This transcript was generated by AI and may contain errors. It is provided to assist those who may not be able to listen to the message.
Bom dia a botares, irmãos, aqui já estamos falando-vos da Sansaneti. O batismo, após o arrependimento, é um sinal simbólico da nossa crença em Cristo como nosso Salvador. É a nossa crença que o Seu sangue nos justifica, nos perdoa e nos limpa. O simbolismo é daquilo de que o homem velho, o eu velho, o eu antigo, está a ser enterrado. Isto é, estamos batizados na morte de Cristo. Estamos rodimidos, comprados de volta, pelo Seu sangue, que foi derramado pelos nossos pecados. E somos, então, justificados. O homem velho é enterrado e, então, depois, no batismo, está claro, a pessoa não fica debaixo da água, tiramos a pessoa da água, e, então, simbolicamente, é ressuscitado daquela túmulo de água, é ressuscitado como um homem novo, vivendo uma vida nova, com Cristo vivendo em nós, que é representado pelo Seu corpo. Por isso, sim, o batismo, também, é um compromisso, é o compromisso da nova aliança, em que nós comprometemos a vivermos uma vida nova. Isto é, de volta, pelo que Deus fez por nós. E, assim, Deus nos dá o Seu Espírito Santo como a ajuda, fazendo isso possível para Cristo viver a nós, através do Seu Espírito. Este compromisso da nova aliança é renovado, anualmente, ao aniversário do Seu sofrimento e morte, que é, durante a páscoa. E, por isso, durante a páscoa, nós estamos a, digamos, a redizer, a recomprometer a nossa crença na morte de Jesus Cristo, e estamos a renovar esse compromisso para termos Cristo a viver em nós. Assim, a cerimónia da páscoa tem dois símbolos principais. Vigemos, em 1 Coríntios, 1 Coríntios, capítulo 11, versículos 23 a 25. 1 Coríntios 11, 23 a 25, diz assim, porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei, que o Senhor Jesus na noite em que foi traído, tomou o pão. E, tendo dado, graças o partiu, e disse, este é o meu corpo, que é dado por vós. Fasei isto em memória de mim. Por semelhante modo, depois de haver-se dado, tomou também o Kallis, dizendo, este Kallis é a nova aliança, no meu sangue. Fasei isto todas as vezes que beber-os, em memória de mim. E, por isso, temos estes dois símbolos, do pão e do Kallis.
Então, há cerca de duas semanas atrás, nós vimos o símbolo do cordeiro, de Deus, que, através do sangue, é simbolizado pelo Kallis. Pelo Kallis da nova aliança.
O Kallis da nova aliança, isto é representado, como disse, pelo sangue de Cristo, é a parte que ele fez na aliança. Mas a aliança tem sempre duas partes. A parte de uma pessoa, nesse contrato, ou aliança, e a parte da outra pessoa, ou da outra grupo de pessoas, que seja como seja, nesse contrato.
Por exemplo, fazem um contrato entre uma companhia e você, e igualmente, o contrato é entre dois partidos, duas pessoas. E, por isso, a parte de Deus que ele fez, é o sacrifício de Jesus Cristo, é o sangue, que é o Kallis, é o sangue da aliança. Então, qual é a nossa parte? Hoje, queridos irmãos, eu quero falar acerca do significado do pão.
Porque o significado do pão representa nós seguirmos do pecado e não voltarmos a viver no pecado. O corpo de Cristo é a provisão, ou digamos assim, é a disposição, é a maneira de nos ajudar a nós nos mantermos fora do pecado, não nos vivermos mais em pecados e por isso vamos ver esse princípio, assim como vamos ver a duas áreas adicionais, duas áreas práticas, que precisamos de considerar, que são relacionadas com o corpo de Cristo, com a sua carne e com os seus ossos. Então, vigemos, se faz favor, em Ibreus 10, o décimo capítulo de Ibreus, Ibreus 10, vamos ler primeiro versículos 16 e 17, diz assim, esta aliança que farei com eles, depois daqueles dias, diz o Senhor, porém no seu coração as minhas leis e sobre a sua mente as escreverei.
E acrescenta também, de nenhum modo me lembrarei dos seus pecados e das suas iniquidades para sempre. Como vem, a aliança, esta nova aliança, tem dois aspectos. Primeiro, é a obdiência às leis de Deus, após os pecados terem sido perdoados, que é a nossa parte e isso é feito através de Deus escrever no nosso coração as suas leis e na nossa mente também.
Por isso, por Ele escrever essas leis, nos nossos corações, nos nossos mentos, nós, então, fazemos a nossa parte, isto é, adotecer a essas leis. Isso é uma parte. A segunda parte, o segundo aspecto da nova aliança, é no versículo 17, que diz, também, de nenhum modo me lembrarei dos seus pecados e das suas iniquidades para sempre.
