O Cordeiro Pascal

Páscoa

Jesus Cristo é o nosso Cordeiro Pascal. Compreendemos o significado completo desta grande benção de Deus para nós? Este sermão descreve este tema em maior detalhe.

Transcrição

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Bom, dee-o a boa tarde, queridos irmãos, aqui, a Josh Campos, falando-vos de Sansanete. Todos nós, provavelmente, nos lembramos, quando éramos pequenos, de certas histórias bíblicas que as nossas famílias nos tenham lido. Por exemplo, uma das histórias que possam ter lido a si, teria sido a história dos Israelitas, a saírem do Egito, e atravessarem o Mar Vermelho. Então, se lembra que, nesse período, quando era jovem, como lhe contaram a história, do Cordeiro, que o Cordeiro tinha sido matado, e o sangue do Cordeiro tinha sido exposto nas portas das casas, nas portas das ombreiras e na verga, nas partes de lado e na parte de cima das entradas. E, como Deus, então, passaria por cima, passaria por cima, é importante este termo passar por cima, passaria por cima das casas que tivessem o sangue, nessas portas da entrada, isto é, nas duas ombreiras e na verga. Mas, nas casas que não tivessem o sangue, o primogênito dessa família, dessa casa, ou todos os primogênitos nessa casa, que não tivessem o sangue do cabrito, então morreriam durante a noite, cerca da meia-noite. E, provavelmente, nós, como jovens, quando ouvimos esta história, talvez não tenhamos realmente entendido a importância do significado deste, desta história, e, além disso, a importância do significado desta história para nós, hoje em dia. Mas, simplesmente, pensámos, ou talvez ainda pensámos, que era uma história interessante. E, por isso, querido irmãos, hoje o meu tema é de analisar brevemente este acontecimento, e ver como é importante para nós, hoje, e particularmente, como nós nos devemos preparar, fisicamente, mas também ainda mais importante, espiritualmente, para este acontecimento, para o significado, para a celebração do significado, deste evento. Isto é importante, querido irmãos, porque afeta a nossa futura vida eterna. Sim, afeta a nossa futura, a tua futura e a minha futura vida eterna. E então, vamos começar a ler esta história, e vamos começar a ler do exo do capítulo 12. Exo do capítulo 12, vamos começar a ler do versículo 5. Exos 12, versículo 5. Exos 12, vamos começar a dizer assim, o cordeiro. Isto é, eles selecionavam um cordeiro e depois diz que esse cordeiro será sem defeito, macho de um ano.

Podréis tomar um cordeiro, um cabrito, mas será um cordeiro macho. E guardareis esse cordeiro. Estará guardado desde, como lém a partir do versículo 3, fazam essa seleção uns dias antes, como diz no versículo 3, um dia, 10 do mês. Mas guardam esse cordeiro até ao décimo quarto dia deste mês. Estão a guardar, estão a guardar até o décimo quarto dia do mês chegar. Isto é, quando é que os dias começam, da maneira que Deus vê os dias, os dias começam ao pôr do sol. Ao pôr do sol, um dia acaba e um de outro dia começa. E, por isso, o Crepúsculo da Tarde, isto é, depois do sol se baixar, temos aquela luz que ainda existe. Ainda não é bem-noite, ainda há uma certa luz. Isso pode durar um certo período de tempo, talvez meio-hora, talvez uma hora às vezes. Há um certo período de tempo que se chama o Crepúsculo da Tarde. Isto é, depois do sol se pôr.

Mas ainda não é bem-noite, mas o sol já se pôs e, por isso, o novo dia já começou. E, por isso, guardam, versículo 6, esse corodeiro, o cabrito, até o décimo quarto dia deste mês, até o dia começar, que é imediatamente após o Porto do Sol. E todo o ajuntamento da corogrinação de Israel o imulará no Crepúsculo da Tarde. Fazem o sacrifício deste cabrito, ou deste corodeiro, depois do Porto do Sol, no Crepúsculo da Tarde.

Por isso, bem, tem que guardar até ao décimo quarto dia.

Logo que o décimo de quarto dia começa, isto é, o corpúsculo da Tarde, ao início do décimo quarto dia, então, sacrificam esse corodeiro. Depois de fazer isso, versículo 7, tumorão do sangue e o porão em ambas as ombreiras e na verga da porta, nas casas em que comerem, em que o comerem. Naquela noite que comerão a carne assada no fogo, por isso vem, que é uma coisa feita à pressa, tem que matar o cordeiro, tem que tirar o sangue, tem que assar e depois ainda tem que comer tudo durante esse período.

E comem esse cordeiro com pensásmos e evas amargas a comorão. Não comoreis do animal nada cru, nem cozido em água, porém assado ao fogo.

