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Do dia da Páscoa Cristã. E é um tema muito importante, porque muitas pessoas se confundem com isso e realmente há uma controversia muito contentiosa de quando é a Páscoa. E realmente é um conflito muito antigo, que possivelmente, mas pessoas não reconheçam, é um conflito que existe há mais de três mil anos.
Por isso eu quero explicar alguns detalhes históricos e depois extrair da Bíblia o que diz acerca da Páscoa, que deve ser observada no dia 14 do calendário hebraico, isto é, 14 de Nissau. Ora, historicamente sabemos que haviam 12 tribos na Nação de Israel e por causa da desobediência houve uma divisão em que o reino do Norte se separou do resto da Nação, do rei do Sul, o rei do Sul. Isso foi há cerca do ano 931 a.C., e cerca de uns 70 anos depois dessa divisão, o rei do Norte vai ser um rei que se chama Acaba e a sua esposa, sua mulher, era uma senhora chamada Jezabel, que era alta, se acertizava de Asará.
Agora, Asará é uma tradução na Almeida Revista e Corrigida, em Almeida Corrigida e Fiel. Embora na Almeida Revista autorizada, refere-se como o post-hídolo, mas essa representa essa Asará, era conhecida como a Start da Babilônia, que é o nome da Esquadra, que representa o nome do Mundo Páscoa em inglês, e também era a Alça Jezabel, alta, se acertizava de Bal, desta região dos Balins.
Ela então usou a sua autoridade real para promover a religião Pagã. E então ela mudou a Páscoa de 14 para 15. Abraçou a refeição, chamava-se a refeição da transubstânciação falsificada de Bal, que isso o veio a ser no dia 15 de Nissa. Esta infidelidade Israel irou tanto o Senhor Deus, que ele fechou os céus, e vocês sabem a história de Elias.
O urbálismo foi a pedra do tropeço que deviou Israel e ajudar da sua aliança com Deus, trazendo por fim seu cativeiro. Este divio judaico do mandamento de Deus continuou até o tempo de Cristo. Isto é continuar a observar a Páscoa no dia 15, em vez de ser no dia 14, como uma nação, embora certas pessoas mais fiéis ao estudo bíblico ainda observavam em casa privadamente no dia 14, como é o ensino bíblico.
Este ambiente, digamos assim, este campo de batalha foi o que afetou também, uma coisa que afetou a daltrina da Igreja Primitiva. Vejam, por exemplo, em Judas, capítulo versículo 11. Ainda, por prosseguir pelo caminho de Caim, e movidos de Ganância, se precipitaram no erro de Balaão e pareceram uma revolta de cora. Veja, este erro de Balaão já existente. Este erro deste paganismo estava afetado a Igreja. Veja também, em Apocalipse 2 versículo 14.
No fim de contas, isto paganismo está todo inter-connectado. Vejamos aqui, no versículo 14 de Apocalipse 2, tendo, tenho, todavía, contratido algumas coisas, pois, que tens aí, os sustentam a daltrina de Balaão, o qual ensinava a Balaque a armar-se-ladas de anos de filhos israel, para comerem coisas sacrificadas aos ídolos e praticarem a prostituição. Por isso, vemos que estas daltrinas pagantes de várias formas já estavam a afetar a Igreja Primitiva. Já pelo ano de 135 d.C., quase todas as congregações de igrejas na região do Mediterrâneo tinham abandonado a verdadeira páscoa, a favor de uma comunhão dominical e os serviços anuais do nascer do sol na páscoa.
Eusebio, um historiador, registra o testemunho de Policratus, que era um líder da Igreja de Ifeso, que se apogou à daltrina outra hora ensinada. Essa vez podem ver isso no volume 1 do livro histórico de Usebio, intitulado The Ecclesiastical History, a história ecclesiástica nas páginas 505 a 507. Portanto, o que Satanás neste mundo tem afetado através do seu paganismo, de suas influências, todas as daltrinas, e particularmente a daltrina da páscoa.
E, através desta apostasia, isso foi forçado no ano de 325 d.C., esta apostasia veio a ser para mudar o domingo, em vez de ser o sábado para ser domingo, assim como mudar o dia 14 para o dia...
o dia domingo de páscoa, em vez do dia 14, também houve a transsubstanciação do pão, que é, por exemplo, que é observado como uma hóstia, que é pão com fermento, e os dias de pão sem fermento foram mudados para dias, por exemplo, de pães cruzados com fermento. Como lemos, por exemplo, em 2 Pedro 2, 2 Pedro 2, versículo 1, 2 Pedro 2, versículo 1...
