This transcript was generated by AI and may contain errors. It is provided to assist those who may not be able to listen to the message.
Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, aqui é Josh Campos, falando-vos da Cincinnati. O mundo hoje em dia está cheio de problemas e dificuldades e pressões para o uso de nosso tempo. Todos nós temos falta de tempo, falta de finanças, falta de possibilidades e as problemas à nossa volta são tão grandes.
E as sociedades em que vivemos também são tão materialísticas, é uma área materialística com problemas em todas as esquinas.
Mas ao fim de contas, o mundo, além de soluções para esses problemas físicos, precisa também de uma direção espiritual.
E assim ve-se hoje em dia a maioria das pessoas, que usam praticamente o dinheiro todo que tem, simplesmente para as coisas físicas, para que possam ter uma vida melhor. Outros trabalham bastante, mas tudo que ganham é com dificuldade que chega para pagar as despesas básicas. E como disse, entretanto, acima disso tudo, há uma necessidade que Deus vê que é importante e que nós precisamos de cumprir, há uma necessidade de avisar o mundo, como uma informação espiritual que dê uma esperança ao mundo.
A maioria das religiões não pregam esta verdadeira esperança para o mundo, que é a vinda do reino de Deus, para reinar na terra e para trazer paz e soluções a estes problemas todos do mundo, sejam eles problemas financeiros, problemas políticos, problemas sociais e para nos dar também o reino de Deus, para nos dar a maneira correta de viver isto é de acordo com a justiça de Deus.
E, queridos irmãos, todos nós sabemos, a Escritura é Mateus 6, capítulo 6, versículo 33. Mateus 6, 33.
Vejamos este brevemente, porque todos temos preocupações e aflições à volta da nossa vida e estamos ansiosos pela nossa vida com as dificuldades que existem no mundo hoje em dia.
E, então, Jesus diz assim, no versículo 32, porque o gentil é que procuram todas estas coisas, pois o vosso Pai Celeste sabe que necessitais de todas elas. Por isso diz-me, no versículo 33, buscar pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça.
Buscar pois, em primeiro lugar, o reino de Deus, tenho um grande desejo para o Vindoro, o reino de Deus, para vir à terra, para que estabeleça paz a este mundo e teremos de buscar, na nossa maneira, viver praticando a sua justiça para que possamos ser parte desse reino. E, então, diz assim, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.
Nós, como membros da Igreja de Deus, vemos uma responsabilidade, vemos assim, uma comissão de pregar esta boa nova do reino de Deus e da sua justiça. Vejam com nós que se faz chavoura em Mateus 24, quando Jesus tinha saído do templo, os seus discípulos lhe perguntaram acerca dos construções do templo. E, então, ele disse a eles que o templo vai ser destruído, mas disse que, antes disso, que ninguém os engano, porque muitos virão e que, em nome de Cristo, e que haverá muito engano, porque enganarão muitos. E também disse que vai haver grande tribulação no mundo, e vai haver muitos falsos profetas, e a iniquidade se multiplicaria, e que o amor de muitos se esfriaria praticamente de quase todos.
E, por isso, disse, assim, no versículo 13, Mateus 24, 13, aquele porém que perseverar até ao fim, esse será salvo. Sim, temos que perseverar até ao fim. E, então, no versículo 14, diz aqui uma das partes, ou uma das importantes criaturas, que diz a missão da Igreja, que diz assim, e será apregado este evangelho do Reino.
Isto é da boa nova, o evangelho quer dizer boa nova. Então será apregado a boa nova do Reino. Isto é do Reino de Deus. Podem ler em Daniel 2 e Daniel 7, como demonstra que Deus vai estabelecer um Reino na Terra e que vai trazer paz ao mundo inteiro. E a nossa comissão da Igreja é de pregar esta boa nova do Reino por todo mundo, para testemunho a todas as nações. Então virá o fim, o fim desta era, e é por isso, quando o Reino Deus vier, as pessoas terão tido, digamos assim, um testemunho desta, de que o Reino viria. Mas além disso, a importância de pregarmos a boa nova do Reino de Deus, é que nos dá uma esperança, dá ao povo deste mundo uma esperança. Porque as coisas estão tão mais que a única pessoa que pode resolver os problemas deste mundo, é Jesus Cristo. A única pessoa que pode salvar-nos neste mundo, dos problemas deste mundo, que nos vai salvar, que vai salvar a humanidade inteira, vai salvar as nações todas. Não vai ser o grupo de nações do G20, ou coisas assim, que se vão reunir, não. Vai ser Jesus Cristo, que vai vir à Terra e vai estabelecer o Reino de Deus na Terra, para nos trazer paz, nos trazer solução aos problemas económicos deste mundo, e trazer uma paz completa e uma harmonia entre as várias nações, que sejam ela à América, seja lá à China, seja lá ao Brasil, ou ao Portugal, ou à Coreia do Sul, ou à Coreia do Norte, ou ao Iraque, ou seja, quem for. É o Reino de Deus, que vai trazer paz a este mundo. E esse Reino de Deus, vem à Terra. Vai ser governado por Jesus Cristo como rei dos reis, e haverá outros reis debaixo dele, para os quais nós estamos a ser treinados agora. Isso é a nossa comissão hoje em dia, a comissão da Igreja de Deus, de proclamar, de pregar esta boa nova do Reino de Deus, que virá ao mundo para salvar o mundo dos seus problemas. Porque o mundo está cheio de problemas e dificuldades. Por isso, queridos irmãos, a nossa responsabilidade é uma de pregar, porque os dias virão brevemente e vão ficar tão difíceis que precisamos de pregar e principalmente nós precisamos de pregar a obra de Deus, na nossa querida língua portuguesa. Mas sabemos bem que Satanás nos odeia, nos odeia como a grande paixão, que nos quer destruir, principalmente que nos quer destruir quando nós estamos a fazer a obra de Deus. Sim, se nós estamos sentados numa esquina e não estamos a fazer a obra de Deus, estamos simplesmente a dizer, oh, eu adoro Deus e eu amo Deus, mas nós estamos a fazer a obra de Deus. Então Satanás nos vai deixar sozinhos e quietinhos e muito calminhos e sem problema nenhum. Mas quando estamos a fazer a obra de Deus, Satanás nos odeia e nos vai querer destruir, nos vai causar problemas e vai nos causar grandes dificuldades, porque ele odeia quando nós estamos a fazer a obra de Deus. Mas, entretanto, além disso, temos que fazer a obra de Deus e Deus pôs um sistema, digamos assim, uma administração na terra para fazer essa obra de Deus. E essa administração física, essa instituição física para fazer a obra de Deus precisa de ajuda financeira. E, por isso, Deus dá à igreja, que é, digamos assim, a instituição física para fazer a obra de Deus, não só proclamar o evangelho do reino de Deus, mas também para nos ensinar a sua justiça. Isso é a nossa maneira de vivermos para vivermos da maneira que seja agradável e que seja de acordo com os seus princípios e com a sua lei, a lei do reino. E, por isso, Deus deu à igreja uma maneira de poder fazer esta obra. E essa maneira precisa de um suporte financeiro e Deus dá uma instrução de como fazer essa obra através de um suporte financeiro, que é, através do dízimo.
