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Bom dia ao Bota-Arte, queridos irmãos, aqui a Jorge Campos, falando-vos da Sansaneti. A seia do Senhor, como assim como tantos outros princípios essenciais da verdadeira doutrina original, também tem sido parte de uma tradição cristã, distorcida.
Pois Satanás, que é o Deus desta era, tem enganado o mundo todo, sim, até o próprio mundo cristão.
Por isso, hoje precisamos, de uma vez mais, de estar a batalhar, para voltarmos à fé que nos foi dada inicialmente. Vejam comigo, no penúltimo livro da Bíblia, na epístola de Judas, e vejam no versículo 3, no primeiro capítulo, aliás só tem um capítulo, versículo 3, diz assim...
Amados, quando empregava toda a diligência em escrever-vos acerca da nossa comum salvação, foi que me sentia obrigado a correspondermo com vosco, exortando-vos a batalhar-os, diligentemente, pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos. Queridos irmãos, temos que batalhar pela pureza da fé e para manter, como foi, entregue, por uma vez por todas, aos santos. Não é fazendo alterações, mas é com a fé, da maneira que foi entregue aos santos, por Jesus Cristo, e que foi descrito pelos apóstolos. No novo testamento, assim como pelos salmos e os profetas e a lei do velho testamento.
Hoje em dia, quando se fala acerca da páscoa, do novo testamento, várias denominações observam esta celebração, esta celebração que é uma celebração santa, de várias maneiras diferentes. Uns dizem que o pão e o vinho são literalmente transformados no corpo e no sangue de Jesus Cristo.
Outros dizem que tomam esta ceia, como eles chamam, todos domingos, e alguns, e a maioria deles, tomam-nos nos domingos de manhã. Um cátido estranho, tomar uma ceia ao pequeno almoço.
Outros tomam esta celebração uma vez por ano, e outros tomam quatro vezes por ano, mas à noite. Isto faz-me lembrar o que o profeta Isaías disse em Isaías capítulo 53, versículo 6.
Vejam como isso faz chavôr, em Isaías 53, versículo 6.
53, versículo 6. Vamos só ler uma parte.
Bem, vamos então começar, em facto, a ler a versículo 5.
Mas ele foi transpassado, e céssio de Cristo, pelas nossas transversões, imuído pelas nossas iniquidades, o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos serados.
Todos nós andávamos desgarrados, como ovelhas. Andávamos desgarrados, como ovelhas. Cada um se desviava pelo caminho, e, crísi irmãos, é o que se passa a nós.
Estamos desgarrados, como ovelhas, desviando-nos pelo caminho, um para esta direção, outro para eu, é aquela direção, e todas as pessoas, em várias direções, até o próprio mundo cristão.
Por isso crísi irmãos, só há uma maneira de voltar à verdade original. A verdade que foi dada para sempre aos santos.
E isto é, fazendo o que os cristãos de Breiv fizeram. Isto é, examinar as escrituras diariamente, para ver se estas coisas são de facto assim.
Isto é, não quero que estejam a acreditar no que eu estou a dizer. Eu quero que acreditem no que a Bíblia diz.
E, por isso, hoje, vamos examinar as escrituras para determinar-nos a maneira correta de observar a páscoa e o seu significado solene. E, para isso, vamos começar a ver a última seia de Jesus Cristo, que está descrita, por exemplo, no capítulo 22 de Lucas. Lucas capítulo 22. Vamos ler aí.
Começar primeiro no versículo 14. 22, 14.
Diz assim, chegada a hora, pôs-se Jesus à mesa e comelos apóstolos.
Isto foi à mesa, quando ele observou a páscoa. Notem aqui um ponto importante. Chegada à hora.
Foi à hora correta. Foi à hora uma hora específica. A hora exata.
Não foi à qualquer hora. E, se está claro, se não foi à qualquer hora, também não foi a qualquer dia. Foi à hora correta.
Ao dia do ano correto e à hora correta. Depois vejam também comigo, no versículo 19 e 20.
E, tomando um pão, tendo dado graças, o partiu-lhes deu dizendo, isto é o meu corpo ofrecido por vós.
Fazei isto em memória de mim.
Fazei isto porque? Porque é que estamos a observar a páscoa com este simbolismo do pão e do vinho, que vamos ler daqui a pouco, do Carlos do Vinho. Porque? Porque fazemos isto, assim, em memória de Cristo?
É um memorial, é uma memória que foi feita, está claro?
Antes de morrer, na Eva da sua morte, mas no dia da sua morte de acordo, com o que é da maneira que se conta dias, por Deus, porque os dias por Deus são contados, de Porto Sol a Porto Sol.
E por isso foi deposto, deposto sol, digamos assim, ao começo do dia, da maneira que Deus conta dias.