Assim como no meio do povo surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, erasias destruidoras até o ponto de renegarem o soberano Senhor que os brugas rescastou. Ora, o nosso Senhor que nos brugas resgatou, que está claro, que é Jesus Cristo, sofreu e morreu num dia específico, e nós devemos comomerar ou recordarmos desse dia, não no outro dia. E por isso qualquer desvio dessa celebração desse dia, desde que seja só por um dia, é renegar, é renegar o soberano Senhor.
E por isso então, vamos começar agora assim a ver a história de como a páscoa foi iniciada. Mas antes disso, precisamos entender que Jesus Cristo é o nosso cordeiro pascal. Por que? Porque sabemos, em Romano 6, versículo 23, que todos acamos e que o salário do pecado é a morte. Depois entendemos bem que Jesus Cristo é o nosso cordeiro pascal. Lemos isso em 1 Coríntios 5, versículo 7. É que diz lançar fora o velho framento para que seja as nova massa, como sois de facto sem framento. Isto é, falando a século, durante o período dos dias de Pães-Ázmons, pois também Cristo, o nosso cordeiro pascal, foi imulado.
E por isso vemos aqui que Jesus Cristo é o nosso cordeiro pascal. O ponto importante que eu quero se unhar é que não há possibilidade de transigir ou ajustar este ponto de extrema importante verdade. Vejam, por exemplo, em João capítulo 6, versículo 53. Respondeu-lhe, Jesus, em verdade, verdade, vos digo, se não comer-os a cara do filho do homem e não beber o seu sangue, não tendo desvida em vós mesmos. Não há maneira de desviar deste ponto. Não há desculpas. Não há qualquer transigência disso. Vejam também no versículo 55, é 57. Pois a minha carne é verdadeira comida e meu sangue é verdadeira bebida.
Quem comer da minha carne, do berdo do meu sangue, permanece em mim e eu nele. Assim também, assim como o pai, que vive, me enviou igualmente. Eu vivo pelo pai. Também, quem demisse alimenta por mim, viverá. Por isso, não há meio-termo, não há meia desvio de desviar deste ponto. Vejam também, e por isso sabemos muito bem que o pão representa o corpo de Cristo e o vinho da Páscoa representa o sangue de Cristo.
Vejam também, em João capítulo 13, falando aqui da cerimônia do Lava Pés, João capítulo 13, vacílio 8, disse-lhe Pedro, nunca me levará aos pés. E então disse Jesus, se não te levar, não tens parte comigo. Aqui, esta cerimônia que inclui o Lava Pés, o pão e o vinho, é criticamente importante. Vejam também, no versículo 14 e 15, de João 13, ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vos deveis lavar os pés uns dos outros, porque eu vos dei o exemplo para que, como eu vos fiz, façais vós também.
E por isso, isto é, digamos assim, obrigatório para os seus discípulos fazerem seguirem estas instruções. Então, vamos começar do início, como disse, em Exodus, a história da Páscoa, como foi inicialmente instituída. Em Exodus, capítulo 11, versículo 4. Mas é, disse assim, diz o Senhor, cerca da meia-noite, passarei pelo meio do Egito. Este ponto da Páscoa, o que aconteceu à morte dos primogênitos, foi cerca da meia-noite, eu disse aqui, cerca da meia-noite.
Então, vamos ver um carinho mais acerca desta história. No Exodus, capítulo 12, começando no versículo 6, desse aí que deviam de separar um cordeiro, um cordeiro de cada família, segundo a casa dos pais. E isto era uma cerimônia que deviam de fazer em casa, nas casas de Deus, em privado. E o guardarei até o décimo quarto dia deste mês. Isto é, quando o décimo quarto dia deste mês inicia, vai iniciar, então, esperar até o décimo dia de quarta, como sabemos os dias, da maneira que, desde Deus vê os dias, começam a pôr-do-sol a pôr-do-sol. E por isso seria, ao pôr-do-sol, ao fim do dia treze, ao início do dia catorze, ao pôr-do-sol.