A cabeça, as pernas e a fresura, nada deixarás dele até pela manhã. É interessante aqui que certas pessoas são vegetarianos. Ora, não há nada errado em ser um vegetariano se for isso por uma causa de saúde. Certas pessoas, por causa de saúde, ou por causa de certas dietas em questão, estão a ser vegetarianos por um certo período. Às vezes, por uns dias, às vezes, por uns meses, por um certo período, ou por causa da saúde deles. O sistema deles não está em boa saúde e por isso estão a comer vegetais. Mas, vê-se aqui, por causa de religião, tinham que comer o animal. E por isso, por causa de religião, não é desculpa de dizer que temos que ser vegetarianos por causa de religião. Vê-se aqui que não é o caso. Entretanto, isso é um ponto assim de lado. Continuando no versículo 10. Nada das chareis dele até pela manhã. O porém ficar pela manhã faz que é mau. Por isso, vocês, calmeem. E o que sobraram, no dia seguinte, tem que o queimar. Isto foi a instrução. E eles não quebraram estas instruções. Fizeram tudo exatamente como deviam ter feito. Desta maneira, eu comurei os lombos se exigidos, se andá-los nos pés, cajado na mão, como ele o ex apressa. E, no entanto, eu coluei a pressa. Por que? Porque é a páscoa do Senhor. É a páscoa do Senhor. Porque naquela noite, passarei pela terra do Egito e ferirerei na terra do Egito todos os primogênitos, desde os homens até os animais, executarei juízo sobre os deuses do Egito. Eu sou o Senhor. Vê-se aqui que foi feito a pressa, comeram a pressa e que comeram a páscoa do Senhor. Ora, a palavra páscoa é interessante, porque em Ibraico, essa palavra é pecaa ou peissac. Alguns pessoas leem peissac, outros leem pecaa. Não é importante para nós sermos peritos em Ibraeus? Não, não é necessário. Para sermos cristãos, dizer as palavras epráquias, não precisamos ser peritos em Ibraeus, isso não nos faz melhores pessoas. Por isso, o ponto que estou a referir aqui é que a palavra peissac é semelhante à palavra passar por cima de vos, passar por vós. Porque essa é a palavra peissac ou poissac. É uma palavra semelhante. Poissac e outra é peissac. Por isso, são palavras muito semelhantes. E por isso, a Páscoa do Senhor representa o período de passar por cima do Senhor. O período de passar por cima. São palavras muito semelhantes. E por isso, continuado. Naquela noite, passerei por cima da terra do Egito. É semelhante a dizer, naquela noite, farei Páscoa por cima na terra do Egito. E passerei por cima de quem? Daqueles que têm o sangue nas portas. Isto é nas ombreiras e na verga. As portas. O sangue vos será por sinal.

Nas casas em que estivesse. Quando eu ouvir o sangue, passerei por cima. Pó-sac. Semelhante a peissac. Passarei por cima de vós. E não haverá em adre vós para água destruidora quando eu ferir a terra do Egito.

Vê-se aqui que naquela noite é a noite de passar por cima. E se foi à cerca da meia-noite. Por isso o dia da Páscoa começou com eles matarem o cordeiro ao corpúsculo da Tarte, quando o dia começou depois do Porto Sol, depois o acessaram, depois puseram o sangue às portas, depois comeram à pressa. Viz, comer-los à pressa. E depois, à volta da meia-noite, o Senhor passou por cima daqueles que tinham o sangue. Isto é o sinal do sangue, porque diz que o sangue vos será por sinal nas casas em que estiveres.

Vê-se aqui uns pontos importantes, que dizem os irmãos. Primeiro, foi no dia 14. Isto tudo foi no dia 14, no 14º dia. Foi à meia-noite que passou por cima, que foi a Páscoa, a passagem por cima, à meia-noite. O sinal diz que quando eu vi o sangue, passarei por cima de vós. Isto é? Pascurei por cima de vós, digamos assim, se houvesse uma palavra assim em português. Então esses que tiverem o sangue, como sinal, não morreriam. E então, no versículo 14 diz assim, este dia vos será por memoria. Este dia vos será por memoria. Será uma memória. E o celebrareis como um dia santo, como uma festa, uma selunidade, digamos que uma festa, não é um dia santo, desculpe, mas é uma selunidade, é um dia de festa. A festa ao Senhor não é um dia santo, porque não é um sábado, como vamos ver daqui a pouco, mas é uma selunidade, é uma festa. Ao Senhor, nas vossas gerações o celebrareis por estatuto, perpétuo. Quando é que é uma memória? O memória é neste dia. Em que dia? No dia 14. O dia da páscoa. O dia em que mataram o cordeiro. O dia em que puseram o sangue à volta da porta. O dia em que o Senhor passou por cima deles à cerca da meia-noite. Este dia é o 14, de Nissan, no dia 14 deste mês. É uma memória e, por isso, é um período para nos lembrarmos anualmente. Uma memória é uma coisa que fazemos em memória anualmente neste dia. Por isso, nas vossas gerações o celebrareis por estatuto, perpétuo. Perpétuo. Quando? O dia 14.