E, então, nessa noite ele foi traído e, durante a manhã, foi crucificado, ainda no mesmo dia, e a tarde, lá, para as três da tarde, então, morreu na cruz ou no madeiro. Mas foi no mesmo dia, no mesmo dia que ele morreu, foi, nessa noite, nesse mesmo dia, que ele observou a Páscoa e que fez este simbolismo. E por isso está a dizer isto, fazei isto, em memória de mim.
E no versículo 20, semelhante-mente, semelhante-mente, da mesma maneira, da mesma condições, depois de sear.
Importante ver que foi depois da seia. Sim, ainda estava à mesa. Às vezes uma pessoa pode dizer bem, como ainda estou à mesa, ainda estou a comer, sim, estava à mesa, mas foi, depois, digamos assim, da seia. Mas ainda estava à mesa, ainda estavam a falar, por isso, de uma maneira de dizer, de falar, podia-se dizer que ainda estavam a comer. Mas, de bem preciso, de bem exato, diz, foi depois da seia própria. Então tomou o Kallis dizendo, este é o Kallis da nova aliança, da nova aliança do Novo Testamento, a aliança que foi renovada, a aliança no meu sangue, derramado em favor de voz.
Por isso, uma vez mais, o que é que eles estavam a comer? Eles estavam a comer, eles estavam a celebrar a páscoa. Vejam no mesmo livro, no mesmo capítulo, no versículo 15. Porque, disse-lhe, e disse-lhes, tenho desejado ansiosamente comer com vosco esta páscoa.
Antes do meu sofrimento, por isso, comeu a páscoa. Antes do seu sofrimento. E depois de ter comido a páscoa, nesta noite, depois da seia de sear a páscoa, então tomou o pão.
E disse que era oferecido por vós.
E façam isso em memória dele, foi que ele disse, que lemos no versículo 19 e no versículo 20. Similharmente, também, depois de sear, tomou o Kallis, dizendo, este é o Kallis da nova aliança. Por isso, a refeição que Jesus Cristo estava a tomar, foi a refeição da páscoa.
Vejam confirmação disto, lendo também o mesmo acontecimento em Mateus 26.
Vejésimo 6º capítulo de Mateus, vamos primeiro ler versículos 1 e 2. Diz assim, No primeiro dia da festa dos Pães Asmos, representa o sacrifício do cordeiro pascal, que é Jesus Cristo, que morreu na páscoa. Então, continuando, vamos, então, ler no versículo 17. Mateus 26, versículo 17. No primeiro dia da festa dos Pães Asmos, esta era a maneira que eles falavam, porque praticamente já tinham tirado o fermento das casas delas, e por isso para eles era praticamente um primeiro dia deste período de festa dos Pães Asmos. Embora, tecnicamente, ainda não era o primeiro dia dos Asmos, como veremos daqui a pouco, mas para eles, porque já tinham tirado o fermento, para eles é já na linguagem do dia, era como se já fosse a festa dos Asmos. Vieram os discípulos Jesus e lhe perguntaram onde queres que façamos os preparativos para comer a páscoa. E como sabem, e se não sabem, vamos ver daqui a pouco, a páscoa é celebrada no dia anterior, antes do primeiro dia santo, que é o dia primeiro dia dos Asmos. Por isso era, digamos assim, durante a parte do dia, antes da páscoa, digamos assim, essa noite, então perguntou a eles onde queres que façamos os preparativos para comer a páscoa. E então, vejamos, continuando assim, no versículo 20. No versículo 20, chegada à tarde, isto há a noitinha, depois do porto sol, pois ele a mesa com os 12 discípulos. Isto é após o luz que fusco, após de sacrificarem o cordeiro e fazerem isso. Foi depois do porto sol. E continuando, então, no versículo 26, enquanto comiam, pois, como eu disse, ainda estavam à mesa, mas, como vimos há pouco, tecnicamente, ou para ser mais exato, já tinham acabado de sear, mas ainda estavam sentados à volta da mesa. E, por isso, é como dizer, ainda estavam a comer, ainda estavam sentados à mesa. Enquanto comiam, tomou Jesus um pão e abençoando o partil, e deu aos discípulos, dizendo, tu mai comei, isto é o meu corpo. A seguir, tomou um cálice e tendo dado graças o Deus Disciple, dizendo, o bebeio dele todos, porque isto é o meu sangue, o sangue da nova aliança, derramado, em favor de muitos, para a remissão de pecados. Um ponto que eu quero sublinhar aqui, é que, no versículo 28, diz assim, porque isto é o meu sangue, o sangue da nova aliança. Em algumas bíblias, particularmente, em algumas tradições, tal como a tradução à uma ida revista e corrigida, está escrito o sangue do novo destamento. Isso está claro, é uma tradução incorreta, porque o sangue da aliança, do contrato, do pacto, não é do destamento. Sim, está claro, o pacto foi feito durante a era do novo destamento, mas não é o pacto do novo destamento, é o pacto da nova aliança.
