This transcript was generated by AI and may contain errors. It is provided to assist those who may not be able to listen to the message.
Música Bom dia, boa tarde, queridos irmãos, aqui, em Jorge Campos.
Nós, na Igreja de Deus, observamos os dias santos anuais de Deus.
A pergunta pode ser a seguinte.
Aonde é que nós obtemos a autoridade para observar esses costumes, digamos assim, ou tradições, ou dias, da maneira que nós observamos?
E particularmente, conforme agora nos aproximamos, a estação festiva do início do ano, particularmente a páscoa e dos dias asmos, onde obtemos essas instruções de Deus?
Queridos irmãos, nós vivemos em tempos difíceis. Certamente, o mundo hoje em dia é difícil.
E nós todos observamos os tempos. E, por isso, lê-se em Lucas 21, em Lucas capítulo 21, versículos 39 a 31, Lucas 21, versículos 29, perdão, 29 a 31, diz assim. Ainda nos propôs uma parábola dizendo, Vês a Figueira e todas as árvores.
E quando começam a brutar, vendo-as sabéis, por vós mesmos, que o verão está próximo. E, queridos irmãos, quando vemos o que está acontecendo no mundo, sabemos que o verão está próximo.
Assim também, quando vir-os, acontecerão estas coisas sabéis, que está próximo, o reino de Deus.
E, queridos irmãos, mas que beleza será, quando Jesus Cristo voltar e estabelecer o reino de Deus na Terra, para nos dar paz a esta Terra, mas que a grande esperança nós temos.
E essa esperança, queridos irmãos, está revelada a nós pelo plano dos dias Santos de Deus.
O plano dos dias Santos de Deus, que são bem explicados neste Guirte Estudo Bíblico, que é a promessa de esperança para toda a humanidade. É a esperança para nossa família humana, queridos irmãos, a única esperança que temos.
E, por isso, diz assim, e, verdade, vos digo, continuando a ler no versículo 32, que não passará esta geração.
Queridos irmãos, acredito que estamos nesta geração final. Não passará esta geração, sem que tudo isto aconteça.
Passará o céu e a Terra, porém as minhas palavras não passarão. Isto vai acontecer. Versículo 34. Acalte lavos, por vós mesmos, para que nunca vos suceda que o vosso coração fique sobrecargado com as consequências da orgia, da embrigadez e das preocupações deste mundo. E para que aquele dia não venha sobre vós repentinamente, como um laço. Queridos irmãos, vivemos em tempos perigosos.
Espero, queridos irmãos, que este dia não venha a vós repentinamente, que vocês estejam preparados. Pois já da sobreviver a todos os que vivem sobre a face de toda a terra. E, por isso diz, no versículo 36, vigiai, pois, a todo tempo, orando, para que posses escapar de todas estas coisas que têm de suceder. E estar em pé na presença do filho do homem. Queridos irmãos, precisamos de estar em pé na presença do filho do homem.
E precisamos, para poder escapar, precisamos de vigiar a todo tempo orando. Se vigiar as coisas no mundo, para estarmos prontos, sabendo-nos que está perto, mas principalmente vigiar a nossa própria atitude. Para que não estejamos sobrecarregados, como diz, com consequências das coisas deste mundo, do mundão, e com preocupações deste mundo. Queridos irmãos, temos que nos analisar. Existe um diabo, e este diabo tenta dividir, tenta destruir a Igreja de Deus. Ele quer destruir a pregação da Boa Nova do Reino de Deus. E, por isso, queridos irmãos, precisamos de nos vigiar e ter cuidado para que possamos estar a fazer esta obra, queridos irmãos.
E, por isso, nós observamos os dias santos de Deus, porque nos revelam o plano de Deus de salvação para a humanidade. Nós observamos, por exemplo, agora, os dias aliantes, a páscoa e os dias dispensásmos. Por que? Baseada em que autoridade. Por que que devemos observar esses dias? E como observámos esses dias?
E, por isso, esse é o propósito do meu sermão hoje. Em primeiro lugar, quem tem a autoridade de nos dizer para observar os dias santos? Quem tem essa autoridade? Não são esses dias judaicos. Vejam comigo se faz favor em Levíticos capítulo 23. Levíticos capítulo 23. Diz assim a começar no versículo 1. Diz-se o Senhor a Moisés. Quem disse? O Senhor. Foi o Senhor que falou. Foi uma mensagem de Deus.
Não é uma tradição pagã, é uma mensagem de Deus. E disse assim, fala aos filhos de Israel e diz-lhes as festas fixas do Senhor. Cris irmão, isto são festas fixas do Senhor. São de Deus, são do Senhor. E são festas fixas. A palavra hebraica aqui é moed, que significa ao tempo determinado. Ao tempo determinado. Que proclamareis, que deveis de proclamar durante esse tempo, quando essa estação se aproximar, proclamas.
Está claro, não é o Pedro e o Paulo, que sem o pessoal aí a falar na meia-destraira, que vai proclamar. São os serventes de Deus, são os sacerdotes, os levitas aqui, mandados por Moisés para proclamar. Esses dias. E depois diz, serão santas convocações. Santas convocações. Isto é oportunidades, que são uma chamada, que são uma assembleia sagrada para o povo de Deus se reunir. São santas porque Deus está presente nelas, porque Deus a santificou, Deus a santifica. E por isso, são um mandamento, a autoridade que recebemos vem de Deus.
Deus é que nos diz para as observar. E quando? Vigemos continuando aqui. Sete dias de trabalhareis, mas o sétimo será o sábado descanto, santa convocação, em uma obra farage, é sábado o Senhor, em todas as vossas moradas. Sabemos quando é o sábado, mas então falando acerca das outras festas anuais. Versículo 4 diz assim, são estas as festas fixas, estas moed, no seu tempo determinado, do Senhor, as santas convocações que proclamareis, o sábado de Deus proclamou já quando é o sábado, de setem-seg dias.
Mas as festas fixas do Senhor, são para ser proclamadas no seu tempo, na sua estação determinada, pelos sacerdotes, levitas, que nós recebemos hoje em dia através dos Ibreus. E recebemos o calendário de Deus, que Deus deu a Ele, e recebemos esse calendário. Não é nós que vamos decidir quando são esses dias, foi dado pela autoridade, que Deus instalou. A quem deu, Deus deu essa autoridade de estabelecer esses dias, não foi a nós, de decidir quando é que esses dias são. E depois, como é que os observamos?
