Os ensinos de Cristo aos Seus líderes

"Moisés disse: O Senhor, vosso Deus, levantará dentre vossos irmãos um Profeta semelhante a mim; a Ele ouvireis em tudo quanto vos disser. E acontecerá que toda alma que não escutar esse Profeta será exterminada dentre o povo" (Atos 3:22-23). Esse Profeta foi Jesus Cristo. Jesus dá ensinamentos para líderes. Este sermão descreve a missão que Jesus dá aos Seus líderes. Se não escutarmos os Seus ensinamentos, seremos 'exterminados dentre o povo'.

Transcrição

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O Procéssio de Jorjóis Bom dia, ou boa tarde, cris irmãos, aqui, aos Jorjóis Campos. O processo de contratação de uma pessoa para trabalhar numa empresa ou numa companhia às vezes é um processo muito preciso, muito exato, muito cuidadoso e, de facto, deve ser assim.

Primeiro, uma pessoa que, por exemplo, seja o gerente da companhia que queira ter uma pessoa nova a trabalhar nessa companhia, inicialmente busca entre vários candidatos, pode ser muitos ou vários, e depois reduz esses candidatos a uma lista pequena para fazer a seleção final. E, então, depois seleciona essa pessoa para ter um emprego nessa empresa. Se eu fui um gerente na IBM, eu tinha várias pessoas que trabalhavam na minha secção e eu tinha a responsabilidade de contratar engenheiros de sistemas na companhia, aonde eu estava a trabalhar, na cidade em que eu estava a trabalhar.

E antes de ter selecionado essas pessoas e depois de estarem a trabalhar para a companhia, essas pessoas iam por um processo adicional de treino, um certo treino, um certo estágio de treino, às vezes iam com outro pessoal para aprenderem.

E esse treino era, digamos assim, num ambiente controlado. As responsabilidades que essas pessoas que estavam a ser treinadas tinham, estavam nesse estágio, digamos assim, de treinamento, as responsabilidades tinham eram diferentes dos responsabilidades que viriam a ter, embora fossem na mesma secção e, mais ou menos, fossem semelhantes, mas as responsabilidades eram um bocado diferentes entre a pessoa que estava em treino, em estágio, daquela que já tinha completado o estágio e que estava a trabalhar, digamos assim, por sozinha no campo.

E a nossa, digamos assim, a nossa responsabilidade como um gestor ou um managé numa companhia era uma de selecionar pessoas para o grupo, para a secção que te trabalho, mas também tínhamos a responsabilidade de uma avaliação do desempenho dessas pessoas e, por isso, fazíamos uma avaliação de uma maneira regular, geralmente, pelo menos, oficialmente, fazíamos ou eu fazia, oficialmente, de três em três meses e depois uma mais disciplinada anual e do resultado dessa avaliação de desempenho, os empregados, aqueles que trabalhavam para o grupo, tinham uma certa recompensa ou eram evaluados e isso afetava o salário deles e, sei lá como mais. No entanto, se houvesse alguma pessoa que tivesse a ter algumas dificuldades no emprego, desenvolvemos um caminho especial para ajudar essa pessoa a desenvolver-se para poder ser produtiva, porque o que nunca queríamos era que chegássemos a uma posição que tivéssemos que despedir essa pessoa e, infelizmente, eu tive ocasiões em que tive que despedir uma outra pessoa, mas está claro que tive muitas mais pessoas que foram, que eu selecionei e que acompanhassem, cresceu debaixo dessa capacidade que tivemos.

Mas o ponto aqui que eu quero dar de analogia é que quando uma pessoa, por exemplo, é um graduado de um colégio ou de uma universidade, essa pessoa entra num estágio nessa profissão e esse estágio nessa profissão a pessoa vai ter certas responsabilidades que são semelhantes às responsabilidades finais que vão ter, mas que são um bocadinho diferentes, que são alteradas, um bocadinho quando, então, depois o estágio esteja completado. A mesma coisa, de uma maneira espiritual com Jesus Cristo, porque Jesus Cristo é aquele que seleciona, foi ele que selecionou os apóstolos debaixo da oração, ele é que selecionou e por isso nós somos chamados pelo Pai, vários, digamos assim, há vários candidatos para sermos contratados, de que quando, digamos assim, nesta analogia e para estarmos na Igreja Deus nesta era e depois Jesus Cristo quem seleciona algumas pessoas para essa equipe que têm uma responsabilidade de serem treinadas hoje em dia para, no futuro, treinarem o mundo inteiro.

E por isso é que a Bíblia diz, muitos são chamados, mas poucos são escolhidos e os selecionados. E por isso Jesus Cristo também tem, digamos assim, um estágio para os seus futuros reis e sacerdotes, ou digamos assim professores, outro, digamos assim, outro título semelhante para que um sacerdote seria, seria um educador do caminho de Deus, da maneira de viver de Deus, do estilo de vida de Deus. E por isso hoje, queridos irmãos, eu quero olhar alguns ensinamentos de Jesus acerca desse treino, digamos assim, desse estágio de futuros líderes no reino de Deus.

Por isso vamos ver como é que Jesus deu certas direções nesse treino para esse estágio, digamos assim, deu uma missão e uma responsabilidade do que as pessoas que estavam nesse estágio de treino, o que é que deviam fazer. E vamos ver também como as responsabilidades ou a missão quando estavam no estágio de treino, no estágio de treino, mudaram-se um pouco quando, então, o treino tinha completado. O importante é que, queridos irmãos, devemos seguir os ensinamentos de Jesus Cristo. Em Atos 3, 23, disse que dá uma cotação aí de Moisés, a dizer que as pessoas devem ouvir esse profeta e esse profeta que sabemos era Jesus Cristo e, se não ouvirmos as instruções desse profeta e os ensinos de Jesus Cristo e dos seus apóstolos, essa pessoa será eliminada do meio do povo.