Então, ao fim do dia 14, quando o dia 14 completar, durante a parte do dia 15, e quando for o porto sol ao fim do dia 14, qual é o dia 15? É o dia 15. Mas a páscoa foi no dia 14. Não foi no dia 15. Vejam também, aqui, no versículo 17. Porto a falar agora aqui, depois do dia 14, é o dia 15. Depois do dia 15, vamos ver, do dia 15 até o dia 21, vai ser a festa dos pais asmos. Porque diz assim, pois, a festa dos pais asmos, nesse mesmo dia, tirei vossas hostes da terra do Egito, portanto guardarei esse dia nas vossas gerações por estatuto, perpétuo. O dia que saíram do Egito foi no dia seguinte, porque diz que ninguém sairá das vossas casas, até a parte do dia. Por isso, na parte do dia, foram ditos para sair das casas, então, puseram as coisas todas juntas e saíram ao fim desse dia, que é, ao fim do dia 14, ao começo do dia 15. Porque diz assim, no versículo 18, desde o dia 14, do primeiro dia à tarde, quer dizer, do dia 14, ao fim do dia 14, à tarde, comerei os pais asmos até à tarde do dia 21, do mesmo mês. Da tarde, ao fim do dia 14, isto é, desde o dia 15, até ao fim do dia 21. Por isso, ao fim do dia 14, isto é, começaram do dia 15, até ao fim do dia 21, comem os pais asmos. E podem ter um calculador, 21 menos 14, é sete dias que vão observar. Isso, vão observar a festa dos pais asmos. Por diz assim, comerei os pais asmos até à tarde do dia 21, do mesmo mês, por sete dias, sete dias. Não se achem um fermento nas vossas casas, porque qualquer que comer pão levadado será eliminado da congregação de Israel, tanto perigrino, como o natural da terra. Por isso, os dias asmos são sete dias a começar do fim do dia 14, até ao fim do dia 21. Sim, a páscoa, que foi celebrada, antes já comiam a páscoa com pão sem fermento. Porque, como vamos ver, a páscoa representa Jesus Cristo e o fermento representa pecado. E, por isso, o pão que comeram, simulizando Jesus Cristo, não podia ter fermento, porque representava Jesus Cristo, que não tinha pecado. Por isso, no dia 14, comeram pão sem fermento com a festa da páscoa. Mas, os dias sem fermento, os dias dos pães asmos, são do dia 15 ao dia 21. Isto é ao fim do dia 14, ao Porto Sol, a tarde do dia 14, até ao Porto Sol, do dia 21. Isto é o dia 15 a 21 completos. Vejam como a lei diz isto muito claramente, em Levíticos 23, Levíticos 23, versículo 5. Levíticos 23, versículo 5. Diz assim... No mês primeiro, aos 14 do mês, no Cropúsculo da Tarde, é a páscoa do Senhor. Isto é, depois do Porto Sol, ao Cropúsculo, quando o dia começa, depois do Porto Sol, ainda tem esta luzinha. É a páscoa do Senhor.

Quando? No dia 14. Não era o dia 15, é no dia 14. Mas, versículo 6, aos 15 dias deste mês, é a festa dos pães ágemos do Senhor, por sete dias, como o reis pães ágemo. Isto é, do dia 15, até o dia 21, por sete dias. No primeiro dia, isto é, o dia 15, traz santa convocação. Isto é, é um sábado anual. Nenhuma obra se reveal fareis. É um sábado anual. Mas sete dias, ou, versículo 6, oferta quem é mal ao Senhor, ao sétimo dia haverá santa convocação. Nenhuma obra se reveal fareis no sétimo dia. Por isso, o sétimo dia também é um sábado anual. Por isso, a festa dos pães ágemos, por sete dias. O primeiro dia desta festa, que é o dia 15 do mês, e o último dia desta festa, que é o dia 21, são dias de santa convocação. São dias em que nenhuma obra se reveal fareis. E por isso, é um sábado anual.

Como vemos aqui, a páscoa é no 14, como vimos no versículo 5. A páscoa é no 14. Não é no dia 15, é no 14. Infelizmente, hoje em dia, as pessoas observam incorretamente, porque os judeus hoje em dia observam a páscoa no dia 15. E não no dia 14. Mas irmãos, temos que ver o que a Bíblia diz. A Bíblia diz, ao 14 do mês, no corpúsculo da tarde, é a páscoa do Senhor. Não acreditem a mim, acreditem na Bíblia. E por isso, precisamos de entender isso. Ora, vejemos também o que é que Jesus Cristo fez. Pois é Jesus Cristo quem devemos seguir. E lembra-se, Jesus Cristo Deus é o mesmo ontem, hoje e amanhã. E por certamente Jesus Cristo fez a mesma coisa. Vejemos o que Jesus Cristo fez. Vejemos em 1º Corinthians, capítulo 11. 1º Corinthians, capítulo 11. 1º Corinthians, capítulo 11. Versículo 11. Entendo assim, ser de meus imitadores, como também, eu sou de Cristo. Paulo Taser, vocês imitem, copiam a mim, copiam o meu exemplo, sejam imitadores do meu exemplo. Tal como eu sou imitador de Cristo.

