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BEM-VINDOS A Bíblia A Bíblia A Bíblia A Bíblia A Bíblia A Bíblia A Bíblia A Bíblia A Bíblia A Bíblia Bom dia ao boa tarde, queris irmãos, aqui, aos campos. A Bíblia está cheia de tipos, exemplos ou figuras da realidade. Por exemplo, há vários tipos e depois há o antitipo ou a realidade, o qual o tipo representa. Por exemplo, o sumo sacerdote do Antigustamento É um tipo da realidade de Jesus Cristo, que é o verdadeiro sumo sacerdote nosso.
Outro exemplo, é, por exemplo, o santo dos santos, no templo do Antigustamento, que era um tipo do Trono de Deus. E, por exemplo, o sacerdócio Levítico está cheio de tipos, tipos que representam a realidade em Cristo. Vejamos, por exemplo, aqui um exemplo em 1 Pedro 3, versículos 20 e 21. Vê-se aqui outro exemplo de um tipo que representa algo que nós fazemos hoje em dia. Vejamos aqui em 1 Pedro 3, versículo 20, está a falar aqui, perdão, dos dias que não é, nos quais, no outro tempo, foram desobdientes, quanto à longanimidade de Deus, aguardava nos dias de não é, enquanto se preparava a arca, na qual poucos, a saber, oito pessoas foram salvas através da água.
Aqui está, por isso, a falar do simbolismo da arca e de passar, e de chuva, e de estar na água. E oito pessoas foram salvas através da água. E, pois, continua no versículo 21, a qual, figurando o batismo. Vê-se aqui que o dilúvio e esta água, em que as pessoas foram salvas na arca, figurava, é figurativo, do batismo. Agora, também, nos salvo, salva, não sendo a remoção da imundice e da carne, quer dizer, não é o batismo, não é o tomar um banho e lavar a carne física, mas a indagação de uma boa consciência para com Deus, mas é a resposta a uma boa consciência para com Deus, por meio da ressurreição de Jesus Cristo.
E, assim, o batismo é a realidade, figurando de um tipo, que era a arca de Noé, que representa o batismo, que, por si próprio, a realidade é a ressurreição de Jesus Cristo. Vê-se aqui, tipos em tipos. O importante é me lembrar-nos que a Bíblia explica os seus tipos e os seus antitipos. Nós não podemos estar a fabricar as nossas ideias de tipos na Bíblia, porque a Bíblia, por si próprio, explica esses tipos.
Por exemplo, há muitas leis do antigo estamento, que não as observamos da mesma maneira que eram observadas no antigo estamento. Por que? Vigemos um exemplo. Existia, durante o tempo do antigo estamento e mesmo durante o tempo de Cristo, existia o sacerdócio levítico, que tinham certas responsabilidades de fazer certas ofertas e certas atividades no templo, quais, hoje em dia, não podem ser feitas, porque o templo não existe. E, por isso, essas leis não são praticadas. Por isso, essas leis, acerca do sacerdócio levítico, não são praticadas hoje em dia. Mas os antitipos dessas leis, o significado simbólico dessas leis, é o que Jesus Cristo está a fazer hoje.
E, por isso, aprendemos lições desses tipos. E, por isso, obtecemos a essas leis, mas de uma maneira diferente, numa administração diferente, porque estamos agora a observar o antitipo à realidade que é Cristo. E, por isso, hoje, Cristo irmãos, quero olhar exemplos, ou digamos, típicos, da páscoa do antigo testamento e ver o antitipo da páscoa do novo testamento, como esses exemplos foram, digamos assim, modificados do antigo para o novo testamento. E, por isso, vamos começar, então, a ler em êxodos capítulo 12.
êxodos capítulo 12 é onde a páscoa no antigo testamento foi instituída. A razão por que estou a recobrir este assunto é para nós entendermos melhor como devemos observar a páscoa de acordo com as instruções do novo testamento, porque nós vemos estes tipos, que, digamos assim, são menores do que a realidade, o antitipo, que é maior, que é mais importante, que é de maior valor. Não é o tipo inicial, que é de maior valor, mas é o antitipo, a realidade, que é Jesus Cristo, que é de maior valor. E, por isso, quando observamos a páscoa no novo testamento, os tipos do antigo testamento são simplesmente lições. Mas o antitipo, que é Cristo, que é o cordeiro pascal, é o qual nós, digamos assim, como moramos.
E, por isso, vamos ver, então, alguns dos princípios do tipo da páscoa no antigo testamento, em êxodes capítulo 12. Vamos começar a ler o versículo 1, disse o senhor Amoisez, e Arão na terra do Egito. Este mês, será o principal dos meses, será o primeiro mês do ano. Fala-e a toda a conglução do Israel, dizendo, aos 10 deste mês, cada um tumorará para si um cordeiro. Segundo a casa dos pais, um cordeiro para cada família.