Por isso, como está escrito, neste caso, na tradução à uma ida revista e autorizada, então está correto, porque foi o sangue da nova aliança. Bem, então tendo cobrido esse ponto, digamos assim, entre parentes, continuamos então com o que estava a dizer. E vemos que foi à noite, foi após a última seia da páscoa que Jesus Cristo celebrou, porque, como vimos, foi depois tendo acabado de sear, ele então introduziu os novos símbolos da páscoa do novo destamento. Esses novos símbolos, como viram, foi depois da páscoa. E foram exatamente depois daquela refeição, que a páscoa, está claro, era só uma vez por ano, só aconteceu uma vez por ano, e introduziu estes símbolos novos em memória da sua morte, e o káles, que é o káles do sangue, da nova aliança. Então vamos agora ver a história da fundação da festa da páscoa, para vermos como foi originalmente introduzida, porque, como vamos ver, foi introduzida para celebrar o êxodo dos filhos de Israel do Egito. Vigemos no êxodo capítulo 12, capítulo 12 de êxodos.
Então, para pôr isto de uma maneira dentro do contexto do que estava a passar, os Israelitas, nessa altura, estavam no Egito, e então Moisés, debaixo da instrução de Jesus Cristo, foi ao Deus, está claro, ao Deus, através de Moisés, o aviso das várias pragas, e então houve nove pragas para que o faraó dachaço os Israelitas saírem do Egito. Após essas nove práticas, estamos a pragas, vamos agora ler o assunto aqui, em êxodos capítulo 12, e aqui estamos a falar aqui a preparação da décima praga, que digamos assim, que foi a praga para os Egitos, mas foi a libertação dos Israelitas do Egito, através do sangue que foi posto nas portas, por causa do cordeiro que mataram, dos cordeiros que mataram. Esses cordeiros que mataram simbólicamente, representa o cordeiro pascal, que é Jesus Cristo. Vamos então ver a instrução do Velho Testamento, depois vamos ver a comparação com o significado do Novo Testamento. Continuando assim, em êxodos capítulo 12, versículo 2 a 3 diz assim, este mês, será o principal dos meses, será o primeiro mês do ano, e então, ao dia 10 deste mês, cada um tomará para si um cordeiro, no dia 10 deste mês, separam esse cordeiro, foi separado, e então, continuando no versículo 6, e então, guardareis esse cordeiro, versículo 6, até o décimo, quarto dia deste mês, guardam o cordeiro até o dia 14. E todo o ajuntamento da congregação do Israel, o imulará no corpúsculo da tarde, vai, vão sacrificar, vão matar este cordeiro, então, a espera, até que o dia 14, chega. E quando o dia 14 chega, isto é, ao Porto Sol, ao corpúsculo da tarde. A palavra hibraica para corpúsculo é ereba. Eereba. Tô a dizer isto porque vou repetir em outros versículos, onde essa palavra também está usada, que é o corpúsculo. Isto é ao Porto Sol, assim que houve o corpúsculo da tarde, depois do Porto Sol, o dia 14 começou, estava a espera, a guardar até o dia 14, o dia 14 começou, então, podiam, então, matar o cordeiro. Isto é o começo do dia 14, à mesma altura, que Jesus Cristo disse aos apóstolos, então eles também observaram a páscoa, de acordo com as escrituras, e então, mataram o cordeiro. É importante compreender que havia certos judeus que observavam isto, digamos assim, mais tarde, só, mais tarde, ao fim do dia 14. Estes geram os fariseus, mas Jesus Cristo vence claramente que observou, ao tempo correto, como estamos a ler aqui, ao começo do dia 14. Observou esse simbolismo da páscoa e, então, mataram o cordeiro, ao início do 14. Continuando a ler, então, vamos agora ler o versículo 7. Tomarão-d-o sangue desse cordeiro, e o porão em ambas as ombreiras da porta, e na verga da porta, nas casas em que o comerem. Onde come, onde vocês estão, quando vocês famílias, põem o sangue na porta. Assim, como sabem a história, vamos continuar de facto a ler aqui no versículo 10. Nada deixarei-se dele, isto é, do cordeiro até pela manhã, o que porém ficar até pela manhã, faz queimá-lo, quer dizer, isto é, na manhã do dia 14, o que sobrar, o que nem tenham comido, do cordeiro, vão queimá-lo. Sim, porque não podemos estar agora a comer o resto do cordeiro pascal, porque era para um símbolo muito específico.