Isso é a parte que Ele faz através do sangue de Jesus Cristo. Ora, na antiga aliança, é importante nós entendermos isto bem, na antiga aliança, não havia nenhuma provisão ou disposição para nós termos a capacidade ou habilidade de observar as leis de Deus. Isto é, para nos mantermos fora do pecado, porque não havia nenhuma provisão na antiga aliança, na antiga aliança, descrever as leis de Deus nos nossos corações e nos nossos mentes. Essa é a provisão que nos é dada pelo corpo de Cristo, o corpo do Senhor.
Isto é Cristo a viver em nós, através do Espírito Santo de Deus. Isto é, em adição, aos nossos pecados serem perdoados. E também, lembrem-se que na antiga aliança não havia provisão para os sacrifícios serem perdoados. Na antiga aliança, os sacrifícios não eram perdoados. Os pecados não eram perdoados. Na antiga aliança, os pecados não eram perdoados. Os sacrifícios da antiga aliança não perdoavam pecados. Desculpem que, disse as palavras um bocadinhas e ralhas aí há pouco. O que queria dizer é que os sacrifícios da pasta antiga aliança não perdoavam pecados.
Vejam comigo se faz favor em Hebreus 10, versículo 1 e 2. Diz assim, ora, visto que a lei, a lei de sacrifícios, a lei da antiga aliança, tem sombra dos bens vindouros. Tem sombra da lei estar escrita nos nossos corações, nos nossos mentes, que é a nova aliança.
Não é mais real das coisas. Nunca jamais pode tornar perfeito os ofertantes. Antiga aliança, a lei de sacrifícios, nunca podia tornar perfeito os ofertantes. Com os mesmos sacrifícios que ano após ano, perpetuamente, perdão, perpetuamente, eles oferecem. Sim, porque, versículo 2, de outra sorte, não teriam cessado de ser oferecidos. Sim, porque, de facto, os pecados tivessem ser perdoados, isto é, se tivessem as pessoas que se serem feitas perfeitas, então teriam cessado de ser oferecidos. Por quanto os que prestam culto tendo sido purificados uma vez por todas, não mais teriam consciência de pecados.
Entretanto, versículo 3, neste sacrifício, faz-se recordação de pecados todos os anos. Por quê? Porque eles não se mudaram, porque eles não se, de facto, tinham mudado da maneira de ver, não se tinham arrependido, completamente. Versículo 4, porque é impossível, não tem bem, porque é impossível que o sangue de toros e de bodas remova pecados. É impossível que o sangue de toros e de bodas remova pecados. Isto é, os sacrifícios debaixo da antialiança não perdoavam os pecados. Então removiam os pecados.
Por isso, ao entrar no mundo diz, sacrifício e oferta não quisesse, antes um corpo me formaste.
Sacrifício e oferta não quisesse. Estes sacrifícios de bodas e de toros não eram o alvo final. Antes, um corpo me formaste. Que corpo? O corpo de Cristo, que é o nosso sacrifício permanente, de uma vez para sempre, nosso sacrifício único, a nossa oferta única, o oferta de Deus, para nós, a que conta, a que é, a que de facto remove os pecados. E por isso diz assim, um corpo me formaste. Não de lei-taste com holocaustos e ofertas pelo pecado. Isto é, as ofertas e holocaustos anteriores não eram suficientes para Deus. Foi necessário. Este corpo especial, o sacrifício de Cristo. Então, ele disse, eis aqui estou, para fazer ao Deus a tua vontade. Isto é, então, Jesus Cristo disse, eis aqui estou, Jesus Cristo disse a seu próprio respeito, no Manos Critos, no Salmos 40 está escrito, para fazer ao Deus a tua vontade. Jesus Cristo disse ao Pai, aqui estou eu, para fazer ao Deus a tua vontade. E depois de dizer como acima, sacrifícios e ofertas não quisesse, holocaustos e oblações pelo pecado, nem com isto de detaste, coisas que oferecem segunda lei, do antiaaliança, então, acrescentou, eis aqui estou, para fazer ao Deus a tua vontade.
Vê-se aqui, que era necessário, o sacrifício de Jesus Cristo. E, a sacrifício, tem dois aspectos, está claro, o sangue e o corpo. O sangue, que é representado pelo vinho, a páscoa, em que os pecados são perdoados, não é que o vinho perdoa os pecados, mas é o sangue de Cristo que perdoa, que era simbolizado pelo vinho.