Então, o que que Paulo fez? Porque, então saberemos, o que que Jesus Cristo fez? Então, vejamos no versículo 23, do mesmo capítulo. Estou falando a seca do mesmo tema. Diz assim, porque eu recebi do Senhor. Eu recebi, Jesus Cristo, o que também vos entreguei, que o Senhor Jesus, na noite que foi traído, tomou o pão. Paulo diz, eu recebi, Jesus Cristo, o que também vos estou a dizer e a ensinar, que Jesus Cristo observou a páscoa na noite que foi traído. E imita-me a mim, como diz no versículo 1, como eu estou a imitar a Cristo. E isto foi o que eu recebi, Jesus Cristo, próprio. Também é o que vos estou a dar, que o Senhor Jesus, na noite que foi traído, tomou o pão. E, antes de estar traído, tomou o pão da páscoa.

Olha, está claro. Ele tomou o pão da páscoa, antes de morrer. Não é? Sim. Ele morreu, durante a parte do dia, da maneira que, como Deus vê os dias, é de porto de sol a porto de sol. E, por isso, ele tomou esse pão, celebrou a páscoa, nessa noite, ao corpúsculo, mataram o corodeiro, depois comeram. Essa foi a noite que foi traído, por Judas. Foi a noite que acabou por ser endorrogado, e foi e sofreu, e depois, durante a parte do dia, no mesmo dia, então, foi batido, bateram-de, e depois, foi posto no madeiro, foi crocificado, e morreu tudo no mesmo dia.

Ora, há pergunta, que certas pessoas dizem, ah, mas Jesus Cristo não observou a páscoa. Estava a comer uma refeição, pedi-se que tomou pão e foi uma outra refeição qualquer. Não foi a páscoa, porque a páscoa, os judeus, já estavam a observar no dia seguinte. Ora, vejemos em Lucas 22. Lucas 22. Ver o que o próprio Jesus Cristo disse. Lucas 22, versículo 8. Diz assim, Jesus pois enviou Pedro e João, dizendo, Íde, prepara-nos a páscoa para que a comamos. Preparai a páscoa. Íde, preparar-nos a páscoa para a comermos.

Não disse para preparar uma refeição qualquer, disse para preparar a páscoa. Jesus Cristo, acho que sabia que estava a falar. Não acham? Vejam, então, também, versículo 13. Íde, Índo, tudo encontraram, como os Jesus lhe disseram, e prepararam a páscoa. Prepararam a páscoa. Não foi qualquer refeição, foi a páscoa. E sabe-se muito bem. Tinha que ser no dia 14, porque era um memorial. Prepararam isso antes, para celebrarem a páscoa, no dia 14.

Por isso, eu sabia muito bem, que estavam a fazer isso. Um dia antes, do povo judaico, de uma maneira geral, matar os cordeiros, no templo, às três de tarde.

Ou digamos assim, eles sabiam bem, que estavam a fazer isso, antes, de fazerem essa sacrifício, no templo, à tarde, às três de tarde. Também, no dia 14. Mas depois só o comiam no dia 15. Por isso, Deus permitiu esta, digamos assim, esta diferença para o Seu propósito. Porque ao fim de contas, quando eles estavam a matar os cordeiros, foi quando Jesus Cristo morreu. Mas continuando, então, a ler no versículo 14, de Lucas 20, chegada a hora, a hora específica. Queridos irmãos, Jesus Cristo não só tinha a data correta, mas tinha a hora correta. E por isso, chegada a hora específica, pôs-se Jesus à mesa e com ele os apóstolos. E, por isso, o Seu propósito, e por isso, chegada a hora específica, pôs-se Jesus à mesa e com ele os apóstolos. E, por isso, ve-se que... o que é que eles fizeram? Observaram isto tudo corretamente, prepararam-se para a páscoa, mataram o cordeiro, como lemos, em Jesus, ao corpúsculo da tarda, assaram o cordeiro e comeram esta refeição. E, disto-lhes, o que Jesus Cristo disse a eles? Tenho desejado ansiosamente comer com vosco esta páscoa, antes do meu sofrimento. Ele sabia que estava a comer a páscoa. Não era uma refeição qualquer, não era num dia qualquer, era bem-vindo, era num dia qualquer, era bem específico o que ele estava a fazer.