E, por isso, vemos que Jesus Cristo foi esse profeta e um dos evangelhos, digamos assim, o evangelho de acordo com o evangelho de Mateus, tem uma organização, uma estrutura da maneira que é escrita de maneira muito única entre os evangelhos, porque de um ponto faz, digamos assim, uma ponte entre o antigo e o novo testamento e muitas escrituras em Mateus demonstram que isto foi feito ou isto foi dito para cumprir o que foi profetizado.

Há muitos locais, muitas versículos que fala disso no livro de Mateus. Mas como o livro de Mateus foi escrito inicialmente para o povo judaico ou com uma audiência inicialmente do povo judaico, demonstra Jesus Cristo como o rei dos reis, o rei dos reis.

E como rei dos reis, Jesus Cristo dá vários ensinos aos futuros reis, aos futuros lidas. E por isso, no livro, no evangelho de Mateus, vê-se Jesus Cristo a dar esse ensino aos opóstulos. E esse ensino está descrito no evangelho de Mateus, em, digamos assim, cinco palestras principais de Jesus Cristo. Se vocês olharem para o livro de Mateus, verão cinco palestras principais. A primeira é geralmente conhecida como o sermão do monte, ou sermão no monte, que é entre Mateus 5 e 7, em que dá várias atitudes, ou maneiras de uma pessoa se conduzir, que sejam boas atitudes cristãs, belas atitudes cristãs.

Atitudes que são necessárias a ver ou a existir, em todos os líderes. E depois aí, nesse sermão, explica que basear nessas atitudes, precisamos de ver a lei de Deus, não só como as restrições físicas, mas no ambiente muito maior que no ambiente espiritual. E por isso a lei de Deus foi expandida ou aumentada ou magnificada nessa seção, nesse sermão dos Mondes, dos Mondes em Mateus 5, 6 e 7.

Também nesse sermão dá vários ensinamentos para os líderes de como orar, de como joar e de como ter fé em Deus. Por exemplo, dá ensinamentos aí de como chegar a certas conclusões, diga-se assim, discernimentos. Estou a dizer discernimentos para não usar a palavra julgamentos, para chegar a certos discernimentos. Isto é de separação entre o certo e o rado, principalmente quando fazemos isso acerca de relacionamentos entre pessoas. E por isso, nesse sermão do Mondes, Cristo também demonstra que o caminho de Deus, o estilo de vida de Deus, é um caminho apertado, é um caminho difícil e precisamos de, ou a única maneira, digamos assim, de reconecer as pessoas que estão bem nesse caminho ou não, é pelos seus frutos e depois diz que nós precisamos de praticar, praticar e praticar.

E por isso vemos que nesse primeiro discurso, digamos assim, ou nessa primeira palestra, nesse primeiro ensinamento de Jesus, de como sermos reis debaixo do grande rei ou como seres sacerdotes debaixo do grande sacerdote, que é Jesus Cristo, Vesse aí, há uns ensinamentos nesse capítulo, 5 a 7. Depois, para vermos isto em perspectiva, ou o livro de Mateus em perspectivas, em perspectiva, vemos como é que termina esse ensinamento em Mateus 7, vejam como isso faz sabor, em Mateus 7, versículo 28 e 29.

E diz assim, quando Jesus acabou de proferir estas palavras, quer dizer, quando Ele acabou de dar este sermão, quando Ele acabou de dar, digamos assim, esta palestra, de proferir estas palavras. Estavam os multidutos maravilhadas da Sua doutrina, porque Ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os cribas, porque Ele estava a ensinar e estava a ensinar com autoridade. Mas, veja aqui, a conclusão desta, digamos assim, desta primeira palestra, acabou de proferir estas palavras. Terminou este ensinamento. Ora, vejemos, brevemente, para pôr em contexto o que estou a falar aqui acerca do ensino dos líderes, vejemos brevemente as outras quatro palestras aqui em Mateus. A segunda, digamos assim, a palestra de ensino, ou de Jesus Deus, que está escrito aqui em Mateus, está em Mateus capítulo 10, e este é a seção que vamos cobrir um carinho maior de talho hoje. Mas, nesta seção está aqui uma instrução aos apóstolos, instrução aos seus líderes, aos líderes da manhã.

Veja como esta instrução no capítulo 10 completa, é completada, e é completada no versículo 1 do capítulo seguinte, que diz assim, ora tendo acabado Jesus de dar estas instruções.

Vê-se uma vez mais que, outra vez, tendo proforido estas instruções. Agora, diz-te, tendo acabado de dar estas instruções. Ve-se aqui uma conclusão semelhante desta palestra, deste ensinamento que ele deu nesta segunda grande palestra. A terceira grande é quando ele dá a várias parábolas aos líderes para dar uma perspectiva do que o reino de Deus vai ser.

E isso está em Mateus 13. Ve-se aqui, Mateus 13, ele veio, se reuniram e começou a dar a sua palestra.

E depois veja essa conclusão desta palestra, que é no versículo 53. Mateus 13, 53, onde deu estas palavras parábolas, que deu uma indicação, uma perspectiva de como o reino de Deus será. E depois, no versículo 53, completa essa palestra, a séria das parábolas, dizendo assim, tendo Jesus proferido estas parábolas. Isto é, quando ele completou ou acabou de dar estas parábolas. Ve-se uma conclusão desta secção também semelhante. A quarta, digamos assim, palestra de treino que ele dá, é no capítulo 18. No capítulo 18. Mateus 18, capítulo 18.

E vê-se aí naquela hora aproximaram-se e vê-se aqui quem é o maior. Esta pergunta aqui. E então, nesta parte de treino de lidas, ele está a explicar quem é o maior. E quem é o maior? Os maiores, os lidas têm que ser serventes. E, por isso, vê-se nessa secção que ele depois completa esta secção como parábola. E depois vê-se aí no capítulo 19, versículo 1. Diz assim, acabando. E aconteceu que concluindo Jesus estas palavras. Vê-se outra conclusão semelhante ao fim desta secção, desta palestra, concluindo Jesus estas palavras. Isto é acabando de dar este ensino.