Como é que os observamos? Vejamos, então, aqui em Colocenso 2. Colocenso 2. Colocenso 2. Versículo 13, quando se começando no versículo 13. Dizem, ele nos libertou, perdão, capítulo 2, versículo 13. E a vós outros que estávais mortos pelas vossas transversões e pela incircunzição da vossa carne. Isto é, vocês não estavam arrependidos, não tinham cortado essa carne de pecado da vossa vida. Por isso, por causa das transversões e da incircunzição da vossa carne, particularmente mental, essa incircunzição mental. Vos deu vida juntamente, vocês estavam mortos, mas agora nos deu vida juntamente com ele, perdoando todos os vossos delitos, todos os vossos pecados do passado. Tendo cancelado o escrito de dívida. O escrito de dívida é dizer, deve-vos uma coisa, o quê?
O salário de pecado é a morte. Esse é o escrito de dívida. Mas que as pessoas tinham que era contra nós, o escrito de dívida aqui particularmente, é que está a falar, é que constava de ordenanças. Ordenanças, no grego é dogma. Ordenanças. Quais ordenanças eram estas?
Vejam, por exemplo, no versículo 20. Se morresto com o Cristo para os rudimentos do mundo, porque como se viveces no mundo vos sugestais a ordenanças? Aqui defina quais são as ordenanças, que não manuseais isto, não provas aquilo, não toques aquilo outro. Segundo os preceitos e doutrinas de homens.
Porque, pois que todas estas coisas com o uso se destrói, isso era parte do nosticismo, as coisas com efeito têm aparência de sabedoria. Nosticismo era esta sabedoria, com o culto de si mesmo, de falsa humildade, e de rigor assético. Todavia não tem valor algum contra a sensualidade. Aqui, cá, a falar, vê-se que eram ordenanças, que eram preceitos e doutrinas de homens. E, por isso, continuando aqui a ler no versículo 14, diz que, estendo cancelado o escrito, dívidas que era contra nós e constava de ordenanças. Vocês tinham estas coisas, têm que fazer isto, não toquei naquilo, não toquei no outro, não fazem com o outro. Essas ordenanças que eram parte de preceitos e doutrinas de homens.
O qual nos era prejudicial. Jesus Cristo removeu inteiramente encravando-o na cruz, encravando este escrito de dívidas que constava de ordenanças, pós-se na cruz. Versículo 15, e dispujando os principados e exputistas, publicamente os expós ao desprezo triunfando-o n'a cruz. E depois continua, aqui a falar acerca de como observar os dias santos. Porque diz, não façam essas coisas, não era de não tocar, não fazer isto, as coisas, princípios falsos, mas diz aqui, ninguém, pois vos julga.
Ninguém vos diga, olha, façam desta maneira, daquela maneira, não estejam a julgar, por causa da maneira que vocês comem, ou bebem, ou nos dias de festa, ou no dia da lua nova, que o único dia de festa, que é uma lua nova, é do dia dos trombetas, ou os sábados plural, isto é, os sábados anuais e os sábados humanais. Nem eu vos julgo, por como vocês observam isto. Porque, todos esses dias, tudo isso, tem sido sombra de coisas que haviam de vir. Os sábados, os dias santos, o plano dos dias santos, todos representam, todos apontam para coisas, para vir, para o plano de salvação de Deus.
Porém, o corpo de Cristo. A palavra é, está aí, tal e que não está no grego, por isso devia ser traduzido, porém, o corpo de Cristo. Assim, está a dizer aqui, no versículo 16, 17, Ninguém vos julgue, exceto, o corpo de Cristo. Ninguém vos julgue, por causa da comida, da bebida, ou como observam os dias santos, ou os sábados, porém, o corpo de Cristo é que vos julga.
É que vos diz como guardar os dias santos. E o que é o corpo de Cristo? Vocês bastam a olhar uma página atrás, ou duas, na Vossa Bíblia, em Clui-sensis capítulo 1, versículo 24, ao fim desse versículo diz assim, a favor do seu corpo, que é a Igreja. O corpo de Cristo é a Igreja de Deus. E por isso diz assim, em Clui-sensis 2, 16, 17, está a dizer que ninguém vos julgue, acerca de como beber, ou comer durante os dias de festas, ou dias de trombetas, ou sábados. É exceto a Igreja de Deus.
Ninguém vos julgue. É exceto a Igreja de Deus. Por isso, quem tem a autoridade de dizer a você para observar os dias santos? Deus. E Deus dá autoridade à Igreja de Deus, para nos dizer como os observar, porque temos agora uma guarda, uma observância, de acordo com o ensino do novo testamento. Então, vamos começar, então, no primeiro. No primeiro festa que devemos observar, voltando, então, a Levíticos 23.
Levíticos 23. Levíticos 23. Levíticos 23. Ah, está aqui. Acabamos de ler no versículo 4, estas são as festas fixas do Senhor, e no versículo 5, depois, diz, no primeiro mês, aos 14 do mês. Está no primeiro mês, ao dia 14 do mês, no crepusculo da tarde. Isto é, aquele luz que fusco depois do pôr-do-sol, quando o dia 14 começa. É a Páscoa do Senhor. Quer dizer, irmãos, a Páscoa é no primeiro mês. No dia 14 do mês, quando o dia 14 começa, é a Páscoa do Senhor.
A Páscoa é no primeiro mês. No dia 14 do mês, quer dizer que é uma coisa anual. Não é quando, ele me apetece fazer, não é todas as semanas, não é todas as semanas, vamos tomar a Páscoa, não é todos os meses, não é de três em três meses, é uma coisa anual. No primeiro mês, do calendário de Deus, no dia 14 desse mês, após o pôr do sol.
Isto é no corpúsculo da tarde. Começa a Páscoa. E no dia 15 desse mês, que é o dia seguinte, é a festa dos paisásmos do Senhor, por sete dias. No primeiro dia, terei santa convocação, nem obra serví-lo farás. E a mesma coisa também no sétimo dia. O primeiro dia é um sábado anual, o dia 15. E o sétimo dia, que é o dia 21, é o outro sábado anual.
Por isso temos a Páscoa no dia 14, que começa após o pôr do sol. E temos o dia 15, que é um sábado anual, em que nenhuma obra serví-lo farás. Então, vejemos, então, a Páscoa, quando foi estabelecida aqui, em Exodus 12. Exodus 12, a Páscoa.