Era bem específico o que ele estava a fazer. Jesus sabia que estava a comer o cordeiro da páscoa, antes dele sofrer e, por isso, antes dele morrer, está claro. E, por isso, lembre-se que no tempo de Jesus, nem todos os judeus comeram a páscoa ao mesmo tempo. Alguns comeram à noite do 14 como Jesus Cristo, de acordo com o mandamento como vimos. E a maioria comeram na noite seguinte, no dia 15. Exatamente como acontece hoje, a maioria dos judeus observam no dia 15. Mas isto é muito importante compreendermos. Por que? Por que? Se uma família israelita em Egito tivesse matado o cordeiro um dia mais tarde. Só tivesse matado o cordeiro às três da tarde do dia 14 e só posessem o sangue às portas no dia 15.

Teria sido tarde demais, porque o Senhor já tinha passado por cima e matado os primogênitos dessa família na noite anterior.

Seria tarde demais e os primogênitos já teriam morrido. Por isso, vemos aqui que a data é muito importante. E vemos aqui outro ponto, que o sangue era um sinal. Por isso, como vem, Deus faz tudo ao seu próprio tempo, à sua própria hora. Ora.

Mas também, o outro ponto importante, como disse, é que o sangue é um sinal. Um sinal importante. Por quê? Porque acopontava para o sangue de Jesus Cristo. Vejam em 1º Corinthians capítulo 5, versículo 7. Primeiro, cari, como Corintius capítulo 5, versículo 7. Que diz assim, lançar fora o velho fermento, para que sejais nova massa, como sou este facto sem fermento. Pois também, Cristo, nosso cordeiro pascal foi imulado. Foi significado. Cristo é o nosso, a nossa, o nosso cordeiro pascal, a nossa táscua. Aquele cordeiro que morreu, que deu o seu sangue por nós. Ora, foram os Israelitas, ou eram Israelitas, melhores pessoas que os Egitos? Não. Não. Porque, ao fim de contas, os Israelitas levaram com eles os deuses dos Egitos e foram castigados mais tarde, porque continuaram a seguir os deuses de Egitos e os deuses, os bailinos e os outros, e foram dispersados e acabaram por ir para a escravidão. Elas, no entanto, durante o período de Eusos 12, foi-lhes dito, perdão, para matarem o cordeiro e para porem o sangue nas portas das caças. E por isso era necessário que eles acreditassem, e por isso, fizessem isso. Porque, se eles não acreditassem nisso, não punham o sangue nas portas. Ah, eu vou matar o cordeiro, mas para que porem o sangue na porta? Ah, não vou acreditarem nisso, não vou acreditarem, não punho o sangue na porta. Eles não posessam. Tchau. Tchau. Tchau. Por isso, crença não é simplesmente um sentimento. Crença necessita ação para provar essa crença. E por isso precisavam de fazer e colocar o sangue às portas.

Então, como vê, o sangue foi um sinal para o Senhor passar por cima dessa casa. Poussac, passar por cima. Páscoa, passar por cima. E por isso, nós, hoje em dia, temos que acreditar que no sangue de Cristo. E por isso, essa crença requer fazer certas coisas também. Mas quando acreditamos, deixamos que o sangue do Senhor nos seja o sinal, seja o verdadeiro sangue. Porque o samba do cordeiro era simplesmente um sinal, mas o sangue do Senhor não é o sinal, é o verdadeiro sangue que nos lava. E por isso, temos que acreditar que o sangue do Senhor, de facto, faz isto. E assim, permitir que o Senhor passe por cima, páscoa, passe por cima dos nossos pecados. E isso é, quando nós acreditamos e fazemos o que devemos fazer, de acordo com essa crença. Então, o que é que devemos acreditar? Devemos acreditar que o sangue de Jesus é o verdadeiro sangue que nos vai espiar, que nos vai lavar e perdoar. Então, o que devemos fazer? Temos de ter que arrepender e mudar. Como dizem, em Atos 2,38, Atos 2,38, Atos 2,38, Temos que arrepender. Vejam comem que se faz favor em Atos 2,38. Arrependei-vos e cada um de vós seja patizado em nome de Jesus Cristo para a remissão dos nossos vossos pecados e recebereis o Dom do Espírito Santo. Por isso é muito importante. Precisamos de fazer a nossa parte. Precisamos de acreditar. E que quando acreditamos, fazemos aqui. Arrependemos-nos. Arrependemos-nos e somos batizados em nome de Jesus. Essa é a crença no sangue dele, que é o verdadeiro sangue da páscoa. Não é um sinal, é o verdadeiro sangue. Por isso arrepender e acreditar que o sangue de Jesus Cristo é o sangue verdadeiro, que nos espia, que nos perdoa, que nos lava e por isso precisamos ser batizados. Vejam comigo em Hebreus capítulo 9.