Continuando, então, no versículo 11, desta maneira, o comoreis lombos singidos, sandá-los nos pés e queijado na mão, comelueis a pressa, é a páscoa do Senhor. A palavra páscoa vem do hibreuco peissac, escreve-se pe-ce-a-ga peissac, que é uma palavra semelhante à palavra hibreica, que quer dizer passar por cima.
Passar por cima é pôssac, e por isso eles fizeram um pássac semelhando, em som semelhante ao pôssac passar por cima. E vamos ver daqui a pouco, porque, que tem este nome páscoa, peissac, que páscoa quer dizer passar por cima. Porque versículo 12, naquela noite, passarei pela terra do Egito, e ferirei na terra do Egito todos os primogênitos, desde os homens até os animais, e executarei juízo sobre todos os deuses do Egito.
Eu sou o Senhor, e o sangue versículo 13. Vos será por sinal nas casas em que estivesse, porque proposeram sangue nas portas. E quando eu vi o sangue, nas portas, nessa noite, tinha-te a claro que ser na noite correta. Não podia ser qualquer outra noite, tinha que ser na noite correta. Tinha que estar lá o sangue, naquela noite, quando o anjo da morte passava pela terra do Egito. E quando passou, disse assim, quando eu vi o sangue, passarei por vós. Isto é, passará por cima. Isto é, pôsac, a palavra ebraca, pôsac, muito semelhante em som, a palavra ebraca, da palavra páscoa, que é pêssaca.
E, por isso, a páscoa tem um significado de passar por cima. É como, digamos assim, é como, por exemplo, fechar os olhos e deixar uma coisa passar. É desse tipo de significado. Passou por cima, é uma páscoa. Passa por cima dos nossos pecados. Está claro. E não haverá, entre vós, praga, destruidora, quando eu oferir a terra do Egito. Vê-se aqui o significado do dia da páscoa, durante o tempo dos Israelitas. Versículo 14. Este dia vos será por memoriao. É a memoriao.
E o celebrareis, como solididade ao Senhor, nas vossas gerações o celebrareis, por estatuto perpétuo. É a memoriao. Queres irmãos, quando temos um memoriao de um grande acontecimento importante, celebramos esse memoriao anualmente. Por exemplo, o memoriao do nosso casamento. É o aniversário. O memoriao do armistício, que fazemos em novembro. Que simboliza quando foi declarado o armistício ao fim da Primeira Grande Guerra. Então, esse memoriao é, no dia correto, o dia do armistício. Então, faça um memoriao a esse acontecimento importante. Por isso, o memoriao, este dia que vai ser um memoriao, é celebrado anualmente, na hora e no dia correto.
Que era o dia 14 do primeiro mês, que é o mês de Nissan, ou em outros sites também escrito como, a Bíbrea. O mês da Bíbrea, ou o mês de Nissan. Por isso, em revisão. O cordeiro pascal foi matado ao Crespúsculo. Isto é ao pôr do sol, em Ibreu é Ereba. Ao pôr do sol, do dia 14, isto é, ao início do dia 14.
Depois foi comido, comeram este cordeiro, à noite, no dia 14. Mas, além disso, antes de comerem, poseeram sangue, à volta das portas. Por isso, à meia-noite, o anjo da morte passou por cima. Pó-sac, semelhante ao termo ibraico, peisac, da páscoa. O anjo da morte passou por cima. Pó-sac. No dia 14, à meia-noite, os primeogênitos dos Egitos morreram no dia 14. À meia-noite. Na manhã seguinte. No dia, ainda, no dia 14. Porque o dia 14 só tinha começado ao pôr-do-sol, como compreendem. Por isso, na manhã seguinte, queimaram o resto, que não tinham comido. Por isso, vê-i a páscoa, é celebrada, ao começo do dia 14. Ao começo isto é, ao pôr-do-sol, do dia 14.
Depois, a partir do dia 15, por sete dias, então devem de comer os pães asmos. Vejam comigo versículos 15 e 16. Sete dias que morães pães asmos. Sim, do dia 15, ao dia 21. Logo, ao primeiro dia, isto é, o dia 15, tirarei-se o fermento das vossas casas, pois qualquer que comer coisa levada, desde o primeiro dia até o sétimo dia, essa pessoa será eliminada de Israel.
Ao primeiro dia, isto é, o dia 15, haverá para vós outros santa assembleia. Isto é o dia 15, então vai ser um dia santo, isto é, um dia feriado. Também, ao sétimo dia, isto é, o vigésimo primeiro dia, tirarei-se santa assembleia, e, por isso, no vigésimo primeiro dia, também é um dia santo, é um dia feriado, digamos assim.