Começamos a ler no versículo 1, vocês sabem disso, Sr. Moisés, e Ará, na terra do Egipto. Este mês será o principal dos meses, será o primeiro mês do ano, comece a explicar a Ele quando era. E, então, explicou, não vou ler agora os versículos todos, mas aqui disse no décimo dia, vocês ponham de lado um cordeiro, e depois diz assim, no versículo 6, e guardarás esse cordeiro até o décimo quarto dia chegar. O décimo quarto dia, quando chega, é após de pôr-de-sol, então, imediatamente após de pôr-de-sol, que o décimo quarto dia chega, vocês vão matar este cordeiro, que tinham guardado ou separado desde o dia 10. E guardarás até o décimo quarto dia deste mês, e todo o ajuntamento da Congressão de Israel o imulará no crepúsculo da Tarte. Isto é depois do pôr-de-sol, isto é, quando o décimo quarto dia começou. Tomarão sangue e o porão em ambas as ombreiras e na verga da porta, nas casas em que morreram, e depois vocês sabem que continua aí, que depois vocês comem esta refeição da páscoa, como diz assim no versículo 11 e depois no versículo 12, diz assim, porque naquela noite, passarei pela terra do Egito. Como vem? Mataram o cordeiro, depois do pôr-de-sol, ao começo do dia 14. Naquela noite, à meia-noite, diz assim, passarei pela terra do Egito. Ferirei na terra do Egito todos os primogênitos, desde os homens até os animais, e executerei juízo sobre todos os deuses do Egito. Eu sou o Senhor. O sangue vos será por sinal nas casas em que estiveres. Quando eu vi o sangue, passarei por cima de vós. Páscoa. Passar por cima. Páscoa é uma palavra semelhante à palavra hebraica de passar por cima. E aí o Senhor ficou de páscoa, o dia de passar por cima. Passou por cima à meia-noite. Por isso o dia começou ao pôr-de-sol, mataram o cordeiro, puseram sangue nas portas, e à meia-noite, com esse sangue aí, diz aí, o Senhor passou por cima e matou os primogênitos. Quando eu vi o sangue, passarei por vós. E não verá entre vós praga destrudora, quando eu ferir a terra do Egito. Diz assim, versículo 12, naquela noite, passarei pela terra do Egito, e ferirei na terra do Egito todos os primogênitos. Eu sou o Senhor. Foi o Senhor que fez isso. Por isso, esse dia vos será primorial, e os sobrarei, como solidariedade ao Senhor, nas vossas gerações, os sobrarei, por estatuto prepétuo. Isso é o dia 14 deste mês, deste mês, do primeiro mês do ano. Ora, os símbolos, ve-se aqui, que representem Jesus Cristo, o sacrifício de Jesus Cristo, o sangue de Jesus Cristo, e que ele passa por cima dos nossos pecados. É o simbolismo deste Cordeiro, que aponta para Cristo, que é uma sombra, em antecedência da realidade, que viria depois, que foi o sacrifício de Jesus Cristo, no mesmo dia, no mesmo período, no mesmo dia, no dia 14. Então, vejemos a história aqui, de como Jesus Cristo observou a páscoa, e como e quando ele o observou. Vejamos, então, em Mateus, versículo 26.
Vejamos, então, Mateus capítulo 26, versículo 2. Sabéis que, daqui a dois dias, se oblera-se a a páscoa, e o filho do homem será entregue para ser curiosificado, durante a páscoa. E depois, um que tenho mais adiante, no versículo 17. No primeiro dia da festa dos pães asmos, quando vieram os discípulos, a Jesus, ele perguntaram onde queres que te façamos o preparativos para comer-os a páscoa. Talvez uma melhor tradução, acho eu, seria, quando o primeiro dia dos asmos se aproximava, porque ainda não tinha chegado. Bem, os dias dos asmos começam no dia 15. Eles ainda estavam preparados para a páscoa, que seria no dia 14. Mas isto é um colloquialismo, quando as pessoas observam, estes dias de ano a ano, falam esta estação, este período. Olha, é o período dos dias asmos. Embora a festa própria seja em certos dias específicos, as pessoas, quando falam um colloquialismo, já estou a falar, quando o primeiro dos asmos já se aproximava, vieram os discípulos de hoje e perguntaram, onde queres que te façamos os preparativos para comer-as a páscoa? Muito claro que iam comer a páscoa do antigo testamento. E vai continuar a ler o versículo 18. E ele respondeu, e da cidade, ter com certo homem, e dizem, o mestre manderzeiro, o meu tempo está próximo, em tua casa se lebrei a páscoa com os meus discípulos. E eles fizeram como Jesus lhe ordenavam e prepararam a páscoa. Queres irmãos, não há dúvidas aqui de qual era o dia. Sabiam muito bem qual era o dia. Jesus não andeou, ou mudou o dia nada. Sabiam muito bem. É o dia da páscoa se aproximavam. Ninguém fez questão. Ah, mas eu ia errado, ou seja assim. Não, não, sabiam todos muito bem quando era o dia. É o dia da páscoa. Se aproximava o 14, o dia 14.
Chegada à tarde, como vê no versículo 20, isto é, após o deporte de sol, à tardinha, já estava noitinha e tal, pois ele amesa com os 12 discípulos. Isto era, não, agora, no dia 14. Já tinha começado o dia 14.
E vê-se aqui, tal como o mandamento. Foi no dia 14. Vamos soltar um bocadinho mais à frente, aqui no versículo 26. No versículo 26. Enquanto comiam, estavam ali, tiveram refeição, tinham comido e nesta estavam ali na conversa, a conversar e a falar.
Vê-se aqui, no versículo 26. Tomou Jesus um pão e abençoando o partil e deu a seus discípulos, dizendo, Tomai, comei, isto é o meu pão. A seguir, tomou um cálice e tendo dado graças a Deus, seus discípulos, dizendo, babel, helostotes, porque este é o meu sangue, o sangue da nova aliança. Aqui vê-se que Jesus veio a...
a tardinha, vê-se aqui, no capítulo 26, começando no versículo 20, chegando à tarde, por-se-á-la à mesa e comeram. Enquanto comiam, ele disse, olha onde vos vai-me trair e vamos ler um pouco mais disso daqui a pouco, vamos voltar a este ponto aqui e daqui a pouco. E depois, no versículo 26, vê-se aqui que...
ainda que comiam, vamos ver outros versículos, vamos ver que, de facto, isto foi, já tinham acabado a refeição por si própria. Mas ainda estavam sentados à mesa, ainda estavam a falar e tal, porque é como pessoas falam, isto é, que o luquilismo, quando fala, sim, é uma pessoa que depois de comer, comer refeição, e depois fica sentado ali à mesa numa conversa. E pode-se dizer, e ainda estavam a comer, mas a refeição principal já tinha sido completada.