Vejamos por ciclo 13 a 14, que diz assim. Portanto, se o sangue de bodas e de toros e a cinza de uma novia, as pregíduos sobre os contaminados santificam, quanto à purificação da carne. Simplesmente, os separa de uma maneira na carne. Muito mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito Interno, assim mesmo se ofereceu sem mácula, como aquele cordeiro que representava Cristo tinha que ser sem mácula, sem defeito. Jesus Cristo se ofereceu sem mácula, sem pecado. Isto é pão sem fermento, digamos assim. Sem mácula purificará a nossa consciência de obras mortas para servirmos ao Deus Vifo. Vai purificar-nos a nossa consciência. O sangue de Cristo purifica a nossa consciência. Láva a nossa consciência de quê? De obras mortas. Isto é que foram mortas, simbolizado pelo Batismo, foram enterradas, não são obras vivas. São obras mortas. Não pecamos mais, porque nos arrependemos. Mas o sangue de Cristo nos lava a nossa consciência desses pecados passados. Por isso é que o sangue de Jesus Cristo foi dramado. E por isso foi a razão que ele morreu. Jesus Cristo morreu porque o sangue dele foi dramado, foi o que o matou, porque o sangue dele saiu todo dele e não tinha mais sangue. Por isso o coração não podia bombar mais sangue pelo corpo, porque não havia mais sangue.

Sim, por que Jesus Cristo morreu? Jesus Cristo morreu. As pessoas dizem que Jesus Cristo morreu porque teve um coração triste, tristeza, por um trauma, ou porque sufocou, estando assim, crucificado, sufocou-se ali.

Por que Jesus Cristo morreu? Jesus Cristo morreu. Vejam comigo em Zacarias capítulo 12. Zacarias capítulo 12.

Zacarias capítulo 12.

Zacarias capítulo 12, versículo 10. Diz assim. E sobre a casa da vida e sobre os habitantes Jerusalem, derramarei o Espírito Grácio de Súplicas. Olharão para aquele, ou para mim, como as setorções diz, A quem transpassaram, Prante e aluão, como quem pranteia por um unigénito e chorarão, por ele, como se chora amargamente, pelo primogênito. A quem transpassaram, transpassaram, isto é, fizeram um buraco nele para o sangue sair, transpassaram. Vejam comigo também, em atos 20, versículo 28. Atos 20, versículo 28. Diz assim, Atendrei por vós e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bismos para pasturiá-las a Igreja de Deus, a quem ele comprou com o seu próprio sangue. Jesus Cristo comprou a Igreja de Deus, resgatou a nós, que somos os membros, somos as pessoas, que somos a Igreja de Deus. A Igreja de Deus não é um prédio, não é uma organização, é o corpo espiritual de pessoas, o corpo espiritual de Jesus Cristo, pessoas que ele comprou com o seu próprio sangue. Venha, Jesus Cristo comprou com seu sangue. Foi o sangue de Jesus Cristo que ele deu e a sangue dele de ser derramado, ele morreu. Foi como ele morreu, foi como ele deu a sua vida, pelo sangue que foi derramado. Fez-se junto, em Efezius 2, versículo 13. Mas agora, em Cristo Jesus, vos que antes estavam nos, fostos aproximados pelo sangue de Cristo. Nós fomos aproximados, adeus, fomos comprados os dimidos e por isso temos acesso a Deus pelo sangue de Cristo. Vejam também, em 1 Pedro 1 Pedro 1, versículo 18 a 19. Sabendo que não foi mediante coisas corruptivas, como prata ou ouro, que fostos resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos ligaram. Isto é que vossos pais vos deram por tradição, digamos assim. Mas fostos resgatados pelo precioso sangue, como de cordeiro, sem defeito e sem mácula, o sangue de Jesus Cristo, o sangue do cordeiro bascal. Queridos irmãos, fomos resgatados pelo sangue de Cristo. Vejam também, em Mateus 26, 28.

Diz assim, porque isto é o meu sangue, o sangue da nova aliança, derramado a favor de muitos para a remissão de pecados. O sangue de Jesus Cristo foi derramado e, por isso, é que ele morreu. E é o sangue da nova aliança, do novo pacto, do novo acordo, do novo contrato, que fazemos individualmente entre nós e Deus, através do sangue de Jesus Cristo, que, digamos assim, é com o contrato foi assinado. E, essa é a nova aliança, pessoal, que nós fizemos esse contrato, esse acordo que fizemos ao Batismo. Querido irmãos, vejam-nos, então, no Mateus 27 a 46 a 50.

Diz assim, por volta da 9h, 9h da tarde, era às 3h da tarde, do dia 14, quando ele estava a ser crucificado, chamou Jesus em alta volta e lá e lá e lá, mas a bata mim. O que quer dizer? Deus meu, Deus meu, porque me amparaste. E alguns de calis estavam, diziam, ou ele chama por ilhas. E logo um de eles correu a buscar uma esponja e tendo-a em bebido de vinagre, colocado na ponte de um caniço, de ele de beber e outros porém dizia, deixa, vegem-os se ilhas vêm salvá-lo. Aqui é interessante, porque há um trecho que foi omitido na Bíblia, em certas Bíblias, porque podem ler isso no comentário da Adam Clark, ou no Novo Testamento do século XX, ou na tradução de Moffat, ou na Bíblia de Rotterdam, que diz que a frase omitida é diz assim, com tudo um outro homem pegou uma lança e perforou-lhe o lado e água e sangue brotou-te-la.