Nenhuma obra se fará nele, no primeiro ou no último dia, o primeiro ou sétimo dia, dos períodos osmos, exceto o que diz respeito ao comer. Somente isso, poderes fazer. Por isso, podem fazer uma certas preparações, não muito fortes, mas preparações ao comer, mas não é para fazer grandes preparações, deviam te preparar a maioria das coisas, antes dos dias santos, mas podem fazer uma certa, às atividades, no que diz respeito ao comer.
A ação de comer.
Por isso, como vimos, como revisão, no dia 14 ao Porto Sol, sacrificaram o cordeiro. Vejam isto confirmado, em Deutronômio capítulo 16. Deutronômio capítulo 16, versículo 6 e 7.
Deutronômio capítulo 16, versículo 6 e 7. Então, versículo 6, Deutronômio 16, senão, no lugar que o Senhor deu-dê-lo escolher para fazer habitar o Seu nome, ali sacrificará-as a páscoa à tarde. A palavra tarde, é iubraico ereba. Por isso é que eu me ensinei há pouco a palavra iubráica ereba, porque essa palavra foi traduzida no êxodo 12 para crepusculo. êxodo 12, versículo 6. Mas esta palavra à tarde é crepusculo e diz assim, ao Pôr do Sol.
Ao tempo em que saíste do Egito, durante a altura, durante a estação, em que saíram do Egito, foi durante esse período, no dia 14. Continuando a ler no versículo 7, então, que os irás e que morás no lugar que o Senhor Teu Deus escolher, sairás pela manhã e voltarás às Tuas tendas. Isto é, devem de celebrar isto todos os dias, todos os anos, digamos assim, durante este dia. Vejam brevemente a revisão deste comando para este mandamento. Vamos ver isto em Levíticos 23. Levíticos 23. Levíticos 23, versículo 5 a 8. Dessa-se diz assim. No primeiro mês, Levítico 23, versículo 5, no primeiro mês, ou no mês primeiro, aos 14 do mês, no Cropúsculo da Tarde, e Braco, Erebe novamente, é a páscoa do Senhor. Aos 14 do mês, ao Porto do Sol, quando o dia começa, é a páscoa do Senhor. O Cropúsculo está claro, é aquele lusque fusco, depois do Porto do Sol. O dia já começou, o Sol já sepou, mas ainda há uma certa qualidade, claridade. Esse é o Cropúsculo. Isto é o começo do dia 14. Nessa altura, a partir dessa altura, começam a celebrar a páscoa. A páscoa é no dia 14. É muito claro aqui, no versículo 5. No dia 14, é a páscoa. Versículo 6. E ao dia 15. E ao 15 deste mês, é a festa dos pães asmos, como disse há pouco. Do Senhor, sete dias que morais pães asmos. Do dia 15, ao dia 21. Sete dias. No primeiro dia, isto é, o dia 15, terei santa convocação. Isto é um dia friado. É um dia santo. Como veem, a páscoa que é no dia 14, não é dia santo. Não é dia friado. O dia 15 é um dia santo. Continuando a ler no versículo 7. No primeiro dia, terei santa convocação, nenhuma obra servila, fareis. O que é obra servila? É, digamos assim, hora de fazer o trabalho diário, o trabalho que vocês fazem para ganhar o pão diário. Mas um dia santo não fazem essas atividades. Mas sete dias, versículo 8, óbvio 16, oferta queimado ao Senhor. Ao sétimo dia, isto é, no vigésimo primeiro dia do mês, haverá santa convocação novamente. Isto é, novamente, um dia santo também. Nenhuma obra servila, fareis, neste dia também. Como vê, a páscoa sempre se simbolizou a morte do cordeiro pascal. Era o memorial, depois, como lemos em D. XVI, ficou o memorial para eles se celebrarem anualmente.