Uma conclusão semelhante. E a quinta palestra, digamos a última que estou a mostrar aqui hoje do livro de Mateus, está entre os capítulos 23 e 25. Capítulos 23 e 25. Isto é uma quinta sessão de treino em que esteve ou está a dizer aos líderes que não devem ser como os fariseus.

E por isso está a dizer, digamos assim, de uma maneira geral, está a dizer aos líderes que os líderes têm de ter cuidado de ver, analisar-se assim próprios como é que somos e analisar as coisas que estão a acontecer à volta de nós no mundo. Por isso, ele está a dizer, não sejam como os escribas e fariseus, porque aí vê-se ele, há várias acusações aos escribas e fariseus, no capítulo 23 e no capítulo 24 e 25 está a dizer ao que precisamos de observar das coisas à nossa volta. Por isso é que temos que estar alertos, estamos a estar sempre analisar os próprios e estar a observar os acontecimentos à nossa volta, às acontecimentos à volta no mundo. E ver-se a conclusão desta secção, no capítulo 26, versículo 1, diz assim, tendo Jesus acabado todos estes ensinamentos.

Esta secção de palestra, grupo de palestras, vê-se aqui que Jesus acabou todos estes ensinamentos.

E por isso vemos em Mateus, digamos assim, cinco grupos de ensinamentos.

O primeiro é de uma maneira geral atitudes cristãs e maneiras de vivermos como cristãos, que são necessárias para os lidas terem. Em segundo lugar, é a missão e as responsabilidades de como e como fazer e com as consequências e coisas assim de que precisamos fazer como líderes.

Em terceiro, é uma perspectiva das parábolas. Isto é do reino de Deus o que o reino de Deus vai ser, para termos uma visão do reino de Deus principalmente como líderes. Em quarto, é o que os líderes precisam ser serventes. E em quinto, é que precisamos de observar a nós próprios e observar as condições à nossa volta, as condições mundiais.

São esses os quintos grupos de ensinamentos que estão aqui no livro, no evangelho de acordo com Mateus. No entanto, hoje eu quero falar acerca de, como eu disse, dos ensinamentos aos apóstolos, as instruções aos apóstolos, que são um tipo de instruções que ele deu para um estágio de treino aos apóstolos. E em comparar isso com a situação hoje em dia. E isso está em Mateus 10.

Vigemos, então, aqui no capítulo 10, Mateus, começando a ler no versículo 1, tendo chamado os seus 12 discípulos, Deus Jesus autoridade sobre espíritos e mundos para os explir e para curar toda a sorte de doenças e enfermidades. Deus é uma boa autoridade de fazer isso, depois descreve quem eram os 12 apóstolos. E aqui, vê-se um ponto importante, é que eles tinham uma autoridade de curar. Quando eles iam, e o que vai dizer aqui mais a pouco, vamos ver, porque nos enviou, digamos assim, num estágio de treino, nos enviou, por um certo período, de fazer umas visitas e várias cidades, deu-nos-lhe-los um treino. E durante esse treino, que foi durante a vida de Jesus Cristo, quando ele estava na Terra, deu-lhe-los a autoridade de curar e sarar pessoas de vários problemas. Ora, isso foi muito semelhante à responsabilidade de Jesus D.O. P.o. Porque vejam comigo, em Mateus 4, Mateus 4, versículo 23, Mateus 4, versículo 23, diz assim, Precurria Jesus, estou na Galileia, ensinando nas sinagógicas, a ver se aqui Jesus ensinava, e pregando o evangelho do reino, ensinando, pregando e curando toda a sorte de doenças e informidades entre o povo.

E por causa disso, a sua fama correu por esse mundo todo, ficou muito famoso. Por quê? Porque as pessoas gostam de ver milagres, as pessoas são atraídas, estas curas fez uma atração.

Porque isso era o sinal do Messias, e é o sinal do Messias.

Vejam comigo como isto é profético do Messias, para curar as pessoas. Vigemos primeiro em Isaías 29. Isaías 29, versículo 18 e 19. Isaías 29, versículo 18 e 19.

Naquele dia, isto era o dia do Messias. E por isso, aqui fala-se, não só acerca da segunda vinda, mas também da primeira vinda. Naquele dia, os surdos ouvirão as palavras do livro, e os cegos livres já, da escuridão e das trevas, as verão.

Para os cegos, os cegos verem. Isto é bilagros de curas, e houve curas durante a primeira vinda de Cristo. Ainda maior será durante a segunda vinda de Cristo, mas gostamos aqui a ver que é um sinal de Cristo do Messias. Os mansos terão regurgizo sobre regurgizo no Senhor.

Os mansos terão alegria com a alegria de que vêm Cristo ali, e viram na primeira vida, viram Cristo, e eles viram o Senhor, e eles tiveram alegria quando viram eles, quando viram o Cristo. E ainda mais na segunda vinda, e assim, os pobres entre os homens se lograrão no Santo de Israel.

Se lograrão quando virem Jesus Cristo na segunda vinda, e também na primeira vinda houve essa alegria que eles viram, porque estavam ser curados, e isso chamou a atenção a eles, que é um sinal que identifica que Jesus Cristo é o Messias. Vejam também, em Isaías 35, Isaías 35, versículo 3 a 6. Fortalecei as mãos froshas, e filmai os joeios vacilantes, pessoas que estão fracas de saúde vão ter força. Lizei aos desalentados de coração, então desencorajados vão ficar encorajados.

Sete fortes, não tem mais.

Eis o vosso Deus.

Eis o vosso Deus.

A segunda vinda de Cristo diz assim, Eis o vosso Deus.

Perdão.

A vingança vem, a retribuição de Deus. Ele vem e vos salvará.

A segunda vinda de Cristo, Ele vem e vai salvar o mundo.