Perdão. Por isso, a minha pergunta e o meu tema hoje é o que a Bíblia diz acerca dos dízimos. Deves dar o dízimo?
Há uma base baseada nas escrituras para provar que devemos dar o dízimo? E, sim, se concluímos que devemos dar o dízimo, em que tipo de atitude e espírito é que devemos dar o dízimo? E, quando falamos disso, há mais do que um dízimo?
Vigemos, então, vamos começar, então, este estudo, lendo primeiro, em Proverbios 3, o terceiro capítulo de Proverbios 3, e vamos ler versículos 9 a 12. Proverbios 3, versículos 9, primeiro, diz assim, A tua renda, as primícies de todo o nosso rendimento, é o nosso dízimo, e vamos provar isso um pouco mais adiante. E, então, ele diz, se encharão o fartamento os teus soleiros e transborderão de dedinho os teus lagares. Filho meu, filho meu, Está aqui, então, o proverbo a dizer-nos, Filho meu, não rejeites a disciplina do Senhor, nem têm fados da Sua repreensão, porque o Senhor repreende a quem ama, assim como o Pai ao Filho, a quem quer bem.
Que diz, irmão, está aqui a dizer, precisamos honrar, adorar e honrar Deus com os nossos dízimos, com as nossas primícies do nosso rendimento. E, então, ele nos abençoará.
Mas não rejeites, se estás a ter um castigo, se estás a estar a ter uma certa disciplina, porque ele disciplina-nos, se nos ama, porque nos ama. Querias e irmãos, o dízimo é uma forma de aduração de Deus.
Certas pessoas dizem assim, bem, eu dou a Deus o meu coração todo, dou a glória, dou graças, mas não vou dar o dízimo.
Não, não pode ser assim. Temos que dar o dízimo, porque é uma instrução, é uma das leis de Deus, que vou a mostrar daqui a pouco. Mas antes disso, quero perguntar, por que que Deus tem direito de nos dizer que devemos de dar a Ele um décimo? Isto é um dízimo de todas as nossas rendas, as primícies das nossas rendas. Por que? Vejam comigo se faz favor em Salmos cap. 24. Em Salmos cap. 24, vamos ler primeiro no versículo 1, Salmos 24, porque vemos aí que tudo pertence a Deus. Diz assim, ao Senhor pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nela habitam. Tudo pertence a Deus. Isto é, Deus nos dá tudo para nós usarmos. E Ele está simplesmente a dizer que, por sempre, precisamos de pagar, digamos assim, 10% digamos assim, como um pagamento de renda por usarmos as coisas dele. Por que, então, Deus tem direito de dizer que devemos darem-lo o Dísimo? É porque tudo, ao fim de contas, pertence a Ele. E nós que só estamos a usar, digamos assim, de uma maneira que seja um impresso de modelo. Ora vejemos, então, o primeiro registro bíblico de um pagamento de Dísimo. O primeiro registro bíblico do pagamento de Dísimo, está claro, não foi pelos israelitas, não foi para o Moisés, mas foi muito antes disso, é em Genesis capítulo 14, quando está a falar de Abraham, o pai dos fiéis. De Genesis capítulo 14, o pai dos fiéis pagou o Dísimo, por isso não foi parte da lei de Moisés, mas foi muito antes disso. Foi Abraham, ele próprio, que pagou o Dísimo. Vejemos, então, de Genesis capítulo 14. Vamos ler versículos 18 a 22. Melchizedek, rei de Salem, trouxe pão e vinho, era sacerdote do Deus Altíssimo, abençoou-o-e-a-Abrahão e disse, bendito seja Abraham, pelo Deus Altíssimo, que o possui os céus e a terra, e bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os deus adversários nas tuas mãos, e de tudo deu Abraham o Dísimo. Abraham deu o Dísimo, a Melchizedek, o rei de Salem, o sacerdote do Deus Altíssimo. Continuando. Então disse o rei de Sodoma a Abraham, dá-me as pessoas e os pães ficarão contigo. Mas a Abraham lhe respondeu, levanto a mão ao Senhor, o Deus Altíssimo, o que possui os céus e a terra. Isto é, ele deu tudo a Deus e deu o Dísimo a Deus. E disse-lhe, não tomarei nada de vocês, mas simplesmente eu dou-te-o a dar o Dísimo a Deus.
Ora, vocês podem ler em Hebreus 7, particularmente versículo 1-3, e podem também ler com a ajuda do nosso livro Jesus Cristo, a verdadeira história, e verificarão quando estudo uma Bíblia, que verificarão da Bíblia que Jesus Cristo é o sacerdote de acordo com o ordem de Melchizedek.
E vemos que Abraão deu o Dísimo a Melchizedek, vemos também que Jacob também deu o seu Dísimo, podem ler isso em Genesis 28, versículos 20 a 22, e por isso o Dísimo foi praticado desde o tempo de Abraão. Agora, vejamos outro princípio aqui, em Deltornómio, capítulo 8, versículo 17 e 18, que diz assim.
E, no meu coração, diz assim, foi a minha força, o meu poder, o meu braço, que adquiriram estas riquezas. Por que? Porque Deus te deu a capacidade mental, Deus te deu e dá a força física, Deus te dá a toda a capacidade, toda a força para adquirir essas riquezas, diz assim no versículo 18. Antes, te lembrarás do Senhor Teu Deus, porque é Ele o que te dá a força para adquirir as riquezas, para confirmar a Sua aliança, que sobre juramento prometeu a Teus Pais como hoje se vê. É Deus que nos abençoa, é Deus que nos dá a cabeça de poder pensar as coisas corretamente, é Deus que nos dá a força física, a saúde para podermos trabalhar, para podermos ter riquezas, seja que riquezas sejam.