Lembrem-se que o vinho é simplesmente simbólico, que os pecados foram perdoados. E, por isso, sim, tomando o vinho durante a páscoa, estamos a confirmar, ou a reconfirmar, que queremos, na morte Cristo, que queremos que o seu sangue pagou pelos nossos pecados. O pão, por outro lado, pão da páscoa, representa o corpo de Jesus Cristo, que está claro, além do significado do sofrimento e de ser partido o corpo, a carne, a carne dele ser partida, ser rasgada, ser quebrada. Isto é a carne, que é o que já aumenta o corpo, que é o que é quebrada. Isto é a carne, que é o que geralmente pensamos primeiro, o que é correto, mas, em edição a isso, o pão, o pão da páscoa, o pão da páscoa, também representa o corpo de Jesus Cristo, que é a igreja e que é Cristo a viver em nós. E, então, Cristo viver em nós, essa é a provisão, essa é a disposição, essa é a capacidade que Ele nos dá para nos mantermos continuamente fora do bocado. E, por isso, Ele nos dá essa ajuda através do Espírito Santo, que é Cristo em nós, através do Espírito Santo, e, por isso, esse nos dá essa ajuda. Agora, a nossa parte é de fazer esse compromisso e manter comprometido a fazer isso. E, por isso, é que diz assim, no versículo 7 e no versículo 9, para fazer ao Deus a tua vontade. Eis aqui, estou para fazer ao Deus a tua vontade. Está claro, o corpo de Jesus Cristo. Jesus Cristo na vida física veio à Terra para fazer ao Deus a tua vontade. Mas, digamos assim, a implicação, além de que o do caso, Jesus Cristo, compreendeu muito bem, ador, o sofrimento, a angústia mental, o stress emocional que ia ter. Porque ele disse, oh, deixe-se, este caldo se passar por mim, se há alguma possibilidade de não ter de sofrer isto. Mas, Pai, seja a tua vontade primeiro. Por isso, ele sabia o que ele ia sofrer. E, por isso, ele disse, eis aqui estou para fazer ao Deus a tua vontade. Por que? Ele fez isto porque ele cuida de ti e de mim. E, por isso, não digas que não é ninguém, não tens valor nenhum, que não importa, eu sou imaterial, estou assim, desapontado. Não, não teiges assim, não sejas assim. Porque o teu potencial final, ao fim de contas, o teu potencial é tão valoroso para Deus, que Ele morreu e sofreu para ti e para mim. Mas, por isso, é que ele diz, aqui estou a Deus a fazer a tua vontade, porque o teu potencial, queris irmãos, o vosso potencial, o meu potencial, o nosso potencial, para Deus, valeu a pena fazer isso. Por isso, não digam, ah, eu não sou, não, e teiges assim, sim, não somos ninguém, mas podemos ser com a ajuda de Deus, com o Espírito de Deus, Cristo vivendo a nós. Podemos ser o templo de Deus. Isso é o nosso potencial. Por isso, versículo 7 e versículo 9 aqui, aqui estou para fazer a Deus a tua vontade, é também, digamos assim, uma implicação a dizer que ele vai viver em nós e vivendo em nós, nós, como parte do corpo de Cristo. Cristo vivendo em nós, ou a igreja, numa maneira, digamos assim, de comunhão de todos nós e irmãos da igreja, mas nós, individualmente, também, estamos aqui para fazer a Deus a vontade de Deus.
E por isso continuando, então, no versículo 9. Remove o primeiro para estabelecer o segundo. Remove o primeiro concerto, remove a primeira aliança para estabelecer a segunda aliança, a nova aliança. Nessa vontade, versículo 10, é que temos sido santificados mediante a oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez por todas. A palavra santificados, quer dizer, que faz uma coisa, digamos assim, sagrada, consecrada, santa, dedicada, separada para Deus. Isso por isso, tendo-se separados, ou como uma forma de ser, temos sido santificados, temos sido separados, temos sido postos do lado.
Como mediante a oferta do corpo de Jesus Cristo, do corpo de Jesus Cristo, do corpo de Jesus Cristo, como mediante a oferta do corpo de Jesus Cristo, do corpo de Jesus Cristo, a oferta do corpo.
Continuando, então, versículo 11. Ora, todos os sacerdotes apresentam dias após dia, diariamente, manhã e à tarde, a exercer o serviço sagrado e a oferecer muitas vezes os mesmos sacrifícios que nunca jamais podem remover pecados. Os sacrifícios da antiga aliança não podiam remover os pecados. É o que diz aqui, nunca jamais podem remover pecados. Jesus porém tendo oferecido para sempre um único sacrifício pelos pecados. Acentou-se à destra de Deus. Acentou-se a lá a Deus, aguardando daí, rendiando até que os seus inimigos sejam portes posterados, seus pés.
Aguardando até o tempo correto, quando ele virá para a Terra, estabelecer o reino de Deus na Terra, e nós, então, também seremos ressuscitados para reinar com Ele nesse período. Por isso, um sacrifício, um único sacrifício, não há necessário de mais sacrifícios depois deste. Outro sacrifício não é necessário, um único sacrifício pelos pecados. O versículo 14. Porque, com uma única oferta, a perfeiçoou para sempre, quantos estão sendo santificados. Com uma única oferta, venham aqui duas coisas, dois pontos, dois aspectos.