E então, Jesus Cristo, vê-se aqui que mudou, ou estabeleceu, digamos assim, os símbolos do novo destamento, que é o pão e o vinho.
Vegemos, então, no versículo 31.
Diz assim, então Jesus les disse, esta noite, todos vos vos se escandalizéis comigo, porque está escrito, freirei o pastor e os ovelhas do rebanho ficarão dispersas.
Nessa noite, na noite da páscoa, do dia 14, diz assim, freirei o pastor e os ovelhas do rebanho ficarão dispersas.
Nessa noite, noito do 14, vejo, então, no versículo 34, e replicou-lhe Jesus. Em verdade, te digo que nesta mesma noite, antes que o gáulo cante, tu, Pedro, vais negar três vezes, porque Pedro disse, não, não, não, eu nunca vou te deixar.
Então Jesus disse, não, nesta mesma noite, antes do gáulo cantar, me vais negar três vezes.
Por isso vemos aqui que Jesus celebrou a páscoa, corretamente, ninguém duvidou que estava no dia errado, e vence que, nessa mesma noite do dia 14, foi na noite em que Pedro disse, não, eu não vou negar a ti, mas ele, Jesus Cristo, disse que ele o ia negar três vezes, antes do gáulo cantar. Foi nessa mesma noite, como vimos, que Jesus Cristo instituiu os símbolos do novo testamento, da páscoa do novo testamento. Vigemos, então, agora, em João capítulo 18. João capítulo 18.
João 18, versículo 25. Lá estava-se imão Pedro. Argo-Andus perguntaram-se, pois, este tu, aproveitura um dos discípulos dele, ele disse, não, não sou um dos servos do suma de cerdote, parente daquela que em Pedro tinha de sepado, a orélia peritora, não devia, eu, no jardim com ele, de novo Jesus disse, não, não, não, não. E então o Galo cantou. Fez aqui que foi nessa noite, que estamos a falar, aproximadamente, são madrugadas, que Pedro negou Jesus Cristo três vezes. Tal como Jesus Cristo disse, que aconteceria nessa mesma noite. E vigemos, então, no versículo 28. Depois levaram Jesus da casa de Caifas para o pretório. Era cedo de manhã, aproximava-se agora a madrugada, ainda do dia 14, porque começaram a noite e depois a parte do dia, a parte clara do dia. É isso assim, era cedo de manhã. Eles não entraram no pretório, isto é, os judeus não entraram no pretório, para não se contaminarem, mas poderem comer a páscoa.
Vê-se aqui que os judeus ainda não tinham comida páscoa. Então, como é isso? Jesus Cristo comeu a páscoa com os discípulos, e os judeus ainda não comeram a páscoa? Correto, porque estamos aqui a ver, é que o judaísmo já tinha corroído a páscoa. Estavam agora a comer a páscoa, estavam a matar o cordeiro só ao fim do dia 14, para só a comer a páscoa no dia 15, ao começo do dia 15. Que, como vimos pelo mandamento, a páscoa no 14 e o dia 15 é o primeiro dia dos asmos. Eles já estavam, já tinham corroído a guarda da páscoa, e por nós estavam a guardar a páscoa no dia 14, mas estavam a guardar a páscoa no dia 15. Mas não eram todos, alguns sabiam muito bem, que devia ser no dia 14, e assim faziam, mas um grande grupo religioso fazia isso mais tarde.
Vejamos, então, continuando no capítulo 19 de João, 19 versículo 14. Diz assim, e era a preparação páscal, cerca da hora 6, e disse aos deuses, eis aqui o vosso rei, a cerca da hora 6, cerca de, se estou correto, cerca de uma ideia.
Perdão, isto era no período de João, João que está a escrever aqui, e na hora 6 era às 6 da manhã, porque João escreveu isto já bem depois, a epístole de João, deixa-me cá conferir aqui exatamente, a epístole de João foi escrita cerca de, deixa-me cá ver, do ano 90. Isto foi cerca de 20 anos depois da destruição do templo, e por isso já não era, digamos assim, debaixo de um governo com a administração judaica, já estavam debaixo de uma administração romana, e durante este período já contavam as horas, como os romanos contavam da meia-noite, e por isso, a sexta hora já seria, digamos assim, como contamos as horas hoje em dia, e seria cerca das 6 horas da madrugada. E então diz assim, disse aos deuses, eis aqui o vosso rei. Eles porém, clamavam, fora fora crucificam, e vejam-se aqui que era o dia da preparação da páscoa. Era o 14, a caminho do 15, porque elas observavam a páscoa no dia errado, como já vimos.
Continuando, então, no versículo 31, então os judeus, para que no sábado não ficassem os corpos na cruz, visto como era a preparação, pois era grande dia aquele sábado. A preparação era para o sábado, era o dia da preparação, eles chamavam-lhe a preparação para a páscoa, mas era para o sábado. Olha o sábado, o dia 15, que era o primeiro dia da festa dos paisajmos, que era um sábado.
Então, vejam-se aqui que era o dia 15, estava preparado para esse sábado, que era o dia 15, que era um grande sábado, um grande sábado.
Como temos material, para vocês podem ver, que esse sábado, no ano em que Cristo morreu, esse sábado anual, foi na verdade, numa quinta-feira. E, por isso, se aproximavam isso, antes do Porto Sol, ao fim da quarta-feira, criam-o, tirá-lo da cruz, para o sepultar, antes do sábado, que era, nesse caso, numa quinta-feira, o sábado anual, o primeiro dia dos paisajmos.
Vejam também aqui, no versículo 42, diz assim, «Ali pois, por causa da preparação do judeus e por estar perto do túmulo, depositaram o corpo de Jesus, depositaram ainda, nesse dia, da preparação, antes do dia 15». Isto tudo aconteceu no dia 14. Por isso, no dia 14, ao fim do Porto Sol, do dia 13, ao dia 14, Jesus comeu a páscoa do antigo testamento, após ter comido isso, instituiu os novos símbolos da páscoa do novo testamento, do pão e vinho. Depois saiu daí, foi tornou-se prisioneiro, Pedro o negou três vezes, depois foi crucificado e morreu ainda tudo nesse dia da preparação.