E diz assim, no versículo 6. E guardarei até o décimo quarto dia deste mês, a todo o juntamento da Congres... E todo o juntamento da Congresão do Israel, o Imulará. Isto vai matar no crepusculo da tarde. Isto é, dizemos assim, a luz refusco. Após o pôr-do-sol, aí há palavras hibraicas, que é o pôr-do-sol, que o pôr-do-sol é quando o sol toca e se põe.
É este período, em Ibraque, o erebe que é o pôr-do-sol. E depois há um período em que ainda não é escuro, mas é imediatamente após o pôr-do-sol. E é o termo Ibraque, que é usado aqui, que foi traduzido aqui na minha Bíblia, como o crepusculo da tarde. É como dizer, o luz refusco. Ainda não está escuro, mas está a ficar escuro.
Depende de onde estamos no planeta Terra, esse período de luz refusco pode ser um bocadinho mais curto ou um bocadinho mais longo. Mas, à volta dessa região, era cerca de, digamos assim, talvez três quartos d'hora, e então era esse período que tinham que matar esse cordeiro. E depois diz, agora lembre-se, que tinham que fazer isso ao início do dia 14, tinham que matar na casa deles, tinham que esfolar o cordeiro, tinham que estripar o cordeiro, tinham que assar o cordeiro, o cordeiro é um andilado.
Olha, irmãos, isso leva tempo, isso leva tempo. Você, no luz refusco, vai matar o cordeiro, vai esfolar, vai estripar, vai pôr num forno, vai assar. Não é frito, ou coisa assim, deve ser assado. E quanto tempo é que isso vai demorar, irmãos?
Possivelmente, umas quatro ou cinco horas. Agora, se o por do sol era, por exemplo, a volta de seis, seis, mataram o cordeirinho, lá para seis e meio, uma vez que tinham completado isto, seriam umas cinco horas depois, seria lá 11 da noite.
Depois vejam aqui, um bocadinho mais adiante, no versículo 11. No versículo 11 diz, desta maneira, comureis lombos singidos, sandálias nos pés e cajado na mão, comelueis à pressa, é a Páscoa do Senhor.
É interessante que a palavra que é traduzida à pressa, se você for buscar, numa concordância, a palavra aqui é, a palavra hebraica 02649, que também poderia ser traduzida em trepidação. Trepidação. Ora, não saíram do Egito em trepidação, mas nesse momento que estavam a comer, estavam num estado mental de pavor e alarme. Por que? Porque era cerca já da meia-noite e sabiam que, a essa hora, os primos gênitos do Egito estavam a morrer, porque já tinham posto sangue à volta das portas, e por isso estavam a comer isto numa, digamos assim, trepidação.
Continuamos a ler então aqui, no versículo 12, porque naquela noite, naquela noite, estavam naquela noite, estavam a comer, assim, já era bem tarde. Passarei pela terra do Egito e freirei na terra do Egito todos os primogênitos. E, por isso, sabiam muito bem que os primogênitos dos Egitos estavam a morrer, desde as homens, perdão até os animais, e escritorei juízo sobre todos os deuses do Egito. Eu sou o Senhor.
O sangue será por sinal nas casas em que estiveres, quando eu ouvir o sangue, passarei por vós. Passarei por cima de vós. Isto é o significado da palavra páscoa. Passarei por vós. E não haverá entre vós praga destruidora, quando eu ferir a terra do Egito. Passarei por vós. Passarei por cima de vós, como está escrito, na almeida revista e corrigida, e na almeida corrigida e fiel.
E depois vejam que estava agora a comer esta hora bem avançada da noite, praticamente, cerca da meia-noite. Estavam a comer a interpidação. E depois de terem que comer, vejam o que diz no versículo 10. Nada deixarei dele até pela manhã. Não vais deixar nada até amanhã, até amanhecer. O corém ficar até pela manhã que é maloais. Talvez uma melhor tradução disso seria. O que teria permanecido até amanhã deveria ser completamente queimado antes de chegar amanhã, porque não vais deixar nada dele até pela manhã. E por isso tinham que queimar a pele, tinham queimar os intestinos, tinham que queimar a gordura e os ossos. Não quanto tempo é que isso levaria?
