era só para os que tinham sido circuncidados. Circuncisos. O estrangeiro e o assalariado não comerão dela. Por quê? Porque não foram circuncisados. Podiam ser sorrisados se se se cometessem a essa a essa a essa nação. Mas, queridos irmãos, o que é que se tem a ver com nós, com nós, cristãos? Vejam comigo se faz favor Romanos capítulo 2. Romanos capítulo 2.

Romanos capítulo 2, versículo 28 e 29. Porque não é a Judeu quem o é apenas exteriormente. Não é circuncisão a que é somente na carne. Porém, Judeu isto é o verdadeiro cristão. É aquele que o é interiormente. E circunciso a que é do coração.

No espírito, não segundo a letra, e cujo louvor não porcede os homens, mas de Deus. É Deus que diz, estás circuncisado. Por que? Porque Deus diz sim. Está circuncisado. Por que? Porque diz, porque tu, como homem ou como mulher, comprometeste a obedecer às leis de Deus, poseste as leis de Deus no teu coração. Esta é a nova aliança. Fizeste este compromisso ao batismo. E quando fizeste isto, e recebeste a imposição das mãos, e recebeste o Espírito Santo, tens o Espírito Deus no Espírito, no coração. E por isso, com o Espírito Deus, agora, és um cristão verdadeiro, e não estás inclinado a carmas, estás inclinado a... ao Espírito. Por isso, a páscoa é uma renovação deste compromisso ao batismo. É uma renovação dessa circuncisão espiritual que é representada pelo batismo. Que é feita no coração quando nos comprometemos a obtecer a Deus. Por isso, para observarmos a páscoa, temos que ser verdadeiros cristãos, batizados da maneira correta, da maneira correta.

Para o corpo de Cristo. Pela autoridade de Cristo, é o nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. No nome da família de Cristo. Porque aqueles que vão aceitar o sacrifício de Cristo, são os que receberam o sacrifício anteriormente, com as condições do batismo e mudaram e fizeram o compromisso a uma vida nova e fizeram esta nova aliança.

Então, esses são os que, continuando a ler em João capítulo 6, o 6º capítulo de João, 6º capítulo de João, Ler versículo 51.

Eu sou o Pão vivo que desceu do céu.

E se alguém dele comer, quando comemos aquele Pão durante a páscoa, simbolicamente que representas os Cristo, aquele que comer o Pão, que simbolicamente representas os Cristo, viverá eternamente o Pão que oderei pela vida do mundo, é minha carne.

E por isso Cristo vive em nós.

Versículo 53. Vos responde-os hoje. É verdade, é verdade, vos digo. Se não comer-os a carne do Filho do homem e não beber-os o seu sangue, é o que fazemos durante a páscoa. Tomamos o Pão e o sangue, mas temos que estar circuncisados espiritualmente. Primeiro. Não tendes vida é nós mesmo. Não tendes vida é nós mesmo. Vejam comigo então no versículo 58. Este é o Pão que desceu do céu, em nada semelhante àquilo que os vossos pais comeram, o Maná. Mas este é o Pão que desceu do céu, que é Jesus Cristo que desceu do céu, se tornou Jesus Cristo que era o verbo, se tornou Jesus Cristo morreu por nós e que nós tomamos desse Pão durante a páscoa que simboliza Jesus Cristo. E então esse Pão é Jesus Cristo viver em nós, vivermos então uma vida na luz, uma vida limpa.

E com tudo morreram, veja que este é o Pão que desceu do céu, é nada semelhante àquilo que os vossos pais comeram e com tudo morreram, mas quem comer este Pão? O Pão simbolizado pela páscoa viverá eternamente. E por isso precisamos de comer este Pão de uma maneira digna. Queridos irmãos, que Deus vos ajude na vossa preparação para a páscoa, para observarem a páscoa de uma maneira digna.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).