Está aqui a referir muito bem a Ele como Deus, a retribuição de Deus. Então se abrirão os olhos dos séculos, vão ver curas durante a segunda vinda de Cristo.

E se desimpedirão os ouvidos dos surdos.

Os surdos serão curados durante a segunda vinda de Cristo, mas também foram curados durante a primeira vinda de Cristo.

Foi um sinal do Messias.

Os coxos soltarão como servos, e a língua dos mudos cantará.

Como é que a língua pode cantar se uma pessoa muda? É porque foram curados, digamos assim, dessa doença.

Pois águas arrebentarão no zerto e ribeiros no ermo.

Está claro, está a falar da segunda vinda de Cristo.

O comprimento completo desta profecia é a segunda vinda de Cristo. Mas, em parte, muitas dessas curas foram feitas quando Cristo esteve presente durante a primeira vida e os apóstolos. Durante esse treino, representando Cristo, tiveram autoridade também de fazer essas curas. Então, vejam-nos também em Mateus 9. Antes de ele enviar os 12, vejam aqui como o capítulo 9 da Mateus conclui. A conclusão aqui do capítulo 9 diz assim no versículo 35. E percorria Jesus toda as cidades e povoados ensinando, pregando e curando três atividades aqui. Ensinando, pregando e curando. Toda a sorte de doenças e enfermidades. Vendo-as mortidões. Comparticeu-se delas porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor. E viu-se que havia uma grande necessidade de pastores, de líderes, que vai ser o que vai acontecer na segunda vina de Cristo. Então ele vem e haverão esses líderes, esses pastores, estarão treinados para fazer essa obra. E por isso é que ele diz. Então se dirigiu aos seus discípulos. Diz assim, a sear na verdade é grande. Mas os trabalhadores são poucos. E o que ele está a dizer aqui, há uma necessidade de treinarmos, de selecionar pessoas para virem-se em treinadas, por irem para um estágio de treino, para virem ser os trabalhadores. Isto é, os pastores, aqueles que são professores e que são reis para cuidar destas pessoas com a atitude cristã correta. Rougar, é pois ao Senhor da seara, que mande trabalhadores para a sua seara. Sim, e haverá trabalhadores quando Jesus Cristo vier pela segunda vez. Mas ele está aqui a dizer, que precisamos dourar. E por isso está a dizer, há uma necessidade de haver pessoas treinadas. Por isso ele começa, digamos assim, este programa de treino de líderes, programa de treinamento de liderança. E por isso, hoje em dia. Hoje, é o dia de treino, de treino desses líderes para o mundo da manhã. E vocês estão a ser treinados. Vocês, daqueles que foram os chamados e que são escolhidos, foram os chamados, se arrependeram e foram batizados, e que são parte do corpo de Cristo, foram batizados para dentro do corpo de Cristo. E, por isso, vocês, então, estão a ser treinados para essa responsabilidade de líderes, de reis debaixo do rei dos reis, e sacerdotes, ou digamos professores, debaixo do Senhor dos Senhores. Por isso, as instruções de Jesus Cristo agora seguem-se neste programa de treino de liderança. O programa de treino de liderança está aqui a iniciar. Digamos assim, a primeira fase, a primeira etapa de treino, o primeiro estágio que eles têm, que estes 12. E, por isso, lê-se assim, no versículo 5, de Mateus 10, diz assim, estes 12 enviou Jesus, dando-lhes as seguintes instruções.

Não tomais rumo aos gentios, nem entraréis na cidade se maritamos.

Ele deu a eles certas instruções. Ora, estas instruções, queridos irmãos, em primeiro lugar, ve-se aqui que ele está a dizer aonde irem. Ora, vejamos, então, estas instruções de uma maneira muito simples e básica. Este capítulo 10 do livro de Mateus, do evangelho de Mateus, está a dar estas instruções aos apóstolos. Estas instruções são basicamente divididas em três grupos de instruções. A primeira parte das instruções é a missão, isto é, onde é que eles têm que ir, o que é que eles têm que fazer, fazer, e como é que o vão fazer? É a missão deles, as responsabilidades, o que eles têm que fazer neste estágio de treino.

Essa é a primeira parte, e essa primeira parte conclui no versículo 15, onde ele diz, em verdade vos digo, digamos assim, uma divisão, em verdade, em verdade, no grego a palavra aí era amém, amém vos digo.

Isto é uma conclusão desta primeira parte. A segunda parte começa então no versículo 16 até ao versículo 23. E essa é uma parte de dar, digamos assim, conselho. Conselho a como confrontarem certas dificuldades que vão encontrar na missão deles. Vários conselhos de como confrontarem dificuldades na missão deles. E por isso, vos diz, nos conclui essa secção, no versículo 23, dizendo assim, quando porém vos perseguirem numa cidade, vai para outra, porque, na verdade, ou em verdade, porque amém é com esta conclusão desta secção. Em verdade, amém vos digo, que não acabaré de procurar todas as cidades de Israel, até que venham o filho do homem. E a terceira secção, digamos assim, deste treino, destas instruções de treino para este estágio, é uma secção de encorajamento, quando confrontarem essas dificuldades. Encorajamento para não terem medo, para terem encorajados, quando confrontam essas dificuldades, e terem conhecimento que haverá uma retribuição, um galardão para as várias pessoas, e para eles também, mas para as várias pessoas, que os receberem de uma maneira boa. Vai haver um galardão, porque Jesus Cristo, digamos assim, é o dono, é o patrão, é o managé, é o Deus, que vai trazer paz a este mundo, é o juiz, é o que vai fazer essa decisão. É como o managé, quando avalie às pessoas, e depois dá galardão a eles, aos seus pessoas que trabalham na secção deles, igualmente Jesus Cristo aqui, vai dar o galardão a aqueles que receberem os ministros de Deus, e também vai dar galardão aos ministros de Deus. E por isso, vemos aqui, neste capítulo 10, há de três secções importantes. A primeira secção é a missão. A segunda secção é o conselho, como liderarem ou como atuarem com as dificuldades que vão encontrar. E a terceira secção é o encorajamento, quando encontrarem essas dificuldades, e tá-los encorajamento dizendo que vai haver, por isso, um galardão. Hoje, agora, o que eu quero concentrar é simplesmente, na primeira parte, que é a missão, que é entre os versículos 5 e 15. Versículos 5 e 15, que é a missão. A primeira parte da missão é a wand. A wand é que tem que ir. A segunda parte da missão é o que é que tem que fazer. E a terceira parte da missão é como? Como é que vão fazer isso? Então, vejamos a wand é que é a missão. Diz-se, como lemos aqui no versículo 5, não toméis rumo aos gentios, nem entreis nas cidades maritâneas. Versículo 6, mas de preferência, procurai as ovelhas perdidas da casa de Israel. Neste estágio inicial, durante a primeira vinda de Cristo, a obra inicial foi, inicialmente, aos israelitas.