Tumará para si um cordeiro. Mas se a família for pequena para um cordeiro, então convidará-lo ao seu vizinho mais próximo, conforme o número das almas, conforme o número da família, conforme cada um poder comer. Por aí, calculei-se quantos bastam para o cordeiro. O cordeiro será sem defeito, macho de um ano, podréis tomar um cordeiro ou um cabrito. E o guardarás até o décimo quarto dia, quando o décimo quarto dia se aproxima, ao pôr do sol, o dia começa, guardarás até esse período e todo o juntamento da Congressão de Israel o imulará no crepúsculo da tarde. Isto é, após o pôr do sol, entre este crepúsculo, este luz refusco.
Isto, então, é ao início do dia 14. Tomarão-o sangue e o porão em ambas as obreiras e na verga da porta, nas casas em que o comerem. Vão imular o cordeiro, vão tirar o sangue, vão pintar este sangue nas obreiras e na verga da porta, nessa casa. E, então, nessa noite, nessa noite do dia 14, comorão a carne assada no fogo, com pês asmos e ervas amargas a comorão. Não comoreis do animal nada cru, nem cozido em água, porém assado ao fogo, a cabeça, as pernas e a fresura. Nada deixarás dele até amanhã, o que porém ficar até pela manhã queimá-lo-eis.
E aqui vê-se o comando, ou a lei, de como observar esta instituição da páscoa, como foi instruída, originalmente. Depois vejam, por exemplo, no versículo 43, no versículo 43 a 46 do mesmo capítulo, saltando um bocadinho para a frente, diz assim, diz mais o senhor a Moisés e a Arão, esta é a ordenança da páscoa. Nenhum estrangeiro comará dela, porém todo escravo comprado por dinheiro depois de o ter-se coincidado comará dela. O estrangeiro e o acelariado não comarão dela. O cordeiro há de ser comido numa sua casa, da sua carne não levarás fora da casa, nem ele quebrareis ouço nenhum. Toda a congregação de Israel o fará. E vê-se aqui uma série de instruções acerca da páscoa. Tinha-me escolher um cordeiro, um cabrito, tinha que ser imulado no dia 14.
Depois a história continua. Vocês podem ler aí que, à meia-noite, o senhor passou por cima das casas que tinha sangue, mas as outras, em que não tinha sangue, o primogênito foi morto. E por isso é que se chama a páscoa, que é passar por cima. Passou por cima, à meia-noite, que foi, está claro, no dia 14. O dia 14 é a páscoa do senhor. Também vimos que tinham que ser circuncisos para observar a páscoa.
E como vocês podem ler esta secção dos Israelitas, que depois tiveram 40 anos no deserto, e depois vocês sabem, quando lêem que, ao fim dos 40 anos, eles não tinham sido circuncidados. E depois, ao fim de 40 anos, antes de entrarem na terra prometida, foram circuncisos.
O que significa que, provavelmente, durante este período, não observaram a páscoa, ou aquelas pessoas que tinham nascido no deserto, não tinham observado ou guardado a páscoa. Esta foi a administração, digamos assim, da páscoa, que, lembrem-se, foi feita antes do Sinai. Esta instituição foi estabelecida antes da Aliança, da Antigaliança, porque a Antigaliança foi iniciada no Sinai, no mundo Sinai, que foi depois de eu esterem cê e do Egito, a instituição da páscoa foi feita antes dele saírem do Egito. Agora, vejemos como é a administração da páscoa no Novo Testamento, para vermos os tipos e os antitipos.
A administração da páscoa no Novo Testamento, que é baseada no entendimento dos tipos da páscoa do Antigo Testamento, mas é administrada de uma maneira diferente. É administrada de uma maneira diferente. Nós não observamos a páscoa, por exemplo, como era observada durante os dias de Salomão, ou durante os dias do templo, é observada de uma maneira diferente. Então, vejemos começando em Lucas capítulo 22. Como sabem Lucas, era um gentil que escreveu este evangelho e, por isso, ele não gostava, não foi participante, digamos assim, da páscoa que o Senhor Jesus Cristo tomou antes de morrer.
Mas ele descreve aqui muito cuidadosamente acerca deste assunto, porque vejam no Lucas capítulo 22, versículo 1, diz assim, estava próxima à festa dos pães ásmos, chamada páscoa. Isto é um ponto intersecente, precisamos-nos lembrar que, quando as pessoas observam estes dias, por exemplo, observam os dias dos pães ásmos e a páscoa e tudo, às vezes usam um termo para descrever o período inteiro.
Por isso diz, estava próxima à festa dos pães ásmos, chamada páscoa. Eles usavam aqui, ve-se, o termo páscoa para descrever não só a páscoa, mas também os dias dos pães ásmos. Este período, digamos assim, era um coloquialismo, uma maneira de falar, que, como usavam, por isso estava próxima à festa dos pães ásmos, que eles conheciam como a páscoa. E depois vejam um bocadinho mais adiante, no versículo 7. Chegou o dia dos pães ásmos. A palavra da festa não está no grego, e, por isso, devia descer. Chegou o dia dos pães ásmos. Aquel dia, deste período dos ásmos, ainda não era a festa dos pães ásmos, era deste período dos ásmos, em que importava como merar a páscoa.