E foi sepultado ainda, ao fim desse dia, pouco antes do Porto Sol, que era uma quarta-feira. Porque após do Porto Sol, começava o dia 15, que seria para uma quinta-feira, que era um dia de sábado anual. Como nós descrevemos isso bem, na explicação dos dias santos de Deus. Querido irmãos, continuando então? Vê-se aqui que Jesus Cristo mudou os símbolos da Páscoa, mas Jesus Cristo também instituiu outra cerimônia para a Páscoa. Vejam a João capítulo 13. Em João capítulo 13, ele instituiu uma nova cerimônia, e essa cerimônia é lava-pés. Em João capítulo 13, veja aqui a cerimônia do lava-pés que ele instituiu, que é uma cerimônia que ensina humildade e uma atitude de serviço. Ele, então, instituiu essa, vocês podem ler no versículo 1, versículo 17. E ele disse, eu vos dou um exemplo para vocês fazerem a mesma. Vijemos, então, a própria ordem da Páscoa, a própria sequência destas coisas na Páscoa. Vijemos aqui a própria sequência da Páscoa, é que o lava-pés é primeiro. Vijemos, então, no versículo 10, do capítulo 13.
Porque eles dizem que quem já se banhou não precisa lavar-se não aos pés, quando os mais está todo limpo, ora vos estáis limpos, mas não todos. Você está a dizer aqui que precisam fazer o lava-pés. E vejam, então, no versículo 18. Não falo a respeito de todos vos, pois eu conheço aqueles que escolhi, é, antes para que se compre a escritura, aquele que come do meu pão, levantou contra mim, se qualquer um. E aqui, vê-se que aquele que come com o meu pão, levantou com o meu calciniar. Isto é o Judas, comeu a refeição e, além disso, a refeição do antigo estamento, mas, além disso, depois da refeição, participou do lava-pés. Jesus lavou os pés de Judas.
Vejamos, então, também aqui, no versículo 21. Dito estas coisas angustiosos Jesus em espírito, e firmou em verdade, verdade, vos digo que um dê-me-vos-me trairá.
Então os discípulos olharam-os pós outros, sem saber a quem ele se referia. Ora, ali estava conchegado a Jesus, um dos seus discípulos, aquele que ele amava.
Isto era o João. E a fecha-se Simão Pedro, o sinal, dizendo-lhe, pergunto a quem ele se refere. Então aquele discípulo, isto é o João, reclinando-se sobre o peito de Jesus, perguntou-se-o, Sr. quem é? E respondeu-lhe-lhe-sus, versículo 26, é aquele a quem eu der o pedaço de pão molhado.
Tomou pois um pedaço de pão, e, tendo molhado, deu teenuas. Filho de Simão, escariotes. Vê-se que isto foi, depois de lava pés, e deu o pão? Ajudas? Isto porque nasce de pão. Após o bocado, imediatamente entrou nele Satanás. Então disse-lhe, Jesus, o que pretende-se fazer, fase depressa? Nenhum porém dos que estavam à mesa, percebeu a que filho disse era isso. Pois, como Judas era quem trazia a bolsa, pensaram alguns que Jesus lhes disse era.
Compre o que precisamos para a festa, olhe ornar para que desce alguma coisa aos pobres. Ele tendo recebido o bocado de pão, saiu logo e era noite. Judas saiu. Judas saiu. Vê-se que Judas fez a lavagem dos pés, fez o lava pés. Jesus Cristo lavou os pés dos Judas.
Voltando, então, a Mateus 26, onde estávamos há pouco, que eu disse que voltaria a esse ponto, quando eu estive a ler aí, Mateus 26, versículo 20, ver se aqui que Judas não tomou parte dos símbolos novos do novo testamento, exceto de uma parte do lava pés. Mateus 26, versículo 20.
Mateus 26, versículo 20. Como disse chegar à tarde, por ser lá a mesa com os 12 discípulos, e em quando comiam, está aqui a chegar a este ponto. Quando comiam, declarou-se-os, em verdade, que um dentro de vós me trairá. E eles, muitíssimo, contra estátios, começaram um por outro a perguntar, sou eu, sou eu. E ele diz, aquele que mete comigo a mão no prato, e ele foi com ele, com a mão, meteu o pão um bocadinho, deu a Judas, foi com ele lá, ao mesmo tempo, e deu a Judas me trairá. O filho do homem vai, como está escrito a ser respeito, mas aí, daquele prínter médica, em um filho do homem está sem traído, melhor lhe fora não haver nascidos. Então Judas, que o traía, perguntou, cá sou eu, mestre, e respondeu Jesus, tu é diceste. Como vimos de João, isto foi depois do Lava Pés. E como vimos João, imediatamente após isto, ele saiu. Isto é, após o Lava Pés, Judas saiu. Isto é, ele saiu antes dos novos símbolos do novo testamento, do Pão e do Vinho, que estão descritos no versículo 26 e 27. Então, qual é o significado da páscoa para nós hoje em dia? O significado da páscoa, Cristo e irmão, está aqui, em 1 Coríntios capítulo 5, 1 Coríntios capítulo 5, versículo 7. Viz, assim, lançar fora o velho framento, para que seja nova massa, como sois de facto sem framento, sim, sois sem framento, porque está a falar aqui durante este período dos dias asmos, e dizem-os que vocês são sem framento, pois, porém, Cristo, o nosso cordeiro pascal, ou a nossa páscoa, como está no meio da corrigida e fiel e na meio da revista e corrigida, foi molado, Cristo é a nossa páscoa, Cristo é aquele cordeiro simbolicamente, que era simbolizado no antitistamento, que era matado, agora no novo justamento, Jesus Cristo foi o cordeiro para nós, e Ele fez isso uma vez por sempre. Jesus Cristo é a nossa páscoa, é o nosso cordeiro, que foi serificado para nós. Ora, um bocadinho mais adiante, no mesmo livro, na mesma epístola, em capítulo 11, primeiro Coríntios, capítulo 11, vê-se aqui que eles não estavam a observar a páscoa corretamente, e, então, Paulo os corrige para observarem a páscoa de uma maneira mais correta, e diz aqui, assim, no versículo 20 a 22, diz assim, quando, pois, vos reunis, no mesmo lugar, não é a seia do Senhor que comês. Quando vocês se reúnem para observar a páscoa, vocês não estão a observar a páscoa do antigo testamento, a páscoa judaica, a sédar. Vocês não estão a observar isso. Não estão a fazer a seia do Senhor, mas estão a observar a páscoa do novo testamento. Porque, ao comer-os, cada um toma antecipadamente a sua própria seia, assim, vocês devem comer em casa, ou coisa assim, para não tarem conforme quando forem a observar a páscoa do novo testamento, e há, mas o que vocês estão a fazer é que o professor vem para aqui, tem fome, e depois alguns até têm uma grande festa, e ficam embriagados e isso tudo. E isso não está correto. Isso não está correto. Não é a maneira correta de observar a páscoa. Não tendo, em versículo 22, porventura casas onde comer e beber, vocês comam em casa. Hômenos prosais a Igreja de Deus, e, em vergonhásios que não têm, vocês veem para a Igreja de Deus, por o culto da páscoa do novo testamento, que é o pão e vinho, mas não é para a seia do Senhor. A seia do Senhor, como vimos, no versículo 20, não é o que observamos no novo testamento. Observamos os novos símbolos que Jesus Cristo instituiu. Por isso é a Igreja. Ninguém vos julgue como a Igreja observa isto. É a Igreja de Deus que nos dá o ensino de como observar estes dias de acordo com o significado espiritual do novo testamento.