É Deus que dá benções a certas nações para ser abençoadas, para terem certas riquezas. Queridos irmãos, temos que ver sempre que tudo que temos, vem ou temos, porque Deus nos deu a capacidade de adquirirmos essas coisas.
E, por isso, devemos reconhecer que Deus tem o direito de pedir o Dísimo. Vimos que o Abraão pagou o Dísimo, e então vamos agora ver da Bíblia a instrução que Deus deu aos Israelitas para quem é que devia de receber o Dísimo. E vamos ver isso em números 18 versículos 21 e 24. Números 18, 21 e 24, que diz assim. Aos filhos de Levi dêem todos os dísimos em Israel por irança, pelo serviço que prestam, serviço da tenda da congregação. Por isso em Israel, Deus deu a instrução aos levitas, aos filhos de Levi, para receberem o Dísimo. O Dísimo em Israel. Vejam, por exemplo, também em versículo 24 nº 18, porque os dísimos dos filhos de Israel que apresentam ao Senhor em oferta, dêem-os por irança aos levitas. Portanto, ele diz, no meio dos filhos de Israel, nenhuma irança traz. Os levitas não tinham irança, como as outras tribo, digamos assim, entre os filhos de Israel, mas os levitas, a irança deles era o Dísimo. Eles, então, usavam o Dísimo para fazer a obra de Deus na nação de Israel. Vejamos aqui a lei acerca do Dísimo em Levíticos 27. Levíticos 27 é o último capítulo de Levíticos. Levíticos 27, em conclusão do livro, diz, começaram a ler no versículo 1 e 2 e depois leemos no versículo 30. Diz mais o Senhor Amoisés, fala aos filhos de Israel e diz-lhes, quando alguém fizer voto com respeito a pessoas, essas serão do Senhor, segundo essa avalição. E, se o Suo objeto da Suvelição for homem da idade de 20 anos até a 60, terá a Suvelição de 50 cígros de prata, segundo o siglo Santuário. Isto é, são várias instruções que Deus estava a dar ao povo, várias particularidades, várias detalhes. E depois, no versículo 30 está a falar acerca dos dísimos, diz assim, também todas as dísimas da Terra, tanto dos cereais do campo como dos frutos das árvores, são do Senhor.
Todos os primeiros décimos da Terra, seja dos cereais como dos frutos, ou seja do gado, ou seja que for todos os primeiros décimo, o primeiro décimo, são do Senhor. São os dísimas, é um décimo. São santas, santas são ao Senhor.
Por isso, queris irmãos, o dísimo é sagrado para o Senhor. O dísimo é parte vital no sistema da duração a Deus e, por isso, o dísimo nos encoraja a uma série de coisas. Primeiro, nos encoraja a pôr confiança em Deus.
Sim, precisamos ter confiança em Deus. Segundo, o dísimo nos ajuda a ter muito cuidado, a evaluar as coisas e ter o cuidado com o uso de todas as nossas capacidades físicas.
Em terceiro lugar, o dísimo nos engaranta ou nos ajuda a ter uma atitude muito bem equilibrada e correta no nosso relacionamento com Deus.
Por isso, o dísimo tem estas três pontes importantes na duração de Deus, porque, em primeiro lugar, nos ajuda a ter confiança em Deus. E, por outro lado, não devemos, quando não damos o dísimo, ter um efeito negativo à nossa duração de Deus, de uma maneira correta e bíblica, e tem consequências de longo prazo negativas, de efeito negativo, para nós e, igualmente, para a Igreja de Deus.
E, vigemos, então, aqui uma instrução ao fim do Antigo Justamento. Vigemos, então, em Malacias, e vou referir esta descrição aqui ao fim do livro do Antigo Justamento, da Secção do Antigo Justamento, Malacias 3, versículos 8 a 10, diz assim, roubará o homem a Deus.
Crescim irmãos, somos ladrões? Estamos a roubar a Deus? Continuando a ler, todavia, vós me roubais e dizem, em que estamos a roubar. Vocês estão a roubar a Deus, dizem aqui, o Prefeta Malacias, e as pessoas dizem, mas em que estamos a roubar? Nós não somos ladrões? Então Deus responde e diz assim, nos dísimos e nas ofertas. Sim, as ofertas são coisas diferentes. Os dísimos é uma lei, as ofertas, uma coisa adicional, além do dísimo. Mas estou hoje a falar dos dísimos. Estamos a roubar a Deus nos dísimos, se não estamos a dar a Deus os dísimos que ele diz que devemos dar. Os dísimos que é um décimo do nosso rendimento.
Continuando a ler, com maldição, sois a maldiçoados, porque a mim me roubais.
Queridos irmãos, estamos a ler o que diz aqui. Qual é a nossa atitude para com dinheiro?
Sim, qual é a nossa atitude? Porque ele diz, com maldição, sois a maldiçoados.
Porque a mim me roubais, voz, a nação toda.
Está a dizer um ou dois, entre voz, a nação toda.
E depois diz assim, no versículo 10. Trazei todos vós, os dísimos, à casa do tesouro.
Para que haja mantimento na minha casa. E provai-me nisto, diz o Senhor nos exercícios, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós benção sem medida.
Queridos irmãos, está aqui um desafio que Deus nos dá, que diz assim, vocês tragam os dísimos, paguem os dísimos, que me devem. E me provam nisso, diz assim, porque eu estou a garantir-vos a voz aqui, está a dizer a Deus, que se pagarem os dísimos, com uma atitude correta, da maneira correta, estou a dizer que eu vou abrir as janelas do céu e vou derramar sobre vós benção sem medida.
Queridos irmãos, e pensões não são só físicas, lembre-se disso, ou pensões não são só dinheiro, mas está a dizer que nos vai derramar pensões sem medida.