Aos ovelhas perdidas da casa de Israel. Como se lê? Aos judeus primeiro e depois também aos gregos, como lém em Romanos 116. Aos judeus primeiro. Aos da casa de Israel primeiro. E, por isso, lemos, mesmo depois, quando Jesus Cristo foi ressuscitado, inicialmente, quando a igreja foi, digamos assim, estabelecida através do recebimento ou do arrebatamento do Espírito de Santo Deus, inicialmente, nos primeiros anos da igreja, a obra foi só para os israelitas.

Depois, um pouco depois, alguns anos depois, depois a que Paulo foi convertido, vessis em Atos 9, para ir aos gentios, e, depois, vês em Atos 10, a visão de Pedro. Atos 10, a visão de Pedro. Vocês lembram-se daquela visão. Vejam o Comi que se faz favor aqui em Atos 10. Atos 10, vamos ver aí brevemente. A visão de Pedro.

Pedro tem uma visão, começa aí no versículo 9, em que vessa ía estava conforme, quis comer, mas preparava comida sobre o velho onestas. Então, o viu nessa visão, sendo um objeto, como se fosse um grande lençol, o que era baixar a Terra pelos quatro pontas, contendo o versículo 12, quadruplos, rápidos da Terra e aves do céu, e o vi-se uma voz que dirigia-lhe, Pedro, o que mata e come. E Pedro disse, Sr. Compaço, essas coisas são comuns e imundas. Não podemos comer comida imunda, e também a comida eram coisas comuns. Não estavam limpas, não estavam completamente corretas. E depois isso aconteceu uma segunda vez, que disse ao que Deus porfriu, purificou, não o consideres como... E ele disse, como é que pode ser isso? E se se deu três vezes, vê-se isso no versículo 16, e ele não conseguia compreender. Então, depois vê-se aí que foi, pelo espírito, foi inspirada a dizer, olha, tem dois homens, vá lá, vê-los. Ele foi ver esses homens, que era o Centurião Coronelio, e então ele foi ver com eles. E então ele recondiceu que, que não sendo Israelitas, estavam aqui estes, digamos assim, não os judeus. E eles queriam receber a verdade. E então, disse ele no versículo 28, a quem se dirigiu dizendo, vos bem sabéis que a proibida onde o deu, a juntar-se, ou mesmo aproximar-se, alguém de outra raça. Mas Deus me demonstrou, que nenhum homem considerasse comum ou imundo. E por isso, uma vez chamado, vim sem vacilar. E por isso, ele não tinha duvida nenhuma, sem vacilação, porque entendeu que o evangelho agora ia não só aos judeus, mas aos gentios também. E por isso, vê-se que, em Mateus 10, no estágio inicial, eram só para ir aos judeus. Mas, mais tarde, a instrução foi para irem ao mundo inteiro. E por isso, em Mateus 28, 18 e 19. Mateus 28, 18 e 19. Ao fim, do livro de Mateus, quando os Cristo tinha ressuscitado, então, veio aos apóstolos e, digamos assim, modificou, expandiu, alterou, deu uma melhor explicação do que a missão ia ser agora para esta era do novo testamento. Não era a missão que tinha dito, inicialmente, em Mateus 10, mas agora a missão era diferente. A missão era diz que, porque ele tem toda autoridade, dizem Mateus 28, 18, e, de portanto, fazei discípulos de todas as missões. E isto é, pregar para fazer discípulos de todas as missões. Isso era a missão, fazer discípulos de todas as missões. Não era só para os israelites, mas era para ir ao todo mundo. Vê-se que a missão foi expandida do que dizia em Mateus 10. Voltando, então, a Mateus 10, e ver-se assim onde estávamos a ler, acabámos de ler versículo 6, de preferência procurar as ouveiras perdidas da Casa de Israel, isso era no estágio, mas hoje em dia a missão foi expandida para pregarmos ao mundo inteiro. E, à medida que seguísse, pregá que está próximo o reino dos céus. E aqui está o que deviam de pregar, que deviam de dizer, pregá que está próximo o reino dos céus. Isto é, digamos assim, a parte principal do que é o evangelho, o que eles tinham de pregar, que o reino de Deus está próximo. É um período de fazermos uma decisão, uma ação decisiva, porque o reino de Deus vai para a Terra para trazer paz à Terra. E, por isso, é que diz, pregá que está próximo o reino dos céus. Depois, no versículo 8, está aqui outra parte da responsabilidade, neste estágio, neste estágio de treino, dizendo curar enfermos, purificar leprosas. É interessante que, na maioria dos textos bizantinos, a frase de Jesus se citar a mortos não está lá, curar enfermos, purificar leprosas, explidir demónios. Vê-se aí a responsabilidade que eles tinham, era de pregar e curar. Dois pontos aqui, pregar e curar. Vê-se que a responsabilidade de Jesus, como lém aí no Mateus 9, versículo 35, era de ensinar, pregar e curar. Eles ainda estavam em treino, por isso, era simplesmente pregar e curar. Não estavam ainda treinados para ensinar. Esse ensino veio depois. Veio depois.