Por isso estávamos aqui no dia, provavelmente, a próximo março do dia 14, digamos assim, o dia antes disso. E Jesus depois enviou Pedro e João dizendo, Íde, preparar-nos a páscoa para que a comemos. Claramente, Jesus Cristo está a falar aqui da páscoa. Não está a falar de uma refeição qualquer, está a falar da páscoa. Preparar-nos a páscoa para que a comemos. E eles perguntaram, onde queres que a preparemos?
Então, Jesus explicou, já entraras na cidade, encontreis um homem com canto de água, sigo até a casa em que ele entrar, e diz ao dono da casa, o mestre me dá a perguntar-te, onde é o aposento, isto é, o quarto, a sala? No qual, aí de comer a páscoa. Com os meus discípulos. Está aqui a falar claramente da páscoa. Vê-se aqui que Lucas é muito específico a marcar ou a sinulizar. Perdão, que isto era a celebração da páscoa. Não era uma refeição qualquer. Não era um dia diferente. Mas eu sabia muito bem que era a páscoa e quando era a páscoa. Ele vos mostrará um espassoso sináculo mobilado, ali, fazei os preparativos.
Perdão. E indo tudo, encontraram como os lhes disseram, e prepararam a páscoa. Prepararam essa páscoa. Versículo 14 diz assim, chegada a hora. Queres irmãos, não foi só o dia correto, foi a hora. A hora que, como sabemos, foi depois do pôrso de sol. O dia 14 começou e então, chegada a hora, pôs-se Jesus à mesa e comê-lo os apóstolos. E disseram-lhes, tenho desejado ansiosamente comer com vosco esta páscoa. Não era uma refeição qualquer, era a páscoa. No dia 14, ao início do dia 14, Jesus Cristo tinha grande desejo de observar esta páscoa assim. Ele observou, como dizem aí, chegada à hora, à hora certa.
Não só o dia certo, a hora certa. Pois vos digo que nunca mais acumerei, até que ela se compra no reino de Deus. Isto é quando o significado desta páscoa tivesse sido cumprido completamente. E então versículos a sete, tomando um cálice, havendo dado graças, disse, recebei e reparti entre vós. Pois vos digo que, de agora, em diante, não mais bebrei do fruto da videira, até que venho o reino de Deus. E tomando um pão, tendo dado graças, o partiu e vos deu dizendo, isto é o meu corpo oferecido por vós.
Fazei isto em memória da mim. Semelhantemente, depois de ciar isto foi depois da refeição. Semelhantemente, depois de ciar, tomou o cálice. Tomou o cálice, dizendo, isto é o cálice da nova aliança, do meu sangue de remado, em favor da voz. Como vemos aqui, depois de ciar, depois da refeição, então Jesus Cristo instituiu o new symbols, primeiro com o pão. Dizemos assim, isto é o meu corpo oferecido por vós. Fazei isto em memória da mim. O pão. E depois o cálice, do vinho, que é o cálice da nova aliança. Todavia a mão do traidor está comigo à mesa.
Vemos aqui que Judas Escariotes ainda estava à mesa com ele. Vemos aqui uns pontos importantes, mas o que vemos aqui, o que quer estar em face a... em face aqui, é que Jesus Cristo instituiu no new symbols. Na Páscoa do Novo Testamento instituiu um símbolo novo. E ele institui isto no dia 14, porque, como sabem, depois ele falou com os discípulos, orou com eles, depois foi para o jardim de Gethsámane e depois foi triído, depois sofreu essa noite toda e amanhã inteira até acabar por falecer, por cerca das três horas da tarde.
Por isso vemos aqui um período de ser traído, de sofrer e de morrer, que é simbólico do sofrimento que é o corpo de Cristo, que ele teve antes de morrer, que é o pão, e a morte dele, o sangue de Ramado, que é simbolizado pelo vinho. E por isso, durante a páscoa, temos ambos o pão e o vinho, o cálice, que representam o sofrimento e a morte de Cristo. Tudo isto aconteceu durante o período do dia 14. E isso é que ele diz, fazer isto em memória de mim. Ele deu uma instrução, deu um mandamento, azer para fazer isto em memória de mim.
E depois, vejam um cadinho mais adiante, em Lucas 23, versículo 50. Diz assim, depois dele ter morrido, depois de Jesus ter morrido, e ainda era, a aprofim do dia 14, eis que certo homem, chamado José, membro do Sinédrio, homem bom e justo, que não tinha concordado com o designação dos outros, natural da rimateia, cidade de judeus e que esperava o reino de Deus, tendo procurado a Pilatos, pediu o corpo de Jesus. E tirando do madeiro, envolveu-o no lençol de linho e depositou-o num túmulo aberto em rocha, onde, ainda, ninguém havia sido sepultado.
Era o dia da preparação, e começava o sábado. Este dia era um dia antes do sábado. Como sabemos, o dia 14 não é sábado, e o dia 15, no calendário de Deus do primeiro mês, é um sábado anual. E, por isso, ele morreu antes do sábado. Era o dia da preparação, antes do sábado. E, por isso, vemos aí que a páscoa, que significa o sifriamento e a morte de Cristo, tem que ser no dia 14.
Tem que ser no dia 14. Porque o verdadeiro cordeiro pascal é Cristo. O tipo do cordeiro do antigo testamento simplesmente apontava para Cristo. A realidade é Cristo. E, por isso, o importante, a páscoa que observamos, é em memória de Cristo, e fazemos isso no dia em que ele disse para nós fazermos. No dia 14. Não é no dia 15.