Ora certas pessoas dizem, ah, mas o dísimo era para o antigo testamento. Então, o que é que Jesus Cristo disse no novo testamento? Vejamos, então, em Mateus capítulo 23, por ciclo 23, quando estava a falar aqui dos fariseus, porque tinham esta atitude, digamos assim, muito, muito estrita em fazer certas coisas, mas não faziam os perceitos mais importantes da lei. E diz assim, ah, de vós, cribas e fariseus, hipócritas, porque dais o dísimo da hortelã, do entro e do caminho, vocês pagam o dísimo até a coisa mais pequenina, as hortelãs e os entros e os comínios, os pequeninhos de fruta que têm no vosso quintal, não só do gado e das plantações, do rendimento e do vosso vencimento e do vosso ordenado, vocês não estão só a pagar o dísimo dessas coisas, mas estão a pagar o dísimo das coisas mais pequeninas, até ao ponto de detalhe mais pequenino, vocês estão a pagar o dísimo.
E diz assim, e tendas negligenciando os preceitos mais importantes da lei, se vocês acham que são tão justos, porque estão a fazer até as coisas mais minúsculas da lei, pagando os dísimos das coisinhas pequeninas, até, mas esquecem os preceitos mais importantes da lei, que é a justiça, a misericórdia e a fé.
Está ela a dizer aqui que não devem pagar o dísimo?
Está ela aqui a dizer aqui que não devemos de ser meticulosos nas coisas pequeninas do dísimo?
Não.
Porque ele diz, continuando assim, de vez por em, fazer estas coisas, sem omitir aquelas. Sim, devem de pagar o dísimo da Hortelã, do Endro e do Cominho. Sim, devem de fazer isso.
Devem de pagar o dísimo, disse Jesus Cristo, até das coisas mais pequeninas.
Mas não devem omitir, ao mesmo tempo, a justiça, a misericórdia e a fé. Isto é a instrução de Jesus Cristo.
Isto é da boca de Jesus Cristo. Jesus Cristo nos diz aqui claramente que devemos fazer estas coisas. Devemos de pagar o dísimo.
Se somos seguidores, se somos discípulos de Jesus Cristo, devemos de fazer o que Ele nos diz para fazer.
Ora, os israelitas davam o dísimo às levitas.
Visto que a mensagem de salvação individual e do mundo, hoje em dia, já não é pregada pelos levitas, mas sim, é pregada pela igreja no Novo Testamento, então, os suportadores da mensagem do Evangelho, isto é, da boa nova do Reino de Deus, e de como Jesus Cristo é o nosso Salvador e que nos dá e indica o caminho da justiça do Reino de Deus, então, os suportadores dessa mensagem de Jesus Cristo davam suporte monetário a Jesus Cristo e aos seus discípulos e aos trabalhadores da igreja a pregarem o Evangelho. Podem ver vários exemplos disso no Novo Testamento, por exemplo, em Lucas 3.8, versículo 3. E, João, na mulher de Cusa, procurador de Herodes, usaram outras e muitas outras, as quais lhe prestavam assistência com seus bens.
Davam ajuda financeira a Jesus Cristo, com seus bens.
Vejam também o que está acontecendo, e davam ajuda financeira a Jesus Cristo, com seus bens.
Vejam também em Segundo Coríntios, Segundo Livre de Coríntios.
É que Paulo, a escrever aos Coríntios, diz assim em Capítulo 11, Segundo Coríntios, Capítulo 11, versículo 7 e 8, diz aqui que Paulo recebeu dízimo d'outras igrejas, diz assim.
Versículo 7, 2 Coríntios 11.
Eu, porventura, algum pecado pelo fato de viver humildemente, para que fossem as vozes saltadas, visto que gratuitamente vos anunciei o Evangelho de Deus. Está ele a dizer aos Coríntios? Eu gratuitamente, fui a voz, a Vossa Nação, a Vossa Terra, a Vosso País, pregar o Evangelho de Deus e não tenho recebido nenhum dinheiro dízimo de Vos.
Mas Paulo recebeu esse dízimo de outras pessoas, de outras igrejas, vejam no versículo 8, despojei outras igrejas, recebendo o salário.
Isto é, recebendo salário de outras igrejas, não recebeu de Coríntios, mas recebeu de outras igrejas. Isto é, recebeu o dízimo para vos poder servir.
Recebeu o dízimo de outras igrejas, o Paulo, para poder servir aos Coríntios.
Vejam outro exemplo aqui em Filipenses.
Filipenses, onde o Paulo diz de quem recebeu o dízimo, diz aqui, Filipenses 4, versículos 14 a 18.
Está ela a dizer aos Filipenses.
Todavia fizeste-se bem, associando-vos na minha tribulação e sabeste-me vós, aos Filipenses, que no início do Evangelho, quando partiu da Macedónia, nenhuma igreja se associou comigo no Tucante a dar e a receber, senão, unicamente, vós outros.
Os primeiros que deram o dízimo, a Paulo, foi aos Filipenses, porque até para Salónica mandaste, não somente uma vez, mas duas, o bastante, para as minhas necessidades.
Mandaram bastante suficiente do dízimo para o Paulo poder pregar o Evangelho e fazer a obra necessária.
Não que eu procuro do nativo, mas o que, realmente, me interessa é o fruto que aumente o vosso crédito.
Recebi tudo e tenho abundância. Estou suprido, desde que, e, para Frudito, me passou às mãos o que me veio de vossa parte, como aroma suave.
O dízimo que recebi de vós foi como um aroma suave, como sacrifício aceitável e apresível a Deus.
Paulo recebeu a Sistência Financeira dos Filipenses.
Por isso, vemos assim, vimos que o dízimo foi praticado desde o tempo de Abrão.
Os Israelitas tiveram que dar o dízimo aos Levitas, mas o novo testamento, vê-se que o dízimo foi dado aos Apóstolos, Jesus Cristo, isto é, a Igreja de Deus no novo testamento. O Livro de Ibreus, Cris Irmãos, quando leem o Livro de Ibreus, o Ibreus descreve uma mudança de administração.
Quando a Igreja de Deus no novo testamento, isto é, o Templo Espiritual de Deus, que é a Igreja de Deus, tomou o lugar do Templo Físico em importância. Vejam comigo, se faça a vôr, em Ephesios capítulo 2.
Ephesios capítulo 2.
Vamos ler versículos 19 a 22.