E Jesus, clamando outra vez com grande voz, deu um grito quando isto aconteceu, entregou o Espírito. E é isto que o Veldo, santuário, surgiu em dois partes, na alta e na baixo, termou a terra, venderam-se as rochas. Houve um termoto e várias coisas, e abriram-se pôlcros e coisas assim. Cris Irmãos, Jesus Cristo morreu porque o traspassaram, fizeram um buraco por baixo das costelas. Um buraco que talvez tenha sido de tamanho que um punho podia entrar lá dentro. E o sangue e a água saíram. E ele morreu por causa disso, porque derramou o sangue. E se podem ler detalhes disso, no nosso Guiastestudo Bíblico, entitulado Jesus Cristo, a verdadeira história. Dá para a página Masomer Sacker, página 45, 46 e coisas assim, onde explica e demonstra onde esse trecho foi omitido. Mas também podem ler em João Capítulo 19. João Capítulo 19.

Versículo 32 a 34. E diz assim, os soldados foram e quebraram as pernas ao primeiro e ao outro com que eles tinham sido crucificados, chegando-se porém Jesus, como vice que já estava morto. Não eles quebraram as pernas. Por que? Mas um dos soldados, que lhe tinha aberto, como devia ter se introduzido, o lado, porque um dos soldados lhe tinha aberto o lado com uma lança e logo saiu sangue e água. Por isso sabiam, eles estavam mortos e por isso não cobraram nenhum osso. Por que? Porque os soldados já tinham aberto o lado dele, como lança, e logo saiu sangue e água e por isso ele já estava morto.

Aquilo que isto viu, testificou, sendo verdadeiro o seu testemunho, e ele sabe que lhes a verdade, para que também vos creias. E isto aconteceu para se cumprir na Escritura, nenhum dos seus ossos a cabrado. E outra que diz, eles verão a quem traspassaram. Queridos irmãos, ele foi traspassado. Os cordeiros da páscoa tinham o seu sangue derramado. E isso era usado como um sinal. Esse era o sinal do verdadeiro sangue, o sangue de Jesus Cristo, que foi derramado. Em João capítulo 1, versículo 29, diz assim. No dia seguinte, viu João, batista, a Jesus, que vinha para ele e disse, eis o cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. Jesus Cristo era o cordeiro páscoa, que tira o pecado do mundo.

Queridos irmãos, por isso precisávamos, então, de tirar o frumento da nossa vida. Primeiro coríntios, capítulo 5, versículo 7 a 8. Lançar fora o velho frumento, para os sujeis nova massa. Precisamos tirar o pecado, que o frumento simboliza o pecado, porque incha como a suberba, como lém no versículo 2, como a suberba, incha o velho frumento, e lãsar para fora, para que seja uma nova massa sem fermento.

Como suiz, de facto, sem fermento, sim, porque estão a observar isto, ele estava a escrever a eles, no dia dos asmos. Pois também Cristo, nosso cordeiro páscal, foi imulado. Por isso lãsar para fora o velho frumento. Temos que tirar o velho frumento. Temos que tirar isto. É um simbolismo. Tal como o batismo é um simbolismo. Tal como o pão e o vinho são simbolismos. Temos que tirar o frumento como um simbolismo, para nos dar estas lições mentais.

Então, tirando o frumento, no versículo 8, então celebramos a festa, a festa dos pais asmos. Não com o velho frumento, nem com o frumento da maldade e da malícia, sim, não com o velho frumento físico, mas também o frumento dos nossos pecados é removido, nem com o frumento da maldade e da malícia, mas sim com os asmos, da sinceridade e da verdade.

Por isso, temos que tirar o frumento fisicamente, porque é uma lição. E como é que tiramos o frumento? Então, o que é o frumento? O frumento é um aditivo à comida que causa o pão, os bolos e produtos de massa assim enxarem, a subirem, a levdarem. O agente mais comum de fermentação é o frumento em pó ativo, ou como algumas pessoas chamam pó royal, em inglês chamam baking powder, esse é o agente mais comum de fermentação.

Em contraste, a levadura de cerveja, em inglês chamam o yeast extract, é inativo, e por isso não faz a massa subir ou levedar. Por isso é produtos que fazem coisas levadarem. É o que temos de tirar, o pão com o frumento e produtos que fazem coisas levadarem, o frumento. Produtos de fermentação são, por exemplo, o bicarbonato sódio, e coisas desse género, como fosfata cálcico, e coisas assim.