Jesus teve que morrer no dia 14 porque era o dia da preparação para um sábado.
Ora, isto não era um sábado semanal. Porque, se fosse um sábado semanal, ele teria morrido numa sexta-feira, teria ressuscitado sábado antes do Porto Sol, não estava na sepultura três dias e três noites.
Na Revista Bonova, na edição de março-abril, que pode embaixar do nosso site, revistobonova.org, revistobonova.org, na página 8, temos um gráfico muito claro e explicativo de como três dias e noites no túmulo não pode ser de sexta-feira até domingo de manhã, por exemplo, porque isso não é três dias e três noites. O gráfico é muito bem explicativo. E vocês podem ver isso na Revista Bonova, na página 8, na edição de março-abril 2014. Podem baixar e podem ver.
E por isso, esse sábado não foi um sábado semanal. E por isso o dia da preparação não foi uma sexta-feira, mas foi um sábado especial. Vejam, por exemplo, em João capítulo 19, versículo 31. João 19, versículo 31, diz assim, então, o judeus, para que no sábado não ficassem os corpos na cruz, que sábado era este? Sábado anual, que era o dia 15 do primeiro mês, de acordo com o calendário de Deus. Então, o judeus, para que no sábado não ficassem os corpos na cruz, visto como era a preparação, pois era grande o dia daquele sábado. Não era um sábado normal, semanal, mas era grande o dia daquele sábado, porque era o primeiro dia dos paisagmos, o dia 15 do mês. Pois era grande o dia daquele sábado. Rugaram a Pilatos, que se cabrassem as pernas e fossem tirados. E vocês lem aí que não cabraram as pernas de Jesus Cristo, porque ele já estava morto, já tinha morrido. E por isso vemos aqui claramente que Jesus Cristo sofreu e morreu no dia 14. Sofreu e morreu no dia 14, não no dia 15.
Quando a páscoa do antigo estamento é observada, hoje em dia os judaicos observam a páscoa ao fim do dia 14 ao começo do dia 15. Mas isso não é o que a Bíblia diz. A Bíblia diz que a páscoa do Senhor é no dia 14. E no dia 15 é o primeiro dia dos paisagmos. Vê-se aqui claramente que Jesus Cristo guardou a páscoa no dia 14. E que ele já estava morto antes do dia 15. E por isso precisamos de guardar a páscoa do novo estamento, que é representada pelo antitipo, pela realidade, que é Cristo. Que a Cristo sofreu e morreu por nós no dia 14. E por isso precisamos de guardar a páscoa em memória dele no dia 14. Não, no dia 15.
E por isso, vamos ver então alguns tipos e antitipos da páscoa. Por exemplo, nós observamos a verdadeira páscoa do novo estamento. Na páscoa do antitipo de Exodus 12, em nenhum sítio fala de tomar um cálice de vinho. E isso é no novo estamento. Nós, cris irmãos, comemoramos a verdadeira páscoa do novo estamento. E por isso vejemos alguns tipos da páscoa. Da páscoa, primeiro lugar. Em Exodus 12, fala acerca de tirarem um cordeiro. Vejam comigo se faz favor em Exodus 12, capítulo 11 e 12. Exodus 12, capítulo 11, Exodus 12, versículo 11 e 12.
Desta maneira eu comorei-se lombos singidos, isto é, o cordeiro, sandálios nos pés, canjado na mão, comelueis à pressa. É a páscoa do Senhor. Por aquela noite, passarei pela terra do Egito, passarei por cima da terra do Egito e frirei na terra do Egito todos os primogênitos, desde os homens até os animais, e executarei juízo sobre todos os deuses do Egito. Eu sou o Senhor. O Senhor, que nós sabemos, foi Jesus Cristo, Ele próprio, passou nessa terra do Egito e passou por cima das casas que tinham sangue nas portas, nas ombreiras e na vália da porta. Por outro lado, para nós, no Novo Testamento, qual é o Cordeiro Pascal? É um Cordeiro físico que matamos? Não. O nosso Cordeiro Pascal, no Novo Testamento, é Jesus Cristo. Vejam que o Míngs faz favor em 1º Corinthians, capítulo 5. 1º Corinthians, capítulo 5. Versículo 7. Diz assim.
1º Corinthians. Parece que tenho... Parece que tenho...
A curtação errada aqui. Mas... Ah, versículo 7, sim. 1º Corinthians, 5. Versículo 7. Diz assim. Lançar fora o velho fermento para que sujeis nova massa. Começois, de facto, sem fermento. Pois também Cristo, nosso Cordeiro Pascal, foi imulado. Querias irmãos, o nosso Cordeiro Pascal não é um Cordeiro físico. Por isso, quando nós celebramos a Páscoa, não é a morte de um Cordeiro físico. É o sofrimento e a morte de Jesus Cristo, que também foi no dia 14.