Assim, que já não sois estrangeiros, nem furasteiros, nem com cidadões dos santos e da família de Deus. Sim, já não somos estrangeiros, mas somos membros da família de Deus, edificados versículo 20 sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas de que Cristo é a principal pedra da esquina, ele é a principal pedra da esquina da Igreja, no qual todo o edifício, isto é a Igreja, bem ajustado, e que a Igreja de Deus, se em igreja, os membros, os apóstolos e os profetas, sendo-os Cristo a principal pedra da esquina, de qual os apóstolos estão e todos os profetas, os Cristo é, digamos assim, a fundação, no qual todos os apóstolos estão e todos os profetas, os apóstolos são, digamos assim, a fundação, no qual todos os apóstolos estão e todos os profetas, a fundação, no qual bem ajustado cresce para Templo Santo, no Senhor, a Igreja cresce, a Igreja torna-se assim, então, um Templo, Templo Santo, no qual também vó juntamente sois edificados para a Murada de Deus.
Nós somos edificados para a Murada de Deus, como? Porque de Deus vivem nós, através do Espírito Santo de Deus, que é edificado para a imitação de Deus, no Espírito.
Isto é, através do Espírito de Deus, que vivem nós.
Por isso, queres e irmãos, a Igreja de Deus, no Novo Testamento, é o Templo Espiritual de Deus, isto é, a Murada de Deus, através do Espírito Santo de Deus.
E, por isso, o Templo Espiritual de Deus, é de maior importância que o Templo Físico.
E o Livro de Ibreus demonstra a mudança da administração, porque a administração era levítica no Templo Físico, e agora a administração é de um sacerdote novo, sacerdote espiritual, no Templo Espiritual, que é a Igreja de Deus.
Vejemos, então, isso em Ibreus capítulo 7.
Ibreus capítulo 7.
Vamos começar a ler versículo 4 a 6.
Considerar, pois, como era grande esse a quem abraão, o patriarca pagou o dízimo.
E, queris, irmãos, nós lemos que esse a quem o abraão, o patriarca pagou o dízimo foi o malquisa deca.
Considerar, pois, como era grande, esse a quem abraão, o patriarca pagou o dízimo, tirado dos melhores despócios.
Ora, os que dentro, os filhos de Livi, estes que dentro os filhos recebem o sacerdote têm ordem, segundo a lei, de tomar o dízimo do povo.
Isto é de seus irmãos, ainda que tenham descendido da brava.
Sim, lemos que os filhos de Livi têm instrução de receber o dízimo, mas os filhos de Livi são descendência de abraão.
Não é?
Os filhos de Livi eram descendentes da brava e saque jacó, e, por isso, os filhos de Livi eram descendentes da brava.
Ora, a brava pagou o dízimo, por isso, os filhos de Livi também, digamos assim, pagaram o dízimo, porque ainda estavam, digamos assim, dentro...
ainda não tinham descendido, mas ainda estavam dentro da brava, digamos assim.
Por isso, versículo 6, mas aquele cuja genealogia não é contada entre eles, tomou dízimos da brava e abençoou o que tinha as promessas.
Aquela cuja genealogia não é contada entre eles. Isto é Melchizedec, que não tenham uma genealogia de abraão.
Tomou dízimos de abraão.
Melchizedec não era da genealogia de abraão, não era um levita.
Mas abraão pagou dízimos a Melchizedec.
Isto é os levitas, pagaram dízimos através de abraão, a Melchizedec.
E por isso, disse assim, abençoou o que tinha as promessas.
Ora, o livro de Ebeus, por isso, demonstra como as práticas, digamos assim, do templo físico, dos sacerdotes e dos sacrifícios, são agora aplicáveis ao novo sumo sacerdote, que é Jesus Cristo. Sim, o livro de Ebeus demonstra esta mudança da administração, do templo físico ao templo espiritual.
O livro de Ebeus demonstra esta mudança da administração, do sacerdócio levítico ao sacerdócio Jesus Cristo, o sumo sacerdote que Jesus Cristo.
Por isso, vemos uma mudança de administração, de administração, uma mudança de sacerdócio dos levíticos para o Jesus Cristo.
E o Jesus Cristo é, digamos assim, do tipo de Melchizedec, por Jesus Cristo é representado por Melchizedec.
Por isso, vemos assim, a mudança de administração dos levítas para Jesus Cristo, para, digamos assim, para o sacerdócio de Melchizedec. Continuando, então, a ler isso em Ebreus capítulo 7, versículo 22 a 28.
Por isso mesmo Jesus se tornou a fiador de superior aliança.
Ora, aquelas são feitas sacerdotes.
Ok?
Em maior número, porque são impedidos pela morte a continuar. Este não entra, no entanto, porque continua para sempre, tem o sacerdote imutável.
O Jesus Cristo nunca morre.
E por isso, o sumo sacerdote de Jesus Cristo é imutável.
Para isso, também, pode salvar totalmente os que por eles se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles.
Com o enfeito, nos convinha um sumo sacerdote como este, santo, e incultava, sem mácula. Isto é como Jesus Cristo, separado dos pecadores e feito mais alto do que os céus, que não têm necessidade como os sumos sacerdotes físicos dos levitas, de oferecer todos os dias sacrifícios.
Se Jesus Cristo não tem necessidade de oferecer sacrifícios todos os dias.
Primeiro, por seus próprios pecados, que é os que os levitas faziam, e depois pelos pecados do povo. Porque fez isto, isto é Jesus Cristo, fez isto uma vez por todas, quando assim mesmo se ofereceu.
Jesus Cristo fez isto uma vez para sempre, quando ofereceu assim próprio a vida de Jesus Cristo.
Por isso vemos uma alteração da administração do sacerdócio físico para o sacerdócio espiritual de Jesus Cristo, que é, digamos assim, superior de uma superior aliança.
Como lemos em versículo 22, Jesus Cristo se tornou fiador de uma superior aliança.
Por isso, como houve esta mudança da administração do sacerdote, versículo 28 diz assim, porque a lei constitui sumos sacerdotes a homens sujeitos à fraqueza, sim, a lei, a lei levítica, constitui sumos sacerdotes a homens fracos, isto é, homens aos levítas da família Idarão.
Mas a palavra de juramento, isto é o juramento, como podem ler em versículo 21, que diz assim, mas isto, com juramento, isto é Deus com juramento, disse que o Senhor jurou, e não se arrependerá, tu és sacerdote para sempre, falando de Jesus Cristo, disse que Jesus Cristo és, vai ser, és sacerdote para sempre.