Foi feita para se celebrarem para sempre. Hoje em dia, no Novo Testamento, o que Jesus Cristo fez é o seguinte. Jesus Cristo, ele próprio, é o cordeiro pascal. Jesus Cristo, a morte de Jesus Cristo, Ele foi o cordeiro pascal. Por isto, este escordeiros que os Israelitas estavam a matar antes da morte de Jesus Cristo, eram simplesmente simbolismos para apontar a Cristo. Mas agora que Cristo já morreu, já não precisamos de matar esses escordeiros, porque Cristo morreu para uma vez para sempre. Agora, precisamos de compreender, precisamos de aceitar o sacrifício de Cristo. Isto é do corpo magoado de Cristo, simbolizado pelo pão e do seu sangue, expurgido para a remissão dos nossos pecados. Precisamos de aceitar esse sacrifício em vez do outro sacrifício de animais, porque esse sacrifício agora é perfeito. E, por isso, temos de aceitar esse sacrifício sem fazer algumas alterações, ou adições ou subtrações, sem alterações, na maneira exata que Jesus Cristo instituiu no Novo Testamento, porque qualquer ato da nossa parte de mudar, essa lembrança, qualquer ato da nossa parte de mudar o memorial do sacrifício de Cristo, é equivalente a dizer que o sacrifício de Cristo, na sua condição original, da maneira que ele instituiu, não é suficiente para nós, porque nós temos de fazer uma coisa melhor. E, por isso, então, seria essa atitude, um insulto ao sacrifício de Cristo, porque da maneira que Cristo nos deu, exatamente a maneira que nos instruiu a fazer, é a maneira que temos que fazer, porque temos que aceitar a maneira que ele nos deu. Se não estamos a aceitar essa maneira, estamos a rejeitar o sacrifício de Cristo na sua condição original. Por isso, aceitando o sacrifício de Cristo, exatamente da maneira que ele nos instruiu a celebrar esse memorial, demonstra a nossa fé, nesse sangue, e demonstra por isso que o anjo da morte, possou por cima de nós, para nós não morrermos internamente, porque? Porque fomos batizados. Isto é o batismo que representa o nosso compromisso de vivermos uma vida nova, após de sairmos da água, começamos a viver uma vida nova, foi um compromisso, de bastas condições de que nos arrependemos e que temos fé em Cristo, que o sacrifício de ele é suficiente. Por isso, a páscoa é uma renovação desse contrato. É uma renovação anual desse contrato, que foi feito durante o batismo, o contrato que se chama a Nova Aliança. E, por isso, aceitando isso, podemos então receber, por essa fé, o Espírito Santo que recebemos após o batismo, durante a imposição das mãos, mas o Espírito Santo está em nós, ajuda-nos na nossa mente, ajuda-nos a vencer, com a ajuda de Cristo, e, então, esse vencimento podremos, então, ao fim da nossa vida, quando formos ressuscitados, poderemos então receber a salvação e a vida interna no reino de Deus.
Vamos então voltar novamente a Exodus 12, Exodus 12, versículo 23 e 24. Porque o Senhor passará para ferir os Egitos quando vir porém o sangue na verga da porta em ambas as ombreiras, passará o Senhor, pô, sac, passará por cima, o género significando uma páscoa, passará por cima de vós, passará o Senhor àquela porta, e não permitirá o destruidor, ao destruidor, que entra em vós as casas para vos ferir. Guarda-ai pois isto, por estatuto, para vós outros e para vós seus filhos, para sempre.
É um estatuto para sempre, é eterno, durante este dia que foi mandado para nós termos isto em memória.
Por isso, uma vez mais, hoje em dia não amatamos um cordeiro e não o comemos, porque o cordeiro de Deus, isto é Jesus Cristo, foi que sacrificado uma vez para sempre. Em vez disso, comemos o pão da cerimônia da páscoa, no dia e na hora correta, simbolizando o corpo de Jesus Cristo, que foi quebrado, o vinho simbolizando o seu sangue, derramado, como uma memória, lembrando-nos do seu sacrifício e morte.
Então, faça-me uma pergunta. Com que frequência observámos, então, a páscoa? Vejam comigo, no êxodos capítulo 13, versículo 10. êxodos capítulo 13, versículo 10. Portanto, guardará-se esta ordenança, no determinado tempo de ano em ano.
Não podemos estar a observar a páscoa todos domingos, ou quando nos apeteça, ou uma vez de três em três meses. O mandamento é que guardamos esta ordenança da páscoa, no determinado tempo de ano em ano. E Jesus Cristo, como limos há pouco, quando chegou à hora determinada, então celebrou a páscoa. E depois da seia, que foi a última seia, que se diz, mas depois da seia, então, mudou o simbolismo para o pão e o vinho, porque ele, o corpo dele, foi o cordeiro pascal.
Espero que compreendam isto claramente.
Vejamos, então, em 1 Pedro 2, perdão, 1 Pedro 2, 21.
Portanto, para isto mesmo, foste chamados, pois que também Cristo sofreu em vossa lugar, deixando-vos exemplo para seguir-os os seus passos.
E entre este exemplo, uma das coisas que ele fez, foi a mudança do símbolo e ordenou-nos para fazer, como ele fez, após a páscoa, durante o período da páscoa.