E por isso é que diz, lançar fora o velho fermento para que sujeis uma nova massa. Começois, de facto, sem fermento. Isto está a falar acerca de observarmos os dias dispensásmos e de praticarmos e tirarmos o asmo nos dias dispensásmos das nossas casas, porque isso é simbólico também de nos lembrar, de pensarmos e lembrar que precisamos de tirar o velho fermento. Isto é de maldade e de malícia. Simbólico do fermento físico, o simbolismo do fermento físico, tipo e antitipo. Queres irmãos, quando nós observamos a páscoa, nós não estamos a comemorar matando Cordeiros.
Ou não estamos a comemorar saindo do Egito, como Israel saiu. Porque esses são simbólicos, são representações de coisas diferentes. O Cordeiro físico era simbólico do Cordeiro espiritual, que é Cristo. Saírem do Egito era simbólico de sair do pocado e de tirarmos de fora esse velho fermento.
Depois também, em Exodus 12, veem que eles comiam uma refeição.
Comiam uma refeição. Vejam o que Paulo diz em 1º Coríntios capítulo 11. 1º Coríntios capítulo 11. 1º Coríntios capítulo 11.
No Cícola 17, perdão. Nisto porém, que vos proscrevo, não vos louvo quando vos juntais, não para melhor, mas sim para pior. Por que antes de tudo estou informado a ver divisões entre vós, quando vos reunísso na igreja, ou em parte eu creio. Porque até mesmo importa que haja partidos entre vós, para que também os aprovados se tornem conhecidos no vosso meio. Infelizmente, há divisões na igreja para provar quem são os que são aprovados. E depois continua no Cícola 20. Quando vos reunísse no mesmo lugar, não é a seia do Senhor que comês. Não é uma refeição cristã que vocês estão a comer. Não é a seda judaica que vocês estão a comer.
E, Cris irmãos, a seda judaica, não estou a dizer que é algo errado, mas estou a dizer que não é bíblica, é uma tradição judaica. E, por isso, não é isso que vocês estão a fazer. Não é a seia do Senhor que comês. Por quê? Porque eles, a prática que eles tinham, estavam a comer e alguns até estavam bebidos. E ele diz assim, porque há comer, de cada um toma antecipadamente a sua própria seia, e há quem tenha fome, há o passo que há também, quem se embriague. Não tens porventura casas onde comer e beber? Vê-se aqui a administração do novo testamento, que é diferente. Não é para virem para a Páscoa para comer uma refeição. Não é a seia do Senhor. Sim, as pessoas chamam o seia do Senhor, mas não é. O que Paulo e a Bíblia diz que devemos chamar, é a Páscoa do Novo Testamento, com os novos símbolos que Jesus Cristo instituiu.
Não tens porventura casas onde comer e beber? Húmenos presais a Igreja de Deus? E, em vergonhais, o Escanalha tem, que vos direi, louvar-vos-ei? Nisso certamente não os louvo. Se aqueles que estavam a ir, e a comer, e a beber, e coisas assim, durante a celebação, ou a comumeração da Páscoa, eles estavam a ver. Não vos louvo. Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei, que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, como vimos, foi na noite do dia 14, tomou o pão. Paulo recebeu esta transversão do Senhor Jesus Cristo. E, tendo dado graças, o partiu e disse, isto é o meu corpo, que é dado por vós, representando o sofrimento de Jesus Cristo, o sofrimento que ele teve durante essa noite, e a madrugada, e amanhã, até antes de morrer. É o sofrimento. É o meu corpo, que é dado por vós. Fizem isto, em memória de mim. Tomam o pão, o simbolismo do pão, em memória de Cristo, do corpo dele. Por semelhante modo, depois de haver-se dado, tomou também o cálice, dizendo, este cálice é a nova aliança. No meu sangue, fazei isto todas as vezes que beberes, em memória de mim. Tomam este cálice. Que é a nova aliança. A nova aliança. Cris e irmãos, estamos a celebrar a nova aliança.
Cris e irmãos, a páscoa de novo destamento é para ser observada, como Jesus Cristo nos disse, para praticar. E não, de acordo com tradições, sejam elas de quem forem.
A páscoa do novo destamento é para ser praticada, como Jesus Cristo nos disse, para praticar.
Cris e irmãos, a páscoa é cultura judaica de praticar, de comer uma refeição, no dia 15. Mas isso não é a páscoa. Isso não é a páscoa, páscoa no dia 14.
Cris e irmãos, nós não guardamos o sábado e os dias santos, como os judeus, guardam. O judaísmo não é a religião de salvação, porque os judeus rejeitaram Cristo como no seu cordeiro. E eles têm que se arrepender disso. E se arrependerão.
Por isso é que Paulo disse, estas tradições que vocês têm, é uma precaria. Eu pratiquei isso tudo melhor que vocês todos, mas para hoje, para mim, isso não é nada.
Por isso vimos tipos, e antitipos da páscoa, o cordeiro, que era matado, o antitipo Jesus Cristo. Vimos comer uma refeição. Nós não comemos uma refeição, simplesmente temos os símbolos do pão sem framento e do vinho, do cales pequenino de vinho, em memória de Cristo durante a páscoa.
E depois, em Jesus 12, tinham o simbolismo do sangue, do sangue, nas portas. Nós pomos sangue nas portas, quando observamos a páscoa? Não. Mas sangue é importante. Vejam, por exemplo, a Apocalipse capítulo 1. Apocalipse capítulo 1.