Mas, uma vez mais, vê-se que eles tinham esta responsabilidade de curar enfermos, que esta responsabilidade do Messias, eles estavam ali na presença do Messias, digamos assim, embora fosse enviados a outras cidades, Messias estava ali, para dar atenção, apontar ao Messias, que era os Cristo que estava presente.

Vê-se que, em Mateus 28, voltando a Mateus 28, ao fim de Mateus, vê-se que a missão hoje em dia, e vegemos então o que é, a missão hoje em dia, em Mateus 28, diz assim, ele tinha toda autoridade, em Mateus 28, versículo 19, dei discípulos de todas as nações, isso é pregar, pregar para fazer discípulos. Vê-se essa parte de, batizando-os para dentro da família de Deus, que é a família mentida, durante, para baixo, do nome do Pai, como leem em Efezios 3 versículo 15, e batizando-os no nome do Pai, que é Deus, no nome de Filho, que é o Filho de Deus, e do Espírito Santo, que é o Espírito de Deus, batizando-os para dentro desse nome, que é o Corpo de Cristo, que é a Igreja de Deus. Somos batizados dentro dessa, dessa entidade. Isso não tem nada a ver com o Trindade, nós não acreditamos na Trindade, não está a falar aqui da Trindade, isso não tem nada a ver com a Trindade, não está a dizer que são batizados em nome da Trindade, não está a dizer que somos batizados para dentro da Igreja de Deus. E depois, primeiro, por isso é pregar, fazendo discípulos, e em segundo, versículo 20, é ensinando-os a guardar todas as coisas que tenham ordenado. Esse aqui é um ponto importante, pregar e ensinar. A missão principal da Igreja hoje em dia não é para ir ao mundo e curar milhares de pessoas por ir à volta do mundo todo. Então, a Igreja hoje em dia está a pregar e a ensinar. E por isso, a Igreja não está a chamar atenção ao mundo inteiro. O mundo inteiro não toma atenção à obra da Igreja. Nós estamos a fazer isso como testemunhas. Por isso dizem Mateus 24, 14. Vocês, temos que pregar ao mundo como testemunhas. Essa é a nossa responsabilidade. Não é para converter o mundo, é para pregar como testemunhas. Porque a responsabilidade de converter o mundo, de restaurar todas as coisas, é a desescristo. Como se lê em Atos 3, 21. Diz assim que ele está no céu até ao tempo da restauração de todas as coisas. Quando ele vier para a Terra, estabelecer o rei de Deus e então restaurará todas as coisas. Hoje em dia nós estamos a fazer a obra, digamos assim, do Ilias, ou digamos assim que é a obra de João Batista.

E o João Batista preparou o caminho antes da primeira vinda de Cristo. E quantos milagres é que João Batista fez? Ele não fez milagres. Simplesmente apontou para o Cristo e disse às pessoas que se têm a arrepender. A nossa obra hoje em dia apontamos para a segunda vina de Cristo, que é o estabelecimento reino de Deus na Terra, para trazer paz à Terra e dizemos ao povo que temos de nos arrepender. Temos que viver de acordo com o estilo de vida de Deus.

Como dizem em Mateus 3, vejam comigo, Mateus 3, capítulo 1 a 3, Mateus 3, por ciclos 1 a 3, dizem que, aos dias, apareceu o João Batista pregando no deserto de Ajudeia, dizendo arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus. Porque este é o referido por o intermediário do profeta Isaías. Veia voz do que clama no deserto, preparai o caminho do Senhor. Entretei as vossas veredas. João Batista estava a proclamar no deserto. Nós, queres e irmãos, estamos a proclamar no deserto espiritual. Este mundo é um deserto espiritual. Espiritualmente, não é um mundo espiritual. É um mundo espiritual. Espiritualmente, não é um mundo de alegria e de grande felicidade. Espiritualmente, isto é um deserto. E nós estamos a pregar neste deserto e a preparar o caminho do Senhor da segunda vinda de Cristo. Apontando e dizendo às pessoas, Cristo vem. A virá a vinda de Cristo para salvar este mundo. Este é o nosso responsabilismo. Não é para chamar a atenção a nós, para todo mundo vir para a igreja e muito se estarem a seguir a igreja. E dizerem sim, sim, estamos a seguir. Onde é que a obra da verdadeira arrependimento aí? Não há. Certamente, queres e irmãos, há curas na igreja. Há curas na igreja. Por isso em Tiago 5, 14 a 16 diz, você está doente. Chamos pros vítulos da igreja para orar para você e para curar. Há curas na igreja. Mas nós não estamos a pregar e ao mesmo tempo a ida e ao mundo a curar milhares de pessoas. Não. Como nós distribuímos milhares de revistas boas novas. Não estamos a curar milhares de pessoas aí à volta do mundo. Porque isso não é a nossa missão. A nossa missão é de pregar e ensinar. Pregar como um destamunho. Então, continuemos então no Mateus 10. Mateus 10, versículo 8, vimos que ele tinha uma responsabilidade de curar, isso foi uma temporária, mas que não foi uma responsabilidade que continuaram a ter. Porque vemos em Mateus 28 que essa responsabilidade para a igreja no Novo Testamento foi simplesmente de ensinar e pregar. Depois diz assim, na parte final do versículo 8, de graça recebesse e de graça dai. Isto é, a parte da missão, que diz, como é que devemos de fazer? Como é que devemos de fazer a obra? Devemos de fazer a obra dando, pregando de graça. Nós não estamos a cobrir, não estamos a pôr um preço na boa nova do Reino de Deus. A boa nova que nós distribuímos, a revista boa nova, é gratuita. Os guias de estudo que enviamos a vocês são gratuitos. Por quê? Porque nós não estamos a mercando de jardim, não estamos a vender a palavra de Deus para ganharmos dinheiro. Estamos a dar. Vejam em segundo Coríntios capítulo 2.