E, então, a páscoa após a refeição, mas durante o período da páscoa, e ele então mudou o símbolismo e nós temos que observar a páscoa anualmente, tal como Jesus Cristo fez, porque nos deu este exemplo. Vejam comigo se faz favor em Lucas 2, 2o capítulo de Lucas, 2o capítulo de Lucas, versículo 41, 41 e 42. Ora, anualmente, iam os seus pais a Jerusalém para a festa da páscoa, e quando ele atingia os 12 anos, subiram a Jerusalém segundo o costume da festa. Jesus Cristo observou a páscoa deste criança, na altura correta do ano. Vejam o que o Paulo nos diz em primeiro Coríntios, primeiro livro de Coríntios. Vamos, então, ler no capítulo 5, primeiro livro de Coríntios, no capítulo 5.
Ora, é importante notar que o primeiro, o que o primeiro livro de Coríntios foi escrito à volta do período dos Pães Asmos era corrente no ano 55. Isto é, aproximadamente, uns 20 talanos, depois de Cristo ter morrido. Uns 20 talanos. E Paulo, durante este período, disse, 1 Coríntios 5, versículo 7. Lançar fora o velho fermento, para que sejeis nova massa, isto é, ponham-o de fora o fermento, porque estávamos a dar os dias de Pães Asmos? Para que sejeis nova massa, como sois de facto, sem fermento, porque estávamos sem fermento, porque foi, durante os dias, dos Pães Asmos. Mas o significado aqui é que, espiritualmente, tem que tirar o homem velho, a maneira de viver velha e por uma maneira de viver nova, como o símbolo do batismo representa. Que é matar-o a maneira de viver antiga, porque nos arrependemos e, então, viver de uma maneira nova, isto é, em audiência às leis de Deus, de acordo com os princípios e ensinamentos de Deus. E diz assim, pois também Cristo, o nosso cordeiro pascal, foi imulado, foi sacrificado. Por isso, se lebremos a festa, não com o velho fermento, nem com o fermento da maldade e da melícia, e sim com os asmos da sinceridade e verdade.
Vemos assim, por isso, Paulo deu instruções acerca de como observar a Páscoa. E no mesmo livro, um pouco mais adiante, no capítulo 11 de 1 Coríntios, capítulo 11 de 1 Coríntios, capítulo 11, vemos aí no versículo 1, diz assim, ser de meus imitadores, como também eu sou de Cristo.
E depois, continuando, ele imitou a Cristo. E depois, continuando, a ler aí, vejam no versículo 20. Quando, pois vos reunionís, no mesmo lugar, não é a seia do Senhor.
Não estão a celebrar a seia do Senhor.
Por isso, quando dizemos, ou as pessoas dizem, ó, vamos celebrar a seia do Senhor, Paulo está a dizer aqui e disse para nos imitarmos como ele está a imitar a Cristo, não estamos a celebrar a seia do Senhor. Estamos a celebrar o novo simbolismo da Páscoa. Vejam assim, pois vos reunís, no mesmo lugar, não é a seia do Senhor que comês. Vejam no versículo 23. Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão. Na mesma noite, que foi traído, quando se lebrou a Páscoa, no dia 14 de Nissan. E, dando graças, o partiu e disse, este é o meu corpo que é dado por vós, fiz-me isto em memória de mim, disse, Cristo, é o memorial. O memorial deve ser feito de ano a ano, no aniversário, deste memorial. Por semelhante, versículo 25, depois de haver seado, isto é depois de ter-te Jesus Cristo ter comido. Também tomou o cálice, dizendo, este cálice é a nova aliança do meu sangue. Fazer isto. Fazer isto. Tomem este pão e este vinho. Quando? Durante a Páscoa, no memorial. Mas, quando fazem isto, todas as vezes que o fazem, está claro, quando é que vão fazer? Vão fazer isto no memorial. Mas, quando bebesem, todos os vezes que o bebesem, em memória e de mim, está no meu memorial. Porque, todas as vezes que comer este pão e beber o cálice neste memorial, estão a anunciar, estão a proclamar, estão a fazer um memorial novo, a relembrar-se da morte do Senhor até que ele venha. Está claro, não fazemos este memorial. Quando nos apetecemos a fazer, quando somos instruídos a fazer, tal como Paulo fez e como imitou a Cristo. Tal como, queridos irmãos, como a Páscoa, com os simbolismos do Velho Testamento, que mubrava a libertação de Israel da Escrevidão do Egito, estudando o pecado, a Páscoa do Novo Testamento.
Isso não é uma continuação da Páscoa. É a Páscoa do Novo Testamento. Mas agora tem símbolos diferentes, como mora a morte de Jesus Cristo, o nosso Cordeiro Pascal, e como mora a nossa libertação da Escrevidão do Pecado. Deus, através de Jesus Cristo, nos deu um exemplo aqui. Jesus Cristo observou exatamente, na hora exata. Foi que Jesus Cristo fez, e por isso lemos, lemos, sendo cedo meus imitadores, como também eu sou de Cristo, no versículo 1, 141. Jesus Cristo, por isso, deu-nos um exemplo. Paulo emitou. Jesus Cristo fez, na hora correta. Como lemos? Temos que fazer como ele fez. Temos que fazer quando foi ordenado, para sempre. Precisa-me lembrar exatamente, no universo de seu sacrifício, da sua crucificação. É a memória disso, e é a cerimónia mais solene e sagrada do ano inteiro.