Mas o importante desta lição física é que, ao fim de contas, é só uma lição para quando tiramos este fermento, pensamos nos significados espirituais como temos que nos esforçar a procurar o fermento para o tirar da nossa vida. E por isso é uma analogia de um princípio espiritual que precisamos de fazer. E, por isso, espiritualmente, é ainda mais importante de praticarmos isso. Por isso é que diz, em um coríntio, o primeiro coríntio, capítulo 11, no ciclo 27-28, diz assim, por isso, é que é o que comer o pão, ou beber o calço do Senhor indignamente, será o real do corpo e do sangue do Senhor.

Examinos, pois, o homem assim mesmo. Temos que nos examinar, temos que tirar este fermento da nossa vida. Examinar, ver onde existe este fermento e tirar este fermento da nossa vida, assim como o pão e o bebocális. Por isso, cris irmãos, precisamos analisar. Como é que nos analisamos? Ora, então, vou vos dar um estudo bíblico para vocês fazerem ao seu próprio tempo. A decisão é vossa, se analisa ou não.

A palavra de Deus diz para vossa e vocês se examinarem antes da páscoa, principalmente antes da páscoa. Agora, temos praticamente, digamos assim, quatro semanas antes da páscoa, mais ou menos. E por isso temos tempo para nos examinar. E temos que usar esta oportunidade para examinar a nós próprios. Examinando, depois, o homem assim mesmo. E cris irmãos, as mulheres também.

Examinando, depois, o homem assim mesmo. As pessoas examinam-se assim próprias. Por isso, usem o ato de tirar o formento para aprender lições. Sim, porque vão ter muitas lições. Ou pensam nesse trabalho de fazer isso e vejam, estudam e meditem nessas lições. E depois vejam como podem aplicar isso analisando, por exemplo, os 10 mandamentos, ESO dos 20. Examinem um a um, cuidadosamente. Por exemplo, usando o nosso livro, os 10 mandamentos pensem cuidadosamente, mandamento, por dano de mandamento.

Examinando cuidadosamente. A ver, se de facto, estão a tirar o formento da vossa vida. Ou, digamos assim, e usem o sermão no monte de Mateus 5 a 7, Jesus Cristo, que é uma amplificação, que é a doutrina de Cristo amplificando os 10 mandamentos. Outro exemplo é usando escrituras, como por exemplo Galatas 5, versículos 19 a 23, acerca das obras da carne e o fruto do Espírito Santo. Examinem-se assim próprios. Temos algumas obras da carne? Se temos, temos que nos arrepender. Ou, usem escrituras, como por exemplo, e Fezes 4 e 5 e Colossenses 3, acerca de tirar de vós, tirar o velho homem e pôr o novo eu, o novo homem na nossa vida, que é para ser de acordo com a imagem e o caráter de Jesus Cristo.

Continuem a ler, como estávamos a ler, no versículo 28 de 1411. Vamos cuidar na luta, então, no versículo 29. Pois quem come e bebe sem discernir o corpo? Come e bebe juízo para si próprio. No outro sermão, daqui a duas semanas, talvez, vou descrever em mais detalhe acerca deste princípio do corpo. Queridos irmãos, a história dos Israelitas saírem o Egito e atravessarem o mar vermelho, a qual nós ouvimos quando éramos pequeninos. Tem grande significado para nós. O cordeiro foi sacrificado, o cordeiro pascal, físico, que representava o nosso verdadeiro cordeiro pascal. Que é, ou foi, Jesus Cristo, quando viveu fisicamente. Ele agora vive eternamente como o nosso sumo sacerdote. O sangue que foi posto nas ombreiras da porta e na verga.

E como Deus passou por cima, páscoa passou por cima das casas que tinham sangue, mas matou os primogênidos daquelas casas que não tinham sangue nas suas portas, representa como Jesus Cristo morreu, derramando o seu sangue por nós e o seu sangue estando nas nossas portas espirituais da nossa casa.

Isto era nosso corpo, isto era nossa mente e nossas corações. Então Deus passa por cima das nossas casas, isto é, pasa por cima dos nossos pecados. Agora, queridos irmãos, nós podemos apreciar como maior profundidade o significado deste grande simbolismo da páscoa. E nós podemos agradecer a Deus e, por isso, nós também entendemos que, tal como nós, precisamos de tirar o fermento das nossas casas, o que é um sinal por fora físico da nossa atividade que precisamos de fazer, de tirar o fragmento espiritual das nossas casas espirituais, que são os nossos, digamos assim, os nossos mentes e os nossos corações.

Teremos que tirar este fermento, isto é, da nossa corpo, este fermento espiritual, temos que tirar, limpando as nossas vidas do pecado. Isto é, estas obras têm que ser mortas. E, por isso, queridos irmãos, vamos então examinar-nos a nós próprios durante estas semanas adiante, antes da páscoa, que Deus vos ajude a porem isto em prática na vossa própria vida.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).