Provavelmente, umas duas ou três horas, ou ainda mais. Particularmente, os ossos mais sólidos, digamos assim, maior quantidade, poderiam até ter sido mais tempo. E ninguém poderia ter saído da casa, de casa nessa noite. Veja no versículo 22. Tomai um molho de isopo, molhá-lo em no sangue, estiver na bacia e marca a verga da porta e as suas ombreiras com o sangue, que estiver na bacia. Nenhum de vós saia da porta da sua casa até pela manhã. Como sabemos, eles estavam em trepidação. Eles não iam desopter ser. E realmente, quando lê no versículo 28, diz, e foram os filhos de Israel e fizeram isso como o Senhor ordenara a moiseja e a raão, e assim fizeram. Certamente, os filhos de isopo foram muito obdiados, mas neste caso, obedeceram.
Fizeram tudo. Veja no versículo 29. Aconteceu que, à meia-noite, feria o Senhor todos os primogênitos na terra do Egito.
E, por isso, essa morte dos primogênitos do Egito foi à meia-noite, ou como lembramos de outros, cerca da meia-noite. E diz assim, desde o primogênito de Faraó, que se sentava no siltrônum, até o primogênito educativo que estava na enchovia, e todos os primogênitos dos animais.
E depois leiam no versículo 33. Os egípcios apertavam com o povo pressando-se em lançá-los fora da terra, pois diziam, todos morreremos.
E depois leia no versículo 37. Assim partiram os filhos israeles do Ramazés para Sokota, cerca de 600 mil a pé. 600 mil só de homens, sem contar mulheres e crianças. Irmãos, 600 mil homens, provavelmente outros 600 mil mulheres, provavelmente talvez dois filhos por família, sendo um mercado conservativo, dá 2 milhões e 400 mil pessoas israelitas. E depois sabemos, no versículo 37, no versículo 38, que diz subir também com eles um misto de gente ao Velho Asgado e muitos animais. Por isso ainda era mais do que 2 milhões e 400 mil pessoas. Então, pensem bem isto. Se a população israelita era, por exemplo, 1 israelita para 10 egípcios, digamos assim, 10%, quer dizer que a população egípcia era de 24 milhões de pessoas. Vá-me-se, possível, 24 milhões de pessoas. Ora, sabemos que na história média é que os primogênios eram cerca de 20% da população. Ora, isto quer dizer que 8 milhões e 8... Perdão, 4 milhões e 800 mil pessoas morreram nessa noite. 4 milhões e 800 mil pessoas egípcias morreram nessa noite. Foi uma coisa enorme, mano. Foi uma coisa enorme. É bom nós pensarmos assim um pouco para ver o que aconteceu.
Está claro, os egípcios estavam aterrorizados quando isto aconteceu. Imagine, todos os primogênios morreram. 4 milhões e 800 mil pessoas morreram.
Uma coisa enorme. Vejam, então, no versículo 35 e 36. Fizeram, pois, os fios de Israel conforme a palavra de Moisés e pediram aos egípcios objetos de prata e objetos de ouro e roupa. Está claro, agora, numa situação em que 4 milhões e 800 mil pessoas morreram porque não estavam a deixar, os israelistas saíram, eles disseram, saiam, queres que queres, leva, leva! E o Senhor fez que o Seu povo encontrasse favor da parte dos egípcios de maneira que estes lhe davam o que pediam e despojaram os egípcios. Por isso, eles levaram muitas coisas.
Isso está claro, foi depois dos egípcios. E nós vemos que temos aqui 2 milhões e 400 israelitas, mais um misto de gente, mais foram despojar os egípcios, mais por estúdio e não podiam ser de casa até amanhã, isso demorou um bocadinho de tempo, demorou a parte do dia 14. E então, saíram quando?
Ao início da noite do dia 15. Veja em êxitos, capítulo 13, versículo 3. Diz-se-moisés ao povo. Lembra-vos deste mesmo dia em 6 do Egipto da Casa de Servidão, pois com mão forte o Senhor vos tirou de lá. Quando é que saíram do Egipto? Na noite do dia 15, ao início do dia 15. Hoje, mês da Bíblia, estareis saindo. Foi nessa noite, mas diz aqui que seiram do Egipto, sem pão levadado. Sem pão levadado, por que? Porque o dia dos Pães, asmos, começa no dia 15. E depois lembra-vos também em êxitos, capítulo 12, versículo 42. Esta noite, a noite em que saíram do Egipto, se observará ao Senhor, porque nela os tirou da Terra do Egipto, esta é a noite do Senhor, que bevem todos os filhos de Israel que morar nos seus gerações. E por isso nós observamos a Páscoa, no dia 14. E no dia 15 é a noite para ser muito observada, que se observará ao Senhor. A noite de quinhentos, a noite que é o início do período dos Pães, asmos. Vejam também em Levítico 23, versículo 5. Levítico 23, versículo 5.