Versículo 17. Segundo Coríntios capítulo 2, versículo 17.

Porque nós não estamos, como tantos outros, mercadejando a palavra de Deus.

Nós não estamos a vender a palavra de Deus e dar lucro, como várias pessoas escrevem coisas acerca da palavra de Deus, e depois vendem, fazem livros e vendem para ter dinheiro, para ter lucro para Deus próprio. Nós não estamos a fazer isso, crísios e irmãos.

De graça recebemos, de graça damos. A boa nova é distribuída gratuitamente.

Continuando então, no Mateus 10, versículo 9, e depois diz assim, dá-lhes uma lição de fé. Para eles, a lição de fé que tinham é que é a seguinte, versículo 9 e 10, diz assim, não vos provureis do ouro, nem da prata, nem da cobra, nem dos vossos cintos, nem de alforres para o caminho, nem de duas túnicas, nem de sandáleis, nem de bordão, vocês têm que ir em fé e não ir com cartão de crédito e com dinheiro, coisa assim, têm que ir em fé e então vocês receberão. Cris irmãos, estava a ensinar a eles que eram um trabalho de fé. Nas circunstâncias que eles tinham, que estavam a fazer estes milagros, estas curas estavam a chamar a atenção e então as pessoas estavam a dar a eles a capacidade de irem a uma cidade a outra. Mais tarde, essa instrução foi retirada. Vejam aqui, em Lucas 22, 35 e 36. Lucas 22, Lucas 22, 35 e 36.

A seguir Jesus lhe perguntou, Quando vos mandei, sem bolsa e sem alforje e sem sandálias, faltou-lhes porventura alguma coisa?

Não.

Então lhes disse, agora porém, quem tem bolsa, leva a bolsa.

Como também o alforje. E o que não tem espada, também leva-se, o que não tem espada, vendo a sua capa e compra uma. Vocês agora têm essa instrução de irem sem dinheiro e sem roupa adicional e coisa assim, foi removida.

Quer dizer que hoje em dia não é uma obra de fé? Não, é uma obra de fé. Esta obra é uma obra de fé, porque a Igreja de Deus está a fazer esta obra em fé, que receberá dinheiro de outras pessoas, que são fés, que são fiéis, ilhais e que estão a pagar o dízimo de acordo com a lei de Deus.

O princípio de trabalhar em fé ainda é válido.

Porque? Vejam então, é Mateus 10, versículo 10, ao fim do versículo 10, diz assim, porque digno é o trabalhador do seu alimento.

Digno é o trabalhador do seu alimento. A razão que eles não valem dinheiro é porque eles recebem de outras pessoas. Hoje em dia, nós não cobrimos um preço pela literatura que damos, porque fazemos em fé recebendo dinheiro de outras pessoas pelos dízimos.

Vejam, por exemplo, em Lucas 10, versículo 7.

Diz assim, promencei na mesma casa, comendo e vendo que eles estiverem, porque digno é o trabalhador do seu salário.

Digno é o trabalhador do seu salário. Nós recebemos um salário como? Pelo dízimos das pessoas que dão a Igreja de Deus.

Nós não pedimos dinheiro, nós não pedimos dinheiro, mas Deus estabeleceu uma lei do dízimo. Nós temos um livro que publicamos, que explica um guia de estudo bíblico, que explica estes pontos importantes, que diz o que a Bíblia ensina sobre o dízimo.

E, queris irmãos, a Bíblia de Deus estabeleceu um programa de dízimo. Vocês veem isso em Levíticos 27-30. E então, em Malacias 3, versículo 8-10 diz assim, vocês vão roubar a Deus? Não roubem a Deus, veem o dízimo. Porque, se não estão a...

E, por que vocês dizem, ah, mas nós não temos dinheiro? Vocês provem a Deus? Porque diz, em Malacias 3, versículo 8-10, vocês provem a Deus e vão ser abençoados por causa disso. Depois, vocês leem em Hebreus, capítulo 7, como o dízimo foi pago por Abraão, a Melchizedec. Abraão pagou o dízimo antes dos levitas existirem, porque o dízimo, durante que foi estabelecido pela lei de Moisés, era dado aos levitas. Mas aqui, ve-se, em Hebreus 7, que Abraão pagava o dízimo antes dos levitas. E, por isso, tecnicamente, como diz no versículo 12, ou perdão, no versículo 9, os levitas estavam a pagar o dízimo através de Abraão, a Melchizedec. E, por isso, é que há uma mudança no sacerdócio. E essa mudança faz com que haja uma mudança na lei. A mudança na lei é a seguinte. O sacerdócio agora é de Melchizedec, Jesus Cristo, não é dos levitas. E, por isso, não fazem os sacrifícios de animais, mas, por outro lado, o dízimo não é pago aos levitas, mas é pago ao Ministério Espiritual, que são os ministros da Igreja de Deus. E, por isso, aqueles que querem pagar ou dar um dízimo podem dar, e nós no nosso site temos possibilidades de vocês, quando quiserem, de boa vontade, dar à Igreja de Deus, o que vocês decidirem. Nós não conferimos, se vocês deram uma quantidade certa ou não, isso entre vocês e Deus, que é de boa vontade. Mas é esses dízimos que fazem com que nós possamos fazer a obra de Deus e possamos distribuir a boa nova e este estudo gratuitamente a aqueles que querem saber. E, por isso, é um ato de fé. Tal como eles tinham que fazer isso, como os apóstolos, em Mateus 10, nesse estágio de ensinamento, faziam com um ato de fé, não carregando dinheiro, nós hoje em dia fazemos isso como um ato de fé, porque não recebemos dinheiro, porque não recebemos, não cobrimos um preço.