Primeiro, a perfeiçoou para sempre, como? Porque os pecados foram removidos, foram tirados. E o segundo ponto, o segundo aspecto, quantos estão sendo santificados. Isto é, estamos a ser santificados. Isto é um acto continuo e progressivo, é um processo que estamos a ser santificados. Vejam também, como lemos no versículo 10, que diz que temos sido santificados. Agora diz no versículo 14.
Estamos sendo santificados. Fomos postos separados e estamos a continuar a ser santificados. Continuar a ser é um processo. E depois continua a ler no versículo 15 a 18, que já li há pouco. Por isso vamos soltar para ler no versículo 19.
Tendo pois irmãos, entrepídeis, para entrar no santo dos santos pelo sangue de Jesus. Isto é a nova aliança, como é que as leis são escritas nos nossos corações, os pecados são perdoados para sempre e, por isso, quando há remissão dos pecados, estão pagos, não há mais oferta pelo caducado, como diz no versículo 18. E depois no versículo 19 diz assim, Tendo pois irmãos, entrepídeis, para entrar no santo dos santos, que representa o trono de Deus.
Isso fazemos, quando oramos, por exemplo, que temos acesso ao trono de Deus pelo sangue de Jesus Cristo. O sangue abriu este caminho e diz assim, pelo novo e vivo caminho, que ele nos consagrou pelo véu, isto é, pela sua carne. Quer dizer, irmãos, pelo novo e vivo caminho, pela sua carne. O que é este novo e vivo caminho? O que é este novo e vivo caminho, pela sua carne? É Cristo a viver em nós, através do Espírito Santo de Deus, em nós.
Vejam comigo, em João capítulo 6. João capítulo 6, versículo 48. Eu sou o pão da vida. Vossos pais comeram maná no deserto e morreram. Este é o pão que desce do céu, do céu, para que todo o que dele comer não presa. Eu sou o pão vivo, que desceu do céu.
Se alguém dele comer, viverá eternamente, e o pão que eu darei, pela vida do mundo, é a minha carne. Este é o novo caminho, vivo caminho, o novo e vivo caminho. Queridos irmãos, eu sou o pão da vida. Vemos em versículo 48 e versículo 51. É a minha carne. O pão que eu darei, pela vida do mundo, é a minha carne. Um novo e vivo caminho através do corpo de Cristo, através da carne dele.
Versículo 53. Respondei-lhes, Jesus. Em verdade, em verdade, os digo, se não comer-vos a carne do filho do homem e não beber-vos o sangue, não tendo-vos vida em vós mesmos. Quem comer a minha carne, beber o meu sangue, tem vida eterna, e eu o ressusciterei no último dia. Sim, o sangue representa que Cristo morreu por nós e deu a sua vida por nós e, por isso, por esse sangue, somos redimidos, os nossos pecados são pagados.
E a carne representa o que Ele sofreu por nós e representa também Ele viver em nós através do Espírito Santo de Deus. E, por isso, nós temos que viver como Ele seguir o Seu exemplo. Por isso, se comermos a carne Dele e bebermos o Seu sangue, teremos a vida eterna e diz-se então, Jesus Cristo nos ressuscitará no último dia. 55. Pois a minha carne é verdadeira comida, a minha sangue é verdadeira bebida. Quem comer a minha carne, beber o meu sangue, permanece em mim e o Nel.
Assim como o Pai que vive me enviou, igualmente eu vivo pelo Pai, também quem de mim se alimenta para mim viverá. 56. Este é o pão que desce do céu em nada, semelhante àquilo que os vossos pais comeram e com tudo morreram. Quem comer este pão viverá eternamente. Este é o novo e vivo caminho, pela sua carne. Por isso diz, Jesus Cristo vive em nós.
Jesus Cristo vive em nós. Por isso, o nosso compromisso durante o batismo e que é renovado anualmente, durante a páscoa, é para sair do pecado, para não continuar a viver dentro do pecado, não voltar ao pecado. E o corpo de Cristo é a provisão, é a disposição para nós nos mantermos distantes do pecado através do Espírito Santo de Deus em nós. Vejam que o Amigo se faz favor em Efezios. Efezios.