Por isso, a palavra de juramento, como li em versículo 21, estou a ler agora, de versículo 28, porque a palavra do juramento, que foi posterior à lei, constituiu o filho perfeito para sempre. Tal como a lei constituiu sumos sacerdotes a homens fracos, o juramento agora constitui um sumo sacerdote ao filho, isto é, Jesus Cristo, que é um sumo sacerdote perfeito para sempre.
Vemos assim que a lei mudou, uma mudança de lei, mudança de lei como? Porque mudou os sumos sacerdotes dos levitas para o sumo sacerdote espiritual, que é Jesus Cristo.
É uma mudança da administração, porque agora a igreja é o templo, e não só o templo físico. O sumo sacerdote não é os levitas, com os seus sacrifícios, mas é Jesus Cristo, com o sacrifício de uma vez para sempre, eterno e perfeito, imáculo, sem mácula, santo, engolpável.
E por isso vemos uma mudança completa aqui. Sim, cris irmãos, os ministros, no antigo, na antiga aliança, tinham que ser da tribo de Levi.
Houve uma mudança de sacerdócio, porque o sacerdócio agora, o sumo sacerdote, é Jesus Cristo.
Ora, Jesus Cristo não era da tribo de Levi. Jesus Cristo era da tribo de Judah. Era judeu, judaico.
E por isso teve que haver uma mudança de lei, porque a lei disse que Deus deu aos levitas para serem os sacerdotes, particularmente aos sumos sacerdotes da linha de Arão.
Mas Jesus Cristo não era da linha de Arão, não era levita, era judaico.
Então leíamos em Ibreus 7, versículo 12.
Ibreus 7, versículo 2. Pois quando se muda o sacerdócio, necessariamente há também mudança de lei. De lei.
Porque mudando-se o sacerdócio, mudando-se por quê? Dos levitas para Jesus Cristo?
Há necessariamente mudança de lei que dizia que os sacrifícios eram no templo físico.
Agora são os sacrifícios do templo espiritual, que é a Igreja de Deus. O sacerdócio que tinha que ser do Liví, agora é Jesus Cristo, que era da tribo de juda, e por isso tem que haver uma mudança de lei.
Mudança da lei? Porque é uma mudança administrativa.
Não é a dizer que não é preciso obter aos mandamentos da lei de Deus, está a falar aqui da lei ritualística, da lei dos rituales, das cerimônias, do templo.
Por como foi uma mudança administrativa do templo e que o templo não é mais o templo físico de importância, mas é o templo espiritual que é a Igreja de Deus.
Como lemos há pouco em Infezes 2.
E porque somos edificados na morada de Deus através do Espírito de Deus, Espírito de Santo Deus.
Ora sim, haver esta mudança da administração, o dízimo também teria que mudar.
Com esta mudança de sacerdócio.
Porque os que estavam a servir no templo, este eram os levitas, eram suportados pelo dízimo.
E mesmo depois de Cristo, uns anos depois, digamos, cerca de 40 anos depois, o templo foi destruído e essa cerimônia foi destruída, provando uma vez mais que terminou.
Mas o que cresceu e continua é a Igreja de Deus, com em que o sacerdócio é através de Jesus Cristo.
E por isso, os que servem no templo espiritual, isto é, na Igreja de Deus, devem ser suportados pelo dízimo que é dado à Igreja de Deus.
Vigemos, então, a um coríntios, o primeiro livro de coríntios, porque esta é a mudança da lei, um dos exemplos da mudança da lei, que é mudança do dízimo, em vez de ser pós-levitas, o dízimo é para a Igreja de Deus.
E vejam, assim, Paulo a dizer em coríntios, primeiro coríntios. Capítulo 9, versículo 7 a 14.
Mas eu vou só ler o versículo 14. Podem ler o versículo 7 a 14, que ele está a descrever a situação aí, que, por exemplo, não há tão a boca do boi, quando pisou o trigo, porque uma pessoa que está a trabalhar, como, por exemplo, o boi, está a dar o exemplo do boi, mas diz assim, Deus não se está a preocupar com o boi, Deus se está a preocupar é com nós, porque está a escrito acerca de nós, dá um exemplo disso para nós, porque nós, que estamos a semiar as coisas espirituais, temos que recolhermos dos bens materiais por causa do nosso obra espiritual, como podem ler no versículo 11. Mas o ponto assim é, a conclusão disso é, em versículo 14, que Paulo diz assim, assim ordenou também o Senhor, aos que anunciam, isto é, aos que pregam o evangelho que vivem do evangelho. Assim ordenou o Senhor, que os que têm uma responsabilidade de pregar o evangelho, como ministros de Deus, de pregar o evangelho, que vivem ou vivam do evangelho, vivam do dízimo que vem dessa obra.
E por isso, queridos irmãos, quando damos o dízimo, estamos a alinhar a nossa atitude com a atitude de Deus, para fazer a obra de Deus, para ajudar a fazer a obra de Deus. E lembre-se que Deus, ao fim de contas, é o grande doador, é o que dá nos dá tudo, dá-nos tudo, dá-nos o mundo inteiro, dá-nos a vida, dá-nos seguro. E por isso, nós temos que alinhar a nossa atitude, com a atitude dele, porque ele é o quem dá e nós temos que dar o dízimo, com uma atitude de dar também.
Por isso, queridos irmãos, o que é que vimos até agora? Vimos, primeiro, que o dízimo foi dado desde o tempo da Abraão, foi o primeiro registro que há na Bíblia. Podia ter sido aí mesmo antes, mas o primeiro registro bíblico é o Abraão, a Dara. Abraão deu a malquisa deca. Vemos que os israelitas tinham que dar aos levitas. Vimos que, no Novo Testamento, Jesus Cristo disse a nós que devemos continuar a dar o dízimo. Vimos também que Paulo descreveu claramente em Ibreus 7, que é uma mudança da administração, em que o templo não é um templo espiritual, que é a Igreja de Deus, e que o dízimo e a lei das cerimónias e do levítico foi alterada.