Versículo 4 e 5.
Apocalipse capítulo 1, versículo 4 e 5. João, há sete igrejas que se encontram na Ásia, Graça e Paz, a vós outros, da parte daquilo que é, que era e que há de vir, da parte dos sete Espíritos, que se acham de ano de seu trono, e da parte dos Cristo, afial dos tamunhos, o primagênico dos mortos e soberano dos reis da terra, aquele que nos ama e pelo seu sangue nos lavou dos nossos pecados.
Sangue é importante, o sangue de Jesus Cristo, mas é simbolizado por aquele vinho.
Por exemplo, outro simbolismo na Páscoa no Novo Testamento.
É o Lava Pés. Cris irmãos, não há lava pés na Páscoa do Antigo Testamento. Mas vocês podem ler em João 13. Isso é uma coisa nova, instituída por Jesus Cristo, durante a Páscoa do Novo Testamento.
Outro exemplo. Na Páscoa do Antigo Testamento, era, digamos assim, a morte dos primogênicos, para que eles depois pudessem ter ou sair do Egito.
Para que eles pudessem sair do Egito. Por isso, é um memorial que conduziu, ao dia seguinte, que foi o dia 15, em que eles saíram do Egito, à noite do dia 15, que saíram do Egito.
Cris irmãos, nenhum de nós, poucos de nós, tal vez, mas de uma maneira geral, nenhum de nós vive ou esteve ou saiu do Egito. Pode haver uma pessoa que está já ao Vírus do Sermão, e que, de facto, tenha ou viva hoje no Egito, mas de uma maneira geral, a maioria de vocês que estão ao Vírus do Sermão não está no Egito, nem saíram do Egito.
Nós nunca vivemos no Egito, mas o Egito é um tipo de escravidão do pecado. Vejam em Romanos capítulo 6. Romanos capítulo 6.
Romanos capítulo 6, versículo 12 a 16.
Diz assim, não reino, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeceis às suas paixões. Nem ofereceis cada um os membros do seu corpo a pecado, como instrumentos de iniquidade. Mas oferecei...
Não obedeceis cada um como instrumentos de iniquidade, mas oferecei a Deus como resoretos entre os mortos e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça, provocado não terá domínios sobre vós, pois não estáis debaixo da lei e sim da graça.
Crisis e irmãos, nós estamos, quando somos batizados e que é representado o simbolismo da nova aliança, o nosso compromisso, a obedecer a Deus, então nós saímos da escravidão do pecado com a ajuda do Espírito Santo da Deus. E, por isso, o significado de sair do Egito é representado como nós saímos do pecado. E, por isso, temos que parar de praticar o pecado. Temos que parar iniquidade. Temos que parar de pecar. Temos que agora obedecer as leis de Deus.
Vejam outro tipo. Outro tipo da Páscoa do Antigestamento era que só pessoas que eram circuncisas que podiam observar a Páscoa. Vejam comigo se faz favor em Exodus 12. Exodus 12, versículo 43 a 44. Por isso que, irmãos e lembramos, estamos a ver aqui vários tipos e antitipos. O tipo do Cordeiro, que é Cristo. Vimos o tipo de que hoje em dia observamos o lado a Páscoa. Antigamente não tinham. Saímos do Egito, saímos do pecado. Vejamos assim vários tipos, que na Páscoa do Novo Testamento têm um significado diferente, têm uma administração diferente. Mas vejemos, por exemplo, o caso da circuncisão. Em Exodus 12, 43 a 44, diz assim. Diz-se mais, o Senhor Amor Zéziarão, esta ordem da Páscoa, nenhum estrangeiro comará dela porém todo escravo comprado por dinheiro, depois de o ter o circuncidado comará dela.
Era preciso que as pessoas fossem circuncisos para observar a Páscoa. A Páscoa do Antigonstamento necessitava que as pessoas fossem circuncisos. O que se pode dizer, então, acerca da Páscoa do Novo Distamento. Vejam comigo em Galatas 5, 1. Para a liberdade que foi de Cristo nos libertou. Promancei, pois, firmes e novos sumeteis de novo a julgo da escravidão. Por isso está aqui a dizer que tenham cuidado, que não estejam a tentar a fazer tudo, tal como era feito na antiga aliança.
Vejam, eu, versículo 2, eu, Paulo, vos digo que, se vos deixares circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará. Está a falar aqui hoje em Deus. E está a dizer, se vocês, para serem verdadeiros cristãos, precisam de ser circuncisos. Paulo diz, se vocês vos deixar circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará. É como se eles tivessem a dizer que a circuncisão fosse um pecado. Não, a circuncisão não era pecado, para os Israelitas. Mas, aquilo está a falar aqui, para os Gentios. E para os Gentios, está a dizer, vocês não se precisam de circuncidar.
Imaginem, se nós tivéssemos essa necessidade hoje em dia. Quando pessoas fossem observar a páscoa, aos homens, tinha que ver, foi-se circunciso? Sim, pode-se tomar a páscoa. Não é? Não, não pode-se tomar a páscoa. Ritículo. Por exemplo, se observassem todas as coisas no antigo justamente, por exemplo, as senhoras, se fossem esse período ou tempo do mês, não poderiam vir à igreja.