Eu continuarei a ler no versículo 23, porque eu recebi do Senhor que também vos entreguei. Eu recebeu isto, esta introdução de Jesus Cristo próprio, que o Senhor Jesus Cristo na noite em que foi traído tomou o pão. Na noite em que foi traído, após o Porto Sol, ao começo do dia 14, nessa noite que foi traído, tomou o pão. Foi no dia 14, nessa noite, foi traído, comeu o pão. E é isso que nós devemos fazer para como morar esse dia, para lembrar esse dia. Diz assim, versículo 14, e tenho de dar graças, o partiu e disse, isto é meu corpo, que é dado para vos. Fasei isto em memória de mim, quando, no primeiro mês, no dia 14, por se mulher de modo depois de haver seado, isto foi depois de ele ter seado, a seia já tinha completado. Como disse eu, anteriormente, os novos símbolos do novo testamento, foi depois dele ter comido a seia. Comeu a seia. Depois fez o lava pés. E depois, Judas saiu, e depois introduziu os novos símbolos do novo testamento do pão e do vinho. E disse assim, depois de haver seado, também tomou o cálice. Dizendo este é o cálice, esta nova aliança, no meu sangue fazia isto, todas as vezes que o beiro se memória da mim. E todas as vezes que o beiro e o beiro se comem o cálice, anunciais a morte do Senhor, que é uma coisa anual. Todas as vezes que fizerem isto, isto é de todos os anos que vocês fazem isto. No dia 14, quando fizerem isto, então anunciar a morte do Senhor na sua data anual, até que Ele venha.
Queridos irmãos, aqui se vê que a Páscoa é uma renovação de nós aceitarmos o sacrifício de Jesus Cristo. É uma renovação deste contrato, desta aliança, da nova aliança. É uma renovação anual. Este contrato é, digamos assim, reassinado anualmente.
Algumas pessoas pensam que os nossos pecados são acumulados durante o ano e perdoados durante o culto da Páscoa. E por isso, querem atender o culto da Páscoa, mas não atendem aos outros cultos durante o ano. E fazem isto como pessoas pensam que é nunca vão à igreja, mas só vão à igreja um dia natal, ou no domingo de Páscoa, ou coisa assim. Não é isso! Vejam, é em João capítulo 6 versículo 54. João 6, 54.
João 6, 54. João 6, 54.
Seis, 54.
Quem comer a minha carne e beber o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitari no último dia. Temos que observar a Páscoa.
Porque estes símbolos representam simbolicamente comer a carne dele e beber o seu sangue. Temos que fazer isso. Mas temos que viver de ano a ano, de dia a dia diariamente, querendo a Deus e no sacrifício dele, como Ele é o nosso sumo sacerdote, para Ele nos ajudarem a hora, oportuna, sempre que seja necessário.
Ele foi para o céu, agora é o nosso sumo sacerdote, e nós temos acesso através dele ao Pai para o fazermos esse acesso quando tivermos necessidade.
E por isso, podemos imediatamente arrependermos, aproximadamente aproximarmos e pedir-nos os Cristo para aplicar o sacrifício nesse momento, quando a pós tem que meter de um bocado, e ser apredoados imediatamente. Não é nada de esperar até a Páscoa.
Então, quem é que observa a Páscoa? Vocês veem que, no antigo distamento, quem observava a Páscoa eram aqueles que eram circuncisos. E se aqueles quisessem observar sem a Páscoa, tinham de ser circuncisos. Vessis em Jesus 12, 43 e 48. Mas para nós, é a circuncisão do Curação, que é o Batismo. Batizados para dentro do corpo de Cristo. E para o verdadeiro, os cristãos após o verdadeiro arrependimento, após o batismo correto, após a imposição das mãos pelo Ministro Ordenado de Deus, para receber o Espírito Santo de Deus. Essas pessoas são circuncisas, têm a circuncisão de Cristo. Isto é, circuncisos, circuncidas no Curação. E são essas as pessoas que podem observar a Páscoa. Está claro? Os filhos mais adultos, digamos assim, com maioridade que entende estas coisas, podem estar no colto a ver numa maneira respeitável, mas só membros batizados podem participar, digamos assim, tomar parte dos símbolos da Páscoa. Por isso, é um período, uma observação solene. Não é uma grande observação de grande festa, mas é uma observação solene, da maneira que observamos, de uma maneira respeitosa. E depois disso, depois disso é a noite para ser lembrada. Depois disso, vejemos aqui em Esos capítulo 12. Em Esos capítulo 12.
Esos capítulo 12. Versículo 40.