Por que? Porque não estamos a dar agora para o templo físico, mas estamos a dar para o templo espiritual, que o sacerdote não é físico, mas é espiritual, através é o Jesus Cristo, que não é aos levítas, mas é da linhagem judaica, e que Jesus Cristo está a dizer e vimos a instrução de Paulo, que devemos dar o dízimo àqueles que estão a trabalhar, àqueles que pregam o evangelho e assim que vivem do evangelho.
E por isso vimos claramente que o dízimo tem que ser dado, que o dízimo foi agora alterado no novo testamento para darmos aos que pregam o evangelho, isto é a boa nova do reino de Deus, e por isso devem viver de pregar essa boa nova. E agora que eu estou a mudar a velocidade do assunto que estou a falar, estou a mudar um pouco para vermos outra coisa. Já vimos que o dízimo é uma lei, é obrigado, foi alterado no novo testamento para ser dado à Igreja de Deus, vimos que Paulo suporta isso, e agora estamos a ver que o dízimo é uma atitude de dar, é uma atitude de sermos um doador, e é uma atitude que devemos ter, uma atitude de querer dar o dízimo.
Porque embora o dízimo seja uma lei, devemos de o fazer de livre vontade. Vejam comigo, se faz favor, em Atos capítulo 20. Atos capítulo 20, versículo 35. Um princípio que Jesus Cristo ensinou que Paulo disse assim, Têm-vos mostrado, Atos 20, 35, Têm-vos mostrado em tudo o que trabalhando assim, é a mistre-se correr os necessitados e recordar as palavras do próprio Jesus Cristo, Senhor Jesus, que disse assim, mais bem-aventurado é dar, que receber. Mais bem-aventurada coisa é dar, do que receber. Por isso, cris irmãos, Deus é o grande doador. É a pessoa que tem o Espírito, uma atitude de dar.
E nós devemos de alingar a nossa atitude com a atitude de Deus, para também vermos a ser pessoas que estamos a dar. E por isso, devemos de dar o dízimo de livre vontade.
Como vimos? Embora, se não dermos o dízimo, sejam um roubo, como lemos em Melakias 3, Deus não nos está a forçar para darmos o dízimo. Digamos assim, não há uma multa humana, por exemplo, se se tornam pagas os impostos, vai haver uma multa, vai haver uma pena, vai para a prisão, ou o que és assim.
E Deus, por outro lado, não nos está a forçar e não nos está a dar uma multa por uma prisão. Mas, não dar o dízimo tem as suas próprias penas. Primeiro, não dar o dízimo reduz o nosso potencial de servir. Sim, não darmos o dízimo reduz o nosso potencial de servir. Podem ler Lucas 16.10, que diz fiel em pouco ou fiel em muito. Como é que Deus nos pode dar maiores riquezas? Tem danos quando pagamos o dízimo. Ele fez uma promessa. Quando nós não somos fieis em pouco, isto é, no pouco que temos no dízimo, como é que podemos ser fieis em muito? Se nós não somos fieis em certas coisas, como vamos ser fieis em outras, maiores?
E Deus está a verificar a nossa atitude. Primeiro, temos uma atitude de dar. Ou temos uma atitude de querer receber. Quero mais. Oh, ninguém está a dar a mim. Oh, por que não estão a dar a mim? Pessoas têm que dar a mim. Vem, como eu tenho, eu estou numa dificuldade difícil. Por que não dão a mim coisas?
Quero que dêem a mim. Oh, quero... Deus quer que nós estejamos uma atitude alinhada com a atitude dele, que é uma atitude que queremos dar. Por isso, se não temos essa atitude de querer-se dar, se não somos fiéis no pouco, não podemos ser fiéis em muito. E por isso, Deus não nos vai dar possibilidades de servir muito, porque não somos fiéis no pouco. E por isso, quando não damos o dízimo de livre-vontade, estamos a reduzir o nosso potencial de servir no Reino de Deus. Estamos a reduzir a nossa recompensa. Estamos a reduzir a posição que vamos ter de recompensa no Reino de Deus.
Outro ponto. Quando não estamos a dar o dízimo, perdemos menções físicas e espirituais que ele promete. Por exemplo, Leão, em Luka 6, 38. Dá-e e dá-se-vujá. Se estamos a dar, vai ser dado a nós. Mas se nós não estamos a dar, estamos a querer ter mais e temos esta ganância de querer ter, que as pessoas nos dêem, em vez de nós estarmos a dar. Então, vamos perder menções físicas e espirituais. Pois ele promete isso. Dá-e e dá-se-vujá. E o terceiro ponto, outro ponto importante, é quando não damos o dízimo, podemos trazer uma maldição sobre nós. Como lemos em Melaquias 3, versículo 8 ou 10, com maldição, sois, amaldiçoados. Cri-se-nair, o dízimo é uma lei, mas devemos alinhar a nossa atitude de querer dar o dízimo com uma atitude de dar tal como é a atitude de Deus, Ele é um doador. Mas, como eu disse, não há multa humana para não dar o dízimo. É uma lei. Mas, quando não damos o dízimo, vamos reduzir o nosso potencial de servir, vamos perder benções físicas e espirituais que Ele promete e vamos trazer uma maldição sobre nós. E, e um outro ponto. O dízimo não é só, deve ser feito com uma atitude correta, uma atitude de dar, mas o dízimo também é uma decisão de fé. Sim, quando damos o dízimo, é um caso de fé. Sim, prepara-me a maioria de nós as necessidades básicas da nossa vida que nós temos à nossa volta. Isto é necessário de básicos para comer, para pagar a renda, pagar as despesas que temos. Basicamente, somos orvidas com todo o nosso rendimento. E, por isso, estar a dar mais um décimo, a igreja parece uma coisa, digamos assim, impossível. Mas, queridos irmãos, quando damos um passo a frente, dando o dízimo e suportando a obra de Deus de pregar o evangelho da Boa Nova, do Vindor, o Reino de Deus, e suportar a igreja, que há uma obrigação basear-a nas escrituras que nós vimos, então Deus nos abençoará. Mas é um passo de fé.
E, queridos irmãos, o dízimo é um princípio universal que não é limitado a uma aliança. O dízimo define um princípio básico de como devemos de adorar e honrar com uma porção do nosso vencimento e é claramente parte da duração que ele nos ordena. Como vimos, queridos irmãos, em Levítico 27, versículo 30, o dízimo é santo ao Senhor, é do Senhor, é percedado ao Senhor. Não é para o nosso uso. Mas há um dízimo para o nosso uso? Há um dízimo para comermos-lhe no lugar que o Senhor escolher? Sim, há. Podem ler em Deut. 12. Deut. Nómeo, Cap. 12.