Levítico 23, versículo 5. No primeiro, no mês primeiro, aos 14 do mês, no Corpusflo de Atar, isto é, a partir do Luz Fusco, é a Páscoa do Senhor. E então, vês que mataram o cordeiro, e isso tiveram que o cozinhar, e quando comeram já é meia noite, e se tune, e se tiveram que queimar a pele, a gordura, isso tumeou o tempo, e não podiam ser de casa até amanhã. Sabemos que saíram à noite, por isso saíram na noite, porque tiveram que despojar os exípsios, e tirar coisas, eles deram em eles coisas, e por dois milhões e quatrocentos mil pessoas juntas para saírem, tudo demorou um bocadinho de tempo. E eles vieram durante a parte do dia do dia 14 para saírem à noite do dia 15. E depois dizam, no versículo 6, e aos 15 dias deste mês é a festa de despreisar, eles saíram sem pão levadado.
Ora, por isso, em Somário, a páscoa, quando Deus passou por cima dos Israelitas, e eles, por isso, os primogênios deles não morreram, nessa noite, a páscoa não é simbólico de quando saíram do Egito. A páscoa não é simbólico de quando saíram do Egito. A páscoa é simbólico de quando o Senhor passou por cima delas, e os protegeu. Ora, se tivessem observado a páscoa um dia, mais tarde, aqueles poucos, ou tivessem observado a páscoa um dia mais tarde, já seria tarde mais, porque já teriam morrido, os seus primogênios. Por isso, tinham que fazer naquela noite, vejam uma outra escritura muito importante, que é Números 33,3.
Partiram, pois, de Rameses, no décimo quinto dia do primeiro mês, no dia seguinte ao da páscoa. É muito claro, partiram no dia seguinte ao da páscoa, partiram no dia quinze, a páscoa é no dia quatorze.
Vejam aqui, saíram os filhos da Israel, corajosamente, ou, como outras versões dizem, com mão alta, corajosamente, ou da alta mão, não saíram trepidamente. Trepidamente foi da noite anterior, quando estavam a comer trepidamente, com trepidação.
Um outro ponto interessante, acerca da páscoa, é em Exodus capítulo doze, versículo quarenta e três. Exodus capítulo doze, versículo quarenta e três, a quarenta e oito.
Diz-se mais, o senhor Amor Zéji, era-o, esta ordem da páscoa, nenhum estrangeiro com o morar dela. Porém, todo escravo, comprado por dinheiro, depois de o ter circuncidado com o morar dela, o símbolo espiritual para a nova aliança, isto é, para o período dois, é que precisa de ser circunciso para celebrar a páscoa do senhor. O estrangeiro, o acelerado, não com o morar dela.
E por isso, é preciso ser circunciso. O cordeiro há de ser comido numa só casa, é comido em casa, não era no templo, a cerimônia da páscoa era em casa e não no templo. E da sua carne, não leveréis, não leveréis fora da casa, nem recuperareis o senhor. E toda a congregação de Israel, o fará porém, se algum estrangeiro só estudar contigo e quiser celebrar a páscoa do senhor, seja-lhe circuncidado todo o macho e então se chegará e observará e será como o natural da terra, mas nenhum incircunciso comorá dela. Esta é a instrução da páscoa para o futuro. Primeiro, tem que ser em casa, não é no templo. E segundo, para observar a páscoa, tem que ser circuncidos.
Este é um ponto importante, que aqui para nós é o ponto que, quando os judeus, e que vamos ver daqui a pouco, no templo do Cristo estavam a celebrar a páscoa no templo, não estava a obter de ser a lei aqui em êxitos, por isso vemos que já havia este desvio do 14 para o dia 15. Já vimos que já havia este desvio. Vamos então continuar a ler aqui agora, em Lucas 22, Lucas 22, porque agora vamos ver a celebração da páscoa no novo estamento. Lucas 22, versículo 8. Lucas 22, versículo 8.