Capítulo 5, versículo 17. Efezios 5, versículo 17. Diz assim, por esta razão, não vos torneis insensados, mas procurai compreender qual a vontade do Senhor. Sim, porque os Cristis eu venho para fazer a tua vontade. E, pois nós, para vivermos como Cristo, precisamos de compreender qual a vontade do Senhor. Não vos lembrei a gás com o vinho no qual há dissolução, mas enchaiva-os do Espírito. Precisamos nos encher do Espírito Santo de Deus. O Espírito Santo de Deus é, como se fosse, digamos assim, o DNA de Deus. O DNA espiritual de Jesus Cristo vivem nós. Ele vivem nós através de recebermos o Espírito Santo de Deus após o Batismo pela imposição das mãos. Ele vivem nós através do Espírito Santo, em ti e em mim. E é para isso que fomos chamados, para ele viver é nós. Para nós, então, estarmos cheios do Espírito e, então, procurarmos compreender qual a vontade do Senhor. E vivermos de acordo com essa vontade. Esse é um novo e vivo caminho. Vejam também em Fésios capítulo 5, 25 a 30. Meridos, ame a vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e, assim mesmo, se entrou por ela. Para que a santificasse? Aqui está a mesma palavra, santificação. Tendo a purificado, por meio da lavagem de água, pela palavra. A igreja é para ser santificada. Nós, como membros do corpo da igreja, devemos estar ser santificados. Devemos estar separados. E isto é um processo que estamos a ser santificados através da lavagem da água. Pela lavagem da água. O que é a água? A água simbolicamente, a água vivente, é o Espírito Santo de Deus. Pela palavra, que é a Bíblia, que é a palavra Deus. Para apresentar, a apresentar, assim mesmo, igreja gloriosa, sem maclo, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito, assim também os merídeos devem amar a sua mulher, como a própria corpo, que é uma esposa, assim mesmo, se ama, porque ninguém jamais odiou a própria carne. Antes de alimentar e dela cuidar, como também o Cristo faz com a igreja, porque somos membros do seu corpo, da sua carne e dos seus ossos. Ora, provavelmente, a sua Bíblia é capaz de não ter essa parte escrita aí, porque não está a ler da revisão, à uma vez, corrigida e fiel. Se tivesse a ler da tradução, à uma vez, corrigida e fiel, então leria, over ciclo 30, desta maneira. Porque somos membros do seu corpo, da sua carne e dos seus ossos. Somos membros da igreja de Deus, do seu corpo, da carne e dos seus ossos. Então, crisimãos, baseados nesta analogia do seu corpo, da carne e ossos, vamos então ver duas áreas práticas da aplicação deste novo caminho, novo e vivo caminho. Porque, em primeiro lugar, é através do Espírito Santo de Deus a viverem nós. E nós fazemos esse compromisso, através do Espírito Santo de Deus, as leis de Deus são escritas nas nossas mentes, nos nossos corações. Nós fazemos o compromisso de não voltar atrás. Cristo a viver em nós é, digamos assim, a nossa disposição, a nossa provisão para nos mantermos fora do pecado. Mas, através da analogia do seu corpo e da carne e dos ossos, desejo agora dar duas áreas práticas adicionais da aplicação deste novo e vivo caminho. Vamos então ver, primeiro, através da sua carne. Isto é sofrendo como Jesus Cristo sofreu na sua carne. Vejam, então, voltando, em Hebreus 10, versículo 20. Capítulo 10, versículo 20, diz como lemos, pelo novo e vivo caminho que Ele nos consagrou pelo véu. Isto é pela sua carne. Está a falar especificamente pela sua carne.
Ora, o véu foi rasgado, como sabem, quando tem a história, quando Jesus Cristo morreu, nesse momento, o véu no templo rasgou-se, que era simbólico de dar acesso ao santo dos santos. E isso rasgar do véu é simbólico da carne de Cristo ter sido rasgada para que Ele sofreu pelo corpo Dele, e esse corpo, a carne, tendo sido rasgada, a carne, ter sido, digamos assim, a carne quebrada, então, Ele, o sangue saiu e Ele morreu. E por isso, esse novo e vivo caminho é que Jesus Cristo obteceu e sofreu, e Ele nos amostrou o caminho de sofrimento para nós. Porque o caminho de sofrer por causa de outros foi o que Jesus Cristo fez. Ele morreu e sofreu por causa de outros. Agora, todos sabem que Corém Salteado, João 3, 16, diz assim, porque Deus amou o mundo de tal maneira que Deus seu filho, o nigénio, para que todo aquele que Nele crê não pareça, mas tenha a vida eterna. Sim! Morreu e sofreu porque Deus deu o seu filho, o nigénito, Jesus Cristo.