Deut.
Mas, em vez de fazerem isso, porque vão destruir as coisas falsas, os deuses falsos e isso tudo, vão ter cuidado em destruir isso tudo. Mas versículo 5. Mas buscareis o lugar que o Senhor vosso Deus escolher, de todas as vossas tribos, para li por o seu nome e a sua habitação, e ali vireis. Quando é que vocês vão a um lugar onde Deus manda, é quando são os períodos das festas de pregrinação.
Sim, das festas dos asmos, e das festas de Pentecost, e das festas de Tabernáculo, e as, a volta desse período. Mas buscareis o lugar que o Senhor vosso Deus escolher, de todas as vossas tribos, para li por o seu nome e a sua habitação, e ali vireis.
E ali trareis os vossos holacostes, os vossos sacrifícios e os vossos dizimos. E oferta alçada da vossa mão, e os vossos votos, e os vossos ofertas voluntárias, e os primigenios, as vossas vacas, as vossas ovelhas, e ali comereis, esperando o Senhor vosso Deus, e vos alegrais em tudo, em que pureis a vossa mão, vós e as vossas casas, no que tabensuar o Senhor vosso Deus. Versículo 17, 19. As duas portas não poderás comer o dízimo do teu cereal, não do teu mosto, não do teu azeite, nem os primigenios-nituras das tuas vacas, nem das tuas ovelhas, nem dos teus votos que houver soltado, nem as tuas ofertas voluntárias, nem a oferta alçada da tua mão.
Mas como irás, perante o Senhor, teu Deus, no lugar que o Senhor teu Deus, tu, teu Filho, tua Filha, teu Servo, tua Serva, o Levita que está dentro das tuas portas, e perante o Senhor teu Deus, te alegrais em tudo, em que poseeres a tua mão. Por século XIX, guarda-te não desampar-os o Levita todos os dias na terra.
Queridos irmãos, sim, há um segundo dízimo, que é um sistema, digamos assim, de poupança, que nós usamos durante os sete dias de festa anuais de Deus, e esses quais acontecem durante três períodos do ano, à volta dos asmos, à volta de pentecostes e à volta de tabernáculos. São três períodos de festas de pregrinação, como podem ler em Deutorónimo 16-16. Não vou ler isso agora, mas vou antes ler em Deutorónimo 14, 22-27 o seguinte. Certamente darás os dízimos de toda a novidade a Tua Sement, que de ano se recolher do campo, e perando o Senhor Teu Deus, no lugar que ele escolher, para ali fazer habitar o Seu nome, como irás os dízimos do Teu Serial, do Teu Most, do Teu Zeiti, os primigênios, dos Váquias, dos Ovelhas, para que aprendas a temer ao Senhor Teu Deus todos os dias, e quando o caminho Te for tão comprido que não posses levar, por estar longe de Ti, o lugar que escolher o Senhor Teu Deus, para ali por o Teu nome, quando o Senhor Teu Deus Te tiver abençoado, então vende-os, e há Teu dinheiro na Tua mão, e vá a lugar que o Senhor Teu Deus e aquele dinheiro darás por tudo o que deseja a Tua alma.
Queres irmão estar aqui a falar num segundo dízimo, que poupam através do ano, e então, quando chegam, por exemplo, a casa de Tabronáculo, levam esse dinheiro para poder comer o que deseja a Tua alma. Pro vacas e pro veias e pro vinho e pro vida forte, e tudo que Te for e que pedir a alma, come-o ali perante o Senhor Teu Deus, e alegra-te, Tu e a Tua casa, porém não desampará-os o Levita, que está dentro de Tuas portas, pois não tem parte na herança contigo.
Queres irmãos, aqui está a dizer que devem então tomar esse segundo dízimo, que é, onde digamos assim, um múltiplo de poupança para se levarem as festividades do Senhor. Por isso temos assim, o primeiro dízimo pertence ao Senhor. E o segundo é para nós. Se queres irmãos, vocês precisam de mais informação acerca do dízimos. Se faz favor, contactem, contactem o ministro de Deus.
Mas queres irmãos, lembrem-se que também temos órfãos, temos viúvas, que entre nós precisamos de ajudar com o dízimo. E por isso, versículo 28 a 29, de Deutronómio 14, diz assim, Ao fim de três anos, tirarás todos os dízimos da tua novidade no mesmo ano e os recolherás nas teus portas. Então virá a Levita, pois nem parte, nem herança tem contigo.
E os estrangeiros, em órfão e viúva, que estão dentro das teus portas e que morão e fertar-se-ão para que o Senhor Teu Deus te pensou em toda a obra de Suos mãos que fizeros. Isto é um princípio, assim, de três em três anos, num período de sete, num ciclo de sete. E, por isso, uma vez mais, se tiverem dúvidas ou tiverem perguntas acerca da aplicação do dízimo, por favor contatem o ministro de Deus. Mas o importante aqui que temos, queridos irmãos, é que Deus nos dá uma instrução bem clara para darmos o dízimo.
O dízimo é uma lei, mas Deus não nos força, Deus quer ver a nossa atitude de dar. E quer nos recompensar com essa atitude, quer nos abençoar. Como lemos o primeiro dízimo, em Leviticus 27-30, o primeiro dízimo é santo ao Senhor. É do Senhor, é parcerdado ao Senhor, não é para o nosso uso. É usado pela igreja, para pregar o evangelho, a boa nova do reino, e para ajudar no trabalho de ministros e pastores, para com o povo de Deus. E também vimos que há um segundo dízimo, que é para apoparmos, para usarmos durante as festas, particularmente durante a festa de Tabernáculos. E por isso, queridos irmãos, durante isso tudo também não devemos esquecer que temos uma responsabilidade de cuidar dos dúrvitas, do estrangeiro, do órfão e da viúva dentro das nossas portas.
Deus nos dá instruções bem claras, queridos irmãos, de dar o dízimo e nos promete abençoar. Diz-nos para o provarmos. Queridos irmãos, estás pronto a fazer o que Deus te diz para fazer com uma atitude correta e em fé? Deus quer-te abençoar.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).