22, versículo 8. Jesus envia o Pedro e o João dizendo, Ídeo, preparar-nos a páscoa para comermos, preparar a páscoa. E depois diz, e eles perguntaram, onde queres que preparemos? Então, ele explicou Jesus, ao entrar na cidade, contra o homem, e vocês conhecem essa história, dizes ao dono, o mestre manda perguntar, onde é o aposento no qual é de comer a páscoa? Vemos que não foi no templo, foi numa casa. E em que é de comer a páscoa? Era a páscoa, não era uma refeição qualquer no dia errado, era a páscoa. E por isso vemos que aqui era a páscoa. E depois, ele continua a ler no versículo 12, ele mostrará uns passosos de cenáculo mobilado e aí fazei os perpetativos. E indo tudo, encontraram como Jesus lhe disseram e prepararam a páscoa. Por siglo XIV, chegada a hora, pôs Jesus à mesa e com eles apostos, e disseram-se, tendo-se jado ansiosamente comer com vos esta páscoa. Claramente, isto era a páscoa. Antes do meu sofrimento, Jesus observou a páscoa no dia 14, como de acordo com a lei, e como vimos há pouco, os judeus já estavam a desobser observando-o no dia 15. E depois, vemos aqui que, que eles, Jesus Cristo, e se tenho desejado ansiosamente comer com vos esta páscoa. Jesus Cristo comeu a páscoa. Está claro, antes de sofrer e antes de morrer. Mas foi no mesmo dia, porque o dia era de Porto Sol até Porto Sol. Durante a noite, comeu a páscoa, depois de comer a páscoa, mudou os símbolos para a nova aliança, depois disso, deu o seu sermãozinho a sua mensagem, de João 13 até João 17, com sua oração, e depois foi para o jardim, onde foi traído. Ora, versículo 16, depois vos digo que nunca mais acumerei, é aquela que se compra no rei de Deus. Jesus Cristo disse, não vou comer esta seia da páscoa, e por isso não há seia da páscoa hoje em dia. Por isso, Jesus Cristo não está a comerem, nós temos que cumprir ele. Mas o que há o simbolismo do novo testamento? E tomando um calço, a vendar graças disso recebi e repartir entre vós, pois vos digo que de agora em diante, não mais beberei do fruto da videira até que venha o rei de Deus. Isso o vemos aqui, por isso que ele se lebrou a páscoa. Jesus Cristo observou a páscoa no dia 14, lavou os pés no dia 14, que representa o ato do serviço e humildade dele, sofreu, nessa noite, que representa o símbolo do pão ainda no dia 14, e, durante a parte do dia, ainda desse dia 14, e depois morreu, que é o simbolismo do vinho, ainda no dia 14, cerca das três horas da tarde. Por isso, Jesus Cristo observou a páscoa de Deus no dia 14, sem dúvida nenhuma. Jesus Cristo obedeceu em tudo. Como descrevemos inicialmente ao início deste tudo, os judeus dessa era já observavam uma páscoa no dia 15, como fazem hoje, ou besaram a páscoa no dia 15, mas bíblicamente a páscoa de Deus, a páscoa verdadeira, a páscoa cristã é no dia 14 de Nissan, não é no domingo, não é no domingo, porque no calendário e abraco a páscoa nunca cai no domingo. O dia 14, o dia 14 do mês de Nissan, nunca cai no domingo. Vocês que estão na igreja há muitos anos sabem que nunca observaram a cerimória da páscoa, nunca. E isso é por causa dos diametros do calendário e abraco, que é correto. Por isso, nunca há um domingo de páscoa no calendário de Deus, porque isso é uma coisa a pagar. Por isso, os judeus dessa era já tinham mudado o mandamento de Deus e estavam a praticar uma tradição. E assim não reconheceram Jesus Cristo como verdadeiro, corteiro, páscalo. Veja, por exemplo, em João capítulo 18.
Em somar, irmãos, acabei de escrever primeiro, que quando é que a páscoa aconteceu no antigo justamente. Segundo, vimos que Jesus Cristo observou a páscoa, no dia correto, dia 14. E agora, a terceira, vamos ver que os judeus já estavam a comer a páscoa no dia 15, não no dia 14. Vejam que, por exemplo, em João capítulo 18, versículo 28. João 18, versículo 28. Depois, levaram Jesus à casa de Caifás para o pretório. Era cedo de manhã, isso era de manhã do dia 14. Já tinha celebrado a páscoa ao início do dia, que era a noitinha. Já tinha sido traído e agora levaram-o e eles não entraram no pretório para não se contaminarem, estaram os judeus.