Ele sofreu e morreu para nós. Isso é amor. Isso é amor. Ora, sabemos que nós temos que ter o amor de Deus, temos que amar a Deus, temos que ter esse mesmo amor, amor de Deus. Compreendemos como é que podemos amar a Deus? É uma pergunta que talvez tenham perguntado. E o que eu quero fazer agora, compreendo agora que o que quero mais importante da minha vida é amar a Deus, ter amor para Deus. Como é que vamos demonstrar esse amor a Deus? Ou por Deus? A Deus, ou por Deus? Vejam comigo se faz favor em 1 João. 1 João, capítulo 4. 1 João, capítulo 4, versículo 20 a 21. Se alguém disser, amo a Deus e odiar a seu irmão, é mentiroso. São palavras fortes, queres irmãos. São palavras fortes. Pois, aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê. Ora, temos da parte dele este mandamento, que aquele que ama a Deus, ama também a seu irmão. Aqui está a resposta, queres irmãos. Como é que podemos demonstrar o nosso amor para Deus? Como é que podemos demonstrar esse amor que amamos a Deus? Esse mesmo amor que temos para Deus, é o mesmo amor que temos que demonstrar para os outros. Amor pelos nossos irmãos.
Por isso, não pensem que seja estranho, se estão a ter dificuldades e problemas e aflições com outras pessoas. E por isso tem que demonstrar. Amor perante essas dificuldades e aflições para com outras pessoas. Vejam comigo, se faz favor, em 1 Pedro 4. 1 Pedro 4. Reciclo 12 a 14. Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-os. Isto é, estas aflições difíceis, aflições muito fortes, com outras pessoas à vossa volta. Difículdades com outras pessoas à vossa volta e pensam que é um fogo ardente, que surge no meio de vós, que é destinado a provar-nos. Como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo. Não é nada extraordinário que está acontecendo, está a provar-nos. Pelo contrário, alegrai-vos na medida em que sois co-participantes do sofrimento de Cristo. Para que também, na revelação de Sua glória, vos alegreis, isolatando. Se, pelo nome de Cristo, sois injuriados, bem-venturados sois, porque sobre vós reposa o Espírito da glória e de Deus. Cris irmãos, temos que ser co-participantes do sofrimento de Cristo. Vejam também 1 Pedro 2, versículo 19, que diz assim. Porque isto é grato que alguém sofre, suporte tristezas, sofrendo injustamente por motivo de Sua consciência para com Deus. Isto é grato, isto é comendável, isto deve-se ser. Se sofremos injustamente. Versículo 18, serve-os sendo submissos, contou-os de tumor ao Vosso Senhor, naoçamente, se for bom e acordado, mas também ao perverso. Por isso, sofremos injustamente. Versículo 20, porque pois que glória há se pecando e sendo os bofetados por causa de pecamos, suportais com paciência, que aqui se tem a ver, nada. Seu intertanto quando praticais o bem, sois, igualmente, afligidos e os suportais com paciência, isto é grato a Deus.
Porquanto, para isto, fostes chamados. Não há maneira de sair disto. Temos que passar por isso, por esses sofrimentos injustos, porque devemos ser igualmente afligidos como Jesus Cristo foi afligido. Para isso, fostes chamados. Oh, eu fui chamado para ter esta grande saboria, saber exatamente qual é a besta ou qual é esta ou aquela coisa, aquele chifre, etc. E esta coisa profética, este coisa e quem é, ou este homem e quem é, aquele país e quem é. Queres ir, irmãos?
Sim, termos um certo conhecimento, temos que estar a vigiar, ter um certo conhecimento, mas a parte importante é que precisamos de estar prontos a sofrer para o Outros, porque Jesus Cristo sofreu para nós. O que é que estás preparado a sofrer? Ou por o que que estás preparado a sofrer? Ou por quem é que estás preparado a sofrer?
Qualquer pecado que tu e eu tenhamos com tido causa sofrimento e morte. Jesus Cristo morreu por ti e por mim, Ele fez isso por ti e por mim, por nós. Então, eu tenho alguma obrigação para as outras pessoas? Sim, esse é o novo e vivo caminho que é mostrado pela carne de Jesus Cristo. Versículo 21 continua a lerem primeiro Pedro 2, por quanto para isso se fosse chamado, depois que também Cristo sofreu em vossa lugar, deixando-vos exemplos para seguir os seus passos. No qual não cometeu pecado, nem dolo, nem sachou, nem dolo algum se achou em sua boca. Pois ele, quando o trajado não revidava contra-as, quando o maltratado não fazia ameaças, mas entregava-se àquilo que julga retamente. Arregando-o mesmo em seu corpo sobre o madeiro os nossos pecados para que nós mortes para os pecados? Sim, porque a pena do pecado não nos afeta mais, porque estamos mortos para esses pecados? Vivamos para a justiça. Temos que viver agora de uma maneira justa, de uma maneira correta. Cristo vivendo a nós vivendo de acordo com as leis de Deus, vivendo-se para a justiça. Porque o Espírito de Deus escreveu as leis de Deus nos nossos corações, nos nossos mentes. E por isso, por suas chagas, fostes arados. Sim, por causa das suas chagas, fomos curados, fomos sarados destes dificuldades, destes problemas, e nós, igualmente, temos afilições para outros. Queres irmãos, o pecado necessita a morte. Não há ascensão. Alguém tem que pagar por essa morte. E só Jesus Cristo esteve prestes e pronto a fazer isso. O nosso Senhor Cristo, Ele próprio, tomou isso em si mesmo, fez isso Sua livre vontade. Nós também, nós também, devemos de suportar certos pecados e afilições do nosso próprio corpo, do que pessoas fazem a nós. Se nós não queremos fazer isso, então não estamos a seguir o caminho de Cristo, porque então estamos a ser diferentes de Cristo. Isso, querido irmãos, é um novo e vivo caminho. O antigo caminho era, eu tenho que ver a causa de estudo achar quem é o culpado e fazer justiça.