Na literatura que produzimos, porque que a Bília diz de graça a recebeste, de graça a Daz. Esse ensinamento foi promulgado por Paulo. Podem ler, por exemplo, em 1º Timótio 5, 17 e 18, que diz isso que o trabalhador tem direito ao seu salário. E também, em 1º Coríntios capítulo 9, vou ler essa escritura, porque embora Paulo não recebesse dinheiro dos coríntimos, eu também não recebo dinheiro de vocês portugueses, de uma maneira geral. Às vezes pode haver um ou outro português que me dê algum dinheiro, mas de uma maneira geral não. Esta obra é financiada por irmãos em outros países, e não por irmãos em Portugal ou no Brasil. E, por isso, não estou aí a pedir dinheiro, mas estou a dizer que há uma lei. E há uma lei que Deus não tirou, que existe. Se a lei for muidada, que o Dísimo era dado aos Levitas, agora é o Dísimo, porque o Sassardose foi muidado, por isso a lei foi muidada, porque agora o Dísimo é dado à Igreja de Deus, aos ministros de Deus. Mas, vença aqui, em 1º Corinthians, capítulo 9, começando a ler no versículo 7, quem jamais vá à guerra, a sua própria custa. Nós pregamos o evangelho, a nossa própria custa não teria dinheiro, o suficiente para fazer isso, que dizem irmãos, se o problema não tinha. Quem planta avinha e não come de seu fruto, ou quem apacenta um rebanho e não se alimenta do leite de rebanho. Porventura fala isso como o homem, ou não diz também a lei, não diz a lei, que deve ser assim, porque na lei de Mosés está escrito, não atarás a boca ao boi quando pisa o trigo. Por quê? A casa é por causa do boisque, que Deus se preocupa? Ou é, seguramente, por causa de nós que Ele diz isso? Certo que é por nós que está escrito, pois o que lava cumpre fazê-lo com esperança. O que pisa o trigo faça-o que na esperança, com fé e com esperança, de receber a parte que lhe é devida. Por isso fazemos a obra, com fé. Se nós vos sumiamos as coisas espirituais, será muito recolhermos de vós bens materiais? Se outros participam deste direito sobre vós, não o temos nós, a maior medida? Entretanto, Paulo fazia tendas em Coríntios, por isso ele em Coríntios não usava este direito. Antes, suportamos tudo para não criarmos qualquer obstáculo ao Evangelho de Cristo. Não sabéis vós que os que prestam serviços sagrados do próprio templo se alimentam? E quem serve ao altar, do altar, tira o seu sustento? Assim, ordenou! É uma lei! Ordenou também o Senhor! Jesus Cristo ordenou! Aos que pregam o Evangelho, que vivam do Evangelho. É uma lei! É uma lei! E, queres irmãos, como dizem Galata 6, versículo 6, diz assim, o que é o instruído na palavra, reparta de todos os bens com aquele que o instruí. E, por isso, queres irmãos, nós repartimos os bens, pagamos o Dísimo, repartimos os nossos bens, com aquele que está a ensinar. Está claro, certos ministros na Igreja de Deus são, digamos assim, por tempo inteiro, como eu sou para podermos fazer esta obra, mas outros ministros não são, porque estão numa região, ou outra região, e têm o seu emprego normal e depois fazem a sua obra. Por isso nem todos são portênticos, não todos são salariados, mas o que estou a dizer é que a obra é feita, o evangelho é pregado de graça. Continuando, então, no Mateus 10. Mateus 10 diz assim, no versículo 11 até ao 15, e em qualquer cidade ou povoado, em que entrares, ainda gai quem nelas é digno e i-fica até os tirardos, ao entrar na casa só daia. E com efeito, a casa for digna. Venha sobre ela a vossa paz. Venha sobre ela a vossa paz mental que vocês têm, vocês deixem com eles essa calma, essa paz mental que nós temos como membros da Igreja de Deus. Se porém não for, torne para vós a vossa paz.

Se alguém não for receber, nem ouvir as vossas palavras, ao sair daquela casa, que ela sacudir o pó dos vossos pés. Será uma coisa que eles faziam. Hoje em dia não vão casas pessoas e começar a fazer assim com os pés, não vou fazer isso, né? Mas o ponto é que estamos a servir e aqueles que nos recebem deixamos com ele uma calma, uma paz que eles vão ter. Aqueles que não recebem não vão ter essa paz. Isso é um fruto que Deus promete e, por isso, nós precisamos de fazer isso. Vimos, então, aqui, e depois ele conclui no versículo 15. Em verdade, vos digo que menos rigor haverá para seu domingo morra no juízo do que para aquela cidade. E há outras escrituras, em Mateus 11 e Mateus 12, que falam acerca do que vai acontecer nessas cidades, que serão ressuscitadas durante a ressurreição após o milênio, e vão ser todas ressuscitadas ao mesmo tempo. O que nós normalmente chamamos a segunda ressurreição. E, então, essas pessoas vão ter menos rigor do que o uso da sua domingo morra. Por que? Porque essas pessoas que eram judaicas sabiam quem eram messias e rejeitaram, e rejeitaram essa instrução. E, por isso, vão ser julgados. E lembrem-se que o juiz é Jesus Cristo. Ele próprio vai ser o juiz, nesse dia do juízo. E, por isso, vimos aqui nas instruções aos apóstolos, nesta parte, digamos assim, neste primeiro sermão, das instruções aos apóstolos de Mateus 10. Vê-se aqui que ele deu a eles uma missão. A missão original tinha certas, digamos assim, certos tamanhos, certas perspectivas. A missão hoje em dia é para o mundo inteiro. Mas os pontos de que temos de fazer de graça, em fé e pregando como um testemunho de graça ao povo, continua. Continua. Cris Irmãos, esta é a missão que Jesus Cristo nos deu a nós. Todos nós estamos neste estágio do programa de treino para virmos a ser reis e professores no mundo da manhã.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).