Ora, o tempo isto é o tempo da pregrinação como diz na tradução inglesa. O tempo da pregrinação dos filhos de Israel, os quais habitaram no Egito, como talvez seria traduzido uma melhor melhora. O tempo da pregrinação deles foi de 430 anos. Aconteceu que ao cabo dos 430 anos, nesse mesmo dia, todas as rochas do Senhor saíram da Terra do Egito. Essa noite se observará ao Senhor, porque nela os tirou da Terra do Egito, esta é a noite do Senhor, que devem todos os filhos de Israel que morarem nas suas gerações. Seriam do Egito, na noite. Como vocês sabem, no dia 14 tiveram a matar o cordeiro, no dia 14 tiveram a pôr o sangue na porta, e à manhã noite o Senhor matou os primogênitos nos quais não havia sangue nas portas da casa e depois sabem que não podiam ser de casa até durante a parte da manhã, que foi a instrução. Vocês leem isso em Jesus capítulo 12. Depois, durante a parte da manhã, Moisés lá foi falar com o Faró, Faró disse, vocês saíam daqui, então receberam coisas dos egípcios, e imagina, quase 3 mil pessoas se organizaram e saíram do Egito. Isso demorou um bocado tempo de pôr o povo todo, as coisas todas apressam por tudo junto e saírem. E por isso acabaram por sair durante a noite seguinte, que foi após o Porto Sol ao dia 15, o primeiro dia dos asmos. E foi nessa noite que saíram, e o Senhor diz ao cabo dessa noite, versículo 42, só observará ao Senhor, porque é a noite do dia 15. A noite do dia 15. Vejam também em números 33. Números 33. Versículo 3. Números 33. Versículo 3. Números 33. Versículo 3. 33. Versículo 3. Partiram após de Rameces no décimo quinto dia do primeiro mês, no dia seguinte, ao da Páscoa, saíram os filhos do real corajosamente aos olhos de todos os heitos. Saíram no dia 15. E como vimos, foi à noite que é ao início do dia 15 após o Porto Sol.
No dia seguinte, ao da Páscoa. É bem claro que saíram no dia seguinte que foi no dia 15 e que foi à noite, durante a parte da noite. Vejam também um deutro nómio, capítulo 16. Deutro nómio, capítulo 16. Versículo 1.
Diz assim Guarda o mês da Bíblia e se levar a celebrar a Páscoa do Senhor teu Senhor, porque no mês da Bíblia o Senhor teu Deus te tirou do Egito da noite. Foi nesse mês que saíram do Egito e saíram da noite. Como vimos em números, foi no dia 15. E por isso essa noite, como vimos em Exodus 12, 42, é uma noite para ser observada. E por isso na Igreja deus nós guardamos essa noite. Em grupos de famílias às vezes pode ser que uma família possa ir a um restaurante zito, onde haja uma certa privacia. Podem fazer isso, mas não é um culto religioso. E então, nesse dia, as pessoas que estão convivas explicam o significado do dia, o significado dessa noite, que representa a serem do Egito, que representa saírem do pecado. E por isso entramos nos dias dispensásmos, nos quais não haverá fermento. Os dias dispensásmos não haverá fermento. Vejam então no...
Vamos ver. Exodus 12, Exodus 12, versículo 15. Exodus 12, versículo 15.
7 dias que moriens dispensásmos, logo ao primeiro dia, que é o dia 15 do mês, tirarei os fermentos às vossas casas, pois qualquer que comer coisa elevada desde o primeiro dia até o séptimo, essa pessoa será eliminada de jorreal. Ao primeiro dia haverá para nós santa assembleia, também ao sétimo dia, que seria o dia 21 desse mês. Três santa assembleia, nenhuma obra nele, exceto o que diz respeito ao comer. Somente isso, podes fazer. Podes fazer coisas que é respeito ao comer nesse dia, nesse sábado. E por isso que os irmãos está aqui, explica que podemos cozinhar nos dias santos anuais, os sábados anuais, e dá aqui a explicar por sete dias que resimboliza completamente devem de comer pães, asmos, pães sem fermento. Também vimos aí que não haverá fermento na vossa casa. Diz aqui, guarda aí pois, no versículo 17 a festa de pães, asmos, por naquele mesmo dia que tirei as vossas hostes do terra do Egito. Foi no dia 15 que saíram do Egito, no dia dos pães, asmos. Exatamente. Isso é desde o Porto Sol do dia 14 até ao Porto Sol do dia 21. Por sete dias, nenhum versículo 19 não se acha nenhum fermento nas vossas casas. Por qualquer comer paulovetado será eliminado da corgãoção do Israel, tanto perigrino como natural da terra.
E por isso vemos que temos aqui dois sábados, o sábado do primeiro dia dos pães asmos e o sábado do sétimo dia dos pães asmos. O dia 15 e o dia 21 deste primeiro mês, no calendário de Deus. E vocês podem ver no site da Igreja de Deus na secção à cerca, podem ver aí o calendário, podem ver aí os dias da festa das festas e da festa de tabernáculos e coisas assim, podem ver aí dentro do nosso site. E por isso, queris irmãos, ve-se aqui que a instrução foi dada para observar os dias dispensados, os dias dispensásmos. Em 1º Coríntios, capítulo 5 ve-se aqui que em Paulo estava a dizer aí aos para observarem os dias dispensásmos. Esta festa de pães asmos. 1º Coríntios, capítulo 5 1º Coríntios, capítulo 5 1º Coríntios, capítulo 5 1º Coríntios, capítulo 5 Vamos começar a ler. Está aqui a falar nesta secção, a começar do versículo 1 mas estou a explicar a ele, da maneira que diz assim começando, vou ler, começar a ler do versículo 6. Não é boa a vossa ejectância, não sabéis que com um pouco de fermento levé da massa toda. Lançar fora o velho fermento para que sejeis nova massa.