Eu quero que outra pessoa seja identificada e que pague a sua culpa e que admita os seus erros. Ele é culpado e temos que o culpar. Está claro, essa é uma questão das nações e dos tribunais, tenho que fazer isso. Mas como cristãos? O cristianismo não está no negócio de nos fazer sem querer melhor, porque a justiça é feita. O nosso negócio, digamos assim, de cristãos, é de seguir os espaços de Cristo. Isto é, sofrer injustamente pelos nossos irmãos.
Mateus 5, capítulo 43 a 48. Mateus 5, capítulo 43 a 48.
Ou viste-se que foi dito, amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo, amai os vossos inimigos e orai, e bendizei os que vos amaldizem, fazei bem ao que vos odeiem e orai pelo que vos maltratam e perseguem. Para que vos torneis finhos do vosso pai celeste, porque ele faz nascer o seu sol sobre os maus e bons e viras chuvas sobre os justos e injustos, porque se amar os que vos amam, que recompensa tens. Não fazem os republicanos também mesmo, e se saudar dos suplementos vossos irmãos, que fazês demais, não fazem os gentios também mesmo. Portanto, sendo vossos perfeitos, como perfeito, é o vosso pai celeste. Isto é amar os vossos inimigos, bendizer os que vos mal dizem, fazer bem ao que vos odeiam, orar aos que vos maltratam e o que vos perseguem. Este é o novo e vivo caminho.
Sim, queridos irmãos, não há justiça neste mundo. Sim, queridos irmãos, não há justiça desde o jardim do Edn. E isto é difícil fazer. Sim, é difícil. Mas lembrem-se, Jesus Cristo não veio na primeira vinda para executar ou fazer ou dar justiça ao mundo. Isso espera até a segunda vinda. Mas na primeira vinda, Ele veio para dar-me recórtia e reconciliação. Este é o novo e vivo caminho pelo qual Deus decidiu andar. E, por isso, o pão na páscoa é o significado da carne de Cristo ter sido rerajada e imagoada e quebrada.
A carne que é o próprio corpo de Cristo. E, por isso, estou eu, e estás-se tu, e estamos nós preparados a seguir os seus passos. Se Ele me perdoou, e se Ele me perdoa, que está claro, Ele, perdoa quando nos arrependemos, está claro. Se Ele faz isso a nós, estou eu preparado a fazer isso aos outros, porque Ele fez por mim.
Estou eu preparado a carregar ou a suportar os pecados de outras pessoas? Ou queremos justiça? Ou, eu quero justiça? Tem-se a justo? Cri-se irmãos, se queremos justiça, então temos um problema muito sério, porque como cristãos fomos chamados para sofrer, como Ele sofreu e seguir o caminho Dele. Por isso, o pão da páscoa aponta para um novo e vivo caminho. Jesus Cristo sofreu e por isso a Sua Karma representa esse sofrimento. Mas notem que Paulo também diz para discernirmos o corpo do Senhor. E o corpo do Senhor é mais do que simplesmente a Sua Karma.
Porque o corpo do Senhor também tinha os ossos Dele. Dele. Ora, para não quebrarmos o corpo de Cristo, para não dividirmos o corpo de Cristo, é uma outra instrução que devemos lembrar do significado do corpo de Cristo. Pois os ossos de Jesus Cristo nunca foram cabrados. Vejam comigo em João capítulo 19. João 19. João 19. Versículo 31. João 19, versículo 31. Então os judeus, para que no sábado não ficassem os corpos na cruz, visse que, como era a preparação, antes da preparação para o sábado anual, que era o primeiro dia dos asmos, pois era grande o dia daquele sábado, pois era um sábado anual, rogaram a pilatas que se les quebrassem as pernas e fossem tirados.
Por quê? Porque, quebrando as pernas, quebrando os ossos, já não ajudavam com as pernas a levantar um bocadinho o corpo para terem ar nos pulmões e, por isso, curtando os ossos das pernas, então, o corpo agarrado pelos mãos puxava o peito e não tinha possibilidade de respirar e morreriam de asfixiação. Por isso, os soldados foram e quebraram as pernas ao primeiro e ao outro com que ele tinha sido crucificados. Chegando porém a Jesus, como disse que já estava morto, não e quebraram as pernas, porque, quando os soldados lhe tinha aberto, o lado com uma lança e logo saiu sangue e água. Aquel que isto viu, testificou, sendo verdadeiro o seu testemunho, e ele sabe que diz a verdade para que também vos creias.