Mas isso eram instruções que eram do antigo justamente, não são do novo justamente. As sessas leis têm aplicações diferentes, princípios diferentes. Você não pode fazer tudo como os judeus faziam, porque estamos debaixo de uma nova administração.
Os gentios têm que matar um cordeiro e ir a Jerusalém para a páscoa? Não. Então o que é que Paulo estava a dizer aqui? Em Galatas 5, 2. Paulo, eu, Paulo, vos digo que se vos deixar ser coincidado, Cristo de nada vos aproveitará. O que é que ele está a dizer? Ele está a falar aqui de pessoas que estavam a dizer aos gentios que era necessário que eles fossem circuncisos para serem salvos. Que a circuncisão era um ponto de salvação. E os judeus estavam a pôr pressão aos gentios a dizer que se vocês não forem circuncisos, não podem ser salvos.
Salvação não é pela circuncisão, é por Jesus Cristo. E por que eles diziam isso? Porque a lei dizia, como lemos em Jesus doce, que tinham que ser circuncisos para tomar a páscoa. Mas Cristo e irmãos, essa administração do antigo testamento, a administração do novo testamento é diferente. Vejam continuando aqui no versículo 3. Galatas 5 versículo 3. Do novo testifica todo o homem que se deixa a circuncidar, que está obrigado a guardar toda a lei, toda a lei ceremonial. Desta cerimônia, destas rituais. De Cristo vos desligaste, vos procurais, justificar-vos na lei.
Se tu estás preocupado em certos detalhes, que não podes fazer com de cerca de rituais e coisas da lei, do antigo testamento, coisas jotaicas. Então, te desligaste de Cristo. Porque estás a procurar-te, justificar-te na lei ritual e ceremonial. E, por isso, descaíste da Graça de Cristo. Porque nós, pelo Espírito, agordamos a esperança da justiça que provém da fé.
Então, por isso é que as pessoas dizem, ah, por isso não precisamos de óptice das leis do antigo testamento. Assim, então podemos matar agora? É isso que Paulo está azer que podemos matar? Está azer que podemos assassinar pessoas? Está azer que podemos roubar? Não. Então, o que é que Paulo está a dizer? Ele está aqui a liderar com pessoas que estavam a dizer ao gentius que precisavam de observar as leis, rituales e ceremoniais. E nós não temos que fazer isso. Você não precisa, por exemplo, de usar borlas ou nas franjas das roupas. Por que que eles usavam as borlas nas franjas das roupas? Porque elas não obtosseiam as leis de Deus. E por isso tinham estas borlas nas franjas da roupa para os lembrar que tinham que obtossei as leis de Deus. Mas, como vocês lerem, Jeramias 31, versículo 33, a lei de Deus na nova aliança é escrita no nosso coração e no nosso mente. Se a lei de Deus está escrita no nosso coração e no nosso mente, não precisamos de borlas na roupa para nos lembrar de obtecer as leis de Deus. Porque está nos nossos coroções e nos nossos mentes e nós queremos obtecer as leis de Deus, por causa que as leis de Deus estão escritas através do Espírito de Santeus, no nosso coração e no nosso mente. Mas, se as leis de Deus não estão escritas no nosso mente e você continua a roubar, a mentir, a cometer adultério, então é melhor começar a ter uma lembrança física para voo lembrar, por exemplo, a ter essas borlas ou essas franjas na roupa, para lembrar que voce não estava de ser a lei de Deus. Querias irmãos, Paulo não está a desfazer tudo o que está escrito na lei, mas ele está a dizer ao gentius, não é aos israelitas, ao gentius. Se você acredita que precisa de ser circunciso para ser salvo, então voce precisa de obter a lei ritual e ceremonial toda. E até os israelitas nem conseguiam fazer isso. E hoje em dia, na nossa sociedade, não podemos fazer isso. Por exemplo, certas das leis, leis civis, diziam que se pessoas fizessem certas coisas, tinham que ser apedorjadas e matadas. Imaginem-se nós, obtendo isso, começásemos a apedorjar e matar pessoas aí na estrada. O que o governo faria de nós?
Querias irmãos, estamos debaixo de uma regra governamental de leis diferentes nesta sociedade. Por isso, na nova aliança, observamos as leis de Deus, mas como a administração diferente. Vemos esses princípios e aplicamos esses princípios com um ensinamento espiritual. Vemos ensinamentos espirituais das leis de Deus. Por isso é que o Paulo dizem Colocenses capítulo 2, versículo 11 e 12. Diz assim, Nel também for de circuncidados, não por intermédio de mãos. Sim, precisamos ser circuncidados para tomar a páscoa do novo testamento, mas não é uma circuncisão por meio de mãos, mas no despojamento do corpo da carne, que é a circuncisão de Cristo. Tendemos-se disputado o juntamento com ele no Batismo, no qual igualmente for-se os circuncidados, mediante a fé no poder de Deus, que o ressuscitou dentro dos mortos. Os nossos corações são circuncisos com esta faca, digamos assim, com esta faca que corta, que é o Espírito de Santo Deus e que corta o nosso coroção físico.