Especialmente, quando estamos a observar, na maneira correta, de acordo com as escrituras. Por isso, versículo 27. Por isso, aquele que comer o pão, ou beber o cálice, indignamente, se vamos tomar a páscoa de uma maneira indigna, por exemplo, no dia incorreto, ou de uma maneira incorreta, então seremos real do corpo e do sangue do Senhor.
Uma vez, queridos irmãos, que conheçamos a verdade, tomar a páscoa a qualquer altura quando nos apetece, que não seja na altura ordenada pelas escrituras, tomaremos, então, se fizermos dessa maneira, então tomaremos a páscoa do novo testamento, de uma maneira indigna, para a nossa própria maldição. E assim seria, tomar a páscoa, não aceitando o sacrifício do corpo e o sangue de Cristo na maneira ordenada, anualmente. E, por isso, é equivalente, como diz há pouco, dizer que o sacrifício de Cristo, na maneira ordenada, não é suficiente para mim, e eu tenho que alterar a cerimônia. Isso, queridos irmãos, é um insulto a Deus, um insulto ao sacrifício do nosso Salvador. Por isso, é importantíssimo que observemos a páscoa de uma maneira digna. E a Igreja do Novo Testamento continuou a observar a páscoa e os Dias dos Ásmos vejam comigo em Atos capítulo 20, o vigésimo capítulo de Atos. Isto foi escrito a cerca do ano 59 da Era Corrente. Isto é quatro anos depois do livro de Coríntios ter sido escrito Atos 20 capítulo 20 versículo 6. Depois dos Dias dos Pães Ásmos navegamos de Filipe e em cinco dias fomos ter com eles naquele Porto, etc. Vem que observaram os Dias dos Pães Ásmos. Está claro, observaram a páscoa também. Por isso, queridos irmãos, precisamos de voltarmos-nos, então, à fé, que, uma vez por todas, foi entregue aos santos como lemos, há pouco, em Judas versículo 3. Queridos irmãos, precisamos de nos sumeter humildemente, à verdade das Escrituras. Lemos pelas Escrituras, a verdade na sua pureza. Agora, resta-nos a acreditarmos nas Escrituras ou não? Resta-nos a fazermos as Escrituras, perdão, a fazermos as Escrituras nos dizem, diz para fazermos, ou não? E, como lemos, lemos à cerca da verdade as Escrituras, à cerca da maneira correta de observar a páscoa do Novo Testamento. Como lemos, não é a seia do Senhor. Não podemos adicionar ou subtrair. A data é o dia 14 do primeiro mês. O dia 14 de Niissan ou a Bíblio, como em certos sítios, é conhecido. Tem dois nomes. Calculado esse dia 14, é calculado pela Lua, como descrito pelo calendário hebraico usado pelo judeus. A páscoa é no início do dia 14.
O judeus hoje em dia, assim como os fariseus do dia de Cristo, na realidade, não se lembram a páscoa, mas sim o começo da festa dos dias asmos, que é no dia 15. Por isso, os fariseus e aqueles que controlavam as ações do templo matavam o cordeiro mais tarde, no dia 14. E por isso, Jesus Cristo morreu exatamente ao tempo, à altura, que ele estava a matar o cordeiro, o cordeiro. Mas ainda foi no dia 14. E eles, então, só comiam a refeição no dia 15. Como alguns muitos judeus hoje em dia, comem essa refeição no dia 15. Mas essa refeição no dia 15 é a noite para ser muito observada.
Tal, queridos irmãos, como devemos observar a páscoa no dia correto, no aniversário do sacrifício de Jesus Cristo e, à hora correta, tal como Jesus Cristo observou. E não podemos observar a páscoa quando nos apeteça, ou semanalmente, ou uma vez de três em três meses. Mas há mais a considerar, há cerca, de guardarmos a páscoa de uma maneira digna.
E, por isso, é necessário, além de fazermos a páscoa de uma maneira digna fisicamente, é necessário prepará-nos espiritualmente para essa cerimónia solene, para que o fássamos de uma maneira digna.
Esse, então, é o tema do próximo sermão. Isto é a preparação espiritual que nós precisamos de fazer antes da páscoa, para estarmos prontos, para a páscoa, para a observarmos, de uma maneira digna espiritualmente. Até o próximo sábado, queridos irmãos, aqui em Jóres Campos.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).