O velho fermento é o pecado simbólico do pecado e um bocadinho de fermento levé da massa toda. Um bocadinho de pecado afeta a massa inteira, o corpo inteiro. E por isso precisamos deitar fora esse velho fermento, que é o pecado. Para que seja uma nova massa, uma nova massa sem pecado. Como sou is de facto, como vocês de facto estão sem fermento. Por que? Porque estavam a observar a festa dos pães asmos e por isso estavam sem fermento. Pois também Cristo, nosso crudeiro pascal, foi imulado. A nossa páscoa foi sacrificada. Por isso, versículo 8, celebremos a festa. Qual festa? A festa dos pães asmos. Não com o velho fermento do pecado, nem com o fermento da maldade ou da malícia, e sim com o pão sem fermento espiritual da sensadidade e da verdade. Cris irmãos, aqui está uma instrução bem clara no novo testamento, que devemos de observar os dias dos pães asmos. Então, como é que observamos os dias dos pães asmos? Está claro, em primeiro lugar, a preparação tem que ser espiritual. Essa é, primeiro e mais importante. E, a cerca de um mês atrás, pôs um sermão no nosso site, entitulado Você está cursificado com Cristo, que vocês podem ver no nosso site. Basta buscar em mídia sermões, e depois veem todos os sermões e podem buscar esse sermão. E podem ver, então, um sermão acerca da preparação espiritual que é a parte mais importante. Mas, além disso, a preparação também é física. Por que? Porque as coisas físicas são símbolos de coisas espirituais. Por exemplo, nós fazemos o batismo é uma coisa física, mas tem um símbolo de coisa espiritual. Nós, por exemplo, fazemos tomamos o pão e vinho durante a páscoa. São coisas físicas, mas é um simbolismo de coisa espiritual. Igualmente, os pães asmos, este é o pãe sem fermento, é uma coisa física de um simbolismo de uma coisa espiritual. Por que que Deus disse não é o dia de não terem bananas? Não comerem bananas? Por que o bananas é fácil de tirar? Não tem bananas em casa. Mas o fermento é difícil de tirar. Tal como o pecado é mais difícil de tirar. E aí está uma lição. O pessoal pensa que tirou o fermento todo e depois ainda vê mais fermento em casa. Isso acontece. E por isso, em primeiro lugar, é a preparação espiritual. Em segundo lugar, eu puse um artigo no site com vocês podem ver que, em um lado procurando o fermento, vocês podem fazer a busca na caixinha de busca, na parte direita de cima do site, e fazer o fermento. E logo aí buscam o fermento, ou podem fazer buscar em temas e procurar na seção dos feriados, os dias santos, procurar no dias dos paisasmos, e aí verão este artigo acerca de procurando o fermento. E como o que é o fermento, o que é o que tem levadura e o que não tem levadura, só que quais são os agentes de fermentação e não está no site para vocês ver. E então vocês podem fazer assim um projeto familiar, ajudar as esposas e as crianças a limpar o carro, limpar a garaja, limpar o aspirador, limpar a casa. E não se esqueçam de tirar as coisas de tirar o fermento do aspirador de pó também. Vocês fazem isso e ajudam uns aos outros. Há dois extremos aqui que precisamos ter cuidado. Um é das pessoas fazer uma procuração física tão forte, tão estouradas, e outras é que não fazem esforço nenhum. É importante fazer um esforço, uma coisa equilibrada de balanço, de ajudar aqueles que estão doentes, aqueles que estão deficientes, aqueles que estão à espera de bebê, os idosos, a ajudar esses.
E, por outro lado, se você vive numa casa em que só uma pessoa está na igreja ou outra não, só uma pessoa quer guardar os dispensaresmos a outra não, então respeitam essa outra pessoa, porque não foi chamada e não foi convertida. Então, há uma certa área que se vocês vivem, ou no seu quarto, ou coisa assim, nessa área, você, então, mantém essa área sem fermento. E, está claro, não vão impor isso em outra pessoa, porque só vai casar problemas no seu matrimônio, na sua família e, por isso, isso não é intenção que Deus quere. Também você pode cozinhar alguns pães sem fermento, você pode ter cuidado a ver o que você compra, até alguns matizós que você possa comprar, têm fermento, por isso, precisam de ver os ingredientes com cuidado, para que não tenham fermento. Por isso, no site também, nessa secção, dei alguns exemplos de fazer como... algumas receitas, de como fazer pão sem fermento, e vocês podem ir lá buscar e ver. Queridos irmãos, Deus ordenou as suas festas para nos ensinar lições espirituais. Do seu plano de salvação. O seu plano de salvação começa com a morte do Salvador Jesus Cristo para nos salvar, para nos dar, abrir as portas da salvação, tal como os dias santos começam com o exemplo físico do Cordeiro Pascal. Tiveram que sair do Egito, simbólico de nós seguirmos do pecado. Temos que ter desmasmos que isto é viver sem pecado. Depois, os dias santos continuam com o dia de Pentecostes, que representa mais tarde a vinda do Espírito Santo, que é o poder de Deus, para nos ajudar a observar e a fazer as coisas, a viver uma vida santa, porque somos santos através da santificação do espírito e precisamos dessa ajuda, desse poder suficiente, porque nós próprios não conseguimos fazer. Vimos hoje que Jesus Cristo observou a Páscoa no dia correto. Na noite em que foi traído foi quando ele observou e é quando nós também devemos observar.
Ele nos deu novos símbolos do pão e do vinho e tal como o batismo, que é uma ação física. Ele nos dá coisas físicas que nos dão ensinos espirituais. A Páscoa do Novo Testamento tem símbolos físicos que nos dão lições espirituais. Por exemplo, o lava pés, o pão e o vinho. Igualmente, os dias dispensásmos. Nos recordam como é difícil tirar o pecado da nossa vida e como temos de ser diligentes a tirar o pecado da nossa vida, tal como é difícil e inteligente tirar o fermento das nossas casas. E por isso temos de tirar o pecado das nossas vidas. Crizes irmãos, precisamos de ter cuidado que nos preparemos corretamente para observar a Páscoa e os diasásmos. Precisamos, em primeiro lugar, de fazer espiritualmente. E por isso eu dei um sermão já um mês atrás para vocês começarem essa preparação espiritual em boa decidência. Mas agora é tempo de começarem a preparação física também. Mas lembrem-se que tanto o físico como o espiritual são importantes, porque a física é uma lição do espiritual. São parte de nos revelar, de nos ajudar a entender o plano de salvação de Deus. Que Ele vai ser concluído com a vinda de Cristo à Terra para salvar a Terra e para salvar as pessoas deste mundo. Salvar a humanidade inteira. Graças a Deus pelo seu plano de salvação que nos dá a esperança. Graças a Deus pelo seu amor de morrer por nós. Graças a Deus, porque Ele amou tanto a nós que Ele quer compartilhar conosco, felicidade eterna, alegria e paz.
Quem tem autoridade de nos dizer para observarmos os Dias Santos de Deus?
Quem nos diz como os observar?
Os simbolos da Páscoa no Antigo Testamento e quando era para ser observada.
Quando é que Jesus Cristo observou a Páscoa? Um dia antes, ou no dia da Páscoa?
O dia de preparação era dia de preparação de quê?
Os novos simbolos introduzidos por Jesus Cristo.
O significado da Páscoa para nós hoje.
A noite para ser observada - da saída do Egito.
Os dias Asmos.
O simbolismo de tirar o fermento.
Como preparar?
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).