Mas poderem comer a páscoa, porque eles iam comer a páscoa no dia 15. Vejam que já estavam a comer a páscoa no dia 15. Os judeus dessa era o que é incorreto bíblicamente, como expliquei. Vejam também no João capítulo 19, versículo 14. João 19, versículo 14. E era para escreve o Pascal, cerca da hora sexta, e disse aqui aos judeus, eija aqui o vosso rei.
Isto é, estavam a preparar para a páscoa, era a preparação da páscoa, acerca da sexta hora, e disse aos judeus, eija aqui o vosso rei. Quer dizer que no dia 14 estavam, dizer olha, era o dia de preparação para a páscoa. Por quê? Porque estávamos a falar a páscoa no dia 15. Já estavam os judeus a praticar a páscoa no dia incorreto. Ora, como vimos, Jesus Cristo instituiu novos símbolos. Lemos isso, por exemplo, o simbolismo do lava-pés. Lemos isso há pouco, e ele disse, tem que praticar isto.
Já liga isso em João capítulo 13. Mas para ser completo, deixa eu me ler de novo esse ponto. João capítulo 13, versículo 12 a 15. Depois de eu ter lavado os pés, tomo os vestes e voltando à mesa, pregunto-vos como prender o que vos fiz? Vós me chamais um mestre o Senhor e dices bem, porque eu sou. Ora, se eu sendo o Senhor e o mestre vos lavei os pés, também vos deveis lavar os pés uns dos outros.
Porque eu vos dei o exemplo para que, como eu vos fiz, façais, vos também. E por isso, eu nos dei o exemplo do simbolismo do lava-pés, que é um simbolismo de serviço, e depois vemos em 1 Coríntios capítulo 11. Vegemos então no versículo 20. Quando pois vos reunis, no mesmo lugar, não é a seia do Senhor que comeis. Paulo recondenou, vehementemente, ou muito fortamente, a prática de comer uma refeição. Por quê? Porque Jesus Cristo mudou os símbolos. Paulo disse, não estão a comer a seia do Senhor, porque Jesus Cristo alterou ou mudou os símbolos, e nos mudou os símbolos para a nova aliança.
E vemos isso no versículo 23, no primeiro Coríntio 11. Porque eu recebi, diz Paulo, do Senhor, o que também vos entreguei. Que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, e se foi ao início do dia 14, tomou pão. E, tendo graças, o partiu. E disse, isto é o meu corpo, que é dado por vós. Isto fazei em memória de mim. Na noite em que foi traído, e nós devemos fazer, na memória dele, a mesma altura, a mesma período, que é o dia da páscoa, que é o dia 14 do Nissan.
Porque, de semelhante modo, depois de haver-se-ado, sim, o mesmo modo, depois de haver-se-ado, isto foi depois da refeição, ele cumpriu o simbolismo do antigo testamento. Uma vez, esse par completo, fez o lava pés, e então instituiu os novos símbolos. Os símbolos do novo testamento, do pão e do vinho. E tomou também o cálice, dizendo, este cálice é a nova aliança do meu sânimo.
Por isso, o pão representa o sufrimento, e o vinho representa a morte de Jesus Cristo. O sufrimento, o pão, o sufrimento de Jesus Cristo, pelo qual somos sarados, somos curados das nossas doenças, e o vinho, pelo qual somos perdoados, todos por causa dos nossos pecados, está claro? E depois diz, fazer isto, e todas as vezes que beber, em memória de mim.
Ora, quando é que os bebemos? No dia da páscara. Por todas as vezes que comermos as pão e beber os o cálice, anunciais a morte do Senhor.
Até que ele vem. Estes são os novos símbolos do pão e do vinho, instituídos depois de ele ter cumprido os símbolos do Novo Testamento. Para dar os símbolos do Antigo Testamento. Conclui os símbolos do Antigo Testamento, e então institui os símbolos do Novo Testamento. E por isso é muito importante, irmãos, de observarmos a páscoa no dia 14, porque representa a páscoa do Antigo Testamento, no dia em que passou por cima, simbolismo de que o sangue de Cristo passa por cima dos nossos pecados, mas também ele nos sara e nos deu o exemplo de sermos servos. Rejeitar esta celebração, ou observá-la na noite incorreta, é renegar ou negar a Cristo, como lemos ao início em 2 Pedro 2, versículo 1. Estão a renegar o soberano Senhor que nos resgatou e por isso vai conduzir a repentina destruição. Por isso, irmãos, aguarde a observação do dia de páscoa no dia 14, é a única correta data da celebração da páscoa do Senhor.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).