E isto aconteceu para se cumprir a Escritura. Nenhum dos seus ossos será quebrado, porque ele já estava morto, porque o sangue dele morreu por causa do sangue. O sangue foi derramado, foi o sangue, ele nos deu, foi a vidra, a vida está no sangue, deu-nos a vida, deu-nos sangue, por nós.
Mas o ponto aqui que eu estou a referir-me é que os ossos de Jesus Cristo não foram quebrados. O corpo de Cristo não é dividido. Como podem ler em Coríntios, primeiro Coríntios, Junto, Treles, o corpo de Cristo não é dividido. Se os estivessem quebrados, os ossos quebrados, pernas separados, dividiam o corpo. O corpo de Cristo não é dividido. E por isso, queridos irmãos, nós temos que demonstrar amor uns para os outros, para que não sejam-nos divididos, mas que sejam-nos unidos, sejam qual, sejam as diferenças entre nós, diferenças que sejam. Por isso, queridos irmãos, o corpo, primeiro Coríntios, Capítulo 10, vejam primeiro Coríntios, Capítulo 10, versículo 16, diz assim.
Por quanto calça da benção que abençoamos no acumunhão do sangue de Cristo e o pão que partimos não é a comunhão do corpo de Cristo? O pão que partimos é a comunhão do corpo de Cristo. A igreja é a comunhão sagrada do corpo de Cristo. Porque nós, embora-mos muitos, na igreja, somos unicamente um pão, um só corpo, porque todos participamos do único pão que é Cristo. E por isso Cristo é nós. Nós devemos ser um, como Deus é um.
Quais que é a diferença que tenhamos? Seja-se em entendimento de certas coisas, ou seja, que for, vão ser resolvidas por Deus. A nossa parte é de mostrar amor a outros no corpo de Cristo, no corpo espiritual de Cristo. Mesmo se estejam em outras congregações. Pois podem lerem Apocalipse 2 e 3, que haveriam congregações temporâneas, algumas com certos problemas, outras com outros problemas, algumas foram ilugiadas, outras não foram. Mas o ponto que Paulo pergunta é 1 Coríntios 11, versículo 18, 1º e 19, que diz assim, porque antes de tudo estou informado a ver divisões entre vós, quando vos volunísmo na igreja e eu emparto o creio, porque até mesmo importa que haja partidos entre vós, para que também os aprovados se tornem coincídios em vós-mãe.
Crizes e irmãos, não devem haver divisões entre nós, mas se há, então esses que estão divididos estão a ser conhecidos. E contra o ano, então, a ler no versículo 28 e 29, diz assim, examina-se, pois o homem é assim mesmo, e assim como o pão e beba o calço, pois quem come e bebe o corpo do Senhor, perdão, quem come e bebe sem discernir o corpo do Senhor, come e bebe, juízo, para si. Crizes e irmãos, temos que discernir o corpo do Senhor, como diz na revisão, à meia da revista e corrigida. Temos que discernir o corpo do Senhor, come e bebe, juízo, para si. É essa razão que há entre vós, mas fracos e doentes, e não poucos que dormem. Crizes e irmãos, discernimos o corpo de Cristo, discernimos o corpo do Senhor. Se nós estamos a cabrar o corpo de Cristo, estamos a cabrar os seus ossos. Espiritualmente, então, não estamos a discernir o corpo comum de Cristo. Crizes e irmãos, então, como vimos hoje, o pão da páscoa é o nosso compromisso para sairmos do pecado. Cristo nos demonstra essa maneira de sair do pecado vivendo em nós. E isso é o significado de tomá-nos ou comermos o pão durante a páscoa. Demostra-nos o Espírito Santo, guiando-nos, escrevendo a lei de Deus nas nossas mentes, nas nossas corações, para obtecermos a Deus. Mas também, a páscoa, o pão da páscoa, nos demonstra que temos que viver um novo e vivo caminho. O caminho de amor de irmãos, que seja verdadeiro. Irmão, amor de irmãos, amor filadélfico. Quando consideramos a carne do seu corpo, nós compreendemos que somos chamados para sofrer e sacrificar por outros mesmo que seja injustamente. E, além disso, quando consideramos os ofícios do seu corpo, compreendemos que devemos discernir o corpo comum de Cristo. E, por isso, devemos nos forçar a sermos um corpo unidos em um, como o Pai e Cristo. São unidos em um. Isto é, queridos irmãos, ter Cristo a viver em nós.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).