E por isso, queris e irmãos, por isso é que nós, na Igreja de Deus, somos assim, tomamos muito cuidado a perguntar às pessoas antes de tomarem a páscoa do novo testamento, se essas pessoas, de facto, foram batizadas e se, de facto, entendem o que é o verdadeiro arrependimento. Se entendem o compromisso que fizeram, se entendem que foram perdoados por quebrar as leis de Deus, se entendem esse compromisso, se foram completamente baixos d'água, como é o batismo representado, se as mãos foram impostas neles e se receberam o Espírito de Santo Deus. Por isso é que perguntamos às pessoas muito cuidadosamente antes de tomarem a páscoa. Por que? Porque a lei diz que precisamos ser circuncisos antes de tomar a páscoa, mas a nossa circuncisão é a circuncisão de Cristo, que não é feita com mãos.
A nossa circuncisão não é uma circuncisão física, mas antes de tomáremos a páscoa, temos que ser circuncisos espiritualmente.
Porque se não, somos amaldiçoados pela lei.
Quer dizer, irmãos, não é uma questão de controlar as pessoas? Não. Mas é uma questão de que, se você não obedece a isto, você será amaldiçoado por Deus.
Você não tome levemente o significado da páscoa do Novo Testimento, que representa a realidade, o sofrimento e da morte de Cristo. Não tome isso levemente. Isso é um caso sério.
E por isso, é que tomamos muito cuidado na Igreja deus a perguntar às pessoas.
Porque, ao fim de contas, precisamos ser circuncisos, mas circuncisos espiritualmente. E por isso, quando você se aproxima para tomar a páscoa do Novo Testamento, tanto os homens como as mulheres, são iguais para ante Deus. São ambos circuncisos espiritualmente perante Deus, porque é uma circuncisão do coração.
No antigo Testamento, eram só os homens. No Novo Testamento, tanto os homens, as mulheres, se aproximam perante Deus como iguais. Como iguais. E por isso, se você não foi batizado corretamente, entendendo o significado e o compromisso, se você não foi batizado para dentro do corpo de Cristo, em nome de Jesus Cristo, para dentro da família do nome de Deus, que é o nome do Pai, Deus, que é o Filho de Deus, o nome de Deus, que é o nome de Deus, que é o Espírito Santo de Deus, se você não foi batizado para dentro desta família, não para dentro de alguma aceita ou organização, mas para dentro da família de Deus, em nome pela autoridade de Jesus Cristo.
Se você não foi batizado e se não teve a imposição das mãos, você não tem o Espírito Santo, e por isso não está a circunciso do coração, não está a circunciso do coração. E por isso, se não foi batizado desta maneira, não pode tomar a páscoa do novo destamento.
Não pode tomar a páscoa do novo destamento.
Como vemos, há os tipos e antitipos, e vimos vários tipos e antitipos, mas há um tipo, há um antitipo que não tem tipo.
Por exemplo, matar o cordeiro da páscoa. Tornou-se, digamos assim, uma ciência tão perfeita que faziam isso tão rapidamente com o mínimo de sofrimento para esses cordeiros. Os cordeiros nem sofriam, praticamente nem sabiam que estava a acontecer a eles. Deus não quis causar tortura, sofrimento em animais. Mas o Messias, como lemos a Isaías 53, teve que sofrer. Foi torturado antes da morte, que é o significado do pão.
E esse tipo não existe na páscoa do antitistamento. O tipo de sofrimento do cordeiro não existe na páscoa do antitistamento, porque Deus não quer fazer com que animais sofram. Isto mostra a mente de carinho e de misericórdia de Deus.
Mas o que nós fizemos a Deus, a Jesus Cristo, o Criador, por causa dos nossos pecados, fizemos com que Ele tivesse que sofrer e morrer. Cris irmãos, precisamos de entender o significado alto, maior da realidade da páscoa do novo distamento, que é o cordeiro páscal de Cristo.
Por isso, é que, cris irmãos, observamos a páscoa no dia 14 e não no dia 15, porque fazemos isso em memória de Cristo. No dia, ou digamos assim, na noite em que Ele foi traído, como Paulo disse, que recebeu do Senhor, e na noite em que foi traído, nós devemos observar isso. E por isso, é que, durante a cerimónia da páscoa, nós lemos várias escrituras do livro de João, para ver o que estava na mente de Jesus Cristo, para nós termos os mesmos pensamentos, para termos a mente de Cristo.
Cris irmãos, a páscoa do novo distamento, a páscoa da nova aliança, digamos assim, não é o tipo da páscoa de Jesus doze, mas a páscoa de Jesus doze é o tipo da páscoa do novo distamento, porque, de realidade, é Cristo, é o nosso cordeiro pascal. Cris irmãos, há vários tipos. Os tipos são a coisa menor. O antitipo à realidade é o importante. Jesus Cristo é importante, é o antitipo à realidade do cordeiro pascal.
E, por isso, nós observamos a páscoa, da maneira que Jesus Cristo observou, e disso é nosso para observarmos.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).